quarta-feira, 12 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Propostas de Rodrigo Neves e Axel Grael para a Baía de Guanabara e para a gestão das praias
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| Foto 1: Embarcação holandesa na Baía de Guanabara (Enseada de Jurujuba). Foto de Axel Grael. |
O eleitor Eduardo Santos me fez a seguinte pergunta no Facebook: "quais são os planos do Neves a respeito da Baia de Guanabara e para o bairro de Jurujuba?"
Eduardo, a Baía de Guanabara é um dos mais importantes patrimônios da cidade e há muitos anos, desde a minha adolescência, eu defendo a sua despoluição. Comecei nesta luta no final de década de 70, quando organizei um protesto contra a poluição causada por fábricas de sardinha que então existiam em Jurujuba e lançavam seus efluentes sem qualquer tratamento nas águas da Baía de Guanabara.Vamos às propostas contidas no Plano de Governo de Rodrigo Neves e Axel Grael (vote 13):
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| Foto 2: Bairro de São Francisco com a Enseada de Jurujuba (ao fundo) e o Canal de São Francisco (à direita). |
| Foto 3: Poluição e lixo no Canal de São Francisco, próximo à foz na Praia de São Francisco. Foto acervo do Projeto Grael. |
A despoluição da Enseada é um sonho alcançável. O maior problema da Enseada de Jurujuba é a poluição causada pelo esgoto e pelo lixo que chega às suas águas provenientes dos bairros no seu entorno. A poluição trazida pela restante da Baía de Guanabara também afeta a enseada, mas em proporção menor do que a maioria das pessoas pensa. Verifique essa afirmação no site do Projeto Baía de Guanabara, mantido pelo Projeto Grael e seus parceiros.
Portanto, a solução depende da vontade política e da ação que deve ser tomada pela Prefeitura de Niterói, diferente da atitude do atual governo que sempre utilizou o discurso de responsabilizar os demais municípios da Baía de Guanabara pela poluição como forma de justificar a sua omissão.
Veja, a seguir, as principais providências que tomaremos e que resultarão na despoluição da Enseada de Jurujuba:
SOLUÇÃO A SER ADOTADA PELA GESTÃO DE RODRIGO NEVES E AXEL GRAEL: a empresa Águas de Niterói é uma concessionária de serviços concedidos pela Prefeitura e reconhecemos que garantiu um grande avanço na situação de saneamento na cidade. No entanto, há que se avançar muito ainda para resolver os problemas aqui citados. O governo de Rodrigo Neves estabelecerá a PRIORIDADE PARA A DESPOLUIÇÃO DA ENSEADA DE JURUJUBA, fazendo desse patrimônio natural da cidade a primeira parcela da Baía de Guanabara a ser descontaminada. Niterói dará o exemplo e a população ganhará um excepcional legado, recuperando esta área para o lazer, para o esporte e para o turismo.
Como exemplo do que pode ser feito para mobilizar a população em defesa da Baía de Guanabara, citamos o exemplo dos programas ambientais mantidos pelo Projeto Grael. Conforme pode ser visto nas fotos abaixo, os alunos participam de atividades permanentes e eventos semestrais, como as Gincanas Ecológicas, que têm como ênfase principal o problema do lixo e da poluição.
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| Foto 4: Como parte da Gincana Ecológica do Projeto Grael, alunos velejam para uma praia em Jurujuba, onde farão a limpeza do lixo acumulado. Foto de Fred Hoffmann. |
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| Foto 5: Alunos do Projeto Grael com o resultado da limpeza realizada durante a Gincana Ecológica. Foto acervo do Projeto Grael. |
- GESTÃO DE PRAIAS
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| Foto 6: Praias das Flexas e de Icaraí. |
Todo dia, mas principalmente nos fins de semana e feriados, milhares de niteroienses e turistas procuram usufruir das maravilhas cênicas e a boa qualidade das praias da cidade.
Portanto, as praias são da maior importância para o lazer da população, para a economia (turismo, restaurantes, quiosques, etc) e para a prática de esportes como o surfe, windsurf, kytesurf e outras práticas náuticas. Além disso, praias como a de Icaraí são muito utilizadas para o futebol, vôlei, futevôlei, etc.
No entanto, apesar da inegável importância, as praias são ignoradas pela Prefeitura. Quem é responsável por elas?
Vários órgãos são responsáveis por ações pontuais, como:
- CLIN: responsável pela limpeza.
