segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

COPA BRASIL DE VELA tem destaque no site da ISAF - International Sailing Federation



Robert Scheidt (BRA) takes first title of 2014. Kyra Mirsky


Brits And Brazilians On Form At Copa Brasil de Vela

Copa Brasil de Vela
Niterói, Brazil

Racing at the Copa Brasil de Vela concluded on Saturday 11 January with Brazilian and British sailors dominating the podium.

The event, held from 4 January on the beach of San Francisco, Niterói, Brazil, with racing inside and outside Guanabara Bay, featured Brazilian and overseas entrants seeking training on Olympic and Paralympic waters.

Those who were present could see first-hand the world sailing greats like Robert Scheidt, Bruno Prada and Marit Bowmeester (NED).

The first to sail on the final day was the 49erFX. The fighting was very fierce between the Martine Grael and Kahena Kunze (BRA) and Great Britain's Frances Peters Nicola Groves with tight tactical racing. In the end the Brazilians won the fight.

"The race today was very exciting and demanded much of our physical preparation because the wind was very fickle. We were very close to the public today and did very close manoeuvres," commented Grael.

"I could hear the narrator commenting on the race and it was cool as hell, even with this outcome. The organization is to be congratulated because it is very interesting to have this contact with the public, many people may not know what it was sport, and when out of the water, began to celebrate and shout Brazil. It was very good."

In the Laser, Robert Scheidt placed third in the Medal Race, but secured his first title in 2014 thanks to a strong qualification stage. The winner of the Medal Race was the Santa Catarina Matheus Dellagnelo, followed by Nick Thompson (GBR).

In the 49er, Dylan Fletcher and Alain Sign (GBR) had already secured gold ahead of the Medal Race. Brazilian duo Dante Bianchi and Thomas Low Beer took silver and André Fonseca and Mario Tinoco picked up bronze.

Dutch Olympic silver medallist Marit Bowmeester placed seventh in the Laser Radial Medal Race to secure the title. She was followed by Erika Reineke (USA) and Hannah Snellgrove (GBR).

Multihull veteran and Seoul 1988 bronze medallist in the Tornado Clinio Freitas and Barcelona 1992 Olympian Claudia Swan rolled back the years to take gold in the Nacra 17. The pair were consistent throughout the week and a Medal Race win sealed the deal

"The wind was completely crazy and we got lucky in picking the right bursts," said Swan post-race.

In the combined 470, the victory went to Sofian Bouvet and Jeremie Mion (FRA). Maria Fernadnda Sesto and Juan de la Fuente (ARG) took the Medal Race win whilst a fourth from the French pair was enough for them to seal it. Henrique Haddad and Bruno Bethlem (BRA) cane in third after a second in the Medal Race.

"We are very pleased and surprised with the result, nine regattas we only lost two for the Brazilians," said Haddad.

"We were anxious in the beginning and now we will get quieter in our next competition in Miami in two weeks. This result was important because from now on we will count not only with the support of Brazil, Navy as well as with the CBVela."

The British dominated the Finn with Giles Scott in the first, followed by Andrew Mills and Mark Andrews. Jorge Zarif, current world champion, was the first Brazilian in fourth place, just two points from the podium.

Patricia Freitas (BRA) had already secured the Women's RS:X victory in advance. Ricardo Santos also won the Men's RS:X title and was happy with his week, "I thought we were going to win, but not undefeated. I was quite pleased with the result and it's always good to train and compete here in the bay," he said.

Fonte: ISAF

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Saiba mais sobre a COPA BRASIL DE VELA:
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domingo, 12 de janeiro de 2014

ENSEADA LIMPA - resultados de balneabilidade de Charitas são animadores


PROGRAMA ENSEADA LIMPA AVANÇA
 
Encerramos ontem a Copa Brasil de Vela. O evento alcançou um grande destaque na mídia pela alta qualidade da disputa esportiva, pela forma inovadora de sua realização na areia da praia de São Francisco, mas também pelas declarações dos atletas que registraram a sua preocupação com a poluição da Baía de Guanabara.
 
Desde a minha adolescência luto pela despoluição da Baía de Guanabara, em particular da Enseada de Jurujuba. Dediquei-me a esta causa como ambientalista (através do MORE, do Movimento Cidadania Ecológica e IBG-Instituto Baía de Guanabara), através do Projeto Grael, como presidente da FEEMA, ... etc.
 
Agora, como vice-prefeito, tenho a oportunidade de promover avanços ainda mais efetivos. Para isso, com o apoio do prefeito Rodrigo Neves, estamos desenvolvendo o Programa Enseada Limpa, com o objetivo de despoluir a Enseada de Jurujuba.
 
A matéria abaixo, publicada neste domingo pelo jornal O Fluminense, refere-se à notícia que os índices de balneabilidade da Enseada de Jurujuba tem melhorado.
 
