domingo, 29 de julho de 2018

Praça do Largo da Batalha vai passar por revitalização



Espaço que fica no centro do bairro e recebe moradores de todas as idades ficará ainda mais democrático. Foto: Reprodução



Local ganhará um skate park. Cantareira também receberá melhorias

Mais uma praça da cidade está sendo revitalizada pela Prefeitura de Niterói. Desta vez, será contemplada a Praça Levi Francisco da Cruz Nunes, na esquina da Estrada Washington Luiz com Avenida Silvio Thomé, conhecida como praça do Largo da Batalha. O espaço vai ganhar um skate park, pista de caminhada, palco para eventos, além de um bicicletário.

O investimento é de R$ 1,1 milhão e permitirá, ainda, a instalação de novos equipamentos esportivos e brinquedos infantis. A iluminação e a mureta de proteção receberão reparos. As equipes já estão trabalhando no local e a previsão é de que a obra esteja concluída em cinco meses.

Outra tradicional área de lazer da cidade, a praça da Cantareira, em São Domingos, está recebendo uma repaginada que inclui reparos e manutenção em geral nos bancos, cercas e jardim, além da troca de lâmpadas queimadas e da substituição das lâmpadas do entorno, que passaram de vapor metálico para sódio nas ruas Alexandre Moura, General Osório, José Bonifácio e Leoni Ramos.

“Além do trabalho de manutenção da gestão municipal, é muito importante que os frequentadores da praça façam a sua parte ajudando na conservação do espaço público, e também utilizem os canais de comunicação disponibilizados pela Prefeitura, sinalizando quando houver necessidade de manutenção. A cidade é de todos nós”, enfatizou a secretária municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconser), Dayse Monassa.

Parte importante do trabalho de revitalização de espaços públicos, a Prefeitura de Niterói está realizando melhorias em praças de diversos pontos da cidade. A Praça Dom Navarro, na Avenida Almirante Ary Parreiras, em Icaraí, no trecho entre a Rua Coronel Moreira César e a praia, vai ganhar uma academia da terceira idade, com aparelhos de ginástica, e os atuais guarda-corpos serão substituídos por novas estruturas em aço inox nos dois lados da via.

O projeto inclui, ainda, a implantação de traffic calming na Avenida Almirante Ary Parreiras, na área em frente à Igreja São Judas Tadeu, para melhorar a travessia de pedestres. O retorno que existe atualmente neste trecho será fechado e o meio-fio replanejado. Os trabalhos estão na reta final.

Fonte: O Fluminense










Baleia é flagrada na orla de Niterói



Foto foi divulgada pelas redes sociais. Reprodução de internet


Banhistas compartilharam foto do animal pelas redes sociais

Uma baleia ficou flagrada entre as praias de Itaipu e Camboinhas, na Região Oceânica de Niterói, na manhã deste domingo (29). O animal foi a alegria das crianças que estavam na orla da praia e muitos banhistas compartilharam a foto do animal pelas redes sociais.

Alguns pescadores pensaram que ela estaria encalhada em um banco de areia e acionaram o Grupamento Marítimo (GMar) do Corpo dos Bombeiros para que eles fossem até o local. O GMar acionou ainda a equipe de Biologia Marinha da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que também se deslocaram até o local.

Contudo, não passou de um susto e a baleia está apenas descansando na orla da cidade e não está encalhada. Porém, o GMar e os biólogos da Uerj fazem o monitoramento para que ela não venha a encalhar realmente em algum banco de areia.

Fonte: O Fluminense



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Orca fêmea nada próximo ao Monumento Natural das Ilhas Cagarras, no Rio de Janeiro (Foto: Áthila Bertoncini/Projeto Ilhas do Rio)


Animais costumam nadar em águas frias. As duas fêmeas adultas mediam entre 4 e 5 metros de comprimento, segundo bióloga do projeto Ilhas do Rio.

Por Yasmim Restum*, G1 Rio

Imagens raríssimas de duas orcas fêmeas foram registradas, na terça-feira (24), no Monumento Natural das Ilhas Cagarras (MoNa Cagarras), no Rio de Janeiro, por pesquisadores do projeto Ilhas do Rio.

Os animais tinham entre 4 e 5 metros de comprimento e aparecem nas águas da Cidade Maravilhosa esporadicamente, segundo a pesquisadora Liliane Lodi, bióloga do projeto especialista em mamíferos marinhos. 

"O mar é a casa delas, mas foi sorte também. Os pesquisadores estão muito felizes porque não é algo comum"

"Esse registro foi importante porque sabemos muito pouco sobre esses animais. Isso reforça a importância de uma unidade de conservação, como o MoNa Cagarras, na costa do Rio, ainda mais por ser uma região de descanso para baleias e golfinhos durante suas rotas migratórias", explica Liliane. 


