quinta-feira, 31 de maio de 2012

Transição para uma economia verde pode criar até 60 milhões de empregos



A transição para uma economia mais verde poderia gerar entre 15 e 60 milhões de novos empregos em nível mundial nas próximas duas décadas e tirar dezenas de milhões de trabalhadores da pobreza, segundo um novo relatório produzido pela Iniciativa Empregos Verdes.

O estudo “Rumo ao Desenvolvimento Sustentável: oportunidades de trabalho decente e inclusão social em uma economia verde” sustenta que o alcance destes objetivos dependerá da adoção de uma correta combinação de políticas.

“O atual modelo de desenvolvimento tem se mostrado ineficiente e insustentável, não só para o ambiente, mas também para as economias e sociedades”, disse o Diretor Geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT) Juan Somavia. “Precisamos urgentemente seguir por um caminho de desenvolvimento sustentável, com um conjunto coerente de políticas em que as pessoas e o planeta desempenhem um papel central”.

“A próxima Conferência Rio+20 das Nações Unidas será um momento decisivo para garantir que o trabalho decente e a inclusão social sejam partes integrantes de qualquer estratégia de desenvolvimento futuro”, acrescentou.

“Este relatório surge às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, cujo lema é: Economia Verde: Isso inclui você?”, lembrou Achim Steiner, Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). “As conclusões do relatório mostram que a economia verde pode incluir milhões de pessoas, ajudando-as a superar a pobreza e proporcionando melhores condições de vida para esta e futuras gerações. É uma mensagem positiva, plena de oportunidades frente aos atuais desafios globais que estamos divulgando no mundo inteiro enquanto os líderes se preparam para a Rio+20”, acrescentou Steiner.

O relatório – publicado quase quatro anos após o primeiro estudo da Iniciativa Empregos Verdes – analisa o impacto que a “ecologização” da economia pode ter sobre o emprego, a renda e desenvolvimento sustentável em geral.

Pelo menos metade da força de trabalho mundial – o equivalente a 1,5 bilhão de pessoas – será afetada pela transição para uma economia verde. Embora as mudanças devam ser sentidas por toda a economia, oito setores-chave deverão desempenhar um papel central e ser os mais afetados: agricultura, silvicultura, pesca, energia, indústria manufatureira, reciclagem, construção e transporte.

Dezenas de milhões de empregos já foram criados por esta transformação. Por exemplo, o setor de energia renovável já emprega cerca de 5 milhões de trabalhadores, mais do que o dobro do número de empregos entre 2006 e 2010. A eficiência energética é outra importante fonte de empregos verdes, particularmente na indústria da construção, o setor mais afetado pela crise econômica.

Nos Estados Unidos, três milhões de pessoas têm empregos relacionados com produtos e serviços ambientais. Na Espanha, existem atualmente mais de meio milhão de empregos neste setor.

É possível obter ganhos líquidos na taxa de emprego entre 0,5 e 2 por cento do emprego total. Nas economias emergentes e países em desenvolvimento, os ganhos tendem a ser mais elevados do que nos países industrializados, porque os primeiros podem passar diretamente para a tecnologia verde em vez de substituir a infraestrutura obsoleta. O Brasil já criou cerca de três milhões de empregos, respondendo por cerca de 7% do emprego formal.

A Iniciativa Empregos Verdes é uma parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização Internacional de Empregadores (OIE) e a Confederação Sindical Internacional (CSI).

Foi lançada com o objetivo de promover oportunidades e transições equitativas, incentivando os governos, os empregadores e os trabalhadores a participar no diálogo sobre políticas coerentes e programas eficazes, de modo a criar uma economia favorável ao meio ambiente com empregos verdes e trabalho decente para todos.

Mais informações em http://www.oit.org.br/node/844

Acesse a íntegra do estudo clicando aqui.

Acesse o resumo do estudo clicando aqui.
 
Fonte: Nações Unidas no Brasil

Lars Grael é eleito por unanimidade o novo comodoro da ABVO

O velejador Lars Grael foi eleito comodoro da Associação Brasileira de Vela de Oceano (ABVO) por decisão unânime dos presentes na Assembleia Geral da entidade, reunida no ICRJ no dia 30 de maio de 2012.