- NIT-Trans: deveria (!) controlar e organizar o trânsito, evitando engarrafamentos.
- Meio ambiente: qualidade ambiental
- Posturas e vigilância sanitária: fiscalizam serviços como o comércio, etc.
- NELTUR: promoção do turismo
- Órgãos de outras instâncias administrativas, como o INEA (responsável por licenciametos e o monitoramento da qualidade das águas), Capitania dos Portos (responsável pelo controle do tráfego marítimo), etc.
SOLUÇÃO: Na gestão de Rodrigo Neves e Axel Grael, Niterói terá uma GESTÃO DE PRAIA. Não nos referimos a um novo órgão, cheio de burocracias e de burocratas, mas de uma autoridade que terá a função de coordenar toda a ação relacionada às praias. É para esta autoridade que a população será convidada a dirigir-se para razer as suas dúvidas, críticas e reclamações. E será dela a responsabilidade de garantir que os serviços da Prefeitura sejam oferecidos com a qualidade que a população espera e que a cidade merece. Outra providência será dar continuidade ao processo de desenvolvimento do Projeto ORLA, que define os usos possíveis na faixa litorânea da cidade.
Saiba mais em sobre a GESTÃO DE PRAIAS:
Quem tem autoridade sobre as praias?
Parques e praias
- CONTEXTO METROPOLITANO: MODELO DA GESTÃO DA BAÍA
Gestão da Baía: Quem cuida da Baía de Guanabara?
Outras informações: Postagens gerais sobre a Baía de Guanabara
Saiba mais sobre o PROGRAMA DE GOVERNO da Coligação VAMOS, NITERÓI, de RODRIGO NEVES (Prefeito) e AXEL GRAEL (Vice-prefeito). Veja as demais propostas para as áreas do Meio Ambiente, Esporte, Educação, Saúe, Cultura, etc.
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Que bons ventos tragam um futuro mais promissor e sustentável para Niterói.
Axel Grael
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Países cortam taxas de tecnologias limpas e produtos ambientais
21 nações fecham acordo para baratear importação de bens como painéis solares e turbinas eólicas.
Algumas das maiores economias do mundo fecharam um acordo para cortar de forma drástica impostos de importação sobre bens ambientais, projeto que a Organização Mundial do Comércio (OMC) fracassou em concluir após mais de uma década de negociações. A decisão isola o Brasil e outras economias que rejeitavam um acordo dessa natureza no âmbito multilateral.
A partir de 2015, produtos ambientais terão tarifa máxima de 5% entre os países da Ásia e Pacífico que fecharam o acordo. A meta é permitir maior fluxo de bens como painéis solares, turbinas de vento, instrumentos para controlar a qualidade da água e do ar, etc. O acordo inclui China, Rússia, Estados Unidos, México, Austrália, Japão e outros 15 países. Serão 54 produtos nesse pacote.
"O mesmo procedimento levou mais de dez anos para ser negociado na OMC (Organização Mundial do Comércio), sem resultados. Nós conseguimos em apenas alguns meses", declarou o presidente russo, Vladimir Putin, que servia de anfitrião para a reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), responsável por 44% do comércio mundial.
Na OMC, o debate está estagnado há anos. Em 2008, o Brasil tentou incluir o etanol na lista de produtos que poderiam ter sua tarifa de importação reduzida. Mas a ideia foi rejeitada por Estados Unidos e Europa, que insistiam que a lista deveria ser apenas de produtos de tecnologia. O Itamaraty e outros governos acusaram americanos e europeus de tentar montar uma lista de bens que apenas eles exportariam.
Para observadores, o acordo muda a lógica das negociações na OMC. A Apec, ao estabelecer um novo patamar, poderá forçar países como Brasil a ceder para não ficar de fora do lucrativo mercado.
(O Estado de São Paulo) Fonte: Jornal da Ciência
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sábado, 8 de setembro de 2012
Rodrigo Neves e Axel Grael anunciam Plano de Gestão de Praias
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| Axel Grael, candidato a vice-prefeito Rodrigo Neves, fala com eleitor em Camboinhas sobre a importância da gestão de praias. Foto Edésio Oliveira. |
Durante caminhada na praia de Icaraí, na manhã deste sábado (08 de setembro), o candidato da coligação “Vamos,Niterói”, Rodrigo Neves, e seu vice, Axel Grael, anunciaram a criação de um amplo programa de gestão de praias para Niterói, que inclui uma política pública de ações para o esporte, proteção do meio ambiente e segurança pública integrada com a Guarda Municipal, em caso de vitória nas eleições de outubro. Rodrigo cumprimentou pedestres e comerciantes e ouviu muitas reclamações dos moradores sobre o abandono da cidade pela prefeitura. “Vou fazer um governo para o povo levando segurança para os moradores, integrando as Guarda Municipal às policiais Civil e Militar”, disse Rodrigo.
