quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

NITERÓI CONTRA QUEIMADAS: Niterói realiza ronda preventiva contra queimadas




Risco de fogo em vegetação sofre a influência direta das condições do tempo. Foto: Divulgação


Iniciativa aconteceu em Várzea das Moças e fez parte do plano “Niterói contra Queimadas”

A Defesa Civil de Niterói realizou nesta quinta-feira (19) em Várzea das Moças, a primeira ronda preventiva contra queimadas deste ano. A iniciativa contou com a participação de técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos, Hídricos e Sustentabilidade, Guarda Ambiental, CLIN, Parque Estadual da Serra da Tiririca - PESET e voluntários do Nudec Queimadas (Núcleo de Defesa Civil nas Comunidades).

A ronda preventiva, que faz parte do plano “Niterói contra Queimadas”, tem o papel de conscientizar a população sobre os problemas causados pela queima de lixo doméstico, uso do fogo para limpar encostas, entre outras práticas danosas à vegetação e ao meio ambiente que podem acabar gerando grandes queimadas em vegetação e áreas verdes.

A vulnerabilidade do risco de fogo em vegetação sofre a influência direta das condições do tempo. As altas temperaturas registradas recentemente e a pouca quantidade de chuva no município de Niterói são fatores que favorecem para um alto risco de fogo em vegetação.

Quase todos os incêndios em vegetação têm origem humana, seja por ação criminosa ou acidental. Provocar incêndio em vegetação, assim como soltar balão, é crime.

Na ação desta quinta, os agentes percorreram as casas das comunidades localizadas próximas à vegetação, as áreas de maior risco e orientaram a população sobre as medidas de prevenção contra queimadas, como não colocar fogo no lixo. Além da conscientização, foi efetuado um cadastro georreferenciado dos moradores, com a utilização de GPS, para que periodicamente seja feito contato em caso de incêndios no bairro.

As condições do tempo para os próximos dias são favoráveis para a redução do risco de fogo em vegetação, visto que a previsão é de chuva e redução das temperaturas para os próximos dias.

Fonte: O Fluminense



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Conferência internacional sobre sustentabilidade urbana tem início em Niterói






Secretário Executivo, Axel Grael participa da abertura de conferência internacional sobre sustentabilidade nesta quinta-feira (19), em Niterói

19/01/2017 - O secretário Executivo de Niterói, Axel Grael, participou nesta quinta-feira (19.1) da abertura da Conferência Internacional de Sustentabilidade Ambiental, Cultural, Econômica e Social. A 13ª edição do evento começou hoje e vai até sábado, dia 21 de janeiro, no Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas (NAB), da Universidade Federal Fluminense (UFF). Niterói é a primeira cidade brasileira a sediar o evento com cerca de 30 países representados.

"Agradeço aos organizadores da Conferência e a UFF por sediar. E quero em nome do prefeito dar as boas vindas a todos. A cidade de Niterói deu prioridade a política de sustentabilidade há 4 anos desde que o prefeito de Niterói foi eleito. Devido às nossas políticas ambientais de sustentabilidade a cidade também terá 100% do esgoto tratado. E estamos bem próximos de chegar a 50% do território protegido por unidades de conservação. A primeira parte da Baía de Guanabara que poderá ser considerada despoluída é a Enseada de Jurujuba, em Niterói. Queremos ser inspiração e aproveitar as críticas e sugestões que serão discutidas para usar em Niterói", falou Axel Grael, secretário Executivo de Niterói.

Participaram também da abertura o organizador da Common Ground Publishing, Phillip Kalantzis, o diretor de redes de pesquisa do Estados Unidos, David Humphreys, o pesquisador da The Open University, da Inglaterra, Milton Keynes e Sidney Luiz de Matos Mello, reitor da UFF.

A prefeitura e o NAB são parceiros da Common Ground Publishing, instituição que coordena a Conferência e a Comunidade de Conhecimento On Sustainability. Desde a primeira edição, em 2005, a conferência já aconteceu em cidades dos Estados Unidos, Vietnã, Índia, Malásia, Ilhas Maurício, Equador, Nova Zelândia, Canadá, Japão, Croácia e Dinamarca. E aqui tem 30 países representados.

A primeira palestra foi do Washington Fajardo, arquiteto, membro da sociedade brasileira para o avanço da ciência e do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural. Ele explicou a história urbanística do Rio de Janeiro, pela sua experiência na Prefeitura do Rio.