A diretoria eleita ficou assim constituída:

Comodoro: Lars Schmidt Grael - RYC/ICRJ

1 Vice-Comodoro: Adalberto Casaes - ICRJ
2 Vice-Comodoro: Torben Schmidt Grael - Veleiro Magia 5 - RYC/CNC
Diretor Secretário: Eduardo Penido - ICRJ
Diretor Tesoureiro: Christina Frediani
Diretor Técnico: Horácio Carabelli - ICSC
Diretor de Eventos: Luis Gustavo Crescenzo - ICS
Chefe da Comissão de Medição ORC: Abraham Lincoln Rosemberg.
Diretor Regional SUL: Francisco Freitas
Diretor Regional NE/N: Ivan Smarcevski (à confirmar)
Diretor Regional CO: Renato (Tinha) Moura (à confirmar)

CONSELHO FISCAL
Titulares:
Paulo Freire
Maurício Santa Cruz
Renato Cruz

Suplentes:
Luis Armando Justo
Nelson Horn Ilha
João Marcos de Almeida

Saiba mais sobre as propostas de Lars Grael e sua equipe para a retomada do crescimento da vela oceânica no Brasil clicando em http://www.axelgrael.blogspot.com.br/2012/05/lars-grael-e-candidato-presidencia-da.html

Velejadores reunidos na AGO da ABVO. Foto de Fred Hoffmann.

Descontração... Foto de Fred Hoffmann.

Unidos pelo futuro da vela oceânica brasileira. Foto de Fred Hoffmann.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Agradeço a homenagem e, com orgulho, convido os amigos

Convite produzido pelos gabinete do vereador Edison da Creatinina, a quem sou grato pela homenagem.

Amigos,

Na próxima terça feira, 5 de junho - Dia Mundial do Meio Ambiente, às 18 horas, receberei a Medalha Pedro Ernesto na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A iniciativa da homenagem é do vereador Edison da Creatinina, do Partido Verde, a quem eu agradeço muito e incluo na gratidão todos os membros da sua equipe.

Homenagens assim nos envaidecem, nos orgulham, nos fazem lembrar o quanto lutamos ao longo da própria trajetória e o quanto devemos a todas as pessoas que estiveram juntas e permitiram cada conquista.

A homenagem, acima de tudo, reforça a convicção que temos a responsabilidade de seguir perseverando.

Nos vemos lá.

Axel Grael

Novo diesel com baixo teor de enxofre tem baixa procura



Por: Redação TN / Alana Gandra, Agência Brasil

A demanda pelo diesel S50, com baixo teor de enxofre, é fraca nos cinco primeiros meses de venda do produto, admitiu hoje (29) o presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), Paulo Miranda Soares. O custo do combustível é um dos fatores. O novo diesel é R$ 0,12 mais caro do que o diesel comum (S1800). Além disso, os caminhões novos fabricados pelas montadoras e equipados com motor Euro 7, específico para o óleo S50, têm custo entre 12% e 15% mais alto do que os caminhões com motores antigos, que foram estocados nas concessionárias e são abastecidos com qualquer diesel.

“Nós estamos preparados, mas não tem ainda caminhão para a gente abastecer”, disse Soares. Segundo ele, “são pouquíssimas unidades que tem hoje circulando no Brasil”. Ele disse também que para o caminhoneiro que roda pelo país, R$ 0,12 faz diferença.

De acordo com a Fecombustíveis, o problema é mais grave nas regiões metropolitanas de Fortaleza, Recife e Belém, que só podem vender S50 e perdem em termos de competitividade para as regiões vizinhas.

A Fecombustíveis sugeriu a Petrobras e ao Ministério de Minas e Energia aumentar R$ 0,01 por litro no preço do óleo diesel mais comum para subsidiar o óleo novo S50. “Se ela [Petrobras] aumentar R$ 0,01 lá, compensa os R$ 0,12 mais caros aqui. O preço poderia ficar muito semelhante. Seria um subsídio cruzado”. Soares informou que não há, até o momento, nenhuma resposta do governo ao pleito.

O diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Allan Kardec Duailibe Barros Filho, considerou o impasse natural. “Nós já prevíamos que ia ter alguns meses, ou talvez, até um ano, de consolidação. Era mais ou menos esperado que haja esse debate”. Ele disse que o problema não ocorre somente no Brasil, na Europa também houve problemas.

O balanço da distribuição do novo diesel S50, no entanto, é positiva disse Soares, em evento na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, no Rio de Janeiro. O novo produto está sendo oferecido em 3 mil postos credenciados em todo o país. “O produto está em todas as regiões brasileiras. Por isso, eu acho que, em matéria de logística, foi cumprida a determinação da ANP”.
 
Fonte: TN Sustentável
 
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MINHA OPINIÃO
 
A oferta do S50 foi uma obrigação imposta à Petrobras pelo CONAMA, pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Ministério Público, que obteve decisão judicial para que a empresa cumprisse a mdida. Apesar de perder os prazos estabelecidos, a Petrobras acabou cumprindo a decisão, embora com contrariedade.

