quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Publicação - NEGOCIAÇÃO E ACORDO AMBIENTAL: o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) como forma de tratamento dos conflitos ambientais
Você sabe o que é o TAC e qual é a relação dele com conflitos ambientais?
O livro “Negociação e acordo ambiental: o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) como forma de tratamento dos conflitos ambientais” busca entender as formas como os TACs são desenvolvidos na prática, ou seja, suas contradições e qual a lógica que permeia sua formulação e aplicação, desvelando também as especificidades e qual o papel dos atores envolvidos, sejam os órgãos do Estado, as empresas e os diretamente afetados.
Baixe o pdf do livro na íntegra (http://migre.me/t4ATJ) ou solicite um exemplar por e-mail:
info@br.boell.org
O livro foi editado em parceria com a Ong FASE e Ettern
Fonte: Fundação Heinrich Böll Brasil
NITERÓI DE BICICLETA: Site do Programa Niterói de Bicicleta entra no ar nesta quinta-feira
A partir desta quinta-feira (25.2), os ciclistas de Niterói terão à disposição mais um canal de comunicação e informação: o site do Niterói de Bicicleta (www.niteroidebicicleta.rj.gov.br), programa desenvolvido pela Prefeitura de Niterói que tem como principal objetivo estimular a cultura cicloviária na cidade. Criado em 2013, o Programa Niterói de Bicicleta é um dos 32 projetos estruturadores definidos no plano estratégico municipal Niterói que Queremos.
Niterói, assim como várias cidades de médio e grande portes ao redor do mundo, tem investido nos últimos anos em políticas sustentáveis e inteligentes para reduzir o congestionamento em suas ruas. Além da reestruturação e modernização do seu sistema de transportes públicos, o incentivo ao uso da bicicleta como alimentadora deste sistema, como efetivo meio de locomoção para curtas e médias distâncias, e para atividades de lazer, tem norteado os projetos de mobilidade elaborados atualmente pelo poder público local.
No site, os internautas poderão conhecer detalhes do programa, que está estruturado a partir de dois principais pilares:
- infraestrutura cicloviária e
- cultura e educação cicloviárias.
As ações relacionadas à construção da infraestrutura voltada para as bicicletas podem ser também visualizadas através de um mapa dinâmico que indica a localização exata das ciclovias e ciclofaixas existentes e dos bicicletários instalados pela Prefeitura de Niterói, incluindo o número de vagas em cada localidade. Hoje a cidade conta com 30 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas, dos quais 15 quilômetros foram construídos pela atual gestão municipal. Até o final de 2016, a meta da prefeitura é dobrar essa malha e chegar aos 60 quilômetros
O Niterói de Bicicleta também organiza e apoia diversos projetos, campanhas educativas e ações, listados no site, que buscam despertar o interesse da população do município para o tema cicloviário.
Isabela Ledo, coordenadora do Programa Niterói de Bicicleta, informa que o site disponibiliza ainda notícias, agendas de eventos e uma área de biblioteca em que é possível se informar sobre legislação de trânsito, relatórios e pesquisas e um glossário com os termos usados no ciclismo. Nessa sessão foram também disponibilizadas para download algumas cartilhas com dicas bastante úteis para os ciclistas.
“O site do Niterói de Bicicleta será uma importante ferramenta não só de divulgação do trabalho que estamos desenvolvendo desde 2013 como também uma fonte de informações bastante relevantes sobre o tema cicloviário. A ideia é que o site cresça com o tempo, de acordo com a demanda dos visitantes, que poderão mandar sugestões e críticas através do e-mail niteroidebicicleta.info@gmail.com”, disse Isabela Ledo.
Fonte: Prefeitura de Niterói
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UMA NOVA ERA CHEGA AO PORTO DE NITERÓI
Texto: Anderson Carvalho
Foto: Divulgação
O Porto de Niterói consolidou ontem a sua autonomia, tornando-se um porto completo, com a posse dos integrantes do Conselho de Autoridade Portuária. O órgão, formado por 16 pessoas, entre representantes dos governos federal e estadual, da Prefeitura de Niterói, de empresários do setor naval e offshore, sindicatos da área e trabalhadores, vai permitir que seja desassoreado e receba autonomia alfandegária e aduaneira. Ou seja, embarcações poderão atracar nele, fazerem registro de mercadorias e serviços e propiciar que o município arrecade mais Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). O evento ocorreu na sede do Porto.