Orcas têm uma dieta variada, segundo pesquisadora (Foto: Áthila Bertoncini/Projeto Ilhas do Rio)

Segundo a pesquisadora, costuma-se encontrar, com mais frequência, golfinhos-de-dentes-rugosos, golfinhos-flíper e baleias da espécie jubarte, que vêm, em época reprodutiva, para o sul da Bahia e norte do Espírito Santo, onde há águas mais quentes para terem seus filhotes. 

As orcas são animais sociais, vivem em grupos e alimentam de peixes, tartarugas, mamíferos marinhos, com uma dieta muito variada. Vale lembrar também que orcas não são baleias, mas sim a maior espécie da família dos golfinhos, que acaba levando fama de baleia por ser um animal grande.

No entanto, a pesquisadora alerta que não é recomendado se aproximar delas nas águas, devido ao risco de acidentes. 

Assista ao vídeo aqui.


"Não existem no mundo registro de orcas atacando seres humanos, mas caso alguém se depare com uma na água, não é aconselhável tentar aproximação, pois são animais de grande porte, curiosos, que podem causar algum tipo de acidente ao banhista", sugere Liliane. 

O projeto Ilhas do Rio desenvolve pesquisas científicas, desde 2011, com o patrocínio da Petrobras, nas Ilhas Cagarras, que são a primeira Unidade de Conservação marinha de proteção integral no Rio.

*sob supervisão de Cristina Boeckel


Fonte: G1



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Garis especialistas em rapel recolheram mais de 213 toneladas de lixo em morros de Niterói este ano



COMENTÁRIO:

Conheço de perto o trabalho dos garis da Clin que trabalham em áreas de mais de 100 encostas de Niterói, retirando mais de 213 toneladas de lixo só em 2018.

Já acompanhei algumas vezes, na comunidade do Peixe Galo, o trabalho quase heroico destes profissionais que se arriscam para prestar um serviço tão duro e especializado. Impressiona o empenho dos profissionais e que tamanho esforço seja necessário. Também o quanto a população é indiferente a tanto esforço, pois logo depois a encosta volta a estar cheia de lixo novamente.

O fato demonstra o quanto o trabalho de educação ambiental, mas também que lamentavelmente, o comportamento de algumas pessoas desrespeita o trabalho do próximo e expõem a sua família e de seus vizinhos a uma situação insalubre. É frustrante, pois nem sempre o problema pode ser atribuído à falta de educação, pois não é possível que a prática se repita logo após tão grande esforço dos profissionais da Clin. Quem faz, sabe que está fazendo errado!

Vale ressaltar que a cidade de Niterói foi reconhecida, em 2017, como a segunda melhor em serviços de coleta e destinação de lixo no país, de acordo com o Ranking da Limpeza Urbana (Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana - ISLU), publicado pelo Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur). Niterói foi superada apenas pela cidade paranaense de Maringá.

Estas comunidades atendidas pelo serviço de limpeza em encostas são também atendidas pelo serviço regular de coleta de lixo da CLIN, portanto não há justificativa para o descarte indevido.

O Programa Enseada Limpa, que promove a despoluição da Enseada de Jurujuba (Saco de São Francisco), já promoveu em conjunto com a CLIN e com a Coordenadoria de Controle de Zoonoses (CCZ) campanhas de limpeza e de desratização. O trabalho contou com voluntários nas próprias comunidades e teve caráter educacional: o foco foi a presença e a necessidade de controle de roedores, que causam doenças - "Só há ratos porque há lixo disposto de forma inadequada".

As campanhas reduziram a população de ratos na comunidade em 90%.

Veja os registros das atividades em:

ENSEADA LIMPA: mutirão de limpeza na Grota do Surucucu é mais uma ação pela despoluição da enseada de Jurujuba
Participando de encontro com pastores de Niterói: na pauta defesa civil e desratização nas comunidades
Prefeito em exercício, Axel Grael, acompanha ação para combater infestação de ratos na região da Garganta, Niterói

Verifique os horários de coleta de lixo em cada bairro, de acordo com a informação do site da Clin.

Diária noturna a partir de 20:00
Centro, Charitas, Ponta D'areia, São Lourenço, Fátima, Morro do Estado, São Domingos, Ingá, Boa Viagem, Gragoatá, Icaraí, Santa Rosa, Pé Pequeno, Vital Brazil, Ilha da Conceição, Jurujuba, Alameda São Boaventura.

Segunda/Quarta/Sexta de 7:00 às 15:00
São Francisco, Cachoeiras, Maceió, Viradouro, Ititioca, Largo da Batalha, Badu, Cantagalo, Cafubá, Piratininga, Jacaré, Camboinhas, Itaipu, Itacoatiara, Engenho do Mato.