O artigo apresenta uma proposta para o subsídio do combustível mais limpo. É uma boa ideia, mas é fundamental que se invista mais em informação sobre a importância do uso do novo combustível.
 
As emissões dos motores Diesel, abastecidos com o combustível tradicional, são as principais fontes de gases de enxofre que comprometem a qualidade do ar nos grandes centros metropolitanos. A adoção do combustível S50 teria um efeito decisivo na redução da concentração destes poluentes, que têm efeitos nocivos à saúde humana e ao meio ambiente.

É importante saber que o Diesel S50 possui 50 ppm (partes por milhão) de enxofre, enquanto o combustível S1800 possui 1.800 ppm. Uma diferença enorme.

Sem preços mais atraentes e sem esclarecimento, a oferta do S50 nas bombas de alguns postos de serviços do país não passará de mero formalismo, útil apenas como alegoria para "esverdear" a propaganda da estatal.

Axel Grael

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Saiba mais em:
No programa Roda Viva, Grael questiona o presidente da Petrobrás sobre o S50.
Diesel já soma 53% das emissões de CO2 no Brasil.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Serei palestrante em evento sobre Sustentabilidade na Escola Parque-Barra

Escola Parque promove lançamento da EP+20 para responsáveis, alunos e funcionários

Nos dias 29 e 31 de maio, às 19h30, a EP+20 será lançada oficialmente, nas Unidades Barra e Gávea, respectivamente. O evento é dirigido a pais, alunos e funcionários de todos os segmentos e será aberto pela diretora Patrícia Lins e Silva, que falará sobre a história da sustentabilidade na Escola Parque.

Na Gávea, o evento contará com a palestra “Como o Brasil pode contribuir para uma economia sustentável no século XXI?”, do jornalista César Benjamin, editor e autor do livro “Diálogo sobre Ecologia, Ciência e Política”. Na Barra, o engenheiro florestal e consultor ambiental Axel Schmidt Grael, falará sobre “RIO +20 e o caminho da sustentabilidade”.

A apresentação da EP+20 será realizada pelos alunos do Grupo Ambiental da Escola Parque (GAEP), que vão mostrar as etapas e objetivos do projeto, que está envolvendo os alunos, professores e funcionários da Escola Parque.

Paralelamente, haverá uma exposição do Projeto Pantanal, expedição ocorrida em 2011, que levou alunos do Ensino Médio e do 9º ano do Fundamental 2 para conhecer a biodiversidade da região.

Para mais informações sobre o evento da Unidade Barra, acesse.
 
Fonte: Escola Parque

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Diário Oficial publica vetos e MP's referentes ao novo Código Florestal Brasileiro


Mata Atlântica.

O Diário Oficial da União publica hoje (28) os vetos da presidenta Dilma Rousseff à lei que dispõe sobre o novo Código Florestal Brasileiro. Está publicada também a medida provisória que complementa o projeto. A MP vale por 60 dias, podendo ser prorrogada por mais 60 dias.

O anúncio das novas regras foi feito na sexta-feira (25), pelo advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e pelos os ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, da Agricultura, Mendes Ribeiro, e do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas.

A lei contém 84 artigos – foram vetados 12 artigos e introduzidas 32 modificações.

Por: Christina Machado
Fonte: Agência Brasil – EBC
Edição: Talita Cavalcante

Lars Grael é candidato à presidência da ABVO

Lars Grael

Lars Grael ganha apoio para comandar a ABVO

Eleição que definirá a nova gestão da Associação Brasileira de Vela Oceânica será na próxima quinta-feira (31)

São Paulo (SP) - O medalhista olímpico Lars Grael concorre nesta quinta-feira (31) ao cargo de presidente da ABVO (Associação Brasileira de Vela Oceânica). A chapa conta com nomes importantes do esporte brasileiro, como Torben Grael, Eduardo Penido, Horácio Carabelli e Nelson Ilha. Sócio da ABVO e um dos principais organizadores de eventos da modalidade no País, José Manuel Nolasco manifestou publicamente seu apoio às propostas do grupo nesta semana. "Não posso deixar de me solidarizar e apoiar plenamente todas as intenções da plataforma de Lars Grael para a ABVO, com as quais plenamente concordamos e apoiamos. Será a modernização e valorização da vela oceânica".

Entre as propostas apresentadas a Nolasco e ao grupo que organiza os maiores eventos de vela oceânica do País estão transformar a ABVO numa entidade proativa e prestadora de serviços. Outra intenção do grupo de Lars é limitar o mandato em apenas uma gestão. A plataforma de campanha visa também quitar a dívida geral com a ORC, que hoje está em 5.400 euros, e valorizar a categoria, umas das mais ativas de vela oceânica do Brasil. "Sempre assumimos a defesa e o incentivo da regra da classe ORC (a ABVO é a coordenadora master no Brasil). Muitas vezes até assumimos posições firmes. A atitude teve auxilio até do Yacht Club Argentino, com quem reativamos o Campeonato Sul-Americano de Oceano".

