quinta-feira, 4 de outubro de 2018

CULTURA DA PAZ: Projeto Grael promove atividades para a prevenção da violência










Hoje, dia 04 de outubro, é considerado o Dia Municipal de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes em Niterói- RJ, conforme estabelecido por força de lei em 2001. 

O Projeto Grael tem o tema da Cultura de Paz como um de seus temas transversais e a temática da prevenção à violência está presente em várias de suas atividades.

Assista ao vídeo institucional do Projeto Grael.

Em comemoração à data, estão sendo realizadas dinâmicas ao longo desta semana com alunos dos cursos de Vela, Informática e da Oficina Profissionalizante de Marcenaria, com o objetivo de discutir os tipos de violência praticados e promover reflexões sobre como a violência se reproduz na sociedade.

Um relatório com os resultados dos trabalhos será encaminhado para o Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente.

Axel Grael
Instituto Rumo Náutico (Projeto Grael)










quarta-feira, 3 de outubro de 2018

PACTO NITERÓI CONTRA A VIOLÊNCIA: Lei que garante gratificação por apreensão de armas é sancionada



O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, afirmou durante a solenidade que a premiação é um estímulo ao bom policial. Foto: Luciana Carneiro / Ascom Niterói


Prefeito também assinou a lei que determina o pagamento para quem entregar voluntariamente o armamento

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, assinou nesta quarta-feira (3) a lei que garante premiação a policiais por apreensão de armas de fogo no município. A iniciativa, parte do Pacto Niterói Contra a Violência, vai pagar entre R$ 1 mil (revólveres) e R$ 8 mil (fuzis) por apreensão de arma de fogo em operações policiais onde não haja registro de morte ou lesão corporal grave, desde que haja diminuição nos indicadores de segurança na cidade. Proposta pelo Executivo, a lei já tinha sido aprovada pela Câmara Municipal de Niterói na semana passada.

“Essa premiação é um estímulo ao bom policial e para que a abordagem aos criminosos seja cada vez mais eficiente. Não podemos tolerar homens armados com fuzis praticando assaltos nas ruas de Niterói. Acreditamos que as cidades devem assumir um novo papel de protagonismo na prevenção à violência e, por isso, mesmo que a Segurança Pública seja uma atribuição do Estado, desde 2013 a Prefeitura vem colaborando na tentativa de redução dos índices de criminalidade. Essa iniciativa é mais um esforço que fazemos”, disse o prefeito.

O prêmio para apreensão de revólveres e espingardas será de R$ 1 mil, para apreensão de pistolas e granadas será de R$ 3 mil e para apreensão de fuzis e metralhadoras será de R$ 8 mil. Outro critério será o número de mortes causadas por policiais: caso esse índice de letalidade suba, o bônus será suspenso. Estarão aptos a receber a premiação todos os servidores da Segurança Pública lotados em Niterói, ou que estejam em execução de alguma atividade funcional na cidade. Em caso de denúncia de abuso do uso da força por parte dos agentes envolvidos na ocorrência, a premiação ficará retida até o julgamento da acusação.

Rodrigo Neves também assinou a lei que garante o pagamento de gratificações para os cidadãos niteroienses que entregarem voluntariamente armas de fogo à Polícia Federal. Serão pagos R$ 300 para entrega de revólver, R$ 400 por pistola, R$ 500 por armas exclusivas das Forças Armadas e R$ 1.000 por carabinas e espingardas.

O delegado Fernando Veloso representou a Comunitas na solenidade de assinatura das leis. A instituição, formada por grandes líderes empresariais brasileiros, é parceira da Prefeitura de Niterói no Pacto Niterói Contra a Violência.

As leis serão regulamentadas nos próximos dias e entram em vigor a partir de novembro. Uma emenda parlamentar estendeu aos bombeiros a gratificação por apreensão de armas de fogo.


Fonte: O Fluminense












ÉCO-QUARTIERS: Paris trabalha para ser uma cidade sustentável e neutra em carbono em 2050



COMENTÁRIO DE AXEL GRAEL:

O artigo abaixo refere-se ao plano "Éco-Quartier" (Ecobairro), para transformar Paris numa cidade sustentável e neutra em carbono até 2050. A capital francesa é uma das 70 cidades que já assumiram este compromisso, de alcançar elevados padrões de sustentabilidade até 2050.

