terça-feira, 22 de agosto de 2017

TRÂNSITO: Abertura do mergulhão já apresenta impacto positivo



De acordo com a NitTrans, o impacto no turno da manhã foi de 40% a 50% na fluidez do trânsito no Centro da cidade. Foto: Evelen Gouvêa



No período entre 6h e meio-dia, 1.380 veículos seguiram pela passagem subterrânea no Centro

O primeiro dia útil de operação do Mergulhão José Vicente Filho, na Praça Renascença, Centro de Niterói, já trouxe impacto positivo para os motoristas que circulam pela região diariamente. Entre 6h e meio-dia, foram 1.380 veículos passando pela nova via. Em toda a região da Praça Renascença foram 2.760 veículos no mesmo período. Já no início do rush da tarde/noite, entre 17h e 18h, passaram pelo novo mergulhão 4.260 veículos. Na região da Praça Renascença foram 8.520 veículos trafegando num intervalo de uma hora.

De acordo com o diretor de operações e planejamento da NitTrans, Alexandre Cony, o impacto no turno da manhã foi de 40% a 50% na fluidez do trânsito no Centro da cidade. “Pequenos ajustes estão sendo feitos, como regulagem do tempo dos sinais luminosos, reforço na sinalização horizontal e vertical e poda de algumas árvores para facilitar a visualização neste trecho”, explica Cony.

A obra do mergulhão foi executada pela Ecoponte, como contrapartida pela concessão da Ponte Rio-Niterói, em parceria com a Prefeitura de Niterói. O objetivo é desafogar o tráfego na região, facilitando, inclusive, o fluxo das centenas de ônibus que seguem diariamente do Terminal Rodoviário João Goulart em direção à Zona Norte e a São Gonçalo. Com a abertura da passagem subterrânea ficará mais fácil o acesso à Avenida Jansen de Mello no sentido contrário.

Alterações - Para quem vem da Avenida do Contorno e da Alameda São Boaventura, no Fonseca, e quer retornar para a Avenida do Contorno, a solução é acessar o retorno da Praça Renascença. Para aqueles que precisam fazer este trajeto e querem seguir para Icaraí e Centro, é necessário acessar a Avenida Feliciano Sodré e a Avenida Jansen de Mello, ou seguirem direto pela Avenida Feliciano Sodré.

Três alternativas serão possíveis para aqueles que saem da Zona Sul e do Centro, com destino à Alameda São Boaventura, na Zona Norte. Quem pretende ir para a Avenida do Contorno, basta seguir pela Avenida Jansen de Mello. Os motoristas que seguem para a Alameda pela Marquês do Leandro (atrás da igreja São Lourenço, no Ponto Cem Réis), finalmente chegando à Alameda. Outra alternativa é seguir pela Avenida Jansen de Mello, acessar a Rua Desidério de Oliveira e a Avenida Washington Luiz. A última é seguir pela Jansen de Mello, acessar o retorno próximo ao 12º BPM, virar à direita na Rua Heitor Carrilho (rua da Imprensa Oficial), seguir até a Rua Manoel Pacheco de Carvalho e acessar o mergulhão.

Quem sai da Ilha da Conceição em direção à Avenida do Contorno ou Alameda São Boaventura deve seguir pela Avenida Feliciano Sodré, Jansen de Mello, dobrar à direita na Rua Heitor Carrilho até a Rua Manoel Pacheco de Carvalho e acessar o mergulhão.

Fonte: O Fluminense



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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: TJ abre campanha ‘Justiça pela paz em casa’



Impossibilitada de comparecer à abertura devido ao mau tempo no Rio, a presidente do STF e CNJ mandou vídeo. Nos depoimentos, Maitê Proença emocionou. Felipe Cardoso / TJ-RJ.



Eventos serão realizados até sexta-feira tendo como tema central a violência doméstica contra a mulher

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) promoveu nesta segunda-feira (21) o lançamento da 8ª edição da Semana da Justiça pela Paz em Casa, coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia, impossibilitada de vir ao Rio por falta de condições de pouso do avião que a traria de Brasília, mandou uma mensagem de saudações por vídeo. Os eventos irão até a próxima sexta-feira.

A solenidade foi conduzida pelo presidente do TJ-RJ, desembargador Milton Fernandes. Participaram o corregedor-geral de Justiça, Cláudio de Mello Tavares; o diretor-geral da Emerj, Ricardo Rodrigues Cardozo; a presidente da Amaerj, Renata Gil; o presidente da AMB, Jayme de Oliveira; e a desembargadora Suely Lopes Magalhães, da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, entre outras autoridades civis e judiciárias.

O presidente do TJ-RJ disse considerar a questão da violência doméstica “um tema muito atual e preocupante no Brasil de hoje”. O corregedor Cláudio Tavares lamentou o Brasil estar na quinta posição no ranking mundial do feminicídio, segundo levantamento da ONU. Ele enalteceu a ação do TJ-RJ no combate à violência no lar, que, de 2011 a 2016, “conduziu mais de 20 mil medidas” com a meta de “proteger mulheres com a vida em risco”.

A presidente da Amaerj, Renata Gil, comemorou a “data especial”.

“Este é um ato de cidadania para chamar a sociedade a se engajar no combate à violência doméstica”, disse.

O presidente da AMB elogiou a atuação do Judiciário e da Amaerj em ações de combate à violência no lar.

“O que percebemos nas estatísticas é que o agressor, de um modo geral, está dentro de casa ou no entorno do lar. Isso nos leva a refletir sobre a importância que tem o núcleo familiar. Quem escolheu trabalhar na magistratura tem que amar as pessoas. Nossa atividade lida com gente, lida com pessoas”, afirmou.

Ao final da solenidade, a atriz Maitê Proença relatou o dramático episódio que viveu aos 12 anos, quando o pai assassinou a mãe com 16 facadas. Ela disse que as pessoas devem estar atentas a episódios que podem representar o início de “uma escalada” de violência familiar”, como “um objeto que voa”, “uma palavra”, “um tapa”.


Fonte: O Fluminense










Lars Grael profere palestra para alunos do Colégio Naval





"Hoje tive o prazer de visitar e palestrar no Colégio Naval, em Angra dos Reis, para pouco mais de 600 alunos e de oficiais!
Muito obrigado a todos pela recepção!"
Lars Grael

Palestra do velejador Lars Grael ao Corpo de Alunos do Colégio Naval


No dia 15 de agosto, como parte dos eventos alusivos ao 66º Aniversário do Colégio Naval (CN), o velejador Lars Grael proferiu uma palestra para o Corpo de Alunos do CN e alguns convidados da sociedade local.

A palestra foi marcada pelas histórias de sua longa, árdua e vitoriosa carreira de atleta, servindo de exemplo, motivação e contribuição para a formação do "espírito marinheiro" dos futuros oficiais da Marinha do Brasil.