"O planejamento urbano de uma cidade é com mudanças mas também com preservação", finalizou Fajardo.

Amanhã terá palestra da secretária de Urbanismo e Mobilidade Urbana, Verena Andreatta, às 9:30, sobre Caminhos para a sustentabilidade: desafios e oportunidades para Niterói e no sábado será a vez do secretário Executivo, Axel Grael, às 9:45, palestrar sobre programas ambientais desenvolvidos e soluções inovadoras em resiliência e sustentabilidade na cidade.

Fonte: Prefeitura de Niterói




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CAPACIDADE DE SUPORTE: Parques Nacionais americanos batem mais um recorde de visitação em 2016



COMENTÁRIO DE AXEL GRAEL:

O texto abaixo informa que o número de visitantes nos parques nacionais americanos bateu um novo recorde em 2016: 325 milhões de visitantes. O recorde anterior havia sido em 2015, com 307 milhões de visitantes. Os números ultrapassam em muito a população total brasileira: 202 milhões de pessoas.

Dados preliminares, que ainda não consideram os visitantes de dezembro de 2016, expressam a seguinte procura:

  • Grand Canyon: 5,9 milhões de visitantes.
  • Yellowstone: 4,3 milhões de visitantes.
  • Rocky Mountains: 4,5 milhões (já computa dezembro) 
  • Zion: 4,3 milhões de visitantes, quase o dobro da procura de 2010.

Os dados são do governo americano e mostram a importância que os parques têm para o cotidiano do povo americano, para o turismo e para a economia. Segundo algumas fontes, parques representam 3% do PIB daquele país.

Segundo o Serviço de Parques Nacionais, o motivo para o grande público foi uma campanha para atrair os visitantes em comemoração ao centenário do órgão. A campanha ofereceu entrada gratuita para estudantes e seus familiares. O baixo preço do combustível naquele país também contribuiu. É bom lembrar que o modelo dos parques americanos é para a visitação por automóveis. Os parques contam com extensas redes de estradas, estacionamentos e até postos de gasolina e outros serviços para os motoristas.

Mas, o texto também chama a atenção para a reflexão que se faz hoje sobre a capacidade de suporte dos parques para receber um número tão elevado de visitantes e para a qualidade da experiência dos visitantes, que vão ao parque na expectativa de ter uma experiência bucólica e natural e acabam encontrando um "Disneylândia" ("Disneyland-like situation"). Muitos visitantes expressam frustração com o que encontram nos parques.

Eu mesmo, me surpreendi ao pegar engarrafamentos nos parques nacionais do Yellowstone e nas Montanhas Rochosas. Tudo bem que neste último parque o motivo foi uma manada de búfalos que decidiu deitar numa estrada (os visitantes são proibidos de buzinar ou fazer qualquer coisas que incomode a fauna. O jeito foi esperar a chegada dos guarda-parques). Mas, no Yellowstone, o motivo foi o excesso de automóveis mesmo.

A reflexão é importante para o Brasil, que até hoje não deu a devida importância para o potencial da sua rede de áreas protegidas no Brasil e no momento em que muitos municípios, como Niterói, assumem um maior protagonismo nas estratégias de conservação e de gerenciamento das suas áreas verdes.

Axel Grael
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói



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Zion National Park.


National park visits hits record high for 3rd straight year

BRADY McCOMBS

SALT LAKE CITY (AP) — Visits to U.S. national parks set a record in 2016 for the third consecutive year as landmarks such Zion, Yellowstone and Rocky Mountain experienced historic levels of popularity that brought collateral headaches stemming from overcrowded roads and trails and increasing visitor misbehavior.

At many parks, visitors waited an hour or more in cars to get through entrance gates and then spent the day trying to outmaneuver fellow visitors for parking spots and room on popular trails. They left behind enormous amounts of trash and sometimes, human waste.

Encountering a crowded, Disneyland-like situation when people were expecting peaceful serenity can lead to aggression and bad decisions, park officials said.

"The level of frustration, we've certainly seen an increase in that," said Kyle Patterson, Rocky Mountain National park spokeswoman. "Sometimes they take it out on each other and sometimes they take it out on park.

It created a good news-bad news story for park managers. They praise the increased interest but are struggling to preserve iconic mountains, slot canyons and wildlife habitat for future generations. The National Park Service budget has remained basically the flat, leaving parks to grapple with the problems without higher staffing levels.

