segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Ação ‘Eu Curto Praia Limpa’ recolhe 720 litros de resíduos



Funcionários da Clin realizaram a distribuição de sacolas para o depósito do lixo produzido na praia. Foto: Marcelo Feitosa



Marina Mello

Iniciativa aconteceu na Praia de Itacoatiara e contou com a adesão dos banhista

Apesar dos termômetros não estarem marcando temperaturas tão altas neste sábado (4), quem esteve na Praia de Itacoatiara, na Região Oceânica de Niterói, aproveitou para participar da ação “Eu Curto Praia Limpa”, que contou com a distribuição, pela Companhia de Limpeza de Niterói (Clin), de cestos e sacolas para que os banhistas recolhessem os lixos da areia. Os 50 primeiros que chegaram na tenda da companhia com as sacolas cheias ganharam um guarda-sol. A ação teve o apoio de O Fluminense, parceria do Shopping Itaipu Multicenter e Hayasa e suporte da Administração Regional Oceânica e conseguiu recolher 720 litros de resíduos.

A iniciativa aconteceu no começo da tarde deste sábado. Segundo a gari Mara Silva, em todas as ações realizadas, as pessoas colaboraram bastante. “Abordamos os banhistas na praia, oferecemos duas sacolas para eles, e pedimos para que colaborem recolhendo os lixos e colocando em um contêiner, que fica localizado lá em cima. Quando acaba a ação, nós recolhemos tudo”, explicou.


Ação recolheu 720 litros de resíduos.

Evento contou com a distribuição, pela Companhia de Limpeza de Niterói (Clin), de cestos e sacolas para que os banhistas recolhessem os lixos da areia

Os 50 primeiros que chegaram na tenda da Clin com as sacolas cheias ganharam um guarda-sol


O militar Paulo Sergio Rodrigues disse que estava precisando comprar um guarda-sol. Quando soube que, se fosse um dos 50 primeiros a entregar o lixo, poderia ganhar um, se motivou não só a recolher o seu, mas também o de outras pessoas. Para ele, é importante manter a praia limpa, pois ele e sua família são frequentadores assíduos do local. “Essa ação é muito válida e poderia acontecer mais vezes, todo mundo tem que fazer a sua parte. Juntar o nosso lixo é uma prática comum e hoje ainda fomos premiados com isso”, disse.

Quando a dentista Nathália Gouvea chegou à praia com o namorado e a sogra, logo viu a movimentação da ação na entrada. Ela recebeu duas sacolas e ainda um cesto para depositar os lixos recolhidos. Para Nathália, a iniciativa é importante para conseguir manter a praia limpa. “Com iniciativas como essa, conseguimos ter uma praia limpa, um ambiente saudável para estarmos, passar o dia com a nossa família. Então, achei bem bacana essa ação, o projeto é muito bom e incentiva bastante a limpeza”, contou.

Fonte: O Fluminense








CANOA HAVAIANA: Jovens atletas de Niterói remando rumo ao topo da América



COMENTÁRIO DE AXEL GRAEL:

O atleta Rodrigo Medeiros, técnico da Equipe Fusão de Canoa Havaiana, é um ex-aluno do Projeto Grael e que participou de uma das primeiras turmas de remadores formados pela parceria entre o Projeto Grael e clubes de praticantes daquele esporte.

O Projeto Grael orgulha-se do sucesso do seus participantes e vê-los seguindo em frente, seja nas atividades náuticas ou outras quaisquer que tenhamos contribuído para que conquistassem.

Boa sorte para o Rodrigo Medeiros e para os demais integrantes da Equipe Fusão.

Axel Grael




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Remando rumo ao topo da América 


Jovens niteroienses da Equipe Fusão vêm alcançando diversos títulos na Canoa Havaiana, como o tricampeonato brasileiro e o sul-americano júnior. Foto: Evelen Gouvêa


Matheus Oliveira

Equipe niteroiense de canoa havaiana faz sucesso na categoria sub-20

De uma paixão de família rumo ao topo do continente. Assim pode ser contada a história da Equipe Fusão, time niteroiense de canoa havaiana, que em pouco tempo vem conquistando diversos títulos na categoria júnior e mira voos cada vez mais altos, tendo a Praia de São Francisco como sua “segunda casa”, além de ajudar a popularizar a modalidade na Cidade Sorriso.

A equipe é composta por seis jovens remadores ainda estudantes e em busca de um lugar ao sol. Os jovens conheceram a canoa havaiana a partir de parentes que praticavam a modalidade, conforme conta Guido Robbs, de 17 anos, um dos integrantes do time niteroiense. “Conhecemos a canoa havaiana através de parentes que já a praticavam. A Equipe Fusão foi criada pelo nosso técnico Rodrigo Medeiros e em 2016 passou por uma renovação, na qual entramos na equipe”, disse Guido.