Os dados indicam que a qualidade das águas da Enseada de Jurujuba está melhorando e que a Enseada de Jurujuba será a primeira parte da Baía de Guanabara a ser despoluída. A Prefeitura de Niterói, através do Programa Enseada Limpa, tem trabalhado em várias frentes, incluindo ações de melhoria do saneamento, prevenção do lixo flutuante, com ações de melhoria da infraestrutura urbana e da qualidade ambiental em comunidades, contenção de encostas e implantação de um sistema de governança para a Bacia Hidrográfica, que inclui a criação de um Comitê de Bacia. 
 
Em 2013, estas ações ambientais representaram um investimento de mais de R$ 8 milhões, com prioridades para obras em São Francisco, na comunidade do Cascarejo (Jurujuba) e na Grota do Surucucu. A primeira prioridade das ações de saneamento foi erradicar algumas "línguas de esgoto" que ainda chegavam à Enseada e implantar rede de esgoto onde ainda não havia. Com as obras executadas as principais foram solucionadas.
 
No próximo dia 14 de janeiro, a Prefeitura de Niterói anuncia o plano e investimentos para 2014.
 
O trabalho de monitoramento da balneabilidade das águas da Baía de Guanabara, realizado semanalmente pelo INEA, mostrou que entre outubro e novembro de 2013 a praia de Charitas esteve em condições de balneabilidade durante cinco semanas. Veja os dados do INEA referentes a 2013. O resultado se repetiu na primeira semana de janeiro.
 
Creio que ainda seja cedo para que se possa concluir que os dados sejam resultantes dos investimentos já realizados, embora há anos não se verifiquem resultados tão animadores. Precisamos acompanhar os resultados dos próximos meses.
 
Estamos só no começo e ainda há muito caminho a percorrer, mas estamos certos que os resultados virão. Continuaremos trabalhando para isso.
 
Axel Grael
 
 
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O Fluminense, 12 de janeiro de 2014.


Praia de Charitas. Local volta a ser frequentado por banhistas. Critérios de balneabilidade do Inea incluem coleta e análise de amostras para verificar quantidade de coliformes. Foto: Leo Fonseca


Inea libera banho de mar na Praia de Charitas em Niterói

De acordo com o vice-prefeito Axel Grael, a limpeza da enseada de Jurujuba também está ajudando para melhorias na qualidade da água da praia entre outras iniciativas

Patrícia Vivas e Marcelo Almeida

As praias banhadas pela Baía de Guanabara surpreenderam moradores de Niterói neste ano, principalmente a de Charitas, que está por mais de um mês sendo aprovada para banho pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). A limpeza da enseada de Jurujuba está ajudando na qualidade da água.

Enquanto a praia de São Francisco não é considerada própria para banho desde 2010, em 2013, a praia de Icaraí foi aprovada apenas três vezes e a de Charitas, cinco vezes. Em 2012, a praia de Charitas não foi liberada para banho nenhuma vez, enquanto a de Icaraí foi liberada oito vezes.

Segundo o Inea, os critérios de balneabilidade são estabelecidos pela Portaria 274/200 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). São coletadas amostras e, de acordo com a quantidade de coliformes constatada no laboratório, a praia é considerada própria ou imprópria para o banho de mar. Além do exame da água, também são feitas inspeções visuais.

O boletim é divulgado uma vez por semana e existem vários fatores que podem influir na balneabilidade, como condições meteorológicas (chuva ou ressaca, por exemplo) ou investimentos em saneamento básico.

De acordo com o vice-prefeito de Niterói, Axel Grael, a aprovação para banho na praia de Charitas está ligada com a limpeza da enseada de Jurujuba, que foi iniciada em maio.

Segundo Axel, foi investido mais de R$ 8 milhões no projeto, sendo R$ 2,1 milhões investimento da concessionária Águas de Niterói.

Entre os fatores que estão ajudando na balneabilidade de Charitas, está o recadastramento do sistema de esgotamento sanitário, obras de contenção de encostas, e saneamento ambiental (combate a roedores) nos bairros de São Francisco, Charitas e Jurujuba.

O vice-prefeito afirmou que ainda há muito a ser feito, principalmente envolvendo obras de saneamento básico, que em algumas residências era inexistente e só foi implantado durante a realização do projeto. Axel destacou que a enseada de Jurujuba é uma área pouco afetada pela Baía de Guanabara e que por isso é possível tornar a região a primeira parte da Baía a ser despoluída.

Orientação – Segundo o Inea, é sempre recomendado que a população consulte a situação de balneabilidade da praia que pretende frequentar no site do instituto. Também é importante  seguir dicas simples, como evitar o banho de mar pelo menos até 24 horas após ocorrência de chuvas; evitar praias que são consideradas poluídas; não jogar lixo nas areias e não levar animais domésticos.

Com um sábado de sol e a temperatura chegando aos 38ºC, o niteroiense aproveitou o bom tempo para curtir as praias da cidade. Apesar de considerada imprópria para o banho, segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Praia de Icaraí recebeu muitos banhistas. As praias da Região Oceânica foram as mais procuradas e ficaram bem cheias.
 