Entre os representantes da Prefeitura no CAP estão os secretários Luiz Paulino Moreira Leite (Indústria Naval) e Fabiano Gonçalves (Desenvolvimento Econômico), que será o suplente dele. O órgão será presidido por Marcos Mesquita Mendes, designado para função pela Secretaria de Portos da Presidência da República em 17 de dezembro passado, junto com os demais membros do CAP. “Um dos objetivos do CAP é promover o desassoreamento e aumentar a eficiência do Porto, para que ele possa receber mais embarcações e gerar mais renda e empregos ao município. Faremos nova reunião no final de março para discutir a questão da dragagem do local. Até o final da semana será contratada empresa para fazer o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima), e fazer a obra”, explicou Mendes.
Segundo Luiz Paulino, 70% das embarcações que vêm à Baía da Guanabara atracam no Porto de Niterói, mas o registro sempre foi feito no Porto do Rio e por isso, a capital arrecadava o ISS. A autonomia irá mudar isso. “O CAP vai interceder para o desassoreamento ser feito e assim, termos condições de receber mais navios. A autonomia alfandegária e aduaneira vai permitir ainda que os registros dos navios sejam feitos aqui”, explicou o secretário.
Para Fabiano Gonçalves, a autonomia vai possibilitar novos contratos e geração de mais empregos no município. “Com o CAP-Niterói as empresas do setor naval e offshore terão tratamento diferenciado. Niterói terá uma arrecadação muito grande de ISS. Para a contratação da empresa que fará o EIA-Rima, a Prefeitura se comprometeu em arcar com uma parte e as empresas, com outra”, explicou o secretário.
Fonte: A Tribuna
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Começa em abril Rotativo no polo gastronômico de Icaraí
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| Expectativa é que essas e todas as outras vias tenham o serviço com mais de 1 mil vagas Divulgação / Prefeitura de Niterói |
Vinícius Rodrigues
No trecho entre Lopes Trovão e Domingues de Sá, sistema de estacionamento terá início em março
O polo gastronômico de Icaraí, que compreende os comércios localizados no quarteirão das ruas Nóbrega com Mariz e Barros, vai receber a implantação do sistema rotativo de vagas na primeira quinzena de abril. Segundo informou a Prefeitura de Niterói, a expectativa é que essas e todas as outras vias do bairro sejam plaqueadas e tenham o serviço com mais de 1 mil vagas funcionando até o dia 14 de abril.
Enquanto o serviço ainda não acontece nessas vias, a partir do próximo dia 7 será de plaqueamento e panfletagem pelo bairro. A Prefeitura de Niterói informou que a partir do dia 14 do próximo mês começará a funcionar o serviço nas ruas Lopes Trovão, Herotides de Oliveira, Miguel Couto e Domingues de Sá, entre a Avenida Roberto Silveira e a Rua Santa Rosa.
Além disso, nas ruas Ministro Otávio Kelly, Nóbrega, João Pessoa e Geraldo Martins, entre as ruas Lopes Trovão e Domingues de Sá.
Por meio de nota, a Niterói Rotativo informou que posteriormente as vias acima, atenderá ao pedido da Prefeitura de começar gradativamente a explorar o serviço no polígono compreendido entre a Rua Dr. Paulo César, a Avenida Roberto Silveira, a Avenida Almirante Ary Parreiras, Avenida Padre Francisco Lanna, Rua Santa Rosa, fechando o polígono com a Rua Doutor Paulo César.
Flanelinhas – Para os moradores e comerciantes do Jardim Icaraí, o estacionamento rotativo, que terá a cartela custando R$ 3,50 pelo período de duas horas, é bem-vindo. Eles alegam que isso vai coibir a ação de flanelinhas no local, sobretudo aos finais de semana.