Terça/Quinta/Sábado de 7:00 às 15:00
Barreto, Engenhoca, Santana, Tenente Jardim, Fonseca, Cubango, Viçoso Jardim, Caramujo, Baldeador, Santa Bárbara, Sapê, Matapaca, Vila Progresso, Rio D'ouro, Várzea das Moças.


Axel Grael
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói



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Garis especialistas em rapel recolheram mais de 213 toneladas de lixo em morros de Niterói este ano


Do alto da encosta do Morro do Peixe Galo, em Jurujuba, um gari desce de rapel retirando o lixo jogado por moradores morro abaixo - Roberto Moreyra / Agência O Globo


Equipe da Clin atua em mais de 100 encostas da cidade

Por Leonardo Sodré

NITERÓI - Uma equipe da Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) especializada em técnicas de rapel, integrada por 16 garis, intensificou o trabalho de combate ao despejo irregular de lixo em encostas. Divididos em duas turmas, eles já percorreram este ano 110 pontos da cidade, de onde foram retiradas 213 toneladas de entulho.

O rapel foi instituído na Clin há mais de dez anos como ação preventiva. Considerada de risco, a atividade feita por garis treinados anualmente pelo Corpo de Bombeiros vem ganhando reforço, à medida que os pontos de despejo irregular aumentam. Em 2017, a equipe atuou em cem encostas e recolheu mais de 495 toneladas de lixo.

Segundo Washington Ricardo Maia Gouveia, chefe da divisão de encostas da companhia, os profissionais também realizam serviços de capina e roçada.

— Estamos atuando diariamente com duas equipes, divididas em dois pontos diferentes, para dar conta. Nosso maior trabalho, em que pesem os riscos, é conscientizar as pessoas sobre os problemas que esse tipo de despejo pode causar — diz Gouveia.

Na última quarta-feira, O GLOBO-Niterói acompanhou o trabalho de uma das equipes que fez a limpeza de uma encosta da comunidade do Peixe Galo, em Jurujuba. Enquanto parte da equipe interrompia o trânsito de veículos na Avenida Carlos Ermelindo Marins, como medida de segurança, dois garis pendurados na encosta por uma corda jogavam sacos de lixo amarrados, pedaços de madeira e peças de eletrodomésticos para baixo. Ali outros profissionais recolhiam o que era arremessado.

— As comunidades do Peixe Galo; do Serrão, no Cubango; e o Buraco do Boi, no Barreto, são os locais com maior acúmulo de lixo e entulho. Temos que fazer o serviço toda semana — conta Gouveia.

Só na encosta do Peixe Galo a Clin já removeu, este ano, mais de 11 toneladas de lixo. Este mês foram retiradas de lá 1,4 toneladas de entulho.

Quem for flagrado despejando lixo irregularmente pode ser preso. O código penal prevê pena de seis meses a um ano para infratores de leis ambientais, e a legislação municipal impõe multa de R$ 1.502,34 por descarte de resíduo ou entulho em logradouros públicos.

No último dia 11, O GLOBO-Niterói flagrou outro ato de despejo irregular de lixo. Homens num caminhão que estava com a placa coberta lançavam móveis e objetos às margens da Lagoa de Piratininga, dentro da área do Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit). O veículo estava identificado com adesivos da empresa Russo’s Locações, que está sendo investigada. Segundo a prefeitura, a Secretaria municipal de Meio Ambiente “abriu um processo administrativo para identificar o infrator e tomar as providências cabíveis”.


Fonte: O Globo Niterói



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sábado, 28 de julho de 2018

Seminário no Rio marca 20 anos do Projeto Grael











Rio de Janeiro, 26 de julho de 2018 - Entre os dias 16 e 27 de julho, acontece no Rio, o Seminário Barcos como Instrumento de Educação que é promovido pelo Projeto Grael em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC).

O evento, que marca a comemoração histórica de 20 anos do Projeto Grael, conta com palestras, oficinas e aulas teórico-práticas de vela, canoagem e remo.

A programação do Seminário inclui oficinas práticas, palestras e mesas com profissionais renomados, especialistas em pedagogia do esporte, psicologia do esporte, esporte educacional, aulas teórico-práticas de canoagem, remo e vela, além da importante participação dos irmãos Grael: Lars, Torben e Axel, que são integrantes de uma tradicional família do iatismo brasileiro (que inclui o irmão Lars Grael). Lars participou de 4 Olimpíadas, levando 2 medalhas de bronze. Foi campeão brasileiro 10 vezes, campeão sul-americano 5 vezes e 1 vez campeão mundial (em 2015). Em 1998, em Vitória, Lars foi atropelado por uma lancha, que invadiu a área de uma regata, e teve a perna direita amputada. Afastado do mar, ele entrou para a política, dedicado a continuar sua missão de incentivar o esporte.



