terça-feira, 7 de setembro de 2010
Cidades disputam o título de Capital Verde da Europa
As 17 cidades que responderam ao Edital, concorrem aos títulos anuais para 2012 e 2013. Para isso, tiveram que responder a um exaustivo questionário com respostas sobre 11 indicadores.
O anúncio das duas cidades escolhidas acontecerá em outubro, em Estocolmo, cidade que ostenta o título em 2010. Na ocasião, a capital sueca passará o título de 2011 para Hamburgo, que já assegurou a honraria para 2011.
Ainda estão na disputa as seguintes candidatas: Barcelona (Espanha), Reykjavik (Islândia), Nuremberg (Alemanha), Nantes (França) e Malmo (Suécia).
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Fonte: http://www.ecoticias.com:80/sostenibilidad/32418/Barcelona-defiende-ante-la-Comision-Europea-su-candidatura-a-Capital-Verde
domingo, 5 de setembro de 2010
Árvores artificiais: solução ou "business as usual"?

El artículo Scrubbing the Skies, publicado este mes de agosto en la revista de National Geographic, hace referencia a investigaciones de la Universidad de Columbia que considera que capturar el CO2 que se emite a la atmósfera podría ser una solución más sencilla que construir coches o aviones que no lo emitan.
El uso de árboles sintéticos podría ser la solución de transición o complementaria a este problema. Dado que el CO2 se reparte por toda la atmósfera, los capturadores de CO2 pueden colocarse allí donde sea más adecuado retener el gas.
Además, el gas capturado puede reutilizarse con diversos fines. Incluso, se puede reconvertir en combustible líquido añadiendo metano o hidrógeno, que puede obtenerse de fuentes renovables.
Fonte: http://www.ecoticias.com/co2/32254/Árboles-sinteticos-la-solucion-al-calentamiento-global…
QUEIMADAS: MITOS E VERDADES

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| Mapa das queimadas na América do Sul (06/09/2010). A incidência de focos no Brasil é um escândalo. Acompanhe o monitoramento em: http://sigma.cptec.inpe.br/queimadas/ |
Por Axel Grael
Com frequência, ouço gente atribuindo a origem das queimadas e dos incêndios em vegetação a motivos improváveis, quase impossíveis e fantasiosos, mas que se propagam na imaginação popular como o fogo se alastra no mato.
LENDAS:
MOTIVO: Assim como eu, muita gente, quando criança, brincou de fazer fogo com uma lupa. Utilizávamos uma lupa, que é uma lente perfeita! O fogo só começava, caso estivéssemos com a lupa diretamente na luz do sol, na altura certa e na angulação correta, para que o foco dos raios de sol atingisse o alvo da forma mais concentrada possível. E isso não bastava. Como a posição do sol movimenta-se no céu devido à rotação da terra, precisávamos ajustar com precisão o ângulo da lupa a cada instante para que o foco se mantivesse no lugar o tempo suficiente para iniciar o fogo. Lembra-se? Portanto, imagine qual seria a probabilidade que um caco de vidro, que dificilmente teria o formato de uma lente (mesmo o fundo da garrafa), lançado aleatoriamente sobre o solo de um local com vegetação, pudesse iniciar um incêndio?
A chance desta hipótese ser verdadeira é praticamente nula!!!
É certo que o potencial de ignição de algumas coberturas vegetais quando secas é muito grande, como no caso do capim-colonião (Panicum maximum), o grande vilão das encostas do Rio de Janeiro. O fogo inicia-se com facilidade e propaga-se com muita velocidade morro acima.
Mas, pode-se acreditar que o capim-colonião ou qualquer outra matéria orgânica vegetal possa entrar em combustão em condições de campo, com ignição natural causada pelo calor do sol?
Com relação a esta possibilidade, lembro-me dos tempos em que era aluno de engenharia florestal na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Para sanar essa dúvida, nosso professor fez um teste no laboratório: colocamos uma quantidade de folhas bem secas de capim-colonião em um forno e testamos a que temperatura a combustão se iniciaria. Somente após muito tempo de exposição a uma temperatura muito acima do que seria possível em condições naturais, a matéria vegetal começou a queimar.
