quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Uma nova ferramenta pode ajudar a definir o impacto climático das construções


Uma ferramenta desenvolvida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) está sob o estudo da Organização Internacional de Normalização (ISO) e pode vir a estabelecer um padrão entre as técnicas usadas para se medir o consumo de energia em residências e escritórios, assim como as emissões de dióxido de carbono. A estimativa é que as construções sejam responsáveis por um terço do uso global de energia.

De acordo com a Diretora da Divisão do PNUMA de Tecnologia, Indústria e Economia, Sylvie Lemmet, o desenvolvimento de novos padrões irá auxiliar os governos a planejar com mais eficiência o cumprimento dos objetivos nacionais em matéria de sustentabilidade. A expectativa hoje é que as emissões de dióxido de carbono dos edifícios aumentem de 8,6 bilhões de toneladas (2004) para 11,1 bilhões de toneladas em 2020.

A “Common Carbon Metric” (CCM ou Métrica Comum de Carbono em tradução livre) pode ajudar a reverter esse quadro, ditando as bases internacionais para uso por arquitetos, designers e a indústria da construção. A ferramenta é projetada especificamente para medir o consumo de energia enquanto um edifício está em operação, período que responde por até 90% do seu consumo energético total.

A CCM foi lançada pela primeira vez durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Copenhague, em 2009.

Fonte: ONU Brasil

Regata 80 anos do Cristo Redentor: velejadores prestigiam Paquetá Sustentável

Logo da Regata 80 Anos do Cristo Redentor, com arte de Hans Donner.

Regata até a Ilha de Paquetá marca os 80 anos do Cristo Redentor

Evento festivo do dia 13 está aberto a todos os tipos de embarcação
Mariane Thamsten
Da Velassessoria

A Arquidiocese do Rio de Janeiro e a GLP Marketing realizarão a Regata Cristo Redentor 80 Anos, mais um evento em comemoração aos 80 anos do monumento, dia 13 de agosto (sábado), aberto à participação de barcos de todos os tipos e tamanhos, saindo de Niterói em direção à Ilha de Paquetá. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até duas horas de antecedência à largada. A Regata Cristo Redentor 80 Anos está aliada à iniciativa Paquetá Sustentável, que pretende transformar a ilha/bairro em modelo de gestão para todo o Rio de Janeiro.

Organizada pelo Projeto Grael, a largada da regata acontecerá nas proximidades do Rio “Sailing” Yacht Club, em São Francisco, Niterói. O percurso até a Ilha de Paquetá será de aproximadamente 12 milhas náuticas. A data será de lua cheia, com maré enchente, levando os barcos para a Ilha de Paquetá. A previsão é que os barcos comecem a cruzar a linha de chegada - nas proximidades do Paquetá Iate Clube (PIC) – por volta das 16h.

A premiação será regada a feijoada, às 18h, seguida por um jantar dançante no PIC. A cerimônia de entrega dos prêmios esquentará a noite para a tradicional festa de São Roque (padroeiro da Ilha de Paquetá), que acontece ao ar livre.

Os participantes da Regata Cristo Redentor 80 Anos estão convidados a competir na 30ª Patescaria – Luar de Paquetá, competição festiva que largará da ilha, na manhã de domingo, rumo à Marina da Glória.

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Regata Cristo Redentor
- 80 anos –
Paquetá Sustentável
13 de agosto de 2011 (Sábado)


Classes Oceano

PROMOÇÃO: Instituto Rumo Náutico (comemoração dos 13 anos do PROJETO GRAEL)

ORGANIZAÇÃO:

Rio Yacht Club (Sailing) – 1914/2014
Paquetá Iate Clube – XXX Patescaria Luar de Paquetá
Projeto Paquetá Sustentável

APOIO:

FEVERJ
Clube Naval Charitas
Associação Brasileira de Veleiros de Oceano - ABVO
Associação Brasileira de Veleiros Clássicos - ABVClass
Revista Velejar
BRA/RGS

INSTRUÇÕES DE REGATA

01 – REGRAS:

01.1 A regata será governada pelas regras, tais como enumeradas nas definições das Regras de Regata a Vela ISAF 2009/2012 e por estas Instruções de Regatas.