Nolasco é diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela, que organiza a Rolex Ilhabela Sailing Week e o circuito Copa Suzuki Jimny.

Saiba quais são as propostas:

1) Alteração Estatutária:

* Adequação do Estatuto ao Código Civil.
* Revisão do estatuto para a realidade da NOVA ABVO
* Limitação do mandato dos dirigentes para uma única reeleição.

A alteração estatutária será proposta pelo velejador e renomado advogado Luis Armando Peixoto Garcia Justo (ex-Neptunus Express).

2) Administrativo e Financeiro:

* Quitação da Dívida com a ORC (cerca de EUR 5.400)
* Saneamento financeiro - verificar contratos ativos, pendências, dividas. Análise detalhada para proposta de plano de ação.
* Ver possibilidade de mudança da sede para sede da FEVERJ (custo zero). Objetivo: Reduzir custos e baixar anuidades.
* Anuidades mais baixas para que tenhamos mais filiados.

3) Plano de Comunicação:

* Reformulação, modernização e dinamização do site.
* Site mais atrativo - Agregar serviços: associação via site com pagamento on line - cartão de credito; inscrição on line para cursos e palestras oferecidos pela ABVO para associados; Banco de tripulantes e skippers; Convênios com seguros, marinas, clubes, produtos e serviços náuticos.
* Divulgação da NOVA ABVO.
* Divulgação do Calendário Nacional de Vela de Oceano.
* Resultados de regatas on line. Notícias: avisos de regata, instruções de regatas; fotos e imagens.
* Lista de ratings válidos GPH`s e TMF`s.
* Transparência das ações da ABVO.
* Calendário de reuniões, palestras e cursos técnicos.
* Estruturada ABVO comrespectivos contatos
* Atas de reuniões e acompanhamento do plano de ação

4) ABVO de TODA Vela de Oceano Nacional.

* Tentativa de atração e parceria da BRA/RGS.
* Criação da taxa de anuidade de barcos de cruzeiro/regata. Valor bem baixo.
* Criação das Diretorias Regionais e participação ativa dos capitães de flotilha.
* Inclusão da Associação Brasileira de Veleiros Clássicos - ABVClass na ABVO. Diretor: Eduardo Hamond Regua/SC (veleiro Cairu II).
* Criação da Diretoria de Vela de Multicascos - Adaptar regra de rating para os Multicascos. Aceitamos sugestão de nome.
* Parceria com a Associação Brasileira de Veleiros de Cruzeiro - ABVC. (ações de comum interesse).
* Parceria com a ACOBAR, estaleiros e importadores. Todos barcos de oceano com numeral ABVO.
* Diálogo e tentativa de inserção de flotilhas regionais separadas da ABVO como Associação da Fórmula Brasília - AFB (regra SMP2 - reconhecida pela ABVO); Associação Brasiliense de Veleiros de Oceano - AVOB (regra RGS/DF) e FARVO (regra APS).
* Aproximação e parcerias com as associações nacionais das classes: Soto 40`; C 30`; HPE 25`; J 24`; Ranger 22`e flotilhas como Velamar 22`; Veleiros 23`; Delta 21; Angra 21`; Microtonner 19`e outros.

5) Organização dos NUMERAIS:

* Tentativa de recuperação do arquivo de numerais da ABVO. (busca do livro perdido, registros, pesquisa na Yachting Brasileiro e entrevistas).
* Moralização de numerais. Recadastrar e organizar outras entidades regionais que emitiram numerais em dissonância com a ABVO.

6) ABVO - PRESTADORA DE SERVIÇOS:

* Medição e emissão de certificados.
* Capacitação de novos medidores.
* Apuração de resultados de regatas.
* Parceria com Seguradora - Desconto para afiliados da ABVO.
* Parceria com Velerias - Desconto
* Parceria com Lojas - Desconto nas compras
* Parceria com Marinas - Desconto em vagas e serviços.
* Parceria com Fabricantes de Mastros - Desconto em mastros e serviços.
* Parceria com Revistas - Descontos em assinaturas
* Parceria com Capotarias - Descontos em capas e serviços.
* Parceria com Tintas Náuticas
* Contrapartida no site da ABVO e banners em eventos oficiais da ABVO.
* Apoio no registro de rádio na ANATEL.
* Suporte técnico na organização de eventos.
* Suporte na divulgação de eventos

Fonte: ZDL

Flávio Perez - Mtb.: 45562

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domingo, 27 de maio de 2012

Parque Darcy Ribeiro: símbolo da inércia da Prefeitura de Niterói

Limites do Parque Municipal Darcy Ribeiro (vermelho) e do Parque Estadual da Serra da Tiririca (verde).