Fonte: O Fluminense

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ALGUMAS AÇÕES PELA DESPOLUIÇÃO DA ENSEADA

Saiba o que está sendo feito para despoluir a Enseada de Jurujuba (Saco de São Francisco):
ENSEADA LIMPA: mutirão de limpeza na Grota do Surucucu é mais uma ação pela despoluição da enseada de Jurujuba
ENSEADA DE JURUJUBA LIMPA - despoluição começa a sair do papel
Autoridades de olho na poluição da Baía de Guanabara
Prefeitura de Niterói quer praias livres da poluição
Praia de São Francisco recebe projeto de recuperação de restinga
Dia Mundial de Limpeza das Praias recolhe 1 tonelada de lixo
Ação para combater a infestação de ratos em Niterói
Enseada de Jurujuba será despoluída
Niterói - Canal de São Francisco leva toneladas de lixo para a Baía de Guanabara
Equipe do Projeto Grael visita a Grota do Surucucu
Iniciativas do Projeto Grael na prevenção do lixo flutuante da Baía de Guanabara
Ecobarreira será implantada o Canal de São Francisco
Estados do Rio e Maryland se unem para despoluir Baía de Guanabara
RJ e Maryland debatem, em Niterói, cooperação para a despoluição da Baía de Guanabara

O que o Governo do Estado tem anunciado:
Projetos do Governo do Estado que prometem limpar a Baía de Guanabara até a Rio 2016
BAÍA DE GUANABARA TEM O PRIMEIRO PLANO CONTRA ACIDENTES AMBIENTAIS DO PAÍS
Rio assina acordo com norte-americanos para despoluir a Baía de Guanabara
Estados do Rio e Maryland se unem para despoluir Baía de Guanabara
RJ e Maryland debatem, em Niterói, cooperação para a despoluição da Baía de Guanabara



Niteroienses fazem o dever de casa e brilham na Copa Brasil de Vela


Boa performance garantiu vitória das brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze na competição. Foto: André Redlich

Cacau Swan/Clínio Freitas, Martine Grael/Kahena Kunze e Isabel Swan/Renata Decnop não deram chances aos rivais na e conquistaram suas respectivas competições

Com um belo dia de sol, aconteceu no sábado a “Medal Race”, derradeira regata da Copa Brasil de Vela. A competição que reuniu durante uma semana, cerca de 200 velejadores distribuídos nas dez classes olímpicas (Laser Radial e Standard, 470 masculino e feminino, RS:X masculino e feminino, 49er, 49er FX, Finn e Nacra 17), teve seu último ato na enseada da Praia de São Francisco, Zona Sul da cidade. Local diferente das outras regatas do evento, tendo em vista que as demais etapas aconteceram na Baía de Guanabara, raia olímpica dos Jogos do Rio, em 2016.

Conhecedores dos atalhos e perigos do local da disputa, os niteroienses deram um verdadeiro show e faturaram títulos nas classes 49erFX (Martine Grael e Kahena Kunze), Nacra 17 (Cacau Swan e Clínio Freitas) e 470 feminino (Isabel Swan e Renata Decnop).


Festa no pódio da Copa Brasil de Vela, competição que será realizada até 2016 na cidade. Foto: André Redlich

A primeira classe a entrar na água, a 49erFX, foi pura emoção do início ao fim. Logo na largada, Martine e Kahena optaram por sair próximo à praia, estratégia diferente das demais competidoras. Na segunda metade da primeira volta, a dupla brasileira pegou uma boa rajada de vento e encostou nas inglesas. Na segunda volta, todas as composições optaram pela estratégia inicial de Martine e Kahena, mas uma súbita falta de vento quase atrapalhou as pretensões da dupla brasileira. Contudo, na última curva, as brasileiras “acharam” o vento necessário para a vitória.

Desta forma, Martine e Kahena, foram as campeãs da 49erFX, seguidas pelas inglesas Frances Peters e Hayling e pelas também britânicas, Charlotte Dobson e Sophie Ainsuworth.

“A regata hoje (sábado) foi muito emocionante e exigiu muito do nosso preparo físico porque o vento foi bem inconstante. Ficamos muito próximo do público hoje e fizemos manobras bem pertinho dos banhistas, dava para escutar o narrador comentando a regata e foi legal para caramba, ainda mais com esse desfecho”, contou Martine Grael, que aproveitou para elogiar o evento.

“A organização do evento está de parabéns, porque é muito interessante ter esse contato com o público, muita gente talvez nem soubesse o que era o esporte e quando saímos da água começaram a comemorar e gritar Brasil. Foi muito bom”, completou a velejadora niteroiense.


Festa no pódio da Copa Brasil de Vela, competição que será realizada até 2016 na cidade. Foto: André Redlich


Na sequência, Cacau Swan e Clínio Freitas na classe Nacra 17, conquistaram mais uma vitória para o Brasil. Moradores da Cidade Sorriso, a dupla não escondeu a felicidade pela conquista dentro de casa.

“O evento foi muito bacana, a raia realmente nasci aqui e velejo desde sempre, e apesar das dificuldades conseguimos vencer a competição”, comentou Cacau.

A festa para Niterói ficou completa com a conquista de Isabel Swan e Renata Decnop na classe 470 feminina.

No quadro geral da competição, o Brasil conquistou seis títulos, seguido pela Inglaterra com duas conquistas. Holanda e França, faturaram um título cada.