Antônio Guimarães, 79 anos, dono de uma barraca de coco na Praia de Icaraí,estabelecido há 23 anos no local, foi um dos que protestaram contra a atual administração da prefeitura. Segundo ele, os comerciantes da praia estão com o licenciamento de funcionamento provisório há vários anos. “Nós estamos com protocolo há anos e a prefeitura não legaliza a gente”, afirmou Guimarães, lembrando, ainda, que os frequentadores de seu comércio reclamam muito da falta de banheiros públicos na orla da praia.
O candidato caminhou no calçadão acompanhado do deputado estadual Robson Leite (PT), e de Axel Grael, que afirmou a disposição de fazer um governo que invista não somente no esporte, mas também na sua cadeia produtiva. “Vamos reativar o Estádio Caio Martins, retirar as arquibancadas que já foram condenadas e fazer daquele tradicional espaço um local para a prática esportiva”, disse Axel.
Rodrigo Neves cumprimentou jogadores de futevôlei e de peteca e chegou a entrar na areia para conversar com um grupo de moradoras do bairro. Todas foram unânimes em apontar o abandono do Centro da cidade, que, segundo elas, “está todo esburacado de urina pelas ruas e calçadas”. A revitalização das ruas do Centro, que irá ganhar um mercado popular consta do plano de governo do candidato.
Fonte: www.rodrigoneves13.com.br
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Rodrigo Neves e Axel Grael lançam programa "Niterói de bicicleta", nesta sexta-feira
O candidato a prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, da coligação "Vamos, Niterói", participa, nesta sexta-feira (07/09), feriado da Independência, do lançamento do programa "Niterói de bicicleta". O evento contará também com a participação do candidato a vice, Axel Grael, conhecido por sua destacada atuação em defesa do meio ambiente. A concentração está marcada para às 10h30m, na saída do túnel de São Francisco, em frente ao Mc Donald's. Os dois vão percorrer de bicicleta um trecho de aproximadamente 1 quilômetro até à praça do calçadão entre, São Francisco e Charitas.
O ato público pretende marcar o lançamento do programa de governo "Niterói de Bicicleta", que visa a dar visibilidade às propostas de Rodrigo que envolvem o uso de bicicletas na cidade. Os planos do candidato incluem uma série de medidas para a implantação de uma malha cicloviária segura para os ciclistas e pedestres, e que atenda às normas internacionais. A iniciativa visa ainda a implantar um sentimento na cidade em favor dos transportes não poluentes. O uso de bicicletas, conforme é sabido, é tido como fundamental para desafogar o já saturado trânsito da cidade.
Em seu programa de governo, Neves destaca a importância do uso da bicicleta no município. "Niterói tem uma topografia e um clima privilegiados, que só contribuem para o estímulo ao uso de bicicletas pela população", salienta o candidato, que anunciou que pretende construir ciclo-faixas em todas as regiões da cidade. Alguns locais, como as regiões Oceânica e Norte; São Francisco; Centro e Icaraí terão vias exclusivas para os adeptos do ciclismo, dotadas de conforto e segurança. A Federação de Ciclismo do Rio de Janeiro foi convidada e confirmou presença no evento.
COMPAREÇA! VENHA DE BICICLETA!!!!!
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
COPENHAGUE: um exemplo de sustentabilidade
UMA ÁREA VERDE PERTO DE VOCÊ. POR QUE NÃO?
A cidade de Copenhague, capital da Dinamarca, tem sido um manancial de ideias e inspiração do caminho a se seguir rumo à sustentabilidade das cidades.
O primeiro passo foi obter consenso em torno de um projeto de futuro para a cidade. Para isso, aprovaram uma estratégia em maio de 2008, a ser seguido pelos administradores da cidade. Depois, foi estabelecer metas e orçamento para as ideias saiam do papel.