"We love having people come to the park," said John Marciano, Zion National Park spokesman. "But our No. 1 goal, our mandate, is to preserve the park into perpetuity and to ensure our visitors have a best of kind and safe experience."

Overall visitation to national parks is on track to surpass 325 million in 2016, breaking the all-time high of 307 million set in 2015, federal figures show. The record-breaking three-year stretch came after parks visitation ebbed and flowed between 255-287 million for nearly three decades.

The National Park Service launched a major marketing campaign to celebrate its 100th birthday in 2016, including free passes for every fourth-grader and their families. That renewed attention coupled with reasonable gas prices and an improved economy likely fueled the increase, said National Parks Service spokesman Jeffrey Olson.

The agency's "Find Your park " campaign will continue this year and officials expect to surpass 300 million visitors again even if there's no record, Olson said.

Absent December totals, the Grand Canyon in northern Arizona hit 5.9 million visits. Yellowstone, which stretches into Wyoming, Montana and Idaho, had 4.3 million visits.

The final year tally for Rocky Mountain in Colorado was 4.5 million. Zion in southern Utah had 4.3 million visitors — nearly double the 2010 total.

Cramming all those people into the narrow confines of Zion where most visitors want to see the same iconic slot canyons and trails has led many days to hour-long waits to get in the park, lots that fill up by 9 a.m. and crowded shuttles, Marciano said.

"Then, you hike like ducks in a row up the trail because there are so many going up the same trail," Marciano said. "That's not what we want."

One employee spent her entire summer hiking every day to the popular Angels Landing trail to clean and put more toilet paper in two portable toilets designed for 40 visits daily that had 200, he said.

Both Zion and Yellowstone are reassessing how to create better crowd plans and Zion is considering a reservation system for park entries and a daily visitor limit.

Even though it is prohibited, more people are taking dogs on trails in the Rocky Mountain park. Visitors are also parking cars on native vegetation or fragile alpine tundra and leaving human waste right near backcountry trails, Patterson said.

This summer, the park on certain days for the first time limited the number of cars allowed on two popular roads, she said.

After Yellowstone hit 4 million visitors for the time in 2015, park spokeswoman Morgan Warthin said the park last year the "Yellowstone Pledge" urging visitors to follow guidelines that include not stopping on the side of the road to look at bears and staying on boardwalks. A man who stepped off a boardwalk died last year after falling into a boiling, acidic spring.

Yellowstone has also implored visitors to take "safe selfies" by staying far away from wild animals.

"That want that perfect picture so they're driven to get closer and closer to the point they're risking their own safety," Warthin said.

Fonte: Associated Press




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MAIS FLORESTA: Mata Atlântica teve área regenerada equivalente ao tamanho de São Paulo




7 dos 17 estados da Mata Atlântica já apresentam nível de desmatamento zero. | Foto: iStock by Getty Images 


Nos últimos 30 anos, houve uma redução de 83% do desmatamento do bioma.

A Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgam nesta data avaliação inédita da regeneração da Mata Atlântica. O Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, que monitora a distribuição espacial do bioma, identificou a regeneração de 219.735 hectares (ha), ou o equivalente a 2.197 km², entre 1985 e 2015, em nove dos 17 estados do bioma. A área corresponde a aproximadamente o tamanho da cidade de São Paulo.

Segundo os dados do Atlas, Paraná foi o estado que apresentou mais áreas regeneradas no período avaliado, num total de 75.612 ha, seguido de Minas Gerais (59.850 ha), Santa Catarina (24.964 ha), São Paulo (23.021 ha) e Mato Grosso do Sul (19.117 ha).

Confira na tabela abaixo a regeneração ocorrida nos nove estados avaliados:




O estudo analisa principalmente a regeneração sobre formações florestais que se apresentam em estágio inicial de vegetação nativa, ou áreas utilizadas anteriormente para pastagem e que hoje estão em estágio avançado de regeneração. Tal processo se deve tanto a causas naturais, quanto induzidas por meio do plantio de mudas de árvores nativas.

Nos últimos 30 anos, houve uma redução de 83% do desmatamento do bioma. De acordo com Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, sete dos 17 estados da Mata Atlântica já apresentam nível de desmatamento zero: “Agora, o desafio é recuperar e restaurar as florestas nativas que perdemos. Embora o levantamento atual não assinale as causas da regeneração, ou seja, se ocorreu de forma natural ou decorre de iniciativas de restauração florestal, é um bom indicativo de que estamos no caminho certo”, observa Marcia.

