terça-feira, 7 de outubro de 2014
Ibama cria sistema de comunicação de acidentes ambientais em tempo real
Brasília (07/10/2014) - O Ibama lançou um novo Sistema de Comunicação de Acidentes, pelo qual os empreendedores têm de informar emergências ambientais imediatamente após o ocorrido. A Instrução Normativa instituindo o Sistema Nacional de Emergências Ambientais – Siema foi publicada nesta terça-feira (07) no Diário Oficial da União. A nova ferramenta vai permitir a qualquer cidadão, empresa ou governo fazer comunicados sobre acidentes ambientais e acompanhar as medidas tomadas, além de consultar mapas interativos, dados estatísticos em todo o País.
Fernanda Pirillo, coordenadora geral de emergências ambientais, explica que o Siema vem modernizar a forma de comunicação utilizada até o momento. O Siema gerará relatórios e dados estatísticos sobre os acidentes, agilizando a análise das informações e direcionando as ações de controle ambiental.
A Lei 9.966, de 28 de abril de 2000, obriga no artigo 22 que qualquer incidente ocorrido em portos organizados, instalações portuárias, dutos, navios, plataformas e suas instalações de apoio, que possa provocar poluição das águas sob jurisdição nacional, deverá ser imediatamente comunicado ao órgão ambiental competente, à Capitania dos Portos e ao órgão regulador da indústria do petróleo, independentemente das medidas tomadas para seu controle. O registro dos acidentes passam por uma análise do Ibama para as providências necessárias e acompanhamento das medidas de contingenciamento.Os comunicados que não se configurarem em acidente ambiental serão arquivados.
Os casos de comunicação obrigatórias são o derramamento de óleo e demais casos exigidos no licenciamento ambiental federal. Os dois casos exigem tipos de registro diferentes. O preenchimento dos formulários de comunicação não são obrigatórios para Estados e município, caso de empreendimentos ou atividade envolvida tenha sido licenciada por eles. Os órgãos estaduais e municipais que se interessarem por esse Sistema, poderão também fazer uso do Siema por meio de acordo de cooperação firmado previamente com o Ibama, conforme parágrafo único do art. 6° da IN.
O Sistema vai estar disponível no site do Ibama nesta quarta-feira (8), porém a Instrução Normativa n.° 15/2014 dá o prazo máximo de 90 dias para que os empreendimentos ou atividades licenciadas ou autorizadas pelo Ibama se adequem a norma.
Ascom/MMA/Ibama
Foto: Dipro/Ibama
Fonte: IBAMA
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Mais iluminação para incentivar a prática de esportes na Praia de Icaraí
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| Estrutura conta com seis projetores em cada poste, com lâmpadas de multivapor. Foto: Divulgação/Bruno Eduardo Alves |
A obra teve início na semana passada e tem previsão de término ainda esta semana e conta com seis projetores em cada poste, com lâmpadas de multivapor.
Buscando incentivar a prática de esporte na cidade, a Prefeitura de Niterói iniciou a instalação de nova iluminação no calçadão da Praia de Icaraí, entre as ruas Pereira da Silva e Presidente Backer. Com esta inciativa, o trecho receberá um conjunto de 18 projetores que iluminarão a areia com uma potência total de 27 mil watts.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Conservação e Serviços Públicos e a Secretaria de Esporte e Lazer. A estrutura conta com seis projetores em cada poste, com lâmpadas de multivapor metálico de 1,5 mil watts cada.
“Essa era uma reivindicação dos frequentadores da praia. Nosso objetivo é incentivar a prática de esportes no local também à noite, com uma iluminação específica, voltada para a areia”, explica a secretária de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa.
A obra teve início na semana passada e tem previsão de término ainda esta semana. De acordo com Dayse, as duas secretarias estudam a possibilidade de levar a iluminação também para a orla de São Francisco.
