quarta-feira, 3 de setembro de 2014

PARCERIA NITERÓI DE BICICLETA + SETRERJ: vídeo educativo da Campanha "Motorista Amigo do Ciclista" - Episódio 1: "Respeite. Um carro a menos"






Publicado em 03/09/2014
         
A websérie quer estimular os condutores de ônibus a melhorar a relação com quem usa a bike no dia a dia das cidades. O primeiro episódio “Respeite um carro a menos” apresenta dados sobre os ciclistas, contextualiza a bicicleta como meio de transporte e mostra a importância da integração dos modais.


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Saiba mais sobre a campanha "motorista amigo do ciclista"

Lançado em Niterói o programa "Motorista Amigo do Ciclista"
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Acesse o Programa NITERÓI DE BICICLETA no Facebook: www.facebook.com/NiteroideBicicleta



ESCRITÓRIO DE GESTÃO DE PROJETOS DE NITERÓI: SEPLAG capacita profissionais da Prefeitura para a utilização do Sistema EGP-NIT


O QUE É O EGP-NIT

No início da atual gestão, o prefeito de Niterói Rodrigo Neves criou o EGP-Nit - Escritório de Gestão de Projetos de Niterói, instituído pela Lei 3023/2013, publicada em 23 de março de 2013, com a finalidade de:

I - elaborar o modelo de Gestão de Projetos do Município de Niterói;
II - identificar os entraves gerenciais que dificultam a execução dos projetos e apontar as soluções para contorná-los;
III - realizar a captação e intermediação do Município de Niterói com as fontes financiadoras de projetos da União, do Estado do Rio de Janeiro, dos bancos públicos, dos bancos multilaterais, das organizações internacionais e da iniciativa privada;
IV - a inscrição de todos os convênios com a união ou entidades federais no SICONV.

O EGP-Nit está sob a coordenação da Vice-Prefeitura, atuando na coordenação dos projetos estratégicos da Prefeitura, na articulação do trabalho dos órgãos da Prefeitura na elaboração de projetos transversais à estrutura formal e promovido a captação de recursos, principalmente junto ao Governo Federal.

Com a facilitação do EGP-Nit, já foram alcançados os seguintes resultados:
  • Captação de recursos para a construção da TransOceânica, projeto que trará soluções para a mobilidade da Região Oceânica de Niterói.
  • Negociação de recursos para projetos de mobilidade, incluindo o VLT Charitas-Centro.
  • Renegociação de contrato de empréstimo com o BID para investimentos de urbanização de comunidades, logística para o trânsito e melhorias no Centro de Niterói.
  • Captação de recursos para a Contenção de Encostas
  • Coordenação do Enseada Limpa - Projeto de Despoluição da Enseada de Jurujuba
  • Etc.
Estas iniciativas resultaram em recursos para Niterói da ordem de R$ 800 milhões. Além disso, o EGP-Nit supervisiona os projetos em execução, cuidando para que os procedimentos de prestação de contas e execução das obras sejam feitos conforme as normas e os compromissos conveniados, evitando que a Prefeitura volte à situação de inadimplência com o Governo Federal, situação esta encontrada no início da gestão e que perdurava há cerca de 5 anos, impedindo que a cidade tivesse acesso às fontes de recursos para as suas demandas de investimentos.

Credito o sucesso e o reconhecimento ao trabalho do EGP-Nit a toda a nossa equipe e ao apoio que temos encontrado do prefeito Rodrigo Neves e dos demais órgãos da Prefeitura.

Sabemos que estamos só começando e que ainda temos muito pela frente, mas estamos certos que estamos no rumo certo para modernizar a administração e permitir que Niterói tenha uma gestão pública com a qualidade que a sua população espera.

Axel Grael
Vice-prefeito de Niterói
Coordenador Geral do EGP-Nit


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O SISTEMA EGP-NIT

Para facilitar o gerenciamento dos projetos desenvolvidos na Prefeitura de Niterói, a equipe do EGP-NIT desenvolveu um sistema que passou a ser utilizado pelas demais órgãos da Prefeitura.

A SEPLAG-Niterói também utiliza o sistema para o acompanhamento e o acompanhamento das metas estabelecidas para cada órgão municipal no Planejamento Estratégico, coordenado por aquela Secretaria.