Dentre essas metas, estabeleceu-se que a cidade será neutra em Carbono em 2025. O texto abaixo apresenta outra meta: que 90% dos habitantes de Copenhague possam chegar a pé, em menos de 15 minutos, a um parque, uma praia ou cais. Ou seja, a cidade disponibilizará áreas verdes ou áreas de lazer por toda a cidade, mesmo que sejam pequenos espaços públicos disponíveis para a população.
Para isso, conceberam o conceito de micro-parques, ou "Parques de Bolso" (pocket parks), que são áreas de menos de 5.000 m2, ou seja, meio campo de futebol. Os planejadores previram ainda o plantio de 3.000 árvores urbanas para criar corredores verdes entre essas áreas de parques.
Como candidato a vice-prefeito de Niterói (RJ), tenho me inspirado nas políticas públicas da capital dinamarquesa para pensar no futuro sustentável de Niterói. Guardadas as diferenças urbanas e culturais, há muito o que se aprender. As adaptações são possíveis.
Axel Grael
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Copenhagen - Pocket parks, a drop of urban green Sustainable Cities
Green cities are on the rise. Copenhagen, the capital of Denmark, is one of the cities trying to improve the urban environment and deal with the daily green needs and desires of its inhabitants. One way of doing so is pocket parks: Open green spaces at a very small scale, often created on vacant building lots or on irregular pieces of land.
Copenhagen has a vision of becoming the capital city in the world with the best urban environment by 2015. The enhancement of urban green is one of the tools for reaching this vision. Before 2015 the municipality will establish 14 pocket parks throughout the city and plant 3,000 trees to create green streets and connections. The goal is that 90 % of all Copenhageners by 2015 can walk to a park, a beach or a harbour bath in less than 15 minutes.
A pocket park is a small park accessible to the general public. It is only a few house lots in size and typically created on vacant building lots or small irregular pieces of land. Functions include spaces for relaxation, meeting friends, taking lunch breaks, reading a book, play areas for children etc. Often pocket parks are placed around a monument, a historic mark or in relation to an art project.
The City of Copenhagen highlights 5 elements key to the creation of pocket parks in Copenhagen:
• Size
• A visible green element
• Openness and a positive image
• Demarcation and protection
• Identity and local community
A pocket park is defined as less than 5,000 square meters - less than half the size of a soccer field. The green element is visible and a clear priority, preferably with a focus on long-term solutions, i.e. vegetation that becomes more green and attractive in time. The park has to be open and inviting to everybody and signs have to be positive and informative. Special consideration must be given to lighting so the park feels safe, also after dark.
A characteristic feature of a pocket park in Copenhagen is that it has to be situated between other elements in the city; Buildings, walls, maybe a green wall, or art installations. A clear demarcation must be visible on three sides so that it stands out as a “pocket.” Each park will have its own identity and has to be developed specifically to the site in question. Involvement of local residents in the development process is important to ensure that the park fits the needs and desires of the local community.
Besides serving the local community, the establishment of pocket parks throughout Copenhagen also has the potential to benefit the overall urban climate. Communities with parks that meet their needs within walking distance are less likely to drive out of the city for nature experiences, thereby reducing pollution and traffic. Furthermore, pocket parks can potentially relieve pressure on the larger parks, thus allowing flexibility to devote larger areas of the parks to habitat and ecological functions.
In a city strategy from May 2008, the establishment of pocket parks in Copenhagen will go hand in hand with the creation of green streets and connections. The vision is to create a green liveable city with quality and variation which will be a role model in featuring urban environmental responses to global warming.
Copenhagen - Pocket parks, a drop of urban green | Sustainable Cities
A cidade de Copenhague, capital da Dinamarca, tem sido um manancial de ideias e inspiração do caminho a se seguir rumo à sustentabilidade das cidades.
O primeiro passo foi obter consenso em torno de um projeto de futuro para a cidade. Para isso, aprovaram uma estratégia em maio de 2008, a ser seguido pelos administradores da cidade. Depois, foi estabelecer metas e orçamento para as ideias saiam do papel.
Dentre essas metas, estabeleceu-se que a cidade será neutra em Carbono em 2025. O texto abaixo apresenta outra meta: que 90% dos habitantes de Copenhague possam chegar a pé, em menos de 15 minutos, a um parque, uma praia ou cais. Ou seja, a cidade disponibilizará áreas verdes ou áreas de lazer por toda a cidade, mesmo que sejam pequenos espaços públicos disponíveis para a população.
Para isso, conceberam o conceito de micro-parques, ou "Parques de Bolso" (pocket parks), que são áreas de menos de 5.000 m2, ou seja, meio campo de futebol. Os planejadores previram ainda o plantio de 3.000 árvores urbanas para criar corredores verdes entre essas áreas de parques.