Fumaça de queimadas causa a morte de 339 mil pessoas/ano no mundo
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O problema é que a sua capacidade de dispersão é também muito grande e o fogo que se alastra sobre a sua folhagem, acaba atingindo a vegetação lenhosa nativa, que uma vez queimada abre espaço para o capim que, agressivo e oportunista na competição com outras espécies, ocupa rapidamente aquele espaço, sem permitir que a floresta retorne.
Assim pouco a pouco, o capim substitui a floresta. Mesmo após uma queimada, o capim-colonião faz jus ao que o nome científico parece indicar: Panicum maximum (embora não seja essa a origem do nome latino). Chegando a formar folhagens que atingem 2 metros de altura e que apresenta crescimento assustadoramente rápido, a espécie deixa poucas oportunidades para a concorrência (espécies nativas).
Quem trabalha com reflorestamento de encostas no Rio de Janeiro e é obrigado a superar as dificuldades impostas pela presença do capim sabe que ele só tem um inimigo natural: a sombra. Portanto, a forma de vencê-lo é controlar a brotação de suas touceiras com trabalhosas e dispendiosas roçadas periódicas e evitar o fogo com medidas preventivas e implantação de aceiros. A operação precisa ser mantida até que as mudas formem um dossel (copa) capaz de proteger o solo com sombra, pois, só então a vegetação nativa consegue superar a agressiva competição do capim.
Já notaram que nos morros do Rio de Janeiro existem muito mais florestas remanescentes nas faces voltadas para a Zona Sul e que as faces Norte estão quase todas desmatadas? Isso acontece devido à maior vulnerabilidade ao fogo das matas mais secas dessas encostas.
Ocorre que a prática criminosa de soltar balões, por ser proibida e cada vez mais reprimida, ocorre quase sempre nos subúrbios e de madrugada, momento em que seus malfeitores praticantes pretendem não ser descobertos pela ação fiscalizadora. O vento terral da madrugada, justamente lança os balões contra as encostas mais secas e vulneráveis. Por isso, os balões são considerados umas das principais causas das queimadas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
E dentre as nossas fontes de poluição que lançam estes gases para a atmosfera, a maior não é a indústria ou o transporte (automóveis), mas as queimadas. Portanto as queimadas são uma ameaça à vida não só dos lugares afetados, mas de todo o planeta.
As queimadas na encosta perto da sua casa e pelo Brasil a fora, como você vê na televisão, são o resultado da ação criminosa de alguém. As queimadas destroem as florestas e fazem as encostas ficarem mais vulneráveis aos deslizamentos que matam tantas pessoas, como aconteceu em abril de 2010. Encostas sem florestas também causam enchentes. Pense nisso.
SOLTAR BALÕES É CRIME. FAZER QUEIMADAS TAMBÉM. SEGUNDO O CÓDIGO FLORESTAL PRATICAR ESTES CRIMES EM SITUAÇÃO DE ESTIAGEM É UM AGRAVANTE E A PENA PODE SER AUMENTADA!!!
Por um Brasil verde, sustentável e sem queimadas.
Axel Grael
Engenheiro florestal e ambientalista.
Saiba mais sobre Axel Grael
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Ilhas de calor:
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Acesse a Cartilha educativa contra balões dos Bombeiros RJ
Mapa interativo traz perfil de barragens previstas para a bacia amazônica
A Amazônia possui um papel fundamental na regulação do clima mundial e se caracteriza como uma região de extraordinária biodiversidade. A maior e provavelmente a mais importante bacia hidrográfica do mundo, a Amazônica, contém 60% das florestas tropicais remanescentes no planeta. No entanto, os mais de 140 projetos de barragens descritos no banco de dados ameaçam de forma irreparável a integridade biológica da Amazônia e a vida das populações locais, cuja subsistência depende da preservação dos ecossistemas ribeirinhos.
Disponível em inglês, espanhol e português, a base de dados Barragens na Amazônia apresenta informações técnicas e econômicas das diversas represas existentes, planejadas e parcialmente construídas. Apenas na Amazônia brasileira, estão sendo planejadas mais de 60 barragens. Contudo, países vizinhos como Peru, Bolívia e Colômbia também possuem projetos de grande escala na região.
"É surpreendente ver os planos que governos e grandes empreiteiras têm para a bacia mais importante do mundo. Se todos esses projetos forem concretizados, serão uma enorme catástrofe para ecossistemas amazônicos e os meios de vida de centenas de milhares de indígenas e ribeirinhos que dependem do rio para sua sobrevivência", disse Brent Millikan, diretor do Programa da Amazônia da International Rivers.
