quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

EDUCAÇÃO EM NITERÓI: Profissionais aprovados no concurso público são convocados





O ano letivo vai começar com mais funcionários nas escolas municipais. Foram convocados 94 profissionais aprovados no concurso da Fundação Municipal de Educação, entre eles, professores e merendeiros.

Os convocados deverão comparecer o auditório da Fundação Municipal de Educação - Niterói nos dias 4 e 5 de janeiro para a entrega de documentação. Ao todo, 301 candidatos aprovados no concurso da Educação foram convocados.

Com a chegada dos profissionais, as crianças e adolescentes terão melhorias no aprendizado, garantindo assim um ensino público de qualidade.

Se você realizou o concurso ou conhece alguém que tenha participado, marca aqui e fica de olho na lista dos documentos e nas datas: https://goo.gl/vDYCxR

Fonte: Prefeitura de Niterói










SEGURANÇA: Agentes do Programa Niterói Mais Segura prendem dois homens e um menor armados em Icaraí



Agentes do Programa Niterói Mais Segura atuam nas ruas da cidade. Divulgação.


03/01/2018 – Equipes do Programa Niterói Mais Segura prenderam dois homens e apreenderam um menor, na esquina das ruas Coronel Moreira Cesar e Pereira da Silva, em Icaraí, na manhã desta quarta-feira (03/01). Eles estavam com um revólver e confessaram que pretendiam praticar assaltos na região. Os suspeitos foram levados para a 77ª DP (Icaraí). Desde a implantação do programa, em dezembro, já foram efetuadas 15 prisões. Resultado de convênio com o Governo do estado, o programa é totalmente custeado pela Prefeitura de Niterói, que investirá R$ 25 milhões por ano.

"Desde a implantação do programa, em dezembro, já foram efetuadas 15 prisões. Resultado de convênio com o Governo do estado, o programa é totalmente custeado pela Prefeitura de Niterói, que investirá R$ 25 milhões por ano".

Ainda este mês, o Niterói Mais Segura chegará ao Centro, Ingá, Jardim Icaraí e Fonseca, quando o efetivo total diário de 302 agentes será alcançado. O programa começou por Icaraí, com 100 agentes atuando diariamente nas ruas do bairro.

“Essas prisões e apreensões significam muito neste contexto de roubos e furtos na Zona Sul. Através do Niterói Mais Segura já tiramos das ruas elementos que, em muitos casos, têm uma extensa ficha criminal. Vamos continuar seguindo o mesmo padrão, realizando abordagens seguras com identificação imediata de suspeitos, prisões e apreensões”, disse o capitão David Costa, coordenador do programa.

"Ainda este mês, o Niterói Mais Segura chegará ao Centro, Ingá, Jardim Icaraí e Fonseca, quando o efetivo total diário de 302 agentes será alcançado. O programa começou por Icaraí, com 100 agentes atuando diariamente nas ruas do bairro".

As prisões e a apreensão de hoje seguiram o padrão de ação do programa. As equipes desconfiaram do comportamento dos homens e do menor e, na abordagem, descobriram que eles estavam com um revólver calibre 32. Os três confessaram que pretendiam praticar roubos.

Os homens ficaram detidos e foram enquadrados no artigo 16 do Estatuto do Desarmamento. Eles já tinham passagem pela polícia. Também foi confirmado que havia um mandado de busca e apreensão para o menor de idade.

Fonte: Prefeitura de Niterói














quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

QUARTA ETAPA DA VOLVO OCEAN RACE: Barcos se espalham na subida a Hong Kong



Martine Grael a bordo do Team AkzoNobel enfrenta os rigores  mares do sul. De Melbourne a Hong Kong.

Team AkzoNobel no horizonte.


Barcos se espalham na subida a Hong Kong

Depois de 48 horas da quarta etapa da Volvo Ocean Race, equipes adotam estratégias diferentes para ganhar mais velocidade rumo a Hong Kong

A quarta etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 chega a seu segundo dia de regata nesta quarta-feira (3). Os sete barcos em disputa, incluindo o AkzoNobel com a brasileira Martine Grael, estão espalhados no chamado Mar de Coral, no Pacífico Sul.

A perna entre a australiana Melbourne e Hong Kong tem 5.600 milhas náuticas e deve ser concluída até 17 de janeiro. Os barcos MAPFRE e 11th Hour Racing estão próximos à costa da Austrália, mais precisamente em Sydney. O líder provisório é o Dongfeng Race Team, que está mais ao centro junto com o team AkzoNobel.

A navegação é rápida e muito molhada. segundo relato dos velejadores a bordo. "É bom para a equipe estar na frente, mas a chave da etapa vai ser manter essa pressão todos os dias'', disse Chris Nicholson, do AkzoNobel, companheiro de Martine Grael.