Os integrantes são: Guido Robbs, 17 anos, (estudante). Guilherme Garcia, 17 anos (estudante), Luiz Paulo Mendes, 15 anos (estudante), Marcos Antônio Silva, 19 anos (Instrutor de Canoa Havaiana). Mateus Pelizzon, 18 anos (estudante de engenharia na UFF) e Yuri Victor Lahud, 15 anos (estudante). Em pouco tempo, a equipe levou diversos títulos, como o tri brasileiro e o Sul-Americano da categoria sub-20. “Desde sua fundação, a Equipe Fusão foi tricampeã brasileira na categoria Júnior (Sub-20), campeã sul-americana júnior, dentre outros títulos. Nesse ano, o nosso desafio será competir na categoria Open, onde a elite do esporte atua”, declarou.

Para alcançar bons resultados na Open e disputar espaço com atletas experientes, o canoísta Guido afirma que a Equipe Fusão está motivada. “A nossa motivação é de superar nossos limites, tanto individuais como coletivos, além de manter a tradição da Equipe Fusão como melhor equipe Júnior do Brasil”, afirmou.

Ele ainda falou do crescimento do esporte no País e das principais técnicas da modalidade. “Atualmente a Canoa Havaiana, ou Va’a, é a ramificação da canoagem com o maior número de praticantes no Brasil, e esse número tende a crescer devido ao sucesso das equipes brasileiras em provas internacionais”, contou, completando. “A principal técnica trabalhada é a sincronia dos remadores. Depois nos focamos na aplicação de força nas remadas, postura nos movimentos, dentre outros detalhes técnicos. Treinamos de 3 a 5 vezes por semana, alternando entre treinos de canoa para aperfeiçoar nossas técnicas, e treinos funcionais para ganharmos força e resistência. Em média uma hora e meia por dia”, revelou.

O atleta e estudante também explicou um pouco das exigências feitas para se competir na Canoa Havaiana. “As regras são bem simples. As canoas precisam estar devidamente reguladas, devendo seguir o percurso da prova exatamente como ele é descrito nos briefings antes da largada”, comentou.

Guido Robbs explicou que o sucesso de esportes praticados na água como surfe e bodyboard podem ajudar a canoa havaiana a ganhar ainda mais destaque nos cenários local e nacional. “Acreditamos que o sucesso do surf pode despertar interesse das pessoas, não só da Canoa Havaiana, mas também de outros esportes praticados no mar, como o Stand Up Paddle”, finalizou.

Fonte: O Fluminense









domingo, 5 de fevereiro de 2017

PRO-SUSTENTÁVEL: medidas para salvar a Lagoa de Piratininga



COMENTÁRIO DE AXEL GRAEL:

SALVAR O SISTEMA LAGUNAR E INTEGRA-LO AO COTIDIANO DA CIDADE

Um dos maiores sonhos dos ambientalistas e moradores de Niterói sempre é ver as lagoas de Piratininga e Itaipu recuperadas. Com o PRO-SUSTENTÁVEL, programa estruturado pela Prefeitura de Niterói e que agora começa a ser implementado, esse sonho estará cada vez mais perto. Mas, como diz a matéria de Raiana Collier, de O Fluminense, reproduzida abaixo, recuperar um ecossistema "tão maltratado por anos" não é uma tarefa fácil. Mas, o desafio será enfrentado!

"O excesso de nutrientes causou a eutrofização daqueles corpos hídricos e a aceleração do depósito de lodo no fundo das lagoas".


Como afirma o meu amigo, o ambientalista Mário Moscatelli, as lagoas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro foram "transformadas em latrinas". Foi também o caso das Lagoas de Itaipu e Piratininga, que por muitos anos foram vítima de um crescimento urbano sem infraestrutura de saneamento, o que fez com que uma elevada carga de nutrientes, trazidas pelo esgoto chegasse diretamente às lagoas. O excesso de nutrientes causou a eutrofização daqueles corpos hídricos e a aceleração do depósito de lodo no fundo das lagoas. Além do lodo, o carreamento de sedimentos para as lagoas é uma outra consequência do processo de urbanização. Esse problema está sendo controlado agora com as iniciativas de pavimentação de vias, uma vez que a erosão das ruas ainda é a maior fonte de sedimentos que chegam às lagoas, transportados pelos rios. (saiba mais sobre o problema do assoreamento das lagoas aqui).

No caso de Piratininga e Itaipu estamos a frente na luta pela despoluição, uma vez que temos um sistema de saneamento muito melhor do que os demais municípios vizinhos da Região metropolitana. A Região Oceânica, por exemplo, já é praticamente toda coberta por redes de esgoto e estações de tratamento.

