terça-feira, 14 de julho de 2020

Prefeitura conclui requalificação da ciclovia da Avenida Amaral Peixoto





10/07/2020 - A Prefeitura de Niterói concluiu nesta sexta-feira (10) a requalificação da ciclovia da Avenida Ernani do Amaral Peixoto, no Centro. Todo o traçado, da Avenida Visconde do Rio Branco até a Avenida Marquês do Paraná, foi revisado e recebeu nova sinalização horizontal e vertical e novos balizadores para melhorar a segurança dos ciclistas e pedestres. Também nesta sexta-feira a Prefeitura inicia a requalificação da ciclovia da Rua São Lourenço. 

A ciclovia da Amaral Peixoto ganhou maior importância com a inauguração da ciclovia da Avenida Marquês do Paraná, facilitando o acesso ao Centro dos ciclistas que saem da Zona Sul e da Região das Praias Oceânicas. Ela é usada diariamente também por moradores da Zona Norte, que chegam a ela através da ciclovia da Rua São Lourenço. 

Os segregadores da ciclovia foram recuperados e foram implantados pictogramas de alerta voltados para ciclistas e pedestres. Os cruzamentos da Avenida Amaral Peixoto sofreram alterações com a inserção de áreas de espera para os ciclistas e, assim, evitar o excesso de velocidade dos veículos na conversão, aumentando a segurança. Em avenidas de alto tráfego, como a Amaral Peixoto, os segregadores são exigidos por norma para segurança de ciclistas. 

São Lourenço – O mesmo trabalho de requalificação feito na ciclovia da Avenida Amaral Peixoto será realizado a partir desta sexta-feira na ciclovia da Rua São Lourenço, que tem aproximadamente 1 quilômetro de extensão e vai da Avenida Jansen de Melo até o Ponto Cem Réis. 

Mobilidade – A atual gestão da Prefeitura criou, em 2013, o programa Niterói de Bicicleta. A iniciativa foi pensada como uma resposta aos desafios relacionados à mobilidade, ao meio ambiente e, de uma maneira mais ampla, à qualidade do espaço urbano de Niterói. Seu objetivo principal é estimular a cultura cicloviária na cidade, por meio da implantação de infraestrutura e de ações educacionais. A cidade conta atualmente com 45 quilômetros de infraestrutura cicloviária. 

Bicicletário – A ciclovia da Avenida Amaral Peixoto é o principal acesso dos ciclistas ao bicicletário da Praça Araribóia. Inaugurado no dia 27 de março de 2017, o bicicletário funciona de segunda-feira a sábado, das 6h às 22h, e tem 446 vagas. Os usuários não pagam nada para estacionar as bikes.









Niterói aprova o novo Plano Municipal de Saneamento Básico





Após um longo trabalho de estudos, planejamento, projetos e consultas públicas, a Prefeitura de Niterói acaba de publicar o Decreto 13.669/2020 aprovando o Plano Municipal de Saneamento Básico. O plano abrange o abastecimento de água, a coleta e tratamento de esgoto sanitário, gestão de resíduos sólidos (lixo) e drenagem. O plano é o resultado de uma iniciativa conjunta da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos - SECONSER e da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão - SEPLAG.

O principal produto do plano é um levantamento detalhado da situação atual de cada um dos temas abrangidos, estabelece diretrizes para o futuro e indica prioridades para os futuros investimentos, com metas de curto, médio e longo prazo.

Os resultados dos estudos encontram-se publicados no site da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos - SECONSER e está disponível para consulta ou download.

Veja, a seguir, o texto do decreto assinado pelo prefeito Rodrigo Neves.


DECRETO Nº 13.669/2020

Aprova e institui o Plano Municipal de Saneamento Básico destinado à execução dos serviços de abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo das águas pluviais, limpeza e fiscalização preventiva das respectivas redes urbanas do município de Niterói e dá outras providências.