02 – AVISO AOS COMPETIDORES:

Avisos aos competidores serão afixados no Quadro Oficial de Avisos do evento, localizado no salão principal do Rio Yacht Club. Eventuais mudanças no AR e (ou) neste IR, poderão ser comunicadas por e-mail e até pela Comissão de Regatas no momento de partida.

03 – SINALIZAÇÃO EM TERRA:

03.1 Sinalização em terra será içada no mastro principal da sede do RYC.

03.2 Quando o galhardete RECON é içado em terra, o seu significado descrito na sinalização de regata RECON é modificado de “1 minuto” para “não antes de 30 minutos”.

04 – PROGRAMA DE REGATAS:

04.1 Data de regata: 13/08/2011 (Sábado)
04.2 O horário programado para o sinal de atenção da regata será às 12:00h.
04.3 A largada será dada ao largo do Rio Yacht Club.
04.4 No dia 14, todos os participantes são convidados para participar da XXX Patescaria Luar de Paquetá (ver programação específica).

05 – CLASSES e CATEGORIAS:

05.1 - Todas as largadas serão juntas (REVOADA)
05.2 - Classe Bico de Proa.

Bico de proa 01 – Acima 39 pés.
Bico de proa 02 – De 32 a 38,9 pés.
Bico de proa 03 – De 27 a 31,9 pés.
Bico de proa 04 – De 24 a 26,9 pés.
Bico de proa 05 – Até 23,9 pés.

05.3 Classe ORC (ORC International e ORC Club juntos). Classificação Geral.
05.4 Classe BRA/RGS. Classificação Geral.
05.5 Classe Clássicos (critério da ABVClass). Classificação Geral.
05.6 Nas classes ORC e BRA/RGS, só serão considerados os iates com certificados válidos, conforme as planilhas dos representantes das respectivas entidades.

06 – ÁREAS DE REGATAS E PERCURSO:

A área da regata será a Baía de Guanabara, com percurso livre da Enseada de Jurujuba - Niterói até a Ilha de Paquetá.– Rio de Janeiro, exceto:

06.1 Todo o arquipélago de Jurubaíbas, incluindo a Pedra de Sardinha deverão ser deixados por Boreste – BE.
06.2 A Ilha de Itapacis, assim como a bóia encarnada de sinalização da Laje Rachada deverão ser deixados por Boreste – BE.

07 – PARTIDA:

07.1 A linha de partida será entre o mastro desfraldando uma bandeira de cor alaranjada no barco da CR e a marca de partida na outra extremidade.
07.2 Todas as classes e categorias, terão largadas simultâneas.
07.3 Um barco que partir depois de decorridos 20 (vinte) minutos do seu sinal de partida será considerado como não tendo partido - DNS.
07.4 O barco da CR poderá manter sua posição no alinhamento de partida usando motor.

08 – CHEGADA:

08.1 A linha de chegada será entre o mastro desfraldando uma bandeira de cor alaranjada no barco da CR e a marca de chegada na outra extremidade, nas proximidades da ilha dos Lobos. É proibida a passagem entre a Ilha dos Lobos e a Ilha de Paquetá.
08.2 O barco da CR poderá manter sua posição no alinhamento de chegada usando motor.

09 – CÁLCULO DE TEMPO:

O cálculo de tempo das classes ORC e BRA/RGS será feito pelo sistema TMF calculado pelos representantes da ABVO e da BRA/RGS respectivamente.

10 – LIMITES DE TEMPO:

Os barcos que não chegarem até as 18h, do dia da regata serão considerados DNF.

11– MEDIDAS DE SEGURANÇA:

Um barco que se retira da regata deve notificar a Comissão de Regata, tão logo seja possível.

Os comandantes devem ter conhecimento dos perigos a navegação do percurso proposto bem como dos locais de fundeio e atracação após a regata. Após o por do sol, o uso de luzes de navegação é obrigatório, assim como demais normas do RIPEAM.

12 – COMUNICAÇÃO POR RÁDIO

A CR usará o canal 77 e/ou 69, para comunicação de desistência da regata e comunicação com os competidores

13 – PREMIAÇÃO:

13.1 Serão premiados os 03 (três) primeiros colocados de cada categoria.
13.2 A Cerimônia de Premiação será no dia 13 de agosto de 2011 (sábado), na Sede do Paquetá Iate Clube às 18h.

