domingo, 5 de julho de 2015

Nova barca entra em operação no trajeto Rio-Niterói em 60 dias


Nova embarcação Corcovado chegou ao Rio neste domingo e deverá entrar em operação no trajeto Rio-Niterói em 60 dias.
Foto: Divulgação

Embarcação 'Corcovado' chegou da China ao Porto do Rio de Janeiro, é a segunda das sete compradas para aumentar a frota

A embarcação Corcovado, o segundo dos sete novos catamarãs comprados na China que vão operar no trajeto Rio-Niterói, chegou na manhã deste domingo (05), ao porto do Rio de Janeiro, segundo a Secretaria de Estado de Transportes. A nova barca estará apta para entrar em operação no prazo de até 60 dias.

A embarcação passará por registro, homologação, vistoria e teste de mar, para somente depois dessa etapa, a Corcovado ser liberada pela Capitania dos Portos para entrar em operação assistida.

Assim como a embarcação Pão de Açúcar, já em operação desde março, o novo catamarã Corcovado tem capacidade para até duas mil pessoas e conta com sistema de ar-condicionado, acessibilidade plena e espaço para cadeirantes, bicicletários, 18 banheiros, sistema de TV e duas proas.

Ainda de acordo com o Governo do Estado, as próximas embarcações serão integradas à frota até 2016. A compra das novas barcas faz parte do processo de modernização da frota do sistema aquaviário do Rio de Janeiro. O investimento total é de R$ 273 milhões na aquisição das nove novas barcas, sendo sete com capacidade para 2000 pessoas comprados do estaleiro chinês Afai Southern Shipyard, e dois com capacidade para 500 pessoas fabricados pelo estaleiro INACE, no Ceará.
 
Fonte: O Fluminense





sábado, 4 de julho de 2015

Visita ao campeonato internacional de bodyboard na Praia de Itacoatiara




Fotos de Anderson de Carlos.


Com o apoio da Prefeitura de Niterói, por intermédio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, a Praia de Itacoatiara está recebendo uma competição internacional de bodyboard, a Itacoatiara Pro 2015, até o dia 12 deste mês.

Na manhã deste sábado (4/7), o prefeito de Niterói e o vice-prefeito, Axel Grael, foram prestigiar o evento que reúne cerca de 150 competidores de 30 países e está sendo transmitido para 150 países.

O chefe do Executivo municipal conheceu toda a estrutura montada para a competição e destacou a importância para a cidade de receber eventos deste porte.

"É muito bom para Niterói receber a etapa mundial do campeonato. Isso divulga a cidade positivamente ao mesmo tempo que atrai visitantes e há milhões assistindo no mundo todo. É um evento que conta com o apoio da Prefeitura e tem uma das melhores estruturas do circuito mundial, o que muito nos orgulha, além de ser praticado nesta praia belíssima. Sucesso para os competidores",disse.

Diretor de eventos da Secretaria de Esporte e um dos responsáveis pela organização da competição, Juliano Lara, afirmou que o Itacoatiara Pro 2015 é um dos maiores eventos esportivos realizados na cidade.

"A cidade está abraçando esse evento internacional de grande porte e estamos conseguindo reunir aqui tecnologia de ponta em uma área de preservação ambiental, o que deixa um legado para a sustentabilidade", disse.

Acompanharam o prefeito e o vice na visita, o subsecretário de Esporte e Lazer de Niterói, José Guilherme do Vale Azevedo, a secretária de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa, o administrador regional da Região Oceânica, Carlos Boechat e o vereador Bira Marques.

Fonte: Prefeitura de Niterói






DESTAQUE PARA NITERÓI, PARA A VELA E PARA O RIO YACHT CLUB NA CERIMÔNIA DE APRESENTAÇÃO DA TOCHA OLÍMPICA EM BRASÍLIA


Os velejadores Torben Grael e Isabel Swan, medalhistas olímpicos, atletas do Rio Yacht Club (Sailing), de Niterói, foram convidados para subir ao palco, representando os atletas brasileiros, na cerimônia de apresentação da Tocha Olímpica dos Jogos Rio 2016.
Foto Axel Grael.