Floresta no Morro da Viração, na vertente do Cafubá.
O grande brasileiro Darcy Ribeiro, que tanto amou o Brasil, merecia mais respeito da Prefeitura de Niterói.

Matéria do O Globo Niterói de hoje anuncia que o governo estadual do Rio de Janeiro concorda em fazer a incorporação do Parque Municipal Darcy Ribeiro ao Parque Estadual da Serra da Tiririca. A medida daria uma solução, finalmente, para a maior unidade de conservação da cidade de Niterói, criada quase totalmente sobre terras públicas, mas que encontra-se abandonada desde a sua criação.

O que se verifica com o Parque Darcy Ribeiro é a história de muitas unidades de conservação no Brasil: são criadas em atos solenes pela administração pública, normalmente em datas festivas como o Dia da Árvore ou o Dia Mundial do Meio Ambiente, mas a ação pública acaba por ai. As leis ou decretos não são regulamentadas, o parque não recebe dotação orçamentária e sequer conta com um funcionários para geri-lo. São os chamados "parques de papel".

O Parque Darcy Ribeiro foi criado pela confusa e mal redigida Lei Municipal (Niterói) 1566, de 20 de março de 1997 e depois mais nada de prático foi feito. Não se pode atribuir culpa a um determinado governo, mas a todos, desde a promulgação da Lei.

Enquanto as gestões municipais se omitiam (apesar do esforço de alguns poucos e abnegados técnicos), ambientalistas e a sociedade civil se mobilizava e procurava tirar a administração pública do imobilismo. Dentre as iniciativas comunitárias, destaca-se a criação da AMADARCY - Associação dos Amigos do Parque Natural e ARIE Darcy Ribeiro. Em 2003, o Ministério Público Estadual também passou a atuar de forma a exigir da Prefeitura a implantação do Parque.

Na gestão do prefeito Godofredo Pinto (PT), foi criado um Grupo de Trabalho que trabalhou entre 2005 e 2006. O grupo do qual eu fiz parte como convidado, era composto por técnicos das secretarias de Meio Ambiente, Urbanismo e da Procuradoria da prefeitura, ambientalistas e lideranças comunitárias. O GT procurou sanar conflitos redesenhando os seus limites (excluindo áreas com conflitos fundiários e anexando áreas públicas que estavam fora dos limites originais) e propôs a criação de uma ARIE - Área de Relevante Interesse Ecológico no entorno do Parque, para que servisse como área de transição entre as áreas urbanas e a protegida. Com base nestas ideias, produziu-se uma proposta de projeto de lei para regulamentação da unidade de conservação e para viabilizar a sua efetiva implantação.

Ao final do trabalho, ouvi de um membro da equipe da secretaria de Meio Ambiente que a proposta não tinha chance de ter prosseguimento na Prefeitura e que o melhor a se fazer seria encaminhar a proposta ao Ministério Público para que este buscasse meios de obrigar o encaminhamento. Triste e vergonhoso!

Na atual gestão, em certa ocasião tive um encontro com o prefeito para outro motivo e aproveitei para perguntar-lhe sobre a implantação do Parque. Ouvi que a criação do Parque havia sido uma iniciativa sua e que a implantação tinha o seu apoio e aconteceria em sua gestão. O que se verificou foi que o único ato da atual gestão foi um decreto (10.772/2010) de desapropriação de uma área dentro dos limites do Parque para a implantação de um projeto habitacional do programa "Minha Casa Minha Vida".

Com a incapacidade da administração municipal em implantar um parque, criado por lei de sua própria iniciativa - como me disse o prefeito, surge agora a esperança de fazê-lo através da iniciativa estadual. Mas, o secretário estadual Carlos Minc alerta (veja matéria abaixo) que só poderá tomar a iniciatica caso a prefeitura concorde.

Na matéria abaixo, o secretário da pasta ambiental de Niterói afirma que só o prefeito pode tomar a decisão "por motivos políticos e econômicos" (?). Espero que a resposta enigmática do secretário não se refira à incapacidade da administração municipal contrariar os interesses imobiliários, tão poderosos na cidade, e que sempre foram a grande oposição ao Parque.

