sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Pacote de urbanização para a Teixeira de Freitas, no Fonseca



Pacote de urbanização prevê construção de um boulevard. Imagem: Divulgação


Entre as obras previstas estão a cobertura do canal que corta a via e a criação de um boulevard

A Rua Teixeira de Freitas, no Fonseca, será beneficiada com um pacote de urbanização da Prefeitura de Niterói. A ordem de início das obras será assinada no próximo dia 18. Entre as melhorias estão a cobertura do canal que corta a via e a criação de um boulevard com brinquedos e academia da terceira idade, como o que foi inaugurado na Engenhoca em novembro do ano passado. Também serão construídas uma quadra poliesportiva e uma sede administrativa.

O diretor de planejamento e captação de recursos da Emusa, Paulo Cesar Carrera, explica que a quadra poliesportiva será construída em uma área próxima a UMEI. “A quadra será coberta e faremos também os vestiários. O projeto inclui, ainda, a construção da sede administrativa da Teixeira de Freitas”, conta.

Com aproximadamente 90 metros, o canal que existe na via receberá uma cobertura como a que foi feita na Engenhoca. A área ganhará brinquedos infantis e aparelhos de ginástica para a terceira idade, além da iluminação.

Segundo Carrera, a previsão é de que as obras sejam executadas em um prazo de seis meses. O investimento total para este projeto é de aproximadamente R$ 2,3 milhões.


Fonte: O Fluminense












Estudo mostra a capacidade de redução de nitratos por ecossistemas de áreas úmidas



Wetlands are important for reducing excess nitrate flowing downstream.


Study shows wetlands provide landscape-scale reduction in nitrogen pollution

"Wetland complexes" in a watershed are very effective in reducing nitrate


January 29, 2018
Find related stories on NSF's Environmental Research and Education (ERE) programs at this link.

In agricultural regions such as the U.S. Midwest, excess nitrate from crop fertilizer makes its way into rivers and streams through subsurface drainage channels and agricultural ditches.

High nitrate concentrations in waterways can be harmful to ecosystems and human health, contaminating drinking water and eventually flowing downstream far enough to increase the size of the Gulf of Mexico's "dead zone."

A study published today in the journal Nature Geoscience by National Science Foundation (NSF)-funded researchers offers new insights into this problem: Multiple wetlands, or "wetland complexes" in a watershed, are extremely effective at reducing nitrate levels in rivers and streams.

Wetland complexes can be five times better at reducing nitrate than the best land-based nitrogen mitigation strategies, the scientists say.

"Agricultural productivity benefits the economy, but is often accompanied by environmental costs," says Tom Torgersen, director of NSF's Water, Sustainability and Climate program, which funded the research. "This study demonstrates that retaining or restoring wetlands in intensively managed agricultural watersheds would reduce nitrate in rivers and improve local water quality, while also reducing nitrate exports to the Gulf of Mexico hypoxic [dead] zone."

Using water samples collected over a four-year period from more than 200 waterways in the 17,000-square-mile Minnesota River Basin (MRB), along with geospatial information on land use in the MRB watershed, researchers isolated the effects of wetlands on stream and river nitrate concentrations.

The research produced a number of significant findings:
  • When stream flows are high, wetlands are five times more efficient at reducing nitrate than the best land-based conservation practices.
  • The arrangement of wetlands in a watershed is a predictor of the magnitude of nitrate reduction. When wetlands filter runoff from 100 percent of a drainage area, they are three times more effective at nitrate removal than when they filter runoff from 50 percent of a drainage area.
  • Nitrate reduction in temporary wetlands and in geographically isolated wetlands (those not connected to a river), such as wetlands that form in agricultural ditches, is largest during high stream flows.

"These are important steps toward recognizing that as we lose wetlands, we also lose the significant benefits they provide in pollution control," says Amy Hansen, a researcher at the University of Minnesota's St. Anthony Falls Laboratory and first author of the journal paper.

The contributions of small wetlands are especially important for the future, Hansen says. Climate forecasts predict increases in precipitation frequency and magnitude -- conditions under which wetlands play a significant role in reducing river nitrate.

"Our work shows that wetland restoration could be one of the most effective methods for improving water quality in the face of climate change and the increasing global demand for food," says paper co-author Jacques Finlay, an ecologist at the University of Minnesota.

Other co-authors of the paper are Christine Dolph of the University of Minnesota and Efi Foufoula-Georgiou of the University of California, Irvine.

The results of the research are advancing scientists' understanding of wetlands and their role in pollution control, according to the researchers, and providing guidance on wetland restoration siting and benefits.

Fonte: National Science Foundation




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Restauração Ecológica pode gerar retornos econômicos de US$ 23 bilhões nos próximos 50 anos na America Latina







PACTO PELA PAZ: Prefeitura de Niterói e organização social criam projeto contra violência



Pacto pela Paz. Projeto em parceria com organização social sediada em São Paulo pretende chegar a novas propostas de segurança e policiamento - Divulgação/Leonardo Simplicio/23-8-2017 / Terceiro


Por Che Oliveira

Especialistas vão elaborar Pacto pela Paz que deve ser assinado em abril.