O forte ritmo inicial está previsto para continuar nos próximos dias, à medida que a flotilha segue ao norte impulsionada pelo vento de médio para forte. Os barcos devem seguir com boas condições até as Ilhas Salomão, a leste de Papua Nova Guiné, e na chegada às calmarias dos Doldrums. A quarta etapa cruzará a Linha do Equador.

"Não teve parada nos últimos dias", disse Stacey Jackson, do Vestas 11th Hour Racing. "Nós fizemos algumas manobras com os sete barcos. Foi só nas últimas horas que nos espalhamos um pouco. O tempo indicará qual lado vai dar".

O barco espanhol MAPFRE lidera a classificação geral na frente de Dongfeng Race Team e Vestas 11th Hour Racing. O AkzoNobel é o sexto no geral após três etapas pontuadas.

Fonte: Volvo Ocean Race








Emissões de gás carbônico do setor de construção chegaram a 76 gigatoneladas em 2010-2016



O segmento de construção e edificações precisará melhorar em 30% sua eficiência energética até 2030 para manter o planeta na caminho rumo às metas do Acordo de Paris. É o que revela um novo relatório da ONU Meio Ambiente, divulgado pela Aliança Global do setor no início deste mês (11). Levantamento aponta que essa área produtiva responde por 39% das emissões de gás carbônico associadas ao consumo e à produção de energia.







O segmento de construção e edificações precisará melhorar em 30% sua eficiência energética até 2030 para manter o planeta na caminho rumo às metas do Acordo de Paris. É o que revela um novo relatório da ONU Meio Ambiente, divulgado pela Aliança Global do setor no início deste mês (11). Levantamento aponta que essa área produtiva responde por 39% das emissões de gás carbônico associadas ao consumo e à produção de energia.

A pesquisa indica que, em 2016, a superfície de áreas construídas alcançou a marca de 235 bilhões de metros quadrados. Ao longo dos próximos 40 anos, outros 230 bilhões serão erguidos — é como se, até 2060, nós adicionássemos anualmente ao planeta o equivalente à área do Japão. Por semana, construiríamos uma nova Paris.

De 2010 a 2016, o crescimento populacional, o aumento da área explorada pelo setor de construção e a maior demanda por energia provocaram um aumento na procura por eletricidade em edifícios. O acréscimo foi igual ao total de energia consumida pela Alemanha durante o mesmo período.

De acordo com o relatório, o problema com a expansão do setor está no fato de que, ao longo das próximas quatro décadas, dois terços de todos os prédios construídos serão levantados em países onde não há normas obrigatórias sobre uso eficiente de energia. Mais da metade dessas edificações será erguida nos próximos 20 anos.

“Embora a intensidade energética do setor de construções tenha melhorado, isso não foi suficiente para compensar a crescente demanda por energia. Uma ação ambiciosa é necessária sem postergações a fim de evitar o congelamento de ativos em prédios ineficientes, de longa vida, por décadas”, avaliou o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol.

A intensidade energética é calculada por meio da divisão do consumo total de energia — de um país ou setor da economia — pelo Produto Interno Bruto (PIB) ou, no caso de segmentos produtivos, pela parcela de riquezas por eles geradas. Quanto maior o número, maior a eficiência na utilização de energia.

Segundo a Agência Internacional de Energia e a ONU Meio Ambiente, entidades responsáveis pela pesquisa, essa taxa precisa aumentar em 30%, quando considerado o desempenho do setor de construção e edificações. Os dados mais recentes, porém, indicam que estamos indo no caminho contrário.

De 2010 a 2016, as emissões de gás carbônico do setor aumentaram quase 1% por ano, acumulando um volume de 76 gigatoneladas de CO2 liberadas na atmosfera. As promessas do Acordo de Paris exigirão esforços significativos — o tratado prevê a redução das emissões do setor a um teto anual de 4,9 gigatoneladas.

O incremento de 30% na intensidade energética exigirá quase o dobro dos atuais avanços em performance energética dos prédios já construídos. Melhorias teriam de chegar a mais de 2% por ano até 2030. Isso significa que construções com zero emissão e zero gasto de energia terão de se tornar o padrão global na próxima década.

A taxa de reformas dos sistemas de energia de edifícios também terá de aumentar, passando de 1 a 2% para entre 2 e 3%. Projetos de recondicionamento são particularmente importantes em países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), onde em torno de 65% dos prédios que existirão em 2060 já foram construídos.

Para o diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, progressos identificados no setor foram muito pequenos em anos recentes e não estão acompanhando a urgência da necessidade de transformações. “Explorar o potencial do setor de edificações e construção exige esforços de todos, em particular para lidar com o rápido crescimento de investimentos em construção ineficiente e intensiva (no que tange ao consumo de carbono)”, disse.

A publicação aponta estratégias para reverter esse cenário. Entre elas, estão a criação de incentivos de mercado para estimular a adoção de modelos sustentáveis; a implementação de códigos e políticas de construção, incluindo programas de certificação e rotulagem; investimentos em larga escala em soluções tecnológicas de baixo carbono; e iniciativas de divulgação de informação e conscientização junto a investidores e gestores.