Ao longo da história, a ONG foi responsável pelo plantio de 36 milhões de mudas de árvores nativas espalhadas pelo país, especialmente nas áreas de preservação permanente, no entorno de nascentes e margem de rios produtores de água, além de restaurar uma área em Itu, uma antiga fazenda de café, que hoje é destinada para atividades relacionadas a questões de conservação dos recursos naturais e restauração florestal.

“Durante o monitoramento, constatou-se a existência de outras áreas ocupadas por comunidades de porte florestal em diversos estágios intermediários de regeneração, áreas essas que devem ser mapeadas e divulgadas em futuros estudos”, esclare Flávio Jorge Ponzoni, pesquisador e coordenador técnico do estudo pelo INPE.

Este estudo foi realizado com o patrocínio de Bradesco Cartões e execução técnica da empresa de geotecnologia Arcplan. A análise se baseia em imagens geradas pelo sensor OLI a bordo do satélite Landsat 8. O Atlas utiliza a tecnologia de sensoriamento remoto e de geoprocessamento para monitorar remanescentes florestais acima de 3 ha.

Confira o mapa das áreas regeneradas:



Fonte: Ciclo Vivo












Embarcações pagarão taxa por ancoramento na Ilha Grande





Por Fernanda Pontes

Os veleiros e escunas de excursões de turismo que vêm lotando praias como as da Ilha Grande e da Ilha da Gipóia, em Angra, podem ser obrigados a pagar uma taxa para ficarem ancorados por lá.

As prefeituras de Angra, Paraty e Mangaratiba estudam como (e a partir de quando) fazer essa cobrança, já que os visitantes estariam poluindo as praias. A medida foi discutida no récem-criado grupo S.O.S Costa Verde, que reúne, entre outros, o empresário Boni.

“Queremos usar esse dinheiro na preservação ambiental desses lugares”, diz.

Fonte: O Globo




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BIBLIOTECA PARQUE DE NITERÓI: referência na proteção ambiental



A Biblioteca Parque de Niterói, no Centro, está sob a administração municipal. Foto: Marcelo Feitosa



Biblioteca Parque de Niterói tornou-se referência em livros especializados nas áreas de direito e proteção animal graças à doações feitas pela prefeitura

Com a doação de mais um lote de livros sobre direito e proteção animal, a Biblioteca Parque de Niterói tornou-se a primeira da cidade a ter uma seção voltada para o tema com um total de 20 publicações. Os livros foram doados esta semana pela Diretoria de Proteção Animal da Secretaria de Meio Ambiente de Niterói.

Marcelo Pereira, diretor de Proteção Animal, levou os livros, que foram cedidos pelos próprios autores. Geralmente, essas publicações são encontradas apenas nas bibliotecas das faculdades de Direito e Veterinária.

“O primeiro lote foi doado em dezembro de 2015. Durante o Congresso de Bioética e Direito dos Animais, realizado em Niterói, em outubro daquele ano, cada palestrante cedeu um livro de sua autoria. Do Congresso Mundial, em Curitiba, em outubro de 2016, eu trouxe estes livros para a segunda doação. E em setembro será realizado o congresso em Belo Horizonte e trarei para doar a terceira leva de livros”, explicou Marcelo.

O diretor destacou que a seção especializada da biblioteca tem ajudado muitos estudantes, como por exemplo a aluna de Direito Leonice Dias da Silva, que usou os livros como bibliografia para sua monografia de final de curso.

“A Leonice, que já se formou, fez o seu trabalho pegando emprestado estes livros aqui na Biblioteca Parque de Niterói”, disse a bibliotecária Carla Machado.

Fonte: O Fluminense











quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Niterói e Maricá farão estudos para construção de túnel que ligará Itaipu a Itaipuaçu






Anúncio foi feito durante encontro dos prefeitos de Niterói e Maricá

18/01/2017- A elaboração de estudos para a construção de um túnel ligando Itaipu, em Niterói, a Itaipuaçu, em Maricá, foi anunciada na tarde desta terça-feira (17.1) pelos prefeitos das duas cidades.

O chefe do Executivo niteroiense recebeu o prefeito de Maricá, Fabiano Horta, em seu gabinete e depois levou o colega para conhecer o túnel Charitas-Cafubá, o Centro de Operações do túnel, o Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) e o CCO Mobilidade.