Fonte: O Fluminense
Evento no Campo de São Bento encerra Semana do Idoso na cidade
05/10/2014 - Neste sábado, 4 de outubro, a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos encerrou a Semana do Idoso com uma grande festa no Campo de São Bento com a presença de mais de 500 idosos, incluindo alunos do Projeto Gugu. O evento contou com várias atividades voltadas para a pessoa idosa, como apresentações de dança de salão, dança do ventre, Hip Hop e ginástica, além de levar informações sobre os direitos dos idosos.
Durante toda Semana do Idoso foram realizadas mais 50 atividades, entre palestras e oficinas nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), no Centro de Convivência Helena Tibau e no Centro de Oportunidade e Cidadania, atingindo mais de 2000 idosos em toda cidade.
De acordo com o secretário Bira Marques, levando em conta que Niterói é a cidade com mais idosos em todo Estado do Rio de Janeiro, a Semana do Idoso é um evento muito importante para a cidade. Através dos eventos ocorridos durante toda semana, os idosos receberam informações sobre seus direitos, alimentação saudável, além de participarem de oficinas com atividades físicas.
Segundo a idosa, Célia Bonifácio, a Semana do Idoso foi um evento de grande utilidade, não só por levar informações, como também por trazer oficinas com atividades físicas para os idosos da cidade de Niterói.
A Semana do Idoso se encerra alcançando seu objetivo de levar a população idosa informações sobre seus direitos, saúde física e mental, assegurando o direito dessa população à cidadania, convivência familiar e comunitária.
Fonte: Prefeitura de Niterói
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Aproximadamente 98% dos incêndios ocorrem por conta das ações do homem
ICMBio desenvolve ações de prevenção e combate a incêndios
Ana Gouveia
ana.gouveia@icmbio.gov.br
Brasília (02/10/2014) — O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) desenvolve ações de prevenção e combate a incêndios nas Unidades de Conservação (UCs) que administra. Uma das medidas adotadas pelo Instituto é avaliar a quantidade de biomassa combustível em determinada região, elaborar mapas de risco com a localização das áreas mais críticas e realizar ações de prevenção, como a confecção de aceiros.
Para prevenir e combater os incêndios, as UCs contam com apoio de 1.589 brigadistas, distribuídos em 91 das 313 Unidades de Conservação Federais do ICMBio. De acordo com o Coordenador de Emergências Ambientais (Coem/ICMBio), Christian Niel Berlinck, as equipes são capacitadas tanto na prevenção quanto no combate direto ao fogo. Ele explicou, também, que a maior parte dos incêndios pode ser evitada, uma vez que a ação do homem é a sua principal causa.
Leia também: ICMBio intensifica ações de combate a incêndios
"Aproximadamente 98% dos incêndios ocorrem por conta das ações do homem, seja por negligência ou por ações criminosas mesmo" explicou Berlinck. Para auxiliar no combate às chamas, as equipes também contam com apoio de helicópteros e aviões-tanques para o lançamento de água pelo ar.
As unidades mais propícias às ocorrências de incêndios estão localizadas na região do Bioma Cerrado, onde ocorrem cerca de 80% das queimadas de todo o território nacional.
Educação ambiental infantil
O ICMBio está desenvolvendo livros de alfabetização para auxiliar na educação ambiental de crianças de 6 a 8 anos. As obras contarão com explicações sobre o "fogo ruim", que é o de difícil controle e ocorre na época seca do ano, e o "fogo bom", que pode ser controlado e é geralmente utilizado para atividades agropecuárias, com queima de pastagens para a sua rebrota e de pequenas áreas para o plantio de roçados.
Nas séries mais avançadas, serão elaborados materiais didáticos e livros com atividades educacionais envolvendo educação ambiental que poderão ser utilizados dentro da sala de aula por professores e alunos.
Outra ação educacional em desenvolvimento pela Coem é a produção de vídeo-aulas para Brigadistas e Instrutores visando o aperfeiçoamento profissional.
