quarta-feira, 24 de junho de 2015

TEATRO MUNICIPAL DE NITERÓI - Quarteto Nightingale: quatro belos tesouros musicais da Dinamarca




Quarteto de cordas dinamarquês "Nightingale String Quartet" se apresenta no Municipal

O palco do Teatro Municipal recebe o quarteto de cordas dinamarquês Nightingale String Quartet, na sexta-feira, 26 de junho de 2015, às 20h, em uma homenagem aos 150 anos ao compositor Carl Nielsen, um dos grandes nomes da música dinamarquesa. Com um repertório de clássicos do artista, o grupo traz ao público um olhar forte e impetuoso sobre a música de câmara, visando despertar emoção e sensibilidade em toda a plateia. Os ingressos custam R$ 30 reais.

Formado por quatro talentosas mulheres, o quarteto traz o som de dois violinos, uma viola e um violoncelo de maneira ímpar. O nome, Nightingale String Quartet, é inspirado em um conto de fadas do famoso escritor dinamarquês, Hans Christian Andersen, que conta a história do passarinho Rouxinol, numa alusão ao som intenso e ao mesmo tempo sensível que as musicistas conseguem realizar no palco.

O quarteto apresentará um concerto em homenagem aos 150 anos de Carl Nielsen, músico de mesma origem das jovens. Esse circuito de apresentações em tributo ao artista, representando a Dinamarca, está sendo realizado junto a outros grupos de música clássica e de câmara do país.


Nightingale String Quartet

Fundado em 2007, o Nightingale String Quartet é composto pelas violinistas Gunvor Sihm e Josefine Dalsgaard, a violeira Marie Louise Broholt Jensen e a violoncelista Louisa Schwab, todas formadas juntas pela Academia Real Dinamarquesa de música em Copenhague. Em 2010, o quarteto foi premiado como "O Talento", pela rádio dinamarquesa P2, por conseguir fazer a música falar forte e diretamente, tanto para os novos ouvintes quanto para os experientes. Com paixão e irresistível entusiasmo, desde então, o quarteto tem lançado CD´s e estreado em vários palcos no mundo inteiro.

Carl Nielsen

Compositor, maestro e violinista, Nielsen é especialmente admirado por suas seis sinfonias e pelos concertos feitos para violino, flauta e clarinete. O artista, que viveu entre 1865 e 1931, foi o sétimo dos doze filhos de uma família de camponeses pobres, porém, musicalmente talentosos, de Sortelung, sul da Dinamarca. Carl aprendeu violino e piano quando ainda era criança, investindo também em instrumentos de sopro. Mais tarde, estudou violino e teoria musical no Conservatório Musical de Copenhaga, mas nunca teve, formalmente, aulas de composição, área em que mais se destacou musicalmente.


Serviço

Nightingale String Quartet - "Homenagem aos 150 anos de Carl Nielsen"
Data: Sexta-feira, 26 de junho de 2015
Horário: 20h
Ingressos: R$ 30,00
Classificação etária: Livre

Local: Teatro Municipal de Niterói
Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói/RJ
Tel: (21) 2620-1624
Fonte: Cultura Niterói



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QUATRO BELOS TESOUROS MUSICAIS DA DINAMARCA


As violinistas Gunvor Sihm e Josefine Dalsgaard, a violeira Marie Louise Broholt Jensen e a violoncelista Louisa Schwab trazem ao Teatro Municipal repertório de clássicos

 
A Dinamarca possui uma população de cerca de 6 milhões de pessoas. Ainda que o país seja pequeno, talentos ímpares se destacam e levam para o mundo o que há de melhor da cultura dinamarquesa. São filósofos, cineastas, físicos, escritores, atletas, políticos, designers e até mesmo arquitetos. Mas é a música que se destaca e encanta o mundo. Como compositor, um desses talentos notórios completaria 150 anos e, nada mais justo que comemorar esse legado de sucesso de Carl Nielsen com significativas homenagens.

Niterói também se prepara para homenagear aquele que era considerado o compositor e maestro nacional da Dinamarca. Para representar o emblemático artista, o quarteto de cordas dinamarquês Nightingale String Quartet sobe ao palco do Teatro Municipal de Niterói, na sexta feira, às 20 horas.

As violinistas Gunvor Sihm e Josefine Dalsgaard, a violeira Marie Louise Broholt Jensen e a violoncelista Louisa Schwab trazem um repertório de clássicos do famoso compositor dinamarquês, através da música de câmara, a grande paixão das quatro meninas.

Para elas, as canções de Nielsen variam entre ser grande parte da música popular do país, onde cada dinamarquês conhece, e também um repertório de clássicos internacionais, admirados por suas difíceis técnicas, grande marca do autor.

Quarteto: as violinistas Gunvor Sihm e Josefine Dalsgaard, a violeira Marie Louise Broholt Jensen e a violoncelista Louisa Schwab
Foto: Divulgação


“Nós somos naturalmente orgulhosas por ter um compositor com esta qualidade e um alto nível internacional. As canções dele contém reflexões da música e cultura dinamarquesa e continuam relevantes hoje, assim como quando ele viveu”, declara Gunvor, acreditando que seu aniversário é uma data perfeita para celebrar tudo o que ele representou para o país.