O prefeito de Niterói informou que equipes das duas prefeituras irão fazer os estudos ao longo de 2017, e que a construção do túnel é um projeto de médio a longo prazo.

“No encontro de trabalho que tivemos hoje decidimos encarar esse desafio e iniciar os estudos para um projeto absolutamente viável de fazer uma ligação entre Niterói e Maricá. Com isso, essa região passará a ter uma perspectiva de forte desenvolvimento no futuro, com atração de investimentos e de negócios. Se Maricá se desenvolver de maneira equilibrada e sustentável, isso também é muito bom para Niterói , assim como o desenvolvimento de Niterói impacta Maricá. Estou muito otimista porque uma característica do nosso primeiro mandato foi realizar projetos esperados há muitos anos por Niterói. E agora, com o Fabiano, acredito que a gente vai tornar realidade projetos esperados há décadas por Niterói e por Maricá, como esse túnelligando Itaipu a Itaipuaçu”, afirmou.

O prefeito disse ainda que Niterói e Maricá são cidades-irmãs, com uma relação de muita proximidade, e que têm um fluxo diário de pessoas que se deslocam com razoável impacto nos dois municípios.

“O prefeito Fabiano está no seu primeiro mandato e é importante essa troca de experiências. Estou muito entusiasmado com as possibilidades de parcerias e de ações conjuntas entre as duas prefeituras em diversas áreas, como nas políticas sociais, nas ações relacionadas à mobilidade urbana e à gestão pública e, especialmente, no projeto do túnel que será muito importante para o desenvolvimento das duas cidades”, ressaltou Rodrigo Neves.

Fabiano Horta disse que foi um grande prazer encontrar as portas e janelas de Niterói abertas para a troca de experiências e informações.

“Esse movimento de aproximação para a construção de projetos em comum é um desafio da minha gestão e da gestão do prefeito Rodrigo, mas, acima de tudo, representa um salto para as cidades. Estou muito feliz com a prospecção desse projeto de construção de um túnel viário que ligue Maricá a Niterói. A região de Itaipuaçu é muito integrada à Região Oceânica de Niterói, mas precisamos consolidar isso do ponto de vista urbano e de mobilidade. Vamos construir equipes que possam gestar um processo concreto de realização. Niterói tem a expertise já construída nesse grande projeto do túnel Charitas-Cafubá, e agora estamos aqui planejando uma via concreta para o desenvolvimento da região como um todo”, disse o prefeito de Maricá.

Horta destacou que Niterói é uma cidade que ganha cada vez mais uma dinâmica de gestão com muita eficiência, de integração, com política social e o dedo presente do gestor no município.

“É para mim um grande prazer estar em Niterói. Conheci o sistema integrado de segurança pública, de mobilidade urbana, que vai transformar toda a Região Oceânica de Niterói, mas com impactos na cidade como um todo, e abri um diálogo objetivo com o prefeito Rodrigo com relação à questão da integração regional. Estamos num momento do país em que a gente precisa ter gestos largos e capacidade de enxergar além de nossas fronteiras. É preciso que as cidades se integrem para desenvolver efetivamente a região”, explicou o prefeito de Maricá.

Fonte: Prefeitura de Niterói








terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Niterói vai receber conferência internacional de sustentabilidade



O secretário-executivo de Niterói, Axel Grael, será um dos palestrantes do encontro. Foto: Evelen Gouvea/arquivo



Giovanni Mourão

Evento acontecerá entre os dias 19 e 21 de janeiro, no Campus Praia Vermelha, da UFF


Devido ao conjunto de iniciativas de integração entre o meio ambiente e o desenvolvimento urbano e social realizadas nos últimos anos, Niterói será a primeira cidade brasileira a sediar a Conferência Internacional de Sustentabilidade Ambiental, Cultural, Econômica e Social, que tem como objetivo discutir políticas de sustentabilidade. A 13ª edição do evento anual reunirá estudantes e especialistas do mundo todo e será realizada entre os dias 19 e 21 de janeiro de 2017, no Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Campus da Praia Vermelha.

O secretário-executivo de Niterói, Axel Grael, ressalta que o destaque da cidade no cenário sustentável internacional veio através de políticas sustentáveis e soluções inovadoras na infraestrutura urbana (PRO-Sustentável), mobilidade (TransOceânica, Niterói de Bicicleta, planejamento de VLT), planejamento e controle urbano, proteção dos ecossistemas (Niterói Mais Verde), saneamento e despoluição (Enseada Limpa).