O Prefeito Municipal de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais, conferidas pelo artigo 66 inciso VI da Lei Orgânica do Município de Niterói e; CONSIDERANDO o que dispõe a Lei Federal nº 11.445/2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico e determina ao titular dos serviços a formulação de política pública para o saneamento básico;

CONSIDERANDO que, a teor do disposto no artigo 11, inciso I, da Lei Federal nº 11.445/2007, a existência de Plano de Saneamento Básico é condição de validade dos contratos que tenham por objeto a prestação de serviços públicos de saneamento básico, DECRETA:

Art. 1º Fica aprovado e instituído o Plano Municipal de Saneamento Básico de Niterói, referente aos serviços abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo das águas pluviais, limpeza e fiscalização preventiva das respectivas redes urbanas, anexo ao presente Decreto, que, a partir do diagnóstico da atual situação dos serviços públicos, estabelece diretrizes, objetivos, metas e as ações a serem adotadas pelo Município para a melhoria da eficiência na prestação dos serviços e para a sua universalização.

Art. 2º O Plano Municipal de Saneamento Básico, instituído neste Decreto, será revisto periodicamente a cada quatro anos, sempre anteriormente à elaboração do Plano Plurianual.

Art. 3º A proposta de revisão do Plano Municipal de Saneamento Básico deverá ser elaborada em articulação com as prestadoras dos serviços e estar em compatibilidade com as diretrizes, metas e objetivos e com o estabelecido na Lei Federal nº 11.445/2007.

Art. 4º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.

PREFEITURA MUNICIPAL DE NITERÓI, EM 09 DE JULHO DE 2020.

RODRIGO NEVES - PREFEITO

Publicado em 10 de julho de 2020

Vale observar que, conforme expresso no Art. 2° do Decreto, o plano deverá ser revisto a cada quatro anos. A próxima etapa, após a formalização da aprovação do Plano Municipal de Saneamento Básico através do Decreto, é o encaminhamento de mensagem à Câmara de Vereadores para a sua transformação em lei municipal.

Avanços em saneamento

Considerando que a cidade de Niterói já conta com 100% de abastecimento de água, aproxima-se da universalização da oferta de rede de coleta de esgoto e tratamento e é considerada a segunda melhor cidade do país em gestão de resíduos sólidos urbanos, sem detrimento do plano de investimentos nas outras áreas, a principal atenção da cidade deverá se voltar nos próximos anos para a área de drenagem.

Muito já tem sido feito com relação à drenagem na atual gestão, que vem implantando obras de drenagem, pavimentação e urbanização de bairros na Região Oceânica e outras partes da cidade, como é o caso das intervenções em Piratininga (Avenida Almirante Tamandaré), Avenida Romanda Gonçalves e nos bairros do Cafubá, Bairro Peixoto, Boavista, Santo Antônio, Maravista, Serra Grande e outras localidades, como o Engenho do Mato cujas obras estão próximas de ter início.

Também cabe destaque o trabalho pioneiro e inovador que a Prefeitura vem fazendo para a implantação do Parque Orla de Piratininga (POP), cujas obras começarão nos próximos dias e a Renaturalização do Rio Jacaré. O Parque Orla de Piratininga contará com soluções de drenagem baseadas na natureza, como os jardins filtrantes e bacias de sedimentação, que ajudarão a despoluir a Lagoa de Piratininga. Mesmo antes de implantado, o projeto do POP já foi premiado tanto no Brasil como no exterior

Portanto, mesmo sendo uma referência na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e no país em saneamento, Niterói planeja o seu futuro contando cada vez mais com uma infraestrutura e uma gestão voltadas para a sustentabilidade, para a saúde e qualidade de vida da população.

Axel Grael


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Entrevista sobre o trabalho da Prefeitura de Niterói para a recuperação das lagoas da Região Oceânica de Niterói  


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Assista à matéria do RJTV2 sobre o saneamento em Niterói

Reportagem destaca que Niterói tem o melhor sistema de saneamento básico do estado, com quase 100% do esgoto doméstico tratado. Além disso, a média de idade ao morrer em Niterói é de 70 anos, maior do que os outros índices apresentados na matéria.

https://globoplay.globo.com/v/8695160/programa/


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Publicado decreto que aprova Plano Municipal de Saneamento Básico

Foi publicado no Diário Oficial do município o Decreto 13669/2020 aprovando o plano municipal de saneamento básico.

O próximo passo agora é encaminhar o Projeto de Lei para a Câmara dos Vereadores para que ele possa ser discutido.

O PMSB tem o objetivo de estabelecer metas de curto, médio e longo prazos, visando as melhorias no atendimento dos serviços de saneamento básico e, principalmente, garantir a universalização do acesso de toda a população aos serviços que são essenciais à adequada qualidade de vida e saúde pública.