Scheidt – Um dos melhores velejadores do mundo, detentor de cinco medalhas olímpicas (três na Laser e duas na Star), Robert Scheidt esbanjou vitalidade do alto dos seus 40 anos e sagrou-se campeão da classe Laser Standard ao chegar em terceiro na “Medal Race”. Apesar de iniciar o ano no lugar mais alto do pódio, Scheidt sabe que possui um grande caminho até 2016.

“Muito bom começar o ano ganhando uma competição dessas na raia olímpica com grandes nomes do Brasil e do exterior. Temos agora um longo caminho até 2016 e temos uma montanha alta para escalar. Até agora, minha idade avançada não tem sido um empecilho e estou de igual para igual com a molecada”, avaliou.

Fonte: O Fluminense



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VEJA OUTROS REGISTROS SOBRE A COPA BRASIL DE VELA REALIZADO NA PRAIA DE SÃO FRANCISCO, EM NITERÓI.

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Delegação da cidade de Guilin, na China, visita Niterói para planejar parceria



O vice cônsul-geral Huang Zhenyu (esquerda) e o Sr. Zhang Xiaowu, vice-presidente da The Guilin People's Association for Friendship with Foreign Countries (Associação Popular de Guilin para a Amizade com Países Estrangeiros).

Mostrando a Baía de Guanabara para os visitantes.

Assinando o Protocolo de Intenções.

Cumprimentando o chefe da delegação chinesa.

Recebendo presente.

Retribuindo presente.

Dirigentes da Prefeitura de Niterói posam com visitantes chineses na frente do Museu de Arte Contemporânea - MAC.

Conversando com a Sra. Wang Xiaoxia, vice-diretora do Escritório de Relações Internacionais de Guilin.

Fotos de Leo Zulluh

Na última sexta-feira, dia 10 de janeiro, recebemos em Niterói a delegação da Cidade de Guilin que esteve em Niterói a convite do governo municipal para tratar de uma parceria entre as duas cidades.

Localizada na Região Autônoma de Guangxi Zhuang, Guilin é uma cidade histórica, com mais de 2000 anos, com um belíssimo relevo de características cársticas (calcário), marcado por montanhas rochosas que encontram o Rio Li. Possui uma população com cerca de 5 milhões de habitantes (semelhante ao município do Rio de Janeiro), conta com grande diversidade cultural, abrigando cerca de 12 etnias.

Estas características fazem de Guilin um dos mais importantes destinos turísticos da China.



A bela cidade de Guilin, com sua impressionante paisagem. Divulgação.

Não muito longe de Guilin, estão sendo construídas as novas nove embarcações que foram adquiridas pelo Governo do Estado para operar nas linhas da Baía de Guanabara entre Niterói e a Praça XV.

O objetivo da parceria entre Niterói e Guilin é promover o intercâmbio e a cooperação nas seguintes áreas:
  • Educação e intercâmbio cultural
  • Turismo.
  • Tecnologia
  • Negócios: indústria e serviços
  • Esporte
  • Meio ambiente
A visita aconteceu em continuidade com os entendimentos mantidos com o Consulado-Geral da China no Rio de Janeiro, iniciados pela ocasião da visita da então Consul-Geral Chen Xiaoling a Niterói, em setembro de 2013.

No mesmo dia da visita da delegação de Guilin a Niterói, fomos recebidos pelo Cônsul-geral da China no Rio de Janeiro, o Sr. Song Yang. Na ocasião, o diplomata reafirmou o interesse em promover a aproximação entre Niterói e a bela cidade chinesa.

Axel Grael

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Saiba mais sobre a parceria com Guilin em:
Cônsul-Geral da China, Chen Xiaoling, visita Niterói
 
 
 
 

 

MARTINE E KAHENA GANHAM A COPA BRASIL DE VELA EM NITERÓI


Martine Grael e Kahena Kunze deram o bordo da praia, buscando as rajadinhas sopradas pelo público, e tiveram sucesso. Venceram a Medal Race e conquistaram o título da Copa Brasil de Vela, na classe 49erFX. Foto Axel Grael

Torben Grael, no bote, observa a performance da filha Martine Grael, que se encaminha para a boia de contravento. Foto Axel Grael.


Velejadoras se preparam agora para competir nos EUA. Scheidt é superado na regata final, mas assegura o título graças ao bom desempenho ao longo da semana

A Praia de São Francisco, em Niterói, foi o cenário para a Copa Brasil de Iatismo, encerrada neste sábado. Na classe 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze, líderes do ranking mundial, ficaram com o título. Neste domingo, viajam aos EUA, onde irão buscar o bi no Norte-Americano, a partir do dia 18, e na Copa do Mundo de Miami, a partir do dia 26.

— A regata hoje foi muito emocionante e exigiu muito do nosso preparo físico porque o vento foi bem inconstante. Ficamos muito próximos do público hoje e fizemos manobras bem pertinho dos banhistas, dava para escutar o narrador comentando a regata e foi legal para caramba, ainda mais com esse desfecho. A organização do evento está de parabéns porque é muito interessante ter esse contato com o público, muita gente talvez nem soubesse o que era o esporte e, quando saímos da água, começaram a comemorar e gritar Brasil. Foi muito bom — declarou Martine Grael.