Ocorre que, apesar de ser fundamental, contar com rede de esgoto e tratamento só não basta, pois não resolve completamente a agenda do saneamento. Sempre cito o exemplo da Baía de Chesapeake (na costa leste dos EUA), que iniciou um programa de despoluição na mesma época do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara - PDBG. Apesar de simultâneos, os programas tiveram pontos de partida em patamares bem diferentes no que se refere ao saneamento. Enquanto a região de Chesapeake já tinha superado o problema do saneamento básico e tinha o seu foco nas fontes não pontuais e drenagem (non-point sources), o PDBG nasceu tentando resolver um problema do século XIX: tratar esgoto.

É importante destacar, portanto, que na Chesapeake, já haviam resolvido o tratamento de esgoto e COMEÇARAM um programa de despoluição. Isso mostra o quanto ainda temos pela frente!

PRIORIDADE

Para salvar as lagoas é preciso estancar o processo de assoreamento, controlando as fontes de sedimento, ou seja, dar continuidade à pavimentação de ruas. Além disso, é preciso intensificar o programa "Se Liga", promovido através de uma parceria entre a Prefeitura de Niterói e o INEA, que notifica donos de imóveis para que providenciem a conexão de suas propriedades à rede de esgoto.

Uma vez controlado o processo de assoreamento, a prioridade passa a ser o desassoreamento. No passado, priorizaram-se dragagens. Hoje, acreditamos em alternativas mais eficientes e menos impactantes do que as primitivas dragagens, práticas muito impactantes e que demandam solução para o material dragado. Por falta de espaço e pelos danos causados pelo depósito de sedimentos dragados, essas soluções estão se tornando quase inviáveis.

Um dos componentes do Pro-Sustentável é a elaboração de um Plano de Gestão Ambiental para o Sistema Lagunar de Piratininga e Itaipu, com medidas de curto, médio e longo prazo. Um grande avanço neste sentido foi obtido em 2015, com a elaboração dos documentos:
  • "Estratégia para Gerenciamento Ambiental Compartilhado dos Ecossistemas Lagunares de Itaipu e Piratininga e da Região Hidrográfica", elaborado pelo Subcomitê do Sistema Lagunar Itaipu-Piratininga (CLIP), com apoio do Instituto Estadual do Ambiente, da Prefeitura de Niterói e da empresa Águas de Niterói,
  • "Gerenciamento Ambiental Integrado da Bacia Hidrográfica dos Ecossistemas Lagunares de Piratininga e Itaipu: Plano de Ação", da Prefeitura de Niterói, através do qual converte em politica pública municipal as ações estabelecidas no documento anterior.
Ambos os documentos foram elaborados em 2015, logo após a realização do "Workshop de Gerenciamento Ambiental Integrado da Bacia Hidrográfica dos Ecossistemas Lagunares de Piratininga e Itaipu", promovido pela Prefeitura de Niterói e pelo CLIP.

Sabemos que a missão que temos pela frente é complexa. Os problemas do sistema lagunar é diversificado e cada parte do espelho d`água tem singularidades. Em certos locais há o problema de assoreamento, noutros a preocupação está na presença dos bancos de macroalgas (Chara sp.) etc. Portanto, estamos certos que não haverá uma "bala de prata" e o trabalho demanda bom planejamento e já estamos trabalhando nisso.

Como a matéria informa, mais uma vez, a Prefeitura vai buscar apoio da Universidade Federal Fluminense (UFF) e outras instituições acadêmicas para subsidiar o planejamento das intervenções a serem feitas no sistema lagunar.

Enfim, a hora é de arregaçar as mangas para transformar a Região Oceânica de Niterói numa referência de sustentabilidade urbana e a recuperação do sistema lagunar de Piratininga e Itaipu numa inspiração para que outras cidades também recuperem as suas lagoas e os seus ecossistemas costeiros.

Axel Grael
Engenheiro Florestal 
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói




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Conjunto de medidas para salvar a Lagoa de Piratininga


Especialistas divergem sobre possíveis soluções definitivas para o sistema lagunar, mas entram em consenso sobre a urgência de acabar com o depósito de esgoto. Foto: Evelen Gouvêa


Raiana Collier

Implantação de ciclovias e obras de pavimentação e drenagem são algumas das intervenções programadas

Maltratada por anos, a Lagoa de Piratininga aguarda a entrada em uma nova fase de sua história. Para 2017, está no planejamento uma série de medidas que prometem melhora na conjuntura do entorno, como implantação de ciclovias e obras de pavimentação e drenagem. No ano passado, foi aprovada emenda que dedica R$ 450 mil especificamente para recuperação e estudo do sistema lagunar. Especialistas divergem sobre possíveis soluções definitivas para o sistema lagunar, mas entram em consenso sobre uma urgência: acabar com o depósito de esgoto nas lagoas.