Em 1998 os irmãos Grael deram início ao Projeto Grael, por onde já passaram 14.000 jovens. À época, a perspectiva era de formar jovens profissionais para o mercado náutico, que é um mercado carente de mão-de-obra capacitada. Com o tempo, o projeto avançou muito no ensino técnico profissionalizante e atualmente oferece a esses jovens aulas de elétrica de embarcação, carpintaria e marcenaria naval, reparos em fibra de vidro, reparos de velas e confecção de capas e toldos, manutenção de motores, preparação de marinheiros de convés. Esses jovens saem do projeto com a chancela de terem passado pelas oficinas do projeto e acabam tendo uma grande aceitação no mercado dos clubes, da frota pesqueira, dos estaleiros, das marinas.

A iniciativa do Seminário Barcos como Intrumento de Educação foi financiada pelo Programa Global de Implementação da Declaração de Doha ( Global Programme on the Implementation of the Doha Declaration), que oferece um programa de treinamento em habilidades para a vida para melhorar a inclusão dos jovens em risco e reduzir o comportamento antissocial. Emprega o ensino de habilidades para fortalecer o comportamento adaptativo e positivo para lidar com fatores de risco relacionados à violência, ao crime e ao uso de drogas.

Para mais informação:

Doha Declaration Global Programm

Fonte: UNODC



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Site da ONU no Brasil noticia evento no Projeto Grael



ONU e velejador olímpico Lars Grael debatem esporte e inclusão em seminário no Rio


Aula do Projeto Grael. Foto: Projeto Grael


O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) e o Projeto Grael encerraram nesta sexta-feira (27) o seminário Barcos como Instrumentos de Educação, evento de dez dias que debateu no Rio de Janeiro o uso do esporte para a inclusão social e educação. Encontro celebrou os 20 anos da iniciativa que leva o nome do velejador brasileiro e atleta olímpico Lars Grael, um dos participantes dos dias de atividade. A conferência teve palestras e aulas teórico-práticas de vela, canoagem e remo.

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) e o Projeto Grael encerraram nesta sexta-feira (27) o seminário Barcos como Instrumentos de Educação, evento de dez dias que debateu no Rio de Janeiro o uso do esporte para a inclusão social e educação. Encontro celebrou os 20 anos da iniciativa que leva o nome do velejador brasileiro e atleta olímpico Lars Grael, um dos participantes dos dias de atividade. A conferência teve palestras e aulas teórico-práticas de vela, canoagem e remo.

O evento reuniu especialistas em pedagogia e psicologia do esporte e os também velejadores Torben e Axel Grael. Há duas décadas, o projeto da família já beneficiou 14 mil jovens, que receberam ensino técnico-profissionalizante para atuar no mercado náutico.

A instituição oferece aulas de elétrica de embarcação, carpintaria e marcenaria naval, reparos de velas e em fibra de vidro, confecção de capas e toldos, manutenção de motores e preparação de marinheiros de convés. Os alunos saem prontos para trabalhar em clubes, na frota pesqueira, estaleiros e marinas.

O seminário Barcos foi financiado pelo Programa Global de Implementação da Declaração de Doha, do UNODC. A estratégia da agência da ONU promove formações inclusivas para jovens em situação de risco. Difundindo habilidades sociais, o projeto visa capacitar a juventude para lidar com contextos de violência, crime e uso de drogas.

Lars Grael participou de quatro Olimpíadas, levando duas medalhas de bronze em Seul e Atlanta. Foi campeão brasileiro dez vezes, pentacampeão sul-americano e campeão mundial em 2015. Em 1998, em Vitória (ES), o atleta foi atropelado por uma lancha, que invadiu a área de uma regata, e teve a perna direita amputada.

Fonte: Nações Unidas no Brasil









Plano de Mobilidade de Niterói prevê corredor para ônibus no Centro



Avenida Visconde do Rio Branco será reurbanizada: ônibus, carros e bicicletas andarão em pistas separadas - Analice Paron / Agência O Globo


Ciclovia de 11 quilômetros até Charitas também estará no projeto

Leonardo Sodré

NITERÓI — A prefeitura inicia, quarta-feira, a fase de consulta pública para a finalização do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS), que apontará as diretrizes para o desenvolvimento do setor nos próximos dez anos. Por meio do aplicativo Colab.re, a Secretaria municipal de Urbanismo e Mobilidade colherá, até 31 de agosto, informações de moradores tais como rotinas de deslocamentos e itinerários diários, para subsidiar a conclusão do estudo que será apresentado em setembro. O projeto prevê, entre outras intervenções, a implantação de uma ciclovia de 11 quilômetros em quase todo o trecho da orla, da Ponta d’Areia a Charitas, além da reurbanização da Avenida Visconde do Rio Branco, no Centro, com a implantação de corredores exclusivos para ônibus.