Como candidato a vice-prefeito de Niterói (RJ), tenho me inspirado nas políticas públicas da capital dinamarquesa para pensar no futuro sustentável de Niterói. Guardadas as diferenças urbanas e culturais, há muito o que se aprender. As adaptações são possíveis.
Axel Grael
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Copenhagen - Pocket parks, a drop of urban green Sustainable Cities
Green cities are on the rise. Copenhagen, the capital of Denmark, is one of the cities trying to improve the urban environment and deal with the daily green needs and desires of its inhabitants. One way of doing so is pocket parks: Open green spaces at a very small scale, often created on vacant building lots or on irregular pieces of land.
Copenhagen has a vision of becoming the capital city in the world with the best urban environment by 2015. The enhancement of urban green is one of the tools for reaching this vision. Before 2015 the municipality will establish 14 pocket parks throughout the city and plant 3,000 trees to create green streets and connections. The goal is that 90 % of all Copenhageners by 2015 can walk to a park, a beach or a harbour bath in less than 15 minutes.
A pocket park is a small park accessible to the general public. It is only a few house lots in size and typically created on vacant building lots or small irregular pieces of land. Functions include spaces for relaxation, meeting friends, taking lunch breaks, reading a book, play areas for children etc. Often pocket parks are placed around a monument, a historic mark or in relation to an art project.
The City of Copenhagen highlights 5 elements key to the creation of pocket parks in Copenhagen:
• Size
• A visible green element
• Openness and a positive image
• Demarcation and protection
• Identity and local community
A pocket park is defined as less than 5,000 square meters - less than half the size of a soccer field. The green element is visible and a clear priority, preferably with a focus on long-term solutions, i.e. vegetation that becomes more green and attractive in time. The park has to be open and inviting to everybody and signs have to be positive and informative. Special consideration must be given to lighting so the park feels safe, also after dark.
"Pocket parks are a unique opportunity to create drops of urban green close to where Copenhageners live."Klaus Bondam, Mayor for Technical and Environmental Administration, City of Copenhagen
Besides serving the local community, the establishment of pocket parks throughout Copenhagen also has the potential to benefit the overall urban climate. Communities with parks that meet their needs within walking distance are less likely to drive out of the city for nature experiences, thereby reducing pollution and traffic. Furthermore, pocket parks can potentially relieve pressure on the larger parks, thus allowing flexibility to devote larger areas of the parks to habitat and ecological functions.
In a city strategy from May 2008, the establishment of pocket parks in Copenhagen will go hand in hand with the creation of green streets and connections. The vision is to create a green liveable city with quality and variation which will be a role model in featuring urban environmental responses to global warming.
Copenhagen - Pocket parks, a drop of urban green | Sustainable Cities
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
"As espécies mais perigosas dos oceanos"
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| Painel preparado por alunos e pela equipe de meio ambiente do Projeto Grael. |
Saiba mais sobre o Projeto Grael e sobre as iniciativas ambientais em:
www.projetograel.org.br
www.projetoaguaslimpas.blogspot.com
www.projetobaiadeguanabara.com.br
Desertificação ameaça 15% do território brasileiro
Manejo adequado e conscientização são armas para combater desertificação, que já atinge 15% do território brasileiro – Com aproximadamente 1,3 milhão de quilômetros quadrados do seu território sob risco de se transformar em deserto, pensar o uso correto da terra é cada vez mais urgente ao Brasil. Dados do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, mostram que a área suscetível chega a 15% do território nacional e envolve 1.488 municípios em nove estados da Região Semiárida do Nordeste brasileiro, do norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.
De acordo com o coordenador da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), Naidison Batista, a conscientização dos agricultores sobre o manejo adequado da terra somada à difusão de tecnologias adaptadas ao Semiárido são elementos fundamentais para combater o processo de desertificação no país. Para isso, Batista defende o uso das técnicas agroecológicas no combate e prevenção à desertificação.
“O enfrentamento desse processo tem que ser feito por meio da prevenção e não remediando [o problema]. E nessa luta, a aplicação das práticas da agroecologia são fundamentais, porque elas preconizam o cuidado com a terra, a compreensão de que é preciso usufruir dela sem esgotá-la, sem objetivar apenas o lucro”, argumentou.
