segunda-feira, 13 de junho de 2016

DEFESA ANIMAL EM NITERÓI: Animais adotados e monitorados por chip



O projeto começou em abril e, desde então, já foram microchipados 40 pets

Maria Inez Magalhães

Quem costuma frequentar o Campo de São Bento, em Icaraí, aos domingos já deve ter visto que tem novidade na campanha ‘Adotar é o bicho’ promovida pela Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade de Niterói. Agora, os animais que são adotados, além de ganhar uma família e muito amor, vão para casa com um microchip. Neles ficam todos os dados do cão e dos donos, o que possibilita encontrar seus responsáveis caso eles se percam, ou puni-los se tiverem abandonado o animal, esse, aliás, é o principal objetivo da ação.

Gostei dessa parte! De uma vez por todas, há pessoas que precisam entender que os animais não são coisas, não são descartáveis, e que há leis que punem os maus-tratos. Ah, e o projeto não é novidade apenas em Niterói. A microchipagem é pioneira também no estado.


O chip é inserido no dorso do animal na hora da adoção, no Campo de São Bento mesmo. Foto: Divulgação



O projeto é da Diretoria de Proteção Animal, subordinada à Secretaria de Meio Ambiente da cidade. A ação começou em abril e, desde então, já foram microchipados 40 pets adotados na feira.

Diretor da Proteção Animal, Marcelo Pereira da Costa explica que o microchip é inserido no dorso do animal, de forma subcutânea. O procedimento é feito ali mesmo, na feira, por veterinários, e Marcelo garante que não causa nenhum mal ao animal, pelo contrário. É uma maneira de protegê-lo do abandono e maus-tratos. E para saber tudo sobre o animal chipado é só passar o leitor ótico pelo corpo do animal.

O projeto adquiriu 500 microchips e Marcelo acredita que em um ano conseguirá que todos os eles sejam usados, o que significa 500 animais adotados e, óbvio, fora das ruas, do frio, longe da fome. Já pensou que maravilha?!

A microchipagem já é um serviço disponível para quem já tem pets, porém não é gratuito. O procedimento é feito em clínicas particulares e é uma maneira que os tutores têm de monitorar seus animais, caso eles fujam.

Fonte: O Dia Niterói








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