“À noite a atuação de flanelinhas é bastante comum na João Pessoa, Mariz e Barros e na Rua Doutor Leandro Mota. O pior é que não há um padrão, eles cobram o valor que quiserem, desde R$ 5 até R$ 10. Um absurdo”, disse um comerciante da região.
A Niterói Rotativo também informou que a implantação do serviço vai coibir crimes no local e que “Estarão sendo realizadas reuniões para planejamento de suporte à implantação, uma vez que o índice de delitos na área é alarmante”, destacou a nota.
Fonte: O Fluminense
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
FERRAMENTA CALCULA VALOR DOS SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS DE FLORESTA URBANA
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| Software quantifica o valor econômico que a vegetação do Parque do Ibirapuera devolve a São Paulo. Foto: Wikimedia Commons |
Da Assessoria de Comunicação Institucional da FSP
Pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP avalia a utilização do software i-Tree, uma ferramenta inovadora que quantifica o valor econômico que a vegetação do Parque do Ibirapuera pode devolver à cidade de São Paulo. O trabalho do administrador de empresas Fernando Antonio Tolffo propõe a valoração das áreas verdes livres e dos parques urbanos como recurso que integre estratégias para o desenvolvimento da qualidade ambiental das cidades. O estudo também destacou a importância e efetividade das florestas urbanas e áreas verdes na redução os impactos causados pela urbanização acelerada.
O i-Tree é um software desenvolvido pelo USDA Forest Service, nos Estados Unidos, e uma equipe de colaboradores institucionais, sendo revisado periodicamente. “Ele proporciona o dimensionamento e a valoração de vários serviços ecossistêmicos, ou, para alguns, ambientais, proporcionados pela vegetação arbóreo-arbustiva presente nas cidades”, afirma o Tolffo. “São utilizadas uma grande série de dados atmosféricos e fitossociológicos, que foram obtidos em diversas instituições de pesquisa, adaptados e transferidos para processamento pela equipe do i-Tree nos Estados Unidos”.
De acordo com Tolffo, as árvores urbanas exercem as mesmas “funções” de suas congêneres no campo. “Agrupadas ou isoladas, elas favorecem a redução do escoamento das águas pluviais, melhoram a qualidade do ar pela filtragem e absorção dos poluentes atmosféricos considerados no estudo, sequestram CO2, favorecem a economia de energia e as propriedades próximas a áreas verdes são normalmente mais valorizadas, além de questões vinculadas à melhoria do microclima, como as ilhas de calor”, aponta.
“São esses os serviços ecossistêmicos, aspectos que podem ser conhecidos e valorados a partir da aplicação do i-Tree, tanto em pequenas áreas verdes livres como para o total da vegetação remanescente em uma metrópole”.
Serviços ecossistêmicos
A pesquisa utilizou o Parque Ibirapuera como um microcosmo para, utilizando o ITree, fazer o levantamento dos serviços ecossistêmicos proporcionados por uma área verde inserida no meio urbano. “O estudo demonstra que as 14.334 árvores do Ibirapuera consideradas na análise retinham em 2011, por exemplo, 8.740 toneladas (t) de carbono e mantém absorção anual de 76,3 t”, aponta o administrador. “Além do carbono, conseguimos verificar a quantidade de monóxido de carbono (CO), ozônio (O3), óxido nítrico (NO2), material particulado (PM10 e PM 2,5) e dióxido de enxofre (SO2) removida pelo conjunto das árvores do Ibirapuera”.
O pesquisador aponta que os valores obtidos na pesquisa são extremamente conservadores, “haja vista algumas limitações com que fomos confrontados e ter sido analisada apenas a população arbórea, neste primeiro estudo”. O trabalho adotou valores monetários fornecidos pelos Estados Unidos, devido ao desconhecimento da existência de mercado equivalente no Brasil. “Por exemplo, chegou-se a R$ 11.080,37 o valor de remoção do O3 durante um ano. Em compensação, a remoção do CO foi valorada em R$ 133,44/ano. Evidentemente, as cotações poderão futuramente serem nacionalizadas”, ressalta Tolffo.
