quinta-feira, 3 de setembro de 2015

PARQUES - Pequenas áreas verdes são importantes, mas cidades precisam de grandes parques


(AP Photo/Julie Jacobson)


Parklets Are Great, But Big Parks Pack a Big Punch

By Cassie Owens | September 1, 2015

Is there a right way to green a city? Yes, University of Exeter researchers say, planning high-density neighborhoods with grand parks, as opposed to low-density neighborhoods with ample lawns and smaller public spaces, is significantly better for a city’s ecosystem and residents.
In times of rapid urbanization, the Exeter-based authors of a new study in September’s Frontiers in Ecology and the Environment argue that setting aside larger parkland, or “land sparing,” is key for environmental stability globally. (The latest U.N. forecast estimates that two-thirds of world’s population will live in cities by 2050; more than half of the current population already does.)
 
“There are a lot of studies that show that gardens are good for ecosystems, nature and biodiversity, and that is absolutely true,” says Iain Stott, one of the authors. “But the key point here is: If you don’t include large contiguous green spaces, then you’re probably not going to be providing a., as high as amount of ecosystem services as you could, and b., as many ecosystem services as you could.”
 
An ecosystem service is an ecological benefit, like whether it can support robust foodways, or has favorable conditions for flood management or inspires fond connections to local heritage through its terrain.
 
The researchers examined landscapes in nine cities. The services they homed in on in were: carbon storage (both aboveground and below), water infiltration, human well-being, agricultural production, pollination, pest control, noise reduction, air purification and temperature regulation. The results of their analysis found that land sparing produced more gains in almost every category.
 
Now, you may be wondering how something like noise reduction potential would be greater in a dense urban environment. This is because the data accounts for how sound disperses in the parklands as well. Quite basically, it’s a case of: “If a tree falls in the forest, does it make a sound?” These larger nature preserves similarly swayed the results for evenness of temperature and air quality.
 
This, Stott says, is a big reason why smaller green spaces and street trees remain crucial.
 
“If you can plant trees on the street, and have other green infrastructure in the urban areas, it’s actually quite important to do so,” says Stott.
 
The positive effects of nearby green space on physical and mental health make an excellent case for incorporating smaller parks too. Health was a category where land sparing actually fell short, researchers found.
 
The exact ecological mechanisms that make land sparing more successful in the other focus areas need more study. Some basic things are knowable though. In the way that more bees could fly more from to flower to flower in a trail, residents who are able to walk, bike and share transit as they commute could leave behind lighter carbon footprints, and a wider range of food could be cultivated in an expanse, just to give a few examples.
 
The findings suggest that there is something about sprawl that frustrates the delicate connectivity in an ecosystem between organisms that neighbor one another. And while sparser development is frequently labeled “suburban,” low-density neighborhoods are extremely common in cities too. According to Alan Mallach, a senior fellow at the Center for Community Progress, dense urbanist dreamscapes are more so “pockets” in American cities, with the exception of places like San Francisco and New York. (For a more global perspective, consider this 2011 report, a number-crunch of 326 studies on urban development. It revealed that “[a]cross all regions and for all three decades [of analysis], urban land expansion rates are higher than or equal to urban population growth rates, suggesting that urban growth is becoming more expansive than compact.”)
 
Cities aren’t inherently dangerous for the environment; poorly planned urban development is.
 
Stott says their study takes a side on what that means. “In this long-running debate about compact versus sprawling development,” he says, “this is just a way of taking that old debate, and explicitly including green space as a part of that.”

Fonte: NextCity


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VEJA O QUE NITERÓI ESTÁ FAZENDO COM RELAÇÃO AOS SEUS PARQUES E ÁREAS VERDES:

  • UNIDADES DE CONSERVAÇÃO:

PARNIT
NITERÓI MAIS VERDE - Visita ao Morro do Castro, no Barreto, para planejar a implantação de áreas protegidas na Zona Norte da cidade
 
PRO-Sustentável (recursos para a implantação do Niterói Mais Verde):
 
 
  •  PARQUES URBANOS E ÁREAS VERDES MENORES
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LUTANDO CONTRA AS QUEIMADAS EM NITERÓI
ATENÇÃO: ALERTAMOS PARA O ELEVADO RISCO DE INCÊNDIOS NAS ENCOSTAS (Niterói)
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  • OUTRAS POSTAGENS AFINS
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COMBATE AO TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES - Setenta pássaros apreendidos pela SEA são soltos em Niterói


Cel José Maurício Padrone, coordenador da CICCA, dá liberdade a uma das aves soltas nos limites do Parque Estadual da Serra da Tiririca.


A Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), e a Polícia Militar Ambiental realizaram a soltura de aproximadamente 70 pássaros, que haviam sido apreendidos em operações de combate ao tráfico de animais silvestres. Os pássaros ganharam liberdade na manhã desta quinta-feira (03/09) na mata de Itacoatiara, Região Oceânica de Niterói.

O coordenador da Cicca, coronel José Maurício Padrone, acredita que a redução ou mesmo paralisação de captura de animais silvestres na natureza só ocorrerá quando houver conscientização e não existir mais compradores, incentivando o tráfico.

“Estamos devolvendo os animais para o lugar onde eles jamais deveriam ter saído. A retirada criminosa destes animais da natureza interrompe a cadeia alimentar e causa inúmeros prejuízos para a fauna, já que muitos deles são responsáveis pela dispersão de sementes.”, afirmou o coordenador da Cicca.

A maior parte desses animais soltos foi flagrada sendo comercializada ilegalmente em feiras livres, nos últimos dez dias. Entre as espécies que foram devolvidas à natureza estão coleiros, trinca-ferros, canários da terra e outras representativas da fauna do Estado do Rio de Janeiro. Antes de serem soltos, os animais foram submetidos a rigorosas análises veterinárias para assegurar que estão em perfeitas condições de saúde para continuar o seu ciclo natural. Dessa maneira, os pássaros capturados não correm risco de transmitir doenças para animais que já estão na natureza.

O comandante da Polícia Ambiental, coronel André Vidal, explicou que segundo a legislação ambiental, quem mata, apanha, expõe a venda ou cria em gaiolas animais silvestres sem autorização está sujeito a uma multa que varia de quinhentos até cinco mil reais por animal, além de detenção de seis meses a um ano.

Fonte: ASCOM SEA/INEA




CLIN realiza mutirão de limpeza e campanha de conscientização em comunidade no bairro do Centro


Durante ação, garis recolheram lixo e entulho em locais irregulares.
Foto: Divulgação


A Prefeitura Municipal de Niterói, através da Companhia de Limpeza de Niterói (CLIN), realizou na manhã desta quarta-feira (2.9) um mutirão de limpeza no Morro do Estado e nas ruas próximas à comunidade localizada no centro da cidade. Além da limpeza, uma campanha de conscientização foi realizada junto aos moradores com o intuito de orientar a população quanto ao descarte correto dos resíduos.

A ação, que contou com cerca de 60 funcionários da CLIN e maquinários específicos, recolheu entulho e lixo domiciliar despejados em locais irregulares e fora do horário de coleta. Além disso, foram distribuídos panfletos informativos para os moradores da comunidade e das ruas Padre Anchieta, Moacir Padilha e Araújo Pimenta.


Foto CLIN


“Os resíduos despejados irregularmente são coletados mais de uma vez por dia pela CLIN. Na área em questão a coleta é feita diariamente à noite pela Econit e durante o dia pelo 1° DLU. Esperamos que as campanhas educativas, que são realizadas frequentemente, consigam sensibilizar os moradores e fazê-los entender que somos responsáveis pelos resíduos que geramos e que é fundamental a participação da população para mantermos a cidade limpa e saudável’’, ressalta Cláudia Neves, presidente da CLIN.

Fonte: Prefeitura de Niterói


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Teto verde, um projeto que pode ser aplicado em imóveis em construção ou prontos


Mais uma matéria citando o Terraço Verde da minha casa. É uma ótima solução e recomendo para casas que possuam lajes, telhados com problemas ou pouca área de jardim.

Minha casa ganhou muito mais vista para o bairro, uma confortável e aprasível área de lazer e a temperatura da casa melhorou muito.