Fonte: Marinha do Brasil









domingo, 20 de agosto de 2017

INFRAESTRUTURA: Mergulhão da Praça Renascença é aberto aos motoristas



Construção do mergulhão visa facilitar o trânsito em direção à Zona Norte de Niterói e São Gonçalo. Foto: Evelen Gouvêa



Vinicius Rodrigues

Agentes da NitTrans vão orientar os condutores ao longo da semana sobre as mudanças no fluxo

A abertura do tráfego do Mergulhão José Vicente Filho, na Praça Renascença, no Centro de Niterói, foi realizada na manhã deste sábado. A obra tem o objetivo de facilitar o trânsito na região central da cidade para ônibus e carros que seguem para a Zona Norte e também para São Gonçalo.

Durante a solenidade de inauguração do túnel, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, destacou o tempo recorde e dentro do prazo previsto (10 meses) da construção do mergulhão.

“Não se faz gestão sem parcerias. O prefeito Rodrigo Neves é um gestor que enxergou isso e hoje esse mergulhão só está sendo inaugurado porque ele cobrou que o projeto saísse do papel. Ao mesmo tempo, a Ecoponte está de parabéns por ser uma concessionária séria, que prometeu e cumpriu seu cronograma”, elogiou Moreira.

Já o prefeito Rodrigo Neves ressaltou as dificuldades em sua gestão, mas garantiu que as medidas de austeridade tomadas por sua gestão possibilitaram que o município desse todas as condições para que o mergulhão saísse do papel.

“Estou muito feliz de compartilhar mais esse momento histórico da cidade, quando inauguramos mais uma obra que melhorará a mobilidade e que há tanto tempo era aguardada pelos cidadãos. Uma das marcas do nosso governo é estabelecer parcerias e essa união tem se refletido em obras que beneficiam a todos, como a duplicação da Avenida do Contorno e agora a entrega do mergulhão da Praça Renascença”, celebrou o prefeito.

A nova passagem subterrânea foi aberta aos motoristas às 11h. Ainda se familiarizando com o novo trajeto, o trânsito chegou a ficar congestionado nos acessos ao túnel. Agentes da Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans) orientavam os carros e rapidamente o engarrafamento se desfez.

Alterações – Quem sai de Icaraí e do Centro em direção à Alameda São Boaventura passará a contar com três alternativas para acessar a via. Já quem vai para a Avenida do Contorno, basta seguir pela Jansen de Mello. Os motoristas que seguem para a Alameda pela Marquês do Paraná podem acessar a Rua São Lourenço, Avenida Benjamin Constant e a Rua Padre Leandro (atrás da igreja São Lourenço, no Ponto Cem Réis) chegando à Alameda. Outra alternativa é seguir pela Avenida Jansen de Mello, acessar a Rua Desidério de Oliveira e a Avenida Washington Luiz.


Autoridades como o presidente da ANTT Jorge Bastos, o vice-prefeito do Rio, Fernando Mac Dowell, o subsecretário estadual de Transportes, Delmo Pinho, deputados federais, estaduais, vereadores e executivos. Foto: Evelen Gouvêa



E a terceira é seguir pela Jansen de Mello, acessar o retorno próximo ao 12 BPM, virar a direita na Rua Heitor Carrilho (rua da Imprensa Oficial) seguir até a Rua Manoel Pacheco de Carvalho e acessar o mergulhão.

Para os motoristas que vêm da Contorno e da Alameda e precisam voltar para a Contorno, terão que acessar o retorno na Praça Renascença (embaixo da Ponte Rio-Niterói). E os motoristas que fazem este trajeto e precisam seguir para Icaraí e Centro, devem acessar a Avenida Feliciano Sodré e a Avenida Jansen de Mello, como está sendo feito atualmente, ou seguirem direto pela Avenida Feliciano Sodré.

Quem sai da Ilha da Conceição em direção à Avenida do Contorno ou Alameda São Boaventura deve seguir pela Avenida Feliciano Sodré, Jansen de Mello, dobrar à direita na Rua Heitor Carrilho até a Rua Manoel Pacheco de Carvalho e acessar o mergulhão.

“Durante a semana, nós vamos analisar a operação do túnel. O objetivo é fazer ajustes ao longo dessa análise e realizar, em parceria com a NitTrans, as modificações que julgarmos ser necessárias”, disse Alberto Lodi, superintendente da Ecoponte.

A nova passagem subterrânea estava no contrato de concessão da Ecoponte, levou 10 meses para ficar pronta e custou R$ 70 milhões.

Participaram da solenidade o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Jorge Bastos, o vice-prefeito do Rio de Janeiro, Fernando Mac Dowell, o subsecretário estadual de Transportes, Delmo Pinho, deputados federais, estaduais, vereadores e executivos do grupo Ecorodovias.

Fonte: O Fluminense



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Policiais civis, militares e guardas municipais que atuam em Niterói receberão auxílio de R$ 2 mil





16/08/2017 – A Prefeitura de Niterói pagará gratificação de R$ 2 mil para cada um dos dois mil policiais civis, militares e guardas municipais que atuam na cidade. A medida foi anunciada pelo prefeito Rodrigo Neves nesta quarta-feira (16/8). Segundo Neves, apesar de segurança pública ser uma atribuição constitucional do Governo do Estado, a gestão municipal vem adotando uma série de ações para colaborar com o Estado no combate à violência.

Rodrigo Neves também falou sobre a operação realizada na cidade, nesta quarta-feira, pelas policias civil e militar com o apoio de tropas do Exército.

“Esta ação necessária causou alguns transtornos para muitos de nós niteroienses, em várias regiões, sobretudo para aqueles que vivem nas comunidades que foram alvo das ações. Sabemos que 99,9% das pessoas que vivem nessas comunidades são gente séria, honesta, niteroienses que nos orgulham. Quero reiterar o que estamos fazendo que é ter uma cidade integrada com investimentos cada vez mais expressivos através das nossas 120 escolas, unidades de educação infantil nessas comunidades, unidades do médico de família. Não podemos perder este espírito de solidariedade”, disse.

O auxilio será pago a esses profissionais a título de reconhecimento em relação à redução dos homicídios que ocorreu no primeiro semestre de 2017. De acordo com o prefeito, está sendo desenvolvido o programa de metas com relação aos índices criminais na cidade.

“No primeiro semestre deste ano, tivemos vários índices que não são satisfatórios como roubo a transeuntes, roubo de veículos e a residências. Mas tivemos redução da letalidade violenta, sobretudo homicídios e latrocínios, durante este período. Nas cidades vizinhas, esse índice aumentou em torno de 20% e, aqui em Niterói, segundo dados do Instituto de Segurança Pública, tivemos redução de 22% nos índices relacionados a crimes contra a vida”, afirmou o prefeito.

Em função desta redução, a Prefeitura encaminhará uma mensagem ao poder legislativo, conforme previsto na legislação de auxilio e reconhecimento ao desempenho, um auxílio para todos os policiais civis de todas as distritais e delegacia de homicídios, policiais militares (12BPM) e toda a equipe da Guarda Municipal.

