sábado, 27 de agosto de 2016

ENERGIA SOLAR: Mapa identifica potencial solar no Rio de Janeiro



Mapa Solar do Rio identifica potencial de geração de eletricidade nos telhados.


Parte do programa Rio Capital da Energia, estudo mapeou 1,5 milhão de telhados

O Governo do Estado lançou, na sexta-feira (26/8), o Mapa Solar do Rio de Janeiro. O aplicativo permite identificar o potencial de geração de eletricidade nos telhados da capital fluminense. O estudo, inédito no país, mapeou 1,5 milhão de telhados e mostra que o potencial de geração fotovoltaica nas áreas mapeadas é maior que o consumo residencial da capital. O aplicativo pode ser acessado através do site http://mapasolar.rio. O serviço possibilita visualizar dados como a irradiação solar e a área disponível em cada edifício da cidade.

Com o conhecimento do potencial do telhado, por exemplo, é possível calcular a economia na conta de luz com a instalação de um equipamento de energia fotovoltaica em casa. Isso porque, desde 2013, qualquer brasileiro pode conectar à rede elétrica um micro ou minigerador fotovoltaico e receber créditos na conta de luz pela energia excedente produzida.

O estudo foi criado no âmbito de um projeto de cooperação entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico; a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Governo Federal; o Instituto Pereira Passos, da Prefeitura do Rio de Janeiro; e a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.

O projeto integra a carteira do programa Rio Capital da Energia, cujo objetivo é mobilizar a sociedade e promover o debate sobre as fontes renováveis de energia e a eficiência energética, para tornar o Estado do Rio de Janeiro um centro de referência em inovação tecnológica, eficiência energética e sustentabilidade ambiental.
Dados tridimensionais

O mapa foi desenvolvido através de uma simulação 3D com base em dados tridimensionais do relevo e das construções (https://www.youtube.com/watch?v=Vc2bJSAfsvw), exceto em edificações em áreas de ocupação informal. Para o cálculo, foram escolhidos os dias com maior e menor insolação no ano de 2015.

Fonte: Governo do RJ








2 comentários:

  1. Podemos até gerar energia solar, eólica... mas a Light no RJ não sabe o que fazer com ela, não tem interesse. Não compra a energia dando desconto para o cliente. E armazenar energia em baterias é algo inviável economicamente. Falta dinamismo e empreendedorismo nos monopólios e empresas públicas brasileiras.

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  2. Niterói tem possibilidades semelhantes?

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