– Eventos climáticos extremos caiu de 2° para 4°;
– Poluição caiu de 6° para 9°;
– Mudança crítica nos sistemas da Terra caiu de 17° para 24°; e
– Perda de biodiversidade e colapso ecossistêmico de 21° para 26°.
Um subiu uma posição:
– Escassez de recursos naturais subiu de 18° para 17°.
E um risco ambiental, que não está relacionado com as questões climáticas, manteve-se estável:
– Desastres naturais não relacionados ao clima seguiu no 32° lugar.
O ranking acima foi elaborado a partir de entrevistas com 1.300 atores relevantes, na academia, nos negócios, em governos, organizações internacionais e sociedade civil. Eles foram consultados para estimar o impacto provável (severidade) de uma lista de 33 riscos no horizonte de dois e de dez anos.
As respostas sobre a possibilidade de impacto desses fatores no prazo maior de dez anos mostram que a percepção dos riscos relacionados à mudança do clima seguem altas. Isto é, são aspectos que persistem, independentemente da conjuntura.
As entrevistas foram realizadas entre 12 de agosto e 22 de setembro de 2025. Desde então, o nível de tensão geopolítica global se elevou.
O relatório também entrevista executivos sobre os riscos específicos para cada país. No caso do Brasil, os top 5 riscos identificados foram:
1. Desaceleração econômica (ex.: recessão, estagnação)
2. Serviços públicos e proteções sociais insuficientes (incluindo educação, infraestrutura, pensões)
3. Endividamento (pública, corporativa, familiar)
4. Criminalidade e atividades econômicas ilícitas
5. Inflação
O top 5 de pouquíssimos países incluem riscos ambientais.
Equipe Editorial (Liuca Yonaha, Marta Salomon, Marco Vergotti, Renato Tanigawa, Taciana Stec, Daniel Porcel, Caio Victor Vieira, Beatriz Calmon e Rayandra Araújo).
Fonte: Instituto TALANOA

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