NITERÓI – Especialistas em ciências sociais, direito, psicologia e geografia e integrantes do setor de segurança estão debruçados sobre números, programas, iniciativas e atividades desenvolvidas pela prefeitura de Niterói. Eles têm um objetivo: desenvolver projetos para intensificar o combate ao aumento da violência no município. O plano é envolver autoridades, sociedade civil organizada e empresários da cidade para firmar o Pacto Pela Paz, que tem previsão de ser assinado em abril entre a prefeitura e a Comunitas, uma organização social com sede em São Paulo.

A Comunitas reúne líderes empresariais empenhados no aprimoramento de investimentos sociais corporativos num modelo de governança compartilhada com o poder público. Por meio do programa Juntos, criado em 2012, a instituição dá suporte a administrações públicas a fim de promover melhorias na gestão. A diretora-presidente da Comunitas, Regina Célia Esteves de Siqueira, explica que Niterói entrou no radar da organização depois que estudos apresentaram uma oportunidade de mobilizar a população em torno de soluções para o problema:

— Há que se entender que a mudança não parte de uma área só. São ações transversais que permeiam toda a administração pública. Em Niterói, há uma chance muito grande de se conseguir estruturar um fundo de recursos que vem dos royalties do petróleo.

O prefeito Rodrigo Neves revela que as conversas começaram no ano passado. Para ele, já ficou provado que o setor público sozinho não será capaz de enfrentar os desafios de gestão:

— Quando a população decidiu rejeitar a proposta de armar a Guarda Municipal, ela apontou a necessidade de outras ações para coibir a violência. A troca de informações entre os especialistas da Comunitas e os técnicos da prefeitura já começou, e ela vai ser permanente daqui para frente com o objetivo de desenvolver ações que sejam compatíveis com a nossa realidade.

TRANSPARÊNCIA E PARTICIPAÇÃO

Para integrar o programa, o município precisa seguir uma série de critérios, entre eles assegurar transparência total no acesso aos dados da prefeitura e estimular a participação da sociedade na construção, criação e participação das decisões. Todo o custo com a contratação de consultoria e especialistas para desenvolvimento da frente de trabalho sai dos cofres da Comunitas. Para Alberto Kopittke, do Instituto Cidade Segura, de Porto Alegre, integrante da equipe, é preciso quebrar o discurso de que o município não pode cuidar de segurança pública.

— A visão atual confunde segurança pública com polícia. Vivemos de forma reativa: a cada semana se reage a uma crise numa determinada região com forças agindo de forma isolada, gastando recursos humanos e financeiros, mas cada um numa direção diferente. É necessário chegar a uma agenda comum. Vamos criar um Observatório de Segurança, com monitoramento integrado de dados, avaliando o que está funcionando e o que não está, de forma permanente. É bom ressaltar que o pacto não é do prefeito, é da cidade — diz o especialista em segurança.

Entre os consultores está Fernando Veloso, ex-chefe da Polícia Civil do Rio. Para ele, Niterói vai ter a oportunidade de olhar para o futuro com mais tranquilidade.

— Investimos muitos recursos nos últimos dez anos em repressão, mas não houve redução do nível de criminalidade para patamares aceitáveis. Já o investimento na prevenção é menor porque se trabalha na origem, antes de o problema acontecer. Essa linha de mais polícia, mais enfrentamento, mais fuzil, mais blindado, mais prisão, mais mortes não resolve — diz ele.

Em Pelotas (RS), onde o programa foi implementado em agosto passado, já houve avanços. Entre o mês do lançamento e dezembro, caiu 11% o total de crimes registrados, que englobam ameaças, roubos, furtos, crimes sexuais, lesões corporais e posse e/ou porte irregular ou ilegal de arma de fogo.

Fonte: O Globo










quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

OPORTUNIDADE: Niterói abrirá novo concurso público para a Guarda Municipal





Atenção, concurseiros: a Prefeitura de Niterói vai realizar concurso para Guarda Civil Municipal. O edital está em fase de elaboração e será divulgado ainda neste primeiro semestre.

Ao todo serão abertas 418 vagas e poderão concorrer ao cargo candidatos com nível médio completo e com carteira de habilitação na categoria B.

Com o concurso, o patrulhamento das ruas de Niterói vai ser intensificado, dando ainda mais visibilidade à atuação da Guarda Civil Municipal e ampliando o efetivo, que vai chegar a quase mil agentes.

Uma grande oportunidade, não é mesmo? Essa é mais uma iniciativa de muitas que foram implementadas para o avanço da Segurança Pública da cidade!

Fica ligado aqui na página, quando o edital estiver pronto nós divulgaremos


Fonte: Prefeitura de Niterói









Obra na Avenida Professora Romanda Gonçalves entra na reta final



Últimas intervenções na obra da Avenida Romanda Gonçalves. Obras serão concluídas na próxima semana. Foto Leonardo Simplício.


01/02/2018 – A obra de macrodrenagem e pavimentação da Avenida Professora Romanda Gonçalves, no Engenho do Mato, Região Oceânica, entra na reta final. Com 95% do projeto executado, a previsão é de que o trabalho seja concluído na próxima semana.

“Vamos concluir a pavimentação de um trecho de aproximadamente 500 metros e fazer as calçadas”, detalha o secretário municipal de Obras, Vicente Temperini.