Além de admirar o trabalho de Carl, as quatro dinamarquesas sentem uma enorme semelhança com o artista. Assim como ele, duas delas viveram a infância em uma pequena aldeia de Fyn, umas das principais ilhas do país. Com o sucesso musical, elas foram para Copenhague, o mesmo caminho que o compositor trilhou.

“Nielsen desenvolveu o ‘som dinamarquês’ em suas nuances e melodias. Quando nós ouvimos sua música, sentimos como se estivéssemos em casa. É muito natural para a gente identificar nós mesmas nas músicas dele”, explica a violinista Shim.

 Inspiradas em Carl Nielsen, as quatro artistas iniciaram o amor pela música através do incentivo de suas famílias, que também amam a música. Com essa paixão dentro de si, elas se conheceram na Academia Real Dinamarquesa de Música, em Copenhague. Logo perceberam a química que causavam quando tocavam juntas. Em 2007 nasceu o Nightingale String Quartet, de nome inspirado em um dos contos do famoso escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, que conta a história do passarinho Rouxinol.

“A moral do conto de fadas é que a música pode curar o coração e nós acreditamos fortemente nisso”, filosofa Marie Louise.

A sintonia no palco, aliás, é notável. A sensibilidade com que essas quatro mulheres procuram transmitir a música é motivo de elogios por onde passam. De acordo com elas, o que mais contribui para isso é a amizade cultivada.

“Quando estamos no palco, podemos sentir umas às outras o tempo todo, o que vamos fazer, que dinâmica, quais emoções, e isso talvez seja porque somos quatro mulheres, ou talvez apenas por sermos amigas próximas dentro e fora do palco”, argumenta a violeira do quarteto.

O desejo do quarteto é transmitir ao público a emoção que também sente quando está tocando. Passar esse sentimento e fazer com que a plateia seja capturada pela música, da mesma maneira que elas são, é a proposta desse quarteto.

“Nós nos emocionamos muito quando tocamos, nos deixamos entrar em todos os extremos da música. Nós gostamos de tocar obras onde diferentes sentimentos e atmosferas são criadas. Também ficamos emocionadas com personalidades que brilham através da nossa música”, revela Josefine.

O som intenso e ao mesmo tempo sensível é uma das marcas do Nightingale String Quartet e é resultado de muito trabalho e, principalmente, amor pelo que fazem. Além disso, as meninas do Nightingale atrelam seu sucesso à sorte que tiveram desde o início da carreira. De acordo com elas, as canções que apresentam são escolhidas de forma que combinem com o quarteto e criem uma identidade. Não foi à toa que as jovens foram premiadas como ‘o talento’ na rádio dinamarquesa P2, por conseguirem fazer a música tocar no coração das pessoas de forma direta, tanto para os ouvintes quanto para os mais experientes.

Para elas, a música clássica é uma filosofia. É na música de câmara e nas cordas que encontram elas mesmas e conseguem se descobrir. O clássico representa a profundidade e o sentido da vida dessas quatro mulheres.

“Música clássica é onde vamos para alcançar os sentimentos mais profundos, para deixar eles terem espaço e tempo. É o núcleo das nossas vidas”, define Josefine.

A curiosidade de saber como a música clássica será recebida as moveram à primeira visita ao Brasil. Ter contato com uma cultura diferente é motivo de ansiedade para Gunvor, Josefine, Marie Louise e Louisa.

“Antecipamos que, talvez, as regras sociais em volta das apresentações sejam menos formais. Talvez as pessoas aplaudam em momentos diferentes do que na Dinamarca, mas provavelmente as diferenças não são tão grandes. Vamos ver daqui a pouquinho”, antecipa a violoncelista Louisa, que chama atenção para o intercâmbio cultural entre Brasil e Dinamarca. “É tão importante compartilhar o que tem de bom na música dinamarquesa com outras culturas, e vice-versa. Assim, abrimos mundos novos, de onde todos nós podemos tirar inspiração e criatividade”, afirmando que isso também contribuí para a formação do homem”.

“Crescemos como pessoas quando temos um entendimento de outras culturas, ficamos mais abertos. A música é uma maneira muito forte de fazer essas conexões interculturais”, conclui Louisa, que também revela que seu próximo desejo é visitar o Japão.

Fonte: O Fluminense





Associação internacional de jornalistas especializados em náutica pressiona para que provas olímpicas sejam fora da Baía de Guanabara


 Debris in Guanabara Bay has been a major problem in recent weeks and progress remains limited - 2016 Rio Games
Getty Images


Yachting Journalists' Association calls for action in Rio

The Yachting Journalists’ Association (YJA) expresses extreme concern over the use of Guanabara Bay for the sailing events of the Olympic Games in Rio de Janeiro next year. Despite continued protests over the state of the pollution of the water since the site was first approved in 2009, nothing has been achieved to limit or reduce the pollution in the bay and this has now reached a significantly dangerous level as well as failing to provide a level racetrack for the competitors.