"Para a próxima fase deste projeto, esperamos incorporar outras fontes úteis de informação, tais como mapas das áreas indígenas, das unidades de conservação ambiental e das linhas de transmissão de energia, a fim de mostrar quantos projetos de barragens irão impactar diretamente essas áreas sensíveis de proteção ", disse Millikan.
"Esperamos que a informação contida nesse recurso online seja de grande interesse para governos, pesquisadores, educadores e organizações não-governamentais. O desenvolvimento do banco de dados foi um desafio técnico por envolver a participação de especialistas de sete países, incluindo Argentina, Brasil, Bolívia, Peru e Estados Unidos ", explicou Federico González Brizzio, coordenador de comunicação da Fundação Proteger e responsável pela elaboração e implementação da plataforma.
"A maior parte das informações foram compiladas a partir de fontes oficiais e de empresas envolvidas nos projetos e esses dados foram cruzado com informações fornecidas por pesquisadores e organizações da sociedade civil. Quando houve divergência de informações, esta foi devidamente identificada com referência às diferentes fontes consultadas, facilitando a utilização do site por pessoas interessadas em obter informações detalhadas e confiáveis ", disse Brizzio. O site foi desenvolvido pela Fundação Proteger, da Argentina e pela International Rivers, dos Estados Unidos, contando com o apoio financeiro da Ecoa, Brasil.
sábado, 4 de setembro de 2010
Fim da "Coluna Rumo Náutico"
Na semana que se finda, fomos surpreendidos por uma comunicação formal do jornal informando friamente a "...denúncia do Contrato de cessão de espaço...". Era o fim da Coluna Rumo Náutico, que mantivemos voluntariamente neste jornal desde 29 de julho de 2006.
Ao longo deste tempo, nunca deixamos de cumprir o nosso compromisso com os leitores e procuramos abordar temas como os esportes náuticos, políticas públicas para o esporte e para o meio ambiente, movimentos ambientalista e social, inclusão social através do esporte e outros temas.
Temos muito orgulho da singela colaboração que demos ao debate sobre estes temas e sempre consideramos muito satisfatório o resultado e o retorno obtido dos leitores.
Enfim. A experiência foi válida, mas encerra-se o ciclo. Continuaremos fazendo o mesmo aqui no Blog e convidamos a todos que interagiam com a coluna que o façam aqui neste espaço que é nosso e não estará vulnerável às mesmas desagradáveis surpresas.
Apesar da forma com que a Coluna Rumo Náutico foi interrompida, sem que tivéssemos tido qualquer contato por parte dos editores ou da direção do jornal, agradecemos aos leitores pela acolhida e ao jornal pela oportunidade que nos foi dada.
Bons ventos a todos que estiveram a bordo da Coluna Rumo Náutico.
Axel Grael
Lars Grael é citado por especialista como exemplo de "resiliência no trabalho"
Autor: Ricardo Piovan
Fonte original: http://www.ogerente.com.br/novo/colunas_ler.php?canal=6&canallocal=27&canalsub2=86&id=2410
Texto obtido do blog: http://cleitonmafra.blogspot.com/2010/09/resiliencia-no-trabalho-uma-questao-de.html
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Participantes de programa ambiental do Projeto Grael registram um lobo-marinho na Baía de Guanabara
Lobo-Marinho visualizado próximo à ponte Rio-Niterói (25/08/2010) durante a operação do Projeto Baía de Guanabara. Vídeo de Marcos Vinicius Sangineto e Thiago Sangineto
PROJETO BAÍA DE GUANABARA: A BG Brasil, companhia que atua no segmento de exploração e produção de petróleo e distribuição de gás natural no país, se uniu ao Projeto Grael, à Prooceano e ao LAMMA e LAMCE/UFRJ para monitorar a Baía de Guanabara, segunda maior baía do litoral brasileiro.
A cada semana derivadores oceânicos monitorados por satélite são lançados na água para estudar as correntes e seus parâmetros físico-químicos. Além do GPS, as bóias também são equipadas com transmissor receptor via satélite, sensor de temperatura da água e bateria. As informações sobre as correntes auxiliarão os trabalhos de coleta de lixo flutuante na baía, já que os resíduos tendem a seguir as suas trajetórias, além do combate às emergências, como um possível vazamento de óleo, e à poluição.