A cidade começou a mobilizar-se contra as mudanças climáticas em 2004 e acelerou o passo durante os preparativos para a COP 21, realizado em Paris em 2015, quando assumiu formalmente compromissos perante os chefes de estado do mundo todo que lá se reuniram. 

Posteriormente, após um longo período de consultas públicas, o Plano Climático Ar Energia de Paris foi finalmente aprovado na sua forma final por unanimidade no parlamento parisiense, em março de 2018. 

O plano de Paris inclui mais de 500 medidas, dentre elas ser totalmente ciclável até 2020, completamente abastecida por energia renováveis até 2050 e contar com piscinas aquecidas por efluentes sanitários. O primeiro Ecobairro será Clichy-Batignolles, que foi escolhida no passado para abrigar a Vila Olímpica da fracassada candidatura de Paris para sediar os Jogos Olímpicos de 2012. Com uma área de 54 hectares, o bairro foi edificado em torno de uma área de parques de 10 hectares.

Para saber mais sobre o plano "Eco-Quartiers", acesse os links abaixo:


Axel Grael
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói



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A view of a plant-filled pond in the Martin Luther King park of the Clichy-Batignolles “eco-neighbourhood” in Paris, France, August 31, 2018. Thomson Reuters Foundation/Zoe Tabary


Green and inclusive? Paris builds a zero-carbon future with a social conscience

By Zoe Tabary

PARIS - Arrayed between elegant stone buildings and run-down railway tracks in the northwest of Paris lie bustling playgrounds, plant-filled ponds and stretches of lush grass.

The Clichy-Batignolles area, a former industrial wasteland, has morphed into the French capital's first "eco-neighbourhood", billed as a model of sustainable development for the rest of the city.

Clarisse Genton, project coordinator for the Clichy-Batignolles district, said it aims to be "environmentally responsible" – with solar panels on homes and clean geothermal energy for heating, for example.

But the eco-effort also has a social aim: to address the city's affordable housing crisis and ensure green benefits reach the poor as well as the rich.

"We wanted to create a district that's accessible to all and to bridge the gap between poor and rich parts of the city," said Genton, referring to the neighbouring posh district of Monceau and the poorer La Fourche.

Paris is one of more than 70 cities worldwide that have pledged to become "carbon neutral" by 2050, meaning they will produce no more climate-changing emissions than they can offset, such as by planting carbon-absorbing trees.


Each is going about achieving the goal in its own way. But because cities account for about three-quarters of carbon dioxide emissions, according to the U.N., and consume more than two-thirds of the world's energy, whether they succeed or fail will have a huge impact on whether the world's climate goals are met.

"Cities are where everything comes together: homes, transport, public spaces – so there's a real role for them to help create the living places of the future," said Eliot Whittington, director of the Prince of Wales' Corporate Leaders Group, a coalition of businesses promoting climate action.

"We've got to a state of accepting a certain level of waste and energy (use), but climate change (and) heatwaves affect us all and have a real toll on people's lives," he told the Thomson Reuters Foundation.

Global warming is currently set to exceed the more ambitious limit of 1.5 degrees Celsius (2.7-degree Fahrenheit) called for in the 2015 Paris Agreement to curb climate change, according to a draft U.N. report due for publication in October.

Following public consultations, Paris adopted its climate action plan in March. It aims to make the city carbon-neutral and entirely powered by renewable energy by 2050.

From swimming pools heated by sewage to ensuring the city is fully "cyclable" by 2020, it includes more than 500 initiatives to reimagine Paris as a zero-carbon capital.


Miniature model of the Clichy-Batignolles “eco-neighbourhood” in Paris, France, August 31, 2018. Thomson Reuters Foundation/Zoe Tabary

'GREEN LUNG'

The Clichy-Batignolles area of 54 hectares (130 acres), once chosen as Paris's Olympic village as part of the city's failed 2012 bid, is built around a 10-hectare park containing a skate park, deck chairs and wooden bridges.