Orçada em R$ 19 milhões, a obra que tem três quilômetros de extensão é fundamental para o bairro, já que possibilitará a microdrenagem de ruas do Engenho do Mato e do Maravista, além de evitar problemas de alagamentos na região.

A execução desta obra foi dividida em cinco fases: os trechos do Condomínio Colina Azul até a Rua César Donadel; da Avenida 2 até a Rua Adalgisa Monteiro; da Rua César Donadel até a Estrada Francisco da Cruz Nunes; do trecho entre a Rua República Dominicana (antiga Rua 23) e a Avenida 2; da Estrada do Engenho do Mato até a Rua República Dominicana.

Vicente Temperini enfatiza que a macrodrenagem da Avenida Romanda Gonçalves é importante para resolver os problemas de alagamentos desta região, além de ser uma via fundamental para o bairro, uma vez que é paralela à Avenida Central.

“Novas intervenções serão realizadas este ano na Região Oceânica. No Boa Vista, o canteiro de obras já está sendo montado. Os projetos executivos para o Maravista e o Serra Grande estão sendo realizados e para o Engenho do Mato e o Maralegre estão em fase de contratação”, diz Temperini.

Investimento – Nos últimos quatro anos e meio, só na Região Oceânica, a Prefeitura de Niterói investiu mais de R$ 100 milhões em obras de drenagem e pavimentação. Foram drenados e pavimentados bairros inteiros como o Cafubá, a Fazendinha e o Bairro Peixoto, e parte de Piratininga, Camboinhas, Maravista e Maralegre. São mais de 150 ruas, que nunca tinham recebido asfalto, com obras executadas.

No fim do ano passado, foi concluída a maior obra de macrodrenagem da Região Oceânica, que irá solucionar problemas de alagamentos que existem há décadas na Estrada Francisco da Cruz Nunes em áreas como o Trevo de Piratininga, e na região perto do motel Status. Este projeto também vai beneficiar o loteamento Santo Antônio. A Prefeitura de Niterói tem como meta drenar e pavimentar todas as ruas da Região Oceânica até 2020.


Fonte: Prefeitura de Niterói


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LEIA TAMBÉM:

RJ MÓVEL: Hoje participei do quadro do RJTV, da Rede Globo, falando sobre as obras da Av. Romanda Gonçalves
Entrevistas hoje no Bom Dia Rio (Túnel Charitas-Cafubá) e RJTV (obras da Romanda Gonçalves)
RJTV mostra compromisso cumprido pela Prefeitura de Niterói na Rua Machado, Caramujo
No RJTV de hoje, celebramos com a comunidade a obra de contenção de uma encosta na Rua Machado, no Caramujo, Niterói
Reportagem do RJTV - Um "Programão" na ILHA DA BOA VIAGEM
RJTV 2: NIterói ganha companhia destacada da polícia no Fonseca
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PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A FEBRE AMARELA



COMENTÁRIO AXEL GRAEL:

A Febre Amarela é um assunto da maior seriedade e está mobilizando os setores de saúde e de controle sanitário do país todo. No entanto, verifica-se que ainda há uma enorme falta de informação ou mesmo informações equivocadas que são repassadas pelas redes sociais e outras formas de comunicação. 

E o melhor antídoto para a boataria é a informação!

Pensando nisso, o Centro de Controle de Zoonoses publicou um texto esclarecedor no Blog do Centro de Controle de Zoonoses - Niterói/RJ, com perguntas e respostas sobre as dúvidas mais comuns da população sobre a Febre Amarela. Reproduzimos aqui o referido texto do CCZ.

O Centro de Controle de Zoonoses e de Doenças de Transmissão Vetorial Prof. Américo Braga é o órgão responsável pela prevenção, controle e diagnóstico de zoonoses urbanas (ex.: Raiva, Leishmaniose, Esporotricose, Leptospirose) e de doenças de transmissão vetorial (ex.: Dengue). Na cidade de Niterói (RJ), o CCZ está subordinado ao Departamento de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses - da Vice-Presidência de Atenção Coletiva, Ambulatorial e da Família -, Fundação Municipal de Saúde.

O blog do CCZ possui muitas outras informações interessantes sobre saúde, prevenção e controle de zoonoses urbanas e merece a atenção de lideranças comunitárias, profissionais do setor e quem mais se interessar pelo assunto. Não deixe de dar uma conferida.

Axel Grael
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói





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O que é febre amarela (FA)?

A febre amarela (FA) é uma doença viral febril aguda, causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópode), imunoprevenível (que pode ser prevenida com a vacinação), transmitida ao homem e a primatas não humanos (macacos), por meio da picada de mosquitos infectados.

Qual é a diferença entre febre amarela silvestre e urbana?

A Febre Amarela apresenta dois ciclos de transmissão epidemiologicamente distintos: a febre amarela silvestre (FAS), que ocorre em primatas não humanos (macacos) e os principais vetores transmissores são mosquitos silvestres (dos gêneros Haemagogus e Sabethes). O ser humano é contaminado acidentalmente, quando vai para áreas rurais ou silvestres que tem a circulação da febre amarela. O ciclo da Febre Amarela Urbana (FAU) envolve o Homem e é transmitido principalmente pelo Aedes aegypti.

Como a doença é transmitida?