14 – ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:

Os competidores participam da regata a seu próprio risco. A decisão de competir é responsabilidade de cada comandante e tripulante. Considere a regra 4, Decisão de Competir. A Autoridade Organizadora não aceitará qualquer responsabilidade por danos materiais, físicos ou morte, relacionados diretamente com a série de regatas, seus antecedentes, durante ou depois de completada.

14.1 O critério de fundeio, atracação e desembarque em Paquetá, é de responsabilidade e decisão do clube anfitrião da chegada, o Paquetá Iate Clube.
14.2 É proibido que cada iate ou velejador jogue lixo no mar ou na Ilha de Paquetá (fora de local adequado). Pede-se que cada iate conserve e leve de volta seu lixo produzido na programação.

15 – FICHA DE INSCRIÇÃO clique aqui.

A apresentação da ficha de inscrição deverá ser no Rio Yacht Club por email ryc@oi.com.br, por fax 2160.5811 ou na Comissão de Regatas, antes do aviso de atenção. É obrigatória e responsabilidade do comandante de cada iate. Um iate não poderá participar em mais de uma classe.

Maiores informações Projeto Grael 2710-3409  
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Saiba mais em:
Paquetá Sustentável: cresce a participação
Regata Paquetá Sustentável

Órgão ambiental do AM autoriza construção de porto privado no Encontro das Águas

Um dos maiores espetáculos naturais e uma das grandes atração turísticas de Manaus, o "Encontro das Águas" é o trecho onde as águas escuras do Rio Negro se encontram com as águas mais claras do Rio Solimões. Por alguns quilômetros as águas convivem sem se misturar.

Área onde se pleiteia a obra é tombada pelo Iphan, que diz que obra só pode ser realizada após análise do projeto do porto.

Elaíze Farias

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) liberou nesta terça-feira (02) o licenciamento de instalação do Porto das Lajes (de uso privativo) cujas obras deverão ser construídas na área tombada do Encontro das Águas, em Manaus.

A área do encontro entre os Negro e Solimões foi tombada em novembro do ano passado como patrimônio cultural e natural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), pelo seu valor simbólico, cultural, paisagístico e natural.

O licenciamento tem validade de um ano, traz 13 restrições e descreve o potencial poluidor e degradador como “grande”.

O empreendimento deverá apresentar plano de resgate de fauna, fazer levantamento prospectivo na área do empreendimento, realizar estudo contemplado por mapas dos fragmentos floretsais, suas conectividades e possíveis rotas de fugas para animais no momento da supressão vegetal e realizar inventário florístico. Estas medidas são condições para que sejam autorizadas as supressões vegetais.

A empresa Lajes Logística, proprietário do empreendimento, também deverá promover vários programas de mitigação. Entre elas o Programa de Educação Ambiental e patrimonial, programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, Programa de Reabilitação de Áreas Degradadas, Programa de Gerenciamento de Riscos Ambientais, entre outros.

Iphan

O projeto das obras do Porto das Lajes, contudo, ainda precisa ser avaliado pelo Iphan. No mês passado, o projeto do porto foi encaminhado para o órgão, em Brasília.

Segundo informações da assessoria de imprensa do Iphan, em Brasília, o projeto já está em avaliação. Em nota enviada ao portal acrítica.com a assessoria do órgão disse que “a presidência do Iphan avocou para si a competência no processo do encontro das águas, e o projeto do porto está em análise pelo Departamento de Patrimônio (Depam)”.

Na nota, a assessoria diz que “como a área é tombada, qualquer obra que venha a ser feita no local só poderá ser realizada com aprovação do Iphan. Caso contrário, estaria irregular”. Segundo a assessoria, caso as obras sejam iniciadas sem este posicionalmento elas poderão ser embargadas.

No seu documento, o Ipaam diz que a licença não dispensa nem substitui nenhum documento pela Legislação Federal, Estadual e Municipal.

Obras

O diretor da Lajes Logística, Laurits Hansen, disse que os próprios passos para dar início das obras é a outorga da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e o posicionamento da prefeitura de Manaus quanto ao estudo de impacto de vigilância. “Já havíamos solicitado, mas falta o licenciamento ambiental”, disse.

Quanto a posicionamento do Iphan, Laurits disse que o órgão federal não impôs condições às obras, embora o empreendimento tenha enviado, para atender a uma solicitação, um projeto paisagístico, urbanístico e plantas básicas.