O modelo de corredor viário planejado para o Centro é o mesmo da Alameda São Boaventura, com pistas e pontos de paradas junto ao canteiro central, segregados das faixas destinadas a outros veículos. A previsão da prefeitura é iniciar as modificações na Visconde do Rio Branco no ano que vem. A prefeitura espera a conclusão do PMUS para tentar, junto ao governo estadual, reduzir o número de linhas vindas de outros municípios que passam pela Alameda.

REURBANIZAÇÃO NO CENTRO

O trecho a ser reurbanizado na Avenida Visconde do Rio Branco vai do entroncamento próximo ao Mercado São Pedro até o Plaza Shopping. Terá pistas e calçadas replanejadas, uma ciclovia e paisagismo projetado pelo escritório Burle Marx. O estacionamento ao lado da estação das Barcas será desativado. O secretário municipal de Urbanismo e Mobilidade, Renato Barandier, diz que a obra será financiada com recursos provenientes dos royalties do petróleo.

— Vamos implantar ali o conceito urbanístico de rua completa, com calçada, ciclovia, pista para carros, pistas segregadas e espaços adequados para bancas de jornais e cabines de serviços. Não vai ter mais estacionamento. Precisamos tornar aquela região mais aberta. O levantamento topográfico já está sendo feito. Em um mês e meio, apresentaremos o projeto executivo, com os custos da obra — anuncia Barandier.

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS) prevê corredor exclusivo para ônibus no Centro e ciclovia de 11 quilômetros da Ponta D'Areia até Charitas. Estudo estará disponível para consultas e sugestões da próxima quarta-feira até o dia 31 de agosto através de site do PMUS (www.pmusniteroi.com.br). As sugestões também poderão ser feitas através do aplicativo Colab.re

A prefeitura inclui no escopo do Plano de Mobilidade o corredor da Transoceânica e o alargamento da Avenida Marquês do Paraná na saída do mergulhão. As duas obras têm previsão de conclusão para ainda este ano. Na intervenção no Centro, já em andamento, a prefeitura está pagando R$ 11,8 milhões por indenizações para desapropriar os imóveis que estão sendo demolidos. O planejamento inicial era acrescentar duas novas faixas à via, totalizando cinco pistas no sentido Icaraí, e implantar uma ciclovia junto à calçada, até a esquina com a Rua Miguel de Frias. O projeto, porém, será modificado.

— O canteiro central será reposicionado para a implantação de mais uma pista no sentido Centro, que passará a ter quatro faixas — anuncia Barandier.

A prefeitura planeja interligar a ciclovia que será construída na Visconde do Rio Branco à orla da Boa Viagem, através da Rua Coronel Tamarindo, no Gragoatá. A partir dali, o PMUS prevê a requalificação do traçado cicloviário de toda a orla das praias da baía até o Clube Naval, em Charitas, passando pela Estrada Froes.

O estudo de viabilidade do VLT, que vem sendo elaborado em cooperação com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e também constará do projeto, incluirá uma linha ligando o Centro ao Barreto. Antes, o projeto considerava apenas trecho do Centro até Charitas. O total de recursos necessários à implantação do plano será divulgado em setembro, discriminando os quantitativos destinados a cada projeto.

METADE DA POPULAÇÃO USA ÔNIBUS

Segundo a prefeitura, o PMUS trará o esboço de políticas de curto, médio e longo prazos para melhorar o transporte coletivo e aumentar o uso de bicicleta na próxima década. O diagnóstico elaborado para o estudo cruzou dados de contagens de veículos nas ruas, taxas de ocupação dos coletivos fornecidos pelas concessionárias e informações de origem e destino coletadas pelo Plano Diretor de Transporte Urbano da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (PDTU-RMRJ) feito pelo estado em 2013. Considerou ainda referências levantadas para o Plano Lerner, contratado pelo município no início dos anos 2000. Foi constatado que 44,8% dos niteroienses se locomovem diariamente de ônibus; 24,3%, de carro e moto; 26,9%, a pé; e 4%, de bicicleta. Respaldada pelo resultado do levantamento, que estará disponível de quarta-feira ao fim de agosto no site pmusniteroi.com.br, a Secretaria de Urbanismo e Mobilidade vai propor ações para diminuir o uso de carro.

Foi constatado que 44,8% dos niteroienses se locomovem diariamente de ônibus; 24,3%, de carro e moto; 26,9%, a pé; e 4%, de bicicleta.

O PMUS faz parte de um acordo de cooperação técnica firmado entre a prefeitura e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), que investiu US$ 100 mil. O projeto tem ainda apoio do Instituto de Políticas de Transportes e Desenvolvimento e da World Recources Institute.