Veja em Terraço Verde: sua casa mais verde, mais agradável e com menos custos

Axel Grael




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Teto verde substituiu laje que era coberta com amianto - Bruno Carvalho / Divulgação


Técnica diminui a temperatura interior das residências em até 7 graus

por Júlia Amin

NITERÓI — No Rio, eles estão presentes em vários pontos cidade: Palácio Gustavo Capanema, Tribunal de Justiça, Village Mall. Todos esses edifícios chamam a atenção por seus tetos verdes — telhados cobertos com plantas e variados tipos de vegetação. Embora esse tipo de projeto ainda seja pouco visto nas áreas urbanas de Niterói, há pelo menos seis anos já é aplicado em residências, reforçando um tipo de construção sustentável e pouco agressiva ao meio ambiente.

Em 2009, a engenheira florestal Melina Goulart, de 29 anos, teve a ideia de transformar seu telhado em uma área verde. Os objetivos eram pessoais e coletivos: proporcionar um conforto térmico para a casa, no Engenho do Mato, — a temperatura pode diminuir em até 7 graus —, mas também contribuir com o microclima local. Além de evitar gerar calor, o telhado verde reduz o impacto dos alagamentos, visto que a vegetação retém a água da chuva. Melina convidou a arquiteta Camille Kurowsky, especializada em bioarquitetura e sustentabilidade, para executar o projeto, e o resultado foi mais do que positivo.

"Os objetivos eram pessoais e coletivos: (...) a temperatura pode diminuir em até 7 graus. (...) Além de evita gerar calor, o telhado verde reduz o impacto dos alagamentos, visto que a vegetação (OBS: e o solo) retém a água da chuva".



— Optamos por uma área com plantas rústicas e resistentes. A manutenção é muito simples. Em dias muito secos, eu faço uma irrigação — conta Melina.

Camille explica que todos os telhados podem ser adaptados para receber um teto verde. A obra consiste em remover as telhas, criar uma superfície plana, como um compensado de madeira, e depois acrescentar vários tipos de mantas. No caso de imóveis prontos, ela recomenda o tipo extensivo do telhado verde, com vegetação rasteira, como fez numa casa em São Francisco, onde ela transformou uma laje em espaço de lazer com horta, chuveirão e até churrasqueira.

Fonte: O Globo Niterói


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PARA SABER MAIS, LEIA TAMBÉM:

Minha casa, em São Francisco, Niterói, possui um telhado verde. Saiba mais em:
Terraço Verde: sua casa mais verde, mais agradável e com menos custos
TERRAÇOS VERDES: Opção sustentável para os imóveis
TERRAÇO VERDE: Projetos que usam plantas para recobrir telhados ganham, aos poucos, espaço nas lajes

Veja também em Teto Verde Arquitetura e Sustentabilidade

Leia texto de minha autoria que aborda o tema da construção sustentável:
Lançamento do Anuário do CADN - Clube de Arquitetura e Design de Niterói - 2014

Outras postagens sobre telhados verdes:
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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

PARQUES - GESTÃO: Lei que autoriza cobrança de ‘pedágio verde’ na Ilha Grande é aprovada


Paisagem da Ilha Grande - Eduardo Maia / O Globo


Mensagem do Executivo estadual cria ainda fundo para investir em PPPs em parques

por Emanuel Alencar 

RIO — Os deputados estaduais do Rio aprovaram por 42 votos a favor e 7 contra, na tarde desta quarta-feira, uma lei que autoriza a cobrança de uma espécie de “pedágio verde” para a entrada de visitantes em Ilha Grande, que é projegida por unidades de conservação. Um dos artigos da mensagem enviada pelo governador Luiz Fernando Pezão prevê “cobrança de tarifa de acesso rodoviário e marítimo, quando se tratar de estradas-parque e mar” e “limitação do quantitativo total de visitantes de transeuntes”. O valor da tarifa e o limite de visitantes, no entanto, ainda será definido após a conclusão de estudos e audiências públicas. A nova lei também cria uma destinação específica dentro do Fundo Mata Atlântica — formado por dinheiro de compensações ambientais de empreendimentos — para o governo do estado ajudar a iniciativa privada a investir em parques.