“Evidentemente que não estamos satisfeitos com o fenômeno da violência e problemas da segurança pública, mas acreditamos que este auxílio também será um estímulo importante para esses profissionais que têm atuado de forma dedicada mesmo em um cenário de uma grave crise administrativa e fiscal do Estado. Buscamos com estas iniciativas que esses profissionais trabalhem de forma cada vez mais integrada para reduzir esses índices de roubos de veículos, a transeuntes e a residências, que são índices alarmantes na Região Metropolitana, inclusive em Niterói”, enfatizou Rodrigo Neves.






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Policiais militares estão atuando em pontos estratégicos do município durante seus períodos de folga nos batalhões. Foto: Arquivo



Vinicius Rodrigues

Apenas na primeira semana do mês, quase 100 agentes aderiram ao Proeis

Na primeira semana de agosto, Niterói contabilizou 97 policiais militares nas ruas devido ao Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis). O número vem acompanhando uma curva de crescimento nas adesões. No final do mês de julho, o município contabilizou um total de 75 policiais militares.

Segundo informou a Prefeitura de Niterói, esses PMs estão atuando em diversos locais da cidade como Avenida Sete de Setembro, Avenida Amaral Peixoto, Estação das Barcas, Largo da Batalha, Vital Brazil, Terminal Rodoviário João Goulart, ruas Lopes Trovão, Coronel Moreira César e Rua da Conceição, entre outros.

Atualmente, o Proeis disponibiliza 150 vagas diárias para que PMs, até mesmo de outros batalhões, realizem patrulhamento pelas ruas do município em seus horários de folga. Já aderiram ao programa na cidade profissionais que atuam nas UPPs Caju, Camarista, Prazeres, São Carlos, Rocinha, Alemão, 4° CPA, BPRv, 7º BPM (São Gonçalo), 23º BPM (Leblon), entre outros. No 12º BPM (Niterói), mais de 20 PMs aderiram ao Proeis.

A Prefeitura de Niterói informou que, em janeiro desse ano, Niterói tinha registrado média de seis policiais por dia em atuação no Proeis e, em fevereiro, cinco. No entanto, nos meses de março, abril e maio, este índice foi de 10 PMs e chegou a 21 em junho.

O principal indício de que os números tenderão a crescer é o fato da Prefeitura de Niterói pagar em dia a gratificação e intensificar a divulgação sobre o Proeis nos batalhões. Segundo informou o secretário municipal de Ordem Pública, Gilson Chagas, o pagamento contribuiu diretamente para esse aumento.

“Esperamos que este número cresça, já que temos 150 vagas diárias disponíveis. Com mais homens nas ruas, o 12º BPM pode resgatar o modelo de ação policial de patrulhamento que ficou conhecido como Cosme e Damião. Desta forma, a PM pode desenvolver ações para reprimir delitos de rua”, afirmou Chagas.

O valor pago atualmente a um policial é de R$ 150 por turno de oito horas cumprido. A partir deste mês, com a renovação do convênio por mais 12 meses, está previsto aumento da gratificação para R$ 188.

Fonte: O Fluminense



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Pregão eletrônico reduziu em 40% despesas de compras da Prefeitura em quatro meses





18/08/2017 – Com apenas quatro meses de implantação, o Pregão Eletrônico adotado pela Prefeitura de Niterói já conseguiu uma economicidade para o município de cerca 40% nas três licitações realizadas para aquisição de insumos básicos. A informação é da Secretaria de Administração. Secretário da pasta, Fabiano Gonçalves destaca que o Município está sempre buscando a modernização e as facilidades tecnológicas para ampliar o processo de desburocratização da máquina e também como forma de economizar.

Ele revela que a Secretaria também está usando um banco online de preços para cotar os melhores valores de mercadorias praticados no Brasil na hora de adquirir produtos essenciais para o funcionamento da máquina administrativa e otimizar ainda mais as compras.

“O Pregão Eletrônico possibilita um maior número de participantes e, consequentemente, maior competitividade, e é utilizado quando existe a necessidade de compra imediata por atacado. Com essa inovação, conseguimos economizar em cerca de 40% a aquisição de insumos para a Prefeitura. Além disso, licitamos para formação de Ata de Registro de Preços que se utiliza para produtos de utilização contínua. Através desse sistema, garantimos a manutenção do valor do produto e só vamos adquirindo conforme a necessidade. Isso economiza em vários sentidos como em galpão para estocagem, evita estrago e ainda permite que o fluxo de caixa seja mantido”, explica Fabiano.

Através do ComprasNet de comprar governamentais, a Prefeitura já realizou três pregões eletrônicos este ano para a compra de purificadores de água, pneus e grama para revitalização de espaços públicos, entre outros. O objetivo é ampliar a competitividade, barateando o custo nos processos de aquisição de bens e serviços comuns.

O pregão eletrônico é uma modalidade de licitação utilizada para a compra de bens e serviços comuns no mercado, independentemente do valor. O modelo permite a participação diretamente através da internet. Até então, existia somente a licitação através de pregão presencial, que exige o comparecimento de um representante da empresa para participar do processo licitatório.

Fonte: Prefeitura de Niterói











INFRAESTRUTURA: Obras de ampliação na Niterói-Manilha começam em 60 dias



Trecho Niterói-Manilha da BR 101 vai receber obras de ampliação da capacidade.


Vinicius Rodrigues

Anúncio foi feito na manhã deste sábado pelo presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres

Ao custo de 200 milhões e com um prazo de conclusão em dois anos, a BR-101, no trecho que compreende a Niterói-Manilha, passará por obras de ampliação e beneficiará mais de 100 mil motoristas por dia. O trecho de 23 km entre a Avenida do Contorno, no Barreto e o trevo de Manilha, em Itaboraí e outros 23 quilômetros no sentido contrário, totalizando 46 quilômetros, passarão por intervenções que deverão começar dentro de 60 dias.

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos, autorizou o início das obras. “A grande preocupação é com a segurança dos usuários. É bom destacar que essa medida não estava no contrato de concessão da Autopista Fluminense, que vai arcar com os custos”, afirmou.

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco destacou que o investimento só é possível graças à MP das Concessões (Lei 13.448) aprovada pelo presidente Michel Temer.

“A MP nos dará mais previsibilidade e segurança jurídica. Vai permitir que problemas gerados em concessões anteriores possam ser resolvidos. Muitas obras de infraestrutura importantes na área de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos estão sendo desenvolvidas e vão continuar”, defendeu.

O prefeito de Niterói e do presidente do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense (Conleste), Rodrigo Neves ressaltou a importância das obras: “Vai ser bom porque, além de desafogar o trânsito, vai gerar mais de 300 empregos para os moradores”, defendeu.

Fonte: O Fluminense








INFRAESTRUTURA: Marquês do Paraná é a ‘bola da vez’ para mobilidade urbana



Obras na Marquês do Paraná devem desafogar outra descida da Ponte. Foto: Evelen Gouvêa.



Vinicius Rodrigues

Via, que é uma das principais de Niterói, será ampliada. Mais de trinta imóveis já foram desapropriados na região

Com a inauguração do Mergulhão José Vicente Filho, na Praça Renascença, no Centro, as atenções do prefeito Rodrigo Neves se voltam agora para ampliação da Avenida Marquês do Paraná. Para que não houvesse impacto viário na entrada da cidade, o prefeito garantiu que as obras nesse trecho só teriam início após a inauguração do mergulhão, o que aconteceu neste sábado (19).