“É uma experiência que revelou-se satisfatória quanto aos seus objetivos e passível de ser replicada às cidades brasileiras independentemente do porte, podendo ser utilizada como uma ferramenta em políticas públicas voltadas à sustentabilidade urbana”, assinala o administrador, “bem como na nem tão utópica eventualidade dos serviços ecossistêmicos e o patrimônio natural passarem a integrar as metodologias de medição dos índices de desenvolvimento humano e social e do Produto Interno Bruto (PIB) das nações”.
Tolffo destaca que a floresta urbana pode desempenhar importante papel coadjuvante em um cenário de efeitos severos decorrentes das alterações do clima, influenciando na qualidade de vida e aspectos da saúde ambiental. “Por isso é importante o conhecimento de suas dinâmicas de interação com a população humana nas cidades visando o seu manejo e preservação na gestão do espaço urbano”.
A dissertação de mestrado O pagamento por serviços ecossistêmicos como instrumento de gestão ambiental para o espaço urbano, apresentada por Tolffo, sob orientação dos professores Leandro Luiz Giatti, da FSP, Demóstenes Ferreira da Silva Filho, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, foi apresentada no Departamento de Saúde Ambiental da FSP/USP.
Mais informações: e-mail fernando.tolffo@usp.br
Fonte: Agência USP de Notícias
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CICLOTURISMO EM NITERÓI: Projeto da UFF estuda o potencial cicloturístico de Niterói
Projeto da UFF aposta no cicloturismo em Niterói e já preparou inúmeros roteiros para os visitantes
O aumento do uso de bicicletas tem gerado consequências em diversos setores da sociedade, entre eles, o turístico. O cicloturismo já é uma modalidade bem difundida entre os amantes do ciclismo. E, nos últimos anos, vem ganhando espaço um novo tipo: o urbano. Embarcando nessa vertente, a professora Fátima Priscila Morela Edra criou o PedalUFF-tur. O projeto começou em sala de aula pela disciplina Turismo e Transportes, lecionada pela professora. Seu objetivo na época era incentivar seus alunos a refletirem sobre transporte e seus efeitos no turismo, contemplando Niterói. “Desafiei os alunos a se dividirem em equipes e apresentarem uma proposta sobre a mobilidade de turistas e residentes para o lazer na cidade, usando para isso o plano da prefeitura”.
Embora o projeto cicloturístico não esteja ligado diretamente a órgão público municipal, a Faculdade de Turismo e Hotelaria da UFF estabeleceu um termo de cooperação com o Programa de Mobilidade da Prefeitura através da Coordenação do Niterói de Bicicleta. O acordo foi solicitado por ambos os lados, e prevê que o município conceda a infraestrutura enquanto que o projeto indicará o que na cidade deverá ser aperfeiçoado e adaptado para o ciclista.
Desde a criação do projeto de requalificação urbana, em 2013, a prefeitura procura incentivar moradores a usar a bicicleta como meio de transporte urbano. Para isso, estão sendo construídas ciclovias, bicicletários e outras estruturas que também podem ser utilizados pelo cicloturista. Essa estrutura urbana implantada pela prefeitura foi o primeiro passo para realização do PedalUFF-Tur. O plano abrange rotas cicloviárias nas regiões central e sul da cidade, “exatamente onde estão os pontos turísticos de maior relevância”, enfatiza Edra.
A motivação inicial para o projeto, segundo a professora, foi “levar a teoria para fora da sala de aula, dando liberdade aos alunos de colocarem em prática o que há de mais atual no cenário ciclístico”. Assim, Edra começou a fazer contato com representantes da Bike Anjo, Transporte Ativo, Neltur e Via Pedal, que se interessaram pela ideia do projeto e vieram até a UFF conversar com a turma. Os encontros resultaram no interesse dos alunos por artigos, matérias online, vídeos e outros materiais relacionados ao assunto. E, em 2014, na Mostra de Inovação de Metodologias da UFF, a professora apresentou a proposta sobre sua disciplina Turismo e Transportes e se surpreendeu com o retorno positivo do público. A aceitação ocasionou a transformação da matéria em um projeto de desenvolvimento acadêmico.