Martin Luther King Park acts as a "green lung" and an "island of coolness" for the neighbourhood, said Genton, showing a miniature model of the district to two passersby.

"Rainwater is channelled towards wetlands rather than discharged into sewers, and household waste is collected through an underground pneumatic system – removing the need for garbage trucks," she added.

Buildings are heated by a new geothermal plant, and about two-thirds of homes are equipped with solar panels on their roof.

But the eco-district is about more than energy efficiency and biodiversity, said Genton, adding that "we urgently need affordable homes in a city that cannot grow and where prices are skyrocketing".

Half of the neighbourhood's newly built flats qualify as social housing and can be rented for about 300 euros a month, she said.

Local residents have so far warmed to their new neighbourhood, and say they feel "more connected" to the rest of the city, she said.

But many still await the arrival of a promised metro line, which should help reduce traffic and public transport congestion in the area, Genton said.

Virgile Géraud, a retired carpenter who has lived in Clichy-Batignolles for 40 years and is considering renting one of the new homes, said that "this new park, these new buildings … it's really nice, it's a change of lifestyle".

"But some people think the new buildings are too tall or too modern," he added, pointing to a bright yellow crane looming over a half-completed building.

Denis Musanga, who two months ago moved to Clichy-Batignolles from the Paris suburb of Villiers-le-Bel, said he was "shocked by how clean it is, even at night".

He is less convinced of the "affordable" label, however, saying that he pays 650 euros for one room in a two-bed flat – "much more than what I paid in the suburbs".


Homes fitted with solar panels in the Clichy-Batignolles “eco-neighbourhood” in Paris, France, August 31, 2018. Thomson Reuters Foundation/Zoe Tabary


CITIZEN-LED

If zero-carbon initiatives are to succeed, citizens need to buy into them, according to the city of Paris' climate plan, which received hundreds of proposals from residents to improve their city.

Fortunately, many ways of cutting emissions can also help people be more comfortable or save money, experts said.

Improving home insulation, for instance, can curb emissions, make people more comfortable and make a "significant difference" in their energy bills, Whittington said.

"Loft insulation for example is one of the easiest things to do, but what holds people back from doing it is the hassle. When do you do it? How do you clear the loft?"

European cities have come a long way in improving energy efficiency in buildings and homes, he said, but still have a "huge body of old, inefficient buildings".

"That's a missed opportunity to tackle energy waste and improve people's lives," he said.

Aiming to tackle this is France's Passeport Efficacité Énergétique (Energy Efficiency Passport) – a project led by think tanks and companies such as French utility EDF. It encourages householders to renovate their homes step by step.

Still in its pilot phase, the project involves auditing the energy efficiency of homes and storing any progress made - such as the use of more efficient lighting - with an online tool.

Musanga, whose building is not yet equipped with solar panels, said he is open to the idea but "wants proof" that going greener can save him money.

"If it helps the planet, then that's a bonus," he said, tying on his rollerblades before disappearing into the distance.


Fonte: Thisisplace












terça-feira, 2 de outubro de 2018

#ELENÃO! CONTRA O RETROCESSO CIVILIZATÓRIO



"Eu não admito que sobre para mim...!"


-Ele disse que vai acabar com o Ministério do Meio Ambiente e que colocará a agenda ambiental sob a responsabilidade do ministério da Agricultura. Vai sobrar para mim!

-Ele sequer se refere ao meio ambiente no programa de governo. Vai sobrar para mim!

-Ele é a favor da liberação da caça. Vai sobrar para mim!

-Ele acha que segurança se resolve com mais arma. Vai sobrar para mim!

-Ele é contra os parques e disse que vai acabar com as áreas indígenas e os quilombos. Vai sobrar para mim.

-Ele é contra o licenciamento ambiental. Vão desmatar, poluir tudo. Vai sobrar para mim!

-Ele declarou que vai fazer o Brasil recuar nos seus compromissos climáticos. Vai sobrar para mim!

-Ele faz apologia à tortura e a torturadores. Imagina! Vai sobrar para mim!

-Ele não respeita as mulheres, não respeita os negros, não respeita os direitos humanos. Imagina se vai ter um olhar para mim? Vai sobrar para mim!