“Agora poderemos nos debruçar sobre esse problema. Poderemos ter novidades nessa semana”, se limitou a dizer o prefeito na solenidade deste sábado.

Segundo a Prefeitura de Niterói, a obra será a primeira realizada com recursos obtidos através do modelo de outorga onerosa, que financiará ações do processo de requalificação do Centro. Serão utilizados R$11,8 milhões, dos R$14 milhões já pagos por investidores que tiveram seus projetos aprovados para a região central da cidade.

Por enquanto, a Prefeitura de Niterói já desapropriou 35 imóveis naquela região, que abrigará um shopping. No sentido Icaraí, a via ganhará mais uma faixa de rolamento e ciclovia no trecho entre as ruas Doutor Celestino e Miguel de Frias. O projeto inclui a reurbanização da via até a Avenida Amaral Peixoto, com uma nova praça sobre o Mergulhão Ângela Fernandes.

Motoristas reclamam do afunilamento dos veículos que trafegam no fim da Rua Doutor Celestino com a Marquês do Paraná. Para o prefeito Rodrigo Neves, o problema poderá começar a ser resolvido ainda neste ano.

Fonte: O Fluminense








Obras de pavimentação e drenagem no bairro Boa Vista



Treze ruas serão contempladas com as intervenções na Região Oceânica. Foto: Divulgação/ Prefeitura de Niterói.



Treze ruas receberão drenagem e pavimentação. Campo de futebol será revitalizado

A obra de drenagem e pavimentação do bairro Boa Vista, na Região Oceânica, irá contemplar treze ruas. Os trabalhos também incluirão a urbanização da praça do local, que ganhará nova iluminação, revitalização do campo de futebol e área de lazer. O projeto, que foi ampliado, está em fase final e será apresentado aos moradores nos próximos meses. Em seguida, será realizada a licitação para a execução da obra. A previsão é de que as intervenções comecem em novembro e sejam concluídas em um ano.

Antiga reivindicação dos moradores, a obra vai mudar a realidade do bairro, além de valorizar os imóveis. Treze ruas serão contempladas, o que representa mais de seis quilômetros de obras de drenagem de águas pluviais, terraplanagem e pavimentação. Os recursos para a execução da obra, na ordem de R$ 20 milhões, já estão assegurados.

“O Boa Vista será um bairro modelo. Demos um passo importante para a realização desta obra com o início da elaboração do projeto executivo. A obra será importante para resgatar a autoestima dos moradores. A Região Oceânica ficou anos sem receber investimentos e nossa gestão já mudou a realidade de áreas como o Bairro Peixoto, a Fazendinha e o Cafubá. Nosso compromisso é chegar a 2020 com todas as ruas pavimentadas”, afirma o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

O bairro é cercado por dois rios e, quando chove forte, os moradores sofrem com alagamentos. A construção da ponte sobre o Rio da Vala, que permitiu o alargamento das pistas nesta área da Estrada Francisco da Cruz Nunes, sentido Itaipu, e foi concluída em junho, também beneficia os moradores da localidade, que conta com cerca de 400 casas.

Fonte: O Fluminense











sábado, 19 de agosto de 2017

Programa de ações podem colocar Niterói na vanguarda do setor audiovisual





O Prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, recebeu o Ministro da Cultura (MinC), Sérgio Sá Leitão, no Museu de Arte Contemporânea (MAC), na manhã desta sexta-feira (18) para tratar de futuras parcerias entre a prefeitura e o Ministério.

Na contramão da crise econômica que afeta vários municípios, Niterói segue investindo em diversos setores, sendo reconhecida por uma gestão eficiente e acaba de lançar seu Sistema Municipal de Financiamento à Cultura. Cenário que chamou a atenção do Ministro Sérgio Sá Leitão, que está empenhado em viabilizar parcerias para colocar Niterói na vanguarda do audiovisual nacional.

Neste sentido, as equipes do MinC, da Secretaria municipal de Cultura e da Fundação de Arte de Niterói (FAN) vão elaborar um pacote de ações para alavancar Niterói no cenário internacional do audiovisual, transformando o município num polo importante para o setor, atraindo emprego, renda, visibilidade e colocando a cidade ainda como local para produções, já em 2018.

Entre as iniciativas, há editais de apoio e desenvolvimento de audiovisual, eventos internacionais, festivais e estruturação e ativação de equipamentos culturais da cidade. As ações seriam realizadas com recursos da Ancine, da Lei Rouanet, da própria Prefeitura de Niterói, do ICMS do Governo do Estado, e do recém-lançado Sistema Municipal de Financiamento.

O prefeito Rodrigo Neves lembrou que a Cultura tem um papel importante como indutora para o desenvolvimento local e faz parte da estratégia da prefeitura. “Niterói tem patrimônios históricos, belezas naturais e grande vocação para o setor cultural e audiovisual. Assim, vamos alinhar um programa ambicioso, porém viável, aproveitando todo esse potencial da cidade”, ressaltou o prefeito.

“Estamos buscando parcerias em todo o país e Niterói já tem uma vocação natural para o audiovisual, inclusive com a faculdade de cinema da Universidade Federal Fluminense, que é uma referência”, disse o ministro Sá Leitão.

Para o Secretário municipal de Cultura, Marcos Gomes, a vinda do ministro a Niterói é um reconhecimento do papel que o município vem exercendo, com ressonância no Estado e no país. “Temos, além de ações efetivas, patrimônios singulares e um importante complexo de salas de exibição”, acrescentou Gomes.

A reunião foi acompanhada também pelo presidente da Fundação de Arte de Niterói (FAN), André Diniz, a subsecretária de Cultura de Niterói, Danielle Nigromante, o subsecretario municipal de planejamento cultural, Daniel Damasceno, e pelo chefe da Regional do MinC no Rio e no Espírito Santo, José Haddad.


Fonte: O Fluminense












NITERÓI DE BICICLETA: ciclistas contam com mais 300 vagas em Icaraí



Paraciclos estão sendo instalados em diversas ruas de Icaraí. Foto: Alexandre Vieira/ Prefeitura de Niterói.



Com novos pontos que estão sendo instalados na Zona Sul, número de locais para parar as magrelas supera 1800 vagas

Os ciclistas de Niterói terão mais 300 vagas para estacionar em Icaraí, na Zona Sul da cidade. A Prefeitura está instalando paraciclos em diversas ruas do bairro. Com estes novos pontos, a cidade terá no total mais de 1800 vagas para bicicletas, incluindo as vagas oferecidas no Bicicletário Arariboia, localizado no centro da cidade, e que já registra 3.100 usuários em apenas cinco meses de funcionamento. A instalação acontece na mesma semana quando é comemorado o Dia do Ciclista.