Com quatro frentes de atuação – abastecimento de água, coleta de esgoto, gestão de resíduos sólidos e drenagem – o plano dará ênfase, sobretudo, às considerações sobre drenagem dos rios, valões e lagoas da cidade.

A ideia é, neste primeiro momento, cadastrar toda a área do primeiro distrito – Centro, Zona Sul e Zona Norte da cidade.

.A secretária municipal de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa, enfatiza que Niterói já conta com políticas bem estabelecidas de distribuição de água, tratamento de esgoto e coleta de lixo.“Temos 100% da cidade com abastecimento de água potável. Estamos próximos de atingir a universalização do esgotamento sanitário e somos a primeira cidade no Estado e a segunda melhor cidade do país em gestão de resíduos sólidos, e agora estamos com maior foco na drenagem urbana", analisa a secretária.

O PMSB traz o resultado do diagnóstico realizado pela empresa Ampla Assessoria e Planejamento, que mapeou a cidade com o objetivo de estabelecer os critérios e investimentos que deverão ser aplicados no município, para a implantação, já em 2020. Para isso, a equipe técnica da empresa realizou visitas técnicas em todas as unidades operacionais dos sistemas de saneamento básico.

Dayse Monassa explica, ainda, que as visitas técnicas tiveram como objetivo conhecer as instalações e o modo de operação dos sistemas no Município, visando subsidiar um diagnóstico técnico da situação atual dos serviços e do nível de atendimento à população.“E, também, verificar as necessidades, visando à universalização e a melhoria na prestação dos serviços de saneamento, além de garantir que a cidade esteja apta a atender aos demais princípios estabelecidos na Política Federal de Saneamento Básico, uma vez que o plano é uma imposição da Lei Federal n° 11.445/07, que estabelece que o município, como titular dos serviços de saneamento básico, deve elaborar o seu planejamento”, acrescenta Dayse.

A cidade conquistou, por dois anos seguidos, expressivos resultados no ranking da Universalização do Saneamento da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), que colocou Niterói como o único município do Estado, de grande porte, rumo à universalização do saneamento. A cidade obteve pontuação máxima em quatro dos cinco quesitos avaliados. Na edição de 2018, Niterói também apareceu em primeiro lugar no Estado.

O ranking Abes é um instrumento de avaliação do setor no Brasil. A ferramenta apresenta o percentual da população das cidades brasileiras com acesso aos serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto e de resíduos sólidos, além de aferir o quanto de esgoto recebe tratamento e se os resíduos sólidos recebem destinação adequada. Assim, permite identificar o quão próximo os municípios estão da universalização do saneamento.Em 2019, o ranking reuniu 1.868 municípios, representando 68% da população do país e mais de 33% dos municípios brasileiros que forneceram ao Sistema Nacional de Informações de Saneamento as informações para o cálculo de cada um dos cinco indicadores utilizados no estudo. As 27 capitais brasileiras estão presentes no levantamento.

Fonte: Seconser





segunda-feira, 13 de julho de 2020

Alfredo Sirkis: a despedida de um campeão da sustentabilidade




O movimento ambientalista, a sustentabilidade urbana, a luta contra as mudanças climáticas e a política brasileira perderam um de seus maiores nomes e um lutador aguerrido, Alfredo Sirkis, falecido tragicamente num acidente de automóvel na última sexta-feira, dia 10 de julho. 

Meu último encontro com ele foi há poucos dias, infelizmente de forma remota, quando Sirkis lançou o seu livro "Descarbonarios" numa live que reuniu seus amigos, admiradores e companheiros de caminhada, que eram muitos. No meio da minha correria diária, entrei na reunião, deixei uma mensagem e saí. Ele viu que passei rapidamente, pediu que a nossa amiga, a ambientalista Alba Simon, me ligasse para voltar. Me saudou como o "próximo prefeito de Niterói", disse que viria fazer a nossa campanha e que queria ajudar a fazer de Niterói uma referencia em políticas climáticas. Também se referiu ao prefeito Rodrigo Neves e fez uma defesa enfática com relação à injustiça cometida contra ele em 2018. Era um apaixonado pela cidade do Rio e também por Niterói. Ele sempre acompanhava nossos passos por aqui e me ligava para comentar.