Fonte: ICMBio
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Global Survey Says We're Eating Better, But Our Diet Is Still Unsustainable
More people are eating local and organic foods, but that's not nearly enough.
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| Jason Plotkin, owner of a small organic farm near Golden, Colorado, grapples with red, white, and golden beets he plans to sell at a farmers Market. Photograph by Cyrus McCrimmon, Denver Post/Getty |
More people are eating local and organic foods and plan to consume less meat and bottled water. However, most also believe they lack enough information and influence to become more environmentally sustainable consumers, a new National Geographic survey has found.
The latest Greendex survey by the National Geographic Society and the research consulting firm GlobeScan measured consumption habits and attitudes in 18 countries. Each was scored on the relative size of its environmental footprint. (Related: 8 Surprising, Depressing, and Hopeful Findings From Global Survey of Environmental Attitudes.)
This year's report, the fifth since 2008, focused on food. It found noticeable improvements in eating habits even as environmentally sustainable behavior when it came to housing, transportation, and consumer goods appeared stuck or had worsened.
Consumers in 11 countries, including South Korea, Hungary, Australia, and Canada, had higher food scores compared with their scores in the previous survey, in 2012. (Read "The Next Green Revolution" in National Geographic magazine.)
India, which has ranked first in food sustainability in every Greendex, came out far ahead again, thanks to its culturally dictated eating habits. Nearly one in four Indians is a vegetarian, and those who aren't tend to avoid beef, the most environmentally damaging meat. Indians have reduced the amount of imported food they eat and increased their consumption of locally produced, homegrown, and organic foods.
Sprawling Countries Eat the Most Locally
More than half of consumers surveyed frequently eat locally grown food. Russians are the biggest locavores—77 percent consume local food daily or several times a week—followed by Indians and Chinese.
Russians, along with Hungarians, Swedes and Germans, also are eating more organic food and natural foods, now more and more part of mainstream diets.
Better informed consumers are more likely to pay attention to food ingredients, believe meat is bad for the environment, and be willing to pay more for organic and local foods.
Despite the move toward more sustainable habits, just 34 percent of consumers think they know enough about the quality, origin, and safety of the meals on their plates, and 43 percent believe they have little influence over how their food is produced. Consumers in every country are more concerned about food safety than in 2012, with the Chinese worrying the most, after a recent series of tainted-food scares in their country.
"Consumers feel somewhat alienated from the food system," says Eric Whan of GlobeScan. "They don't feel particularly empowered to affect how food is produced."
Food as Culture
Majorities in every country except Sweden said that food is an essential part of their culture. Indian, Chinese, Spanish, and Mexican consumers were most attached to their national foods.
Some comfort foods, though, pose cultural barriers to more sustainable behavior.
Mexicans ranked last in the Greendex measure of food due to a diet heavy in beef and chicken. The Japanese, who eat more fish and seafood than anyone, ate the next least-green diet. Swedish and Spanish consumers saw the biggest drops in their food scores since 2012, thanks to bigger appetites for fish and seafood in both countries and for chicken in Spain.
Meanwhile America's junk food culture means its consumers eat the most processed and packaged foods and the fewest fruits and vegetables. And not surprisingly for island nations, the British and Japanese eat far more imported food than homegrown.
When told certain foods were less harmful to the environment, consumers in every country said they planned to eat more grains and beans and to buy more locally produced or natural food. They also vowed to cut down on meat, bottled water, and packaged foods.
Yet consumers in most English-speaking countries and in Sweden were less interested in how their food was produced than people elsewhere. Globally, more consumers reject than accept the idea that eating meat is bad for the environment. Those who plan to eat less meat in the future cite health or cost more than the environment as their prime motivator.
Nicole Darnall, a researcher at the School of Sustainability at Arizona State University, is not surprised by the slow-as-molasses rate of change, especially in the United States.