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SEMANA DE TREINAMENTO EGP-NIT NA SEPLAG-Niterói

Participantes da Semana de Treinamento EGPNit na SEPLAG!

A equipe de Planejamento está oferecendo aos servidores da Prefeitura o Segundo Módulo de Treinamento do Sistema EGPNit.

De acordo com a Subsecretária de Planejamento, Lucia Helena do Nascimento, todos estão vendo a importância do sistema EGPNit como ferramenta que organiza e acompanha as metas de 2014.

''Continuamos o trabalho! Estamos nos aprimorando no módulo de inserção de todas as ações de Governo para executarmos o monitoramento das metas. O apoio e a adesão da Prefeitura, como um todo, tem sido gratificante para a SEPLAG", informou Lucia Helena.
 
— com Lucia Helena Do Nascimento.


Fonte: SEPLAG-Niterói



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SAIBA MAIS SOBRE O EGP-NIT

Superintendente da Caixa diz que EGP de Niterói é considerado modelo
Aprovada a criação do Escritório de Gestão de Projetos
Lei 3023/2013, que institui o EGP-Nit

AÇÕES DO EGP-NIT

- Projeto PRODUIS (BID)
Prefeitura de Niterói estrutura-se para receber financiamento do BID
BID libera primeira parcela de financiamento e poderá apoiar VLT de Niterói
PREFEITURA ASSINA CONTRATO DE R$ 65 MILHÕES COM O BID PARA INVESTIR NA INFRAESTRUTURA DE NITERÓI

- Geoprocessamento
Sistema de última geração vai fazer o mapeamento de Niterói

SAIBA MAIS SOBRE O TRABALHO DA SEPLAG-NITEROI
http://www.seplag.niteroi.rj.gov.br/
https://www.facebook.com/seplagniteroi

Prefeitura de Niterói realiza o seu décimo encontro de gestores


AVANÇA O SANEAMENTO EM NITERÓI: Ilha da Conceição terá 100% de água e esgoto tratados


Nelson Gomes, Rodrigo Neves, Maria Célia Vasconcellos, Milton Cal e Dayse Monassa durante o anúncio.Foto: Divulgação / Luciana Carneiro


02/09/2014 - Os moradores da Ilha da Conceição vão ter 100% de água e esgoto tratados até o fim deste ano. O anúncio foi feito nesta terça-feira (2/9) durante reunião entre o prefeito da cidade e o superintendente da Águas de Niterói, Nelson Gomes, no Prefeitura Móvel do bairro.

Até o fim de 2014, a concessionária concluirá 13 quilômetros de redes coletoras de esgoto, beneficiando os cerca de 12 mil moradores da região e mais aproximadamente 11 mil trabalhadores de estaleiros instalados no bairro. Também no mesmo prazo, a capacidade de fornecimento de água será ampliada em 50%, permitindo o fornecimento contínuo para o local.

O investimento total da concessionárias é de R$ 20 milhões, em redes coletoras, de fornecimento de água, elevatórias, segundo adianta Gomes.

“Com esse investimento, até dezembro deste ano a Ilha da Conceição vai contar com sistema de coleta e tratamento de esgoto que será tratado no Centro. Assim, atingiremos a meta de universalizar a água tratada e a coleta e tratamento de esgoto, o que vai melhorar as condições ambientais do entorno do bairro e da Baía de Guanabara, pois muitas casas da região ainda têm sistema de fossas e ligações irregulares nas redes de água pluvial”, explica o prefeito.



Localização da Ilha da Conceição. Imagem Google Maps.


“Graças à negociação entre o prefeito e o governo do estado, que permitiu aumento da vazão de água para a cidade, a distribuição de água para toda a cidade melhorou muito. Com essa segunda etapa da melhoria dessa vazão, agora a Ilha da Conceição não terá qualquer problema de abastecimento”, antecipa Nelson Gomes.

Na reunião, também foi anunciado o recapeamento da Rua Mario Trilha e a Rua Nossa Senhora da Conceição, além de uma importante via de acesso ao morro do M.I.C. De acordo com o prefeito, serão investidos nesse projeto de recapeamento cerca de R$ 700 mil em recursos do município.

“São obras importantíssimas para o bairro e a cidade, que vão melhorar muito a vida dos moradores e dos trabalhadores dessa região”, comemora o secretário de Indústria Naval, Milton Cal.