“Todos esses programas são desenvolvidos num contexto de que Niterói é uma cidade de médio porte, mas localizada em uma das regiões metropolitanas mais complexas do Brasil. Tais fatos fazem da nossa cidade um espaço síntese dos problemas e das boas práticas para solucioná-los. Portanto, Niterói é um perfeito laboratório para especialistas do mundo todo se inspirarem nas reflexões e nas buscas de soluções para os centros urbanos”, afirma Grael.

Para o secretário, o reconhecimento internacional obtido pelas políticas ambientais promovidas em Niterói não é uma surpresa.

“Na agenda do saneamento, Niterói já tem uma das melhores performances do Brasil. Também já estamos chegando a quase 50% de nosso território protegido por unidades de conservação de áreas verdes, trazendo o ecoturismo e contribuindo para o desenvolvimento da cidade, explica.

Axel não será o único membro do governo de Niterói a participar da conferência. A Secretária de Urbanismo e Mobilidade, Verena Andreatta, apresentará uma palestra no evento, que também contará a presença de diversos professores da UFF, além de 150 participantes estrangeiros.

O congresso concentra palestras e apresentações de trabalhos técnicos, tendo como tema central “Caminhos para Sustentabilidade: Desafios e Oportunidades para o Estado e a Sociedade”. Posteriormente, as apresentações serão publicadas em livro pela editora Common Ground Publishing, que coordena a conferência e a comunidade de conhecimento On Sustainability.

As inscrições para a conferência estão abertas. Os temas que serão debatidos e outras informações estão disponíveis no site http://onsustainability.com/2017-conference.

Fonte: O Fluminense








segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

EDUCAÇÃO NA DINAMARCA: Livro investiga como o 'país mais feliz do mundo' cria seus filhos




Crianças dinamarquesas assistem à competição de vela: socialização é aspecto importante na formação de filhos no país - Reuters


por

Segundo autoras, raiz da satisfação na Dinamarca está na formação das crianças

RIO - Considerado o país mais feliz do mundo em três das quatro edições do Relatório Mundial da Felicidade, das Nações Unidas, a Dinamarca motiva investigações e suposições sobre as causas de tanta satisfação. No livro “Crianças dinamarquesas: o que as pessoas mais felizes do mundo sabem sobre criar filhos confiantes e capazes” (Fontanar), publicado em 18 países e recém-chegado no Brasil, as autoras Iben Sandahl e Jessica Alexander levantam uma hipótese: a raiz dessa felicidade está na forma como os filhos são criados.

Entre os preceitos dessa educação estão a liberdade com limites, formação cidadã e altas doses de “hygge” (pronuncia-se “ruga”), palavra dinamarquesa que define momentos de alegria com pessoas queridas, sejam amigos ou familiares, e é um estilo de vida, segundo o livro, que tem até um “juramento do hygge”. Iben é dinamarquesa e psicoterapeuta especializada em crianças e família, enquanto Jessica, com formação em Psicologia, é americana, casada com um dinamarquês e radicada na Itália. Ambas são mães, com dois filhos cada.

O GLOBO - Por que as crianças dinamarquesas são mais felizes?

Iben: Os dinamarqueses dão muita importância à socialização e à formação da criança como um todo, em vez de somente destacar suas notas e conquistas. Ensinamos ativamente a empatia, o que torna a criança capaz de levar uma vida autêntica, de se conhecer e agir a partir disso. As crianças dinamarquesas sabem que os desafios e problemas não as derrubam, porque não são poupadas disso na criação. A brincadeira também é considerada importante no aprendizado, mesmo com toda a pressão para ter as crianças engajadas em várias coisas que dão resultados mensuráveis. Não há nada a “realizar” numa brincadeira, e a personalidade da criança pode se desenvolver. Isto é um dos grandes motivos para nosso país ser o mais feliz do mundo.

Os pais dinamarqueses sabem dizer “não” para seus filhos?

Iben: Uma abordagem não disciplinadora da criação não significa que os limites não existam. Pelo contrário! Trata-se de estabelecer regras que criam um sentimento de segurança para a criança de uma forma respeitosa. Mas os conflitos de força podem ser algo difícil de evitar, apesar de tudo. Na Dinamarca, tentamos não entrar imediatamente nessas disputas.