Coordenadora do programa Niterói de Bicicleta, Isabela Ledo explica que a localização dos equipamentos foi apontada pelos próprios ciclistas, através de uma enquete nas redes sociais do programa. Entre os pontos beneficiados estão as ruas Miguel de Frias, em frente ao 198; Gavião Peixoto, próximo ao 92; Av. Jornalista Alberto Francisco Torres próximo ao Clube Central; e o Campo de São Bento.

“Além das contribuições dos ciclistas através da enquete online, realizamos um trabalho de campo onde percorremos as ruas do bairro e fomos mapeando os locais com maior demanda de paraciclos – onde percebemos maior concentração de bicicletas presas a postes, árvores e placas. Também tivemos a preocupação de posicionar os equipamentos próximos a pontos de interesse dos ciclistas, como áreas comerciais, de lazer e turísticas”, explica Isabela.

A bancária Maria Helena Machado, de 52 anos, aprova a instalação dos equipamentos na cidade. Usuária do Bicicletário Arariboia, ele conta que usa o local diariamente no trajeto casa-trabalho.

“Há dois anos faço o percurso de Santa Rosa ao Centro da cidade de bicicleta, mas estacionar na rua sempre foi um problema. A instalação de novos paraciclos é muito importante”, conta Maria Helena.

Segundo o programa Niterói de Bicicleta, o número de ciclistas cresceu até 67% em ciclovias da cidade. O levantamento foi realizado no início deste ano e revelou ainda que a maior parte das bicicletas é utilizada como meio de transporte para o trabalho. Os dados apontam que, pela manhã, o pico no número de ciclistas é em direção às barcas, e, no final do dia, ocorre o contrário: o fluxo aumenta no sentido oposto.

A cidade já possui 30 quilômetros de malha cicloviária. A meta até 2020 é alcançar a marca de 100 quilômetros de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas em toda a cidade, incluindo 57 quilômetros na Região Oceânica, por meio do projeto Pro Sustentável.


Fonte: O Fluminense










sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Um ano após o ouro, Martine e Kahena falam com exclusividade ao novo site da CBVela






O dia 18 de agosto entrou para a história da vela brasileira nos Jogos Rio 2016. Na tarde daquela quinta-feira nublada, uma multidão lotou a Praia do Flamengo e foi ao delírio com a conquista da medalha de ouro da dupla Martine Grael e Kahena Kunze, na classe 49erFX. Foram as primeiras campeãs olímpicas da vela feminina do Brasil.

A euforia foi tamanha que muita gente foi para dentro d’água festejar com a dupla brasileira, que venceu a regata da medalha por apenas dois segundos de vantagem sobre as adversárias neozelandesas, medalhistas de prata. Na chegada à areia, o barco foi erguido nos braços do povo. Festa nas águas da Baía de Guanabara, êxtase na Marina da Glória.

Hoje, exatamente um ano após a conquista, a Confederação Brasileira de Vela lança a nova versão do seu site oficial. É uma página mais dinâmica, com conteúdo mais rico em fotos, vídeos e conexão direta com nossas redes sociais. Para marcar a ocasião, a Confederação presta uma homenagem às campeãs olímpicas com um bate-papo muito especial. Confira!

Como foi a vida de vocês neste período de um ano após a conquista do ouro nos Jogos Rio 2016? O que fizeram fora da água, e o que fizeram no esporte?

Kahena – As duas semanas depois dos jogos foram as mais intensas da vida. Muitos compromissos, fotos e eventos junto com comemorações. Já tínhamos marcado viagem para tirar umas férias, esfriar a cabeça, curtir o momento e ponto! Por mais que estivéssemos de férias por aí, foi impossível não velejar. Velejei com outros barcos, mas de 49er só voltamos seis meses depois, para a Copa do Mundo em Miami.

Martine – Foram muitas mudanças, eu passei por uma “ressaquinha” pós-Jogos depois que eu voltei das férias. E nesse ano muitas coisas começaram a pintar. Como a Regata de Volta ao Mundo, que tem sido um projeto meu desde o começo do ano. Na 49er, fizemos a maior parte dos campeonatos e fomos bem em todos. Priorizamos os que íamos nos sentir melhor, pois começar no primeiro ano do ciclo a 100% ia ser complicado.

Olhando pra frente: onde vocês pretendem estar daqui a um ano?

Martine – Daqui a um ano espero estar super, superanimada para velejar todos os dias de 49er.

Kahena – Retomando os treinos depois do Mundial de Aarhus (Dinamarca).

A CBVela agora tem sede na Marina da Glória. O que a Marina representa para vocês?

Kahena – Finalmente conseguimos uma base para vela. Já é um passo bem grande ter a Marina como base. Agora é aproveitar para promover mais campeonatos e investir nas novas gerações.

Martine – É bom que a CBVela tenha um lugar permanente agora. Velejadores de outros estados que não tinham onde deixar o barco quando vinham para treinamentos no Rio agora têm onde ficar. Acho que abre mais espaço para organizarmos campeonatos de maior porte e trazer clínicas de treinamento para o Rio. Tirou um pouco a necessidade de velejadores estarem filiados a mais de um clube.

Como vocês lidam com a oportunidade de inspirar novas gerações na vela, especialmente as meninas?

Martine – Acho que fomos o abre-alas. Quebramos o gelo, agora só falta a mulheradinha se animar! Tem que ter dedicação, mas mostramos que não é impossível. Eu sou superaberta se algum dia alguém vier pedir dicas ou pedir para sair para ver um treino. Adoro pessoas proativas. Tenho o maior prazer de passar um pouco da experiência. Nos últimos dois anos, a gente estava superatenta se tinha alguma meninada vindo das classes mais jovens. E tem, mas para muitos falta o interesse.

Kahena – Essa medalha inspirou muitas meninas e jovens velejadores, mas o caminho é longo e, se não tiver uma paixão, uma motivação, é tudo mais complicado. Estamos abertas para ajudar e trazer novas meninas para a nossa e outras classes.

O Mundial de 49erFX começa no dia 28 de agosto, na cidade do Porto, em Portugal. Qual a expectativa para essa competição?

Martine – Vai ser um reencontro de todas as meninas que foram para os Jogos Rio 2016, algumas supertreinadas e outras um pouco menos, como nós. Além de todas as que estão começando.

Kahena – Vamos com calma e sem criar muita expectativa. Tem algumas meninas que já estão treinando forte desde o começo do ano. Muitas pararam e estão recomeçando agora. Não vai ser fácil, ainda mais no Porto, que é uma raia que exige muita técnica, com ondas e vento. Mas será um desafio e somos movidas por novos desafios. Então, é aproveitar os dias antes do campeonato para tirar o máximo.

Num dia sem vento, que outro esporte você mais gosta de fazer?

Kahena – Paddle, nadar, surfar, correr, pedalar…

Martine – Com certeza pedalar! Eu adoro. Sempre que tenho um tempinho entre as competições, pego a bike para explorar novos lugares.


Fonte: CBVela










Entenda por que houve recuo do mar em até 50 metros nas praias de SC no fim de semana



Mar também recuou em Florianópolis (Foto: Fernanda Burigo/G1)


Por RBS TV

Conforme o meteorologista Leandro Puchalski, movimento da água somada a um anticlone perto da Argentina e à lua cheia explicam fenômeno.