"We haven't seen broad, sweeping laws that would radically change how consumers interact with food," she said in an interview. "We subsidize traditional food production in a way we don't subsidize natural and organic foods."
Not Our Problem
British, German, Australian, American, and Canadian consumers showed little interest in changing their consumption habits to diminish their environmental footprints—even though theirs were among the biggest.
The most stubborn consumers lived in Japan, which last week announced it will resume whale hunting and where nearly half eat pork several times a week.
"Something's going on in Japan—talk about entrenched," says Susan Frazier, research manager at NGS. "There's not much there that's changing for the positive."
Despite the industrial world's relative resistance to change, the Greendex offers reason for hope. Consumers in five countries with a total of 1.8 billion people—Mexico, Brazil, Argentina, China, and India—all have a keen appetite and a great potential for change. Many consumers in those countries, when given information about how their habits affect the environment, indicated that they were open to altering their behavior in ways that would contribute to a more sustainable planet.
"The developing world is more nimble, less entrenched than we are," Darnall said. "It's easier for them to consider alternatives."
Sprawling Countries Eat the Most Locally
More than half of consumers surveyed frequently eat locally grown food. Russians are the biggest locavores—77 percent consume local food daily or several times a week—followed by Indians and Chinese.
Russians, along with Hungarians, Swedes and Germans, also are eating more organic food and natural foods, now more and more part of mainstream diets.
Better informed consumers are more likely to pay attention to food ingredients, believe meat is bad for the environment, and be willing to pay more for organic and local foods.
Despite the move toward more sustainable habits, just 34 percent of consumers think they know enough about the quality, origin, and safety of the meals on their plates, and 43 percent believe they have little influence over how their food is produced. Consumers in every country are more concerned about food safety than in 2012, with the Chinese worrying the most, after a recent series of tainted-food scares in their country.
"Consumers feel somewhat alienated from the food system," says Eric Whan of GlobeScan. "They don't feel particularly empowered to affect how food is produced."
Food as Culture
Majorities in every country except Sweden said that food is an essential part of their culture. Indian, Chinese, Spanish, and Mexican consumers were most attached to their national foods.
Some comfort foods, though, pose cultural barriers to more sustainable behavior.
Mexicans ranked last in the Greendex measure of food due to a diet heavy in beef and chicken. The Japanese, who eat more fish and seafood than anyone, ate the next least-green diet. Swedish and Spanish consumers saw the biggest drops in their food scores since 2012, thanks to bigger appetites for fish and seafood in both countries and for chicken in Spain.
Meanwhile America's junk food culture means its consumers eat the most processed and packaged foods and the fewest fruits and vegetables. And not surprisingly for island nations, the British and Japanese eat far more imported food than homegrown.
When told certain foods were less harmful to the environment, consumers in every country said they planned to eat more grains and beans and to buy more locally produced or natural food. They also vowed to cut down on meat, bottled water, and packaged foods.
Yet consumers in most English-speaking countries and in Sweden were less interested in how their food was produced than people elsewhere. Globally, more consumers reject than accept the idea that eating meat is bad for the environment. Those who plan to eat less meat in the future cite health or cost more than the environment as their prime motivator.
Nicole Darnall, a researcher at the School of Sustainability at Arizona State University, is not surprised by the slow-as-molasses rate of change, especially in the United States.
"We haven't seen broad, sweeping laws that would radically change how consumers interact with food," she said in an interview. "We subsidize traditional food production in a way we don't subsidize natural and organic foods."
Not Our Problem
British, German, Australian, American, and Canadian consumers showed little interest in changing their consumption habits to diminish their environmental footprints—even though theirs were among the biggest.
The most stubborn consumers lived in Japan, which last week announced it will resume whale hunting and where nearly half eat pork several times a week.
"Something's going on in Japan—talk about entrenched," says Susan Frazier, research manager at NGS. "There's not much there that's changing for the positive."
