quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Mais de 1,1 milhão de turistas visitaram a capital carioca durante a Rio 2016



 


Em balanço final dos Jogos, setor hoteleiro registra ocupação de 94%

Considerada a principal porta de entrada para o Brasil, a cidade do Rio de Janeiro, recebeu, durante os Jogos Olímpicos, 1,17 milhão de turistas, sendo 410 mil estrangeiros, de acordo com o balanço final divulgado nesta terça-feira (23), pelo prefeito Eduardo Paes, no Rio Media Center (RMC). Na coletiva que contou com a presença do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o secretário de Estado de Transportes, Rodrigo Vieira, foi divulgado também o índice dos países que mais mandaram turistas para o Brasil, onde os Estados Unidos, Argentina e Alemanha foram os líderes. Foram registrados também 760 mil visitantes brasileiros, com a maioria vindo de São Paulo (43%), Rio Grande do Sul (9%) e Minas Gerais (7%).

O prefeito Eduardo Paes agradeceu a mobilização dos cariocas que receberam o maior evento esportivo do mundo de braços abertos.

- Os brasileiros, e especialmente os cariocas, mostraram aos turistas, a vontade de ajudar a fazer com que a Olimpíada acontecesse da forma grandiosa como aconteceu. Cerca de 95% dos turistas que vieram apontaram a vontade de voltar à nossa cidade.

De acordo com os dados do relatório, o gasto médio dos turistas estrangeiros e nacionais foram de R$ 424,62 e R$ 310,42 por dia, respectivamente, impactando positivamente a economia. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ), a taxa de ocupação hoteleira da cidade do Rio de Janeiro duplicou, registrando uma ocupação de 94%. Para o secretário de estado de Turismo, Nilo Sergio Felix, a Olimpíada trouxe visibilidade não só para a capital carioca, mas também para todo o Estado.

- Estamos muito felizes com os resultados do turismo no Rio de Janeiro. Além da boa ocupação hoteleira da capital, as cidades do interior também chegaram a 95% de ocupação, fruto do trabalho realizado pela secretaria em conjunto com os municípios.

Durante a coletiva, o prefeito mostrou o balanço de divulgação turística nos 65 postos da Riotur, em que foram registrados 300 mil atendimentos com a distribuição de 2,6 milhões de impressos que contavam com informações de interesse do turista, como mapas, guias do espectador, mini-mapa de transportes e revistas Visit.Rio, além de informações sobre o interior do estado.

Fonte: Governo do Estado do RJ 






CENTRO PETROBRAS DE CINEMA - Complexo de cinema entra enfim no circuito



Uma das salas do complexo que terá cinco cinemas para filmes alternativos e premiados, mediante curadoria interna. Blockbusters de conteúdo também terão vez - Divulgação/Alexandre Vieira


por

Reserva Cultural tem pré-estreia quarta-feira, com ‘Aquarius’, e inauguração oficial dia 1º de setembro

NITERÓI — Um gigante se ilumina na orla do Caminho Niemeyer. O mais recente legado do consagrado arquiteto se prepara para a abertura ao público, passados mais de dez anos desde o lançamento da pedra fundamental da obra. Há quem diga que, deste porte e com tamanha qualidade, não há complexo igual no país. O Reserva Cultural, administrado pelo grupo de mesmo nome, será voltado para o lazer do niteroiense, que vai poder “sair de casa e curtir uma boa livraria, tomar um bom vinho, ir a uma galeria de arte e ver um ótimo filme no mesmo lugar”, nas palavras do presidente da Fundação de Artes de Niterói (FAN), André Diniz. E se tornará referência do cinema brasileiro para além-mar, afirma o gestor Jean Thomas Bernardini, nesta empreitada ao lado da sócia Laure Bacqué.

Selecionar filmes alternativos (fora da rota mercadológica), independentes e premiados é o que move o grupo, já bem-sucedido em um projeto similar, porém de menor dimensão, em São Paulo. Não à toa escolheram estender o tapete vermelho para “Aquarius” — o mais recente filme brasileiro indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes —, na pré-estreia desta quarta-feira, para convidados. Do elenco, estarão presentes os atores Sônia Braga, Maeve Jenkings, Humberto Carrão e Iradhir Santos, entre outros, e o diretor Kleber Mendonça Filho. A inauguração oficial do complexo de cinemas será no dia 1º de setembro.

— Fizemos questão de inaugurar o Complexo com um filme brasileiro para mostrar a força que o cinema nacional tem, e tivemos a sorte de contar com o filme que mais se destacou recentemente, um favorito a ser indicado ao Oscar. A filosofia do projeto era montar um cinema de rua equipado como se fosse um shopping center porque, para oferecer algo nesta linha, ele precisava ter outros atrativos, além de conforto, segurança, estacionamento (de 1.800 metros quadrados) e boa localização. Será um ambiente agradável para o público frequentar regularmente — diz Bernardini.

Ainda há espaços em negociação, mas entre os confirmados no miniplex de cinco cinemas estão a Livraria Blooks; a Bizu Bizu, um misto de hamburgueria, comidinhas francesas e sucos naturais; e o Bistrô Reserva, de cozinha mediterrânea.