Como exemplo bem-sucedido de prédio adequado aos imperativos de sustentabilidade, o relatório cita o edifício Edge, em Amsterdã. A construção explora o uso da luz natural e faz uso de energia solar, além de mobilizar tecnologias inteligentes, como sistemas de ventilação automáticos que funcionam por sensor ou por meio de interação com os usuários.

Acesse o relatório clicando aqui.

Fonte: ONU no Brasil










Réveillon do Rio injetou 1,94 bilhões na economia e trouxe 11,4% a mais de turistas



O ministro Sérgio Sá Leitão e os números do réveillon: aumento do número de turistas - Gabriel Paiva / Agência O Globo



Réveillon do Rio movimenta R$ 1,94 bilhão


O fluxo de turistas no Rio de Janeiro no período do Réveillon, primeiro evento do calendário Rio de Janeiro a Janeiro, aumentou 11,4% em relação ao ano passado. No total, 707 mil turistas passaram pela cidade e injetaram R$ 1,82 bilhão na economia carioca. Incluindo os investimentos na organização da festa, o impacto chegou a R$ 1,94 bilhão. Esse movimento gerou 49 mil postos de trabalho – 9,3% a mais do que na edição passada – e R$ 115 milhões em tributos para o Rio.

Os dados fazem parte de pesquisa inédita encomendada pelo Ministério da Cultura (MinC) à Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o perfil de consumo do turista durante o Réveillon no Rio de Janeiro. O levantamento foi apresentado nesta quarta-feira, em entrevista coletiva com a participação do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão; do secretário de Economia da Cultura do MinC, Mansur Bassit; do coordenador da pesquisa na FGV, Luiz Gustavo Barbosa; do vice-presidente da Riotur, Lúcio Macedo; do diretor do BNDES, Carlos Alexandre da Costa; e do vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado do Rio de Janeiro (ABIH-RJ), Paulo Michel.


"Incluindo os investimentos na organização da festa, o impacto chegou a R$ 1,94 bilhão. Esse movimento gerou 49 mil postos de trabalho – 9,3% a mais do que na edição passada – e R$ 115 milhões em tributos para o Rio".

O resultado mostra o impacto econômico das atividades culturais em um dos maiores eventos internacionais realizados no Brasil. "Os resultados foram muito além do que esperávamos", disse Sá Leitão. Para o ministro, a pesquisa da FGV validou os critérios do programa Rio de Janeiro a Janeiro: "Esses resultados mostraram que as premissas com as quais trabalhávamos, ou seja, de que eventos como o Réveillon têm uma alta capacidade de atração de turistas, de geração de renda, de geração de emprego e podem contribuir para o desenvolvimento da cidade e do estado, estão corretas. Os resultados são muito expressivos e nos deixam otimistas em relação à continuidade do Rio de Janeiro a Janeiro".

ACESSE OS DADOS AQUI: Leia a apresentação com os dados da pesquisa 

A pesquisa também mostra a visibilidade que as atividades criativas no Brasil ganham nestes eventos, alavancando a internacionalização da cultura brasileira. Dos 707 mil turistas que passaram a virada do ano no Rio, 614 eram brasileiros e 93 mil, estrangeiros. Os brasileiros eram majoritariamente de São Paulo (41,4%), seguido de Minas Gerais (16,3%). Do exterior, a maioria era da Argentina (33,1%), seguida da Europa (21,4%). No total, 2,4 milhões de pessoas passaram pelas areias de Copacabana durante a festa da virada do ano.

"Dos 707 mil turistas que passaram a virada do ano no Rio, 614 eram brasileiros e 93 mil, estrangeiros. Os brasileiros eram majoritariamente de São Paulo (41,4%), seguido de Minas Gerais (16,3%). Do exterior, a maioria era da Argentina (33,1%), seguida da Europa (21,4%)".

Atraídos pelo tradicional evento carioca, os brasileiros ficaram em média cinco dias no Rio de Janeiro e gastaram em média R$ 287,45 por dia. Os estrangeiros passaram um dia a mais na capital carioca e gastaram, em média, R$ 329 por dia. Os meios de hospedagem atingiram 98% de ocupação.

"...os brasileiros ficaram em média cinco dias no Rio de Janeiro e gastaram em média R$ 287,45 por dia. Os estrangeiros passaram um dia a mais na capital carioca e gastaram, em média, R$ 329 por dia. Os meios de hospedagem atingiram 98% de ocupação".

Boa parte dos turistas brasileiros se hospedaram na casa de amigos (35,4%). Outros 31,9% ficaram em hotéis, pousadas e albergues; 25,6% alugaram casas; 3,6% ficaram em navios e 3,2% em casas próprias. Entre os estrangeiros, 47,5% ficaram em hotéis, pousadas e albergues; 27,2% em casas alugadas; 11,1% na casa de amigos ou parentes; 3,2% em navios e 1% em casa própria.
Rio de Janeiro a Janeiro

Coordenado pelo Ministério da Cultura em parceria com outros ministérios (Desenvolvimento Social, do Turismo e do Esporte), governos do estado e do município, iniciativa privada, empresas estatais e sistema "S", o programa Rio de Janeiro a Janeiro visa contribuir para a revitalização econômica do estado do Rio em 2018. O objetivo é criar oportunidades de emprego e renda no Rio de Janeiro, considerando sua vocação para as atividades criativas e o turismo.