O projeto de lei 718/2015 recebeu 48 emendas, mas foram acatadas 22, que acabaram aglutinadas num único substitutivo. O adendo prevê ampla divulgação dos resultados financeiros do Fundo Mata Atlânica. O deputado estadual Carlos Minc (PT) disse que o projeto apenas altera, sem mudar significativamente, duas leis anteriores, de 2012. Ele defendeu as mudanças:

— As parcerias público-privadas (PPPs) dos parques têm o objetivo de garantir que uma empresa instala por exemplo um restaurante panorâmico, ou uma lojinha temática num parque. Então essa PPP desenvolveria atividades cujas finalidades não sejam fiscalização e gestão. Isso continua a cargo do estado. O empresário pode, por exemplo, botar 70% do dinheiro do empreendimento e o estado entrar com 30% — explicou Minc.

As PPPs dos parques são a grande aposta do secretário André Corrêa para fomentar o ecoturismo das unidades de conservação do estado. Há mudanças ainda na gestão do Fundo Mata Atlântica, que desde 2010 era de responsabilidade do Funbio, uma entidade civil sem fins lucrativos que tem contrato com a SEA (responsável pela supervisão) até dezembro deste ano. Cada empreendimento de grande porte, diz a lei federal, deve repassar ao menos 0,5% de seu custo total de implantação a uma unidade de conservação. É responsabilidade do órgão ambiental arbitrar o percentual, de acordo com o impacto do projeto. O dinheiro é usado, por exemplo, em ações de recuperação de áreas degradadas, na construção de sedes e na compra de veículos de fiscalização.

A nova lei garante a licitação da gestão e do controle do recursos do Fundo Mata Atlântica, que terá 10% destinados às PPPs.

Presidente da Fundação de Turismo de Angra dos Reis, Klauber Valente aplaudiu a medida, mas com ressalvas:

- Angra dos Reis apoia toda e qualquer iniciativa para ordenar o turismo em destinos muito procurados como a Ilha Grande que, de fato, precisa de um controle de acesso. Entendemos que o governo estadual tem o poder e o interesse de fazer o melhor por estas áreas de preservação ambiental. Só não podemos opinar, ainda, sobre os efeitos da PPP porque o estado não conversou com o município para dizer do que se trata. Estamos completamente no escuro. Sabemos que existe o projeto de se criar a taxa de visitação, mas não fomos ouvidos – disse Valente.

Fonte: O Globo






TRANSOCEÂNICA: Previsão de começo da escavação do túnel do lado de Charitas ainda este mês




Até o início de outubro, 50 metros do túnel estarão perfurados

02/09/2015 - Durante visita às obras da TransOceânica, no Cafubá, em Piratininga. na manhã desta quarta-feira (2/9), o prefeito da cidade anunciou que a previsão é que, na segunda quinzena de setembro, seja iniciada a perfuração do túnel Charitas-Cafubá no lado de Charitas. Para isso, segundo ele, serão feitas 16 desapropriações na região.

O chefe do Executivo municipal declarou ainda que, até o final de setembro e início de outubro, a expectativa é que 50 metros do túnel já estejam perfurados, conforme consta no cronograma das obras. Segundo ele, Niterói jamais teve uma obra deste porte.

"Esse projeto é sonhado há muitos anos e agora está saindo do papel. Vencemos mais de 50 etapas em órgãos de controle para iniciar as obras, que contam com a participação de engenheiros com experiência. Estamos na fase da embocadura do túnel e vamos começar a obra no lado de Charitas. A expectativa é que, em julho de 2016, haja o encontro e a perfuração esteja concluída", explicou.

O prefeito afirmou que a obra terá impacto positivo no trânsito da cidade.

"A obra da TransOceânica propõe um novo projeto de mobilidade para a cidade não só com o túnel sem pedágio mas como também com um BHLS, que é um BRT mais evoluído, transporte público com alta performance. A expectativa é que as pessoas que levavam até 1h20 até Charitas cheguem em 20 minutos. Vamos conseguir tirar o fluxo de vias importantes como a Presidente Roosevelt, Largo da Batalha, Marquês do Paraná, Roberto Silveira. Criaremos uma nova opção de deslocamento para o Centro do Rio e vamos conversar com o Estado para a implantação de uma estação de barcas em Charitas com preços mais acessíveis. Tenho certeza de Niterói será uma grande referência em mobilidade urbana", disse.

Além do túnel, a obra tem outra frente, a do trecho 8, que vai da Padaria Versailles até a entrada do Engenho do Mato. Neste local, estão sendo feitas a concretagem da pista do BHLS, além de drenagem e pavimentação.