Já Robert Scheidt levou mais um título na Laser, após o que chamou de semana inspirada. Com sete vitórias em nove regatas, o mais importante nome mundial dessa classe conquistou o título. O terceiro lugar na regata da medalha, neste sábado (11), foi suficiente para superar o inglês Nick Thompson, vice-campeão, e o catarinense Matheus Dellagnelo, medalha de bronze.

— Tive um desempenho bem consistente, foi um belo começo de ano — declarou Scheidt, que aproveitou a competição para testar o local onde a vela será disputada nos Jogos do Rio em 2016. — Velejamos a cada dia em uma área diferente, tivemos a oportunidade de experimentar todas as raias que serão utilizadas na Olimpíada, inclusive fora da Baía de Guanabara.

Segundo Scheidt, o vento demorou a entrar na raia, que se tornou mais difícil.

— O vento não estava firme, no início da regata, e eu comecei mal. Consegui me recuperar e terminei em terceiro. Não fiz nada excepcional, mas estou muito feliz por ter conquistado o título — explicou Scheidt, cujo próximo desafio será a etapa de Miami da Copa do Mundo. — Devo disputar algumas etapas da Copa do Mundo, neste ano, mas, da mesma forma como em 2013, não vou me preocupar com o ranking. Vou priorizar a qualidade na minha preparação. O foco é o evento-teste para a Olimpíada, em agosto, no Rio de Janeiro, e o Mundial da Federação Internacional (Isaf), em Santander, em novembro.

Ainda na classe Laser, o vencedor da regata da medalha foi o catarinense Matheus Dellagnelo, seguido pelo inglês Nick Thompson.

— O vento estava muito rondado e diminuiu muito na terceira perna. Consegui segurar os outros velejadores e fazer uma regata perfeita. Regata da medalha tem dessas coisas — disse Matheus, comemorando a vitória sobre Scheidt. — É sempre bom ganhar dele. Ele dominou a semana inteira, hoje foi a minha vez.

Na 49er, os ingleses Dylan Fletcher e Alain Sign foram os vencedores, e na Finn, o inglês Giles Scott, que superou o brasileiro Jorge Zariff, atual campeão mundial e melhor atleta do país no ano, em eleição do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Os franceses Bouvet Sofian e Mion Jeremie brilharam na 470. Ricardo Winicki, o Bimba, e Patrícia Seixas foram campeões masculino e feminina da RS:X. Na Laser Radial, a holandesa Marit Bowmeester subiu ao topo do pódio dessa classe. Na Nacra 17, vitória do casal Clinio Freitas e Cacau Swan tanto na regata da medalha quanto no acumulado do campeonato.

As regatas foram realizadas próximas ao público, contou com a presença de brasileiros e estrangeiros que buscam as vagas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Nos outros dias as regatas foram disputadas nas futuras raias dos Jogos, dentro e fora da baía de Guanabara. Neste sábado, porém, as finais foram feitas na enseada de São Francisco, bem próximas ao público. E quem esteve presente pôde ver de perto grandes nomes do iatismo mundial como Robert Scheidt, Bruno Prada e a inglesa Marit Bowmeester, medalhista de prata na classe Laser Radial em Londres. As largadas das primeiras regatas foram dadas depois das 15h, com o vento fraco.

Na Laser Radial, pódio 100% internacional. A holandesa Marit Bowmeester, sétima colocada na regata da medalha, garantiu o título da competição, seguida pela inglesa Erika Reineke e pela americana Hannah Snellgrove. Fernanda Decnop, de Niterói, foi a primeira brasileira na classificação e comemora o bom resultado do dia:

— Eu larguei em primeiro e optei por administrar a regata. Tinha que marcar algumas velejadoras para garantir o quarto lugar geral, então outras acabaram me passando. No final, terminei em terceiro, bem pertinho da segunda.

Beijo da vitória. Clinio de Freitas (medalhista olímpico com Lars Grael, na Classe Tornado) e Cacau Swan comemoram a vitória na Classe Nacra 17. Foto Betina Sasse.

Na Nacra 17, vitória do casal Clinio Freitas e Cacau Swan tanto na regata da medalha quanto no acumulado do campeonato.

— O vento estava completamente maluco e nós demos sorte em pegar as rajadas certas — disse ela, que participou dos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992.

Na classe 470, em que homens e mulheres excepcionalmente correram juntos, a vitória foi dos franceses Sofian Bouvet e Jeremie Mion. Eles ficaram em quartos lugar na regata da medalha, abrindo três pontos sobre os argentinos Maria Fernanda Sesto e Juan de La Fuente. Henrique Haddad e Bruno Bethlem foram os primeiros brasileiros, na terceira colocação geral e segundo lugar na regata da medalha.

— Ficamos muito contentes e surpresos com o resultado, das nove regatas nós só perdemos duas para os brasileiros. Estávamos ansiosos no começo e agora chegaremos mais tranquilos na nossa próxima competição, em Miami, daqui duas semanas. Este resultado foi importante, pois de agora em diante contaremos não só com o apoio da Marinha do Brasil, como também com o da CBVela — disse Haddad.