Only a third of Rio de Janeiro’s sewage is treated, and competitors in sailing events will need a series of innoculations.

In addition to the untreated faeces and urine from the surrounding area, which is dumped into Guanabara Bay, Rio’s sewers deliver many other foreign objects into the Bay – bodies of dead humans and animals plus large items of rubbish, which are a hazard to the progress of small sailing craft.

The Brazilian authorities promised the Bay would be cleared for the sailing events as far back as 2009, but no effective work has been carried out and the state of the Bay is now worse than it was.

There would appear to be a concerted recalcitrance by the Rio authorities, the International Olympic Committee (IOC) and the International Sailing Federation (ISAF) to tackle this problem, and with the Sailing Events of the 2016 Olympic Games now only a year away, it would appear that nothing will be done to improve the state of pollution in the waters where the racing will take place. There are, after all, some 150 murders a day in the Rio area – a figure that is not falling and shows no signs of so doing.
 Dead fish and trash float in the polluted Guanabara Bay in Rio de Janeiro, Brazil, Wednesday, Feb. 25, 2015. Rio de Janeiro’s state environmental agency is trying to determine why thousands of dead fish have been found floating where next year’s Olympic sailing events are to be held.
Leo Correa

The high level of pollution is dangerous to the health of all athletes racing on the Bay, and to the race officials and support teams. In test events, competitors have hit semi-floating objects, which have caught around centerboards and rudders, thereby making the racecourse unfair.

Perhaps the only option would be to move the site of the Olympic Regatta to Búzios – just 75 miles from Rio de Janeiro – where the waters are clear and unpolluted. (Note: Weymouth, where the sailing events of the last Olympic Games were held in 2012, is 136 miles from London. In addition, there is a suitable marina at Buzios, which in six months could be altered for the major event).


 Hundreds of millions of gallons of untreated sewage flow daily into Guanabara Bay.
Getty Images


The Yachting Journalists’ Association strongly believes that it needs, simply, action – NOW. It is time to abandon Guanabara Bay as the venue and move it to a safe and clean water venue – IMMEDIATELY.

YJA Chairman Paul Gelder said: 'It's astonishing that those in a position to solve the Rio Olympics pollution scandal seem to have turned a blind eye and a deaf ear to multiple protests, as well as irrefutable scientific evidence of toxic dangers. This fiasco has been going on for months and our sailors face an unacceptable risk.'

Fonte: Sail World









ONU dá o primeiro passo para um tratado de preservação do alto mar


Tartaruga em uma zona marinha protegida.
Foto: Ministério de Assuntos Exteriores da Grã-Bretanha


Por Thalif Deen, da IPS –

Nações Unidas, 23/6/2015 – A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), composta por 193 Estados membros, adotou uma resolução para redigir um tratado internacional juridicamente vinculante, que conserve a vida marinha e regule as águas de alto mar, aquelas que ficam fora de toda jurisdição nacional. A resolução do dia 19 é o resultado de mais de nove anos de negociações por parte de um Grupo de Trabalho Especial, que se reuniu pela primeira vez em 2006.

Se o tratado chegar a ser concretizado, será o primeiro em nível mundial a conter medidas de conservação, incluídas áreas e reservas marinhas protegidas, avaliações de impacto ambiental, acesso a recursos energéticos marinhos e divisão de benefícios, criação de capacidades e a transferência de tecnologia marinha.

A Aliança de Alto Mar (HSA), uma coalizão de 27 organizações não governamentais, teve muito a ver com essas negociações sobre o tratado proposto e fez campanha por essa resolução desde 2011. A IPS perguntou a Elizabeth Wilson, diretora de política internacional oceânica da organização humanitária The Pew Charitable Trusts, integrante dessa coalizão, se o tratado estará pronto para a data prevista de 2018. “Não exatamente, embora esperemos um progresso significativo”, respondeu.

A previsão é que a primeira rodada de negociações formais ocorra em 2016 e que continue até 2017. A Assembleia Geral de setembro de 2018 decidirá se convocará uma conferência intergovernamental que estabeleça o texto do acordo e fixe uma data para seu início.

Wilson considera provável que, dessa forma, a conferência intergovernamental se reúna várias vezes ao longo de aproximadamente dois anos para conseguir esse objetivo. “Essa decisão inovadora nos coloca no caminho para ter um marco legal instalado que permita a gestão integral das zonas oceânicas fora da jurisdição nacional”, respondeu a ativista ao ser perguntada se o tratado mudará a atual “anarquia” que reina em alto mar.

Atualmente, as águas internacionais são regidas por um mosaico inadequado de acordos e organizações internacionais, regionais e setoriais. Um tratado novo ajudaria a organizar e coordenar a conservação e a gestão dos oceanos. Isso inclui a capacidade de criar reservas marinhas totalmente protegidas onde não sejam permitidas as atividades nocivas. Hoje em dia, não há maneira de contar com esse tipo de proteção juridicamente vinculante, afirmou Wilson.