O segundo evento do calendário do Programa é a Corrida de São Sebastião, que será realizada no dia 20 de janeiro. Outros 93 eventos já foram selecionados para o calendário – todos tradicionalmente conhecidos por seu alto potencial de geração de emprego e renda nas áreas de economia criativa, turismo, esporte e negócios.

Ainda se inscreveram para entrar no calendário do Rio de Janeiro a Janeiro 678 projetos de eventos. Os selecionados serão divulgados até o fim de janeiro. Eles poderão ter patrocínio das estatais e usar as leis de incentivo ao esporte e à cultura para serem executados. Serão disponibilizados R$ 1 bilhão de todos os apoiadores que fazem parte do Programa, sendo R$ 150 milhões do governo federal. Outros R$ 50 milhões serão aplicados na divulgação do programa.

O Rio de Janeiro é a porta de entrada dos turistas no Brasil. Segundo estudo da FGV, um incremento de 20% no fluxo de turistas tem impacto de R$ 6,1 bilhões na economia do estado e gera 170 mil novos empregos.

"As atividades criativas respondem por 3,9 % do Produto Interno Bruto (PIB) fluminense e o turismo, por 4%. Já as atividades ligadas ao turismo representaram 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro".

As atividades criativas respondem por 3,9 % do Produto Interno Bruto (PIB) fluminense e o turismo, por 4%. Já as atividades ligadas ao turismo representaram 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O setor de viagens e turismo no Brasil empregou diretamente, em 2016, 2,5 milhões de pessoas, 2,8% do total de empregos. A projeção é que, nos próximos 10 anos, haja um crescimento anual de 2,4% dos empregos no setor, chegando em 2027 a 3,2% do total de empregos no Brasil.

Assessoria de Comunicação. Ministério da Cultura

Fonte: Ministério da Cultura









DEFESA CIVIL: Aplicativo avisa sobre chuva ou tempestade no local onde está o usuário






Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP – Com a chegada do verão inicia-se também a temporada de chuvas na região Sudeste. A diferença é que este ano o aplicativo SOS Chuva poderá informar à população sobre a possibilidade de chuva ou de tempestade na localização exata onde a pessoa está.

É a chamada previsão imediata que, diferente da previsão do tempo convencional, consegue informar a incidência de chuva, granizo ou tempestade com precisão de 1 quilômetro e antecedência de 30 minutos a 6 horas. Desde outubro, o aplicativo SOS Chuva pode ser baixado gratuitamente em smartphones e já conta com mais de 60 mil usuários.

A ferramenta foi desenvolvida por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em colaboração com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) e o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas, os dois últimos da Universidade de São Paulo (USP).

“A previsão de tempo que ouvimos no jornal é uma previsão que está, de certa forma, bem estabelecida. Sua teoria foi desenvolvida nos anos 1950. Já a previsão imediata é um desafio novo, com funções, equipamentos e modelagens matemáticas completamente diferentes. Até porque é diferente dizer que amanhã vai chover ou falar que daqui a duas horas vai chover no ponto exato onde você está”, disse Luiz Augusto Toledo Machado, pesquisador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) e coordenador do projeto.

Com apoio da FAPESP, o Projeto Temático SOS Chuva, iniciado em 2016, vai desenvolver mais dois aplicativos, um voltado para a agricultura e outro para a Defesa Civil. Os pesquisadores pretendem também aumentar a compreensão da dinâmica das nuvens e melhorar modelos matemáticos usados na previsão climática.

“É um projeto que tem o aspecto científico de melhorar modelos de previsão imediata e também outro aspecto associado à extensão, que é o desenvolvimento do aplicativo e de sistemas de alerta mais sofisticados para a Defesa Civil e para a agricultura”, disse Machado.

Em novembro, a equipe do projeto fez um treinamento para técnicos da Defesa Civil da região de Campinas (SP) e para profissionais do CPTEC que atuam nas regiões do Vale do Paraíba e no Litoral Norte do Estado de São Paulo. O objetivo é que os centros regionais de meteorologia possam fazer a previsão imediata. A iniciativa é inédita no país.

“Estamos desenvolvendo também um aplicativo voltado para o técnico, para que ele possa fazer a previsão imediata e divulgar os alertas com base nos nossos modelos matemáticos. Isso porque, dado o grande detalhamento, a previsão imediata deve ser feita regionalmente. Por isso, estamos desenvolvendo a ferramenta e os modelos matemáticos para que, no futuro, a previsão imediata seja feita nos centros regionais de meteorologia”, disse.