Ele afirmou que as obras só serão iniciadas quando o Ipaam responder ao envio da documentação exigida pelo órgão ambiental. A Lajes Logísticas têm entre 30 a 60 para cumprir as exigências das restrições impostas no licenciamento.

O chefe da Antaq no Amazonas, Aglair Carvalho, disse que a análise da expedição da outorga é feita pela gerência de terminais privados, cuja sede fica em Brasília. Ele afirmou, contudo, que a análise leva em consideração a documentação, as plantas, o local e a viabilidade. O fato de ser uma área tombada também será levada em consideração.

Ecossistema

A bióloga Elisa Wandelli, membro do movimento S.O.S. Encontro das Águas disse que o grupo vai entrar com uma ação nos Ministérios Públicos Federal e Estadual contra o licenciamento ambiental expedido pelo Ipaam.

Para Elisa, o licenciamento ambiental para a construção do porto é irregular, uma vez que não foram realizadas audiências públicas e as condicionantes anteriormente impostas pelo Ipaam não foram atendidas.

“O licenciamento foi liberado com restrições. Sequer tem Programa de Reabilitação de Área Degradada (PRAD). Não fala de contaminação que poderá ocorrer no ponto de tomada de água para abastecer a população. Ali é uma das áreas mais relevantes do ecossistema de Manaus. É uma região de pouso de aves migratórias e de migração de peixes e possui sítios arqueológicos, o que faz com que o licenciamento deveria ser de responsabilidade do Ibama e do Iphan”, comentou.

O presidente do Ipaam, Antônio Stroski, disse que o licenciamento foi liberado porque o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) foi atendido. Ele afirmou que os complementos exigidos anteriormente também foram acatados.

Conforme Stroski, as restrições citadas podem ser cumpridas na vigência da licença.

Ele afirmou ainda que a superintendência do Iphan, no Amazonas, foi consultada e deu anuência ao Eia/Rima. Stroski preferiu não comentar sobre a decisão da presidência do Iphan para tomar para si a decisão final, apesar da aprovação da superintendência do órgão, pois se trata de uma “tratativa do órgão”.

O presidente do Ipaam afirmou que como se trata de um empreendimento que “tem muita discussão” todos estarão monitorando. O próximo licenciamento será o de operação, quando o porto entrará em operação.

O superintendente do Iphan, Juliano Valente, foi procurado mas não atendeu às ligações feitas ao seu celular.

Fonte: A crítica

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Acompanhando a notícia

Cai chefe do Iphan

O superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Amazonas, Juliano Valente, foi afastado ontem, uma semana depois de liberar o licenciamento para a construção do Porto das Lajes no Encontro das Águas.

O Estado de SP, 10/8/11, Vida, p.A20.

Projeto Grael cria curso gratuito com foco na Baía de Guanabara



Aulas serão ministradas por bolsistas da UFRJ e destinadas a jovens entre 16 e 24 anos oriundos de escolas públicas

Além dos dez cursos gratuitos oferecidos pelo Projeto Grael (http://www.projetograel.org.br/) neste segundo semestre, o Instituto lançou, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o “Conhecendo a Baía de Guanabara”. O programa é gratuito e destinado a jovens entre 16 e 24 anos que estejam cursando ou tenham concluído o Ensino Médio em escola pública. O curso foi idealizado em conjunto com os cursos de Meteorologia, Oceanografia, Geologia e Biologia da UFRJ.

O curso terá quatro meses de duração, a contar a partir de agosto, e será ministrado por bolsistas da UFRJ nas dependências do Projeto Grael (Rua Carlos Ermelindo Marins 494 – Jurujuba, Niterói). As aulas serão realizadas às quartas-feiras, das 14h às 17h. A programação inclui visitas a centros de tratamento de água, DHN, Georio e UFRJ, além de saída de barco para coleta e análise de material.

Para fazer a matrícula são necessários os seguintes documentos: atestado de matrícula ou de conclusão do Ensino Médio em escola pública; cópia da identidade ou da certidão de nascimento (para menores de 18 anos); cópia da carteira de identidade do responsável (para menores de 18 anos); cópia da carteira de identidade e do CPF (para maiores de 18 anos).

As matrículas devem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na sede do Projeto Grael, na Avenida Carlos Ermelindo Marins, 494 – Jurujuba, Niterói/RJ. Mais informações: (21) 2711-9875 ou secretaria@projetograel.org.br.