As águas de “alto mar representam quase a metade de nosso planeta, a metade que se deixou sem leis nem proteção por muito tempo. É necessária com urgência uma rede mundial de reservas marinhas para devolver a vida ao oceano. Isso deveria acontecer com este novo tratado”, afirmou Sofia Tsenikli, da organização Greenpeace.

Em um comunicado divulgado no dia 19, a HSA afirmou que a resolução sucede a conferência Rio+20, realizada no Rio de Janeiro em 2012, na qual os chefes de Estado e de governo se comprometeram a encarar a proteção das águas de alto mar. Nessa ocasião, esteve próximo o acordo para um novo tratado, mas surgiu o obstáculo de uns poucos governos, que permanecem contrários ao tratado desde então.

Wilson explicou que a Convenção sobre o Direito do Mar (Unclos), que foi adotada em 1982, é reconhecida como a “constituição” da governança mundial dos oceanos, mas tem um alcance amplo e não inclui as disposições detalhadas necessárias para abordar atividades específicas, nem estabelece um mecanismo de gestão e nem as normas para proteger a biodiversidade em alto mar.

Desde a adoção da Unclos, houve dois acordos de aplicação posteriores para enfrentar suas deficiências e outras áreas que a Convenção não alcançava totalmente, um relacionado à mineração no fundo marinho e outro com as populações de peixes extremamente migratórios, esclareceu Wilson, lembrando que o novo tratado seria o terceiro convênio de aplicação desenvolvido a partir da Unclos.

A resolução do dia 19 destaca “a necessidade de o regime mundial integral abordar melhor a conservação e o uso sustentável da diversidade biológica marinha nas áreas fora das jurisdições nacionais”, segundo a HSA. A resolução permite um processo preparatório de dois anos para considerar os elementos que o tratado compreenderia. Esse processo começará no próximo ano e terminará no final de 2017, com a decisão de convocar a conferência de negociação formal do tratado para 2018.

As águas de alto mar são os mares que estão além da zona econômica exclusiva dos países, que constituem 64% dos oceanos, e o fundo marinho que localizado fora da plataforma continental de um país, explica um informe publicado pela HSA. Essas áreas representam quase 50% da superfície da Terra, e incluem alguns dos ecossistemas mais importantes, mais ameaçados e menos protegidos do planeta.

Envolverde/IPS

Fonte original: Inter Press Service
Fonte: Envolverde








Confira a programação dos festejos juninos em Niterói





FESTA DE SÃO JOÃO DA CATEDRAL SÃO JOÃO BATISTA:
Local: R. São Pedro, Centro.
Dias 20, 21, 23 e 24 a partir das 16h.

SÃO PEDRO DE JURUJUBA
Local: Jurujuba
De 26 a 29 de junho. inicio às 16h.

FESTA JUNINA DE ICARAÍ
Local: Praça Dom Carlos Alberto Navarro (Avenida Ary Parreiras), entre as Ruas Moreira César e Praia de Icaraí.
Dias 27 e 28 de Junho.
Com início as 14hs e término as 22hs no sábado e 10hs as 22hs no domingo

95ª FESTA DE SÃO PEDRO DE ITAIPU
Local: Praia de Itaipu
Dias 3 e 4 de julho às 20h e dia 5, às 18h.
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LEMBRE-SE: Soltar BALÃO É CRIME!

Beba e coma com moderação e tome cuidado redobrado com fogos de artifício, para evitar acidentes. E divirta-se muito!

Axel Grael




Nos próximos 25 anos, os investimentos em energia limpa serão o dobro do que em fontes fósseis ou nucleares




Renewables to Beat Fossil Fuels With $3.7 Trillion Solar Boom

June 23, 2015
By Ehren Goossens, Bloomberg

Renewable energy will draw almost two-thirds of the spending on new power plants over the next 25 years, dwarfing spending on fossil fuels, as plunging costs make solar the first choice for consumers and the poorest nations.

Solar power will draw $3.7 trillion in investment through 2040, with a total of $8 trillion going toward clean energy. That’s almost double the $4.1 trillion that will be spent on coal, natural gas and nuclear plants, according to a forecast from Bloomberg New Energy Finance.

The figures show the traditional dominance of coal and natural gas suppliers will slip in the coming years as cheaper renewables mean developing nations can tap less-polluting sources to meet their swelling energy needs. The forecast from New Energy Finance also indicates that coal will remain an important fuel, suggesting policy makers must take further steps to control greenhouse gases.

“We will see tremendous progress toward a decarbonized power system,” Michael Liebreich, founder of New Energy Finance, said Tuesday in a statement as the research group released its findings in London. Despite this, emissions will continue to rise “for another decade-and-a-half unless radical policy action is taken.”