Jessica: Dinamarqueses são muito bons em estabelecer limites, mas fazem isso com respeito e explicação. Não é fácil, mas costumo dizer que os dinamarqueses enxergam o papel de um pai ou uma mãe como um farol: eles enviam sinais consistentes, e as crianças devem aprender como navegar em suas vidas. A questão não é controlar, mas, sim, guiar.

Como é a relação das famílias com a tecnologia na Dinamarca?

Iben: As crianças usam celulares e tablets, mas não durante as refeições, por exemplo. Não podemos evitar as novas tecnologias, e esses aparelhos podem ser úteis como ferramentas pedagógicas ou até para acalmar a criança, se usados adequadamente. Mas insisto na importância dos momentos em que ninguém está ligado neles, todo dia. O cérebro das crianças precisa de paz, e os adultos precisam controlar e dar limites que façam sentido. Somos nós, os pais, que decidimos que tipo de família queremos ser.

Pais que vivem em países com condições socioeconômicas bem diferentes da Dinamarca podem, mesmo assim, aprender com o livro?

Jessica: Não moro na Dinamarca, mas uso a conduta dinamarquesa. É uma filosofia. Todos podem, por exemplo, dar a seus filhos mais tempo para brincar. Ensinar o valor da empatia, também. É claro que a qualidade de vida na Dinamarca, com toda sua estabilidade e benefícios, torna mais fácil aplicar esses ensinamentos, mas muitos podem ser adotados ao redor do mundo.

Você percebe diferenças na criação de filhos entre países que conhece?

Jessica: Sim, enormes! Vejo os Estados Unidos como extremamente competitivo e acadêmico: tudo precisa ser medido e classificado com notas. Na Dinamarca, o foco é no espírito colaborativo. Os alunos não recebem notas antes dos 13 anos. A Itália... Bem, a Itália não é muito moderna. Diria que o estilo da educação aqui está mais para o autoritário. Está ocorrendo um intenso debate, porque a França tornou a palmada ilegal (na Dinamarca, a palmada foi banida nos anos 90). E na Itália, a palmada ainda é amplamente aceita. Mas é bem marcante, por exemplo, a importância da família na sociedade.

Já viveu alguma situação diferente, no exterior, que chamou sua atenção sobre a criação dos filhos?

Jessica: Os italianos são muito protetores. Então, a abordagem dinamarquesa, de dar liberdade aos filhos, deixá-los cair e se sujar, é muito nova aqui. Quando eu saio com os meus filhos, os italianos acham que eles são completamente selvagens!

Leitores de outros países já demonstraram algum estranhamento?

Iben: A brincadeira livre é estranha para muitos. Deixe a criança ser criança e brincar mais! Isto é algo que temos feito há tempos. Com essa liberdade, a criança explora o mundo ao redor sem muita interferência dos pais e se desenvolve sem perceber, nos seus próprios termos. Assim, ela pode escolher o que fazer. Hoje em dia, os pais estão tão preocupados em programar tudo para os filhos que muitas crianças não têm a habilidade de tomar decisões.

Como é o apoio do governo à criação dos filhos na Dinamarca? E a divisão de tarefas entre pais e mães?

Iben: Você recebe apoio financeiro para ficar em casa quando tem um bebê recém-nascido. A gestante tem direito a uma licença de quatro semanas antes do parto, de 14 semanas após o nascimento, e uma licença que pode ser dividida entre o pai e a mãe, no total de 32 semanas. Muitos homens tiram proveito desse benefício, então é natural que pai e mãe se envolvam na vida da criança desde o começo.

Por que você acha que as pessoas ficam tão interessadas em livros sobre a criação de filhos em outros países?

Iben: Todos queremos que nossos filhos se tornem pessoas felizes e conscientes — e isto vai além das fronteiras. Portanto, buscamos informações de quem compartilhamos valores. O livro oferece uma filosofia que faz as crianças felizes.

Jessica: Com a globalização, percebemos que não somos afetados apenas por nossos pais, mas também pela nossa cultura.

Como sua família recebeu o livro?

Jessica: Independentemente de gostar ou não do livro, as pessoas discutem sobre ele. Minha família era muito autoritária. No início, meus pais foram resistentes ao livro, mas quando virou um best-seller, eles leram. E a nossa relação mudou. Nós implementamos o “juramento do hygge”, e isso transformou nosso convívio.

Fonte: O Globo