A matéria acrescenta também a iniciativa do Grupo de Ação Popular (GAP) que propõe a criação de uma nova unidade de conservação no Morro da Viração. Sou favorável à proposta, que daria a Niterói um invejável instrumento de controle da expansão urbana descontrolada, de proteção aos seus ecossistemas e à sua notável paisagem.

Com estes parques implantados, cumprindo os seus objetivos ecológicos e abertos ao usufruto da população (com trilhas e outros equipamentos para o excursionismo, o ecoturismo e à educação), a tão propalada "alta qualidade de vida" de Niterói poderá ir além do marketing político e ser uma legítima marca da cidade.

Axel Grael

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Governo aprova fusão de 85% da Reserva Darcy Ribeiro à Tiririca

Concretização do projeto depende agora do interesse da prefeitura de Niterói

O governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, aprovou a incorporação de 85% da Reserva Darcy Ribeiro ao Parque Estadual da Serra da Tiririca. A informação foi divulgada pelo secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc. Segundo ele, para a fusão se concretizar, a única pendência, agora, é o aval da prefeitura de Niterói.

— Por parte do estado, está ok, mas não tem como fazer acordo sem o prefeito. Estamos em contato direto com a equipe do Fernando Guida (secretário municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos), e a negociação está avançando — afirma Minc.

Fernando Guida, no entanto, é reticente quanto ao andamento do acordo.

— Houve uma apresentação formal do projeto e, da minha parte, a apreciação foi positiva. O projeto técnico da fusão é realmente muito bom. Mas existem muito mais coisas envolvidas nisso que não estão na minha alçada. É uma decisão também política, econômica, que cabe somente ao prefeito — acrescenta.

Se o projeto avançar, a Reserva Darcy Ribeiro passará a ser uma unidade estadual de preservação ambiental. A reivindicação de ambientalistas de Niterói, já antiga, custará R$ 12 milhões.

Pegando carona no projeto e embalado pelo clima da Rio+20, o Grupo de Ação Popular (GAP) reforçou a luta pela preservação do Morro da Viração. Na semana passada, foi criado um abaixo-assinado na internet pedindo também a incorporação do morro à Serra da Tiririca. A proposta tem o apoio do engenheiro florestal e ambientalista Axel Grael.

— O Morro da Viração é uma importante área verde, de grande relevância paisagística. A área já se mostrou imprópria para a ocupação urbana. Então, sua vocação é mesmo para a preservação. Com a incorporação à Serra da Tiririca e à Darcy Ribeiro, formaríamos um arco verde no entorno da Lagoa de Itaipu, fortalecendo o ecossistema — defende Grael.

O secretário Carlos Minc, no entanto, diz que o morro não tem potencial para um parque estadual:

— O Morro da Viração é uma área muito pequena. Mas afirmamos que o estado apoia a criação de um parque municipal e que garantimos à prefeitura de Niterói fundos para sua implantação.

A prefeitura diz que está estudando os assuntos.

Fonte: O Globo Niterói

Portal Memória Olímpica dá destaque ao Projeto Grael


São Joaquim (MV25), um dos barcos utilizados para as aulas de vela no Projeto Grael. Foto acervo do Projeto Grael.

PROJETO GRAEL: ESPORTE E MEIO AMBIENTE DE MÃOS DADAS
Por Patrícia Osandón

Quando, na adolescência, Axel Grael, irmão dos medalhistas olímpicos Lars e Torben Grael, deparou-se com a poluição na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, não encontrou quem pudesse solucionar o problema. Hoje, personalidade de destaque do esporte, engenheiro florestal e ambientalista, Axel preside o Projeto Grael, do Instituto Rumo Náutico, que tem, entre vários objetivos, a finalidade de ensinar crianças e adolescentes sobre a importância de cuidar e preservar o meio ambiente.

“Em Niterói, que é nossa cidade natal e onde eu moro, nós vimos, por exemplo, surgirem as fábricas de sardinha, de conserva de pescada, que causavam uma poluição horrível. Íamos velejar e voltávamos com o barco cheio de óleo e tínhamos que ficar bastante tempo limpando, para não estragar o barco”, conta Axel.

O projeto é baseado em um tripé formado pelos esportes náuticos, programa profissionalizante e programa ambiental. Em 13 anos, mais de 12 mil alunos de escolas públicas, entre crianças, adolescentes e jovens, já passaram por suas atividades. Por semestre, uma média de 350 alunos são beneficiados com ações profissionalizantes, cursos e contato com o meio ambiente. Somente no semestre passado, cerca de 25 jovens conquistaram seu primeiro emprego de carteira assinada.

