sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Oportunidades para ONG's

Aberto processo seletivo para financiamento de eventos na área de saúde

Organizações não governamentais que atuam na área de Aids, outras doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais já podem se candidatar ao financiamento de eventos regionais e nacionais a serem realizados no período de maio a dezembro de 2013. O prazo para envio das propostas termina em 15 de janeiro.

No total, serão investidos R$ 2 milhões. A iniciativa é do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime UNODC.

Serão priorizados eventos que discutam um ou mais dos seguintes temas:
  • Prevenção das DST/HIV/Aids e hepatites virais e inovações no campo da promoção de saúde;
  • Promoção de direitos humanos, redução do estigma e da discriminação às pessoas vivendo com HIV/Aids e portadores de hepatites virais;
  • Prevenção e promoção de saúde para populações em situação de maior vulnerabilidade às DST/HIV/Aids e às hepatites virais;
  • Incentivo ao aumento da cobertura da testagem para diagnóstico precoce e prevenção da transmissão vertical do HIV;
  • Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), com ênfase no incentivo à prevenção da sífilis na gestação (gestante e parceiros); e
  • Protagonismo e participação social de pessoas vivendo com HIV/Aids e portadores de hepatites virais.
As propostas devem ser apresentadas por organizações da sociedade civil com experiência mínima de três anos na área. Outro pré-requisito é que a abrangência das atividades seja regional ou nacional. O edital, o manual de execução e os formulários podem ser acessados no site www.aids.gov.br e diretamente na página http://migre.me/cLuOQ.
(Fonte: Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, 4 de dezembro de 2012)

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Fundação Nacional para Democracia recebe propostas

A Fundação Nacional para a Democracia (NED) concede anualmente um financiamento a centenas de organizações não governamentais que trabalham para o avanço das metas democráticas e o fortalecimento das instituições democráticas e está com inscrições abertas para mais uma rodada de apoio.

A média do financiamento fica em torno de US$ 50 mil (R$ 100 mil). As propostas devem ser enviadas até 18 de janeiro. Acesse aqui o site da NED: http://ned.org/pt-pt/grantseekers.

(Fonte: GIFE, 18 de dezembro de 2012)

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PepsiCo lança Prêmio Eco Challenge de ideias sustentáveis e inovadoras

A PepsiCo, empresa de alimentos e bebidas, lança juntamente com a YABT (Young Americas Business Trust) o Prêmio EcoChallenge. A iniciativa selecionará as ideias mais inovadoras ligadas à sustentabilidade de jovens dos países da América Latina, em duas categorias: Empreendedor Econômico e Empreendedor Social.

Em seu quarto ano, o prêmio escolherá oito finalistas com projetos que resolvam um problema ambiental ou negócio sustentável dentro dos temas: preservação do meio ambiente e/ou da água. Estes finalistas irão apresentar seus projetos para uma comissão julgadora em um evento na Guatemala. Os grandes vencedores, um em cada categoria, receberão um prêmio de US$ 5 mil. A competição se diferencia das demais por incorporar uma fase antes (treinamento e mentoring), e uma fase depois (acompanhamento, redes de colaboradores, incubação e estágios).

Para se inscrever basta ter entre 13 a 36 anos, sem necessidade de comprovação de grau de escolaridade. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 18 de janeiro.

Mais informações e inscrições no site http://migre.me/cLw2t.

(Fonte: PepsiCo, 11 de janeiro de 2013)

Nova York lança programa ambicioso de estímulo à energia solar: US$ 150 milhões/ano

New York Sun is Rising

By Adam Browning, Vote Solar.

Sunrise in New York via Shutterstock.

Some BIG solar news from New York! Today, in his 2013 State of the State, Governor Andrew Cuomo made some significant solar proposals. Proposals that will work to fundamentally transform the state's solar market while broadening access to solar, enabling the industry to scale and reducing the cost.

The Governor called for a major expansion of his NY-Sun Initiative. The original NY-Sun, announced by the Governor at last year’s State of the State, called for doubling solar installations in 2012 and quadrupling in 2013. However, that program was too small and too intermittent–while helpful, it fell short of accomplishing the job of market transformation.