Escolaridade nas favelas do Rio de Janeiro cresceu pouco, segundo FGV

Escolaridade nas favelas do Rio de Janeiro cresceu pouco, segundo FGV — EcoDesenvolvimento - Sustentabilidade, Meio Ambiente, Economia, Sociedade e Mudanças Climáticas.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
The Environmentalist’s Paradox
The signs are all around. Many places in the world show degradation of the air, water, and soil. Species becoming extinct as natural habitats are being destroyed. The emissions of greenhouse gases that can alter the planet's climate are unacceptable. All the environmental issues put together amount to a very serious threat to human welfare. Yet at the same time, all accepted measures of well-being show that, on average, quality of life is improving around the globe. How does an environmentalist call society into action under such conditions?
A team of researchers examine this issue of the "environmentalist's paradox" in the latest issue of the journal, BioScience. They confirm that improvements in overall well-being are real, despite overwhelming evidence of ecosystem decline. The aggregate complacency that is occurring can be attributed to three main culprits.
- Increases in food production
The team of authors, led by Ciara Raudsepp-Hearne, agrees with the influential Millennium Ecosystem Assessment, which rates the capacity for ecosystem services for human purposes as low. They also agree with the Human Development Index (measures income, life-expectancy, and literacy), which shows significant improvements in the last forty years.
Unfortunately, the authors find little reassurance for a continued rise in aggregate well-being in the coming years. The observed effects to the environment threaten new gains in agricultural production. These threats can come in the form of wild temperature swings as well as an increased prevalence of floods and droughts. Technological advances can provide only a limited buffer in this regard. There is mixed evidence that society will be able to successfully adapt to further environmental degradation.
The team argues against complacency by pointing out what they call "ecosystem brittleness." They urge a greater understanding by researchers and decision makers, of the actual benefits of healthy ecosystems to human welfare. In the end, understanding this environmentalist's paradox is crucial to guiding future management of nature's services.
Fonte: Environmental News Network (http://www.enn.com/top_stories/article/41726). September 1, 2010 10:06 AM
Link to Millennium Ecosystem Assessment: http://www.millenniumassessment.org/en/index.aspx
Link to Human Development Index: http://hdr.undp.org/en/statistics/
Lars Grael fala de sua história e defende uso esportivo do Rio Paraguai

Dono de duas medalhas de bronze, nas Olimpíadas de Seul e Atlanta, o velejador Lars Grael deu uma palestra em Corumbá na noite desta segunda-feira, 30 de agosto. O evento, no auditório do Sesi, abriu a Semana de Promoção da Vida Saudável, promovida pela Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Fiems). As atividades vão até a próxima sexta-feira, 03 de setembro.
Antes da palestra “de cunho motivacional”, como ele mesmo classificou, Grael disse a este Diário que a iniciativa visa estimular a população a adotar práticas que levem a um quadro de vida saudável. “Falo da minha trajetória de vida como cidadão brasileiro; atleta e velejador olímpico. Mostro como o esporte foi importante para mim”, afirmou.
A prática esportiva, de alto rendimento, lhe trouxe qualidade de vida. “Tento inspirar as pessoas a buscarem hábitos saudáveis pela prática de atividades físicas e esportivas. Mas, sempre com orientação de um profissional em educação física”, argumentou.
Grael, que pela primeira vez veio a Corumbá – “já estive em Campo Grande”, disse revelando conhecer um pouco de Mato Grosso do Sul – disse que o rio Paraguai pode ser um indutor do desenvolvimento esportivo na cidade, pela “força da corrente e ser um rio sinuoso”. Em sua avaliação, “esportes náuticos como remo e canoagem poderiam ser praticados em alto nível” por aqui.
“Sou otimista. No campo do esporte a gente não trata de questões ideológicas; partidárias e eleitorais. Vejo que houve continuidade de ações; projetos e programas; com algumas mudanças e quase sempre para melhor. Hoje o Ministério do Esporte é específico, antes era híbrido, do Esporte e Turismo. Ele aumentou a capacidade de investimentos. Vejo que as gestões dos ministros Agnelo Queiroz e Orlando Silva foram boas. Deram uma dimensão ainda maior ao esporte brasileiro”, avaliou o velejador.