Fonte: O Globo Niterói











sexta-feira, 27 de julho de 2018

NITERÓI MAIS VERDE: Revitalização para o Campo de São Bento



Parque passará por revitalização em comemoração ao seu aniversário de 110 anos. Foto: Lucas Benevides



Para comemorar aniversário de 110 anos, parque receberá iluminação com LED e banheiro familiar

Principal jardim público urbano de Niterói, o Parque Prefeito Ferraz, conhecido como Campo de São Bento, em Icaraí, está completando 110 anos em 2018, e como parte das comemorações, passará por uma revitalização. O projeto inclui nova iluminação, com a substituição por lâmpadas de LED, um banheiro familiar, novo paisagismo, além de limpeza dos três lagos e estudo para melhoria da filtragem da água.

O secretário Executivo da Prefeitura de Niterói, Axel Grael, enfatiza que o Campo de São Bento é um bem tombado e um dos locais de maior relevância entre as áreas verdes de Niterói.

“O parque tem importância cultural e para o lazer, com a expressão de atividades culturais no Centro Paschoal Carlos Magno, além de árvores centenárias. É um local aprazível, de convívio, de encontro das pessoas, das famílias, e uma referência importante de uma época em que as cidades brasileiras procuravam se equipar com parques públicos como este. Niterói herdou um patrimônio fantástico. O Campo de São Bento é uma das marcas da cidade e, agora, a Prefeitura vai implantar uma série de melhorias, fazendo com que esse lugar seja cada vez mais procurado e amado pela população”, afirma Axel Grael.

A secretária municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconser), Dayse Monassa, explica que o novo projeto de paisagismo será elaborado de acordo com as normas determinadas pelo Departamento de Preservação e Reabilitação do Patrimônio Cultural (Depac). Para isso, será aberto um edital de licitação.

“O parque foi concebido em uma área de espraiado do rio Icaraí, com jardins e espaços de lazer seguindo a tendência arquitetônica da época. Hoje, nosso desafio é realizar um paisagismo que melhor se adapte às características românticas de 1908, ano em que o parque foi inaugurado”, diz Dayse Monassa.

Iluminação e banheiros – Para a nova iluminação, as luminárias altas serão de LED amarelo, e as baixas, de LED branco. Ao todo, 144 pontos de luz serão trocados. Uma antiga reivindicação dos frequentadores do Campo de São Bento também será atendida nesta revitalização: um banheiro familiar.

“Com as melhorias, o banheiro de acessibilidade será ampliado em 1,30m, e receberá um vaso infantil, seguindo todas as normas de acessibilidade e proporcionando mais conforto para que os pais possam levar seus filhos ao banheiro”, detalha a secretária.

Um estudo de melhoria da filtragem dos três lagos, que somam dois milhões de litros de água, também será elaborado. Atualmente, a limpeza é realizada com a retirada e reposição da água, com reaproveitamento dos sedimentos para adubo.

“A limpeza é feita com a utilização de sacos de areia, que são colocados no interior do lago para a retirada da água. É importante ressaltar que os lagos recebem oxigenação constantemente e que os peixes não são prejudicados com esta limpeza”, ressalta a secretária, destacando também que a limpeza do rio Icaraí, que está sendo feita por equipes da Seconser, é realizada periodicamente.

Tomada de tempo seco – Recentemente, o trecho do rio Icaraí que passa pelo Campo de São Bento recebeu um dispositivo hidráulico chamado Tomada de Tempo Seco (TTS), que intercepta o esgoto lançado de forma irregular nas galerias de águas pluviais, evitando o despejo sem tratamento no meio ambiente.

Dayse Monassa conta que com a TTS será possível uma melhoria na qualidade do ar do parque. A operação desse sistema é realizada remotamente, por meio do Centro de Controle Operacional de Esgoto da Águas de Niterói, que fica na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Icaraí. Além disso, técnicos da concessionária acompanham diariamente o funcionamento desse dispositivo no local. Vale ressaltar que o sistema de TTS foi projetado para ser enterrado, não sendo necessária a retirada de árvores.

Fonte: O Fluminense










PROJETO GRAEL 20 ANOS: Como parte da comemoração, Projeto Grael lança novo vídeo institucional





Assista ao novo vídeo institucional do Projeto Grael, lançado em meio às comemorações dos 20 anos da organização, que ao longo deste tempo, já beneficiou mais de 17 mil jovens, adolescentes e crianças de Niterói e municípios vizinhos.

Ao longo de sua trajetória, o Projeto Grael já teve unidades também em Três Marias (MG), Vitória (ES) e Maricá (RJ). Hoje mantém atividade apenas em Niterói.