Acompanhados pela presidente Dilma Roussef e Carlos Nuzman (COB), no momento em que a tocha foi revelada.
Foto Axel Grael
 
Tocha Olímpica.
Foto Axel Grael

No auditório lotado, representantes de 300 cidades e várias autoridades, atletas e patrocinadores, prestigiaram o evento.
Foto Axel Grael

Presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, discursa durante a cerimônia.
Foto Axel Grael

Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, discursa durante a cerimônia.
Foto Axel Grael

Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, discursa durante a cerimônia.
Foto Axel Grael.


Nas fotos acima, a presidente da República, Dilma Roussef, em seu pronunciamento.
Fotos Axel Grael

Ontem, representei a cidade de Niterói na cerimônia de apresentação oficial da Tocha Olímpica dos Jogos Rio 2016.

Com muito orgulho, vi o meu irmão Torben Grael, maior medalhista olímpico do país, juntamente com a também medalhista Isabel Swan - primeira mulher brasileira a conquistar uma medalha olímpica na vela, serem chamados ao palco para representar os atletas brasileiros no ato de apresentação da Tocha Olímpica.

NITERÓI, VELA E SAILING

Além de velejadores, tanto Torben Grael como Isabel Swan são atletas do Rio Yacht Club (o mais tradicional clube de vela do país, conhecido como Sailing) e são de Niterói.

Niterói, uma cidade pioneira no esporte nacional, berço de alguns dos maiores nomes do esporte brasileiro e que já produziu seis medalhistas olímpicos, que trouxeram para casa oito medalhas, TODAS NA VELA, será uma das cidades a receber a Tocha Olímpica em 2016.

Que o reconhecimento do protagonismo de Niterói no esporte revele mais atletas e que os atuais esforços da Prefeitura e das organizações esportivas da cidade gerem bons resultados e uma população cada vez mais saudável e motivada.

Axel Grael


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Tocha olímpica passará por cerca de 300 cidades de todo o Brasil

Cerca de 12 mil pessoas participarão do revezamento da chama dos Jogos do Rio-2016
 
por

BRASÍLIA - A tocha olímpica dos Jogos do Rio-2016 foi apresentada nesta sexta-feira em uma cerimônia em Brasília que contou com a presença da presidente Dilma Rousseff. O revezamento da tocha vai durar de 90 a 100 dias e passará por cerca de 300 cidades dos 26 estados brasileiros e mais o Distrito Federal. Cerca de 12 mil pessoas carregarão a chama olímpica até o início dos Jogos no ano que vem.

ESPECIAL: O trajeto da tocha olímpica no Brasil

INFOGRÁFICO: Conheça a tocha olímpica em detalhes

Por aqui, o revezamento começa por Brasília, em uma data indefinida de maio, e terminará em 5 de agosto, no Rio de Janeiro, quando a pira olímpica será acesa no Maracanã, na festa de abertura da Rio-2016. A seleção dos condutores ocorrerá até o fim de 2015. As regras serão divulgadas pelos patrocinadores. O Comitê Olímpico Internacional (COI), o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e o Comitê Organizador Rio 2016 também farão indicações. Todos os nomes selecionados — inclusive de participantes reservas, para os casos de ausência — passarão por uma checagem de antecedentes. Não há espaço para ficha-suja.



— A cerimônia de revezamento representa uma conexão entre os jogos na Grécia Antiga e as Olimpíadas modernas. O participante não precisa ser necessariamente um atleta. Os condutores da tocha serão selecionados entre aqueles que usam de alguma forma seu tempo para trazer um impacto positivo para outros. Pode ser qualquer pessoa: de líder comunitário a um professor de educação física cuja dedicação é reconhecida — explica o diretor de Cerimônias do Comitê Organizador Rio 2016, Leonardo Caetano.