SOS Chuva, desenvolvido no Inpe com apoio da FAPESP, faz previsão imediata com precisão de 1 km e pode ser baixado em smartphones. Pesquisadores planejam novos apps, para Defesa Civil, produtores rurais e outros públicos



Agrometeorologia de precisão

O grupo formado por pesquisadores do CPTEC/Inpe e da Esalq também está desenvolvendo um terceiro aplicativo, dedicado ao produtor rural.

“O aplicativo de cunho agrícola, além de mostrar onde exatamente está chovendo, também armazenará informações pluviométricas por um período, para que o agricultor possa acompanhar e identificar possíveis variações de produtividade”, disse Felipe Pilau, do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Esalq, responsável pela parte agrícola do projeto.

Pilau afirma que com essa ferramenta será possível estipular estratégias para a chamada agrometeorologia de precisão. O termo junta a agricultura de precisão – que analisa a variabilidade da produção a partir de fatores como fertilidade do solo e recursos hídricos – com a parte meteorológica.

“Ao incluir a parte meteorológica na agricultura de precisão, é possível enxergar onde chove mais e se essa variabilidade vai afetar a produtividade agrícola. Até então, a parte meteorológica estava esquecida na agricultura de precisão”, disse Pilau.

Para fazer a previsão imediata, seja para o usuário comum, o agricultor ou para a Defesa Civil, o projeto conta com um radar meteorológico de dupla polarização – adquirido com apoio da FAPESP e instalado no Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Universidade Estadual de Campinas (Cepagri-Unicamp).

A previsão do tempo convencional necessita de dados obtidos a partir de imagens de satélite, estações meteorológicas e também da interpolação desses dados. Já para obter os dados com precisão de 1 quilômetro de distância, o radar de dupla polarização trabalha com a emissão e reflexão de comprimentos de onda.

Ao emitir um feixe de energia, ele obtém a refletividade, uma medida da reflexão do feixe emitido pelo radar ao se chocar com um obstáculo, como uma gota de nuvem, por exemplo. O sinal então retorna para o radar e, dessa forma, é possível mapear o local exato onde vai chover.

Para fazer a previsão imediata de todo o Estado de São Paulo, o projeto SOS Chuva conta ainda com as informações de outros quatro radares instalados em Bauru, Presidente Prudente, São Paulo e no Rio de Janeiro.

Com a ajuda do radar de dupla polarização, os pesquisadores conseguem ter uma visão tridimensional da nuvem e acompanhar a velocidade com que ela se propaga. Assim é possível analisar outros parâmetros, como acúmulo de cristais de gelo dentro da nuvem ou os chamados intrarraios, raios dentro da nuvem que são indicativos da ocorrência de granizo.

“Com o radar de dupla polarização conseguimos saber, por exemplo, quais os cristais de gelo que têm dentro da nuvem e a partir disso fazer cálculos e previsões”, disse Machado.

O pesquisador explica que ao acompanhar a nuvem é possível saber como esses diferentes cristais aumentam e diminuem, indicando a previsão de severidade ou formação de tornados. “Conseguimos também informações a partir do vento, se ele está formando uma circulação fechada, se há descarga elétrica. Tudo isso somado nos ajuda a fazer previsões”, disse.

Entendendo eventos extremos

A experiência dos pesquisadores do SOS Chuva em desenvolver modelos e cálculos matemáticos para a previsão imediata será usada em um novo projeto de colaboração com colegas argentinos, chilenos e norte-americanos.

“Continuaremos a coletar dados em Campinas e a melhorar nossos modelos até agosto de 2018. Depois disso, vamos levar nossa instrumentação para São Borja, no Rio Grande do Sul, para uma nova campanha de medidas de colaboração internacional”, disse Machado.

O pesquisador explica que a região a ser estudada é onde ocorrem as maiores tempestades do planeta. O fenômeno no Sul do Brasil, conhecido como Complexos Convectivos de Média Escala, ocorre em resposta a uma relação entre a região amazônica e a Cordilheira dos Andes.

“A umidade da Amazônia se propaga, encontra os Andes e se canaliza, trazendo a umidade para o Sul. É esse canal de umidade que começa a formar esses sistemas intensos de nuvens na Argentina. A baixa pressão acelera esse fluxo de umidade que vem da Amazônia e forma tempestades muito grandes.”

O projeto nomeado RELAMPAGO é financiado pela National Science Foundation (NSF) e conta com a cooperação da agência espacial Nasa e da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), nos Estados Unidos, do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (Conicet) da Argentina, da Comisión Nacional de Investigación Científica y Tecnológica (Conicyt) do Chile, da FAPESP e do Inpe.

“Será um experimento muito grande e o SOS Chuva participará desse esforço que é entender as tempestades severas que entram no Brasil, inclusive com possibilidade de formação de tornados”, disse Machado.

O aplicativo SOS Chuva pode ser baixado na App Store (iOS) e na Google Play Store (Android). Mais informações: http://soschuva.cptec.inpe.br/soschuva.