Sirkis tinha personalidade forte, era uma figura firme e imponente. Brizola o chamava de "general prussiano"! Tinha aquele jeito durão e aparência enérgica, mas ao falar de seus projetos e sonhos, mostrava-se um aguerrido perseguidor dos seus ideais. Muito culto, falava vários idiomas e se correspondia com personalidades mundiais da primeira linha. Eu sempre admirei a sua capacidade de leitura e interpretação do cenário político e a sua estreita conexão com o que havia de vanguarda nas políticas para a sustentabilidade no mundo.

Ajudou a fundar três partidos: foi um dos signatários da Carta de Lisboa, de 1979, que deu origem ao Partido Democrático Trabalhista - PDT, foi um dos fundadores de Partido Verde (1986) e da Rede Sustentabilidade (2013). 




Sirkis e a minha carreira na gestão pública

Foi ele que, como presidente do PV, me indicou para o meu primeiro cargo público: presidente do Instituto Estadual de Florestas - IEF-RJ, no segundo governo Brizola. Era 1990/1991, eu tinha por volta de 32 anos, já militava como ambientalista em Niterói desde 1980, e fui pinçado por ele do movimento ambientalista para esse importante desafio. Naquela ocasião eu era um dos líderes do Movimento Cidadania Ecológica - MCE, e tínhamos como principal bandeira a criação do Parque Estadual da Serra da Tiririca, para o qual produzimos os estudos técnicos para embasar a sua criação, redigimos a minuta de projeto de lei e fazíamos a mobilização para pressionar para a sua efetivação.

Agitávamos muito, tínhamos uma grande capacidade de mobilização e chegamos a ter uma grande repercussão na imprensa. Certa ocasião, num domingo, fomos foto de destaque da primeira página do Jornal do Brasil, caminhando pela trilha do Alto Mourão e reivindicando o parque. Dias depois, Sirkis me telefonou, perguntou se eu aceitaria presidir o IEF, justamente o órgão que teria a atribuição de implantar e gerir o nosso parque, além de todas as demais do estado. Apesar da total falta de experiência, aceitei o convite e aguardei a resposta dos entendimentos dele com o governador eleito, Leonel Brizola. 

Eu trabalhava com consultoria ambiental, como responsável pela área ambiental do escritório do Rio de Janeiro da Jaakko Pöyry Engenharia, uma empresa de origem finlandesa e que era na ocasião uma das maiores do país. Quando eu voltava de uma visita a uma indústria no Sul do estado, Sirkis me ligou e disse, preciso que você me acompanhe em uma solenidade. Segui da estrada direto para o local, uma recepção de engravatados e eu me sentindo um mulambo. Lá, encontrei o jornalista Roberto D'Ávila, que já havia sido anunciado como o futuro secretário estadual de Meio Ambiente e este me apresentou aos presentes como o novo presidente do IEF-RJ.

Com Sirkis na cidade do Rio de Janeiro

Depois dos quatro anos no IEF-RJ, já encantado com a administração pública, fui ajudar o Sirkis a implantar a Secretaria de Meio Ambiente da Cidade (Prefeitura do Rio). Na época, ele estava no meio de uma grande polêmica, divergindo publicamente do prefeito Cesar Maia e com o então secretário de Urbanismo, Luiz Paulo Conde, sobre a supressão de umas árvores e a destruição de um bosque de umas árvores ameaçadas de extinção, as tabebuias, na Barra. Para reforçar a sua posição, fui nomeado por ele diretor executivo da Fundação Parques e Jardins do Rio, com a missão de implantar uma política para a arborização pública da cidade.

Na época, eu também o ajudei a iniciar a implantação da malha cicloviária do Rio, uma iniciativa pioneira no país. Juntamente com a arquiteta Estela Neves, eu atuava na estruturação de um programa de educação cicloviária, com a finalidade de superar os muitos conflitos que surgiram com a chegada das ciclovias do Rio.

Ironicamente, Alfredo que era um amante da bicicleta e crítico do automóvel, nos deixou num acidente de carro e batendo num poste com energia solar. Certamente, isso há de nos ensinar algo, assim que formos capazes de compreender tristes momentos como este. 

Sirkis fará muita falta, mas certamente o céu está mais verde e emanando ventos de sustentabilidade para nós. Ele deixou a sua marca por aqui e continuará sempre nos inspirando. 