Acompanharam o prefeito na visita, os secretários municipais de Obras, Vicente Temperini, de Urbanismo e Mobilidade Urbana, Verena Andreatta, de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa, de Desenvolvimento Econômico, Fabiano Gonçalves, o administrador regional da Região Oceânica, Carlos Roberto Boechat, além de vereadores.

A obra

A TransOceânica será uma via expressa de 9,3 quilômetros de extensão, e vai atender diretamente 11 bairros da Região Oceânica de Niterói. A previsão é de transportar cerca de 80 mil pessoas por dia. A primeira etapa é a construção do túnel. A obra completa ficará pronta em 24 meses.

A via contará com ônibus no sistema BHLS (Bus of High Level of Service), o primeiro implantado na América do Sul, equipados com ar-condicionado e com portas de ambos os lados. Pelo sistema, os passageiros poderão embarcar nos veículos em seus próprios bairros. Em seguida, os ônibus entrarão na faixa exclusiva do BHLS.

O ônibus fará o percurso do Engenho do Mato até Charitas em 25 minutos, passando por 13 estações e pelo túnel, que não terá cobrança de pedágio. O corredor viário também contará com ciclovia.

O investimento total da obra é de R$ 310.894.585,00, com recursos do governo federal e da Prefeitura de Niterói.

Fonte: Prefeitura de Niterói


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Prefeitura firma convênio com o CIEE e lança programa CRAS Vivo




A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) de Niterói lançou, na manhã desta quinta-feira (27/08), o programa CRAS Vivo, que irá proporcionar a oferta de oportunidades econômicas e sociais nos CRAS.

O lançamento, que foi no Solar do Jambeiro, também contou com a assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre o CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola) e a Prefeitura. O objetivo da parceria, que começará a funcionar a partir de segunda-feira (31/08), nos nove CRAS da cidade semanalmente, é o de emancipar e gerar oportunidades para as famílias usuárias das políticas de assistência social.

Para a secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Verônica Lima, o programa CRAS Vivo é importante porque desconstrói a ideia de que os usuários das políticas de assistência devem ir aos postos só para pegar os benefícios: Nós queremos mais dos CRAS, principalmente para os jovens são facilmente cooptados pelo crime. Queremos os CRAS Vivos e que sejam espaços de oportunidades para os que mais precisam", disse.




A partir de semana que vem, os CRAS de Niterói passarão a receber oficinas de cabelereiro, manicure, esporte e geração de renda, que serão ministradas por 18 oficineiros contratados através de uma emenda parlamentar; oficinas de fotografia, vídeo, redes sociais, blog’s e um sistema de cadastramento de oferta e demanda de oportunidades no mundo de trabalho para jovens, através da parceria com a BEM TV; será feita a intermediação de mão de obra através da parceria com o CDL e a qualificação dos jovens como aprendizes para o mercado de trabalho, através da parceria com o CIEE.

“Fico muito feliz com essa parceria que estamos firmando hoje. Agradeço à prefeitura por poder doar à comunidade de Niterói nossos serviços. Depois de cadastrados, os jovens dos CRAS ainda podem fazer 43 cursos on line e assistir a palestra presenciais que os preparará para o mundo do trabalho como jovens aprendizes ou estagiários”, declarou o superintendente executivo do CIEE, Paulo Pimenta Gomes.

O CIEE oferecerá serviço no CRAS de Vila Ipiranga e no CREAS do Largo da Batalha, as demais parcerias serão realizadas nos 9 CRAS e serão mantidas enquanto houver interesse de ambas as partes.

Para a secretária executiva da Prefeitura Maria Célia Vasconcellos, o CIEE tem um trabalho estratégico importantíssimo que, trabalhando em conjunto com a assistência, a educação e a saúde, permitirão avanços qualitativos significativos para Niterói: “o programa CRAS Vivo abre espaço para que os usuários busquem suas autonomias através da formação e da inserção no mundo do trabalho. Essa estratégia vai de encontro com o desafio que temos de não ter uma cidade partida.”

Atualmente, os CRAS oferecem serviços de: assistência social, orientação sobre o Programa Bolsa Família, cadastramento no Cadastro Único, acompanhamento familiar, psicólogo, atendimento de serviço social, orientação para tirar documentos, serviço de convivência por fortalecimento de culos comunitários, ações socioeducativas, orientação sobre o Benefício de Prestação Continuada, participação social, prevenção de áreas de risco, proteção e atendimento integral à família, dentre outros.