De acordo com a coordenadora do projeto, as pesquisas identificaram um grande potencial cicloturístico em Niterói. Por aqui circula, diariamente, cerca de 1 mil ciclos (skates, bicicletas e triciclos), sendo 90% de bicicletas. Por meio desse transporte, os visitantes e moradores conseguem fazer seus passeios turísticos sem necessidade da presença de um guia.
Ao constatarem que o maior número de visitantes vem do Rio de Janeiro – moradores da cidade e turistas – os participantes do projeto foram até lá para pesquisarem o perfil do seu público alvo. Durante a pesquisa, além de conhecerem muitos ciclistas que já pedalaram por aqui, descobriram que muitos ainda não sabiam da gratuidade das barcas.
A etapa seguinte foi realizar a montagem dos roteiros e a verificação dos níveis de dificuldade – tipo de estrada, sinalização, estrutura para o ciclista estacionar, inclinações das vias e segurança. Quatro tipos de roteiros cicloturísticos foram traçados, incluindo o Centro Histórico (Espaço cultural dos Correios, Teatro Municipal e outros), o Caminho Niemeyer, a Orla Marítima e Museus (MAC, Janete Costa, Solar do Jabeiro e do Ingá). Os roteiros estão disponíveis no site http://pedalufftur.blogspot.com.br/, onde também são encontrados o mapa da cidade e todos os pontos turísticos da cidade.
Bicicletas também podem ser veículos de inclusão social
O projeto, que integra os editais de extensão da UFF, possui também uma proposta na área de tecnologia social. A equipe realizará oficinas no Morro do Estado, em Niterói, com o objetivo de identificar moradores que não saibam andar de bicicleta ou que interromperam a prática por algum trauma e desejam recomeçar. Os interessados contarão ainda com aulas, com início já marcado para o final de janeiro, que abordarão o uso desse meio de transporte no mercado de trabalho.
Para auxiliá-los nesta iniciativa, o grupo do PedalUFF-Tur contatou o Bike Anjo. A parceira, autoproclamada “comunidade de ciclistas voluntários”, criou a Escola Bike Anjo (EBA), na qual uma pessoa (o “anjo”) acompanha por algum tempo aqueles que possuem dificuldades na adaptação ao uso diário da bicicleta. “Iremos ensinar os moradores do local utilizando a metodologia da EBA, ou seja, faremos com que percam o receio de andar de bicicleta, e informaremos sobre a importância e respeito às leis de trânsito. Além disso, a oficina apresentará formas de empreendimentos com a bicicleta, por exemplo, o food-bike (utilização da bicicleta para comercialização de produtos alimentícios), uma bicicletaria (espaço para conserto e fabricação), ou prestando serviços a lojas”, concluiu a coordenadora.
Fonte: O Fluminense
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
MADEIRA LEGAL - BVRio lança sistema de verificação de legalidade de madeira
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| Disponível nos sistemas Androis e IOS |
Sistema foi desenvolvido para promover o uso e comercialização de madeiras tropicais de origem legal
A BVRio Bolsa Ambiental nesta quarta-feira, 17, a nova e mais robusta versão do seu Sistema de Verificação de Legalidade de Madeira. Este sistema online foi desenvolvido para fornecer um retorno imediato aos compradores e comerciantes sobre a legalidade de madeiras tropicais brasileiras.
Agora é mais fácil para comerciantes conduzir o processo de avaliação de riscos dos lotes de madeira que pretendem comprar. Usuários precisam somente escanear o código de barras das Guias Florestais e recebem instantaneamente um relatório básico sobre o estado da legalidade do produto verificado. O uso da versão básica do sistema é gratuito.
Disponível gratuitamente
O Sistema de Verificação de Madeira da BVRio está disponível em versão desktop (visite http://madeira.bvrio.org) ou em aplicativos para os sistemas Android e IOS, disponível para download gratuito no Google Play e App Store.
Este aplicativo é particularmente útil para os compradores que operam na Europa e nos Estados Unidos, onde eles têm que garantir o cumprimento da EU Timber Regulation e da US Lacey Act. Dado o elevado risco de ilegalidade de madeira no Brasil (de acordo com a Chatham House, estima-se que mais de 50% da madeira brasileira vem de fontes ilegais), o uso deste aplicativo ajuda os compradores a estimar os riscos e evitar a exposição ao comércio ilegal de madeira.