This year, the Governor announced a long-term commitment to NY-Sun, expanding the program into a 10 year, $150 million/year program. If we’re doing our math right…that’s a billion and a half dollars to develop a world-class solar industry and unleash the many benefits that solar energy delivers.

Here’s the money quote from the Governor’s speech (full text found here).

Extend the NY-Sun Solar Jobs Program (page 31)

Last year Governor Cuomo created the NY-Sun solar jobs program to bolster the use of solar power in New York, while also protecting the ratepayer. The goal of NY-Sun is to install twice as much customer-sited solar photovoltaic capacity in 2012 as was added in 2011, and to quadruple the 2011 amount in 2013. The NY-Sun program is authorized through 2015. This year, Governor Cuomo proposes to extend the successful NY-Sun program, continuing through 2023 the existing annual funding levels established under the program. The extended solar jobs program will provide longer program certainty to solar developers than current programs, funded through 2015, and is expected to attract significant private investment in solar photovoltaic systems, enable the sustainable development of a robust solar power industry in New York, create well-paying skilled jobs, improve the reliability of the electric grid, and reduce air pollution.
If implemented correctly, the Governor’s long-term commitment to NY-Sun can build a robust and sustainable industry that will deliver solar energy cheaper than power from the grid. What we are looking for are the policies and programs that move beyond playing at the margins, and instead seek to develop a market that can grow and ultimately thrive–without incentives.

We believe that the Governor’s 10-year commitment to NY-Sun can deliver this promise. Market transformation will be achieved through prudent incentives that phase-out over time while establishing supportive regulations that remove barriers and increase access to solar power.

With New York at the crossroads of its energy future, the State has a unique opportunity to revisit its solar programs in a comprehensive fashion and build a sustainable market where cost-competitive solar energy is a core component of a 21st century energy infrastructure.

We’ve spent the last several years building support for these ideas, and calling for a long-term solar program to unleash solar throughout New York. We’re pleased that the Governor is stepping forward with leadership.

Now comes the hard part: turning talk into reality. The legislature needs to do its part, but a Governor sponsored bill is a very helpful step.

[Editor's note: The topic of U.S. states and incentives will be discussed in detail at the upcoming Solar Power-Gen Conference in San Diego next month. Vote Solar will be there, will you? More info here.]

Fonte: Renewable Energy World

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Leia também: Chile Solar: país aprova projeto de 3,1 GW e quer a liderança no setor

Chile Solar: país aprova projeto de 3.1 GW e quer a liderança no setor

Chile Approves 3.1 GW of Solar PV Projects

By James Montgomery, Associate Editor, RenewableEnergyWorld.com

New Hampshire, USA -- A tally of renewable energy projects approved and in development in Chile illustrates the promise of one of the industry's top emerging markets.

The Centro de Energías Renovables (CER), or Renewable Energy Center, in Chile says that over 3.1 gigawatts (GW) of solar energy projects were approved in 2012 through November, and another 908 megawatts (MW) were in qualification awaiting approval. For all renewable energy projects (hydro, wind, biomass, solar, and geothermal), the CER counts 6.7 GW of renewable energy projects approved in Chile, and another 3.8 GW in the wings. Roughly 1.27 GW spanning 10 projects was added in November, an increase of 530 MW over the previous month. (Here's the official document in Spanish.)

NPD Solarbuzz sees Chile as one of the leaders in the emerging Latin American/Caribbean market for renewable energy, particularly solar PV (mainly ground-mount), thanks to a combination of net metering, Renewable Portfolio Standards, and other policies.

Providentially, as another vote of confidence, First Solar has just acquired Chilean project developer Solar Chile, which has various utility-scale projects totaling 1.5 GW in northern Chile, including the planet's highest solar irradiated region, the Atacama Desert. (First Solar's own project pipeline has 3 GW of projects contracted to utilities, 2 GW of that under construction.)

The CER report shows just how far and fast Chile's renewable portfolio is coming along — roughly 4-GW in approved or awaiting-approval solar capacity compares to just 2.4 MW of solar in operation and 2.5 MW officially under construction. For wind, Chile has approved 3.25 GW and has another 2.7 GW in process, but only 205 MW in operation and 107 MW being built. Grand total: over 10.5 GW of projects approved or under assessment vs. 880 MW in operation and 281 MW under construction.