A febre amarela silvestre é transmitida através da picada de mosquitos Haemagogus e Sabethes, que vivem em matas e vegetações à beira dos rios. A febre amarela urbana é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti (atualmente não temos casos de febre amarela urbana registrados no RJ). Quando o mosquito pica um macaco ou uma pessoa doente, que está com febre amarela, ele torna-se capaz de transmitir o vírus.

Onde ocorre a FA?

Os primeiros casos da febre amarela no Brasil surgiram no século XVII e, desde então, ela se fixou majoritariamente em áreas silvestres do nosso território. Nessas áreas, quem transmite o vírus da doença são os mosquitos Haemagogus e Sabethes e os macacos são os principais hospedeiros. Nos ambientes urbanos, onde o último caso foi registrado em 1942, o vetor é o popular Aedes aegypti.
Nas últimas décadas, a Febre Amarela (FA) tem sido registrada a ocorrência de casos e epizootias, além dos limites da área considerada endêmica (região amazônica), a exemplo do Espirito Santo, Bahia e Rio de Janeiro.

Quanto tempo leva para que a doença se tornar aparente?

De três a seis dias após ter sido infectada, a pessoa apresenta os sintomas iniciais.

Quais são os sintomas da febre amarela?

Os sintomas iniciais, que duram em torno de três dias, incluem febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. O quadro pode evoluir com diminuição da temperatura e alívio dos sintomas, provocando uma sensação de melhora no paciente, com duração de 1 a 2 dias. Em seguida pode reaparecer febre, diarreia e vômitos, com evolução para as formas graves da doença.

Nestes casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia, oligúria (produção de pouca urina), anúria (ausência de urina) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20-50% das pessoas que desenvolvem doença grave podem morrer.

O que você deve fazer se apresentar os sintomas?

Ao identificar alguns dos sintomas, procure um médico na unidade de saúde mais próxima e informe sobre qualquer viagem para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas e se você observou morte de macacos próximo aos lugares que você visitou. Informe, ainda, se você tomou a vacina contra a febre amarela, e a data.

A febre amarela é contagiosa?

A doença não é contagiosa, ou seja, não há transmissão de pessoa a pessoa ou entre animais e pessoas. É transmitida somente pela picada de mosquitos infectados com o vírus da febre amarela. É importante reforçar que os macacos não transmitem a doença.

Existe tratamento para a FA?

Não existe um tratamento específico. O médico deve tratar os sintomas, como as dores no corpo e cabeça, com analgésicos e antitérmicos. Salicilatos devem ser evitados (AAS e Aspirina), já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. O médico deve estar alerta para quaisquer indicações de um agravamento do quadro clínico. Os pacientes que necessitarem de hospitalização devem ter uma cuidadosa assistência, permanecendo em repouso, com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado.

Importante: Somente um médico é capaz de diagnosticar e tratar corretamente a doença.

Em quanto tempo sai o resultado de um exame para a identificação do vírus no sangue?

O exame de sorologia fica pronto em 48 horas. Existe também um exame mais específico e complexo que leva, no mínimo, 15 dias, por conta da técnica que é usada para o isolamento do vírus.

Como se previne a doença FA?

A principal forma de prevenção da FA é por meio da vacinação.

Quais outras medidas se previne a doença FA?

Recomenda-se que outras medidas de proteção individual sejam adotadas, principalmente para quem tem alguma contraindicação para receber a vacina como:

• Usar repelente de insetos de acordo com as indicações do produto;
• Proteger a maior extensão possível de pele através do uso de calça comprida, blusas de mangas compridas e sem decotes, de preferência largas, não coladas ao corpo, meias e sapatos fechados;
• Evitar, na medida do possível o deslocamento para áreas rurais e, principalmente, adentrar em matas, seja a trabalho ou turismo;
• Passar o maior tempo possível em ambientes refrigerados, uso de mosquiteiros e telas nas janelas.

Atenção às crianças menores de 9 meses de idade, pois não irão receber a vacina, devendo utilizar-se repelente de acordo com as orientações de faixa etária de cada produto, bem como utilizar mosquiteiros e ou ambiente protegido.

O que são áreas com recomendação de vacinação (ACRV) e áreas sem recomendação de vacinação (ASRV) e Área de Recomendação de Vacinação Parcial (ASRVP)?

• Área Com Recomendação de Vacinação (ACRV): Área com registro histórico de febre amarela (FA) silvestre e, portanto, com recomendação permanente de vacinação.
• Área Sem Recomendação de Vacinação (ASRV): Área sem registro histórico de FA silvestre e, portanto, sem recomendação de vacinação.
• Área de Recomendação de Vacinação Parcial (ASRVP): Área afetada quando registrada em regiões metropolitanas, com grandes centros urbanos e elevados contingentes populacionais, para efeito de priorização das populações sob maior risco e priorização da vacinação para bloqueio de foco.

Qual é a vacina febre amarela utilizada no país e oferecida pelo SUS?

Desde 1937, a vacina utilizada no Brasil, é composta de vírus vivo atenuado, contendo subcepa 17DD do vírus da febre amarela, cultivado em ovos de galinha embrionados livres de germes patogênicos. É produzida no Brasil, pelo Laboratório Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz, do Ministério da Saúde, credenciado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O que é dose fracionada da vacina febre amarela?