Para cada remessa de madeira, o Sistema verifica uma grande variedade de fontes (incluindo bases oficiais, dados de propriedades, imagens de satélite e análises estatísticas) para identificar se há indícios de possíveis irregularidades e fatores de risco. O usuário pode ver os detalhes de cada item selecionado, incluindo o status da documentação, eventuais infrações e multas, irregularidades relacionadas com volume, espécies, localização e atual exploração da floresta. A localização exata da floresta e da rota da madeira pode ser visualizada nos mapas.
Cada lote de produtos de madeira é verificado de acordo com a sua cadeia de custódia, estimando a probabilidade de riscos relacionados a infrações sociais e ambientais. O Sistema é baseado em uma análise de uma grande base de dados (big data analysis) e já realizou mais de 1 bilhão de cruzamentos de dados. Seus bancos de dados são atualizados diariamente.
Sobre a BVRio
O Sistema de Verificação da Legalidade de Madeira é uma iniciativa do Instituto BVRio e BVRio Bolsa Ambiental. O Instituto BVRio (www.bvrio.org) é uma associação sem fins lucrativos criada em 2011 com o objetivo de desenvolver mecanismos de Mercado para facilitar o cumprimento das leis ambientais brasileiras. O iBVRio foi tem parcerias com várias agências governamentais, com a Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (ABRAMPA) e com várias organizações da sociedade civil.
A Bolsa de Valores Ambientais BVRio (www.bvrio.com), foi criada para operar nos mercados desenvolvidos pela iBVRio através de uma plataforma multi-setorial de commodities ambientais desenvolvida especificamente para atender às necessidades de países em desenvolvimento. O iBVRio foi eleito Líder de Ação Climática do programa R20 (criado pelo ex-governador Arnold Schwazenneger), recebeu o prêmio Katerva 2013 Economia, e é um membro da Forest Legality Alliance.
Fonte: Painel Florestal
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TRANSOCEÂNICA - Escavações do túnel Charitas-Cafubá, em Niterói, chegam a um quilômetro
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| Operários trabalham na instalação da primeira estação da Transoceânica, em Charitas - Divulgação / Leonardo Simplício |
Prefeitura espera liberar tráfego para carros até dezembro
Por Renan Rodrigues
NITERÓI — Parte da Transoceânica, o túnel que ligará os bairros de Charitas, na Zona Sul; e Cafubá, na Região Oceânica, atingiu a marca de um quilômetro de perfuração — são 500 metros em cada galeria. Com o andamento da construção, a prefeitura trabalha com um prazo mais curto para o fim da escavação: junho deste ano. Já a abertura para o tráfego de veículos está prevista para ocorrer em dezembro.
Amanhã, o prefeito Rodrigo Neves (PT) fará o anúncio do marco durante vistoria ao canteiro de obras no Cafubá. O túnel, por onde passará o sistema de ônibus BHLS (sigla para ônibus de serviço de alto nível), terá 1.350 metros de extensão em cada galeria e, de acordo com estimativas da prefeitura, reduzirá pela metade o trajeto entre Charitas e Engenho do Mato — atualmente são 18 quilômetros percorridos em uma hora, informa o órgão. Com a conclusão das obras, o deslocamento de um bairro a outro, com o túnel, passará a ser de 9,5 quilômetros, num tempo estimado de 25 minutos.
O investimento total da obra, considerada a principal de mobilidade urbana em andamento, é de R$ 310 milhões. A execução é do consórcio Constran. Pelo projeto, cerca de 123 mil pessoas serão beneficiadas em 11 bairros, especialmente os moradores da Região Oceânica.
O maciço onde o túnel está sendo escavado é feito de rochas conhecidas como gnaisse facoidal, similares às encontradas em formações como o Pão de Açúcar e o Corcovado. Atualmente, ocorrem três detonações diárias pelo lado de Cafubá e uma em Charitas. A cada explosão, conta Lincoln da Silveira, engenheiro da prefeitura que acompanha as obras, o túnel avança de cinco a dez metros. São necessários aproximadamente 1.500 quilos de explosivo em cada detonação.