Compartilhamos a alegria de celebrar estas duas décadas com os nossos alunos e ex-alunos, e registramos aqui também o nosso agradecimento aos demais fundadores (Torben, Lars e Marcelo Ferreira), dirigentes atuais e passados e todos os profissionais que compõem a nossa equipe atual ou que já fizeram parte desta "tripulação" no passado.

E um reconhecimento especial a todos os patrocinadores que nos apoiaram ao longo deste tempo. Graças a eles foi possível manter esta iniciativa emblemática, que já inspirou outras organizações e até mesmo políticas públicas de náutica educativa no país.

Que os ventos nos impulsionem em frente pelas próximas décadas.

Axel Grael
Fundador e ex-presidente
Instituto Rumo Náutico / Projeto Grael







Proibição dos canudos de plástico no Rio aquece mercado de sustentáveis; alguns produtos já estão em falta



Além do canudo de papel, existem várias opções que já estão sendo comercializadas, como o caso dos canudinhos de bambu, o canudinho de inox e o de vidro (Foto: Marcos Serra Lima/G1)

Por Patrícia Teixeira

'Lei dos Canudinhos' foi sancionada por Crivella no início de julho. Veja exemplos de materiais que podem substituir outros que têm impactos negativos no meio ambiente.

Desde que a "Lei do Canudinho" foi sancionada pelo prefeito Marcelo Crivella, no início de julho, a busca por objetos com substitutos ao plástico aumentou de forma significativa.

O faturamento aumentou em até 100%, de acordo com alguns comerciantes e produtores do mercado dos sustentáveis ouvidos pelo G1. Produtos como o canudo de papel e os copos de silicone já estão em falta para a venda em alguns lugares.

Funcionários de bares e lanchonetes e ambulantes têm reclamado que já estão sem canudos e que não conseguem encomendar os canudinhos de papel porque as empresas estão sem estoque por conta da demanda.

Para não dependerem da oferta dos estabelecimentos na hora em que compram uma bebida, muitas pessoas estão tendo a iniciativa de comprar seus próprios canudos, que podem ser carregados na bolsa ou na mochila.

Além do canudo de papel, existem várias opções que já estão sendo comercializadas, como é o caso dos canudinhos de bambu, o canudinho de inox e o de vidro. Todos vêm com escovinha para limpeza e até capinha para embalar.

O kit com quatro canudos de inox custa cerca de R$ 45. O de vidro, vendido por unidade, pode ser encontrado a R$ 17. Já o de bambu, por R$ 18,90.

Gustavo Peixoto, diretor executivo da Rio2Love, explica que os canudinhos sustentáveis têm acabado antes mesmo de irem para prateleira. A marca funciona como um "marketplace", que garimpa produtos sustentáveis na internet, faz parceria com fabricantes e leva os produtos para venda online ou no showroom, que fica em Ipanema, Zona Sul do Rio.

"O que mais vende é o canudo de vidro. Chegam 300, 500 até mil deles, e vende tudo. Dos de bambu, mais artesanais, recebemos até 100 unidades e acabam rapidamente. Os de inox têm um ritmo muito grande de saída também", explica Gustavo.

O executivo afirma que os canudos representam boa parte das vendas.
"Os canudos, em geral, representam 40% das nossas vendas hoje. Englobando outros produtos sustentáveis, a representatividade nas vendas é de 90%".

Ele revela também que o aumento em seu faturamento no mês de junho foi de 60%. Em julho, mês em que Crivella sancionou a lei, Gustavo diz que o faturamento vai ter um "plus" de 80%.

Lilia Raquel, outra empresária do ramo, diz ter vendido mais de duas mil unidades de canudinhos de papel desde que a lei foi sancionada. Ela conta que parou até de fazer a divulgação de seu produto porque não estava conseguindo pegar encomendas.

"Não estou conseguindo produzir o suficiente para as encomendas, então nem posso me comprometer com os clientes porque não tenho estoque. Esse mês, as vendas aumentaram muito, faturei mais 60% do que o normal", afirma Lilia.

Ecologicamente correto

Os sócios Virginia Rafael e Eduardo Cabral, da BioFuton, explicam que as vendas aumentaram 100% no último mês. A empresa tem a iniciativa de trabalhar com produtos que reduzem os impactos prejudiciais na natureza.

O futon feito por eles, há 35 anos, tem enchimento de algodão para substituir a espuma, que demora até 120 anos para se decompor.

Os panos de cera, que podem ser utilizados para embalar alimentos e cobrir potes sem tampas, substituem o papel alumínio e o filme PVC (Foto: Marcos Serra Lima/G1)


Outro produto feito pela dupla é o pano de cera, que pode ser utilizado para embalar alimentos e cobrir potes sem tampas. Ele substitui o papel alumínio e o filme PVC.