Fonte: Prefeitura de Niterói




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SAIBA MAIS SOBRE O AVANÇO DO SANEAMENTO EM NITERÓI RUMO À META DE 100% DE ESGOTO TRATADO NA CIDADE:

Ilha da Conceição
Projeto "Prefeitura Móvel" começa na Ilha da Conceição

Investimentos de Niterói em saneamento
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Niterói é a cidade que mais protege a Baía de Guanabara

Saiba também sobre as iniciativas do programa Enseada Limpa:
PRIMEIROS TESTES DA ECOBARREIRA DO CANAL DE SÃO FRANCISCO, NITERÓI
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ENSEADA LIMPA - resultados de balneabilidade de Charitas são animadores
ENSEADA LIMPA: mutirão de limpeza na Grota do Surucucu é mais uma ação pela despoluição da enseada de Jurujuba
ENSEADA DE JURUJUBA LIMPA - despoluição começa a sair do papel



Projeto "Prefeitura Móvel" começa na Ilha da Conceição





Durante essa semana, prefeito vai despachar do local, onde se reunirá com secretários e atenderá o púbico

02/09/2014 - A Prefeitura de Niterói deu início na manhã desta terça-feira (2.9) a segunda edição do projeto “Prefeitura Móvel” no Centro Social Urbano (CSU) Marcolino Gomes Candau, na Ilha da Conceição.

Durante esta semana, o prefeito da cidade vai despachar do local, onde vai se reunir com secretários e atender ao público, ouvindo reivindicações e sugestões.

Na abertura do evento, o prefeito falou ao vice-prefeito Axel Grael, secretários municipais, comunidade e representantes do setor naval no bairro e anunciou algumas ações que serão desenvolvidas ao longo da semana como a inauguração da Biblioteca Popular Municipal Silvestre Mônaco, o recapeamento da Rua Nossa Senhora da Conceição e a posse do secretário de Indústria Naval, Milton Carlos Lopes, o Cal.

Neste primeiro dia do Prefeitura Móvel, o prefeito também percorreu ruas e visitou o Morro do Mic ao lado das secretárias de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa, e Executiva, Maria Célia Vasconcelos, além de representantes da Secretaria Municipal de Obras.

Durante a vistoria, o chefe do Executivo municipal solicitou à pasta de obras que sejam elaborados projetos para o Mic, além de ações na área de conservação.

Ainda nesta terça-feira, o prefeito fez duas reuniões com sua equipe no gabinete montado no CSU.

O prefeito destacou a importância do “Prefeitura Móvel” para a cidade.

“O Prefeitura Móvel é um projeto que se integra a vários outros cujo objetivo é aproximar o poder público das pessoas. Antigamente a população não via o prefeito que agora está em todas as regiões e bairros da cidade. E nada melhor que esse contato porque ninguém melhor que o próprio morador para apontar o que precisa ser feito. O Prefeitura Móvel será o pontapé inicial para uma série de iniciativas na Ilha da Conceição, ações essas que continuarão”, explicou.

Atendimento

O atendimento no Prefeitura Móvel está sendo feito das 9h às 17h. Os moradores passam por uma triagem inicial e suas demandas são encaminhadas paras as respectivas secretarias. Nesta terça-feira, houve atendimento das secretarias de Educação, Executiva, Saúde, Assistência Social e Direitos Humanos, Obras, Meio-Ambiente, Conservação e Serviços Públicos, além da Defesa Civil.

Uma das mais antigas moradoras da Ilha da Conceição, Laurinda Fernandes, de 93 anos, foi a primeira pessoa a ser atendida pelo prefeito e elogiou a iniciativa da nova administração da Prefeitura de ouvir a população.

“Isso é muito importante. Precisava falar com ele e não podia ir sozinha”, afirmou.

Como parte das atividades do “Prefeitura Móvel”, Rodrigo Neves vai visitar as obras do posto de saúde do bairro nesta quarta-feira (3.9) e terá encontros com representantes do setor naval.

A primeira edição do “Prefeitura Móvel” foi realizada em julho, no bairro do Caramujo, na zona norte. Na ocasião, foram tomadas uma série de medidas como o recapeamento de ruas, reforma de praça, apresentação de projetos de contenção de encostas, entre outras.