Fonte: Agência FAPESP










terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Prefeitura de Niterói intensifica combate à dengue



Combate ao mosquito Aedes aegypti se intensifica durante o verão, em Niterói. Arquivo


Combate ao mosquito Aedes aegypti se intensifica durante o verão, em Niterói

Com a chegada do verão, o combate ao mosquito Aedes aegypti deve ser reforçado com o objetivo de diminuir a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. O alerta é da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Niterói, que mantém uma rotina de prevenção durante todo o ano que é intensificada nos meses com temperaturas mais altas.

“Segundo o último Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), divulgado pelo Ministério da Saúde, Niterói tem índice 0.9% de infestação de criadouros, o que é considerado satisfatório. Isso indica baixo risco de surto de dengue, zika e chikungunya. A prefeitura e a população trabalham durante todo o ano no combate ao Aedes e nos meses mais quentes, condição favorável a reprodução do mosquito, devemos intensificar as ações de combate e pedimos que os cidadãos continuem participando”, alerta a secretária de Saúde, Maria Célia Vasconcellos.

Diariamente os agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizam fiscalização e vistorias das casas em todas as regiões da cidade, aplicando larvicidas quando necessário, orientando os moradores e distribuindo folhetos e cartazes contendo informações sobre as doenças transmitidas, sintomas e medidas necessárias para evitar a proliferação do Aedes aegypti dentro de casa.

Profissionais do Programa Médico de Família também atuam em parceria com prevenção e combate nas suas áreas de cobertura. Também são realizados mutirões de prevenção e combate aos finais de semana em áreas que são mais propensas a proliferações de vetores e nas casas que não foram visitadas durante a rota diária por ausência do morador.

Niterói também possui Comitês Regionais de Combate à Dengue, organizados pelas Policlínicas Regionais, com ações elaboradas de acordo com as características de cada comunidade.

Dentro de casa – O chefe do CCZ, Francisco de Farias Neto, explica que a melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, combater os criadouros do Aedes aegypti, que coloca seus ovos em recipientes com água parada. Além de eliminar garrafas, sacos plásticos e pneus velhos que ficam expostos à chuva, ele indica a definição de um dia na semana para realizar a troca de água e a lavagem dos reservatórios que não podem ser eliminados, como pratinhos e vasos das plantas.

É recomendável também limpar calhas e cobrir os reservatórios de água e piscinas, a não ser que eles sejam devidamente clorados (o cloro impede a reprodução dos mosquitos).

Quem quiser denunciar focos, solicitar visita dos agentes e tirar dúvidas sobre a doença pode ligar o Disque-Dengue: 2621-0100 ou pelo aplicativo gratuito Sem Dengue.


Fonte: O Fluminense

 









segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Comperj: chance de novo começo em 2018



Comperj: paralisação das obras reduziu receita, que deve crescer com retomada do empreendimento. Arquivo


Vinícius Rodrigues


Retomada das obras em 2018 promete alavancar arrecadação de Itaboraí em mais de 50%, prevê o prefeito

Entre 2013 e 2015, o município de Itaboraí arrecadou quase R$ 800 milhões de ISS (Imposto Sobre Serviço). Já em 2016, esta arrecadação despencou para R$ 33 milhões. Para o prefeito Doutor Sadinoel, a retomada de obras no Comperj em 2018, anunciada pela Petrobras, promete alavancar a arrecadação em mais de 50%.

“Acredito que a retomada das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), através da conclusão da Unidade de Processamento de Gás Natural, possa movimentar a economia da cidade e trazer um novo ciclo de crescimento. Espera-se que o montante suba para R$ 50 milhões, além de diminuir a taxa de desemprego na cidade”, declarou Sadinoel.

Entre 2013 e 2015, o município de Itaboraí arrecadou quase R$ 800 milhões de ISS (Imposto Sobre Serviço). Já em 2016, esta arrecadação despencou para R$ 33 milhões. (...) a retomada de obras no Comperj em 2018, anunciada pela Petrobras, promete alavancar a arrecadação em mais de 50%.

Para qualificar e preparar os moradores do município para as obras, que deverão ser iniciadas no segundo semestre de 2018, segundo estimativa da própria Petrobras, a Prefeitura de Itaboraí pretende angariar recursos para finalizar a construção do Instituto Federal Fluminense (IFF), que já era para estar pronto há mais de três anos.

O prefeito disse ainda que a arrecadação de R$ 200 milhões de ISS em 2018 vai possibilitar investimentos em outros setores da cidade.

“A previsão para o ano de 2018 é iniciarmos com grandes realizações, tais como a inauguração de novos postos de saúde, pavimentação de diversos bairros, inauguração de novas creches municipais, incentivar o turismo em nossa cidade, oferecer esporte e música nas escolas municipais e associação de moradores. Nossa meta é proporcionar uma melhor condição de vida para a população de Itaboraí”, prometeu o prefeito.