O pano de cera é lavável e tem duração de um ano. Após esse período, ele pode ser reutilizado com outras funções, como na decoração.

Virginia e Eduardo também apostam na venda do saquinho de pano para substituir os sacos plásticos transparentes que ficam no supermercado ao lado das frutas e vegetais.

"Quando a pessoa pega o plástico transparente, ela rapidamente joga ele no lixo quando chega em casa, a durabilidade dele é de poucas horas dentro de casa e na natureza ele demora muitos anos para ser absorvido. Ter esses saquinhos de pano para colocar na bolsa e usar diversas vezes é uma solução bem bacana", avalia Virgínia.

O próximo lançamento da marca é a marmita de madeira, para carregar comidas secas e saladas.

"Eu detesto plásticos, então todos os produtos são pensados para que possamos reduzir o uso deles e os impactos que causam na natureza", acrescentou a empresária.

Marmita de madeira para carregar comidas secas e saladas substitui marmita de plástico (Foto: Divulgação)


Mudança de hábitos

Foi pensando no consumo consciente que a psiquiatra Bruna Campos, 31 anos, achou a ambulante Divina, uma senhora que vende bucha vegetal na esquina da rua Conde de Bonfim com General Roca, Zona Norte do Rio, há 20 anos.

Bruna quis substituir as esponjas sintéticas, usadas para lavar louça, pelas buchas vegetais, vendidas a R$ 10 por Dona Divina.

"A grande vantagem dessa bucha é que é de fibra vegetal, com material biodegradável, e que não gera resíduo sólido. Eu achava que só servia para banho, mas serve para louças também. Uma ideia ecologicamente correta, pois ajuda o planeta. Não encontramos muito essas buchas em lojas, somente em feiras ou produtores diretos, por isso pessoas como a Dona Divina são tão importantes", diz Bruna, que também trocou os guardanapos de pano por panos de algodão.

Ambulante Divina vende bucha vegetal na esquina da rua Conde de Bonfim com General Roca. A bucha vegetal é uma ótima opção para quem quer substituir a esponja sintética (Foto: Bruna Campos)

"Estou há tempos querendo mudar alguns hábitos. Então, parei de usar guardanapos de papel para usar guardanapos de pano, que é só lavar. Dá pra fazer até com sobra de tecidos e não preciso jogar tanto lixo fora. Também estou usando xampu em barra e estou gostando. Além disso, agora uso coador de café de pano", explicou.

Outras opções de produtos sustentáveis

A variedade de produtos que reduzem os prejuízos no planeta é grande. A lista inclui copos de silicone como os do projeto Menos1Lixo, cosméticos naturais, absorventes, protetor de seio para amamentação e fraldas biodegradáveis, ecodiscos demaquilantes reutilizáveis, talheres e escovas de dente e capas de celulares de bambu.

Opções sustentáveis incluem copo de silicone, talheres de bambu e guardanapos de algodão (Foto: Marcos Serra Lima/G1)


O mercado oferece ainda embalagens biodegradáveis feitas a partir da fécula de mandioca, o xampu sólido em barra sem uso de embalagem plástica e o glitter biodegradável que não prejudica os animais e o oceano.

Existe até linha sustentável para cachorros, com tapetes higiênicos laváveis e potes para ração livres de Bisfenol A, um composto químico utilizado para fabricar o policarbonato.

Absorventes, protetor de seio para amamentação e fraldas biodegradáveis são novas opções no mercado (Foto: Patricia Teixeira/G1)


Lei do Canudinho

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, sancionou a lei que obriga os comerciantes a usar e fornecer aos consumidores apenas canudos feitos com material ecologicamente correto. A medida foi publicada no Diário Oficial da cidade do Rio do dia 5 de julho. O projeto havia sido aprovado na Câmara Municipal em junho.

De acordo com o projeto de lei de autoria do vereador Dr. Jairinho (MDB), quem descumprir a medida está sujeito à multa de R$ 3 mil. Em caso de reincidência, as multas serão de R$ 6 mil.

"Obriga os restaurantes, lanchonetes, bares e similares, barracas de praia e vendedores ambulantes do Município do Rio de Janeiro a usar e fornecer a seus clientes apenas canudos de papel biodegradável e/ou reciclável individualmente e hermeticamente embalados com material semelhante", afirma o artigo primeiro da lei sancionada.

Desde 19 de julho, a Vigilância Sanitária faz fiscalizações em estabelecimentos comerciais, como bares, restaurantes, lanchonetes e padarias, para coibir o uso de canudos de plásticos.

Em um primeiro momento, o estabelecimento tem 60 dias para deixar de fornecer o canudo de plástico. A partir daí, começam as multas, que serão aplicadas de forma gradual, e variam de R$ 655 a R$ 6 mil, em caso de reincidências. 


Fonte: G1