Rodrigo Neves destaca que a obra da Transoceânica é uma quebra de paradigmas no sistema de transporte público de Niterói:
— Ela vai reduzir o fluxo pesado de veículos sobre eixos saturados, como a Avenida Roberto Silveira e o Largo da Batalha — diz o prefeito, que, apesar dos prazos mais otimistas de conclusão do túnel, dados pelos responsáveis pela obra, prefere manter para dezembro, como já anunciado, a previsão de abertura a veículos.
O término total de todo o corredor viário da Transoceânica, incluindo as 13 estações para embarque e desembarque no corredor BHLS e ciclovia, está previsto para o segundo semestre de 2017. Em Charitas, já começaram as obras do primeiro ponto, em frente à estação de catamarãs.
PREFEITURA AGUARDA APOIO PARA VLT
Paralelamente às obras da Transoceânica, a prefeitura busca recursos para a realização do estudo de viabilidade de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A proposta é que o modal faça a integração entre Charitas e o Centro. Em outubro do ano passado, a prefeitura apresentou o projeto — orçado em R$ 750 milhões, com 20 estações em 11 quilômetros de percurso — a dirigentes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A expectativa é que metade dos recursos venha do empréstimo e a outra de uma parceria público-privada (PPP).
— Vamos estruturar o VLT para um eventual segundo mandato. Será nossa prioridade — conta Rodrigo.
Fonte: O Globo Niterói
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ADMIRAR NITERÓI DA ILHA DA BOA VIAGEM JÁ É POSSÍVEL
Repaginado pela prefeitura, o bucólico local regressa definitivamente ao roteiro turístico da cidade
20/02/2016 - Cerca de 1.200 visitantes de todas as idades curtiram a paisagem de Niterói no início desde sábado (20-02) de um mais espetaculares mirantes da Baía de Guanabara: a Ilha da Boa Viagem. O local foi reaberto ao público após passar por uma repaginação comandada pela Prefeitura. Abrigando a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem datada do século XVII, o local foi reaberto oficialmente pelo prefeito, após 20 anos sem visitas regulares por conta da necessidade de manutenção e da ponte interditada. Quem esperou os portões que dão acesso a Ilha se abrirem foi recompensado pela esplendor do que testemunhou e saiu com a certeza de que o lugar entrou definitivamente para o circuito turístico da cidade.
Após subir os 127 degraus que levam ao topo de Ilha, os admirados visitantes foram recebidos por um duo de chorinho com dedilhados e sopro, respectivamente, de Leonardo Fernando e Ivan Mendes. Baianas mestras do acarajé e artesanatos indígenas também aguardavam os primeiros visitantes da Ilha nesta nova fase de sua história. Antes, na entrada, funcionários da Neltur davam mais dicas de turismo na cidade. A Guarda Municipal e Ambiental atuou no ordenamento na rua e patrulhamento da Ilha.
Os escoteiros do 4º Grupo Gaviões do Mar, que administram a Ilha desde 1937, e que serão treinados pela Neltur para a realização das visitas acompanhadas, já estavam a postos para recepcionar os primeiros visitantes. A abertura para visitação foi possível graças a uma parceria da Prefeitura com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o grupo Gaviões do Mar .
“A população da cidade e os turistas merecem ter um local como este à sua disposição. Fizemos a faxina e manutenção. Havia anos os escoteiros necessitavam dessa ajuda e, quando vimos a necessidade, de imediato nos comprometemos a ajudar. Fizemos toda a manutenção necessária e agora faremos um acordo com o Iphan para ampliarmos as reformas da igreja. Ela está em bom estado de conservação, mas precisa de umas melhorias, que serão feitas preservando todo o patrimônio. Hoje foi um dia histórico para a cidade e estou muito feliz de poder compartilhar isso com a população", disse o prefeito. .
O chefe do executivo municipal reforçou ainda que o bairro da Boa Viagem terá num único circuito turístico a modernidade do Museu de Arte Contemporânea ( MAC), que está em reforma, a primeira desque que foi inaugurado, há 20 anos, e a cultura antiga da Ilha.