Despite the industrial world's relative resistance to change, the Greendex offers reason for hope. Consumers in five countries with a total of 1.8 billion people—Mexico, Brazil, Argentina, China, and India—all have a keen appetite and a great potential for change. Many consumers in those countries, when given information about how their habits affect the environment, indicated that they were open to altering their behavior in ways that would contribute to a more sustainable planet.
"The developing world is more nimble, less entrenched than we are," Darnall said. "It's easier for them to consider alternatives."
Fonte: National Geographic
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domingo, 5 de outubro de 2014
El 50% de la potencia eléctrica del planeta será solar en 2050
Según la AIE, las distintas formas de energía solar podrían proporcionar más de la mitad de la potencia eléctrica del mundo en 2050. Las tecnologías solares y eólicas ya suponen un tercio de todas las centrales de generación eléctrica construidas en el mundo en 2011, 2012 y 2013.
Esta vez no lo dice Greenpeace. Es nada menos que la Agencia Internacional de la Energía (AIE), el organismo formado por los 29 paises mas desarrollados en 1973 para responder a la crisis del petroleo, que acaba de publicar su último informe: "Energy Technology Perspective 2014".
Según la AIE, las distintas formas de energía solar podrían proporcionar más de la mitad de la potencia eléctrica del mundo en 2050. Las tecnologías solares y eólicas ya suponen un tercio de todas las centrales de generación eléctrica construidas en el mundo en 2011, 2012 y 2013.
La profunda investigación de la AIE se centra en las tecnologías de generación eléctrica y sus potenciales económicos futuros. Solamente los paneles fotovoltaicos podrán suministrar alrededor del 16% de la demanda eléctrica mundial, con una potencia instalada de 4600 GW, es decir, mil veces lo que hay ahora en España.
Greenpeace valora muy positivamente la conclusión de la AIE, un organismo tradicionalmente defensor de las tecnologías fósiles y nucleares, de que la energía solar será la forma dominante de generación eléctrica dentro de 35 años. Tras la Cumbre del Clima de Nueva York de la semana pasada, esta es precisamente la clase de buenas noticias que toda aquella persona preocupada por el cambio climático, y en especial los gobernantes, necesitan oír.
Los resultados de la AIE confirman los que Greenpeace alcanzó en sus estudios “[R]evolución Energética”, un análisis de las posibilidades del sistema energético mundial publicado por ultima vez en junio de 2012. El estudio de Greenpeace ya proyectaba 4.548 GW fotovoltaicos para 2050. Quienes pensaban que nuestras conclusiones eran demasiado optimistas, ahora podrán comprobar que la AIE va incluso más allá.
Las energías eólica y solar seguirán dominando el mercado energético mundial al ser las formas más baratas (y limpias) de generar electricidad.
Ahora es cuando los responsables políticos tienen que rendirse a la evidencia y adaptar las normas que rigen los mercados energéticos para facilitar ese futuro renovable. Abandonar los combustibles fósiles y nucleares es una necesidad ambiental y económica, no una carga. Los brillantes resultados de la energía solar y eólica significan que aquellas empresas que pretenden invertir en centrales térmicas de carbón o nucleares corren un serio peligro de encontrarse con costes hundidos, imposibles de recuperar.
Señores de Iberdrola, Endesa, Gas Natural o Repsol: si leen el informe de la AIE, deberían dejar dejar de oponerse a las energías renovables. Porque el Gobierno de España no va a poder seguir ignorando la evidencia eternamente.
Fuente original: http://www.greenpeace.org/
Fonte: ECOticias
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Com o campeonato mundial e a liderança do ranking mundial, Martine Grael e Kahena Kunze são indicadas ao prêmio de melhores velejadoras do ano pela ISAF
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A dupla Martine e Kahena na foto de Ale Haddad.