É a utilização de um quinto (1/5) de uma dose padrão (0,5 ml) da vacina febre amarela (VFA), ou seja, 0,1 ml. Retira-se do frasco da vacina uma dosagem menor do que habitualmente é utilizado. No entanto, a proteção e segurança da dose fracionada é a mesma do que a dose padrão.

Qual é a diferença da dose fracionada para a dose padrão?

A diferença está na dosagem e no tempo de proteção. Na dose padrão será aplicado 0,5 ml da vacina febre amarela, enquanto da dose fracionada será aplicado 0,1 ml. O tempo de proteção da dose padrão é para toda a vida, já com a dose fracionada ela tem duração de pelo menos 8 anos. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período.

Qual a via de administração da vacina febre amarela, dose fracionada?

Via injetável (subcutânea).

O que especialistas dizem a respeito da dose fracionada?

A Organização Mundial da Saúde, em julho de 2016, revisou evidências existentes que demonstraram que o uso de dose fracionada da vacina febre amarela proporciona proteção contra a doença similar à observada com o uso da dose padrão. Portanto, uma dose fracionada de 1,5, definida como 0,1mL foi recomendada para a utilização (dose padrão consiste de 0,5mL).

Qual é a validade da dose fracionada?

Estudos realizados por Bio-Manguinhos/Fiocruz apontam a presença de anticorpos contra febre amarela, após 8 anos, semelhante ao observado com a dose padrão neste mesmo período. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período.

Quando a dose fracionada da vacina febre amarela deve ser utilizada?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a utilização da dose fracionada em situações de surtos, quando existe o risco de expansão da doença em cidades com elevado contingente populacional e que exigem intensificação das estratégias de vacinação em curto período de tempo.

Por que a dose fracionada da vacina febre amarela deve ser utilizada?

O uso de doses fracionadas é a melhor maneira de ampliar o suprimento de vacinas e proteger o maior número possível de pessoas, impedindo, portanto, a propagação da febre amarela em situações de emergência.

Quem deverá ter avaliação dos serviços (tanto para a dose padrão como para a fracionada)?

• Crianças menores de 9 meses de idade;
• Mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade;
• Pessoas com alergia grave ao ovo;
• Pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 menor que 350;
• Pessoas em de tratamento com quimioterapia/ radioterapia;
• Pessoas portadoras de doenças autoimune;
• Pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).

Quem não pode tomar a vacina?

• Crianças menores de 9 meses de idade;
• Mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade;
• Pessoas com alergia grave ao ovo;
• Pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 menor que 350;
• Pessoas em de tratamento com quimioterapia/ radioterapia;
• Pessoas portadoras de doenças autoimune;
• Pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).

Quem são as pessoas que devem receber a dose padrão da VFA?

• Pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 maior que 350;
• Pessoas que terminaram tratamento de quimioterapia e radioterapia;
• Pessoas com doenças hematológicas (do sangue);
• Grávidas;
• Crianças de 9 meses a menores de 2 anos de idade;
• Viajantes internacionais também receberão a dose padrão, uma vez que o Regulamento Sanitário Internacional (RSI) ainda não autorizou a utilização da dose fracionada para a emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP). Deverá ser apresentado no ato da vacinação, comprovante de viagem (boleto de passagem área ou hotel, convite para participação em eventos internacionais, entre outros) para países que exijam o CIVP para entrada no país.

As pessoas que receberão a dose fracionada receberão o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP)?

Não, pessoas que irão viajar para países para que exijam o CIVP para entrada no país deverão receber uma dose padrão, pois somente essa é válida e dá direito a emissão do CIVP. Deverá ser apresentado no ato da vacinação, comprovante de viagem (boleto de passagem área ou hotel, convite para participação em eventos internacionais, entre outros) para países que exijam o CIVP para entrada no país.

A pessoa residente em município sem recomendação para vacinação contra febre amarela e que irá se deslocar para uma área onde está ocorrendo vacinação contra febre amarela com dose fracionada, deverá receber a dose fracionada ou dose padrão antes da viagem?

Deverá receber a dose padrão, 10 dias antes da viagem.

A pessoa residente no município onde está ocorrendo vacinação contra febre amarela com dose fracionada e que irá se deslocar para uma área com recomendação para vacinação (ACRV) deverá receber a dose fracionada ou dose padrão antes da viagem?

Deverá receber a dose fracionada de acordo com a estratégia local.

Como serão identificadas as pessoas que receberem a dose fracionada da VFA?

O Ministério da Saúde disponibilizará aos estados etiquetas adesivas para a identificação da dose fracionada administrada. Esta etiqueta deve ser preenchida e fixada na Caderneta de Vacinação.

Existe um maior risco de ocorrência de eventos adversos com uma dose fracionada da vacina?

A composição da dose fracionada é mesma vacina de dose padrão e é tão segura e eficaz quanto esta. Não há evidências de aumento de eventos adversos ao usar uma dose fracionada.

Como deve ser realizado o registro da dose fracionada?

Deve ser realizado nominalmente por meio de formulário próprio a ser utilizado pelos serviços de saúde do SUS. As informações contidas neste, devem ser digitadas exclusivamente no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) por meio do site http://sipni.datasus.gov.br para quem utiliza SIPNI online ou por meio do SIPNI desktop.