#EleNão! Para não sobrar para você também!








Centro de Controle abre mais 250 vagas para castração de gatos




O Centro de Controle Populacional de Animais Domésticos de Niterói fica no Fonseca, na Zona Norte de Niterói. Lucas Benevides


Carolina Ribeiro

Interessados podem realizar cadastro no dia 19 de outubro, a partir das 8h, na sede da instituição

Mais 450 gatos da cidade serão castrados nos próximos dois meses. O Centro de Controle Populacional de Animais Domésticos (CCPAD) de Niterói, no Fonseca, abre cadastro para 250 felinos no dia 19 de outubro, a partir das 8h. O restante das vagas será destinado a protetores de animais. Ainda nesta semana, no Dia Mundial dos Animais, comemorado na quinta-feira, a Coordenadoria Especial de Direito dos Animais lança uma campanha de conscientização sobre a importância da adoção.

O objetivo deste chamamento público para felinos é diminuir a proliferação do fungo esporotricose, que se propaga através de brigas e em cruzamentos de animais infectados. Por ser natural do meio ambiente, gatos acabam nesta situação ao mexerem na terra ou afiarem as garras em árvores. Desta forma, com a castração, explica o coordenador do CCPAD, Marcelo Pereira, os animais brigam menos.

“Os gatos procriam muito rápido, por isso, faremos o mutirão entre outubro e novembro, minimizando o abandono do animal que é mais suscetível a maus tratos e preconceitos”, disse.

Nesta e na próxima semana, estão sendo realizadas as últimas castrações agendadas em julho, na fase conhecida como ‘recuperação’, quando animais foram reprovados pelos veterinários na data marcada por problemas de saúde ou, em caso de fêmeas, quando estão no cio e ganham uma nova chance.

A previsão é que, após as operações dos felinos, seja realizado em dezembro um novo chamamento público, desta vez para cães e gatos. O objetivo, diz Pereira, é duplicar e depois triplicar o número de atendimentos do centro. Atualmente, está em processo de licitação a compra de insumos.

Em julho, o centro completou um ano de funcionamento com a marca de 2 mil animais, entre cães e gatos, castrados gratuitamente no espaço. Quem desejar uma vaga na próxima castração, deve comparecer ao CCPAD, na Travessa Luiz de Matos, 105, no próximo dia 19 para o atendimento que começa às 8h. Serão 125 vagas para fêmeas e 125 para machos. No ato da inscrição, é preciso portar um documento com foto (original e cópia) e comprovante de residência de Niterói recente (original e cópia). O restante das castrações será disponibilizado para protetores de animais e tutores de colônias da Região Oceânica e em demais comunidades da cidade.

Campanha - Comemorado na próxima quinta-feira, o Dia Mundial dos Animais foi a data escolhida pela Coordenadoria Especial de Direito dos Animais (CEDA) para o lançamento da campanha de conscientização “Abra o seu Coração: Adote um Animal Carente”. Durante um mês, equipes da organização vão estar mobilizadas para distribuir panfletos e ampliar a ideia da adoção de animais no lugar da compra. O evento inicial será na sede do Executivo, na Rua Visconde de Sepetiba, 987, no Centro, às 10h.


Fonte: O Fluminense




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LEIA TAMBÉM:

Saúde imuniza mais de 46 mil animais em Campanha de Vacinação Animal






segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Saúde imuniza mais de 46 mil animais em Campanha de Vacinação Animal






29/09/2018 – A Fundação Municipal de Saúde de Niterói realizou neste sábado (29), das 8h às 17h, a edição 2018 da Campanha de Vacinação Antirrábica Animal. Foram 72 postos de vacinação espalhados pela cidade e cerca de 500 funcionários à espera dos cerca de 46 mil cães e gatos, machos e fêmeas, a partir dos três meses de idade, que foram vacinados.

A secretária municipal de Saúde, Maria Célia Vasconcellos, esteve no Campo de São Bento acompanhando a imunização. No total, foram 9.899 gatos e 38.806 cachorros vacinados em toda a cidade.

"A vacina antirrábica garante a segurança sanitária de animais, das famílias e de toda a comunidade. A raiva é uma doença letal", frisou.