Uma das surpresas na abertura da ilha foi à presença de Luiz Sodré, de 87 anos. Ele é irmão de Maria Pérola Sodré. Hoje com 92 anos, ela foi uma espécie de guardiã da ilha, tarefa que herdou de seu pai, o almirante Benjamim Sodré, um dos que mantiveram a tradição de navegadores cuidarem da ilha em troca das bênçãos para suas viagens além-mar.
“Não poderia deixar de prestigiar. Foi muito importante a prefeitura ter tido essa sensibilidade. Fazemos parte do apostolado de Nossa Senhora da Boa Viagem. Uma vez por mês vínhamos às missas .O local não podia ser visitado porque a Ilha estava condenada e necessitava de manutenção. Felizmente, agora temos esse apoio “ disse.
Luiz Sodré acompanhou o prefeito, autoridades municipais e André Torricele chefe dos Gaviões do Mar, durante a visita à ilha.
“As pessoas vão poder visitar e ver o esforço que foi fazer essa obra e manutenção. É um patrimônio da cidade. Historicamente, sempre teve uma visitação restrita. O que queremos é uma visitação controlada, sem que se degrade a ilha, que é sensível em termos ecológicos. Vamos incorporar ao circuito turístico preservando a qualidade da visitação. A ilha é um local de contemplação e deve ser preservado” - explicou o vice-prefeito Axel Grael.
As visitas acompanhadas acontecerão aos sábados, domingos e feriados, em quatro horários: 9h, 11h, 14h, 16h. Para grupos fechados formados por operadoras ou profissionais de turismo, as visitas poderão ser agendadas pelo Disque Turismo 0800-2827755. O tempo de permanência de cada grupo, de no máximo 30 pessoas, no local será de aproximadamente uma hora. A visita é gratuita.
Pedro Gutterres, de 21 anos, é escoteiro desde os 7 anos de idade e hoje será um dos coordenadores das duplas que conduzirão os turistas.
“Foi muito importante a prefeitura ter feito isso, é um incentivo para o turismo e para os próprios escoteiros. Acho que muitos vão querer ser escoteiros. Vai valorizar o grupo”, disse Pedro.
Fonte: Prefeitura de Niterói
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RECICLAGEM - Clin fará campanha Recicla Niterói no Centro da cidade
Ação teve como piloto o bairro de Icaraí em novembro do ano passado, quando foram recolhidos mais de meia tonelada de resíduos
Com o objetivo de estimular e intensificar a coleta seletiva na cidade, a Companhia de Limpeza de Niterói (Clin), em parceria com as Administrações Regionais, dará início esta semana, ao calendário de 2016 da campanha ambiental “Recicla Niterói”. A primeira ação do ano irá acontecer na Praça do Rink, localizada no centro da cidade. O Recicla Niterói teve como piloto o bairro de Icaraí em novembro do ano passado quando foram recolhidos mais de meia tonelada de resíduos durante a ação.
Através do “Recicla Niterói” a Clin pretende orientar a população quanto ao descarte correto dos resíduos e sobre a coleta seletiva. Além disso, os moradores do local serão orientados com relação ao horário da coleta do lixo domiciliar, sobre o que é lixo excedente e sobre a reciclagem do óleo de cozinha.
“Iniciamos o 'Recicla Niterói' em novembro do ano passado, no bairro de Icaraí e ficamos muito satisfeitos com o resultado. Nossa meta é fazer com que a campanha seja realizada em todos os bairros da cidade, para sensibilizarmos o maior número de pessoas possível e fazê-las entender a importância de aderir ao projeto de coleta seletiva que desenvolvemos no município", ressalta Antonio Lourosa, presidente da Clin.
A Companhia de Limpeza estará com uma tenda na Praça Do Rink, na Rua Almirante Teffé, próximo ao Plaza Shopping, Centro, desta segunda (22) ao dia 26 de fevereiro, das 9h às 14h e a população que levar o seu lixo reciclável ou óleo de cozinha usado até o local ganhará uma muda de planta produzida no viveiro da Clin.
Fonte: O Fluminense
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