Depois de quanto tempo após receber a vacina febre amarela, eu posso doar sangue?

A doação de sangue só poderá ser feita após 28 dias do recebimento da vacina, com isso, o doador poderá procurar o serviço de hemoterapia para realizar a doação antes de receber a vacina.

Como proceder em relação à emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) diante da decisão de adotar o fracionamento da Vacina de FA nos estados SP, RJ e BA? Para tanto como se dará a diferenciação entre um comprovante de vacinação fracionado e o padrão?

Caso a pessoa que tomou a dose fracionada necessite do CIVP para viajar, deverá ser vacinada novamente com a dose padrão, respeitando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Deverão apresentar no ato da vacinação, comprovante de viagem (boleto de passagem área ou hotel, convite para participação em eventos internacionais, entre outros) e desta forma receberão a dose padrão.

Na caderneta de vacinação das pessoas que serão vacinadas com a dose fracionada haverá uma etiqueta que comprove o recebimento desta dose.

Maiores informações sobre os países que exigem vacinação para febre amarela podem ser obtidas por meio do link:
http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/quais-paises-exigem-vacina-de-febre-amarela-/219201?inheritRedirect=false

Quem são as pessoas que devem receber a dose fracionada da VFA?

Todas as pessoas a partir de 2 anos de idade sem comprovação de vacinação, inclusive idosos e indígenas, exceto aquelas com alguma contraindicação ou com recomendação de receber a dose padrão.

Se a pessoa não reside na área de recomendação da vacina ou não vai se deslocar a essas áreas, precisa vacinar?

Não, a vacina é recomendada para quem reside ou vai se deslocar para as áreas com recomendação para vacinação (ACRV).

Para maiores informações sobre estas áreas, acessar http://bit.ly/2DfpIcg e www.saude.gov.br/viajante

Todas as pessoas que vão viajar para São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia precisam se vacinar?

É necessário avaliar, exatamente, para onde a pessoa vai se deslocar nesses estados, pois existem as seguintes situações a serem consideradas:

• Área Com Recomendação de Vacinação (ACRV): Área com registro histórico de febre amarela (FA) silvestre e, portanto, com recomendação permanente de vacinação.
• Área Sem Recomendação de Vacinação (ASRV): Área sem registro histórico de FA silvestre e, portanto, sem recomendação de vacinação.
• Área de Recomendação de Vacinação Parcial (ASRVP): Área afetada quando registrada em regiões metropolitanas, com grandes centros urbanos e elevados contingentes populacionais, para efeito de priorização das populações sob maior risco e priorização da vacinação para bloqueio de foco.

No entanto, os viajantes com destino aos municípios destes estados (SP, RJ e BA) onde haja circulação do vírus ou registro histórico da doença, sobretudo àqueles que vão se deslocar ou pretendem realizar atividades na zona rural, áreas próximas ou dentro de florestas e que não estão vacinados, ou sem registro de vacina, devem ser vacinados dez dias antes da viagem. Estas pessoas estão mais expostas e apresentam maior risco de contrair a doença.

Os macacos representam algum risco para a população?

NÃO! Os macacos não são responsáveis pela transmissão, muito pelo contrário: esses animais servem como guias para a elaboração de ações de prevenção. A doença é transmitida por mosquito.
Os macacos infectados ao morrerem representam um alerta (evento sentinela) para as autoridades sanitárias e moradores de regiões com grandes populações de macacos. Portanto ao encontrar um animal morto comunique à Secretaria de Saúde.

O que devo fazer se encontrar macacos mortos em alguma região?

Ao encontrar macacos mortos ou doentes (animal que apresenta comportamento anormal, que está afastado do grupo, com movimentos lentos etc.), o cidadão deve informar o mais rápido possível às secretarias de Saúde do município ou do estado do RJ.

Em caso de encontrar animais doentes (ainda vivos) ou mortos, informe ao Centro de Controle de Zoonoses de Niterói pelo telefone (21) 2625-8441.
http://cczniteroirj.blogspot.com.br/2018/01/vigilancia-de-epizootias-em-niteroi.html

Animais encontrados nos demais municípios devem ser notificados para (21) 2333-3899 em horário de expediente ou (21) 98596-6553 após 17h, finais de semana e feriados.

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POSTOS DE VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AMARELA EM NITERÓI
http://cczniteroirj.blogspot.com.br/2018/01/niteroi-abre-mais-11-postos-de.html

NOTA TÉCNICA FEBRE AMARELA - Niterói
http://cczniteroirj.blogspot.com.br/2018/01/nota-tecnica-febre-amarela-niteroi.html

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Fontes das informações:

Ministério da Saúde /Blog da Saúde
Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro /Febre Amarela RJ
Prefeitura de Niterói


Fonte: Blog CCZ Niterói 












Artigo de Tasso Azevedo: "Vento tem dono?"






Deputados estão de olho em um naco das receitas do setor de energia eólica

Seria cômico se não fosse trágico. O Congresso se prepara para votar uma PEC que torna os ventos bens da União e permite a cobrança de royalties pelo aproveitamento energético eólico. Obra de um deputado do Piauí, relatada por outro de Pernambuco. Os ilustres representantes do povo estão de olho em um naco das receitas do setor de energia eólica, a fonte que mais cresceu em nossa matriz energética nos últimos anos.