O recuo do mar em muitas praias do litoral catarinense chamou atenção dos catarinenses no sábado (12) e domingo (13). Em Balneário Rincão, por exemplo, o mar chegou a recuar até 50 metros. Segundo o meteorologista Leandro Puchalski, a movimentação superficial da água somada a um anticiclone e à lua cheia contribuíram para o fenômeno, como mostrou o Jornal do Almoço desta segunda (14).

“Não foi um tsunami, como muitos chegaram a cogitar. Não tem essa possibilidade, até porque seria algo muito rápido, em que o mar recua e avança logo em seguida, e não foi o que aconteceu. Não tem nada a ver com tsunami”, disse Puchalski.


Recuo do mar também foi registrado no Sul do estado (Foto: Reprodução/RBS TV)

Segundo o meteorologista, o fenômeno foi verificado nas praias de Balneário Camboriú, Atalaia, Itajaí, Porto Belo, Imbituba, na Lagoa Santo Antônio, em Laguna e Balneário Rincão. O recuo também foi registrado em Florianópolis.

Soma de fatores

“Trata-se do transporte de Ekman, que ocorre todo dia aqui no Hemisfério Sul e faz a água superficial se mover à esquerda do vento predominante. O vento é nordeste em direção ao mar”, afirmou.

Conforme Puchalski, apesar de ocorrer diariamente, nos últimos dias, o fenômeno contou ainda com um forte anticiclone próximo à Argentina.

“Esse sistema meteorológico tem seus ventos soprando na direção anti-horária. Como a intensidade desse anticiclone foi fora do padrão, ajudou a acentuar o transporte de Ekman, fazendo com que recuo do mar fosse visto em muitas praias”, detalhou.

Além disso, segundo Leandro, a lua cheia dos últimos dias também contribuiu. “Ela também intensificou o momento de maré baixa, mesmo com a forte ressaca que foi intensificada também por este sistema de alta pressão”, disse.

Fonte: G1









TRAVESSIA TUPINAMBÁ: Desbravando novos caminhos por Niterói


Travessia Tupinambá promete desafiar os amantes das trilhas.

Com 7,5 quilômetros a Tupinambá é a mais nova opção de lazer da cidade, que possui outras 36 trilhas emoldurando a geografia em parques ambientais. Foto: Divulgação / Alexandre Vieira / Prefeitura de Niterói.




Travessia Tupinambá promete desafiar os amantes das trilhas


Estar em contato com a natureza pode ser um dos principais remédios para curar o estresse do dia a dia. Niterói ganhou mais uma opção para quem gosta de se exercitar ao ar livre: a trilha Tupinambá, com 7,5 quilômetros, que liga os bairros de São Francisco e Piratininga, atravessando o Parque da Cidade. O município possui outras 36 trilhas emoldurando a geografia da cidade em parques ambientais como o Parnit (Parque Municipal de Niterói - Unidade de Conservação de Proteção Integral) e o Parque Estadual da Serra da Tiririca.


Ter espírito aventureiro é uma das premissas para quem deseja vencer a trilha. Foto: Divulgação / Alexandre Vieira / Prefeitura de Niterói.



Durante esta semana um grupo de 50 pessoas estreou a trilha Tupinambá. Considerada como moderada, é um passeio que deve ser feita por quem gosta de caminhada e tem fôlego para encarar as 3 horas de subida e trechos com pequenas escaladas. O resultado para quem fez pela primeira vez não decepcionou.

“Cada lugar que fazemos caminhada tem um clima diferente, um grau de dificuldade e paisagens únicas. Já estou bem acostumada a fazer trilhas e posso atestar que essa é maravilhosa, os lugares espetaculares e a vista nem se fala! Não é uma trilha cansativa e tem partes emocionantes. Isso sem contar a sinalização que está bem colocada. Tomara que as pessoas conservem”, observou Gislaine Tostes, que faz caminhadas a mais de cinco anos.

O caminho sinuoso é cercado de espécies de Mata Atlântica em diversos graus de regeneração, além de córregos. Mesmo antes de ser aberta oficialmente pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade, a trilha já era utilizada para treino por praticantes de corrida e montanhismo.

A trilha foi sinalizada para ser autoguiada, mas devido à procura, a Secretaria de Meio Ambiente está agendando visitas guiadas nos dias 5, 10 e 22 e de setembro, sempre às 9 horas. Os agendamentos podem ser feitos através do e-mail areasverdes.pmn@gmail.com.

Amanda Jevaux, subsecretária de Meio Ambiente, participou da caminhada de estreia e ficou feliz com o resultado da sinalização.

“É um lugar muito lindo e especial. A trilha está pronta para quem quiser fazer a caminhada, mas é sempre bom ir em grupo ou agendar com guias e com a própria Secretaria. É um passeio agradável e bonito para grupos”, orienta.

O coordenador do Parque e professor de Turismo, Alex Figueiredo, conta que alunos de cursos de Turismo de diversas instituições estão organizando grupos guiados para percorrer trilhas no Parque da Cidade, como forma de estágio.

“O Parque da Cidade é um lugar muito bonito. Pedimos que as pessoas mantenham o local e que utilizem a trilha para passeio e admiração. É importante que as pessoas não joguem lixo nas trilhas e que não destruam a sinalização ou as espécies nativas. De resto é aproveitar”, destaca.

Segundo Alex, as orientações mais importantes para uma caminhada tranquila são: usar roupas leves, levar água, repelentes, bonés, e algo tipo fruta, caso queira comer algo no caminho. A trilha Tupinambá começa na sede do Parque da Cidade e termina no Tibau, em Piratininga.

Opções - Forte São Luiz e Pico: uma estrada que corta a Mata Atlântica e que pode ser percorrida a pé. Além da bela visão da Baía de Guanabara, é possível visitar construções militares de 1567. Alameda Marechal Pessoa Leal, 265 - Jurujuba Niterói. Acesso pelo Forte Barão do Rio Branco.

Outras opções são o Morro do Morcego em Jurujuba; Pedra do Elefante e o Costão no Parque Estadual da Serra da Tiririca; Morro das Andorinhas em Itaipu; Morro do Santo Inácio com entrada no Parque da Cidade que também conta com a Trilha Bosque dos Eucaliptos.

No Parque Estadual da Serra da Tiririca, ainda existem trilhas como a da Enseada do Bananal, Córrego dos Colibris; Caminho de Darwin; Túnel Ferroviário; Morro do Catumbi; das Orações; Morro da Peça, Travessia Vila Progresso X Serra Grande; e Circuito Volta da Lagoa de Itaipu.


Fonte: O Fluminense




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Mergulhão no Centro será inaugurado neste sábado



A obra tem como objetivo desafogar o tráfego, facilitando, inclusive, o fluxo das centenas de ônibus que seguem diariamente do Terminal em direção à Zona Norte e a São Gonçalo. Marcelo Feitosa



Com 500 metros, equipamento promete melhorar o fluxo na região

A inauguração do Mergulhão da Praça Renascença acontece amanhã, às 9h30. Com a abertura do equipamento, o trânsito no entorno sofrerá alterações. Agentes da NitTrans estarão na região orientando os motoristas. Quem sai de Icaraí e do Centro em direção à Alameda São Boaventura passará a contar com três alternativas para acessar a via. Já quem vai para a Avenida do Contorno, basta seguir pela Jansen de Mello.