Moradora do entorno da Lagoa de Piratininga, Alzira Paraquett lamenta a situação. Ela reflete o desespero dos moradores do bairro, que assistem a Lagoa definhar ano após ano. “Moro próximo ao DPO e é vergonhoso o que se vê por lá, esgotos na ciclovia, galinheiros gigantescos na orla, mato, entulhos”, comentou.

O biólogo Mário Moscatelli relata que, em sua última visita à região, no ano passado, viu de perto um panorama que vem se perpetuando há anos. “Os problemas históricos da região continuam: esgoto e assoreamento da Lagoa de Piratininga. Infelizmente, em pleno século 21, os problemas do século 20 continuam atingindo a população. Em toda a Região Metropolitana, nós vemos as lagoas sendo transformadas em latrinas”, avaliou.




O especialista aponta que é “fundamental” parar de jogar esgoto nas lagoas e executar um trabalho de desassoreamento visando dar sobrevida ao ecossistema. Ele sugere que seja feita avaliação de todos os estudos já elaborados sobre o assunto. O secretário-executivo de Niterói e engenheiro florestal, Axel Grael, defende que desde que começou-se a fazer um planejamento para estabelecer as prioridades em relação à gestão do sistema lagunar e da bacia hidrográfica em questão, houve um avanço no caminho de um programa de recuperação ambiental para a região. Ele conta, ainda, que o foco principal dessas melhoras está em Piratininga, que apresenta caráter mais emergencial.

Para Axel, a Lagoa de Itaipu passou pelo caos, mas se estabilizou. Na de Piratininga, isso ainda não aconteceu. Ele defende que lá existe uma quantidade maior de lodo (provocado pelo esgoto que, durante anos, foi depositado na Lagoa), agravada por sérios problemas de circulação da água. A oxigenação no interior da Lagoa de Piratininga é um tópico de discussão. Para ele, a falta de oxigênio não é um problema que acontece durante todo o ano. “A Lagoa tem problema de oxigênio em determinados períodos, por volta de maio e junho. Existe uma macroalga chamada ‘Cara’ (Chara sp.) que cresce muito rápido e em seu próprio processo de fotossíntese solta oxigênio na água. Só que quando ela morre, consome oxigênio. O que estamos planejando é montar uma rotina em que, quando chegar abril, retirarmos a alga. Assim, evitamos o processo de decomposição da alga. O ideal é que a gente consiga mecanizar isso. Teremos que inventar um manejo para resolver os problemas da Lagoa. É preciso ver uma forma de consumir o lodo”, detalhou.

Axel adianta que, essa semana, se reúne com o reitor da Universidade Federal Fluminense, Sidney Mello, para estudar soluções para o sistema lagunar. “O nosso maior problema é que não conhecemos os problemas da Lagoa. Por isso vamos trazer a universidade para nos ajudar. Temos muito mais perguntas do que respostas. Até hoje, muito se falou sobre a Lagoa, mas pouco se fez. E queremos fazer a coisa certa”, contou.

"Até hoje, muito se falou sobre a Lagoa, mas pouco se fez. E queremos fazer a coisa certa". Axel Grael


O Subcomitê do Sistema Lagunar de Itaipu/Piratininga (Clip) - que reúne representantes do poder público e da sociedade civil - continua se articulando para melhorar a situação no local. Para esse ano, a verba inicial é de R$ 450 mil que serão dedicados às duas lagoas. O geógrafo Luciano Paez foi escolhido para a gerência do Sistema Lagunar. A engenheira e coordenadora do Clip, Leila Heizer, afirmou que, para 2017, o subcomitê espera melhoras na conjuntura atualmente caótica que cerca a Lagoa. “Estamos com expectativa positiva porque existe uma perspectiva de obras boas para a região. A ciclovia, por exemplo, deve passar pela marginal da Lagoa, e vai funcionar como uma barreira. Isso vai impedir, por exemplo, que construções invadam esse espaço. Também deve colaborar em relação ao lixo. Muita gente deixa, por exemplo, entulho de obras no entorno da Lagoa. Isso deve diminuir”, disse.

Leila faz coro a Axel em relação à necessidade de estudos e implantação de medidas que, de fato, sejam capazes de resolver os problemas do sistema lagunar Itaipu-Piratininga como um todo. “Estamos acompanhando, junto à UFF, estudos para a melhoria da qualidade da água. Queremos buscar tecnologias que realmente funcionem, e não nos interessa só as lagoas limpas, mas também os rios, que são patrimônio inestimável”, detalhou.

"...não nos interessa só as lagoas limpas, mas também os rios, que são patrimônio inestimável". Leila Heizer


Parque Orla - Com perspectiva de começo de obras este ano, o Parque Orla Piratininga - área de lazer náutico, pista de jogging, academias para terceira idade, adequação das ruas no entorno (infraestrutura de acesso), quiosques, banheiros e tratamento paisagístico - deve alterar o panorama no local. A expectativa é que problemas como descarte de lixo em pontos irregulares seja minimizado. “Toda aquela faixa de terra entre a ciclovia e o espelho d’água da Lagoa será o Parque Orla. Hoje, as pessoas vão lá e jogam lixo. Com o Parque, isso vai mudar. Até lá, precisamos contar com a colaboração das pessoas. As equipes da Clin vão lá, tiram, um mês depois está tudo de novo”, lamenta Axel.