Os argumentos do projeto de emenda constitucional são patéticos, indicando que a medida seria necessária para compensar os municípios, estados e a União pelas perdas do potencial turístico e outras atividades econômicas (sem apresentar uma única evidência para tal afirmação).

O que viria depois? Cobrar dos pescadores e velejadores por usar a energia do vento para mover as embarcações? Cobrar das companhias aéreas, paraquedistas ou até, quem sabe, dos meninos que empinam pipa por se apoiar no vento para voar? Se o Congresso legisla que vento tem dono, então poderia fazer o mesmo com a energia do sol. Daí o próximo passo seria cobrar dos agricultores por usar o sol para produzir alimentos, fibras e energia ou taxar cada residência que tenha aquecimento solar de água ou células fotovoltaicas.

"O que viria depois? Cobrar dos pescadores e velejadores por usar a energia do vento para mover as embarcações? Cobrar das companhias aéreas, paraquedistas ou até, quem sabe, dos meninos que empinam pipa por se apoiar no vento para voar?" 

O movimento é ainda mais absurdo quando se considera que o governo propôs, e o Congresso aprovou, no apagar das luzes de 2017, um generoso pacote de centenas de bilhões de reais de renúncia fiscal para o setor de petróleo e gás. Agora, parece querer compensar a perda de arrecadação cobrando pelo vento.

Quando mais precisamos lutar para reduzir emissões de gases de efeito estufa, o Brasil resolve ampliar o desserviço à nossa economia e à saúde do planeta ao incentivar energia fóssil e poluente e desincentivar a energia limpa e renovável.

"Quando mais precisamos lutar para reduzir emissões de gases de efeito estufa, o Brasil resolve (...) incentivar energia fóssil e poluente e desincentivar a energia limpa e renovável".

Para o Nordeste, quanto pior. A energia eólica já é a principal fonte de energia da região, provendo mais da metade da demanda de eletricidade. Traz emprego, renda, investimento e segurança energética para a região. Se ela se tornar menos competitiva, pode perder espaço nos leilões de geração para termelétrica e outros projetos em outras regiões do país. O tiro vai sair pela culatra. Vão matar a galinha dos ovos de ouro.

"Para o Nordeste, quanto pior". Se a "energia eólica (...) se tornar menos competitiva, pode perder espaço nos leilões de geração para termelétrica e outros projetos em outras regiões do país. O tiro vai sair pela culatra. Vão matar a galinha dos ovos de ouro".

Se é preciso aumentar a arrecadação sobre o setor de energia, que o façam com uma taxa extra sobre os combustíveis fósseis (por exemplo alterando a Cide), o que seria justificável e alinhado com o compromisso brasileiro para redução de emissões de gases de efeito estufa. Se, ainda assim, querem ser mais abrangentes, poderiam incluir um prêmio extra no valor da energia (de qualquer fonte), evitando reduzir a competitividade das fontes renováveis.

Se o Brasil decidir tomar posse do vento e cobrar royalties pelo seu uso, seria o único país do mundo a fazê-lo. Desta jabuticaba nós, definitivamente, não precisamos.

"Se o Brasil decidir tomar posse do vento e cobrar royalties pelo seu uso, seria o único país do mundo a fazê-lo".


Tasso Azevedo é engenheiro florestal


Fonte: O Globo










Operação Verão do Corpo de Bombeiros do RJ tem 11,3 mil salvamentos



Os militares reforçam a segurança dos banhistas com o auxílio de equipamentos como motos aquáticas e lanchas. Foto: Divulgação


Ação conta com efetivo de mais de 1,3 mil guarda-vidas em todo o estado


O Corpo de Bombeiros já realizou 11.300 salvamentos marítimos em todo o estado na Operação Verão, de novembro do ano passado até o último dia 28 de janeiro. A operação especial conta com efetivo de mais de 1,3 mil guarda-vidas, atuando em revezamento, em 200 postos de salvamento no Estado do Rio de Janeiro. Os militares reforçam a segurança dos banhistas nas praias com o auxílio de equipamentos como motos aquáticas, lanchas, botes, quadriciclos e aeronaves.

Segundo o comandante do 2º Grupamento Marítimo dos Bombeiros, tenente-coronel Glauco Lorite, o número de banhistas aumenta a cada ano e a prevenção é fundamental neste tipo de acidente.

“Algumas praias possuem uma corrente de retorno que acaba puxando o banhista para o alto mar. E o afogamento geralmente ocorre depois que a pessoa leva o corpo à exaustão, tentando sair da água. É muito importante que a população obedeça a sinalização. Na dúvida, a recomendação é não se expor ao risco, procurando um guarda-vidas antes de entrar na água”, explicou o tenente-coronel.

Drones - A ação tem contado com quatro drones para reforçar a segurança nas orlas fluminenses. Cada aparelho pesa no máximo 2 quilos e mede entre 50 cm e 60 cm de diâmetro.

A Operação Verão de 2017 registrou 23.822 salvamentos marítimos, entre novembro de 2016 e março do ano passado.

Treinamento - O Corpo de Bombeiros realizou o curso de Suporte Avançado de Vida em Afogamentos para 30 militares que atuam em atividades de resgate aéreo.