Fonte: Prefeitura de Niterói


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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Prefeitura apresenta projeto de drenagem e pavimentação a moradores da Fazendinha e do Cafubá






01/09/2014 - A Prefeitura de Niterói apresentou na noite da segunda-feira (1.9) o projeto de drenagem e pavimentação da Fazendinha e do Cafubá para os moradores dos dois bairros da Região Oceânica. As obras, que são uma reivindicação antiga da população, vão beneficiar 32 ruas das duas localidades, como investimento total previsto de R$ 39 milhões.

A reunião contou com a participação de aproximadamente 200 pessoas, entre elas presidentes de associações de moradores e representantes do Conselho Comunitário da Região Oceânica (CCRON). Também estiveram presentes ao clube AABB o vice-prefeito Axel Grael, a secretária Executiva Maria Célia Vasconcellos, o administrador regional da Região Oceânica, Carlos Boechat, além de representantes da Secretaria de Obras e da Emusa.

Após as obras, as ruas da Fazendinha e do Cafubá não sofrerão mais com inundações nos períodos de chuvas, problema que há décadas afeta a população local. O prefeito explicou que o processo de liberação da parte dos recursos que são do governo federal está em fase de conclusão.

“Vamos lançar a licitação este mês e a nossa expectativa é que as obras comecem ainda este ano, com prazo de conclusão de seis meses. Viemos aqui para apresentar o projeto e ouvir os moradores. Essa é uma prática da nossa gestão de, permanentemente, conversar com a população, ouvir sugestões, propostas, críticas e dialogar sobre as ações que a atual administração tem implementado na cidade”, explicou o prefeito.

Após a apresentação do projeto, os moradores puderam fazer perguntas, tirar dúvidas e apresentar sugestões.

Maior programa de infraestrutura já realizado na Região Oceânica

As obras na Fazendinha e no Cafubá integrarão a segunda etapa do amplo programa de drenagem e pavimentação implantado pela Prefeitura de Niterói na Região Oceânica desde 2013. Nessa fase haverá investimentos de recurso federais e também próprios do município.

Em parceria com governo estadual foram realizadas as intervenções da primeira etapa do programa. Em Piratininga as obras já foram finalizadas e, até o fim do ano, serão concluídas as ruas do Bairro Peixoto e do Maravista, em Itaipu, num investimento total de mais de R$ 100 milhões (R$ 20 milhões da prefeitura e R$ 80 milhões do Estado).

O objetivo da Prefeitura de Niterói é beneficiar 140 ruas na região até o fim deste ano e pavimentar todas vias até 2016.

Fonte: Prefeitura de Niterói


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O que o desmatamento tem a ver com sua torneira?


Árvore de Ipê florescendo no meio da floresta Amazônica. Foto: © Greenpeace / Daniel Beltrá


Amazônia. Esse é o nome da maior floresta tropical do mundo. Ocupa 5% solo do planeta e mais da metade dela (65%) está dentro de nosso país.

De todos os seus tesouros, dois chamam muito a atenção em tempos de racionamento de água muitas cidades do Sudeste: essa floresta possui cerca de 25 mil rios e estoca aproximadamente 12% de toda a água possível de consumo da terra. E é responsável, em boa parte, pela água que sai da sua torneira.

Isso porque mais de 70% das chuvas que caem em São Paulo no período em que os reservatórios do Estado são abastecidos vêem da Amazônia. As árvores transportam a água do solo até a atmosfera, num ritual de tirar água do depósito abaixo do chão e transpirá-la para virar nuvem. Quanto maior o desmatamento, menor o número de árvores que desempenham esta função. Assim, a água do solo não vai para a atmosfera, e a água da chuva não é retida pelas árvores no solo, escorrendo sem barreiras para os rios e oceanos. Por isso que o desmatamento da floresta afeta nossa vida aqui nas grandes cidades do País– e vai afetar cada vez mais. Reportagem do Fantástico tratou disso no último domingo.

É graças aos serviços que a floresta nos presta que temos a abundância de água também para ativar os geradores das usinas hidrelétricas, responsáveis por 85% da energia que ilumina a casa dos brasileiros. A Amazônia está presente no nosso dia a dia, da luz que se acende na periferia ao PIB agrícola do sudeste. Os serviços da floresta ajudam a todos, de forma democrática e gratuita. Mas estamos longe de retribuir.