Casa em ordem – Entre todos os municípios do Estado que tiveram problemas de arrecadação com o setor de petróleo, Itaboraí foi um dos mais prejudicados durante o ano passado. Isso porque a cidade só arrecadou 57% dos cerca de R$ 870 milhões que estavam previstos no orçamento previsto para este ano, segundo o Portal de Transparência da prefeitura. Além da queda de receita, a atual gestão da prefeitura herdou R$ 400 milhões em dívidas da anterior, que atrasou pagamentos e deixou de pagar o 13º salário dos servidores na virada de 2016 para 2017. O futuro do maior empreendimento do município, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), também era uma incógnita no início do ano passado.

Os desafios encontrados pelo prefeito Doutor Sadinoel já começaram na posse, que não pode ser feita na sede do Executivo por falta de energia elétrica, cortada por falta de pagamento. Para mudar o quadro, o prefeito promoveu um choque de gestão que contou com o enxugamento da máquina pública em mais de 30% e um esforço para o pagamento dos servidores ativos e inativos.

“Com o compromisso de valorizar o funcionário público, já na primeira semana de gestão, a Prefeitura de Itaboraí efetuou o pagamento do 13º salário, que não foi pago pela antiga gestão. Nesta lista entraram os funcionários comissionados, estatutários e que recebem via Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Já o salário de dezembro foi pago em duas parcelas, em 15 de fevereiro e 15 de março. Também foram renegociadas as contas atrasadas de luz, telefone e internet, além de resolução sobre os contratos e licitações”, pontuou o prefeito Sadinoel.

Apesar das dificuldades, com a casa arrumada investimentos começaram a ser feitos. Na área da Saúde, a administração do Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior foi passada para a Associação Mahatma Gandhi, uma troca que, segundo a prefeitura, gerou uma economia de R$ 800 mil mensais aos cofres da prefeitura. Outra ação foi reabrir o Atendimento Médico de Emergência (AME) em Itambi, que realizou quase 2,8 mil atendimentos nos primeiros 40 dias de funcionamento.

“Ainda temos muita coisa para fazer, mas acredito que teremos um 2018 bem melhor do que 2017. Foi só o primeiro ano de gestão. Vamos continuar trabalhando”, prometeu o prefeito Sadinoel, apostando na retomada das obras no Comperj.


Fonte: O Fluminense



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2018 será o ano da mobilidade em Niterói



O ano será de fortes investimentos na área de mobilidade. O Plano Operacional da TransOceânica, já validado com as empresas de transporte, tem previsão de entrar em funcionamento ainda neste primeiro trimestre. Divulgação


Giovanni Mourão

Niterói promete entregar a TransOceânica, alargamento da Marquês do Paraná e iniciar ciclovia na Alameda

O niteroiense assistirá, neste ano de 2018, mais uma série de obras na cidade. Além da área da mobilidade, que terá como ponto principal a entrega da tão esperada Transoceânica, serão pelo menos 26 novas intervenções relacionadas à infraestrutura, educação, economia, cultura, lazer, saúde, segurança, assistência social e outras áreas. Segundo o prefeito Rodrigo Neves, um dos focos deste ano de 2018 será, novamente, a Região Oceânica.

“Nos últimos quatro anos, investimos mais na Região Oceânica do que nos últimos 50. E, agora, em 2018, vamos continuar investindo, através de uma visão holística, em todas as regiões da cidade e em diferentes frentes”, garantiu o prefeito.

Assim como no ano passado, em 2018 a Prefeitura de Niterói, segundo ele, também terá como uma de suas prioridades o início e a conclusão de diversas obras que visam melhorar a área da mobilidade urbana. Entre elas está o começo do Plano Operacional da Transoceânica, já validado com as empresas de transporte, cuja previsão é de entrar em funcionamento ainda neste primeiro trimestre, já prevendo quais as linhas, pontos de parada e itinerários que circularão na via expressa.

Ainda na área da mobilidade, o prefeito Rodrigo Neves promete concluir e entregar as obras de alargamento da Rua Marquês do Paraná, no Centro, os estudos de viabilidade para implantação de um VLT na cidade, e a ciclovia da saída do Túnel Charitas-Cafubá até a Praia de Itaipu, compreendendo um trajeto de 17km da Região Oceânica.

Além disso, ainda em 2018, serão iniciadas, segundo ele, as obras de revitalização e a implantação de uma ciclovia na Alameda São Boaventura, no Fonseca, na Zona Norte.




Calçadão será reformado

Em relação à infraestrutura, está previsto para 2018 o início das obras de contenção de encostas no Morro do Estado e em Santa Bárbara, além das tão esperadas intervenções no calçadão da praia de Piratininga.