Na Finn, mais um pódio internacional. Os ingleses dominaram a classe com Giles Scott em primeiro, Andrew Mills em segundo e Mark Andrews em terceiro. Jorginho Zarif, atual campeão mundial da classe, foi o primeiro brasileiro, na quarta colocação, a apenas dois pontos do pódio.

Entre os RS:X, Patrícia Freitas já havia garantido a vitória por antecipação, na sexta-feira, último dia da fase classificatória. Ricardo ‘Bimba’ Winicki também conquistou o título, invicto, após a disputa da regata da medalha.

— Achei que fosse ganhar, mas não invicto. Fiquei bastante contente com o resultado e é sempre bom treinar e competir aqui na baía de Guanabara — disse ele.

Fonte: O Globo

sábado, 11 de janeiro de 2014

ULTIMO DIA DA COPA BRASIL DE VELA: a partir das 13 hores, será disputada a Medal Race


Os atletas precisaram se refrecar diante do sol forte em Niterói. Foto: André Redlich


Perigo invisível na Copa Brasil

Enfrentando condições extremas dentro da Baía de Guanabara, velejadores comentam como driblam os perigos do sol e o calor

Mais do que a competição entre os próprios atletas, a disputa da Copa Brasil de Vela, que vem sendo realizada durante esta semana na praia de São Francisco, Zona Sul de Niterói, está retratando a capacidade de adaptação dos competidores as condições extremas encontradas na Baía de Guanabara – raia oficial dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. No penúltimo dia do evento, após mais uma bateria de regatas, o desgaste e cansaço ocasionado pelo sol, calor e a salinidade era visível no semblante cansado dos velejadores. O destaque do dia ficou por conta da vitória de Patricia Freitas, na classe RS:X, que assegurou seu título na categoria.

Por volta das 17 horas de ontem, praticamente todos os atletas inscritos na Copa Brasil já haviam ancorado seus barcos na areia e após guardarem os equipamentos, como em uma procissão, se dirigiam para os chuveiros prontos para retirar o sal e o suor depois do trabalho nas regatas. Ontem, segundo o site “Climatempo”, especializado em meteorologia, a máxima em Niterói chegou à 34º, com o índice de radiação UV avaliado como alto. A exposição direta e sem proteção a essas condições prejudica os atletas com desidratação, fadiga excessiva, insolação, queimaduras, etc.

Confirmando seu favoritismo a cada bateria de regatas, o bicampeão olímpico Robert Scheidt vem liderando a classe Laser da Copa Brasil, mas não negou que as condições do clima vem atrapalhando seu desempenho.

“Realmente está complicado, inclusive estou com um probleminha no olho por causa desse tempo. Mas velejo desde os nove anos de idade então você sempre está exposto ao clima e no Brasil é assim”, explicou o velejador, acrescentando.

“Eu procuro me proteger bem para não sofrer com isso, usando pomadas, roupas à prova dos raios UV e assim vamos resistindo”.

Já o velejador gaúcho Samuel Albrecht, parceiro de Georgia Rodrigues na classe Nacra 17, explica que o “perigo invisível” da radiação solar e do calor fazem parte da prática do esporte náutico. Mas as condições extremas são um obstáculos que todos os competidores devem superar.

“Na verdade quem é profissional da vela encara esse problema quase que diariamente. Mas não é o suficiente e ao longo do tempo você acaba sofrendo consequências dessa exposição. Amanhã (hoje) decidimos o campeonato e posso dizer que estamos preparados, porque as condições são iguais para todo mundo, então acho que estamos bem para enfrentar essa regata independente do calor e do sol”, explicou o atleta, que está com a vice-liderança na disputa de sua categoria.

Campeãs – A bateria de regatas de ontem acabou coroando as primeiras campeãs da Copa Brasil de Vela: Patricia Freitas e Marit Bowmeester. A brasileira, que vem “sobrando” na classe RS:X feminina, chegou na frente em mais duas regatas ontem e conquistou o título da categoria por antecipação.

Já a holandesa Marit Bowmeester também continuou impondo seu ritmo forte na bateria de ontem e, mesmo com uma desclassificação, venceu uma das regatas e se sagrou campeã da classe Laser Radial.

Entre os niteroienses, os principais destaques seguem com Clínio Freitas e Cacau Swan, que lideram a Nacra 17, e Martine Grael e Kahena Kunze, que estão na vice-liderança da categoria 49er FX.