Confira o endereço dos CRAS:
1- CRAS Centro: Evaristo da Veiga, s/nº - Centro (ao lado do Colégio Liceu). Tel: 2613-6627.
2- CRAS Badu: Estrada Caetano Monteiro, 820 – Badu (antiga Legião). Tel : 2718-2263.
3- CRAS Preventório: Rua São Caetano, 30 – Charitas (próximo ao Hospital Psiquiátrico de Jurujuba). Tel: 2610-9617.
4- CRAS Região Oceânica: Estrada Francisco da Cruz Nunes, 6666 – Piratininga (em frente ao Itaipú Multicenter). Tel: 2608-1773.
5- CRAS Vila Ipiranga: Rua Tenente Osório, s/nº - Fonseca. Tel: 2625-3433.
6- CRAS Barreto - Rua Luiz Palmier, S/N – Barreto. Tel.:2613-6620 – para famílias do Barreto, Tenente Jardim e Engenhoca.
7 - CRAS Cubango - Rua Desembargador Lima Castro, 241 – Cubango.Tel.: 2625-4113
8 - CRAS Morro do Céu - Rua da Horta, nº 01 – Caramujo. Tel.: 2625-8046
9 - CRAS Jurujuba - Avenida Carlos Ermelindo Marins, nº 34

Fonte: Prefeitura de Niterói







ESPORTE PARALÍMPICO EM NITERÓI - Prefeitura fará convênio com a Andef visando treinamento de atletas para os Jogos Paralímpicos de 2016


Prefeito Rodrigo Neves com os atletas Pedro Neves, Jan Francisco, Zeca e Lucas, além da deputada Tânia Rodrigues (cadeira de rodas), e os secretários Carmem Fogaça e Bruno Souza.


Anúncio foi feito durante vista dos medalhistas de ouro do Parapan de Toronto ao prefeito 

01/09/2015 - A Prefeitura de Niterói informa que no próximo dia 21 de setembro, Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, assinará um convênio com a Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef) para que o município dê apoio e recursos para o desenvolvimento dos atletas que treinam na instituição, que é referência em todo o país. O anúncio foi feito nesta terça-feira (01/09) durante reunião do prefeito da cidade com quatro atletas que ganharam medalhas de ouro no Jogos Parapanamericanos, em Toronto, no Canadá.

Participaram do encontro o recordista das américas e medalha de ouro em salto à distância no Parapan, Pedro Neves; Lucas Ferreira de Araújo, que levou o ouro por equipes na Bocha; e José Carlos Guimarães, o Zeca, e Jan Francisco Brito da Costa, medalhistas do futebol de 7. Os quatro são atletas da Andef.

“Esses atletas são nossos heróis, vitoriosos em todos em todos os sentidos porque superaram todas as dificuldades e adversidades e se tornaram referência para nossas crianças e jovens. Niterói tem essa característica de ser uma cidade acolhedora, inclusiva, e por outro lado de ser uma cidade que ama o esporte. Por isso nós vamos assinar um convênio com a Andef, para que a instituição possa oferecer estrutura e dar um suporte permanente, com professores de educação física, fisioterapeutas e acompanhamento psicológico, ao Pedro e ao Lucas, que praticam modalidades individuais, e também a outros atletas da instituição para que possam também trazer medalhas na Paralimpíada 2016”, afirmou o prefeito.

O chefe do Executivo municipal também anunciou que no dia 3 de dezembro, Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, será inaugurada a primeira base do projeto Praia sem Barreiras, na Praia de Icaraí. O projeto consiste na instalação de uma rampa de madeira e uma esteira na areia da praia, na altura da cabine da Guarda Municipal, que vão auxiliar portadores de deficiência e de mobilidade reduzida no acesso até o mar. Vai disponibilizar ainda duas cadeiras anfíbias apropriadas para o banho de mar. Todo o trajeto será acompanhado por profissionais. A iniciativa será expandida para outras praias, como Itacoatiara, Itaipu e Piratininga, na Região Oceânica.

A secretária municipal de Acessibilidade e Cidadania, Carmem Fogaça, disse que Niterói é um celeiro de atletas, tanto olímpicos como paraolímpicos.