— Vários espaços Petrobras começaram a funcionar plenamente. Particularmente sobre o Reserva, todo mundo dizia que não íamos conseguir fazer num prédio único do Niemeyer, que ninguém ia querer fechar a parceria público-privada. Nós conseguimos colocar a licitação na rua, fizemos audiências públicas e encontramos um parceiro sofisticado. Niterói merece isso — afirma Diniz.

Vultosos R$ 12 milhões foram investidos na reforma e na adequação do prédio na Avenida Visconde do Rio Branco 880.

— Na matriz, em São Paulo, pegamos um cinema preexistente, colocamos abaixo e fizemos quatro salas, adaptando dentro do possível, também com um bom resultado. Mas não se compara a um projeto já pensado por um arquiteto. É o tipo de desafio que nos faz trabalhar mais e com gosto. É uma honra lidar com uma obra feita por Niemeyer, o primeiro conjunto de cinema feito por ele, e muito bem planejado — ressalta Bernardini.

Segundo o gestor, o público será o termômetro da programação escolhida.

— A cada semana teremos uma programação diferente, numa seleção dos melhores. Mas isso não é engessado. Podemos manter um filme mais tempo em cartaz, se o público o desejar. Estaremos atentos a essa aceitação. E, se houver algum blockbuster que conquiste o grande público e que tenha conteúdo interessante que o faça refletir, ele será incluído merecidamente — garante.

PARCERIA EM CONTRAPARTIDA SOCIAL

A vizinha Universidade Federal Fluminense (UFF) será parceira do Reserva numa contrapartida social, de acordo com o gestor, que já fez reuniões com diretores da instituição para iniciar um plano. Diniz acrescenta que haverá editais em breve:

— A Secretaria (de Cultura) vai investir em pequenas produções audiovisuais da cidade, em parceria com a UFF. Faremos editais para essa área. O investimento vem da outorga do Reserva Cultural. Ao ganharem o espaço na licitação, eles pagam cerca de R$ 40 mil por mês (quase meio milhão ao ano). Parte disso será destinada também ao fomento de projetos de alunos e professores.

Para inaugurar o Centro Petrobras de Cinema, integrante da estrutura que se assemelha a um rolo de filme, a prefeitura ainda busca parceiros.

— Vamos inaugurar o rolo de filme até 2017. Nós temos emenda de R$ 1,8 milhão para o auditório. E estamos atrás de parceiros para viabilizar o centro de memória. Além do museu, terá o centro de audiovisual e o auditório multiuso (para 800 pessoas), que poderá ser usado para avant-premiéres, palestras, apresentações de teatro e outras ideias. Ele, certamente, vai atrair muita gente do Rio — vislumbra o presidente da FAN.

Fonte: O Globo Niterói









terça-feira, 23 de agosto de 2016

MARTINE GRAEL E KAHENA KUNZE SÃO RECEBIDAS COM GRANDE FESTA NO RIO YACHT CLUB APÓS MEDALHA DE OURO


Martine chega vlejando ao Rio Yacht Club (Sailing). Foto Axel Grael

Clube cheio pra receber a medalhista de ouro. Foto Fred Hoffmann.

Prefeito Rodrigo Neves, Lars, Torben e Axel Grael. Foto Fred Hoffmann.

Torben Grael, Rodrigo Neves, Martine Grael e Axel Grael. Foto Fred Hoffmann.

Tio-coruja muito feliz e orgulhoso, com Martine Grael. Foto Fred Hoffmann

Torben, Martine Grael, Kahena Kunze, o técnico Xavi e Andrea Grael. Foto Fred Hoffmann


Bar do clube cheio. Muita alegria. Foto Fred Hoffmann.



Martine Grael recebe o carinho dos tios-avôs Axel e Erik. Nas palavras do Lars, nosso avô Preben Schmidt nos ensinou a velejar. Axel e Erik nos ensinaram a ganhar regatas. Fotos de Fred Hoffmann.




Sócios do clube e convidados prestam homenagem aos atletas estrangeiros que foram hospedados por quase três anos no Rio Yacht Club e que também conquistaram medalhas. Além de Martine, outros 7 velejadores que estavam no clube receberam 7 medalhas. Fotos Fred Hoffmann.

A tão cobiçada medalha de ouro. Foto de Fred Hoffmann.



As medalhistas de ouro na vela classe 49erFX nos Jogos Olímpicos Rio 2016 - Martine Grael e Kahena Kunze - foram recebidas com grande emoção e orgulho por um grande número de velejadores que se reuniram no último sábado, dia 20/08/2016, no Rio Yacht Club (conhecido como Sailing), clube da família Schmidt Grael. O Sailing é considerado o mais tradicional clube da vela brasileira e a medalha de Martine é a terceira de ouro e a nona conquistada pelos velejadores do pequeno e centenário clube náutico de Niterói:

-------------------------------
  • Torben Grael: 5 medalhas, sendo duas de ouro, uma de prata e duas de bronze. Destas medalhas, três foram conquistadas com Marcelo Ferreira, também do Sailing.
  • Lars Grael: 2 medalhas de bronze, ambas conquistadas junto com Clínio de Freitas, do Rio Yacht Club.
  • Isabel Swan: 1 medalha de bronze, conquistada em Pequim na classe 470.
  • Martine Grael: 1 medalha de ouro nos Jogos Olímpicos Rio 2016, com a proeira Kahena Kunze.
--------------------------------

A festa para Martine teve como ponto de maior moção a chegada dela ao clube velejando o seu barco. Veja o vídeo abaixo, registrado pela minha amiga Dayse Monassa:


video


Parabéns à Martine e à Kahena e muito obrigado por terem nos proporcionado um momento de tanta felicidade.