A construção do mergulhão é uma obra da Ecoponte, como contrapartida pela concessão da Ponte Rio-Niterói, em parceria com a Prefeitura de Niterói. A passagem subterrânea escavada sob a pista sentido Fonseca da Avenida Feliciano Sodré tem cerca de 500 metros de extensão (150 metros de trecho subterrâneo). A obra tem como objetivo desafogar o tráfego na região, facilitando, inclusive, o fluxo das centenas de ônibus que seguem diariamente do Terminal Rodoviário João Goulart em direção à Zona Norte e a São Gonçalo. No sentido contrário, ficará mais fácil o acesso à Avenida Jansen de Mello.

Rodrigo Neves destacou que a construção do mergulhão não é uma ação isolada, mas parte de um grande projeto de mobilidade para a cidade. “Essa obra é parte de um programa que a prefeitura está desenvolvendo com investimento direto, como foi o caso do túnel Charitas-Cafubá, ou em parceria com outros entes, como foi o caso da duplicação da Avenida do Contorno e agora esse mergulhão. Não vamos parar aqui, vamos seguir em frente, investindo em ciclovias, mobilidade saudável e sustentável e buscando uma melhoria do transporte coletivo”, disse o prefeito.

Mudanças – Os motoristas que seguem para a Alameda pela Marquês do Paraná podem acessar a Rua São Lourenço, Avenida Benjamin Constant e a Rua Padre Leandro (atrás da igreja São Lourenço, no Ponto Cem Réis) chegando à Alameda. Outra alternativa é seguir pela Avenida Jansen de Mello, acessar a Rua Desidério de Oliveira e a Avenida Washington Luiz. E a terceira é seguir pela Jansen de Mello, acessar o retorno próximo ao 12º BPM, virar à direita na Rua Heitor Carrilho (rua da Imprensa Oficial), seguir até a Rua Manoel Pacheco de Carvalho e acessar o mergulhão.

Para os motoristas que vêm da Contorno e da Alameda e precisam voltar para a Contorno, terão que acessar o retorno na Praça Renascença (embaixo da Ponte Rio-Niterói). E os motoristas que fazem este trajeto, e precisam seguir para Icaraí e Centro, devem acessar a Avenida Feliciano Sodré e a Avenida Jansen de Mello, como está sendo feito atualmente, ou seguirem direto pela Avenida Feliciano Sodré.

Quem sai da Ilha da Conceição em direção à Avenida do Contorno ou Alameda São Boaventura deve seguir pela Avenida Feliciano Sodré, Jansen de Mello, dobrar à direita na Rua Heitor Carrilho até a Rua Manoel Pacheco de Carvalho e acessar o mergulhão.


Fonte: O Fluminense











quinta-feira, 17 de agosto de 2017

CAPACIDADE DE SUPORTE: Multidão de visitantes nos parques americanos desafia gestores



COMENTÁRIO DE AXEL GRAEL: O número de visitantes nos parques nacionais americanos bateu um novo recorde em 2016: 325 milhões de visitantes. O recorde anterior havia sido em 2015, com 307 milhões de visitantes. Os números ultrapassam em muito a população total brasileira: 202 milhões de pessoas.

Dados preliminares, que ainda não consideram os visitantes de dezembro de 2016, expressam a seguinte procura:
  • Grand Canyon: 5,9 milhões de visitantes.
  • Yellowstone: 4,3 milhões de visitantes.
  • Rocky Mountains: 4,5 milhões (já computa dezembro) 
  • Zion: 4,3 milhões de visitantes, quase o dobro da procura de 2010.

Os dados são do governo americano e mostram a importância que os parques têm para o cotidiano do povo americano, para o turismo e para a economia. Segundo algumas fontes, parques representam 3% do PIB daquele país.

Segundo o Serviço de Parques Nacionais, o motivo para o grande público foi uma campanha para atrair os visitantes em comemoração ao centenário do órgão. A campanha ofereceu entrada gratuita para estudantes e seus familiares. O baixo preço do combustível naquele país também contribuiu. É bom lembrar que o modelo dos parques americanos é para a visitação por automóveis. Os parques contam com extensas redes de estradas, estacionamentos e até postos de gasolina e outros serviços para os motoristas.

Mas, o texto também chama a atenção para a reflexão que se faz hoje sobre a capacidade de suporte dos parques para receber um número tão elevado de visitantes e para a qualidade da experiência dos visitantes, que vão ao parque na expectativa de ter uma experiência bucólica e natural e acabam encontrando uma "Disneylândia" ("Disneyland-like situation"). Muitos visitantes expressam frustração com o que encontram nos parques.

Eu mesmo, me surpreendi ao pegar engarrafamentos nos parques nacionais do Yellowstone e nas Montanhas Rochosas. Tudo bem que neste último parque o motivo foi uma manada de búfalos que decidiu deitar numa estrada (os visitantes são proibidos de buzinar ou fazer qualquer coisas que incomode a fauna. O jeito foi esperar a chegada dos guarda-parques). Mas, no Yellowstone, o motivo foi o excesso de automóveis mesmo.

A reflexão é importante para o Brasil, que até hoje não deu a devida importância para o potencial da sua rede de áreas protegidas no Brasil e no momento em que muitos municípios, como Niterói, assumem um maior protagonismo nas estratégias de conservação e de gerenciamento das suas áreas verdes.

Axel Grael
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói



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How A Surge in Visitors Is Overwhelming America’s National Parks

Visitors wait to enter Yellowstone National Park in June 2017. Jacob W Frank/NPS


The growing crowds at U.S. National Parks have become unmanageable, jeopardizing the natural experience the parks were created to provide. With attendance this summer continuing to shatter records, officials are considering limiting use of the parks in order to save them.

By Jim Robbins • July 31, 2017

Zion National Park in southwestern Utah is the poster child for the crowding of America’s most hallowed natural places. With its soaring and magisterial red, dun, and white rock cliffs with grand names such as the Court of the Patriarchs and the Temple of Sinawava, Zion is at the top of the list of the nation’s most dramatic scenery.

It is also small as parks go, just under 150,000 acres and has only one main road, six miles long. Yet Zion gets as many visitors as Yellowstone, more than 4.3 million a year, even though Yellowstone is nearly fifteen times larger.

“In the last few years, this huge uptick in visitation has overwhelmed our infrastructure facilities, our trails, our backcountry, it goes on and on and on,” said John Marciano, a spokesman for Zion. “We can’t sit on our hands anymore. We have to come up with some kind of management plan to be able to preserve resources and to make sure our visitors have a good and safe experience.”

Saving a landscape as a national park is only part of the preservation battle – saving the spirit of these places is also essential. National parks are often thought of as America’s natural cathedrals – serene, contemplative places to visit and be restored by a connection to wild nature and grandeur.