Status of NCRE projects in Chile, in megawatts. (Source: CER)
Here's another illustration of Chile's renewable growth profile (particularly solar PV), comparing CER's data that tracks approved and unbuilt projects from 2009-2012:




"Chile faces a growing energy demand from its sustained economic growth," said Hernán Cheyre, executive VP of CORFO, the Chilean government's economic development agency, quoted in the First Solar-Solar Chile press release. Solar energy in particular has "tremendous potential [to] change the demography and the economy of northern Chile, opening it up to new opportunities beyond mining and fishing, into water desalinization, hydrogen production or large green data centers," added Alvaro Fischer, president of Fundación Chile and an early investor in Solar Chile who will remain as a consultant.

 
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Acesse o documento oficial aqui.

Leia também: Nova York lança programa ambicioso de estímulo à energia solar: US$ 150 milhões/ano

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Secretaria do Ambiente retira embarcação encalhada na Praia de Itaipu



Com apoio da Prefeitura de Niterói, operação foi pedida por banhistas e pescadores, já que destroços na arrebentação provocavam acidentes

A traineira Estrela Azul, que naufragou na Praia de Itaipu, na Região Oceânica de Niterói, foi retirada hoje (09/01) em ação da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), em parceria com a Prefeitura de Niterói.

A embarcação, que adernou no local em agosto de 2012, foi retirada aos pedaços com auxílio de uma escavadeira com esteira e de uma retroescavadeira. Parte da Praia de Itaipu foi interditada para a operação, que foi monitorada por dois mergulhadores. A ação, bem-sucedida, evitou vazamento de óleo na orla da região.

Cerca de 60 pessoas foram mobilizadas para a operação, que foi pedida por pescadores e banhistas, já que a embarcação que naufragou próximo à arrebentação oferecia riscos à integridade física dos frequentadores da praia; alguns inclusive já tendo se machucado em contato com a estrutura encalhada. A ação contou com apoio de técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e de policiais do Comando de Polícia Ambiental (CPAm).

Presente à operação, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, destacou a parceria com a Prefeitura de Niterói para a retirada da embarcação e anunciou que Itaipu terá, ainda no primeiro semestre deste ano, uma reserva extrativista marinha; outro pedido de pescadores da região.

Minc também anunciou, para 22 de janeiro, o início das obras de dragagem e recuperação ambiental da Lagoa de Piratininga, em parceria com a Prefeitura de Niterói.

“Atendendo um pedido dos pescadores, Niterói terá sua reserva extrativista marinha ainda no primeiro semestre deste ano. O Estado do Rio de Janeiro tem uma reserva extrativista marinha, a de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, mas de âmbito federal. Também quero anunciar que, brevemente, vamos instalar, no Parque Estadual da Serra da Tiririca, uma Unidade de Policiamento Ambiental (UPAm)”, disse secretário.

Retirada evita derramamento de óleo

A empresa Hidroclean – especializada em proteção ambiental – foi acionada pelo Plano de Emergência da Baía de Guanabara, coordenado pelo Inea, para promover a retirada da embarcação encalhada.

A companhia montou então um grande esquema de segurança, com auxílio de barreiras de contenção e de uma embarcação de apoio, pois havia perigo de vazamento de óleo de um tanque de combustível do barco pesqueiro encalhado.

Os destroços recolhidos foram então transportados, em um caminhão, para o aterro sanitário de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Antes, porém, o tanque de combustível foi retirado cuidadosamente da embarcação adernada, sem causar qualquer impacto ambiental à Praia de Itaipu.

Segundo o vice-prefeito de Niterói, Axel Grael, que acompanhou a operação, a embarcação foi destruída pela ação do mar e os destroços, que estavam encalhados e cobertos pela areia, ofereciam perigo aos banhistas e aos pescadores, além do meio ambiente.

“Uma embarcação deste porte transporta uma grande quantidade de óleo, e o mais grave é que muita gente se machucou ao longo desse tempo. Um posto médico próximo registrou várias ocorrências de pessoas com ferimentos, pois como a embarcação foi destruída pelo mar, seus destroços ficaram cobertos pela areia, impedindo que as pessoas vissem os restos da traineira, o que estava causando vários acidentes”, disse Grael.