A advogada Carolina Viana, de 38 anos, levou sua cadela, Lully, de 1 ano, para receber a imunização e elogiou o atendimento.

"É muito importante essa campanha anual, mantenho todas as vacinas dela em dia. Achei organizado o atendimento aqui no Campo de São Bento, os profissionais estão de parabéns", contou.

A vacina é segura e não tem contraindicações. Os cães vacinados foram conduzidos por coleiras, e os animais de grande porte, também com focinheiras. Os gatos foram levados em caixas de transporte ou dentro de algum tipo de bolsa, uma vez que eles se estressam facilmente e podem fugir e ferir as pessoas.

A doença

A raiva é uma doença gravíssima e que apresenta quase 100% de letalidade. No meio urbano ela pode ser transmitida principalmente por cães ou gatos. Até os anos 1980 ainda havia casos de raiva humana na cidade, transmitida por cães. A partir daí, quando foram instituídas as campanhas anuais de vacinação animal, ninguém mais morreu por essa doença no município.


Fonte: Prefeitura de Niterói











SAÚDE EM NITERÓI: Comunidade da Boa Vista terá unidade do Médico de Família





28/09/2018 – A Prefeitura de Niterói inaugura, na próxima quarta-feira (03), a unidade do Programa Médico de Família do Boa Vista, em São Lourenço. O novo módulo vai oferecer assistência a 1.446 pessoas, que serão atendidos por uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agente comunitário de saúde. A unidade conta com dois consultórios, salas de pré consulta, vacina, nebulização, curativo, coleta de sangue, dispensação de medicamento e arquivo.

“Desde que assumimos o governo, em 2013, iniciamos os investimentos na saúde e hoje, mesmo com o cenário de crise do Estado e do país, Niterói continua abrindo novas unidades e ampliando seus serviços. Pelo programa Médico de Família, por exemplo, reabrimos e inauguramos novos módulos, consequentemente ampliando a cobertura. Temos convicção que até 2020 iremos consolidar o PMF como um dos melhores do Brasil”, defendeu o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Maria Célia Vasconcellos, com a abertura desta unidade o município atinge cobertura de 80.5% da população mais vulnerável.

“Investimos na expansão da cobertura do Médico de Família desde o início do governo, em 2013, quando o município apresentava 62% de cobertura. Atualmente temos 200.403 pessoas cadastradas, com mais de 80% de moradores cadastrados”, detalhou.

Programa de Expansão – O Programa Médico de Família (PMF) vai contar com mais sete unidades, nas comunidades do Juca Branco, Serrão, Holofote, Coronel Leôncio, Coréia, Sabão e Jacaré. Com a medida, a cobertura do PMF chegará a 90% da população vulnerável do município.

26 anos do programa Médico de Família

Em 2018, o Programa Médico de Família completa 26 anos desde sua implantação no município. Atualmente Niterói conta com 41 unidades do programa e o Consultório na Rua.

“Com a abertura da unidade do Boa Vista, aproveitamos para comemorar os 26 anos do PMF. Continuamos a investir na atenção básica do município e a abertura de novas unidades do Médico de Família são fundamentais para população e ampliação da assistência à saúde”, conta a secretária.

Fonte: Prefeitura de Niterói











O que está causando o desmatamento? Novo estudo revela vetores globais





por en 28 Setembro 2018 | Translated by Mariana Almeida 

  • Avanços recentes na tecnologia de monitoramento florestal baseado em satélites ajudaram conservacionistas a localizar onde o desmatamento acontece. No entanto, limitações quanto às causas da perda de cobertura vegetal dificultam os esforços para detê-la.
  • Um novo estudo publicado recentemente representa um avanço rumo a esse objetivo ao identificar os maiores vetores do desmatamento ao redor do mundo.
  • No geral, o estudo demonstra que 27% de toda perda florestal (20 mil quilômetros quadrados por ano) é causada pelo desmatamento relacionado ao manejo de commodities. Ou seja, uma área de floresta do tamanho de ¼ da Índia foi derrubada para plantação de commodities ao longo de 15 anos. Outro grande vetor causador da perda de cobertura vegetal é a silvicultura, representando 26%; queimadas e agricultura itinerante somam 23% e 24% respectivamente. O estudo concluiu que menos de 1% do desmatamento
  • Os autores do estudo concluíram que o desmatamento causado pelo manejo de commodities se manteve sem alterações ao longo dos 15 anos de pesquisa, o que, segundo eles, indica que acordos comerciais de desmatamento-zero podem não estar funcionando em muitos locais. Eles esperam que suas descobertas ajudem a aumentar a governança e a transparência em cadeias de produção globais.