Confira o conteúdo do curso ‘Conhecendo a Baía de Guanabara’

Atividades socioeconômicas associadas à Baía de Guanabara (BG) – aspectos históricos da Baía de Guanabara, histórico dos principais acidentes ambientais, atividades industriais na BG e no seu entorno, atividades pesqueira, náuticas e de navegação na baía e atividades culturais e esportivas

Meteorologia e Oceanografia – fenômenos e sistemas atuantes na Baía de Guanabara, monitoramentos das variáveis meteo-oceanográficas, previsão meteo-oceanográficas, climatologia das variáveis meteorológicas e oceanográficas na Baía

Geologia – formação geológica, bacias hidrográficas e formação antrópica das ilhas

Biologia – Principais ecossistemas e fatores biológicos

Qualidade da água e do ar – principais poluentes e fontes de emissão, técnicas e instrumentos de monitoramento dos poluentes, equipamentos de controle da poluição, remediação de áreas degradadas

Mudanças climáticas – vulnerabilidade de ecossistemas e impactos possíveis no que tange a mudanças climáticas

O Projeto Grael

O Projeto Grael foi criado há 13 anos, por uma iniciativa dos irmãos e velejadores Torben e Lars Grael e Marcelo Ferreira. Atualmente, Axel Grael, engenheiro florestal e ambientalista, é o presidente do Instituto. Desde a sua fundação, o Projeto Grael, também conhecido como Instituto Rumo Náutico, vem desenvolvendo uma metodologia própria de esporte e educação, que serviu como base para outros programas semelhantes, como o Navega São Paulo, do Governo do Estado de São Paulo e o Projeto Navegar, iniciativa federal desenvolvida em diversas cidades brasileiras. Além disso, as cidades de Vitória (ES) e Maricá (RJ) já acolheram núcleos do Projeto Grael.

A iniciativa já conquistou reconhecimento internacional com prêmios e chancelas recebidas de instituições, como a Federação Internacional de Vela (Isaf), a Unesco, dentre outras. Mais de 10 mil jovens que passaram pelo Projeto Grael desenvolveram, além da prática da vela e de conhecimento profissionalizante para o mercado náutico, o conceito de cidadania. Somente no primeiro semestre deste ano, cerca de 15 jovens foram inseridos no mercado de trabalho e conquistaram o primeiro emprego com carteira assinada.

Fonte: Velaassessoria, Assessoria de Comunicação do Projeto Grael





quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Entrevista para o Programa Consciência Ambiental, da Rádio Oceânica, 105.9 FM

No estúdio do Programa Consciência Ambiental, com entrevistadores Luiza Perin (dir) e Caio.
Hoje tive a oportunidade de participar do programa Consciência Ambiental, na Rádio Oceânica 105.9 FM, rádio comunitária que alcança toda a Região Oceânica de Niterói.

No programa, tivemos uma agradável e descontraída conversa sobre as atividades do Projeto Grael, Baía de Guanabara e o meio ambiente de Niterói. Falamos sobre a criação do Projeto Grael, do início da minha militância como ambientalista na Baía de Guanabara, na criação do Parque Estadual da Serra da Tiririca e outros temas.

Eu recomendo o Programa Consciência Ambiental, que vai ao ar toda terça feira às 20:00. A equipe é boa, o astral é descontraído e o trabalho é bem feito.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Site do Ministério do Esporte divulga o Projeto Grael

Barco São Joaquim, do Projeto Grael, veleja na Baía de Guanabara. Foto Fred Hoffmann.

Lei de Incentivo: Ventos de Cidadania populariza vela no Rio de Janeiro

O Projeto Grael – Ventos de Cidadania, criado há 12 anos, no Rio de Janeiro, já beneficiou 10 mil alunos da rede pública de ensino e revelou campeões mundiais da vela. Implementado pelo Instituto Rumo Náutico, em Niterói, o projeto oferece apoio a atividades esportivas e cursos profissionalizantes para crianças e jovens entre nove e 24 anos.

Há quatro anos, o patrocínio da Oi, viabilizado pela Lei de Incentivo ao Esporte, possibilita que os jovens sejam acompanhados pelo instituto por vários anos. O patrocínio é de aproximadamente R$ 1,2 milhão. A cada semestre, são abertas 400 novas vagas.