Cidade terá novas escolas

O prefeito anunciou para 2018 a inauguração da Unidade Municipal de Educação Infantil (UMEI) do Engenho do Mato e o início da construção da nova UMEI do Preventório. Além disso, a prefeitura já adiantou que a municipalização e o início de obras no Centro Integrado de Educação Pública (CIEP) Anísio Teixeira, no Fonseca

Maternidade será ampliada

Na saúde, 2018, segundo Rodrigo Neves, será o ano para a prefeitura iniciar a ampliação e a modernização da maternidade Alzira Reis, em Charitas, na Zona Sul da cidade.

400 novos guardas nas ruas

Na área da Segurança Pública, o prefeito Rodrigo Neves confirmou que será realizada neste ano a convocação do concurso público com 400 vagas para a Guarda Civil Municipal.

Meta é arrecadar mais 20%

Para 2018, Rodrigo Neves também traçou algumas metas para fortalecer a economia niteroiense, como o aumento da arrecadação municipal em 20% em apenas um ano, sem nenhum aumento de impostos. Também ocorrerá uma auditoria na folha da Previdência Municipal e a criação de uma escola de empresas Start-ups.

20 mil árvores serão plantadas

Para este ano que se inicia, está o plantio de mais 20 mil árvores em Charitas, na Zona Sul, e na Região Oceânica (em contrapartida à construção da Transoceânica), além da consolidação do programa “Niterói Cidade do Audiovisual”, do início das obras do Mercado Municipal de Niterói e da estruturação de uma parceria público-privada para revitalização do terminal pesqueiro.

Um museu para o cinema

O prefeito também prometeu o início da construção do Museu do Cinema, anexo ao Reserva Cultural e das obras do Parque Orla de Piratininga, área de lazer que compreenderá o entorno da lagoa localizada em bairro de nome homônimo.

Obras de drenagem

Também terão início neste ano as obras de drenagem nos bairros Santo Antônio, Maravista, Engenho do Mato, Serra Grande e Jacaré, todos na Região Oceânica. Outras novidades são a conclusão das obras de infraestrutura no bairro Boa Vista, o início das obras da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) no Badu e a entrega da ETE do Sapê.

Mais casas populares

Ainda em 2018, já na área da assistência social, serão entregues cerca de 800 casas populares para aproximadamente três mil pessoas.

Fonte: O Fluminense



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NITERÓI RESILIENTE: Ponta da Areia terá obras de contenção de encostas



COMENTÁRIO DE AXEL GRAEL:

Mais uma matéria dando destaque ao trabalho da Prefeitura para fazer de Niterói uma cidade resiliente, controlando o risco geotécnico nas encostas da cidade.

Para saber mais, acesse NITERÓI RESILIENTE: Vistoria em obras de contenção na comunidade do Beltrão

Axel Grael



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Ponta da Areia terá obras de contenção de encostas



Trabalhos estão sendo realizados para prevenir os deslizamentos de terra. Foto: Divulgação



Já no Morro do Bonfim, no Fonseca, intervenções entram na reta final

O bairro Ponta da Areia será o próximo beneficiado com obras de contenção de encostas. As intervenções, que serão realizadas em 2018 nas ruas Rua São Paulo, 121 e 122, incluem a ancoragem e desmonte de blocos rochosos, limpeza do talude e colocação de barreiras de proteção. O objetivo é evitar possíveis deslizamentos de terra no local. O valor do investimento é de R$ 943.224,17.

No Morro do Bonfim, no Fonseca, as obras de contenção estão em fase final. Nesta região, foram colocadas cortinas atirantadas, solo grampeado, estruturas estabilizadoras e guarda-corpo. O trabalho, que inclui a instalação de uma escada de acesso comunitário, está sendo realizado em oito localidades.

Na Rua Bombeiro Américo, no Caramujo, a previsão é de que o trabalho seja concluído até março deste ano. Foram abertas duas frentes de trabalho. Em um dos pontos, foram implantadas duas cortinas atirantadas e guarda-corpo. No outro, a Prefeitura utilizou a técnica de “solo grampeado” numa extensão de 60 metros. Está sendo criado também um platô e será concluída a reforma das escadas de acesso. A pavimentação da via já foi concluída. O investimento nas obras do Bomfim e do Bombeiro Américo é de cerca de R$ 15,5 milhões.

Já as obras da Rua Selma, Travessa Jurandir e Rua Jerônimo Afonso, no Caramujo, seguem em ritmo acelerado e a previsão é de que sejam entregues em março, com um investimento de R$ 5.618.393,91.

Nestes quatro anos e meio, a Prefeitura já realizou mais de 50 obras de contenção, onde foram investidos mais de R$ 40 milhões. Entre elas, pontos na Grota do Surucucu, em São Francisco; Morro do Holofote, no Fonseca; Morro do Palácio, no Ingá; Rua Engenheiro Guilherme Greenhalgh, em Icaraí; Rua Fagundes Varela, entre Ingá e Icaraí; além da obra na Rua Martins Torres, em Santa Rosa, concluída no início de março, onde uma pedra de 25 toneladas rolou em 2015 provocando a interdição de um prédio residencial.


Fonte: O Fluminense




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