Axel Grael



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Ex-deputado federal Alfredo Sirkis morre em acidente de carro

O ex-deputado federal Alfredo Sirkis, de 69 anos, morreu num acidente de carro nesta sexta-feira, dia 10, no Arco Metropolitano. Segundo informações O veículo, um Volkswagen Polo, cinza, saiu da pista, bateu num poste e capotou.

O acidente ocorreu por volta das 14h20 no km74, na altura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no pista sentido Caxias-Dutra.

Alfredo Hélio Syrkis nasceu no dia 8 de dezembro de 1950 no Rio de Janeiro. Era jornalista, escritor e roteirista de TV e cinema, gestor ambiental e urbanístico e ex-parlamentar. Atualmente, era diretor executivo do think tank Centro Brasil no Clima (CBC). Entre outubro de 2016 e maio de 2019 foi o coordenador executivo do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima (FBMC), tendo organizado a campanha Ratifica Já! que propiciou a ratificação, pelo Brasil, em tempo recorde, do Acordo de Paris; do processo para a elaboração da Proposta Inicial para Implementação da NDC brasileira e da avaliação Brasil Carbono Neutro 2060. Quando deputado federal (2011-2015) presidiu a Comissão Mista de Mudança do Clima do Congresso Nacional (CMMC) e foi um dos vice-presidentes da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. Decidiu não se candidatar à reeleição, em 2014.

Foi vereador em quatro mandatos, secretário municipal de urbanismo e presidente do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP), entre 2001 e 2006 e secretário municipal de meio ambiente, entre 1993 e 1996, na cidade do Rio de Janeiro. Membro da delegação brasileira às conferências do Clima de Montreal, Bali, Copenhagen, Durban, Varsóvia, Lima, Paris, Marrakech e Bonn. Integrou as comissões executivas do ICLEI (International Council for Local Environmental Initiatives) e do Metrópolis. Foi um dos fundadores do Partido Verde brasileiro e um dos expoentes da ideologia verde no Brasil.

Autor de nove livros, dos quais o mais conhecido é Os Carbonários (1980), Prêmio Jabuti de 1981, ele iniciou seu trabalho como jornalista, em Paris, em 1973, no recém fundado jornal Liberation, dirigido por Jean Paul Sartre, foi seu correspondente freelancer em Santiago (1973, durante o golpe de estado) e Buenos Aires (1974). Em Portugal colaborou com os semanários Expresso e Gazeta da Semana e os diários República, Diário Popular, Diário de Lisboa, foi redator do Jornal Novo, editor internacional de Página Um e redator chefe da edição em português de Cadernos do Terceiro Mundo. Nessa época também colaborou com Le Monde Diplomatique. Nesse período utilizava o pseudônimo “Marcelo Dias”.

Nos anos 70 passou oito anos e meio no exílio na França, Chile, Argentina e Portugal. Foi líder estudantil secundarista, em 1967 e 1968. Entre 1969 e 1971 participou da resistência armada contra a ditadura militar brasileira (1964–1985) (os Anos de Chumbo), participando de operações armadas, inclusive dois sequestros de diplomatas que levaram à libertação de presos políticos.

Na imprensa brasileira trabalhou como repórter das revistas Veja (1982) e Istoé (1983) e colaborou com os semanários Pasquim, Playboy, Jornal de Domingo e Shalom. Elaborou diversos roteiros para a série Teletema da TV Globo (1986-7) como Maria Testemunha, Estrela do Mar, O russo desaparecido e a Mulata Esmeralda, O grande prêmio e A árvore mágica.

Foi colaborador dos jornais O Globo, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Valor Econômico e Correio Brasiliense.

POLÍTICA

Ao voltar do exílio, dedicou-se à carreira de escritor. Lançou, em 1980, o livro de memórias Os carbonários, que se tornou um best-seller. e ganhou o Prêmio Jabuti de 1981. No ano seguinte, lançou mais um livro de memórias, desta vez abordando seus dois primeiros anos no exílio: Roleta chilena. Em 1983, lançou Corredor polonês, romance baseado na trajetória de seus pais poloneses. Em 1985, fez uma incursão no gênero da ficção científica com Silicone XXI, onde descreve uma Rio de Janeiro futurista.