Rising Emissions

Greenhouse gas emissions will increase until 2029. That’s almost a decade past the date the International Energy Agency has set as target that would lead to capping the global increase in temperatures at 2 degrees Celsius (3.6 degrees Fahrenheit) by 2100.

Developing nations will account for 79 percent of 8.9 terawatts of new power capacity added worldwide, according to New Energy Finance, with solar reaping the biggest gains.

Most of the solar projects in these regions will be large- scale power plants, with about 1.5 terawatts installed by 2040, compared with about 800 gigawatts of small-scale and rooftop systems.

That pattern will be reversed in developed countries, with 271 gigawatts of large solar farms compared to almost 900 gigawatts of smaller power systems, according to New Energy Finance.

Worldwide, rooftop and small-scale solar plants will jump nearly 17-fold from 104 gigawatts last year to nearly 1.8 terawatts in 2040.

With prices for solar panels expected to plunge 47 percent, the industry is going to flourish because of basic economics instead of government subsidies, said Jenny Chase, chief solar analyst at New Energy Finance.

‘Solar is Cheap’

Because sunshine is free, the cost advantage over fossil fuels will continue to increase. “Solar is cheap and it’s only going to get cheaper,” she said in an interview.

Coal will attract $1.6 trillion of investment, gas will draw $1.2 trillion and nuclear will bring in $1.3 trillion in investment over the next 25 years. Developers will spend $2.4 trillion on wind farms.

That spending will bring new opportunities for the world’s energy poor. More people will gain access to electricity through systems that combine solar panels and battery storage than from earlier efforts to build new power grids in regions that lack electrical infrastructure, said Jigar Shah, a clean-energy financier and the founder and former chief executive officer of SunEdison Inc., the best-performing solar company.

“That’s the exciting piece of this: the empowerment,” Shah said in an interview.

Delivering “power to the people” through small systems will help reduce the historic connection between economic development and higher pollution levels, according to New Energy Finance.

“Up to now, small-scale solar investment has been dominated by wealthy countries such as Germany, the U.S. and Japan,” Chase said. “By 2040, developing economies will have spent $1 trillion on small photovoltaic systems, in many cases bringing electricity for the first time to remote villages.”

Fonte original: Bloomberg

Fonte: Renewable Energy World


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A 5 ft-wide roll of silver-coated aluminium Reflectech slides into each unit making up SkyFuel's 20 ft wide parabolic trough used on the solar collector field creating steam for the WaterFX solar still.


Solar Thermal Desalination Now Underway in Water-hungry California

As droughts continue to worsen worldwide, a project in California is using solar power to bring water to desperate agricultural lands.

June 23, 2015

By Susan Kraemer, Correspondent

Regional droughts are being exacerbated by climate change, which is mostly caused by what is tasked with bailing them out — fossil fuels. Israel, Australia, and now southern California have all turned to expensive energy-guzzling seawater desalination projects after historic droughts.

The controversial Carlsbad desalination project’s latest projected cost is now $1 billion. It will suck in 100 million gallons of San Diego’s seawater a day and force it through a series of filters to produce 50 million gallons of water a day using high-pressure reverse osmosis.

A modest solar thermal desalination alternative now quietly undergoing permitting inland would produce 5 million gallons of water, about one tenth of that of Carlsbad, but at a much lower cost of just $30 million, using a solar distillation process.

WaterFX will use a 24-MW trough-type solar thermal field supplied by NREL-collaborator SkyFuel to create direct steam from the sun to run multi-effect distillation, desalinating enough agricultural water for reuse to keep 2,000 acres of farmland irrigated each year.

Agricultural Desalination

WaterFX Chairman Aaron Mandell, who previously founded Oasys Water, a Massachusetts provider of desalination and water-treatment technologies, said he focused on reusing agricultural drainage water because agriculture is California's biggest water user. Selenium and other natural agricultural salts build up in soil, eventually making farming impossible.

"The agricultural sector uses about 80 percent of all the water in California," Mandell explained. "If only 20 percent of the water is being used for municipalities, and you reduce that water consumption by 50 percent, you've only made a 10 percent impact overall. Reducing agricultural use has a much bigger impact."

Last year WaterFX completed a six-month demonstration project that convinced the Panoche Water District to go ahead with the commercial plant. "The water district has been monitoring the pilot project and they're very happy with the results," Mandell said.

Once permitted and built in 2016, Panoche Water District will purchase the water by the acre-foot to sell to the parched farms both in its own and neighbouring water districts. WaterFX proved in its performance test that it can produce desalinated water competitively priced against the cost of surface water.

It will produce 2 million gallons a day in the first phase, then extend the solar field to to produce enough steam to supply 5 million gallons a day.

Desalination Technology

WaterFX uses thermal desalination, which leaves only about 7 gallons of highly concentrated brine per 100 gallons of intake water.

The Central Valley has ancient seafloor containing minerals and metals that are in the ground naturally, but as the fresh water is being used up, the sediment is concentrated.

This semi-solid brine of naturally occurring salts, which includes gypsum that is used in construction, boron, and selenium that is used in semiconductors, is worth millions, according to Mandell.