O projeto deve exigir investimento de R$ 25 milhões. A Lagoa deve passar a ser pensada como ativo para a economia, utilidade para esportes náuticos e, consequentemente, turismo.

Fonte: O Fluminense



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sábado, 4 de fevereiro de 2017

VLT - Niterói se prepara para entrar nos trilhos



Traçado original do VLT deverá ter um total de onze quilômetros. Divulgação.


Cidade inicia estudos de viabilidade para implantação de uma linha do VLT ligando o Centro a Charitas

Rio - Niterói está próxima de tomar um novo rumo em mobilidade urbana. É que a cidade estuda a implantação de uma linha de VLT — Veículo Leve sobre Trilhos. A iniciativa faz parte de uma parceria com a Agência de Desenvolvimento Francesa — AFD. Apesar de ainda conceitual, o traçado pretende ligar as estações das barcas da Praça de Araribóia, no Centro, e de Charitas, na Zona Sul. No total, o projeto inicial prevê a construção de onze quilômetros de trilhos, desafogando o trânsito no município.

De acordo com Axel Grael, secretário Executivo da Prefeitura, o governo municipal ainda negocia a captação de recursos para a elaboração de um estudo de viabilidade técnica. Ao mesmo tempo, ele esclarece que, no traçado original, o VLT passará pelos bairros de Charitas, São Francisco, Icaraí, Jardim Icaraí, Santa Rosa, Centro, São Domingos e Ponta D'Areia.

“O projeto que existe é conceitual. Temos um traçado preliminar, mas não é possível ainda definir o número de estações e os locais onde elas realmente serão implantadas. Esses pontos todos serão definidos após a conclusão do estudo de viabilidade”, pondera Axel Grael.

O secretário ressalta que não há qualquer definição com relação aos custos da obra e nem se o governo federal vai disponibilizar recursos para a implantação do VLT. Axel Grael, no entanto, garante que a prefeitura está em busca dos investimentos necessários para finalmente poder concretizar o projeto e não abre mão de criar parcerias público-privadas.

O número de composições que irá fazer parte da frota do VLT também depende do estudo de viabilidade técnica. Assim, falta definir a empresa onde serão adquiridos os trens. “Isso tudo será definido e licitado”, adianta.

Otimista, Axel Grael acredita que a implantação do VLT vai melhorar e muito a vida dos niteroienses, beneficiando a mobilidade urbana de um modo geral. “Os principais benefícios serão o transporte coletivo com conforto e a consequente melhoria da qualidade de vida da população”, acredita.

O secretário conta que a implantação do VLT é um dos projetos de cooperação com a Agência de Desenvolvimento Francesa — AFD. Outras iniciativas com a entidade também estão sendo estudadas, como, por exemplo, o aperfeiçoamento do sistema da Defesa Civil e a aquisição de novos equipamentos. “Negociamos também a viabilização das obras de urbanização das comunidades dos morros do Arroz, do Estado e da Boa Vista, além da implantação do Parque da Chácara do Vintém e a macrodrenagem do Rio Icaraí”, revela.

Fonte: O Dia - Estado



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PRO-SUSTENTÁVEL: Niterói prioriza projetos sustentáveis para a Região Oceânica


 

Hoje, visitantes precisam utilizar uma trilha que dificulta o acesso para idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Foto: Evelen Gouvêa

 

Local deve ganhar, ainda em 2017, uma trilha suspensa e outras melhorias nas proximidades

O ano de 2017 será dedicado à contratação de projetos, licitações e aprovação de editais para execução de projetos na Região Oceânica de Niterói. Iniciativas como a renaturalização do Rio Jacaré devem ficar para 2018, que, segundo a Secretaria Executiva Municipal, “será para tirar os projetos do papel, para execução”. Para esse ano, está planejado o início de obras de pavimentação e drenagem nas ruas, implantação das trilhas suspensas da Praia do Sossego, e implantação de ciclovias.

As obras nos acessos à Praia do Sossego, aguardadas desde 2015, começam em 2017. O projeto para o local prevê a construção de duas trilhas suspensas do nível do solo, dois mirantes e uma base ambiental definitiva para orientação, informações turísticas e fiscalização.

As ciclovias da região também começam a ser implantadas esse ano. O sistema cicloviário que será implantado fica no entorno das lagoas de Piratininga e Itaipu e promete articulação com o novo sistema viário.