Ele acrescentou que a lógica do agronegócio, baseada na monocultura e no uso de agrotóxicos, contribui em grande parte para a degradação do solo, mas alertou que toda a humanidade é responsável por tentar conter esse processo.
“O homem do campo tem que entender que suas práticas têm impacto sobre a natureza, mas o homem da cidade também precisa saber que suas ações também têm consequências. É preciso não desperdiçar água em banhos demorados ou em lavagens prolongadas de carros, por exemplo, exaurir rios e mananciais, entre outros”, afirmou.
Segundo Naidison Batista, já existem muitas tecnologias sendo usadas no Semiárido e com resultados positivos. Uma delas, o Programa Um Milhão de Cisternas, implementado pela ASA, em parceria com o governo federal, agências de cooperação e empresas privadas, permite captar a água da chuva para consumo humano por meio de cisternas de placas de cimento. A infraestrutura, com capacidade para 16 bilhões de litros de água, já está presente nas casas de aproximadamente 600 mil famílias.
Menos conhecida e difundida é a saída encontrada pela pequena agricultora paraibana Angineide de Macedo, de 42 anos. Após acompanhar o processo de degradação de sua propriedade, de aproximadamente dois hectares, ela conheceu, com a ajuda de uma organização não governamental local, os benefícios do cultivo do nim indiano. A planta, que tem crescimento rápido e atinge uma altura de 8 metros em três anos, ajudou a reverter as consequências da desertificação no local e a salvar a plantação de ervas medicinais que, segundo a agricultora, estava bastante prejudicada.
“As plantas não resistiam muito, porque o sol castigava e elas morriam. Agora, com o nim, elas têm sombra e ficam protegidas do vento. As crianças também melhoraram, porque agora têm sombra para brincar e não ficam tão doentes com a poeira”, contou ela, que também planta em sua propriedade hortaliças e legumes.
Reportagem de Thais Leitão, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 03/09/2012
De acordo com o coordenador da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), Naidison Batista, a conscientização dos agricultores sobre o manejo adequado da terra somada à difusão de tecnologias adaptadas ao Semiárido são elementos fundamentais para combater o processo de desertificação no país. Para isso, Batista defende o uso das técnicas agroecológicas no combate e prevenção à desertificação.
“O enfrentamento desse processo tem que ser feito por meio da prevenção e não remediando [o problema]. E nessa luta, a aplicação das práticas da agroecologia são fundamentais, porque elas preconizam o cuidado com a terra, a compreensão de que é preciso usufruir dela sem esgotá-la, sem objetivar apenas o lucro”, argumentou.
Ele acrescentou que a lógica do agronegócio, baseada na monocultura e no uso de agrotóxicos, contribui em grande parte para a degradação do solo, mas alertou que toda a humanidade é responsável por tentar conter esse processo.
“O homem do campo tem que entender que suas práticas têm impacto sobre a natureza, mas o homem da cidade também precisa saber que suas ações também têm consequências. É preciso não desperdiçar água em banhos demorados ou em lavagens prolongadas de carros, por exemplo, exaurir rios e mananciais, entre outros”, afirmou.
Segundo Naidison Batista, já existem muitas tecnologias sendo usadas no Semiárido e com resultados positivos. Uma delas, o Programa Um Milhão de Cisternas, implementado pela ASA, em parceria com o governo federal, agências de cooperação e empresas privadas, permite captar a água da chuva para consumo humano por meio de cisternas de placas de cimento. A infraestrutura, com capacidade para 16 bilhões de litros de água, já está presente nas casas de aproximadamente 600 mil famílias.
Menos conhecida e difundida é a saída encontrada pela pequena agricultora paraibana Angineide de Macedo, de 42 anos. Após acompanhar o processo de degradação de sua propriedade, de aproximadamente dois hectares, ela conheceu, com a ajuda de uma organização não governamental local, os benefícios do cultivo do nim indiano. A planta, que tem crescimento rápido e atinge uma altura de 8 metros em três anos, ajudou a reverter as consequências da desertificação no local e a salvar a plantação de ervas medicinais que, segundo a agricultora, estava bastante prejudicada.
“As plantas não resistiam muito, porque o sol castigava e elas morriam. Agora, com o nim, elas têm sombra e ficam protegidas do vento. As crianças também melhoraram, porque agora têm sombra para brincar e não ficam tão doentes com a poeira”, contou ela, que também planta em sua propriedade hortaliças e legumes.
Reportagem de Thais Leitão, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 03/09/2012
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