O perfil de cada condutor será divulgado a partir do final de 2015. A ideia é compartilhar suas histórias de vida como combustível de inspiração para a produção de novos exemplos.

"... o prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse que mais de 60% dos custos das Olimpíadas do Rio serão pagos pelo setor privado".

Em seu discurso durante a cerimônia, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse que mais de 60% dos custos das Olimpíadas do Rio serão pagos pelo setor privado. Depois dele, o governador do estado do Rio, Luiz Fernando Pezão, fez coro, afirmando que essa participação das empresas só foi possível graças à criatividade e ousadia de Paes. Se dependesse apenas dos recursos públicos, disse Pezão, o Rio teria "muita dificuldade" para realizar os Jogos.


"Se dependesse apenas dos recursos públicos, disse Pezão, o Rio teria "muita dificuldade" para realizar os Jogos".

O governador aproveitou para agradecer ao governo federal por permitir a presença do Exército no Complexo da Maré há um ano e quatro meses e informou que, no período, a taxa de homicídios caiu de 26 para cada 100 mil habitantes para cinco para cada 100 mil habitantes.

Já a presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil fará uma Olimpíada segura, da mesma forma que organizou uma Copa do Mundo com segurança. Ao comparar os dois eventos no discurso, ela acabou se confundindo e conclamou os visitantes a virem para a Copa.

- Nós temos certeza de que faremos uma Copa segura, uma Copa que vai garantir. Aliás, desculpe, uma Olimpíada. Nós fizemos uma Copa segura. Eu disse para eles que se nós fomos capazes de garantir a segurança em 12 cidades, nós somos capazes de garantir a segurança em uma cidade. Quero dizer a todos aqueles que querem vir a essa Copa, a essa Olimpíada, que venham. E participem, com a certeza de que serão muito bem recebidos, e que nós teremos condições de dar o atendimento adequado- afirmou a presidente.

Fonte: O Globo


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SAIBA MAIS SOBRE:

FAMÍLIA SCHMIDT GRAEL
Sobre Torben Grael
Sobre Lars Grael

RIO YACHT CLUB
Ou também www.ryc.esp.br







Medidas de adaptação às mudanças climáticas serão discutidas pelo Brasil




Medidas de adaptação às mudanças climáticas serão discutidas pelo Brasil com a comunidade internacional. Encontro que ocorre entre esta quarta (01/07) e quinta-feira (02/07), no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, reúne representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e de órgãos ambientais de outros oito países para estabelecer ações domésticas em áreas como combate à desertificação, segurança alimentar e agricultura.

Essa será a segunda reunião do Comitê da Rede Global para Planos Nacionais de Adaptação, criado, no fim do ano passado, na 20ª Conferência das Partes (COP 20) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês), em Lima, capital peruana. Além do Brasil, o comitê é integrado por especialistas da Alemanha, Malawi, Jamaica, Filipinas, África do Sul, Togo, Reino Unido e Estados Unidos.

USO SUSTENTÁVEL

No Brasil, o Plano Nacional de Adaptação às Mudanças do Clima está em fase de elaboração, sob a coordenação do MMA. O documento deverá ser colocado em consulta pública em breve e deverá prever ações de uso sustentável da fauna e da flora brasileiras no combate aos prejuízos causados pelo aquecimento global. A expectativa é que as contribuições enviadas pela sociedade sejam analisadas até o fim do ano e que o Plano fique pronto no primeiro semestre de 2016.

Ações de adaptação se referem a iniciativas e medidas capazes de reduzir a vulnerabilidade dos sistemas naturais e humanos frente aos efeitos atuais e esperados da mudança do clima. Ou seja, é uma forma de resposta para lidar com possíveis impactos e explorar eventuais oportunidades. A elaboração de uma estratégia de adaptação envolve, entre outras coisas, a identificação da exposição a esses impactos com base em projeções e cenários climáticos.