Que venham mais bons resultados.

Axel Grael



-----------------------------------------------------------


LEIA TAMBÉM:

OURO DE MARTINE E KAHENA: Lars Grael se emociona com a medalha de ouro da sobrinha Martine
OURO DE MARTINE faz família Grael "passar" vários países no quadro de medalha
Após ouro, Martine e Kahena querem inspirar outras mulheres para a vela
Um dia para ser lembrado: Brasil é ouro na 49erFX com Martine Grael e Kahena Kunze
O OURO DE MARTINE E KAHENA: Os Grael chegaram a oito medalhas? O clube Sailing já tem 15
OURO DE MARTINE E KAHENA: Após ouro na vela, Martine diz que superação de Lars é uma inspiração
Martine e Kahena lutam por medalha de ouro na Rio 2016








NITERÓI E INEA VÃO CELEBRAR OS 85 ANOS DA MAIS ANTIGA ÁREA PROTEGIDA DO BRASIL




CERCAMENTO DA DUNA GRANDE EM ITAIPU FOI CONCLUÍDA. A iniciativa de cercamento é para garantir a integridade do ecossistema e do patrimônio arqueológico da duna grande, tombado pelo Patrimônio Histórico por se constituir num sambaqui que abrigou culturas pré-históricas e hoje é protegido pelo Parque Estadual da Serra da Tiririca. A iniciativa do cercamento é da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade de Niterói (SMARHS).


PREFEITURA DE NITERÓI E INEA FIRMARÃO PARCERIA PARA CELEBRAR OS 85 ANOS DA MAIS ANTIGA ÁREA PROTEGIDA MUNICIPAL DO BRASIL E OS 55 ANOS DO RECONHECIMENTO DA DUNA GRANDE COMO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO NACIONAL

Poucas pessoas sabem mas, há exatos 84 anos, em 1932, foi criado por decreto, na planície arenosa de Itaipú, a mais antiga área protegida municipal do Brasil, a Reserva Biológica de Goethea, com 10 ha. A Reserva jamais foi implantada, mas foi resgatada em 2008, quando o INEA decidiu incorporar a Duna Grande e os terrenos a sua volta ao Parque Estadual da Serra da Tiririca, atendendo o pleito de diversas ONGs niteroienses.

A Reserva Biológica de Goethea foi criada por um decreto de 1932, sendo portanto a mais antiga área protegida municipal do Brasil, mas nunca foi implantada.



A Reserva Biológica de Goethea foi redescoberta em 1992, pelos ambientalistas Omar Serrano e Paulo Bidegain, do então Movimento Cidadania Ecológica (MCE). Eles encontraram o decreto de criação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro de 23 de março de 1932, que a época publicava os atos das Prefeituras. O mapa com os limites jamais foi encontrado, mas os indícios mostram que certamente a reserva abarcava os terrenos a volta da duna, e muito, provavelmente, a própria duna.  

Além de monumento natural e formação rochosa, a Duna Grande é reconhecida oficialmente como sitio arqueológico de importância nacional. O sítio Duna Grande foi descoberto em 1962 por uma equipe do Instituto Brasileiro de Arqueologia (IAB), sendo posteriormente registrado no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), órgão federal responsável pela gestão do patrimônio histórico. Com o registro no IPHAN, a partir de 1962 a Duna Grande passou a ser protegida pela Lei Federal 3.924, que trata dos monumentos arqueológicos e pré-históricos. Para comemorar a data de seu cinquentenário, em 1987, o IPHAN proclamou a Duna Grande como monumento símbolo da arqueologia nacional. Em 2008, o Parque Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET) foi ampliado, incorporando a Duna Grande, que passou a constituir uma de suas principais atrações naturais e históricas.

O sítio Duna Grande foi descoberto em 1962 por uma equipe do Instituto Brasileiro de Arqueologia (IAB), sendo posteriormente registrado no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). (...) em 1987, o IPHAN proclamou a Duna Grande como monumento símbolo da arqueologia nacional.


- “A duna é uma das jóias do PESET. Ela é muito frágil, as pessoas caminhavam em cima dela erodindo-a, pisoteando a vegetação. E para piorar havia roubo frequente de material arquelógico. Como a duna esta no PESET, a gestão é nossa responsabilidade. A Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura nos procurou para ajudar e, juntos, buscamos o IPHAN para somar a parceria. Vamos recolocar a Duna Grande na posição de importância que ela merece”, afirmou Jonathas Ferrarez, chefe do Parque.