Iniciativas integrantes do programa Região Oceânica Sustentável (PRO-Sustentável) devem começar a tomar forma. De acordo com o secretário executivo, Axel Grael, o objetivo é que a Região Oceânica toda seja pavimentada, inclusive em ruas no entorno da Lagoa de Itaipu. A ideia é que a medida contribua para reduzir o assoreamento por sedimentos carreados pelos rios e drenagens de águas pluviais no sistema lagunar Itaipu/Piratininga. “Vamos contratar a parte de projeto, que é quando teremos o cronograma para sabermos em que ruas vamos começar. A primeira licitação é para pavimentação e drenagem. Isso vai melhorar muito o problema de assoreamento”, apontou.

As obras de implantação do Centro de Referência de Sustentabilidade Urbana, no Jacaré, devem ficar para 2018. O projeto inclui um centro de ecoturismo e unidade demonstrativa de soluções de arquitetura sustentável, juntamente com atividades de educação ambiental. A renaturalização do Rio Jacaré também não deve avançar esse ano. O projeto conta com a reconstituição do seu leito maior, a remoção de edificações, eliminação dos focos de poluição e reflorestamento das Áreas de Preservação Permanentes-APPs.

Fonte: O Fluminense



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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Prefeitura constrói centro comunitário no Capim Melado






Obra faz parte do PAC da Urbanização. Fica pronto em abril. Em março, começa a construção de creche

03/02/2017 - A Prefeitura de Niterói está realizando as obras do centro comunitário do Capim Melado, na Ititioca, na Zona Norte da cidade. As intervenções integram o PAC da Urbanização.

O centro comunitário tem o total de 413,34 metros quadrados e deverá ficar pronto em abril, segundo informações da Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa). Já foram feitas as fundações, parte de alvenaria e laje.

Em março, se iniciam as obras da UMEI (Unidade Municipal de Educação Infantil). A creche terá quatro andares e tem previsão de ser concluída em janeiro de 2018.

O PAC do Capim Melado tem investimento de R$ 7 milhões. O local ja ganhou quadra poliesportiva e campo de futebol. Também já foram feitas obras de contenção de encostas, drenagem e pavimentação de vias.

Integram ainda as obras do PAC do Capim Melado, melhorias habitacionais em 86 imóveis na comunidade.

Fonte: Prefeitura de Niterói




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IMPACTO ECONÔMICO DOS PARQUES: Parques estaduais da Virgínia (EUA) geraram entre US$ 220 e 259 milhões em 2016





 



Report outlines economic value of Virginia State Parks

Jeff Branscome

A man-made lake in Spotsylvania and Louisa counties is one of the Virginia State Parks system’s most valuable properties—at least economically.

Lake Anna State Park generated up to $13.6 million last year in “fresh money,” or cash that would not exist without the park. Only three of the state’s more than 30 parks had a greater economic impact: First Landing in Virginia Beach, Pocahontas in Chesterfield County and New River Trail in southwest Virginia.

The information comes from a 2016 “Virginia State Parks Economic Impact Report” commissioned by the state Department of Conservation and Recreation. Last year alone, the parks system’s economic impact was between $220 million and $259 million, according to the study co-authored by Virginia Tech business professors Vincent Magnini and Muzaffer Uysal.

The report also found that economic activity spurred by state parks generated about $19.6 million in tax revenue last year. Virginia Tech will release a study every year as part of its agreement with the state.

Magnini said the most recent findings show that Virginia boasts a “solid park system … no question.”

“People come to state parks regardless of how the economy’s doing,” he said in a telephone interview. “That really helps insulate the whole tourism infrastructure of the state.”

The Fredericksburg area’s state parks include Caledon in King George County, Lake Anna, Westmoreland, and Widewater in Stafford County. Last year, visitors spent a total of about $1.1 million at Caledon, $12.7 million at Lake Anna and $6 million at Westmoreland. The report also said the four local parks support, directly and indirectly, the equivalent of 286 full-time jobs.

The report does not include visitor spending at Widewater because the 1,100-acre peninsula between Aquia Creek and the Potomac River is under development. But it does attribute five jobs to the park, which the study says had an economic impact of $794,000 last year.

In December, Stafford held a groundbreaking ceremony for Widewater’s first construction phase. The $7.5 million Phase 1, expected to be completed in a little more than a year, includes a visitors center, canoe launch, picnic shelters and other improvements.

Meanwhile, visitor spending at Caledon was among the lowest of all state parks, though Magnini said dollar figures do not tell the whole story. Some parks are “cultural and heritage treasures,” he said, but do not draw as many visitors because of their remoteness.

“Not only do Virginia State Parks produce economic-related results, but they also help foster a host of other societal benefits …,” the report states. “They each serve as settings for rest, relaxation, recreation, and rejuvenation that increases visitors’ quality of life.”

Jeff Branscome writes for the (Fredericksburg) Free Lance-Star.