 “Nós temos na cidade a Andef, que já formou muitos campeões. O apoio que o prefeito anunciou para os atletas que treinam na Andef será muito importante. O resultado do Brasil nos Parapan deu muita visibilidade ao esporte praticados por atletas deficientes. Hoje você têm ídolos que são deficientes, coisa que a gente não via em outras épocas. É assim que trabalhamos a inclusão por meio do esporte”, disse.

Um desses ídolos é Pedro Neves, que foi recebido no Morro do Cavalão, onde mora, como um verdadeiro herói.

“Tivemos com o prefeito uma conversa muito proveitosa. Essa parceria com a Andef para apoio aos atletas paraolímpicos vai ajudar a nos preparar bem mais para os jogos Paralímpicos 2016. Niterói só tem a ganhar com isso, porque é uma potência no esporte paraolímpico. Quanto mais apoio vier, melhor tanto para a instituição quanto para os atletas”, afirmou.

Também participaram do encontro a deputada estadual Tânia Rodrigues; o secretário municipal de Esporte e Lazer, Bruno Souza; e João Carvalho, ex-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Fonte: Prefeitura de Niterói







terça-feira, 1 de setembro de 2015

NITERÓI CONTRA AS QUEIMADAS - Niterói forma primeira turma do curso de Defesa Civil contra queimadas em vegetação



Treinamento de voluntários: aula prática no Parque Estadual da Serra da Tiririca.


01/09/2015 - Cerca de 40 alunos da primeira turma de voluntários do curso de Defesa Civil contra queimadas em vegetação terão sua formatura nesta terça (01/09), às 19h, no Caminho Niemeyer. A partir desta data, os alunos – divididos entre membros da sociedade em geral e representantes da Cruz Vermelha, UFF e de grupos de escalada – já estão aptos a prestar apoio à Defesa Civil e aos Bombeiros em ações de combate em incêndio em vegetação no município.

A ideia do curso de voluntariado – NUDEC (Núcleo de Defesa Civil nas Comunidades) QUEIMADAS – surgiu com o lançamento do Programa Niterói contra Queimadas, coordenado pela Defesa Civil do município e pela Vice-Prefeitura. Somente em 2014, Niterói teve uma perda de cerca de 18% da área verde por conta dos quase 500 focos de incêndio na mata ao longo do ano. O pior período foi registrado em fevereiro. A área que mais sofreu foi o Morro da Viração.

O NUDEC QUEIMADAS é dividido em quatro módulos que ocorrem ao longo de quatro sábados consecutivos, fundindo teoria e prática ao propor palestras e dinâmicas no cronograma. Quando formados, os voluntários serão capazes de atuar em primeiros socorros, prevenção e combate ao incêndio em suas comunidades, além de serem capazes de perceber riscos geológicos na região.

A Defesa Civil de Niterói abrirá um novo curso em outubro. Os interessados em ingressar como voluntários no combate a incêndios em m vegetação devem ter mais de 18 anos e podem fazer sua inscrição pelo site: http://www.defesacivil.niteroi.rj.gov.br/

Fonte: Prefeitura de Niterói







NITERÓI DE BICICLETA - Entra em operação ciclofaixa da Marquês do Paraná



Operação da ciclofaixa vai acontecer em dois horários e locais distintos
Foto: Colaboração Marcelo Almeida


Percurso funcionou na parte da manhã e será estabelecido novamente à tarde, das 16h às 21h

Entrou em operação na manhã desta terça-feira (1) a ciclofaixa provisória da Avenida Marquês do Paraná, no trecho que vai da Rua Miguel de Frias, em Icaraí, até a Rua São Lourenço, ligando a Zona Norte da Cidade.

O percurso, que mede cerca de um quilômetro, é demarcado por cones e será implantado por uma semana em fase de testes para que, através dos dados colhidos nesse período de funcionamento, possa se ter material necessário sobre o impacto da real implantação da faixa exclusiva para ciclistas na região.

A operação da ciclofaixa vai acontecer em dois horários e locais distintos. Na parte da manhã ela vai ficar na pista sentido Icaraí entre 6h e 11h. Já no período da tarde a faixa será montada na pista sentido Centro, no mesmo horário da pista reversível, entre 16h e 21h.



Fonte: O Fluminense