terça-feira, 25 de outubro de 2016

SAÚDE EM NITERÓI: Getulinho completa 20 mil atendimentos



Hospital Getúlio Vargas Filho. Foto: Alexandre Vieira / Ascom Niterói


Unidade localizada no Fonseca tem hoje 35% de pacientes de outros municípios

Inaugurada no dia 1º de julho, a nova emergência pediátrica do Hospital Getúlio Vargas Filho, o Getulinho, completou, na última semana, 20 mil atendimentos. A unidade, que fica no Fonseca, Zona Norte da cidade, é referência no atendimento de crianças e adolescentes até 17 anos e 30 dias. Foram investidos R$ 20 milhões na reforma, ampliação e compra de mobiliário e equipamentos para as novas instalações.

De acordo com um levantamento do hospital, são realizados, em média, 185 atendimentos por dia na nova emergência – por mês, são 5.500. Cerca de 65% dos pacientes são de Niterói; 30%, de São Gonçalo; e 5%, de outros municípios, como Maricá, Itaboraí, Cabo Frio e Saquarema.

“Tivemos um aumento significativo no número de atendimentos após a inauguração da nova emergência. O Getulinho hoje tem 35% de pacientes de outros municípios, o que mostra a confiança não só dos moradores de Niterói, mas como de outros municípios na Região Metropolitana. Em um momento de crise no Estado, especialmente na Saúde, Niterói se destaca por estar investindo na área”, afirma a secretária municipal de Saúde, Maria Célia Vasconcellos.

Funcionária de um abrigo para crianças, Luziene Coutinho acompanha, há 15 anos, os pequenos no atendimento médico e presenciou as diversas fases da unidade. Ela conta que ficou surpresa quando entrou pela primeira vez nas novas instalações.

“Venho quase todo dia, com uma criança diferente. Alguns fazem tratamento ambulatorial, outros são atendidos na emergência. O atendimento é ótimo, a equipe é atenciosa. E, com a reforma, o hospital está maravilhoso, mais limpo, e dá mais conforto para as crianças e para os acompanhantes. Agora está VIP”, elogia Luziene.

A emergência do Getulinho foi fechada em 2011 e reaberta em janeiro de 2013. Em um primeiro momento, a assistência médica aconteceu em um hospital de campanha, que realizou 25 mil atendimentos em quase cinco meses. Depois, o atendimento passou para a emergência provisória, que realizou todos os serviços de urgência e emergência durante a construção da nova unidade. Cerca de 415 mil atendimentos já foram realizados no local desde a reabertura, em 2013.

Uma das mudanças implantadas na nova unidade foi o sistema de classificação de risco. Os pacientes são atendidos em um dos dois consultórios de classificação de risco, onde um enfermeiro afere a pressão arterial, glicose e temperatura, analisa os sintomas das crianças e define a ordem do atendimento de acordo com a necessidade.

A cor vermelha indica emergência, caso gravíssimo, risco de morte. A cor amarela é para casos muito urgentes, graves, com risco significativo de evoluir e que exige atendimento urgente. O verde significa urgente para casos de gravidade moderada. Já o azul é pouco urgente, para atendimento preferencial nas unidades de atenção básica.
Fonte: O Fluminense








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