“A gente fica com as crianças e adolescentes de três anos e meio a quatro anos, o que nos dá a oportunidade de fazer a diferença no processo educativo de formação desse cidadão”, diz Joanna Dutra, gerente adjunta do Instituto Rumo Náutico.

A diferença tem nomes. Alunos do projeto, Samuel Gonçalves, Allan Tavares, Hallan Batista e Alex Sandro Mattos se tornaram campeões mundiais: venceram, este ano, a tradicional regata Cape Town-Rio, que liga a Cidade do Cabo, na África do Sul, ao Rio de Janeiro.

Metodologia

Ideia dos irmãos Torben e Lars Grael e do também velejador Marcelo Ferreira, o Instituto Rumo Náutico vem desenvolvendo uma metodologia própria de esporte e educação. Metodologia essa que serviu, inclusive, como base para outros programas semelhantes, como o Navega São Paulo, do governo de São Paulo, e o Projeto Navegar, iniciativa desenvolvida em diversas cidades brasileiras. Além dos cursos esportivos e profissionalizantes, também oferece um programa ambiental aos seus alunos.

“Tínhamos o objetivo de popularizar a vela, que até então era um esporte elitista, mesmo sendo o esporte que mais trazia medalhas para o País. Agora utilizamos os esportes náuticos como instrumento de educação, de estimulo a profissionalização e de construção da cidadania”, diz Joanna.

Premiação

No próximo dia 8 de agosto, o Ministério do Esporte festejará a entrega do Prêmio Empresário Amigo do Esporte 2011. A cerimônia reunirá empresários, atletas e autoridades esportivas às 19h30, no Esporte Clube Pinheiros. Veja mais informações no endereço www.esporte.gov.br/premio .

Confira a reportagem em áudio

Ouça o áudio de entrevista da Gerente Executiva Adjunta do Projeto Grael, Joanna Dutra

Fonte: Ministério do Esporte

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Revista pergunta como o Brasil - país do futebol - forma tão bons velejadores

Robert Scheidt e Bruno Prada.

Brazil has top Olympic sailors? Who knew?
Robert Scheidt is poised to win another sailing medal for his soccer-crazy country.

By Andrew Downie, Correspondent / July 21, 2008

São Paolo, Brazil

There’s a wall at the Santo Amaro Yacht Club with plaques to the club’s sailing greats.

Up high are tributes to the men who in the 1960s and 70s won gold medals in the Pan American Games or bronze medals in the Olympics.

Down below, in the space for more recent conquests, the name Robert Scheidt stands out.

His name is on more plaques than all the others put together. For International Sailor of the Year (twice), for Pan American gold (three times) for World Championships (eight times at Laser class, and once at Star class). And of course for his two Olympic gold medals.

By any measure, Mr. Scheidt is one of Brazil’s, and sailing’s, greats.

“Anyone who has gone to three Olympics and won two golds and a silver, been the world champion eight times in Laser, gone to four World Championships with Star and won one and came second in another is outstanding,” says Lars Grael, a friend and former rival of Scheidt who himself won Olympic sailing medals in 1984 and 1988. “Like everyone else who understands sailing, I will tell you that Robert Scheidt is one of a kind.”

Brazil is world famous as the country of soccer, but it is a strange quirk that the Olympic title is the only international competition it has not won.

Their unheralded sailors, meanwhile, have sailed their way to podium after podium, winning more Olympic medals on the water than in any other arena.

“Sailing has brought great glory to Brazil … more than any other sport,” Scheidt said in a recent interview at the Santo Amaro club where he trains. “We can’t ever dream of the day that sailing will rival [soccer], but we can dream of getting a little bit more recognition.”

Brazil’s excellence at soccer boils down to superior technique, agility, and an talent for improvisation. The qualities most valued by sailors are contrasting ones: strength, discipline, and advance planning.

Brazil’s big advantage for breeding sailing stars like Scheidt is the 4,654 miles of coastline that run from the Caribbean in the north to the Atlantic in the south.

The country’s sailors mostly inhabit the colder waters of the south, areas colonized by British, Germans, Italians, Portuguese, all nations with a strong history of seafarers.

Elsewhere, Brazilians love the beach but are afraid of the sea, Scheidt says.

“It seems like people stop on the edge of the water,” he says. “Brazil was discovered by sea, but there’s no culture. There’s a block when it comes to going in the sea.”