O chefe da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais, José Maurício Padrone, disse que a Cicca vai entrar com uma ação civil pública no Ministério Público Estadual pedindo que o proprietário da embarcação faça o ressarcimento ao Governo do Estado dos custos com a remoção dos destroços do barco pesqueiro.

“Além dos acidentes com os banhistas, outra preocupação nossa era com o risco de vazamento de óleo do tanque combustível. Felizmente, o tanque foi retirado sem causar esse acidente ambiental”, ressaltou Padrone.  


Fonte: SEA

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Outras postagens correlatas:
http://www.axelgrael.blogspot.com.br/2013/01/embarcacao-que-causou-acidentes-e.html
http://www.axelgrael.blogspot.com.br/2013/01/prefeitura-de-niteroi-e-estado-retiram.html

Embarcação que causou acidentes é retirada na Região Oceânica

Fotos André Redlich, O Fluminense.

Segundo banhistas e pescadores, carcaça de barco adernado na Praia de Itaipu provocou cerca de dez incidentes no último fim de semana. Secretário estadual de Ambiente anuncia obras

Foi retirada no início da manhã de quarta-feira os destroços de uma embarcação que estava adernada na Praia de Itaipu, na Região Oceânica de Niterói, desde agosto do ano passado. Segundo banhistas e pescadores, a carcaça foi responsável por cerca de 10 acidentes no último final de semana.

A operação foi coordenada pela Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca) em parceria com a Prefeitura de Niterói, Instituto Estadual do Ambiente (Inea), policiais do Comando de Policiamento Ambiental (CPAM), além da Secretaria de Estado do Ambiente, representado pelo próprio secretário Carlos Minc, que aproveitou a ocasião para anunciar o início das obras na Lagoa de Piratininga para o próximo dia 22, além da construção da Reserva Extrativista Marinha em Itaipu para o primeiro semestre deste ano. Também esteve presente na operação o vice-prefeito de Niterói Axel Grael.

De acordo com o coronel José Maurício Padrone, coordenador da Cicca, o dono da embarcação será responsabilizado com todos os custeios da operação, além de sofrer uma ação civil pública da Prefeitura de Niterói por causa dos danos provocados ao meio ambiente.

“Foi uma irresponsabilidade. No último final de semana, os moradores disseram que foram cerca de 10 banhistas e pescadores acidentados. Isso não pode acontecer, até porque a gestão anterior veio cinco vezes e nada fez. Infelizmente entre os banhistas está um rapaz que foi mergulhar e teve um corte profundo na cabeça, recebendo 70 pontos”, lamentou Padrone.

O medo maior dos especialistas do Inea eram os tanques de combustível da embarcação que ainda corria o risco de explosão. Angariados pela empresa Hidroclean Proteção Ambiental, o produto foi retirado e isolado com folhas especiais anti-infláveis.
“Niterói precisa desse cuidado e compromisso. Sabemos que a presença do Carlos Minc é justamente para estreitarmos os laços na cidade, principalmente quando os assuntos são relacionados ao ambiente. Toda a estrutura da operação é fruto de pessoas compromissadas com nossas propostas. Todos os órgãos aqui estão empenhados para a realização desse trabalho. Infelizmente não evitamos os acidentes que aconteceram aqui”. Axel Grael.
Toda a embarcação foi retirada do mar com auxílio de um trator de esteira, e um caminhão foi responsável por levar o material para o aterro sanitário de São Gonçalo. Durante a operação, parte da Praia de Itaipu foi interditada.

Vice-prefeito de Niterói acompanha remoção- O vice-prefeito Axel Grael reiterou que a ação já havia sido prometida aos moradores desde a época da campanha. Em visita ao local, banhistas e pescadores já se mostravam preocupados com os destroços da embarcação, uma vez que a maré cheia cobria todo o barco trazendo risco de acidentes aos banhistas desavisados.

“Niterói precisa desse cuidado e compromisso. Sabemos que a presença do Carlos Minc é justamente para estreitarmos os laços na cidade, principalmente quando os assuntos são relacionados ao ambiente. Toda a estrutura da operação é fruto de pessoas compromissadas com nossas propostas. Todos os órgãos aqui estão empenhados para a realização desse trabalho. Infelizmente não evitamos os acidentes que aconteceram aqui”, disse Axel.