Para celebrar os 85 anos da mais antiga área protegida do Brasil e os 55 anos do reconhecimento da Duna Grande como patrimônio arqueológico nacional, que ocorrerá em 2017, a Prefeitura de Niterói e o INEA firmarão uma parceria para cercá-la, sinalizá-la e oferecer, no ano que vem, passeios guiados no entorno da duna. A parceria incluirá também a remoção de lixo e de espécies exóticas e o plantio de nativas típicas de restinga em regime de mutirão.    

- A Duna Grande é um dos principais símbolos de Niterói e um icone da arqueologia brasileira. Ela guarda vestígios do Povo do Sambaqui, que viveu em Itaipu entre 8 e 1,5 mil anos atrás, ou seja, viveram lá nas menos que por 6,5 mil anos. Muito mais que nós, que estamos aqui há 450 anos. Vamos ajudar o Parque a contar esta história, celebrando nosso passado. Junto com o INEA vamos proteger a Duna e recuperar o entorno, preparando-a para grande celebração em 2017.





------------------------------------------------------


LEIA TAMBÉM:

Ajude na campanha pela aprovação do Projeto de Lei de ampliacão do Parque Estadual da Serra da Tiririca
Projeto recupera restingas na orla de Niterói
COMO ERA O BRASIL HÁ 100 MILHÕES DE ANOS 






Embarcaçao francesa que divulga técnicas sustentáveis chega a Niterói para parceria com o Projeto Grael



Nomade des Mer atracado no Projeto Grael.


"NOMADE DES MER", embarcação que viaja o mundo difundindo tecnologias sustentáveis de baixo custo (low-tech) chega a Niterói para parcerias com o Projeto Grael

Em função da sua atuação nos temas da sustentabilidade e da limpeza da Baía de Guanabara, o Projeto Grael tem se tornado uma referência para iniciativas locais e internacionais de proteção aos oceanos e outras iniciativas que vinculam náutica e meio ambiente.

É o caso do Nomades des Mer, uma iniciativa desenvolvida para divulgar tecnologias de simples utilização, sustentáveis, de baixo custo energético e financeiro, chamados low-tech, que podem estar disponíveis para comunidades e ONGs. Definem low-tech como: "uma tecnologia que atende uma necessidade de base (acesso à água, energia, alimentação) com alto impacto social e ecológico. De baixo custo, simples fabricação e sustentável".

Low-tech: "uma tecnologia que atende uma necessidade de base (acesso à água, energia, alimentação) com alto impacto social e ecológico. De baixo custo, simples fabricação e sustentável".



Os cientistas e velejadores do Nômades des Mer viajam a bordo de um catamarã desenvolvido na concepção de uma nave espacial, procurando ser o mais autossuficiente em insumos possível e produzir o mínimo de efluentes e descartes.


Horta hidropônica a bordo. Foto do site Nômades des Mer

Bicicleta adaptada para gerar energia. Foto do site Nômades des Mer


A bordo, possuem destilador de água, forno a carvão e utilizam biocarvão, cultivam uma horta de hidroponia, uma pequena granja com galinhas para produzir proteína, gerador eólico, biofiltro para produzir fertilizante orgânico, cultivo de Spirulina para produzir proteína vegetal de qualidade, criação de insetos para produzir proteínas com poucos recursos, canacla para poupar água, etc.

A tripulação é multidisciplinar, composta por profissionais de diversas especialidades, com experiência científicas e acadêmicas ou experiências práticas nas chamadas low-tech. Estão navegando pelo mundo numa expedição de três anos. Partiram da França, passaram por Recife e chegaram a Niterói. Daqui, partem para a África do Sul. Os próximos portos são em Madagascar, Índia, Sri Lanka e Malásia.

O catamarã Nomade Des Mer, de bandeira francesa, atracou no Projeto Grael no último fim de semana e fará uma agenda na cidade, com o apoio do nosso instituto. Ficarão em Niterói durante um mês. Visitarão escolas, comunidades, universidades e ONGs.

Axel Grael






segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Defesa Civil de Niterói alerta para ressaca até esta terça-feira





Defesa Civil alerta para ondas de até 3,5 metros

A Defesa Civil de Niterói reforça o alerta feito pela Marinha do Brasil em relação à possibilidade de ressaca, com ondas de até 3,5 metros, até às 21h desta terça-feira (23). Como a maré cheia pode agravar o risco de invasão da água do mar, principalmente nas praias onde a faixa de areia é mais reduzida, a Guarda Municipal foi acionada para alertar os agentes que atuam na orla da cidade para que em caso de risco para os pedestres, os orientem a manter distância segura do calçadão.

A Defesa Civil pede ainda que banhistas e pescadores evitem se expor a condições de insegurança. Para os responsáveis pelos quiosques, o órgão recomenda que estejam atentos para que fechem o comércio se verificarem que o impacto das ondas está colidindo com a estrutura.

Alguns núcleos de chuva atuam próximos a Baía de Guanabara e se deslocam em direção ao município, o que pode provocar pancadas de chuva moderadas nas próximas horas.

Fonte: Prefeitura de Niterói






Lars Grael anuncia programa educacional sobre o lixo em parceria do Projeto Grael com a Parley Ocean School e com patrocício da Adidas


Lars Grael participa de entrevista coletiva e anuncia parceria com a Parley Ocean School e o patrocínio da Adidas para o programa educativo. Foto Axel Grael. 