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por MariPeccicacco em 02/10/2014
Dupla venceu o Mundial da classe 49er FX e lidera o ranking mundial
A dupla Martine Grael e Kahena Kunze foi indicada nesta quarta-feira ao prêmio de melhor velejador do ano, promovido pela Federação Internacional de Vela (Isaf). A entrega será feita em Palma de Maiorca, na Espanha, no dia 4 de novembro. Também concorrem ao prêmio a kitesurfista inglesa Steph Bridge, e a windsurfista francesa Charline Picon. Entre os homens, os indicados são Mat Belcher and Will Ryan (470, AUS), Peter Burling and Blair Tuke (49er, NZL), Bill Hardesty (EUA), Giles Scott (Finn, GBR) e James Spithill (AUS).
Desde que a classe 49er FX foi criada para fazer parte do programa dos Jogos de 2016, Martine e Kahena têm conquistado resultados expressivos em todos os eventos em que participam. Neste ano elas venceram o Mundial da Isaf, o Aquece Rio, primeiro teste para as Olimpíadas, a Copa Brasil de Vela e as etapas de Hyères e Mallorca da Copa do Mundo de Vela, além da Semana Olímpica de Garda Trentino. Todos estes resultados colocaram as meninas no topo do ranking mundial.
O prêmio de melhor velejador do ano foi entregue pela primeira vez em 1994 e até hoje os Brasil foi contemplado três vezes: Robert Scheidt venceu em 2001 e 2004 e Torben Grael, pai de Martine, venceu em 2009. Qualquer velejador pode ser indicado e a uma comissão decide quem serão os finalistas. Posteriormente, os membros das autoridades nacionais da Isaf votam naquele que será o campeão. O prêmio este ano será um troféu e um relógio Rolex.
Fonte: Coluna do Murillo Novaes
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sábado, 4 de outubro de 2014
Um dia intenso e produtivo de atividades em Niterói: cultura, bicicleta e defesa dos animais
COMUNIDADES: Pela manhã, acompanhei o prefeito Rodrigo Neves em visita ao Ponto Cem-Réis e à comunidade do Morro da Penha, na Ponta da Areia, Centro de Niterói.
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| Centro de Niterói: um belo visual do Morro da Penha. Foto Axel Grael. |
De tarde, participei de eventos realizados no MAC - Museu de Arte Contemporânea. Muita coisa legal! Veja o que rolou:
CULTURA: O show do saxofonista Glauco Linx - boa música numa bela paisagem:
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| Fotos de Axel Grael. |
CICLOVIAS: ativistas em favor da bicicleta reuniram-se para mais uma pedalada do Pedal Sonoro. Militantes participaram de diversas atividades no MAC e, depois, saíram pedalando pelas ruas da cidade ao som de Janis Joplin.
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| Atividades no MAC antes do Pedal Sonoro. Foto Axel Grael. |
POLÍTICAS PÚBLICAS DE PROTEÇÃO ANIMAL: o evento foi organizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade (SMARHS). Militantes da causa da Defesa e Direitos Animais reuniram-se para debater os avanços das políticas públicas nesta área em Niterói. Após os debates, foram premiadas personalidades em defesa da causa dos animais.
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| Falando sobre políticas públicas ambientais em Niterói. Foto de Argus Caruso. |
Boias ajudarão no monitoramento de mudanças climáticas no litoral brasileiro
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| Boias maregráficas: R$ 2 milhões de investimentos. |
O litoral do país será monitorado, como forma de reduzir os impactos das mudanças do clima.
Em um projeto encabeçado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), a primeira boia meteo-oceanográfica do Sistema de Monitoramento da Costa Brasileira (SiMCosta) foi lançada em São Sebastião (SP) e fornecerá informações ambientais coletadas por meio de radares e sensores. Até o fim do ano, outros três equipamentos do mesmo modelo devem ser instalados na área litorânea do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Financiado pelo Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), o programa soma um investimento total de R$ 1,96 milhão. A medida promoverá o monitoramento contínuo e por décadas das propriedades meteorológicas e oceanográficas, com o objetivo de levantar informações fundamentais sobre a variabilidade local e a questão climática ao longo da costa brasileira. Os dados serão disponibilizados gratuitamente pela página virtualdo SiMCosta.