Secretário e Prefeitura anunciam obras - A presença do secretário de Estado Carlos Minc na cidade serviu para reafirmar o compromisso com os projetos da Prefeitura de Niterói na esfera ambiental. Ao lado de Axel Grael, Minc anunciou o início da primeira etapa das obras de dragagem da lagoa de Piratininga para o próximo dia 22.

“O Axel é um amigo de longos anos. Nossa parceria sempre deu certo, e não será diferente agora. Minha visita é justamente para atender aos pedidos dos banhistas e pescadores dessa região que sofriam com esse problema aqui no mar por conta dessas embarcações. Além disso, aproveito a oportunidade para dizer que essas duas propostas anunciadas sairão do papel. Niterói pode comemorar”. Carlos Minc.
Os trabalhos proporcionarão melhorias na estrutura do Canal de Santo Antônio, como nivelamento de comportas e instalação de equipamentos de controle de entrada e saída da água do mar. Além disso, será feita uma dragagem no canal central da Lagoa de Piratininga. Outra novidade anunciada foi o início da construção da Reserva Extrativista Marinha de Itaipu (Resex Itaipu), para o primeiro semestre deste ano.

Os indícios da medida que visam garantir a preservação da biodiversidade local, além da pesca artesanal, já haviam sido sinalizados por Minc desde a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, realizada em junho do ano passado.

“O Axel é um amigo de longos anos. Nossa parceria sempre deu certo, e não será diferente agora. Minha visita é justamente para atender aos pedidos dos banhistas e pescadores dessa região que sofriam com esse problema aqui no mar por conta dessas embarcações. Além disso, aproveito a oportunidade para dizer que essas duas propostas anunciadas sairão do papel. Niterói pode comemorar”, bradou o secretário.

Fonte: O Fluminense

Prefeitura de Niterói e estado retiram destroços de embarcação na Praia de Itaipu

Retirada dos destroços. Foto de Axel Grael.

Máquinas utilizadas para a remoção dos restos da embarcação. Foto de Leonardo Simplício.

Aviso afixado pelos próprios usuários da praia de Itaipu. Foto de Leonardo Simplício.

Axel Grael e Carlos Minc conversam. Foto de Leonardo Simplício.

Autoridades observam um dos tanques da embarcação. Foto de Leonardo Simplício.

Restos da traineira após o encalhe, em agosto de 2012.

Da esquerda para a direita, Daniel Marques, secretário municipal de Meio Ambiente de Niterói; Axel Grael, vice-prefeito de Niterói; Carlos Minc, secretário estadual do Ambiente, Cibele Cláuver, diretora da empresa HidroClean, cel José Maurício Padrone, coordenador da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais, da SEA.


Operação começou de madrugada. Restos de traineira naufragada ofereciam riscos aos banhistas

Uma operação conjunta entre a prefeitura de Niterói e o governo do estado retirou, na manhã desta quarta-feira (9.1), os destroços de uma embarcação naufragada desde agosto de 2012 na Praia de Itaipu, na Região Oceânica da cidade. O material, que ficava parcialmente encoberto pela água, tornou-se um perigo para banhistas que frequentam o local, sobretudo nos fins de semana. De acordo com moradores da região, desde o naufrágio, ocorreram vários casos de banhistas feridos, alguns com ferimentos graves, ocorridos em choques com pedaços de metal, pregos e restos de madeira submersos.

“Muita gente se machucou aqui. Ontem mesmo um rapaz teve um corte profundo na testa e precisou ser levado para o hospital”, contou Sidnei Monteiro, o Sardinha, que elogiou a iniciativa:

“Na campanha, o Axel Grael (então candidato a vice-prefeito) esteve aqui e disse que logo que assumisse o governo, resolveria o problema. E realmente ele voltou e cumpriu, rapidamente, a promessa. Está de parabéns.”