SAIBA MAIS

Apesar de considerado um fenômeno natural, o efeito estufa tem sido intensificado nas últimas décadas e, com isso, gerado mudanças climáticas. Essas alterações resultam do aumento descontrolado das emissões de gases como o dióxido de carbono e o metano. A liberação dessas substâncias é consequência de diversas atividades humanas, entre elas o transporte urbano, o desmatamento, a agricultura, a pecuária e a geração e o consumo de energia.

Fuente original: http://www.mma.gov.br/

Fonte: ECOticias 







quinta-feira, 2 de julho de 2015

CAPACIDADE DE SUPORTE: Para conter visitação, governo estuda cobrar entrada na Ilha Grande a partir de 2016



Embarcação lotada de turistas chega a Freguesia de Santana, na Ilha Grande: turismo sem controle - Marcos Tristão / Agência O Globo (16/08/2014)



Objetivo é proteger áreas que recebem mais gente do que suportam. ONG recebe R$ 2 milhões para planejar concessão

por Emanuel Alencar

RIO — Visitar uma das 113 praias da Ilha Grande, na Costa Verde fluminense, pode ficar mais caro ainda no primeiro semestre do ano que vem. O secretário estadual do Ambiente, André Corrêa, afirmou, na quarta-feira, que o governo estuda implementar um modelo de PPP (parceria público-privada) na joia ambiental do Rio, nos moldes do que ocorre no arquipélago de Fernando de Noronha. O objetivo, explicou, é garantir um turismo sustentável e menos invasivo. Estudos apontam que praias como Araçatiba, Provetá e Japariz estão recebendo mais gente do que podem suportar.

A ONG Instituto Semeia recebeu R$ 2 milhões do Fundo Mata Atlântica do Rio, composto por dinheiro de compensações ambientais de empresas, para desenvolver o projeto. No ano passado, o instituto coordenou um modelo de concessão do circuito ecológico Rota Lund, em Minas Gerais.

— O poder público não tem braço para controlar a Ilha Grande. E temos problemas de superlotação em alguns locais. O modelo ainda está sendo estudado, mas a ideia é que no primeiro semestre do ano que vem esteja definido. Pode ser uma concessão plena ou patrocinada. A Ilha Grande vai ter muita atratividade — disse o secretário.

"Somente no ano passado, a Ilha Grande recebeu 450 mil visitantes. A maior concentração populacional fica na Vila do Abraão. Com cerca de 4 mil moradores fixos, o local, porta de entrada do santuário, recebe nos feriados até 5 mil visitantes".

A Ilha Grande abrange três unidades de conservação estaduais — uma Área de Proteção Ambiental (APA) Tamoios, o Parque Estadual da Ilha Grande e a Reserva Biológica da Praia do Sul. Além da taxa de controle ambiental, o projeto prevê a instalação de roletas nos pontos de embarque de Angra dos Reis, Mangaratiba e Conceição de Jacareí e no desembarque na Vila do Abraão.

Somente no ano passado, a Ilha Grande recebeu 450 mil visitantes. A maior concentração populacional fica na Vila do Abraão. Com cerca de 4 mil moradores fixos, o local, porta de entrada do santuário, recebe nos feriados até 5 mil visitantes.

Fonte: O Globo



NITERÓI TRANSPARENTE: Prefeitura abre inscrições para Semana “Olho Vivo no Dinheiro Público"





Servidores e Conselheiros Municipais poderão participar da capacitação que faz parte do Projeto Niterói Transparente

02/07/2015 - A Prefeitura de Niterói, através da SEPLAG e por meio do Programa “Brasil Transparente” da Controladoria Geral da União (CGU), abriu inscrições nesta quarta-feira (01.07) para a Semana “Olho Vivo no Dinheiro Público”.

A formação da Semana “Olho Vivo no Dinheiro Público” é voltada para os servidores e conselheiros das áreas de Educação, Saúde e Assistência Social e também para os que atuam em atividades que envolvem o controle interno, a fiscalização e a transparência (demandas da Lei de Acesso à Informação). A capacitação ocorrerá de 4 a 8 de agosto, no Auditório da Faculdade de Economia da UFF (Campos Gragoatá).