Diariamente dizimamos a floresta de forma descontrolada e desnecessária. Ano passado derrubamos mais de 5.800km2, área equivalente à quatro vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro, ou mais que um campo de futebol por minuto. No total já se foram mais de 750.000km2 de floresta, área equivalente a Portugal, Itália e Alemanha juntos.


Desmatamento no Estado do Pará. Foto: © Rodrigo Baleia / Greenpeace

Não desmatamos para produzir alimentos, pois já temos áreas abertas no país em quantidade suficiente para dobrar nossa produção de alimentos sem precisar derrubar mais nenhum hectare de floresta.

Não sabemos se a mudança no padrão do clima e das chuvas vão dizimar a vida da terra. Mas vão torná-la mais difícil. A prologada escassez que estamos enfrentando no estado de São Paulo é um prenúncio disso. E cabe a nós mudarmos essa história. Precisamos mostrar que não estamos de acordo com o absurdo que está acontecendo nas nossas florestas. Assine pelo Desmatamento Zero e Junte-se a nós.

* Publicado originalmente no site Greenpeace.


Fonte: Envolverde




Descoberta de 15 sítios arqueológicos em obra da rodovia BR 101


Em Casimiro de Abreu foram encontradas louças do final do século XIX. Foto: Divulgação


Durante obras de duplicação da BR-101, também foram encontradas áreas de ocupação histórica em Rio Bonito, Casimiro e Silva Jardim

A Autopista Fluminense, empresa do Grupo Arteris responsável pela administração da BR-101 entre Niterói e a divisa com o Espírito Santo, identificou a existência de 15 sítios arqueológicos e 34 áreas de ocupação histórica durante as obras de duplicação da rodovia nos municípios de Silva Jardim, Casimiro de Abreu e Rio Bonito. As descobertas foram registradas em mapas culturais que começaram a ser entregues ontem em eventos nos municípios.

O trabalho é parte do Programa de Educação Patrimonial promovido pela Arteris. A iniciativa tem como a missão de fazer com que a população possa repensar o próprio cotidiano, assim como as relações sociais e sua paisagem, a partir de um maior reconhecimento e valorização das características de cada localidade.

“O mapa cultural vai além de mostrar o patrimônio material. Também tivemos o cuidado de registrar e reavivar o patrimônio imaterial da região. Para isso, desenvolvemos um processo colaborativo, no qual recuperamos a memória das pessoas, com as suas fábulas, contos, mitos e outras representações folclóricas”, explica o coordenador de Meio Ambiente da Autopista Fluminense, Marcello Guerreiro.

Um dos destaques do mapeamento arqueológico realizado pela Autopista Fluminense é o Sítio Arqueológico Surucucu, em Silva Jardim, no qual foram localizados vestígios de uma fazenda do final do século XIX representativa da cultura cafeeira. No espaço existe um pátio de secagem de café, muro de fundação da sede e aqueduto com tanque. Também foram encontrados vestígios de pedra lascada.

Em Casimiro de Abreu existe o Sítio Arqueológico Jiló, no qual foram localizados vestígios de louças, vasilhames cerâmicos e vidros associados ao final do século XIX e início do XX. Peças relacionadas com a ocupação indígena também foram encontradas. Em Rio Bonito, muito próximo à BR-101/RJ, está o Sítio Arqueológico Kraftig, com artefatos de pedra lascada típicos do período pré-colonial.

“A ação é parte do compromisso de responsabilidade ambiental e social da Autopista Fluminense e do Grupo Arteris. Nosso objetivo com essa e outras ações é que o desenvolvimento proporcionado pela duplicação da rodovia seja acompanhado de preservação do patrimônio histórico e da memória”, afirma o diretor superintendente da concessionária, Odilio Ferreira.

O levantamento de sítios arqueológico e áreas históricas e o mapeamento cultural fazem parte dos requisitos para o licenciamento ambiental da duplicação da BR-101/RJ. As medidas foram definidas junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Contrato – A duplicação de 176,6 quilômetros da BR-101/RJ, entre Rio Bonito e Campos dos Goytacazes, é a maior obra do contrato de concessão assinado entre a Autopista Fluminense e o Governo Federal. A obra vai proporcionar um acesso com mais segurança e fluidez aos usuários em uma região de polos turísticos importantes, como a Região dos Lagos, Serrana, Norte Fluminense e as praias do sul capixaba.