Com idades que vão dos 9 aos 24 anos, esses alunos recebem um cuidado que vai além do preparo vocacional e do que Axel chama de abrir “janelinhas de interesse”. Segundo ele, “o que a gente percebe desses jovens é que existe uma carência de oportunidades para eles. Eles têm a oportunidade, mas não conseguem enxergar nessa oportunidade um futuro melhor”.

Anos depois de acompanhar a difícil situação da Baía de Guanabara, Axel decidiu arregaçar as mangas e partir para a ação. A ideia surgiu de um grupo de velejadores liderados pelos medalhistas olímpicos Torben e Lars Grael e Marcelo Ferreira. Sediado em Niterói (RJ) e com uma unidade em Três Marias (MG), o projeto se prepara para implantar outras duas unidades, na Bahia e em Goiás.

“Temos uma demanda para levar nossa experiência e tecnologia social para outros lugares. Ao longo desses anos em que atuamos, criamos uma lógica de uso educativo dos barcos para a nossa realidade. A relação que as pessoas têm com a água em outra região, por exemplo, é completamente diferente”, avalia.
 
Minha entrevista ao Portal Memória Olímpica

Memória Olímpica: Como surgiu a ideia dos programas ambientais dentro do Projeto Grael? Qual a relação da sua história de vida com a criação dos programas?

Axel Grael: Comecei a me envolver com a temática ambiental por uma questão objetiva e bastante pessoal. Velejo na Baía de Guanabara desde os seis anos. Quando era adolescente, vi a Baía de Guanabara passar por um processo bem sério de poluição. Em Niterói, que é nossa cidade natal e onde eu moro, nós vimos, por exemplo, surgirem as fábricas de sardinha, de conserva de pescada, que causavam uma poluição horrível. Íamos velejar e voltávamos com o barco cheio de óleo e tínhamos que ficar bastante tempo limpando, para não estragar o barco. A nossa primeira reação foi: “com quem a gente tem que reclamar para resolver isso?”. Na época, vimos que não havia alguém a quem pudéssemos delegar a solução do problema. Vimos que, ou a gente arregaçava as mangas e tentava mudar essa realidade, ou íamos ter que conviver com a Baía de Guanabara poluída. Esse foi meu envolvimento inicial e isso influenciou a minha profissão e pauta a minha vida até hoje. Quem veleja desenvolve uma sensibilidade para o meio ambiente naturalmente. É fácil, é quase que óbvia a vinculação de uma coisa com a outra porque quem aprende a velejar aprende a olhar para o mar, a identificar rajadas, correntes e nuvens. Essas coisas nada mais são do que interpretar a natureza. Quem desenvolve essa capacidade de interpretação da natureza, naturalmente vai ser uma pessoa muito motivada para as questões ambientais.

MO: Quais as principais finalidades dos programas ambientais dentro do Projeto Grael?

AG: O Projeto Grael está organizado em três pilares principais. Um desses pilares é a prática esportiva; o segundo é a profissionalização e a inclusão social por meio das oportunidades que a vela oferece; e a terceira, que é meio ambiente, o que a gente chama de educação completar. Todos esses desdobramentos educativos são permitidos pela vela e pelos esportes náuticos. O Projeto Grael foi uma iniciativa pioneira, quando nós criamos um programa educativo e social em torno da náutica, fomos até bastante criticados. Diziam que estávamos criando expectativas para meninos da favela em uma atividade elitista. Ouvimos isso tantas vezes... e, hoje, os resultados que temos, mostram que valeu a pena sim, que isso faz sentido sim. Os barcos são instrumentos de educação. Temos a possibilidade de desdobrar o interesse que os garotos têm pelos barcos em interesse pelo meio ambiente. A gente sempre diz que não se pode passar uma tarde na Baía e sequer ter percebido se a água estava limpa ou suja, se tinha lixo boiando. Essa visão critica é que procuramos estimular nos meninos. Não basta apenas você perceber que está ruim se você não faz aquilo que está ao seu alcance para reverter isso. Uma coisa vai levando sempre a outra.

MO: Quais resultados já foram alcançados com as ações ambientais do projeto?