Os cursos serão oferecidos por profissionais da CGU, do Tesouro Nacional e da SEPLAG e possuem módulos teóricos e práticos voltados ao fortalecimento da participação da sociedade no controle social do uso dos recursos públicos. Segundo Giovanna Victer, Secretária de Planejamento, Gestão e Controle (SEPLAG), a Semana “Olho Vivo no Dinheiro Público” é mais uma ação da prefeitura no Projeto Niterói Transparente. O município, inclusive, garantiu o primeiro lugar no ranking estadual de transparência, entre outras 92 prefeituras e o governo do Rio."

A Semana 'Olho Vivo no Dinheiro Público' é um grande movimento de mobilização da sociedade e do Poder Público no sentido de aumentar o controle social dos serviços públicos prestados à população e também uma oportunidade de mobilizar agentes governamentais para a nova realidade de transparência e controle na gestão da Cidade." informou Giovanna.

Para participar do Treinamento, os servidores e conselheiros deverão preencher a ficha de inscrição disponível no site da SEPLAG (www.seplag.rj.gov.br) até o dia 31 de julho para confirmar a participação. Mas informações sobre a Semana “Olho Vivo no Dinheiro Público”: 2613-5156.

Fonte: Prefeitura de Niterói 


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http://www.meniteroiportais.rj.gov.br/ecidade_transparencia/

CONHEÇA O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DA PREFEITURA DE NITERÓI

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Projeto "Prefeitura Móvel" acontece na Engenhoca na próxima semana




A Engenhoca, na Zona Norte de Niterói, será o terceiro bairro da cidade a receber o projeto “Prefeitura Móvel”, a partir da próxima segunda-feira (6/7). O programa já beneficiou no ano passado os bairros do Caramujo e Ilha da Conceição.

Até sábado, dia 11 de julho, o prefeito, secretários municipais e presidentes de autarquias irão despachar nas dependências do Colégio Estadual Mullulo da Veiga. Eles também farão reuniões de trabalho, apresentarão projetos e ouvirão sugestões e reivindicações dos moradores.

O projeto teve início em julho do ano passado, no bairro do Caramujo, e tem como objetivo levar serviços municipais para regiões que não tiveram atenção do poder público nos últimos anos.

“A iniciativa tem como objetivo principal aproximar ainda mais a prefeitura das pessoas. A integração com as outras esferas de governo e o diálogo com a comunidade são características importantes da nova administração. Estamos tirando Niterói do isolamento e a participação da população faz a diferença. Temos um compromisso de cuidar de toda a cidade, mas com olhar especial para aqueles que mais precisam”, afirma o prefeito.

O Colégio Estadual Mullulo da Veiga fica na Rua Coronel Guimarães, 505, Engenhoca.

Fonte: Prefeitura de Niterói









quarta-feira, 1 de julho de 2015

INEA lança o Banco Público de Áreas para Restauração e o Portal da Restauração Florestal




A Secretaria do Ambiente e o Inea lançam hoje o Banco Público de Áreas para Restauração (Banpar) e o Portal de Restauração Florestal.

Com essas duas ferramentas, ficou fácil fácil para o empreendedor cumprir seus compromissos ambientais. E o proprietário ainda poderá ter as áreas de sua propriedade restauradas.

Trata-se de um cadastro de áreas disponíveis para a restauração florestal no Estado do Rio de Janeiro.
O registro nesse cadastro é feito por meio eletrônico de forma voluntária e gratuita pelos proprietários, posseiros ou gestores de áreas públicas.

A principal finalidade do BANPAR é facilitar a aproximação entre os proprietários rurais que possuem áreas a serem restauradas e os empreendedores que buscam essas áreas para cumprir compromissos ambientais de restauração tais como: reposição florestal, compensação ambiental, compensação de emissões de gases de efeito estufa ou mesmo a ação voluntária de responsabilidade social.