Fonte: O Fluminense


Prefeitura inaugura Umei no Barreto


O prefeito Rodrigo Neves percorreu instalações da Umei Jacy Pacheco, inaugurada ontem no Buraco do Boi, no Barreto. Foto: Divulgação / Luciana Carneiro


Unidade de Educação Infantil Jacy Pacheco, na comunidade Buraco do Boi, tem capacidade para atender 560 alunos

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, inaugurou ontem a Unidade Municipal de Educação Infantil (Umei) Jacy Pacheco, na comunidade Buraco do Boi, no Barreto, na Zona Norte da cidade. É a décima Umei inaugurada pelo programa “Mais Infância”, uma parceria entre o município e o Governo Federal, cujo objetivo é a expansão da educação infantil em Niterói. Até o fim de 2016, a meta é chegar a 20 novas creches.

A Umei Jacy Pacheco, que funcionará em um antigo Ciep e em período integral, tem capacidade para atender 560 alunos, sendo 160 de educação infantil para crianças de dois a seis anos e outros 400 para o ensino fundamental (1º e 2º ciclos). As aulas de educação infantil começam na semana que vem. Já o ensino fundamental somente em 2015.

A creche possui 16 salas de aula, sala de artes, sala de recursos e sala multimeios, além dos laboratórios de Informática e de Ciência. Conta ainda com sala de leitura, auditório, parque, biblioteca, refeitório e duas quadras poliesportivas. O projeto prevê ainda a climatização de todas as dependências e condições de acessibilidade para alunos com necessidades especiais.




O prefeito Rodrigo Neves afirmou que a inauguração da Umei do Barreto reforça o compromisso do governo em cuidar dos que mais precisam.

“Niterói será a primeira cidade da Região Metropolitana do Rio de Janeiro com todas crianças na educação infantil. Temos uma visão holística e integrada da nossa cidade e das políticas públicas. A educação é uma ferramenta poderosa para elevar a qualidade de vida e para prevenção à violência. As mães terão a oportunidade de procurar um emprego e as crianças frequentando escola de boa qualidade. Se temos uma escola de educação infantil de qualidade, temos um bom desempenho no ensino fundamental e no médio. O Maruí Grande e a comunidade Buraco do Boi há anos abandonados mereciam esse investimento”, disse.

A secretária municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, Flávia Monteiro de Barros, afirmou que a história da educação em Niterói está sendo reescrita. “Estamos reescrevendo a história da educação em Niterói. Neste Ciep temos um belo projeto de educação integral, com qualidade, infraestrutura física e pedagógica e recursos humanos adequados”, opinou.

Além de destacar a importância do equipamento para a população, o presidente da Fundação Municipal de Educação, José Henrique Antunes, pediu apoio dos pais.

“A presença dos pais diariamente na escola, conversando com os professores e coordenadores vai garantir o aprendizado dos filhos”.

O presidente da Câmara de Niterói, vereador Paulo Bagueira, afirmou que a inauguração da creche é a realização de um sonho.

“Há anos, a principal pauta desta comunidade era essa creche. Hoje, o compromisso está sendo realizado”, disse.

O presidente da Associação dos Moradores do Buraco do Boi, Pedro Almeida, afirmou que a luta pela creche era antiga.

“Tem 15 anos ou mais que vinha lutando pela creche. A escola vai ser o cartão-postal da comunidade. É uma obra de primeira”, disse.

Além da Umei do Buraco do Boi, já foram inauguradas creches nos bairros do Fonseca (Vila Ipiranga e Magnólia Brasil), Caramujo, Maceió, Sapê, Itaipu, Santa Rosa e Jacaré (Piratininga) e também no Centro da cidade.

A universitária Melissa Cândido comemorou a inauguração da escola.

“Estou muito feliz. Agora vou poder deixar minha filha de dois anos em um local seguro para poder estudar”, contou.


Fonte: O Fluminense


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OUTRAS AÇÕES NA ÁREA DE EDUCAÇÃO:
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Prefeitura de Niterói apresenta projeto de Pavimentação e Drenagem da Fazendinha e Cafubá, na Região Oceânica






Com a presença do prefeito Rodrigo Neves, participamos de reunião com a comunidade do Cafubá e Fazendinha, na Região Oceânica de Niterói, para apresentar detalhes do Projeto de Pavimentação e Drenagem de praticamente todas as ruas do bairro.