Saber onde o desmatamento acontece é essencial para os esforços que almejam impedi-lo ou diminuí-lo. Grandes avanços rumo a esse objetivo foram feitos nos últimos anos, com ONGs melhorando a capacidade dos satélites para monitorar e identificar perda de cobertura vegetal em florestas ao redor do mundo. Agora, um novo estudo dá foco ao desmatamento, identificando as suas principais causas.

Em 2014, o World Resources Institute (WRI) e parceiros lançaram uma plataforma online para auxiliar governos, empresas e ONGs a combater o desmatamento em escala global. Ao aproveitar as mais recentes tecnologias de satélite e armazenamento em nuvem, a plataforma, chamada Global Forest Watch monitora as florestas do mundo quase em tempo real, fornecendo ferramentas, dados e mapas para rastrear a perda de cobertura vegetal.

Mas nem todas as causas, ou vetores, do desmatamento são iguais em termos de impacto. Alguns são mais destrutivos, permanentes ou evitáveis que outros. A conversão em larga escala de florestas para terras destinadas à plantação de commodities, como o óleo de palma e a borracha, geralmente causam mais danos ambientais do que, por exemplo, o corte de árvores ou incêndios florestais.

“Saber se a floresta está ou não perdida para sempre quanto a um novo uso da terra, como a agricultura, ou se há possibilidade de recuperação ao longo do tempo, tem grande relevância para melhorar o nosso entendimento sobre o papel que as florestas ao redor do mundo têm na influência da meta global de carbono” afirma Nancy Harris, Gerente de Pesquisa da Global Forest Watch. “Florestas podem ser tanto a fonte quanto o destino de sequestro de carbono atmosférico, dependendo de como as administramos”.

No entanto, a tecnologia de satélite por trás das plataformas de monitoramento florestal é incapaz de identificar os vetores subjacentes da perda de cobertura vegetal. A Global Forest Watch, por exemplo, acredita que isso sirva de fachada nos diferentes continentes do mundo, e que só cresce em locais como o Brasil, a Malásia e a Indonésia.

Mas um novo estudo tenta melhorar essa visão basicamente monocromática sobre a perda de cobertura vegetal ao identificar os principais vetores de desmatamento em níveis regionais. Seus resultados foram publicados recentemente na Science e podem ser acessados na Global Forest Watch.





Um grupo de pesquisadores da WRI, do Sustainability Consortium e da Universidade de Maryland desenvolveu um novo mapa após analisarem milhares de imagens de satélite no Google Earth para criar um modelo aproximado. Eles usaram esse modelo para determinar o vetor principal de perda florestal em uma área de 10 quilômetros quadrados entre os anos de 2001 e 2015.

No total, eles descobriram que 27% de toda perda florestal (50 mil quilômetros quadrados por ano) é causada pelo desmatamento relacionado ao manejo de commodities. Isto é, uma área de floresta do tamanho de ¼ da Índia foi derrubada para plantação de commodities ao longo de 15 anos.

“Centenas de empresas se comprometeram publicamente com a produção e fontes sustentáveis de commodities globais como o óleo de palma, a soja, a carne e o ouro”, afirma Nancy, coautora da pesquisa. “Pela primeira vez conseguimos quantificar a perda de cobertura vegetal e relacioná-la à produção de commodities, além de avaliar o progresso coletivo de empresas quanto a seus compromissos. Nossos resultados mostram que ainda há muito a ser feito”.

Outro grande vetor de perda de cobertura vegetal é a silvicultura, representando 26%; queimadas e agricultura itinerante somam 23% e 24% respectivamente. O estudo concluiu que menos de 1% do desmatamento global é atribuído à urbanização, com cerca de 1% causado por alguma coisa que não esses quatro principais vetores.