Fonte: Fredericksburg





quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Obras de contenção na Martins Torres serão concluídas no fim do mês



Vistoriando as obras que serão entregues até o final do mês. Foto Alexandre Vieira.

Vistoriando as obras que serão entregues até o final do mês. Ao fundo, os prédios que foram ameaçados com o deslizamento da encosta. Foto Alexandre Vieira.

Obra na encosta, vista de montante. Foto Alexandre Vieira.

Escada hidráulica, para a redução da velocidade da descida da água. Foto Alexandre Vieira.

 
 
Intervenções são executadas em área onde uma pedra de 25 toneladas deslizou em 2015 e provocou a interdição de blocos de um conjunto residencial

02/02/2017 - O secretário-executivo da Prefeitura de Niterói, Axel Grael, vistoriou na manhã desta quinta-feira (2.2) as obras de contenção de encosta no morro Martins Torres, em Santa Rosa. As intervenções, que têm previsão de término no fim deste mês, são executadas na área que fica atrás de um conjunto residencial onde uma pedra de 25 toneladas deslizou e causou o desabamento do pilar de um dos prédios, em março de 2015.

A obra, que tem o valor de R$ 9.150.000,00 e é uma das maiores já feitas em Niterói, incluiu a construção de cortina atirantada, solo grampeado, escada hidráulica, canaleta de drenagem, além da retirada da pedra e recuperação do prédio.

Com os trabalhos já executados, já não há mais risco para a estrutura física do condomínio. Assim que as intervenções forem concluídas, a Defesa Civil Municipal irá liberar os blocos do conjunto que foram interditados por conta do risco que representavam para os moradores.

Axel Grael disse que essa obra exigiu a execução de várias técnicas diferentes de contenção.

“Essa é a maior obra individual de contenção de encostas da nossa gestão, e com certeza uma das maiores já feitas em Niterói, que surgiu em função de um deslizamento ocorrido em 2015. Vemos aqui a execução de um belo projeto, elaborado com a expertise da empresa contratada, que usou variadas técnicas de contenção. A obra está na reta final e com sua conclusão vamos poder desinterditar o prédio que foi afetado pela pedra que desceu”, disse o secretário.

Grael também destacou que o grande aprendizado que essa obra traz é a importância de prevenir a ocupação de encostas em áreas de risco.

“É uma obra muito cara. Graças a Deus aqui não tivermos uma tragédia, mas poderia ter acontecido. Quem esteve aqui no momento do escorregamento viu o quanto as famílias que moram no entorno correram risco. Nós precisamos evitar que isso aconteça, precisamos sair desse ciclo da chuva forte que provoca acidentes geotécnicos, que gera uma obra até o próximo acidente. Hoje estamos desenvolvendo um trabalho de mapeamento das áreas de risco e estamos com o Grupo Executivo para o Crescimento Ordenado e Preservação de Áreas Verdes (Gecopav) evitando ocupação desses locais. Esse ordenamento é muito importante para a segurança das pessoas que vivem na nossa cidade. A gente precisa que as pessoas compreendam e colaborem com esse processo”, afirmou Axel Grael.

Prefeitura de Niterói já executou mais de 40 obras de contenção

A Prefeitura de Niterói fará obras de contenção de encostas nas ruas Selma e Jerônimo Afonso, além da Travessa Jurandir, no Caramujo. As três frentes, que somam investimento de R$ 5,6 milhões (recursos do Ministério das Cidades), fazem parte de um pacote de ações do Município para a prevenção e redução do impacto das chuvas na cidade, incluindo a modernização da Defesa Civil e a criação de novas áreas protegidas. Nos últimos quatro anos, a Prefeitura de Niterói realizou mais de 40 obras de contenção, onde foram investidos mais de R$ 40 milhões.

Estão bastante avançadas as obras de contenção de encostas na Rua Bombeiro Américo, no Caramujo. Estão em andamento também intervenções em sete pontos no Morro do Bonfim, no Fonseca, também na Zona Norte de Niterói.

Os investimentos em obras de contenção não param por aí. Já estão acertadas as realizações de mais quatro intervenções na cidade: no Beltrão, Cubango e Morro do Estado, que têm investimento de R$ 14 milhões, e na Rua São Paulo, na Ponta da Areia, que tem valor de R$ 1,4 milhão. Já foram realizadas obras de contenção de encostas em 19 pontos na Grota do Surucucu, em São Francisco; Morro do Holofote, no Fonseca; Morro do Palácio, no Ingá; Rua Ponte Ribeiro, no Bairro de Fátima; Rua Machado, no Caramujo; Rua Engenheiro Guilherme Grenhalgh, em Icaraí; Rua Fagundes Varela, entre Ingá e Icaraí, além de Quebra-Mar, em Jurujuba, entre outras.