AG: Um dos nossos projetos é uma ação junto a pesquisadores da Baía de Guanabara. A gente ajuda, por exemplo, a entender e a fazer a modelagem matemática das correntes da Baía de Guanabara. Lançamos boias flutuantes que com equipamentos que mandam informações online para pesquisadores da UFRJ [os dados desse trabalho estão no site http://www.projetobaiadeguanabara.com.br/]. Tudo é feito com o trabalho desenvolvido pelos nossos alunos orientados pelos pesquisadores. Temos também ex-alunos do Projeto Grael que operam uma embarcação que tira o lixo flutuante da Baía. Temos outros projetos também. Existe um programa que estamos oferecendo agora para os participantes do Projeto Grael, que se chama “Conhecendo a Baía de Guanabara”, no qual colhemos amostras de água e o pessoal percebe uma série de características, aprendendo a entender um pouco mais o ecossistema da Baía de Guanabara. Estamos nos preparando para implantar um projeto que se chama “Ciência a Bordo”, em parceria com a Rede Pública de Ensino. A ideia é que estudantes tenham algumas experiências no mar com o projeto. Por exemplo, é possível realizar uma aula de física dentro da água e questionar o que faz um barco velejar contra o vento. Para explicar isso, é necessário falar de vetores, de aerodinâmica, de propagação de ondas, de forma lúdica e na prática. Nosso objetivo não é substituir a escola, é motivar para a escola. A ideia é colaborar o processo educativo, tornando o conhecimento mais atraente para o aluno.

MO: Quais os benefícios para as crianças e adolescentes atingidos pelos programas ambientais do projeto?

AG: O nosso objetivo é abrir “janelinhas de interesse” na cabeça das crianças e adolescentes atingidos pelo projeto. Trabalhamos com jovens de Rede Pública de Ensino e de comunidades de baixa renda. Percebemos que falta a eles, muitas vezes, a vontade de sonhar mais longe, de acreditar que eles podem alcançar as coisas. Expô-los a essas informações e experiências estimula muito. A grande marca do nosso projeto são os resultados e as medalhas olímpicas dos meus irmãos. Porém, tomamos o cuidado para que a referência de “campeão” não seja a única referência de sucesso. Procuramos mostrar para eles que existem outras referências de sucesso, como, por exemplo, fazer uma universidade e conquistar um diploma... ou fazer os cursos profissionalizantes que o projeto oferece e que trazem perspectivas profissionais muito boas para eles, oferecendo uma vida melhor, podendo oferecer mais para a família deles.
 
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Acesse a matéria publicada pelo Portal Memória Olímpica

sábado, 26 de maio de 2012

53% das empresas que registram agrotóxicos no Brasil não possuem fábrica no país.



Senado discute mercado de agrotóxicos

9 de maio de 2012

A regulação do mercado de agrotóxicos foi tema de audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal, na manhã desta quarta – feira (9/5), em Brasília (DF). Na ocasião, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentou dados sobre o crescimento do mercado nacional de agrotóxicos e exibiu um panorama a respeito dos produtos registrados que não chegam as mãos do agricultores brasileiros.

O diretor da Agência Agenor Álvares apontou alguns índices que considerou como emblemáticos para a discussão da regulação do mercado de agrotóxicos no Brasil. “Sempre que fazemos este debate, alguns setores argumentam a demora na obtenção de novos registros como maior empecilho para desenvolvimento do setor, entretanto, temos dados que constatam que 50% dos agrotóxicos registrados não são comercializados”, afirmou Álvares.

Além disso, o diretor da Anvisa apontou que 24% das empresas de agrotóxicos instaladas no Brasil não produziram nenhum agrotóxico na última safra. Outro dado que chamou atenção do diretor foi o de que 53% dessas empresas não possuem fábricas instaladas em nosso país.

Nesse sentido, a senadora Ana Amélia (PP/RR) relembrou projeto de lei aprovado pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal que pretende alterar esse cenário. “Esta Comissão aprovou projeto de lei para que a validade do registro seja de dois anos, caso não entre no mercado”, defendeu a senadora.

Já o professor da Universidade Federal do Paraná, Victor Pelaez, defendeu uma correlação entre as políticas relacionadas a agrotóxicos e o setor saúde. “Pensar em políticas regulatórias é ir muito além da questão do registro. Política econômica, de saúde e agronômica devem ser integradas”, disse Pelaez.

Regulação

Outro ponto debatido durante a audiência pública foi a importância do papel da Anvisa na preservação da saúde no que diz respeito ao uso de agrotóxicos. Para a professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Anamaria Tambellini, “o uso de agrotóxicos levam a aumentar a produção, mas também podem causar muitos problemas e a função da vigilância sanitária é a de não registrar produtos que podem fazer mal para a saúde”.

De acordo com Álvares, a Anvisa tem obrigação de debater as ações sobre os impactos que os agrotóxicos podem ter na saúde humana. “Não podemos permitir que agrotóxicos que tem uma ação agressiva na saúde das pessoas entrem na agricultura brasileira”, ponderou o diretor da Agência.

A audiência foi presidida pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO) e faz parte da programação da 1ª Semana de Vigilância Sanitária no Congresso Nacional.

Fonte: ANVISA
 
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Leia também: Um em cada 5 litros de agrotóxicos produzidos no mundo são comercializados no Brasil