Scheidt should know. He won world junior titles at the Laser class for solo sailors and then dominated his adult contemporaries for years. Now he is moving to the two-man Star class and bidding to become the first sailor to win golds at both.

The two classes are very different. Lasers are small boats, 4.23 meters long (13 feet, 10.5 inches) and with a hull weight of exactly 56.7 kilograms (125 pounds).

They are made to the same specifications the world over. In tournaments competitors draw lots to see who gets which boat, ensuring the contest is less about equipment and more about tactics, strength, and experience.

Star, meanwhile, is the oldest class of sailing in the Olympics, and a step up from Laser. The two-handed keelboats are bigger at 6.91 meters (22 feet 8 inches), heavier at around 675 kilograms (1,488 pounds), and sailors need more skill to maneuver them, especially in heavy seas.

“Going from Laser to Star is like going from racing a small car and then moving into a truck,” Scheidt says. “It takes a lot longer to accelerate, it takes a lot longer to brake, it’s bigger, and everything is heavier.”

Scheidt and his teammate Bruno Prada have been sailing Star for almost four years and they have already made their mark, winning the World Championship in Portugal last year.

They currently sit sixth in the International Sailing Federation rankings and are one of the favorites to take gold in China.

Scheidt is confident of doing well in China, but he is grounded enough to realize that his achievements are already exceptional and that this is just one more contest.

By moving up to Star, a class where sailors tend to be older than at Laser, he is preparing for more years at the top.

That could be at Star but he is also keen to try his luck in the America’s Cup and the Round the World races. But if that doesn’t happen, a simple Sunday on the reservoir would work just as well.

It won’t bring him fame, but it does bring him peace of mind.

“The sea is a release for me,” he says, summing up the appeal of life on the ocean waves. “When you get on the water, you leave all your problems on land.”

Fonte: The Christian Science Monitor

Pesquisadores nadam com centenas de tubarões-baleia no México

Os tubarões-baleia são os maiores peixes do mundo e geralmente buscam comida sozinhos. Foto Mauricio Handler.

Um cardume de 420 tubarões-baleia avistado na península de Yucatán, no sudeste do México, em 2009, é a maior concentração da espécie já registrada, de acordo com um estudo.

Os tubarões-baleia são os maiores e mais pesados peixes do mundo – podem chegar a 12 metros de comprimento – e geralmente viajam sozinhos em busca de plânctons e pequenas presas, com as quais se alimentam.

No entanto, um número impressionante destes animais foi visto na costa leste de Yucatán, alimentando-se de ovos recém-colocados do peixe Bonito Pintado, abundante na região.

"Ver um grupo tão grande em um só lugar foi fenomenal – chegamos ao ponto em que não era possível navegar o barco pela água sem se preocupar com os peixes. Foi impressionante", disse Mike Maslanka, chefe do Departamento de Ciências da Nutrição do Instituto de Conservação Biológica Smithsonian, nos Estados Unidos, e co-autor do estudo.

A grande concentração dos animais deixou os cientistas intrigados. Foto Smithsonian.

Os tubarões foram capturados em imagens aéreas e se espalhavam, em elipse, por uma área de 18 quilômetros quadrados.

Mergulhadores também fotografaram os animais de perto, enquanto eles se alimentavam.

"Você não percebe quão grandes eles são até nadar ao lado deles", disse Maslanka.

Segundo o estudo, a reunião pode mostrar uma mudança nos hábitos dos animais, que costumam aparecer em menor número ao norte da península, onde a água tem mais plâncton.

A pesquisa, divulgada na publicação científica PLoS One, reuniu organizações conservacionistas do México e dos Estados Unidos.

A União Internacional pela Conservação da Natureza classificou o tubarão-baleia como espécie "vulnerável", em 2010.

Fonte: BBC Brasil

Luiz Drude de Lacerda recebe prêmio por sua "Vida e Obra"

O Prêmio Fundação Bunge anunciou os contemplados de 2011.

Na área de Oceanografia, Luiz Drude de Lacerda foi o contemplado na categoria “Vida e Obra” e César de Castro Martins, na categoria Juventude. Na área de Defesa Sanitária Animal e Vegetal, José Roberto Postali Parra, foi o contemplado na categoria Vida e Obra e Helena Lage Ferreira, na categoria Juventude. A cerimônia de premiação será realizada no dia 13 de setembro, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

O anúncio dos nomes foi feito logo após a reunião do Grande Júri, formado por representantes de entidades científicas e reitores das principais universidades brasileiras. Para a categoria “Vida e Obra” foram escolhidos profissionais cujos projetos desenvolvidos representam um patrimônio importante para o país e na “Juventude”, jovens de até 35 anos, cujos trabalhos representem um novo paradigma em sua área.