O trabalho de remoção dos destroços, que teve a supervisão direta do vice-prefeito Axel Grael e do secretario estadual do Ambiente, Carlos Minc, começou no fim da madrugada. Duas retroescavadeiras foram posicionadas na areia e seus operadores seguiam a orientações de dois mergulhadores, que indicavam os locais exatos onde estavam os restos da embarcação. No apoio, homens da Guarda Municipal, da Secretaria estadual do Ambiente, e das secretarias municipais de Meio Ambiente e Sustentabilidade, de Conservação e Serviços Públicos e Ordem Pública, além de funcionários de uma empresa especializada em limpeza de praias e contenção de vazamentos.

Axel Grael ressaltou a importância da ação: “O que estamos fazendo aqui é inaugurando uma estratégia que a prefeitura de Niterói vai ter de gestão de praias. Uma quantidade enorme de niteroienses vai à praia nos fins de semana e durante a semana também sem que haja uma autoridade gestor para cuidar de problemas como esse ou de segurança e outras situações, como limpeza e proteção do meio ambiente. A embarcação está encalhada desde o ano passado e foi completamente destruída pela ação do mar. Seus escombros ofereciam riscos aos banhistas e ao ambiente também pois continha óleo em seus tanques. Muita gente se machucou desde o naufrágio.”

“Essa ação nos foi demandada pelo Axel e moradores da região e nós temos uma parceria estreita com a prefeitura, com o Rodrigo Neves e o Axel, e nós viemos aqui para dar nossa contribuição para retirar esses destroços que põem em risco a população.” Carlos Minc, Secretário Estadual do Ambiente.

Carlos Minc, por sua vez, explicou como se planejou a operação: “Essa ação nos foi demandada pelo Axel e moradores da região e nós temos uma parceria estreita com a prefeitura, com o Rodrigo Neves e o Axel, e nós viemos aqui para dar nossa contribuição para retirar esses destroços que põem em risco a população.”

Axel e Minc anunciaram, ainda, duas ações para a região: a criação da Reserva Extrativista Marinha de Itaipu até o fim do primeiro semestre, e a dragagem da Lagoa de Itaipu, prevista para ser iniciada no próximo dia 22.

Fonte: Prefeitura Municipal de Niterói


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Sustentabilidade em tempos de crise: relatório avalia avanços na Espanha


Sostenibilidad en España 2012

El OSE en su tarea de estimular el cambio social hacia la sostenibilidad proporcionando a la sociedad información relevante y veraz, presenta el octavo informe anual Sostenibilidad en España 2012.

La finalidad del informe es evaluar el progreso hacia el logro de los objetivos y las metas que están contempladas en los marcos estratégicos y normativos nacional y comunitario en materia de Desarrollo Sostenible, así como en el escenario de futuro marcado por la estrategia Europa 2020. Con este informe se continua la “rutina informativa” sobre el análisis de los procesos de sostenibilidad en España, mediante una batería de 52 indicadores abarcando las dimensiones de la sostenibilidad socioeconómica, ambiental y territorial, los procesos de gobernanza y la sostenibilidad global, contemplando su evolución temporal y su distribución espacial.

El análisis mediante indicadores se refuerza con una serie de Tribunas realizadas por figuras de reconocido prestigio de la comunidad científica, política y empresarial, con el objetivo de ofrecer una visión argumentada del futuro que sobre aspectos clave presenta el desarrollo sostenible en España. Además acompañan a los indicadores una serie de anexos de refuerzo que analizan en profundidad la situación actual y la perspectiva de futuro de aspectos de especial interés.

El Informe de Sostenibilidad en España 2012, siguiendo la línea de informes iniciada el año anterior, desarrolla un Capítulo Especial sobre un aspecto de relevancia internacional. En esta ocasión dado que Naciones Unidas, ha reconocido la importancia de la energía para el desarrollo sostenible, proclamando el año 2012 como el Año Internacional de la Energía Sostenible para Todos mediante resolución 65/151, el capítulo Especial del Informe 2012 profundiza sobre la importancia de incrementar el acceso sostenible a la energía, la eficiencia energética y la energía renovable.

En estos tiempos de crisis, todavía son más necesarios informes como el que ahora se presenta para hacer una evaluación de los procesos de sostenibilidad desde una perspectiva integrada y multidimensional, reflejando las interacciones entre las dinámicas socioeconómicas, ambientales, territoriales e institucionales.  