Os moradores tiveram a oportunidade de fazer perguntas diretamente ao prefeito Rodrigo Neves a aos membro da sua equipe que esclareceram dúvidas sobre a obra, o seu cronograma e outros detalhes.

Também foram discutidos temas como:




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SAIBA MAIS SOBRE AS AÇÕES DA PREFEITURA NA REGIÃO OCEÂNICA DE NITERÓI:

PRO-SUSTENTÁVEL (Programa Região Oceânica Sustentável)

PROJETO REGIÃO OCEÂNICA SUSTENTÁVEL: Niterói recebe primeira missão oficial do CAF 
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TransOceânica

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TRANSOCEÂNICA: início de um novo tempo na mobilidade de Niterói
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TRANSOCEÂNICA: CÂMARA AUTORIZA PEDIDO DE EMPRÉSTIMO PARA MOBILIDADE URBANA
AXEL GRAEL E SECRETÁRIOS EXPLICAM PROJETOS DE MOBILIDADE NA CÂMARA DE VEREADORES
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PARNIT, PARQUE DA CIDADE E PROGRAMA NITERÓI MAIS VERDE

Parque da Cidade receberá 10 mil mudas em projeto de reflorestamento
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Prefeitura de Niterói anuncia PARNIT: áreas de interesse ambiental serão protegidas
Mudanças à vista: Parque da Cidade vai passar por reformas

Niterói de Bicicleta

CICLOVIAS: OS AVANÇOS DO PROGRAMA NITERÓI DE BICICLETA



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Diversidade genética em áreas restauradas de Mata Atlântica surpreende pesquisadores

 
 
Parâmetros encontrados são semelhantes aos de remanescentes florestais. Análise teve como foco quatro espécies de plantas com potencial fitoterápico (foto: divulgação/APTA).

Ao comparar a diversidade genética vegetal de três remanescentes florestais de Mata Atlântica com a de duas áreas em processo de restauração, todas no interior de São Paulo, pesquisadores da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) não observaram diferença significativa na maioria dos parâmetros analisados.

Apenas em termos de riqueza alélica (número de alelos diferentes para uma mesma região do genoma) e de riqueza de alelos privados (exclusivos de uma determinada população) as porcentagens encontradas nas áreas nativas foram maiores em relação às reflorestadas.

A análise, realizada com apoio da FAPESP, foi centrada em quatro espécies com potencial fitoterápico: araribá (Centrolobium tomentuosum, anti-inflamatório e anti-leishimania), cabreúva (Myroxylon peruiferum, antibiótica e analgésica), guaçatonga (Casearia sylvestris, anticancerígena) e pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha, antioxidante).

Os dados foram apresentados pela pesquisadora Maria Imaculada Zucchi, da APTA, durante a 7ª Reunião de Avaliação do Programa BIOTA-FAPESP, realizada em São Paulo no dia 7 de agosto.

“A diversidade genética está diretamente relacionada com a longevidade de uma população e com a sua capacidade de evoluir em resposta a mudanças ambientais. No entanto, há algumas décadas, os projetos de restauração foram implantados com alta diversidade interespecífica [muitas espécies diferentes], mas pouca ou nenhuma atenção foi dada à diversidade intraespecífica [sementes oriundas de poucas matrizes de cada espécie]. Por esse motivo o resultado do estudo nos surpreendeu”, disse Zucchi.

O uso de sementes coletadas de um pequeno número de matrizes, explicou a pesquisadora, pode restringir a base genética nas áreas de restauração florestal, resultando em uma população constituída de plantas aparentadas.

“Inicialmente, não se observa nenhum problema. Contudo, ao chegar à fase reprodutiva, haverá grande número de cruzamentos entre indivíduos aparentados, causando a endogamia e podendo aumentar a frequência de alelos deletérios ou letais nessas populações, levando-as à diminuição ou ao declínio”, explicou Zucchi.

Outra consequência da utilização de plantas com base genética restrita em áreas de reflorestamento é o chamado “efeito fundador”, ou seja, o estabelecimento de uma nova população formada por um pequeno número de genótipos.