O Prêmio

O Prêmio Fundação Bunge foi criado há 56 anos para incentivar a inovação nas diversas áreas do conhecimento – Ciências, Letras e Artes -, que se alternam a cada edição. Ele é concedido anualmente em duas categorias: Vida e Obra e Juventude (jovens de até 35 anos). Os candidatos não são inscritos, mas sim indicados por dirigentes de universidades e entidades culturais e científicas. Comissões Técnicas elegem os homenageados na categoria Juventude e selecionam aqueles que concorrerão na categoria Vida e Obra, que são definidos pelo Grande Júri. Desde sua criação já foram contempladas 163 pessoas, entre eles, Paulo Autran, Carlos Chagas, Sérgio Machado Rezende e Ernesto Paterniani.

Gostaríamos de convidá-lo a acompanhar os próximos passos do Prêmio, que será entregue no dia 13 de setembro. Até lá, se possível, gostaríamos de contar com seu apoio na divulgação, em seu blog.

Mais informações sobre o Prêmio Fundação Bunge: http://www.fundacaobunge.org.br/projetos/premio-fundacao-bunge/

O Globo promove 4º seminário Rio Cidade Sede



Evento discutirá práticas sustentáveis para as Olimpíadas no Rio de Janeiro.

Na próxima segunda-feira, dia 08 de agosto, o jornal O Globo promove, das 9h às 13h, o 4° seminário Rio Cidade Sede, no Centro de Convenções da Bolsa de Valores, no Centro. Com o tema “Cidade Olímpica Sustentável”, o evento vai abordar os preparativos da cidade do Rio de Janeiro para as Olimpíadas de 2016 e debater sobre alguns exemplos de sustentabilidade da competição de Londres 2012. Os painéis serão mediados pela jornalista Flávia Oliveira e terão a participação de autoridades e formadores de opinião.

O evento se inicia com a apresentação do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, sobre o andamento da construção da Cidade Olímpica.

Logo após, o painel “Um Rio Olímpico e Sustentável?” irá discutir a preocupação em se fazer um evento sustentável para a cidade e contará com a presença do Presidente da Câmara de Desenvolvimento Sustentável do Rio, Sérgio Besserman; do Secretário Estadual do Ambiente, Carlos Minc; do Presidente do Projeto Grael, Axel Grael; e do vice-prefeito e Secretário do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Muniz.

Na palestra “Londres 2012, Uma Olimpíada Sustentável”, o Diretor de Sustentabilidade dos Jogos de Londres 2012, Dan Epstein, apresentará o plano estratégico realizado para tornar o evento de Londres ecologicamente correto. Fechando o seminário, o Presidente do Conselho Público Olímpico, Henrique Meirelles, discorrerá acerca dos desafios e objetivos da coordenação das ações para os Jogos Olímpicos Rio 2016

O 4º Fórum Rio Cidade, patrocinado pela Nova Rio e pela GVT, terá tradução simultânea e atualização em tempo real pelo site do Globo — www.oglobo.com.br/rio2016 .

Programação:

8h30 - Welcome Coffee

9h – A construção da Cidade Olímpica está em curso
Eduardo Paes – Prefeito do Rio de Janeiro

9h40 - Painel: Um Rio Olímpico e Sustentável?
Sérgio Besserman - Presidente da Câmara de Desenvolvimento Sustentável do Rio
Carlos Minc - Secretário Estadual do Ambiente
Axel Grael - Presidente do Projeto Grael
Carlos Alberto Muniz - Vice-prefeito e Secretário do Meio Ambiente do Rio de Janeiro

10h40 – Londres 2012, Uma Olimpíada Sustentável
Dan Epstein - Diretor de Sustentabilidade dos Jogos de Londres 2012

11h20 - Autoridade Pública Olímpica: Os desafios e objetivos da coordenação das ações para os Jogos Olímpicos Rio 2016
Henrique Meirelles – Presidente do Conselho Público Olímpico

12h – Perguntas/Debates

12h30 — Encerramento