Saiba mais sobre o Banpar.

Dá uma olhada no novo Portal da Restauração Florestal

Fonte: INEA







O colapso dos grandes herbívoros


Cerca de 60% das 74 espécies de mamíferos terrestres com 100 kg ou mais estão ameaçadas de extinção e as consequências para o ecossistema serão grandes. A única representante brasileira é a anta (foto: Mauro Galetti)


Karina Toledo | Agência FAPESP – De acordo com uma revisão publicada recentemente na revista Science Advances, 60% das espécies remanescentes de grandes mamíferos herbívoros – aqueles com massa corporal igual ou maior que 100 quilogramas – correm risco de extinção. Quase todas as populações ameaçadas estão nas nações em desenvolvimento.

Os dados são da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) e foram levantados por cientistas de vários países, sob coordenação de William Ripple, da Oregon State University, nos Estados Unidos. Entre os autores está o pesquisador brasileiro Mauro Galetti, do Departamento de Ecologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro.

“Lugares como a savana africana estão se tornando paisagens vazias e isso não é apenas uma questão ética ou estética. Afeta o funcionamento dos ecossistemas naturais. Todas essas espécies desempenham funções ecológicas importantes e, se elas desaparecerem, ninguém conseguirá substituí-las”, disse Galetti em entrevista à Agência FAPESP.

Das 74 espécies de mamíferos terrestres que compõem o grupo dos grandes herbívoros, 71 ocorrem em países em desenvolvimento e somente 10 nos países desenvolvidos. A única representante brasileira no grupo é a anta (Tapirus terrestres), que pode chegar a 300 kg e também está sob ameaça de extinção.

"Das 74 espécies de mamíferos terrestres que compõem o grupo dos grandes herbívoros, 71 ocorrem em países em desenvolvimento e somente 10 nos países desenvolvidos".


De acordo com o artigo, os grandes herbívoros ocupam atualmente, em média, apenas 19% das suas áreas de ocorrência históricas. “Isso é exemplificado pelo elefante (Loxodonta africana), pelo hipopótamo (Hippopotamus amphibius) e pelo rinoceronte negro ocidental (Diceros bicornis), que hoje ocupam pequenas frações de suas áreas históricas na África. Além disso, muitas dessas espécies em declínio são pouco conhecidas cientificamente e necessitam seriamente de pesquisas ecológicas de base”, ressaltam os pesquisadores.

"A única representante brasileira no grupo é a anta (Tapirus terrestres), que pode chegar a 300 kg e também está sob ameaça de extinção".


Também no caso da anta, disse Galetti, a área de ocorrência vem encolhendo nos últimos anos. Os cientistas não sabem ao certo qual é o tamanho da população remanescente no país. “Originalmente, a anta era encontrada em praticamente todos os biomas brasileiros, mas hoje já há vários lugares da Mata Atlântica em que ela desapareceu. As causas principais são a caça ilegal, o desmatamento, a expansão agrícola e atropelamentos”, afirmou.

"... os grandes herbívoros ocupam atualmente, em média, apenas 19% das suas áreas de ocorrência históricas".


A caça, a expansão da pecuária e as mudanças no uso da terra – que incluem perda de habitat, invasão humana (como construção de estradas), plantações e desmatamento – são apontadas no artigo como as principais ameaças para os grandes herbívoros. A vulnerabilidade desses animais é agravada pelo fato de se reproduzirem lentamente.

A caça ilegal voltada à obtenção de partes valiosas do corpo, como, por exemplo, presas e chifres, tem causado um declínio dramático na população de elefantes e rinocerontes em partes da África e na Ásia Meridional, revertendo décadas de esforços de conservação, disse o artigo.

A perda de habitat é uma ameaça significativa principalmente na América Latina, na África e no sudeste da Ásia e, segundo os autores, a causa tem origem nos países desenvolvidos e em sua demanda por produtos agrícolas e outras commodities.