Para verificar se áreas reflorestadas de São Paulo estavam sofrendo com esse fenômeno, os cientistas da APTA e alunos do programa de Pós-graduação em Genética e Biologia Molecular do Instituto de Biologia (IB) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) coletaram amostras das quatro espécies fitoterápicas na região de Cosmópolis, em processo de restauração há 54 anos, e em Iracemápolis, em restauração há 24 anos.

Também foram feitas coletas nos remanescentes da Estação Ecológica de Caetetus, ligada ao Instituto Florestal e situada na região de Gália; na Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento de Tietê (UPD-Tietê), da APTA; e na Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) Mata de Santa Genebra, no município de Campinas.

Ao todo, foram coletadas 414 amostras de araribá, 182 de cabreúva, 546 de guaçatonga e 394 de pau-jacaré. Desse total, foram selecionadas 20 matrizes produtoras de sementes de cada espécie com o intuito de estudar a taxa de cruzamento. O passo seguinte foi fazer a extração de DNA das amostras, a genotipagem – por um método semelhante ao usado nos testes de paternidade humanos – e o cálculo das frequências dos diferentes alelos encontrados.

De acordo com Zucchi, não houve diferença significativa entre as áreas estudadas na maioria dos parâmetros de diversidade genética – que leva em conta vários fatores populacionais como, por exemplo, o número de indivíduos heterozigotos encontrados.

Uma diferença pequena foi encontrada nas porcentagens de riqueza alélica. No caso da guaçatonga, os números foram 64% nas áreas naturais e 36% nas áreas restauradas. Para a cabreúva, as porcentagens foram de 54% e 46%, respectivamente. Para o araribá, foram 52% e 48% e, para o pau-jacaré, 56% e 44%.

Os pesquisadores também compararam os valores dos chamados alelos privados – aqueles que são exclusivos da população estudada. Nesse caso ficou mais evidente a discrepância entre áreas sendo que, para a guaçatonga, as porcentagens foram 92% nos remanescentes em relação a 8% nas áreas restauradas. No caso da cabreúva, as porcentagens foram 74% e 26%, respectivamente. Para o araribá foram 70% e 30% e, para o pau-jacaré, 68% e 32%.

Uma possível explicação para a pouca variação nos parâmetros de diversidade genética seria a ocorrência de fluxo de genes de remanescentes para as áreas reflorestadas próximas – processo que, segundo Zucchi, ficou evidente ao analisar os dados da cabreúva.

“Os indivíduos jovens das áreas restauradas possuíam alelos que não eram comuns aos indivíduos adultos da mesma área, mas eram semelhantes aos alelos encontrados em adultos de remanescentes florestais próximos, sugerindo a ocorrência de fluxo gênico da área natural para a restaurada”, comentou a pesquisadora.

O estudo da taxa de cruzamento mostrou que as espécies estudadas apresentam sistema misto de cruzamento, ou seja, podem tanto se autofecundar (autogamia) quanto cruzar com outros indivíduos da mesma espécie (alogamia). A exceção foi o araribá, que apresentou tendência à alogamia.

“Ao elaborar um projeto de conservação, uma das primeiras coisas a serem estudadas é a taxa de cruzamento, para entender como as espécies se reproduzem. Isso é importante, por exemplo, para calcular quantas matrizes diferentes serão utilizadas em uma determinada área a fim de garantir a diversidade genética necessária”, explicou Zucchi.

Genômica populacional

Nas últimas décadas, segundo Zucchi, a restauração florestal deixou de constituir o simples plantio de árvores para recobrir uma área desmatada, transformando-se na ciência que visa a reconstruir interações ecológicas complexas em comunidades vegetais degradadas pelas ações antrópicas.

Em artigo publicado no Journal od Biotechnology and Biodiversity, pesquisadores da APTA e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) discutem como os conceitos de genética de populações podem contribuir para tornar as políticas de restauração ainda mais eficientes.

“Indicadores de diversidade genética de populações, associados a outras ferramentas de conservação, são importantes para que consigamos implantar áreas reflorestadas com os níveis mínimos de riqueza alélica e de diversidade genética, que auxiliarão a conexão de remanescentes naturais, restaurando os processos ecológicos e garantindo ecossistemas funcionais, biologicamente viáveis e perpetuados no tempo”, opinou Zucchi.

Por Karina Toledo, da Agência FAPESP, no EcoDebate, 01/09/2014


Fonte: ECOdebate