Lars Grael divulga na Olimpíada projeto que mescla ambientalismo e esporte imagem: Adidas/divulgação.


Grael vê projeto de potência olímpica ameaçado por fim de ciclo de eventos

Bruno Freitas
Do UOL, no Rio de Janeiro


Meses antes da Rio-2016, Lars Grael publicou um texto contundente sobre o risco que o esporte brasileiro corre, em sua opinião, de viver uma "fábula da Cinderela". Em seus argumentos, o ex-velejador diz que nunca antes os atletas do país haviam se preparado tão adequadamente para uma Olimpíada. No entanto, concluía que existe um perigo real de os esforços ruírem, de o decantado projeto de potência olímpica "virar abóbora".
Presidente da Comissão Nacional de Atletas, ligada ao Conselho Nacional de Esporte, Grael chamava a atenção para uma tendência de visão imediatista na gestão esportista nacional. Com o fim do ciclo de grandes eventos no país, que durou quase uma década, o velejador afirmava em seu manifesto que os recursos podem minguar definitivamente, sem uma justificativa mais óbvia.

"Um país que deseja ser uma potência olímpica ou paraolímpica, você não faz isso em quatro, oito ou 12 anos. Tem que haver um comprometimento maior com o esporte, que os benefícios de financiamento se mantenham, que a gente melhore a qualidade da gestão esportiva do Brasil e que o Rio de Janeiro seja um ponto de partida para um país que deseja ser uma potência olímpica. Para ser uma potência olímpica, a gente tem que ser potência na educação, na saúde preventiva, e olhar para o esporte naquilo que cabe ao governo, que é o esporte de base", afirmou Grael em entrevista ao UOL Esporte.


Imprensa internacional participa da coletiva. Foto Axel Grael



Alunos do Projeto Grael participam de dinâmicas sobre o problema do lixo. Fotos Axel Grael.

Tênis da Adidas que utiliza material reciclado de PET. Foto Axel Grael.


Segundo ele, é equivocado medir a performance coletiva do Brasil nesta edição da Olimpíada em número de medalhas. Grael entende que o projeto que começou na última década, apoiado em novas leis de incentivo, precisa ser interpretado em médio prazo, além da Rio-2016.

"Se o Brasil não obtiver a quantidade de medalhas que havia sido projetada para essa Olimpíada, que não seja levado como um fracasso. Que a gente aprenda com as nossas derrotas. Mas que a gente siga com coerência, com qualidade de investimento. Meu medo é que a gente caia num buraco vazio, terminando uma agenda olímpica. 'Chega de gastar dinheiro com esporte, vamos gastar com educação, saúde, segurança pública, infraestrutura'. Não, acho que o esporte tem a ver com o desenvolvimento da sociedade, uma questão civilizatória", argumentou.

Duas vezes medalhista olímpico (bronze nos Jogos de Seul-1988 e Atlanta-1996), Grael migrou para a gestão do esporte após o acidente que lhe custou uma das pernas. Foi secretário nacional de Esportes no então Ministério do Esporte e do Turismo, com Fernando Henrique Cardoso, e também atuou no governo estadual de São Paulo. Nos papéis administrativos, lidou com a implementação de novas políticas de fomento à atividade esportiva no país, do alto rendimento à base. Nesse quesito, Lars diz que o cenário de mecanismos existentes precisa de ajustes para que o Brasil siga na direção do sonho de "potência olímpica" – mecanismos como a Lei de Incentivo ao Esporte.

"As leis são fundamentais para você ter um desenvolvimento do esporte, num conceito de parceria público-privada. Agora, com certeza elas podem ser aprimoradas, na qualidade do gasto. Muita coisa foi gerada de uma forma correta, e ela gerou um benefício para o esporte. Benefício que a gente pode não estar medindo aqui em 2016, mas a gente pode medir em 2020, 2024. Algumas modalidades se desenvolveram através desse benefício. Olha aí a canoagem, esporte em que o Brasil não tinha nenhuma tradição. Graças ao incentivo, chegou lá com o Isaquias (Queiroz), que é fruto de um projeto social e chegou lá em alto rendimento. Precisamos também olhar os erros, lógico que eles existem. Tem que ser um processo evolutivo. Jamais cortar os benefícios, mas aprimorar os mecanismos", declarou.

Fracasso da Rio-2016 na Baía de Guanabara

Na última quinta-feira, Lars participou de um evento em que discutia a qualidade de vida dos oceanos, em nome do Projeto Grael (ONG que mantém ao lado dos irmãos Torben e Axel). A iniciativa ao lado de Adidas e "Parley for the Oceans" (entidade global voltada à causa) batalha por conscientização e recuperação de águas, usando o esporte como uma das ferramentas de intervenção.

Neste tema em particular, o ex-atleta foi crítico quando questionado sobre a qualidade das águas da Baía de Guanabara para uso na programação olímpica da vela.