Hikers wade through the Narrows, one of the most popular hikes in Zion National Park, in July 2017. Edna Winti/Flickr


That is impossible in the front country of Zion – and many other national parks – these days. Veteran park administrators are aghast at the “greenlock ” – gridlock in natural surroundings – in marquee national parks like Yosemite, Yellowstone, Grand Canyon, Great Smoky Mountains, and a host of other crown jewels.

Yellowstone, for example, has gone from 2 million visitors in 1980 to more than 4 million last year and is likely to climb higher. There were 2.3 million visitors to the Grand Canyon in 1980. In 2015, attendance broke the 5 million mark. A year later, it broke the 6 million barrier. Glacier, Yosemite, Great Smoky Mountains, Acadia, Rocky Mountain are all smashing records and are overwhelmed with humanity, losing the very thing they were created to provide – a sense of peak naturalness. Managers are concerned that this is the new normal and may get worse.

“Visitors are losing in this mix of 5 and 6 million people trying to cram into places that are busy when it’s 2 or 3 million,” said Joan Anzelmo, a retired Park Service superintendent who lives near Grand Teton National Park in Wyoming and is active as a volunteer in efforts to mitigate the impacts of visitation outside Grand Teton and Yellowstone. “These are irreplaceable resources. We have to protect them by putting some strategic limits on numbers, or there won’t be anything left. Nobody will want to visit them. Everyone I know who lives, works, and is involved in these issues says something has to be done, it can’t go on like this anymore.”


"This crowding of the parks comes at an uncertain time, as President Trump has proposed cutting the Park Service budget by 13 percent".



If these were not national parks, the solution would be to keep building more infrastructure. But the National Park Service has a dual mandate from Congress: to “provide for the enjoyment in such manner and by such means as will leave them unimpaired for the enjoyment of future generations.” Wider roads and more hotels and campgrounds would only create sprawl, diminish the experience of nature, and encourage yet more people to come.

This crowding comes at an uncertain time for the parks. President Trump has proposed cutting the Park Service budget by 13 percent (which would be the largest cut to the agency since World War II), and there is already a backlog of staffing and maintenance issues. And there is concern that the Trump Administration might move to make the parks even more friendly to commercial interests that would look bring in more visitors and more development.

The visitor crush is creating two main problems – a steep decline in the quality of visitor experience that a national park is supposed to provide, and damaging impacts on the ecology of these intact natural places.

Zion provides a microcosm of Park Service problems – and perhaps the beginning of a solution. Zion was one of the first parks to deal with the overwhelming crowds by closing the park to traffic and instituting a shuttle bus system in 2000. But the soaring attendance – since then the number of visitors has grown from 2.4 to 4.3 million – has swamped that effort.





The park now swarms with tens of thousands of people each day, and the season lasts almost all year, instead of 8 or 9 months as previously. Flocks of tour buses pour in from Los Angeles and Las Vegas. Instead of coming to get a sense of nature transcendent, people wait an hour or two in traffic just to get through the park gates, and day hikers jostle with hundreds of other people on one-lane trails eroded by overuse. Trash bins can’t be emptied fast enough and overflow onto the ground. Wild desert waterfalls at the end of a three- or four-mile trail feel less like a red rock cathedral and more like a crowded beach. Lines of vehicles to get a first-come, first-served camping spot start forming at 4:30 or 5 a.m., and many come away empty-handed. Amusement-park-style lines form to get on the shuttle and into restrooms.

In addition to a decline in visitor experience, there is an impact on park ecology. The legendary hike up the Virgin River Narrows, a red rock, steep-walled canyon, is the premier hike in the park. Now hundreds of people a day splash and wade their way up the riverbed into the half-light of the canyon.

All of these feet trample vegetation, aquatic insects, and fish habitat. And there are other problems. “Imagine how bad the human waste issue is in the Narrows when there’s swarms of people like that,” said Zion’s Marciano. “There’s only so many little private areas where you can peel off. Everyone goes in the same place. Human waste is not only a problem in the narrows, it’s everywhere in the front country.”

Ecological problems from the hordes of people abound in many parks. In Yellowstone, for example, a growing number of visitors are walking off boardwalks, making their own trails, throwing stuff into hot springs, or driving off roads and trampling fragile natural areas. Hundreds of people crowd wildlife along the roads, and some animals lose their fear of humans and need to be moved. Wildlife is also displaced by the numbers of people on the trails. And in many areas of the parks, the roar of traffic drowns out the subtle sounds of nature.

Why the boom in visits to national parks? Baby boomers are retiring in droves – every day 7,000 to 10,000 people turn 65 and travel is high on their list. The threat of terrorism in Europe has also kept many people in the United States, experts say.


A crowd waits to ascend the Half Dome in Yosemite National Park. Brian Hughes/SummitPost.


Many point to unbridled promotion by states where the parks are located. At Zion, many people cite an international promotion by the Utah Office of Tourism called The Road to Mighty, an advertising campaign that urges a visit to the Mighty Five parks spread across southern Utah: Zion, Arches, Canyonlands, Bryce, and Capitol Reef. The campaign shows people hiking, biking and driving through sculptural red rock formations, as soaring music plays. “It’s been wildly successful,” Vicki Varela, director of the Utah Office of Tourism told High Country News. “In Europe, the Mighty Five is now on everyone’s bucket list.”

And bucket lists elsewhere. It’s not uncommon to hear Japanese, Chinese, German, French, and other languages around the breakfast tables at the large new hotels built in rural Utah.

Social media too shoulders some of the blame for overcrowding. “People come to the park, take a crazy selfie with a beautiful backdrop, put it on social media, and then their 100 friends want to go there and do the same thing,” Marciano says. “It cascades.”

An irony not lost on many is the effort by the Utah congressional delegation to undo protection for public lands in the state. Both Grand Staircase-Escalante and Bears Ears national monuments are reviled by Sen. Orrin Hatch and others Utah Republican politicians, and Interior Secretary Ryan Zinke is currently reviewing the status of these monuments to see if they can be rescinded or shrunk.


"At Zion, managers are considering requiring a reservation to get into the park and a reservation to go on some of the most prized hikes".



Many parks are designed to withstand and mitigate the impacts of large numbers of people, says Jeffrey Marion, a recreation ecologist at Virginia Tech, but at a certain point the crowds can no longer be managed. “When you bring people in by the busload, parks have few tools to deal with masses like that other than limiting use. You hate to see them do that, but I think it’s inevitable.”

Is that the answer? Zion is the first park to consider such a solution. Officials there are beginning a series of public meetings aimed at creating a new visitor use management plan. Two of the proposed solutions are requiring a reservation to get into the park and a reservation to go on some of the most prized hikes. A decision is expected in 2018.

Few like the idea, but experts say the time has come. “Parks have been commanded by the Congress to accommodate people and to preserve and protect these places,” said Marion. “It’s a huge management paradox.”

In the end, Marion says, “they have to limit use. We think these parks can handle an infinite number of people, and they can’t.”


Fonte: e360.Yale




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