Hoje está prevista a realização da “Medal Race”. Nesta regata especial os atletas melhores colocados de suas respectivas classes irão concorrer a uma disputa com pontuação dobrada, por isso a tendência é de um dia de ainda mais foco dos velejadores na Baía de Guanabara, principalmente em função da Copa Brasil ser avaliada como critério da CBVela para começar a definir a equipe principal de velejadores que irão disputar os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Fonte: O Fluminense


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Prefeitura do Rio vai incluir 37 ruas no mapa cicloviário de Copacabana


Copacabana vai ganhar mais 13,87 km de ciclovias Marcos Tristão / Agência O Globo (30/07/2011)


Com mudanças, Rio saltará de 346 km de ciclorrotas para quase 360 km
RIO — Copacabana promete virar o bairro preferido dos ciclistas, se um novo projeto da prefeitura ganhar o respeito dos motoristas. A Secretaria municipal de Meio Ambiente inicia, nesta segunda-feira, uma série de intervenções para incluir 37 ruas ao mapa cicloviário da região. Atualmente, Copacabana conta com ciclofaixas nas ruas Figueiredo Magalhães e Xavier da Silveira, além da ciclovia na orla. Até o fim deste semestre, no entanto, tachões criarão um novo espaço para as magrelas nas ruas Tonelero (a partir da Figueiredo Magalhães) e Pompeu Loreiro, passando pelo Túnel Major Vaz. Além desse eixo longitudinal, que cortará o bairro por dentro, paralelamente à praia, outras 35 vias secundárias passarão a ser de uso compartilhado entre carros e bicicletas, com preferência para a turma do pedal. Ali, ônibus, motos e automóveis não estão autorizados a ultrapassar os 30 km/h.

— Nessas vias, os carros são tolerados pelos ciclistas, e não o contrário — explica o subsecretário de Meio Ambiente, Altamirando Fernandes Moraes. — A CET-Rio já havia diminuído a velocidade máxima em algumas dessas vias. Agora, vamos incluir farta sinalização, entre placas e pinturas no chão, dando ênfase para a questão da preferência para quem está sobre a bicicleta.

O projeto inclui ainda uma ação educacional nas vias. Entre elas, Ronald de Carvalho, Belford Roxo, Hilário de Gouvêa, Constante Ramos, Barão de Ipanema e Djalma Urich. A ciclovia da Avenida Atlântica e a ciclofaixa da Rua Xavier da Silveira terão suas pinturas melhoradas. O projeto todo abrange 13,87 km do bairro. Com isso, o Rio saltará dos atuais 346 km de ciclorrotas para quase 360 km, uma das maiores extensões cicloviárias da América Latina, junto com Bogotá. A meta, segundo Moraes, é terminar com ano com 380 km de ciclorrotas e chegar às Olimpíadas com 450 km.

A combinação de congestionamento e falta de vagas faz com que muitas pessoas optem pela bicicleta para fazer pequenos deslocamentos em Copacabana, ressalta o subsecretário, que é morador do bairro e ciclista. Números levantados pela ONG Transporte Ativo confirmam a preferência pelas magrelas. Num período de 12 horas, a entidade contabilizou 700 bicicletas percorrendo vias do bairro. Em outra pesquisa, realizada em 2013, a ONG concluiu que são realizadas 11.500 entregas por meio de magrelas diariamente em Copacabana. Todo tipo de carga — de cachorros banhados e tosados em pet shops a pães franceses — chega às casas dos clientes à base de pedaladas.

— São 33 mil viagens diárias no bairro, sendo que 38% são para entrega de mercadorias — afirma Zé Lobo, diretor-presidente da ONG Transporte Ativo. — Essa mudança nas vias secundárias será muito importante para dar mais segurança aos ciclistas e melhorar a convivência no bairro. Vários moradores reclamam que os entregadores, muitas vezes, usam a calçada, o que deve diminuir bastante.
Para o oceanógrafo Vinícius Pinheiro Palermo, de 35 anos, a novidade pode melhorar a cultura dos motoristas em relação aos ciclistas:

— Muitos não respeitam quem está de bicicleta, e essa mudança ressalta a importância desse tipo de transporte — disse ele ontem, ao retornar para sua casa no Humaitá, vindo de Copacabana.

Fiscalização e maior vigilância da sociedade

Nem sempre demarcar áreas destinadas aos ciclistas resolve o problema daqueles que optam pela magrela para se deslocar. A falta de educação no trânsito continua sendo um obstáculo aos ciclistas, mesmo nas ciclofaixas. Diariamente, é comum ver carros e, principalmente, veículos de carga fingindo não notar os tachões, gelos baianos e as pinturas no chão. Ontem, um caminhão invadiu parte da ciclofaixa da Rua Figueiredo Magalhães para entregar galões de água a um estabelecimento da via. Ao ser abordado, Isaías Santana, responsável pela entrega, deu a seguinte desculpa:
— As vagas de carga e descarga estão ocupadas por carros de passeio e são do outro lado da rua. Como vou atravessar carregando vários galões?

O subsecretário Altamirando Fernandes Moraes reconhece o problema, mas diz que os motoristas estão cada vez mais conscientes. Os avanços seriam fruto de melhorias na fiscalização da Guarda Municipal e da vigilância da própria sociedade, afirmou:

— O aumento no número de bicicletas circulando faz que esse processo educativo caminhe e que as próprias pessoas cobrem mais respeito.

Zé Lobo, da ONG Transporte Ativo, concorda e diz: abusos de carros não são exclusivos do Rio.
— Já vi essa invasão até na Europa. Mas não há como negar que houve uma melhora muito grande.