"Um fracasso, porque a agenda ambiental foi menosprezada. Talvez fosse a principal agenda, em termos de legado olímpico. A despoluição da Baía de Guanabara, nada aconteceu, a não ser uma retórica vazia. A despoluição da Lagoa Rodrigo de Freitas, de Jacarepaguá, Marapendi, talvez fosse uma grande contribuição. Isso foi colocado numa agenda lateral, que nunca andou. Mas pelo menos que fique o debate, a conscientização social do cidadão, do cidadão cobrando os agentes públicos. Muito mais que uma questão de esporte, mas de saúde pública, econômica, na pesca de subsistência, navegação", comentou.

Fonte: UOL








OURO DE MARTINE E KAHENA: Lars Grael se emociona com a medalha de ouro da sobrinha Martine



18/08/2016 17h49- Atualizado em 18/08/2016 17h49

Lars Grael se emociona com a medalha de ouro da sobrinha Martine

“Não é fácil manter a frieza, narrar a regata é muito mais nervoso do que participar. Mas elas estão acostumadas com a pressão e sabiam que tinham essa capacidade”.


Lars Grael narra a medalha de ouro da sobrinha, Martine com Kahena Kunze (Foto: juliano ceglia)



Por Carla Gomes
Rio de Janeiro

Lars Grael saiu da cabine de narração e foi aplaudido de pé. Ele acabara de comentar a última esperança de medalha para a vela brasileira na Olimpíada do Rio. E foi de ouro na classe 49er FX, com Kahena Kunze e Martine Grael no comando.

- Não é fácil manter a frieza, narrar a regata é muito mais nervoso do que participar. Mas elas estão acostumadas com a pressão e sabiam que tinham essa capacidade - disse, orgulhoso.

Martine é sobrinha de Lars, filha de Torben Grael e fez uma estratégia impecável ao lado paulista Kahena Kunze. A dupla neozelandesa formada por Alex Maloney e Molly Meech largou na frente, foi preciso uma estratégia ousada para reverter a vantagem.

- Elas fizeram opção tática diferente, pegaram lado esquerdo da raia, vento a favor, corrente melhor e passaram a liderança. As neozelandesas venderam caro, chegaram dois segundos depois - comemorou.

+ Após o ouro emocionante, Martine celebra: "Melhor regata da minha vida"
+ Velejadores celebram medalhas mergulhando na Baía de Guanabara


Com os olhos marejados, Lars contou que ainda não teve tempo de falar com a família na praia, mas adianta o recado que tem para as campeãs. A família mais vitoriosa da vela brasileira chega a oito conquistas olímpicas – cinco de Torben, duas de Lars e a primeira de Martine.


Martine Grael e Kahena Kunze, campeãs olímpicas na classe 49ers FX (Foto: Reuters)


E isso nem é o mais importante.

- Quero dizer para ela que a amo muito, que ela e a Kahena merecem muito essa conquista. Não só pela prova, mas pelos valores, pela humildade, seriedade e dedicação com que trabalham.

Fonte: Globo Esporte

Acesse o vídeo com Lars Grael falando sobre a vitória de Martine e Kahena




-------------------------------------------------------------



LEIA TAMBÉM:

OURO DE MARTINE faz família Grael "passar" vários países no quadro de medalha
Após ouro, Martine e Kahena querem inspirar outras mulheres para a vela
Um dia para ser lembrado: Brasil é ouro na 49erFX com Martine Grael e Kahena Kunze
O OURO DE MARTINE E KAHENA: Os Grael chegaram a oito medalhas? O clube Sailing já tem 15
OURO DE MARTINE E KAHENA: Após ouro na vela, Martine diz que superação de Lars é uma inspiração
Martine e Kahena lutam por medalha de ouro na Rio 2016









domingo, 21 de agosto de 2016

BAÍA DE GUANABARA: Melhora em saneamento traria ganhos ambientais



Maré suja. Apesar do avanço, 49% do esgoto na área que impacta a Baía de Guanabara ainda não têm tratamento - “Extra” / 2-3-2016 / Roberto Moreyra


Danielle Nogueira

Maior eficiência resultaria em aprimoramento da qualidade da água da Baía de Guanabara


RIO - Línguas negras, mau cheiro, proliferação de bactérias e algas. A situação da Baía de Guanabara, bem como das lagoas da Barra e de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, é apontada por especialistas como um dos maiores passivos ambientais da Cedae, que até hoje não conseguiu acabar com o despejo de esgoto in natura nessas áreas. As empresas que assumirem os serviços de água e esgoto no estado, em uma eventual concessão, terão o desafio de transformar essa “herança maldita” em ganhos ambientais para a população fluminense.

Para Paulo Canedo, coordenador do Laboratório de Hidrologia da Coppe/UFRJ, a melhora na eficiência do serviço — com a ampliação da rede de coleta de esgoto e tratamento adequado dos efluentes — pode elevar a qualidade da água dos rios, lagoas e da Baía de Guanabara.

— Há rios muito sujos em todo o estado. O que acontece é que, ao caírem no oceano, os resíduos se dispersam mais. Na Baía de Guanabara, a capacidade de dispersão é um pouco menor e, nas lagoas de Barra e Jacarepaguá, quase nula — explica.