Acesse e faça o download do Relatório aqui.  

Fonte: Observatorio de la Sostenibilidad en España

Bolsa Floresta: "Fazer a floresta valer mais em pé do que derrubada"


Desmatamento da Amazônia.

Bolsa Floresta

"Fazer a floresta valer mais em pé do que derrubada" - o lema move a Bolsa Floresta, uma pioneira experiência de desenvolvimento sustentável no Amazonas. Nela se mostra que a conservação ambiental deve servir às pessoas, ajudando, e não atrapalhando, a promoção humana. Programa exemplar.

Comandado pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS), organização não governamental criada em 2007, ele conta com o endosso do governo estadual e o apoio financeiro de grandes empresas. Sua área de atuação foca as comunidades tradicionais que vivem dentro das reservas de desenvolvimento sustentável (RDSs), unidades de conservação idealizadas pelo biólogo amazônida Márcio Ayres, posteriormente incluídas na legislação ambiental brasileira. Grande ideia.

As RDSs configuram-se como locais de natureza protegida, mas, ao contrário dos parques e reservas florestais, que se pretendem intactos, nelas se pode manter atividade humana produtiva. As áreas são escolhidas em função de sua valiosa biodiversidade, ou da fragilidade de seu belo ecossistema. Nas RDSs não há necessidade de desapropriação ou remoção dos ocupantes históricos. A regra principal é condicionar a exploração do território às regras de sustentabilidade.

Com ajuda financeira distribuída em quatro componentes - renda, social, familiar e associação -, a Bolsa Floresta trabalha sob o conceito da corresponsabilidade, procurando desenvolver o espírito empreendedor nas pessoas. A ordem é inserir as populações locais nas cadeias produtivas florestais, "empoderando" as comunidades. Cursos e oficinas pedagógicas promovem o aprendizado profissional, direcionado para os negócios sustentáveis.

Atualmente o programa beneficia 8.090 famílias, distribuídas em 15 regiões do Estado do Amazonas. Grupos comunitários e famílias individuais, apoiados pela fundação, descobrem como produzir e preservar ao mesmo tempo, buscando oportunidades na pesca e na piscicultura, no turismo ecológico e de aventura, na exploração madeireira e no artesanato. Novas tecnologias.

Quem me levou para conhecer alguns desses projetos foi o engenheiro florestal Virgílio Viana, superintendente da FAS. Doutor em Biologia da Evolução por Harvard (EUA), esse criativo pesquisador impulsiona na prática, porque na teoria tudo é fácil, o conceito básico da economia verde: no abrigo da floresta amazônica, gerar emprego e renda, para melhorar a qualidade de vida das comunidades ribeirinhas. Dá gosto de ver.

A RDS do Rio Negro, criada em 2008, estende-se por três municípios - Novo Airão, Iranduba e Manacapuru -, ocupando um território protegido de 103 mil hectares. Em seu interior vivem 526 famílias, distribuídas por 20 comunidades. Nelas se destaca a Tumbiras, que funciona como uma espécie de polo empreendedor das demais. Lá, a 70 km de Manaus, estão instalados os principais equipamentos públicos que funcionam como alicerce do Programa Bolsa Floresta: salas de aula, módulo para o ensino a distância, alojamento dos professores, computadores com internet, refeitório, marcenaria, horta doméstica. Tudo bem arrumado.

Roberto, ex-madeireiro, líder da comunidade, aguardava-nos na escadaria às margens do igarapé. Logo desatou a falar, orgulhoso, sobre o recente progresso do seu chão, destacando o ensino das crianças, as novas perspectivas para os jovens, a energia solar - que exigiu um acerto na comunidade sobre o nível do consumo doméstico de eletricidade, resultando na proibição, vejam só, do uso da "chapinha" de cabelo. Na saúde, tudo mudou quando entraram em funcionamento as três ambulanchas - isso mesmo, ambulanchas - que socorrem a saúde das pessoas naquelas estradas d'água.