“Nosso plano é capacitar e recapacitar mensalmente os oficiais médicos até o final do ano através de instrução permanente”, afirmou o diretor da Diretoria Geral de Saúde (DGS), coronel Roberto Miúra.

A instrução contou com a participação de profissionais da DGS, do Grupamento de Operações Aéreas (GOA), do Grupamento de Socorro de Emergência (GSE) e do Centro de Educação Profissional em Atendimento.

Um dos alunos do curso, capitão-médico Yogo Muracami, já colocou em prática o aprendizado da capacitação. Em um fim de semana, três vidas foram salvas em Cabo Frio e em Arraial do Cabo.

“É uma oportunidade muito boa praticar o que aprendi no curso e nossa meta é baixar a zero os casos de óbitos durante as operações. Salvar vidas é algo inexplicável”, contou o capitão.


Fonte: O Fluminense
 










RESTAURAÇÃO FLORESTAL: INEA promove o II Encontro do Observatório Florestal Fluminense






O Instituto Estadual do Ambiente - Inea e a equipe do Portal da Restauração Florestal Fluminense convidam a todos para o II Encontro do Observatório Florestal Fluminense.

O Encontro do OFF é uma iniciativa do Serviço Florestal do Inea com o objetivo de discutir avanços e desafios, bem como promover a troca de experiências sobre a restauração florestal no estado do Rio de Janeiro.

O Portal da Restauração Florestal Fluminense é o canal permanente de comunicação das ações de restauração florestal no Rio de Janeiro. O OFF é parte disso na iniciativa de acompanhar a implementação dos compromissos ambientais, criar transparência e promover o envolvimento da sociedade no aumento de escala e qualidade das florestas fluminenses.




O tema central desse encontro será a nova Resolução Inea Nº 143/2017 que instituiu o Sistema Estadual de Monitoramento e Avaliação da Restauração Florestal - SEMAR.

Se você trabalha com restauração florestal no estado do Rio de Janeiro esta é uma excelente oportunidade para se atualizar sobre o tema e ficar por dentro da nova regulamentação do Inea.

Acesse aqui a programação completa do evento

Data: 23 de fevereiro de 2018.
Horário: 10h às 16h30
Local: Sede do Inea - Auditório Alceo Magnanini - Av. Venezuela, 110, 6º andar, Saúde, Rio de Janeiro - RJ.

Vagas Limitadas!!! inscreva-se aqui!

Maiores informações entrar em contato com através do e-mail restauracaoflorestalrj@gmail.com ou telefone (21) 2332-5521.


Fonte: Restauração Florestal Fluminense - INEA













INEA DEFLAGRA OPERAÇÃO PARA REPRIMIR PESCA ILEGAL EM ÁREA PROTEGIDA DE NITERÓI






Inea deflagra operação para reprimir pesca ilegal em área protegida de Niterói

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em conjunto com o Comando de Policiamento Ambiental (CPAm) realizou, na madrugada desta sexta-feira (26/1), uma operação de fiscalização para coibir a pesca predatória na Reserva Extrativista Marinha de Itaipu (Resex Itaipu), em Niterói, e na área marinha do Parque Estadual da Serra da Tiririca, que abrange partes dos municípios de Niterói e Maricá.

“Essas operações serão deflagradas em horários e dias aleatórios ao menos duas vezes por semana. A primeira operação do ano ocorreu na 1ª semana de 2018.” Disse Carlos Martins, gestor da Reserva Extrativista Marinha de Itaipu.

"O objetivo principal da fiscalização desta sexta-feira foi inibir a pesca predatória, praticada por embarcações industriais". 

O objetivo principal da fiscalização desta sexta-feira foi inibir a pesca predatória, praticada por embarcações industriais. Foram abordados alguns barcos que pescavam na área do parque, tendo um deles sido autuado por estar pescando na área conhecida como Enseada do Bananal, onde essa prática é proibida. A operação se estendeu até o início da tarde, com orientação dos pescadores presentes na área das unidades de conservação.

"Foram abordados alguns barcos que pescavam na área do parque, tendo um deles sido autuado por estar pescando na área conhecida como Enseada do Bananal, onde essa prática é proibida".

A Reserva Extrativista Marinha de Itaipu (Resex Itaipu) foi criada pelo Decreto Estadual nº 44.417 em 30 de setembro de 2013, no município de Niterói. É a primeira unidade de conservação estadual dessa categoria, compreendendo a área marinha adjacente às praias de Itacoatiara, Itaipu, Camboinhas e Piratininga, e a Lagoa de Itaipu, com área de cerca de 3.943,28 hectares.

"A RESEX Itaipu é a primeira unidade de conservação estadual dessa categoria, compreendendo a área marinha adjacente às praias de Itacoatiara, Itaipu, Camboinhas e Piratininga, e a Lagoa de Itaipu, com área de cerca de 3.943,28 hectares".

Dentro dos seus limites, são asseguradas a pesca amadora e artesanal praticada por pescadores de forma tradicional, sendo proibida a pesca industrial, a pesca predatória e o descarte de água de lastro ou óleo. É área de domínio público, com uso concedido às populações extrativistas tradicionais, cuja subsistência se baseia no extrativismo, com os objetivos básicos de proteger os meios de vida e a cultura dessas populações, e assegurar o uso sustentável dos seus recursos naturais.

Fonte: SEA