NA BAÍA, FALTAM LIGAÇÕES SUBTERRÂNEAS

Segundo o biólogo e ativista Mário Moscatelli, 49 dos 55 rios que deságuam na Baía de Guanabara “estão mortos”. O mesmo ocorre em sete dos oito rios que abastecem o complexo lagunar da Barra e Jacarepaguá, composto por quatro lagoas principais. Não há estimativas oficiais de lançamento de esgoto em qualquer uma delas. Na Baía, pesquisadores que acompanham a novela de sua despoluição falam em cerca de 18 mil litros por segundo. 

— O estado terminal em que se encontram nossos rios, lagoas e a Baía é resultante da falta de prioridade política dada à questão do saneamento. A Cedae nos cobra pelo abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto em uma conta única. Mas não executa o serviço. É um estelionato institucionalizado — afirma Moscatelli.

Nos 64 municípios atendidos pela Cedae, o índice de fornecimento de água é de 93%, segundo a empresa. Já o de tratamento de esgoto é de apenas 30,7%, de acordo com o Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (Snis).

O programa de Despoluição da Baía de Guanabara — concebido na década de 1990 e cuja execução das obras é de responsabilidade da estatal — avançou parcialmente. As obras de abastecimento de água foram concluídas, mas há pendências nas de esgotamento sanitário: 49% do esgoto na área que impacta a Baía não têm tratamento. Há dez anos, esse percentual chegava a 90%.

— Ironicamente, ao ampliar o suprimento de água, a produção de esgoto aumentou. E as estações de tratamento de resíduos não funcionam a plena capacidade, pois faltam ligações subterrâneas que as conectem a muitas residências dos municípios do entorno — diz Dora Negreiros, membro do conselho da ONG Instituto Baía de Guanabara.

LONGO PRAZO

Segundo a Cedae, as estações de tratamento só serão usadas a plena capacidade “num horizonte de 25 anos”. Também é de responsabilidade da Cedae a execução do programa de saneamento de Barra, Recreio e Jacarepaguá. Com duração prevista para 30 anos, as obras começaram em 2001. Apesar dos avanços — o índice de esgotamento sanitário saltou de zero em 2007 para 90% (Barra), 70% (Recreio) e 60% (Jacarepaguá) —, os moradores da região ainda convivem com mau cheiro e lagoas com águas esverdeadas devido à proliferação de bactérias.

A esperança de mudar a situação com a proximidade da Olimpíada caiu por terra. Apesar do compromisso assumido pelo governo estadual de dragar as quatro lagoas principais da região, as ações se limitaram basicamente à limpeza de resíduos sólidos e de manguezais. Segundo a Secretaria de Estado do Ambiente, “intervenções legítimas do Ministério Público” atrasaram o processo e, com a crise econômica, “a realidade mudou”.

O projeto empacado no estado serviu de justificativa à prefeitura do Rio para também não executar sua parte no acordo — a construção de unidades de tratamento em três rios. Segundo a Secretaria Municipal de Saneamento e Recursos Hídricos, a prefeitura só vai honrar seu compromisso “quando o governo do estado fizer a despoluição das lagoas da Barra e de Jacarepaguá”.

Nas cidades onde o sistema de água e esgoto foi privatizado, houve ganhos ambientais, mas a universalização, especialmente no tratamento de esgoto, não foi alcançada em muitas delas. A Águas de Juturnaíba — que abrange Araruama, Saquarema e Silva Jardim e é um braço da Águas do Brasil — tem concessão desde 1998. Com investimento de R$ 200 milhões, a água tratada passou da cobertura de 65% para 97% e a de esgoto tratado, de zero a 71%.

EM NITERÓI, FIM DAS LÍNGUAS NEGRAS

Paralelamente, houve iniciativas de caráter sustentável, como o uso de plantas aquáticas e cascalhos para o tratamento de esgoto, sem uso de químicos. A Estação de Tratamento Ponte de Leites em Araruama é a única na América Latina com capacidade para tratar 200 litros de esgoto por segundo com o sistema, diz a empresa. Em Niterói, a concessionária Águas de Niterói, que pertence ao mesmo grupo e detém a concessão desde 1998, universalizou o abastecimento de água e trata 95% do esgoto. Acabou com as línguas negras em praias como Icaraí e São Francisco, que estavam impróprias há 15 anos.

Na Foz Águas 5, responsável pelos serviços em 21 bairros na Zona Oeste, como Bangu, a cobertura de tratamento de esgoto cresceu seis vezes desde 2012, mas ainda está em 30%. Foram criados dois mil empregos diretos e indiretos.

Moscatelli enfatiza que não adianta melhorar o serviço de coleta se não houver, em paralelo, um planejamento que impeça o crescimento desordenado das favelas. Isaac Volschan, da Escola Politécnica da UFRJ, alerta para a importância da regulação, de forma que metas possam ser monitoradas. A Cedae, diz, só passou a ser regulada em 2015, pela agência estadual Agenersa.

— Independentemente de qual seja o modelo de participação do capital privado, é preciso deslanchar a regulação — diz Volschan.