“As pessoas acreditam, erroneamente, que a urbanização é um vetor relevante para as taxas gerais de desmatamento porque é uma mudança na paisagem a que as pessoas estão, por definição, muito expostas. Nossos resultados demonstram que a urbanização é um vetor muito menor na perda de cobertura vegetal global, o que pode ser algo surpreendente para muitos”, afirma Nancy.

O estudo aponta que o desmatamento relacionado ao cultivo de commodities está concentrado principalmente na América Latina e no Sudeste Asiático. Na América Latina, grandes plantações e criações de gado são apontados como os principais vetores da perda florestal, enquanto o cultivo do óleo de palma é a causa principal na Malásia e na Indonésia. Os autores da pesquisa defendem que seus resultados indicam que esses lugares deveriam ser marcados como pontos-chave para a erradicação do desmatamento causado por cadeias de produção e políticas de desenvolvimento voltadas à redução da emissão de gases causadores do efeito estufa liberados pelo desmatamento.


Gráfico que indica as causas da perda de cobertura florestal entre os anos 2001 e 2015 (em milhões de hectares). Entre as causas estão (da esquerda para a direita): urbanização, incêndios florestais, silvicultura, agricultura itinerante e desmatamento. Fonte: Curtis et al. (2018), Science


As florestas não são importantes somente para a vida selvagem – elas são essenciais para o sequestro de carbono e figuram em importantes esforços multinacionais para combater o aquecimento global.

“A conservação, restauração e manejo apropriado de florestas tropicais, de mangues e de pântanos podem fornecer ¼ das ações de mitigação necessárias até 2030 para alcançar o objetivo do Acordo de Paris de limitar o aquecimento em dois graus”, declara Nancy.

Os autores do estudo concluíram que o desmatamento causado pelo manejo de commodities se manteve sem alterações ao longo dos 15 anos de pesquisa, o que, segundo eles, indica que acordos comerciais de desmatamento-zero podem não estar funcionando em muitos locais.

“Apesar dos compromissos das empresas, a taxa de desmatamento causado pelo cultivo de commodities não diminuiu”, declaram os pesquisadores em seu estudo. “Para acabar com o desmatamento, as empresas precisam eliminar 5 milhões de hectares convertidos pelas cadeias de produção todo ano”.

Os autores da pesquisa afirmam que os incêndios florestais, a agricultura itinerante, e a silvicultura tecnicamente permitem a recuperação florestal, e que estudos futuros podem fornecer um entendimento mais detalhado dos impactos desses vetores. Como exemplo, eles informam que a agricultura itinerante no Peru é bem administrada, enquanto que esse tipo de perda florestal na África Subsaariana leva a danos de longo prazo. A compreensão de onde a agricultura itinerante age mais como um agente de degradação florestal é importante para empresas que buscam parceria com pequenos agricultores.


O estudo revelou que a limpeza de florestas para plantações de óleo de palma, como a área acima em Sabah, Malásia, foi a principal causa de desmatamento na Indonésia e na Malásia entre os anos de 2001 e 2015.

Os pesquisadores esperam que suas descobertas ajudem a aumentar a governança e a transparência em redes de produção globais. Agora, segundo eles, as quase 450 empresas que estabeleceram objetivos para eliminar o desmatamento em seus processos produtivos têm um mapa legível de áreas prioritárias que devem receber certificação e monitoramento.

“As análises traduzem em imagem o que já sabíamos – que as causas da perda de cobertura vegetal variam significativamente ao redor do mundo”, afirmam os autores do estudo em uma declaração. “Essa nova informação vai permitir que empresas, governos e cidadãos conscientes reconheçam onde os esforços devem ser alocados para atingir o desmatamento-zero por parte dos processos produtivos e a identificar e agir onde outros vetores causam um aumento indesejável da perda de cobertura vegetal”.

Referência: Curtis, P.G., C.M. Slay, N.L. Harris, A. Tyukavina, and M.C. Hansen. 2018. “Classifying Drivers of Global Forest Loss.” Science.