Fonte: Prefeitura de Niterói









VOLUNTARIADO NOS PARQUES DE NITERÓI: Conheça o caledário 2017 de voluntariado para o PARNIT





Já foi definido o calendário de voluntariado do PARNIT para o ano de 2017!
 
As atividades de voluntariado englobam: marcação de trilhas, colocação de placas, limpeza, etc.
 
Faça o seu cadastro de voluntário clicando aqui e fique sempre por dentro das atividades de voluntariado da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade - SMARHS. 
 
Datas das atividades:


2017

Janeiro - 6 e 27
Fevereiro - 10 e 17
Março - 11 e 25
Abril - 7 e 28
Maio - 12 e 26
Junho - 9 e 23
Julho - 14 e 28
Agosto - 11 e 25
Setembro - 15 e 22
Outubro - 6 e 20
Novembro - 10 e 24
Dezembro - 8 e 22



Fonte: SMARHS


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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Defesa Civil e Guarda Municipal de Niterói atuam no combate a incêndio na Ponta da Areia





Fogo na vegetação do Morro da Penha, no Centro de Niterói.


Órgãos da Prefeitura auxiliaram bombeiros no combate às chamas. Equipes trabalharam durante toda a madrugada 

01/02/2017 - Atendendo demanda do CISP (Centro Integrado de Segurança Pública), uma equipe da Coordenadoria de Meio Ambiente da Guarda Municipal de Niterói prestou auxílio ao Corpo de Bombeiros e à Marinha no combate a um incêndio em Área de Preservação Ambiental no Morro da Penha, na Ponta da Areia, na noite de terça-feira (31.01). As chamas colocaram em risco até mesmo a antiga residência do Barão de Mauá, considerada patrimônio histórico. A equipe permaneceu no local até às 5h, no momento em que as chamas foram controladas. A Guarda suspeita que, devido ao clima quente e úmido, o incêndio tenha sido provocado por combustão espontânea (*).

(*) Comentário de Axel Grael: certamente, a causa do incêndio não foi a combustão espontânea. Consideramos que a chance de ocorrer a combustão espontânea é praticamente nula em condições naturais. Acreditamos que a única possibilidade provável de ignição natural seja a descarga elétrica (raio). Portanto, o mais provável que o incêndio na vegetação do Morro da Penha tenha sido causado por ação humana, por razão acidental ou criminosa. Veja porque em: QUEIMADAS: MITOS E VERDADES


O subsecretário municipal de Defesa Civil, major Walace Medeiros, disse que foi colocado em prática o Plano de Contingência do órgão. Segundo ele, foi acionada a Brigada de Incêndio do Estaleiro Mauá e foram colocados em alerta os voluntários do Nudec (Núcleo da Defesa Civil em Comunidades) para o caso de haver necessidade de evacuação de residências. Porém, não foi preciso empregá-los.

O major afirmou que a equipe da Defesa Civil permanece de prontidão.

"Acompanhamos o evento por toda a madrugada e ainda permanecemos em contato com as equipes porque ainda há possibilidade de surgimento de novos focos", disse.

Rondas preventivas - Reforçando que a Defesa Civil está realizando rondas preventivas contra queimadas. A primeira delas foi realizada no último dia 19, em Várzea das Moças. A ação contou com a participação de técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos, Hídricos e Sustentabilidade, Guarda Ambiental, CLIN, Parque Estadual da Serra da Tiririca - PESET e voluntários do Nudec Queimadas (Núcleo de Defesa Civil nas Comunidades). A próxima será realizada na semana que vem, em Santa Bárbara, na Zona Norte da cidade.

A ronda preventiva, que faz parte do plano “Niterói contra Queimadas”, tem o papel de conscientizar a população sobre os problemas causados pela queima de lixo doméstico, uso do fogo para limpar encostas, entre outras práticas danosas à vegetação e ao meio ambiente que podem acabar gerando grandes queimadas em vegetação e áreas verdes. A vulnerabilidade do risco de fogo em vegetação sofre a influência direta das condições do tempo. As altas temperaturas registradas recentemente e a pouca quantidade de chuva no município de Niterói são fatores que favorecem para um alto risco de fogo em vegetação. Quase todos os incêndios em vegetação têm origem humana, seja por ação criminosa ou acidental. Provocar incêndio em vegetação, assim como soltar balão, é crime.

Na ação ocorrida em Várzea das Moças, os agentes percorreram as casas das comunidades localizadas próximas à vegetação, as áreas de maior risco e orientaram a população sobre as medidas de prevenção contra queimadas, como não colocar fogo no lixo. Além da conscientização, foi efetuado um cadastro georreferenciado dos moradores, com a utilização de GPS, para que periodicamente seja feito contato em caso de incêndios no bairro.

Para os próximos dias a previsão é de possibilidades de pancadas de chuva no período da tarde/noite e as temperaturas permanecerão estáveis.

Fonte: Prefeitura de Niterói



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