“O Sudeste da África tem a maior taxa de desmatamento nos trópicos e, se o ritmo se mantiver, a região poderá perder 75% de suas florestas originais e quase metade de sua biodiversidade até o fim deste século”, ressaltaram os cientistas.

No caso da América do Sul, o processo de defaunação pode ter tido início há 10 mil anos, coincidindo com a chegada do homem ao continente. “Havia espécies de preguiça gigantes, tatus do tamanho de um fusca e outras menos conhecidas, mas a região já foi transformada em uma paisagem vazia. Há uma controvérsia na literatura científica sobre a principal causa ter sido o clima ou as ações humanas. Os impactos para o ecossistema estão só começando a ser compreendidos”, disse Galetti.

Consequências

Por consumirem grandes quantidades de vegetação, explicou o pesquisador, esses mamíferos ajudam a moldar a estrutura dos ecossistemas, prestando serviços como ciclagem de nutrientes, dispersão de sementes e controle de fogo.

“A quantidade de matéria orgânica que esses animais reciclam é enorme. Se eles desaparecerem em biomas como o cerrado brasileiro ou a savana africana, a vegetação vai crescer, secar e eventualmente vai pegar fogo”, disse Galetti.

No Brasil, acrescentou o pesquisador, espécies de plantas que possuem sementes grandes, como jatobá (Hymenaea courbaril), buriti (Mauritia flexuosa) e palmito amargoso (Syagrus oleracea), e muitas outras plantas são dependentes da anta para dispersão.

“Além disso, as antas competem por alimento com diversos roedores, ajudando a controlar populações prejudiciais à saúde humana por transmitir doenças como hantavirose. A anta também é um dos poucos animais que servem de presa e ajudam a sustentar as populações da onça-pintada (Panthera onca), que por sua vez controlam vários animais que podem ser daninhos ao homem”, disse Galetti.

Os grandes herbívoros são a principal fonte de alimento para animais como leão (Panthera leo), hiena (Crocuta crocuta), tigre (Panthera tigris) e também para os animais menores que se alimentam das carcaças, como coiotes (Canis latrans), raposas (Vulpes vulpes), corvos (Corvus corax e águias (Haliaeetus spp.).

O declínio dos grandes herbívoros causa ainda efeitos diretos nos humanos, especialmente no que se refere à segurança alimentar nas regiões em desenvolvimento, ressaltou o artigo.

"Estima-se que 1 bilhão de pessoas dependem de carne de caça para subsistência e ela deve diminuir em torno de 80% nas florestas africanas nos próximos 50 anos".

“Estima-se que 1 bilhão de pessoas dependem de carne de caça para subsistência e ela deve diminuir em torno de 80% nas florestas africanas nos próximos 50 anos. Além disso, os mais carismáticos e emblemáticos herbívoros atraem muitos turistas para áreas protegidas. O declínio do turismo deve afetar as balanças comerciais e as taxas de emprego principalmente nas áreas rurais do mundo em desenvolvimento”, diz o texto.

Direções futuras

Na avaliação dos autores, o esforço para salvar os grandes herbívoros remanescentes deve incluir a redução das taxas de natalidade humanas, diminuição do consumo de carne de ruminantes, combate da caça ilegal, expansão e maior financiamento de áreas protegidas e combate às mudanças climáticas.

O artigo ressalta ainda a necessidade de pesquisas sobre as espécies mais ameaçadas no sudeste asiático, África e na América Latina, entre elas o Búfalo-anão-de-Mindoro (Bubalus mindorensis), cabra-das-rochosas (Capra walie), suínos da espécie Sus cebifrons e Sus oliveri e outras sobre as quais também há menos de dez artigos científicos publicados. No Brasil, uma espécie de anta recentemente descrita e denominada Tapirus kabomanii pode estar criticamente ameaçada pela caça e mineração na sua área de ocorrência.