“We can actually separate and refine certain components for resale,” he says.

Thermal desalination is an ideal application for concentrated solar power (CSP), which turns sunlight to thermal energy. Unlike most CSP, which is used to ultimately drive a steam turbine to generate electricity, in solar desalination the steam is used directly in a solar still to simply evaporate out the waste.

WaterFX contracted with SkyFuel, the manufacturer of the SkyTrough, to supply both the tracking system and the half-megawatt parabolic trough solar collectors.

SkyFuel manufactures their own lightweight flexible mirror film on 5-ft wide rolls that can slide into position in their 20-ft wide lightweight parabolic trough frame units. Their patented film (ReflecTech) is much lighter and cheaper than the heavy segmented glass mirrors used in parabolic trough CSP, but is equally efficient. A thin layer of pure silver on the flexible aluminium sheet is protected from the sun by layers of polymers.

The solar collecting area and desalination plant would occupy about 1 acre for each 40 acres of farmland it can supply with irrigation.

Distributed Solar Desalination for a Drier Future

By contracting with water districts for a series of smaller and less expensive distributed solar desalination projects, Mandell sees a faster path through permitting than Carlsbad’s, once his initial 24-MW project is approved.

"Solar thermal desalination has really never been done before and we are going through right now exactly what permits are required as first-of-its-kind,” Mandell said.

There are also some special approvals required to produce extra water and put it into the California aqueduct system. But, once the first solar thermal desalination facility is operating, the inland empire contains no shortage of customers for the future. California is the fruit basket for the nation. Climate scientists have long predicted a drier future over the longer term for the region.

"We deal with farmers who have suffered substantial yield losses just due to the low quality of the groundwater, and they have to pump from deeper and deeper depths as the water table gets drawn down," Mandell said. "They are in pretty dire straits. They are now having their second year in history of zero water allocation.”

WaterFX expects its second solar thermal desalination plant to be approved this year and operate in 2016.

Fonte: Renewable Energy World





terça-feira, 23 de junho de 2015

DIAGNÓSTICO NACIONAL DO ESPORTE: metade da população brasileira é sedentária

 
 

 
 
 
Pesquisa divulgada pelo Ministério do Esporte nesta segunda-feira (22), no Rio de Janeiro, revela que quase a metade da população brasileira (45,9%) está em situação de sedentarismo, ou seja, sem praticar esporte ou qualquer atividade física.

De acordo com o Diesporte – Diagnóstico Nacional do Esporte, o sedentarismo é maior entre as mulheres, registrando 50,4%, contra 41,2% dos homens.

Segundo com a OMS – Organização Mundial da Saúde, o indivíduo é considerado ativo regular quando pratica alguma atividade física pelo menos três vezes por semana, em seu tempo livre, com duração mínima de 30 minutos.

No Brasil, o estudo aponta que a população mais jovem é a que mais pratica atividade física. Entre 15 e 19 anos, 32,7% são declarados sedentários. Já na faixa etária de 20 a 24 anos o número sobre para 38,1%. A partir daí, a taxa de sedentarismo ultrapassa os 40% e continua crescendo até atingir 64,4% dos brasileiros entre 65 e 74 anos.
 
Entre 15 e 19 anos, 32,7% são declarados sedentários. Já na faixa etária de 20 a 24 anos o número sobre para 38,1%. A partir daí, a taxa de sedentarismo ultrapassa os 40% e continua crescendo até atingir 64,4% dos brasileiros entre 65 e 74 anos.

Para o ministro do Esporte, George Hilton, os dados são alarmantes, e a partir dessas informações devem ser criadas com urgência políticas públicas que estimulem a população a praticar esporte. “A minha preocupação é que isso não continue crescendo”, diz o ministro, “porque, se não houver ações imediatas para isso, vamos chegar ao nível da Argentina, que registrou 68% de sedentarismo. O grande desafio é pegar esse número, trabalhar através de políticas bem coordenadas para que ele venha a se reduzir, porque, se não fizermos isso, pode se ter a certeza de que isso aí vai atingir números insustentáveis.”




Das atividades físicas mais praticadas entre os brasileiros, conforme o Diagnóstico Nacional do Esporte, o futebol lidera o ranking da preferência daqueles que praticam alguma atividade física, com 76,6%. Em segundo lugar vem o vôlei, com 21,4% da escolha do esporte. E em terceiro foram citados os exercícios de academia, com 4,5%.

O Ministro George Hilton ressalta que o Governo quer deixar como parte do legado dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016 a inclusão do esporte e da atividade física no cotidiano e como parte da formação integral da população. Segundo o ministro, a Olimpíada vai ser o ponto de partida, quando será criada a Rede Nacional de Treinamento. A ideia é incentivar a prática esportiva não somente de atletas de alto rendimento mas também na iniciação esportiva, nas cidades do interior do país.