Fonte: O Globo




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Reduto. Camboinhas atrai tanto ciclistas profissionais quanto aqueles que querem apenas fazer um passeio Felipe Hanower / Felipe hanower


Um dos destinos prediletos é a Praia de Camboinhas. Todos os dias, da manhã à noite, dezenas de ciclistas circulam pela orla

Gabriel Menezes

NITERÓI - Em tempos de trânsito caótico e preocupação ambiental, a bicicleta é um meio de transporte que vem ganhando cada vez mais destaque. Na cidade, o projeto da prefeitura "Niterói de Bicicleta" busca melhorar as condições de mobilidade com o veículo. É verdade que ainda há muito a ser feito, a começar pela conscientização dos motoristas, para que respeitem mais o ciclista e seu espaço. Mesmo assim, os adeptos da “magrela” surgem em todos os cantos, diariamente. E lugares bons para pedalar não faltam.

Um dos destinos prediletos é a Praia de Camboinhas. Todos os dias, da manhã à noite, dezenas de ciclistas circulam pela orla.

O servidor público Lucas Batista é um deles. Ele conta que acorda às 5h30m para pedalar durante duas horas.

— Gosto da Praia de Camboinhas porque é um local onde posso pedalar com um pouco mais de segurança. Além disso, os ciclistas da região se tornaram amigos — diz Batista.

Outra boa opção para os ciclistas é participar de um passeio que começa em frente ao Museu de Arte Contemporânea (MAC), na Boa Viagem, e segue até Itacoatiara. O evento é gratuito e acontece a cada 15 dias.

De acordo com a organizadora, Flávia Carvão, o circuito tem 45 quilômetros (ida e volta) e subidas íngremes. Por isso, é preciso que o participante tenha um bom condicionamento físico.

— Partimos do MAC e tentamos passar sempre pelos locais que contam com ciclovias. Claro que, em vários trechos, ainda é preciso pedalar pela rua, mas circulamos com cuidado e tudo dá certo — diz Flávia.

Ela conta que iniciou o projeto há dois anos e que, de lá para cá, as condições para pedalar pela cidade melhoraram, apesar de os ciclistas ainda enfrentarem dificuldades no trânsito.

— Continua sendo um pouco complicado, mas sinto que os motoristas estão se educando. O quadro se torna mais favorável para nós a cada dia — afirma Flávia.

A próxima edição acontece amanhã, a partir das 10h30m. Para participar, basta chegar ao ponto de encontro na hora marcada. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail flaviacarvao@gmail.com

Fonte: O Globo



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CICLOPATRULHAS: Frequentadores elogiam o reforço na segurança do Campo de São Bento


Segurança no parque deixa local mais tranquilo, principalmente nas férias. Foto: Lucas Benevides

Patrícia Vivas

Quem costuma frequentar o parque elogia as ações realizadas pela Guarda Municipal em parceria com a Assistência Social que já recolheu moradores de rua na área em Icaraí

Desde que a Secretaria de Ordem Pública (Seop) de Niterói reforçou a patrulha do Campo de São Bento, em Icaraí, pelo menos quatro moradores de rua foram retirados do local com a ajuda do serviço social e de funcionários da Companhia de Limpeza de Niterói (Clin).

Segundo a guarda municipal Leila, que faz a segurança do parque, a parceria tem ajudado a tornar o lugar mais tranquilo.

“O serviço social tem ajudado na retirada dos moradores de rua que insistem em se agregar aqui e a Clin tem ajudado na retirada de coisas que eles trazem para ficar mais acomodados”, afirmou a guarda.

Outro ponto destacado por Leila foi sobre a época de férias.

“É importante aumentar a segurança no local, principalmente, nessa época de férias, em que o Campo de São Bento fica mais cheio. A bicicleta é uma novidade interessante, pois favorece a mobilidade. Às vezes alguém era assaltado em uma entrada e até a gente chegar ao local, o assaltante já tinha fugido e a outra entrada do parque ficava desprotegida. O objetivo é deixar o parque saudável e seguro”.

A falta de segurança no Campo de São Bento é uma reclamação antiga dos moradores da Zona Sul, porque o local é considerado uma área de lazer para família, onde os pais levam crianças para brincarem no parquinho e se distraírem.

Segundo a funcionária pública, Dayse da Cruz, de 52 anos, já dá para perceber a diferença na segurança do local.

“Eu vi gente tirando foto em alguns locais mais afastados e estranhei. Isso não acontecia antes. Eu mesma tinha medo de ficar longe da área onde fica o parquinho, pois sempre tinha gente se drogando ou namorando nos bancos. Agora acho que está melhor, mas o importante é manter a segurança”.

A estudante Andressa Carvalho do Nascimento, de 20, também aprovou o reforço no policiamento.
“Eu tinha amigos que preferiam passar por fora do parque porque achavam mais seguro. O Campo de São Bento deixou de ser um parque familiar e espero que com esse reforço o local volte a ser o que era antes”.

O efetivo conta agora com três ciclopatrulhas, quatro agentes a pé, três policiais militares, do regime Proeis, e o apoio da Secretaria de Assistência Social. A ronda começa às 7h e termina às 20h, uma hora após o fechamento oficial do espaço.

Fonte: O Fluminense