![]() |
| Clique na imagem para acessar as informações das estações. |
Estações
Ao todo, 12 estações maregráficas devem ser montadas, até o fim do ano, em municípios costeiros com alta densidade populacional. A rede ficará conectada com uma plataforma do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e, assim, permitirá, ainda, o monitoramento detalhado das águas e a previsão de áreas costeiras sob risco, devido ao aumento progressivo do nível do mar. “O pontapé inicial foi dado”, afirma o gerente do Fundo Clima, Marcos Del Prette. “O sistema, como um todo, vai captar a dinâmica climática e natural do oceano e da costa brasileira.”
O projeto é coordenado pela Sub-rede Zonas Costeiras da Rede Clima e pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas(INCT), com sede no Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Já a rede de boias meteo-oceanográficas será mantida e supervisionada por pesquisadores de instituições de ensino superior, participantes da Sub-rede Zonas Costeiras, distribuídas ao longo da costa brasileira.
Pioneiro no apoio a pesquisas e programas de mitigação e adaptação, o Fundo Clima é um dos principais instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). Com natureza contábil e vinculado ao MMA, ele é administrado por um comitê formado por representantes de órgãos federais, da sociedade civil, do terceiro setor, dos estados e dos municípios.
Fonte original: Lucas Tolentino / Ministério do Meio Ambiente
Fonte: Correio do Litoral
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Prefeitura de Niterói conclui licitação para obras de construção do Mercado Popular do Largo da Batalha
03/10/2014 - A Prefeitura de Niterói realizou nesta sexta-feira (3.10) a licitação para as obras de construção do Mercado Popular do Largo da Batalha, na região de Pendotiba. A empresa vencedora foi a Vetorial Serviços Técnicos Ltda, pelo valor de R$ 1.476950,11. O prazo de conclusão dos serviços é de oito meses a partir da ordem de início.
O Mercado Popular será construído em frente à Policlínica do Largo da Batalha, no terreno onde funcionava a quadra da escola de samba Unidos do Santo Inácio, e que foi desapropriado pela nova administração da Prefeitura.
No local também vai funcionar, no segundo pavimento, a sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), que vai atender não só o Largo da Batalha, como também a Região Oceânica.
O mercado vai ocupar uma área de 270 metros quadrados e terá 32 boxes, com 2 metros de comprimento por 1,4 m de largura, garantindo espaço para que os ambulantes atendam o público e estoquem as mercadorias. O prédio terá elevador, escada, acessibilidade e banheiros.
O empreendimento contará também com uma área reservada para carga e descarga e para funcionários da Clin (Companhia de Limpeza de Niterói), além de um espaço externo que será destinado principalmente para o artesanato.
Ambulantes receberão qualificação
Paralelamente às obras do Mercado Popular do Largo da Batalha, os vendedores ambulantes que trabalharão nos boxes do espaço receberão qualificação profissional. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Fabiano Gonçalves, explica que a Prefeitura de Niterói fechou uma parceria com o Sebrae para esse fim.
“A Prefeitura está dando suporte aos vendedores que vão atuar no Mercado Popular, por meio de uma parceria com o Sebrae. Enquanto a obra estiver em andamento, os ambulantes, que serão formalizados por meio do programa Empreendedor Individual, receberão o curso de capacitação denominado Iniciando um Grande Pequeno Negócio, que começa esse mês e vai até dezembro. Assumimos com os ambulantes o compromisso de construir o Mercado Popular e estamos cumprindo rigorosamente o cronograma da obra e de capacitação”, afirmou o secretário.
Fonte: Prefeitura de Niterói
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