Roberto destaca o valor do conhecimento, utilizando o seu próprio caso: "Antes eu não sabia o que significava manejo florestal, agora sei como cortar madeira sem destruir". Vai além. Defende a tese de que sem alternativas para a ocupação das pessoas, sem botar dinheiro no bolso, de nada adianta a fiscalização ambiental, muito menos o belo discurso preservacionista. Encerra a conversa sobre o manejo sustentável da floresta com uma curiosa frase: "As pessoas que moram na comunidade também são árvores". Lapidar.

A Pousada do Garrido, administrada por sua esposa, Nádia, recebeu cerca de cem turistas em 2012, a maioria de estrangeiros. Ligado na internet, o rústico hotelzinho oferece diária completa por R$ 60, incluídos no pacote turístico três refeições, trilha pela mata, passeio de barco e muita conversa mole recheada com "causos" sobre os botos-cor-de-rosa e a curupira, divindade maior da floresta. Encanta qualquer citadino.

Das 28 famílias que moram em Tumbiras, três acabaram de regressar de Manaus. Fugiram da violência urbana, escaparam das drogas, esqueceram o trânsito barulhento. Somente retornaram, porém, porque vislumbraram oportunidades, ter ocupação e ganhar dinheiro no berço da sua origem. Voltaram, também, porque agora podem assistir à televisão e ligar uma geladeira. Mínimo conforto.

Ali perto, dona Raimunda, veterana da comunidade do Saracá, tenciona dedicar-se à piscicultura, criando tambaquis e matrinchãs em tanques-rede. Já o Nelson, da comunidade Santa Helena do Inglês, quer montar uma pousada utilizando a moradia que o Incra teima em lhe construir após finalizar a regularização fundiária do local. Inexiste alternativa: todo mundo ganha casa nova, mesmo que não necessite. Incrível, até nas barrancas do Rio Negro se joga fora o dinheiro da reforma agrária.

Virgílio Viana está convicto de que os antigos paradigmas, ecológico ou militarista, sobre a Amazônia impedem seu desenvolvimento sustentável. A Bolsa Floresta aponta para o futuro.  

Fonte: Estadão

sábado, 5 de janeiro de 2013

Novo portal do PNUMA destaca importância do armazenamento do carbono por ecossistemas costeiros


Com o intuito de mostrar o papel dos ecossistemas costeiros no combate à mudança climática, o Portal Carbono Azul vem ressaltar que manguezais, algas marinhas e pântanos conseguem capturar uma quantidade significativa de carbono da atmosfera. O site, em inglês, foi lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) no dia 19 de dezembro, para garantir que esses ecossistemas continuem a armazenar carbono, além de ampliar o conhecimento sobre esses habitats.

O PNUMA alerta para a intensa degradação desses ecossistemas, observando que mais da metade dos manguezais do mundo desapareceram e houve redução de 30% dos campos de algas marinhas nos últimos 100 anos, além de que o potencial desses habitats para combate às mudanças climáticas é negligenciado. A agência da ONU para o meio ambiente lembra que os ecossistemas de carbono azul tem um papel crítico nas economias locais, já que fornecem às comunidades costeiras serviços e recursos como a pesca, a proteção das margens, o apoio ao turismo e a conservação da biodiversidade marinha. O Portal Carbono Azul também divulga inciativas mundiais, promove discussões, divulga projetos na área de carbono azul e calendário de eventos.  


Fonte: ONU-BR

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Que 2013 seja uma marca na construção da sustentabilidade e da justiça social


UM ANO COM 18 MESES: a caminhada para 2013 começou em junho de 2012.

Participando de evento de limpeza de praia em Jurujuba.


Curtindo os alunos do Projeto Grael.


2012 foi um bom ano.

Sonhamos com uma Niterói sustentável e com justiça social, partilhamos esse sonho com a cidade e conquistamos a confiança dos eleitores para torná-lo realidade.

Agora chega 2013 e temos a responsabilidade de colocar Niterói no rumo que sonhamos. Sabemos que as dificuldades serão enormes, mas a nossa confiança em superá-las é ainda maior.

Desejo que, em 2013, as esperanças de todos se renovem e que tanto os sonhos coletivos como os individuais se concretizem.

São os desejos de Axel e Christa Grael

DESEJAMOS A TODOS UM 2013 DE MUITA PAZ, SAÚDE, SORTE, INSPIRAÇÃO, INOVAÇÃO E SUCESSO.