“Em particular, mais pesquisas são necessárias para entender como o aumento da densidade humana e da pecuária, a mudança climática, a perda de habitat, a caça e as diferentes combinações desses fatores afetam esses grandes herbívoros”, afirmaram.

Fonte: Agência Fapesp







Prefeitos do Conleste se reúnem em Niterói


O encontro foi realizado no gabinete do prefeito de Niterói, Rodrigo Neves
Divulgação Prefeitura de Niterói / Bruno Eduardo Alves


O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, recebeu em seu gabinete, nesta terça-feira (30), prefeitos dos municípios do Leste Fluminense para conversar sobre a crise econômica e financeira do Estado e do País, que causa reflexos nas cidades. Participaram do encontro o prefeito de Itaboraí e presidente do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense (Conleste), Helil Cardozo; o prefeito de Cachoeiras de Macacu, Waldecy Fraga Machado, o Cica; o prefeito de Magé, Nestor Vidal; o prefeito de Tanguá, Valber de Carvalho; a prefeita de Rio Bonito, Solange Almeida; e o secretário de Governo de São Gonçalo, Sandro Almeida, representando o prefeito Neilton Mulim.

No final da reunião, os prefeitos acertaram quatro encaminhamentos que serão feitos. O primeiro é pleitear uma audiência com o presidente da Petrobras, para que o plano de investimentos da empresa, anunciado na segunda-feira (29), possa ser acelerado.

“Vamos pedir que esses investimentos ganhem celeridade, sobretudo com relação ao Comperj, para a retomada de suas obras, e também em relação à indústria naval”, explicou Rodrigo Neves.

O segundo ponto de consenso entre os prefeitos é o pedido ao Ministério dos Transportes para a duplicação da BR-493, ligando Magé ao trevo da Niterói-Manilha, para completar o Arco Metropolitano. Neves disse que irá pedir uma audiência ao ministro para solicitar que este projeto seja acelerado.

Em uma terceira frente, os prefeitos acertaram que irão solicitar ao Governo Estadual a retomada das obras nos municípios, que também foram desaceleradas em função da crise, e ainda a construção de uma agenda de desenvolvimento para o segundo semestre.

O encontro também teve como tema a criação da Câmara Metropolitana. Os prefeitos informaram que consideram a iniciativa muito positiva, mas que vão fazer uma série de sugestões ao anteprojeto que foi apresentado pelo governo do Estado.

O prefeito de Itaboraí, Helil Cardozo, disse que o município foi o que mais sofreu com a crise da Petrobras.

“Através do diálogo e da união entre os prefeitos é que vamos conseguir as soluções. Especificamente sobre a nossa região e o Comperj, o anúncio da Petrobras foi o que já esperávamos, prorrogando a inauguração do primeiro trem para outubro de 2017 e o segundo, que é o refino, virá depois, pois depende de parceiros e investidores. Esperamos que isso seja cumprido, porque a região como um todo tem sofrido assustadoramente, especialmente Itaboraí, que acolheu mais de 50 mil pessoas que migraram para Itaboraí em virtude de uma promessa não cumprida e, por conta disso, os serviços aumentaram. Mesmo com todas as dificuldades, as conquistas na nossa cidade terão prosseguimento”, afirmou Cardozo.

Já o prefeito de Magé, Nestor Vidal, destacou que todos os municípios se encontram em situação muito difícil, especialmente em função da paralisação das obras do Estado.

“Destaco também a questão da Câmara Metropolitana. Vemos com muita esperança que sejamos contemplados, por exemplo, com o desenvolvimento do saneamento. Mas ressalto que a divisão da participação neste fórum está sendo feita de forma desproporcional, já que o Estado e a cidade do Rio de Janeiro têm muito mais votos, tirando nosso representativo. Queremos decidir as propostas de cada município. Estamos discutindo isso nessa reunião”, afirmou Vidal.

Também estiveram no gabinete do prefeito a secretária executiva Maria Célia Vasconcellos, e o vereador Gallo, líder do governo na Câmara.

Fonte: O Fluminense