Fonte: Mongabay









Projeto Grael visita a Ecoponte para troca de experiências








Na última segunda-feira, 27 de setembro, fomos recebidos pelos dirigentes e equipe da empresa Ecoponte, concessionária da Ponte Rio-Niterói.

A empresa, que é a maior patrocinadora do Projeto Grael na atualidade, convidou o velejador Lars Grael para uma palestra sobre a sua trajetória pessoal e eu falei sobre o trabalho realizado pelo Projeto Grael, com especial ênfase para as iniciativas em na agenda ambiental.

A Ecoponte é uma grande parceira de Niterói, investindo em infraestrutura, iniciativas ambientais, projetos socais, educação para o trânsito etc.

Axel Grael
Um dos fundadores do Projeto Grael






DESCARTE DE MEDICAMENTOS: UFF oferece serviço de orientação sobre o que fazer com remédios vencidos





União para informar sobre descarte correto de remédios

Pedro Conforte –

Está na mesa do governador Luiz Fernando a criação de uma campanha estadual de conscientização para o descarte correto de medicamentos vencidos e ou fora de uso, aprovado pelos deputados estaduais nesta semana. Enquanto a lei não é aprovada, em Niterói um projeto da UFF já vem conscientizando onde e como devem ser descartados os remédios, o DescartUFF. Através das redes sociais e de atividades, o projeto mostra o que tem que ser feito com cada medicamento e, no futuro, pretende também ser um polo de coleta.

“O projeto começou em 2017 dentro de uma disciplina. Este ano, foi aprovado como um projeto de extensão. Estamos usando as redes sociais para levar informação para as pessoas e mostrar o perigo do descarte errado. Muitos não sabem onde devem descartar os medicamentos. O lugar certo são farmácias, mas nem todas aceitam”, contou Julia Peixoto, professora de Educação Ambiental e Bacterologia da UFF.

Em relação às farmácias, a professora contou que ainda há burocracias que podem dificultar o descarte correto. “Eu mesma tentei descartar uma sacola, com vários remédios. O atendente da farmácia disse que não poderiam ser tantos, teria que ser aos poucos. Esta burocracia dificulta, por exemplo, tornar o DescartUFF um polo de coleta. Apesar disso, em um futuro pretendemos sim nos tornarmos um polo”.

Para mais informações, DescartUFF usa as redes sociais (Facebook e Instagram) para informar a população. Além disso, pelo site www.descartuff.wixsite.com/descartuff a população pode ler textos sobre o assunto e se interar do projeto.

Campanha – No projeto que espera a decisão do Pezão, segundo a proposta, o Governo do Estado deverá conscientizar a população sobre os riscos à saúde e ao meio ambiente de um descarte incorreto de remédios. A campanha poderá ser realizada através de distribuição de folhetos, afixação de cartazes e peças publicitárias na mídia em geral, além da realização de palestras e de atividades de prevenção e atendimento à população. O Poder Executivo também poderá firmar convênios com as prefeituras e associações sem fins lucrativos para a implantação de medidas da campanha.

“Muitas pessoas não sabem o que fazer com as sobras de medicamentos e acabam jogando no lixo sem sequer inutilizá-las. Ao despejar sobras de remédios em ralos ou jogá-los em um lixo comum, as substâncias químicas presentes acabam caindo em rios, ou qualquer outro meio de distribuição de águas, fazendo com que sejam encontrados fármacos nas águas consumidas não só por animais, como pelos seres humanos. Além disso, tais componentes químicos afetam o solo e o ar, prejudicando o meio ambiente”, afirmou o deputado Átila Nunes (MDB), autor do projeto.

Como se só a contaminação não fosse suficiente, a professora Julia Peixoto lembra que o descarte por exemplo de antibióticos pode fortalecer bactérias que estão no meio ambiente, tornando inúteis os medicamentos atuais. “Quando se descarta erroneamente este tipo de medicamento você mata as fracas e faz as bactérias mais fortes e resistentes se reproduzirem. Por conta disso, a cada dia temos doenças mais fortes, mais resistentes e isto tem sido detectado em diversos estudos”.


Fonte: A Tribuna