“É hora de o brasileiro sair do sofá, combater aquela confederação brasileira de esporte no sofá. É necessário a gente saber conciliar o lazer e o bem-estar, mas também a saúde preventiva, a educação física nas escolas, a atividade física regular, a prática esportiva. Isso é uma questão comportamental, e a gente precisa tentar induzir toda a sociedade brasileira”. Lars Grael

Um dos destaques do esporte brasileiro, o iatista Lars Grael, participou da apresentação do estudo e chamou a atenção para a necessidade de a população se conscientizar sobre a mudança de comportamento, conciliando lazer e bem-estar com a prática da atividade física. “É hora de o brasileiro sair do sofá, combater aquela confederação brasileira de esporte no sofá. É necessário a gente saber conciliar o lazer e o bem-estar, mas também a saúde preventiva, a educação física nas escolas, a atividade física regular, a prática esportiva. Isso é uma questão comportamental, e a gente precisa tentar induzir toda a sociedade brasileira.”

A pesquisa Diesporte coletou as informações sobre práticas esportivas e atividades físicas no período entre 2010 e 2014, e é o mais abrangente relatório já realizado no país. Foram realizadas ao todo 8.902 entrevistas. Os dados foram analisados com base numa projeção da população brasileira por região, gênero e grupos de idade, feita pelo IBGE para o ano de 2013, num total de aproximadamente 146.748.000 brasileiros, quantidade equivalente à população entre 14 e 75 anos.

Fonte: Sputniknews
Faça o download da pesquisa










Prefeitura de Niterói entrega obras de reforma e ampliação da escola Júlia Cortines, em Icaraí










A Prefeitura de Niterói entregou na manhã desta terça-feira (23/06) as obras de reforma e ampliação da escola municipal Júlia Cortines, no Campo de São Bento, em Icaraí, na Zona Sul da cidade.

Com as intervenções, a unidade vai passar a atender 1070 alunos, 400 a mais do que antes das obras. A escola recebeu serviços de pintura, climatização completa, teve o mobiliário totalmente renovado, aumento da capacidade elétrica e construção de uma nova cisterna.

Na parte de ampliação, são 1500 m² construídos, com sete novas salas de aula, laboratórios de Informática e Ciências, biblioteca, sala de Recursos, vestiário, sala de professores, auditório com capacidade para 80 lugares, quadra coberta, colocação de piso em todo o pátio no entorno da escola e um pátio coberto para atividades lúdicas.

Além da entrega das obras, a escola recebeu cinco netbooks, que fazem parte do Projeto de Tecnologia Móvel. Os aparelhos são equipados com jogos educativos, editores de texto e acesso à internet via wi-fi para atender aos alunos e aos professores.

O prefeito destacou a importância da iniciativa e disse que, em dois anos, a atual administração já inaugurou 16 unidades de ensino.

"A rede de ensino de Niterói se amplia, se qualifica e se consolida cada vez mais como referência no Estado do Rio de Janeiro. Quando ampliamos e inauguramos uma escola, não estamos cuidando só do presente, estamos construindo objetivamente a Niterói que nós sonhamos para o futuro. A educação é a maior forma de prevenção à violência e uma ferramenta extraordinária contra a desigualdade social. Ela está hoje no centro da estratégia da cidade e no de preocupações da agenda do governo. Através de uma educação de referência, Niterói será uma cidade mais sustentável. A escola Júlia Cortines merecia essa reforma, que era aguardada há quase 15 anos", afirmou.

A secretária municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, Flávia Monteiro de Barros, afirmou que a escola Júlia Cortines representa muito para a história da cidade.

"A escola Júlia Cortines foi inaugurada em 1934 e faz parte da história deste cartão postal de Niterói. Foi Jardim da Infância durante muitos anos e depois incorporou o Ensino Fundamental e agora o amplia com mais 400 vagas. Com essa obra de reforma e ampliação, estamos oferecendo educação pública da cidade, trazendo mais crianças e famílias", observou.

A diretora Ivana Nascimento afirmou que a escola nova vai oferecer um ambiente mais prazeroso e saudável para professores e alunos.

"Estou aqui há 28 anos e estou muito feliz. É uma satisfação grande ver a transformação que foi feita na escola. Foi um ano e meio de obra, uma escola nova que vai oferecer aos alunos e professores um ambiente mais saudável e prazeroso para os alunos e professores", opinou.

Participaram também do evento o presidente da Fundação Municipal de Educação (FME), José Henrique Antunes, a secretária Executiva da Prefeitura, Maria Célia Vasconcellos, o deputado estadual Waldeck Carneiro, o presidente da Câmara Municipal de Niterói, vereador Paulo Bagueira e o vereador Bira Marques.

Fonte: Prefeitura de Niterói



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Mais de R$ 1,5 milhão para cultura em Niterói


O convênio foi assinado em Brasília, pelo presidente da Fundação de Artes de Niterói (FAN), André Diniz
Divulgação


Fundação de Artes de Niterói receberá os recursos do Governo Federal para estimular iniciativas culturais na cidade

Niterói receberá recursos do Governo Federal para incentivar pontos de cultura na cidade. O convênio foi assinado ontem, em Brasília, pelo presidente da Fundação de Artes de Niterói (FAN), André Diniz.