Fonte: O Globo



--------------------------------------------------------


LEIA TAMBÉM:

Acesse o estudo realizado pelo Projeto Grael e cedido para a SEA: Projeto Grael divulga relatório para contribuir para a solução do lixo flutuante na Baía de Guanabara

Saneamento e Baía de Guanabara

BAÍA DE GUANABARA: Universalização de água e esgoto no Rio exigirá R$ 26 bi
Baía de Guanabara surpreende pela limpeza e águas cristalinas
MAC E BAÍA DE GUANABARA: ÁGUAS E VIDAS ESCONDIDAS
BAÍA DE GUANABARA: "Gestão do lixo flutuante será legado dos Jogos Olímpicos para a Baía de Guanabara", secretário André Correia
GLOBO ESPORTE: Axel Grael, irmão de Torben e Lars, se divide entre lixo da Baía e torcida pela família
Artigo em O Globo: "COMO SERIA A BAÍA DE GUANABARA DESPOLUÍDA?"
BAÍA DE GUANABARA - "THE DISCARDED": Filme lançado ontem em Niterói aborda poluição e outros desafios da baía
NBC News publica reportagem sobre a contribuição do Projeto Grael para a despoluição da Baía de Guanabara
Niterói terá lançamento de filme sobre a Baía de Guanabara e debate "Águas e Vidas Escondidas"
BAÍA DE GUANABARA - Secretário do Ambiente do RJ anuncia conclusão da implantação das ecobarreiras e melhorias ambientais
GOVERNO DO ESTADO: Água da Baía de Guanabara passa a ter monitoramento diário
SEA: "Ecobarcos e ecobarreiras prontos para as regatas olímpicas dos Jogos Rio 2016"
BAÍA DE GUANABARA: Proposta de novo modelo de gestão é apresentado pelo governo estadual
EVENTO TESTE NA BAÍA DE GUANABARA - Quase 30 toneladas de lixo são recolhidos na Baía de Guanabara
ECOBARCOS VOLTAM A OPERAR NA BAÍA DE GUANABARA: Baía recebe 90 toneladas de lixo/dia
Lixo flutuante: um problema que parece se agravar na Baía de Guanabara
Esgoto despejado todo dia na Baía de Guanabara encheria 185 piscinas olímpicas
BAÍA DE GUANABARA: Projeto Uçá retira seis toneladas de lixo da APA de Guapimirim

Lixo flutuante no mundo

Especialistas explicam como outros países conseguiram despoluir suas baías
Produção de lixo no país cresce 29% em 11 anos, mostra pesquisa
NAVEGANDO PARA SALVAR OCEANOS: velejadores do "Race for Water Odissey", que pesquisam os impactos do lixo nos oceanos, visitaram o Projeto Grael

Contribuições do Projeto Grael para a solução do problema do lixo flutuante na Baía de Guanabara

Projeto Grael divulga relatório para contribuir para a solução do lixo flutuante na Baía de Guanabara
PROJETO GRAEL, PARLEY FOR THE OCEANS E ADIDAS lançam programa educativo sobre lixo marinho
PARLEY OCEAN SCHOOL, PROJETO GRAEL E ADIDAS lançam programa educacional sobre o lixo marinho
DIA DA TERRA AO REDOR DO MUNDO - LIXO: Como 5 países estão enfrentando os problemas do lixo
Iniciativas do Projeto Grael na prevenção do lixo flutuante da Baía de Guanabara
CONFERÊNCIA LIVRE DO LIXO MARINHO NO PROJETO GRAEL.
Associação Brasileira do Lixo Marinho realiza conferência na sede do Projeto Grael
"Lixo flutuante - de onde vem?". Projeto Grael participa de programação do MAC
Poluição da Baía de Guanabara: entrevista da equipe do Projeto Grael repercute na mídia internacional
Projeto Grael foi objeto de matéria no Bom Dia Brasil, da Globo
Equipe do Projeto Grael visita a Grota do Surucucu
Assista matéria sobre as ações ambientais do Projeto Grael exibida pela Rede Brasil
Lixo flutuante na Baía de Guanabara: vídeo sobre niciativas ambientais do Projeto Grael

Contribuições da família Grael no tema do lixo flutuante na Baía de Guanabara

LARS GRAEL NO FANTÁSTICO: 'Competição com obstáculos', diz Lars Grael sobre lixo na Baía de Guanabara
Em entrevista para a Rádio Globo, LARS GRAEL afirma que espera medalhas brasileiras na vela e critica a Baía de Guanabara
BAÍA DE GUANABARA: Entrevista no Projeto Grael para o CANAL+, da França
Entrevista para o SporTV sobre o lixo flutuante na Baía de Guanabara REGATAS OLÍMPICAS - Dentro ou fora da Baía de Guanabara? BAÍA DE GUANABARA POLUÍDA PARA OS JOGOS OLÍMPICOS: matéria do Fantástico - 26-04-2015 "Questão de civilidade": Lars Grael sonha com Baía de Guanabara limpa
Irmãos Grael citados em matéria do jornal inglês "THE GUARDIAN" sobre a Baía de Guanabara
BAÍA DE GUANABARA: XI Congresso Brasileiro de Defesa do Meio Ambiente debateu o saneamento e despoluição da Baía
HISTORIAS DO RIO - ESPN - Mais um belo documentário sobre Lars Grael e a família Grael
Assista à matéria sobre o Projeto Grael no programa "Como Será?", da Globo
A BAÍA DE GUANABARA NA OLIMPÍADA E NA PÓS-OLIMPÍADA