Segundo ele, os recursos são de R$ 1,6 milhão e serão repassados pelo Ministério da Cultura, através da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC). O valor é referente às ações do projeto “Cultura Viva”, que já beneficia cerca de mil municípios em 26 estados, além do Distrito Federal.

De acordo com André Diniz, a Secretaria de Cultura de Niterói nunca recebeu projetos de pontos de cultura do Governo Federal.

“Esse projeto é inédito na cidade. Já tivemos outras ações de pontos de cultura do Governo do Estado do Rio, mas do Governo Federal é a primeira vez. O setor de cultura de Niterói está muito feliz de ser um dos municípios contemplados com o projeto”, comemorou o presidente da FAN, que esteve em Brasília para a assinatura do convênio.

O programa promove o estímulo às iniciativas culturais da sociedade civil já existentes na cidade, por meio de convênios celebrados após a realização de chamada pública.

Diniz explica ainda que a divulgação dos editais deverá começar neste semestre.

“Já temos os editais elaborados, mas precisamos acertar alguns detalhes ainda. Vamos tentar adiantar o máximo as coisas, já no próximo mês de agosto”, adianta.

Segundo ele, a ideia é que sejam contemplados projetos em áreas com maiores dificuldades culturais que a secretaria identificar na cidade.

“Nosso objetivo é criar uma relação muito forte com os pontos culturais da cidade. Uma grande batalha já foi vencida, que foi a assinatura do convênio. A ideia agora é apoiar projetos e criar parcerias que fortaleçam as áreas da cidade com maior vulnerabilidade social. Serão ONGs, institutos, com atividades de música, teatro, dança, entre outras ações”, comenta André.

Pontos de Cultura – Segundo o Governo Federal, para se tornar um Ponto de Cultura, os responsáveis pela entidade devem participar do edital de divulgação da Rede de Pontos de Cultura do município, enviando projeto para análise da comissão de avaliação da Secretaria de Cultura de Niterói. Em seguida, será celebrado convênio plurianual para execução do projeto aprovado.

Podem participar dos editais de seleção pública pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos, que sejam de natureza cultural, como associações, sindicatos, cooperativas, fundações privadas, escolas caracterizadas como comunitárias e suas associações de pais e mestres, ou organizações tituladas como organizações da sociedade civil de interesse público e Organizações Sociais, sediadas com atuações comprovadas na área cultural de, no mínimo, três anos de atividades no município.

Fonte: O Fluminense








segunda-feira, 22 de junho de 2015

ECONOMIA SOLIDÁRIA EM NITERÓI: Banco comunitário do Preventório brilha em prêmio nacional


Parabéns ao Banco Comunitário do Preventório e às lideranças comunitárias pela inovação e qualidade do trabalho realizado.

Axel Grael

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Banco comunitário do Preventório brilha em prêmio nacional

Marcos Rodrigo (centro) e equipe: todos fazem serviço voluntário. Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia


Organização de Economia Solidária foi considerada pelo BNDES uma das melhores do Brasil

Niterói - A galera do Morro do Preventório, em Charitas, está em festa. É que o Banco Comunitário da região foi um dos 48 projetos selecionados pelo concurso de Boas Práticas em Economia Solidária do BNDES. Foram 150 inscritos de todo Brasil para levar um prêmio de R$ 20 mil.
O valor vai fazer parte do fundo do banco, de onde sai empréstimos para empreendedores locais e moradores. E ainda tem o ‘Prevê’, a moeda social da comunidade que tem descontos em alguns estabelecimentos. Em breve a moeda será eletrônica, utilizada por meio de um aplicativo para smartphones. 

“O dinheiro colabora para o nosso crescimento. A gente tem a intenção de ganhar pelo menos um edital por ano”, explicou um dos fundadores do projeto, Marcos Rodrigo Ferreira. O banco fica logo na entrada da comunidade, e também tem convênio com a Caixa Econômica. 

Por ali os moradores podem fazer pagamentos, abrir conta, receber o Bolsa Família e realizar depósitos. A cabeleireira Deborah Ferreira conta que o banco é um adianto para quem mora no Preventório. “Eu sempre pago as contas aqui. Foi uma iniciativa muito útil, a gente não tinha nenhum outro serviço bancário por perto”, disse. 

Segundo Ariana Alves, responsável pelo departamento de Economia Solidária do BNDES, mais importante que a quantia entregue, é conhecer e dar visibilidade a projetos como este. “Os Bancos Comunitários visam promover o acesso a crédito em comunidades carentes, normalmente excluídas do sistema financeiro tradicional. Colabora com a geração de trabalho e renda, permitindo o desenvolvimento destas comunidades”, destacou.

Foi o primeiro edital do prêmio, em parceria com a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (SENAES/MTE) e o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES). A intenção é que outras edições venham por aí.

Fonte: O Dia Niterói

Saiba mais sobre o Banco Comunitário do Preventório