Abandonando a ideologia marxista de seus tempos de guerrilheiro, Sirkis não entrou para os tradicionais partidos de esquerda e tornou-se um dos expoentes da ideologia verde no Brasil. Em 1986, foi um dos fundadores do Partido Verde brasileiro, seu primeiro secretário-geral e presidente nacional entre 1991 e 1999.

Elegeu-se vereador do município do Rio de Janeiro em 1988, sendo o mais votado, com 43 000 votos.

Em 1989, obteve a aprovação do tombamento do Bosque da Freguesia, em Jacarepaguá e a Lei de Sinalização Ecológica.

Em 1990, obteve a aprovação para a criação da Área de Proteção Ambiental da Prainha, impedindo a construção de doze edifícios no local. Elaborou o capítulo de meio ambiente da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro.

Em 1991, liderou a luta em defesa da Lagoa de Marapendi, ameaçada por um projetos imobiliários; elaborou o capítulo de meio ambiente do Plano Diretor Decenal e obteve o compromisso do prefeito Marcello Alencar para a construção das ciclovias da orla marítima.

Em 1992, obteve a aprovação da Lei de Incentivos Fiscais para projetos eco-culturais (desde então, chamada Lei Sirkis), que viabilizou o Fórum Global 92 durante a Conferência das Nações Unidas Sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento; criou a Área de Proteção Ambiental das Brisas, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro e presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito de atividades irregulares de segurança. Foi reeleito vereador, embora tenha se afastado para ser o primeiro secretário municipal de meio ambiente do Rio de Janeiro de 1993 a abril de 1996.

Em 1993, foi convidado pelo prefeito César Maia para criar a secretaria de meio ambiente da cidade, assumindo o cargo de secretário extraordinário. A lei de criação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente encontrou forte resistência na Câmara de Vereadores, sendo rejeitada duas vezes antes de ser aprovada em 1994.

Em 1994, desenvolveu mutirões de reflorestamento, iniciou o projeto das Ciclovias Cariocas e criou o Conselho das Águas da Baixada de Jacarepaguá.

Em 1995, começou a construção das ciclovias; realizou obras de recuperação da rede da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas; iniciou o saneamento do Recreio dos Bandeirantes; implantou o Parque do Bosque da Freguesia e o Parque Marcelo de Ipanema; iniciou a dragagem da Lagoa do Camorim e ampliou o mutirão de reflorestamento em 47 favelas.

Deixou o cargo de secretário municipal em abril de 1996 com uma aprovação de 87%, segundo pesquisa do IBOPE. Lançou a coletânea Verde Carioca. Concorreu novamente à Câmara de Vereadores. Perdeu as eleições por insuficiência de votos da coligação, mas obteve uma votação pessoal maior do que a grande maioria dos vereadores eleitos e ficou como primeiro-suplente do Partido Verde.

Em 1997, assumiu a secretaria executiva da Fundação Ondazul e seu processo de reorganização. Elaborou o projeto do Parque Ecoturístico do Cânion do São Francisco, na Bahia.

Foi candidato à presidência da república pelo Partido Verde em 1998, com o objetivo de divulgar as propostas do partido.

Ao deixar a presidência nacional do partido em 1999, assumiu a vice-presidência executiva da Fundação Ondazul. Tendo sido votado o primeiro-suplente de vereador do Rio de Janeiro pelo Partido Verde nas eleições municipais de 1996, Alfredo Sirkis conseguiu assumir o mandato em 1999. Cuidou da aprovação das áreas de proteção ambiental da Capoeira Grande e do Morro do Silvério, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. Lançou Ecologia urbana e poder local, um ensaio sobre gestão ecológica.

Em 2000, conseguiu a criação dos projetos Reciclagem e Cultura e Manguezais da Baía da Guanabara.

Em 2000, foi candidato a prefeito do Rio de Janeiro. Não conseguiu ser eleito, mas sua votação expressiva fez com que o prefeito eleito César Maia o escolhesse para ser secretário municipal de urbanismo e presidente do Instituto Pereira Passos.[13]

Em 2001, lançou o Programa de Revitalização da Área Portuária e os concursos para o novo Circo Voador e o novo Centro de Convenções; apresentou o Congresso da unificação IULA-FMCU no RioCentro e foi eleito secretário do Metrópolis para América do Sul e Caribe.

Em 2002, iniciou a elaboração de treze projetos para a área portuária; obteve a aquisição do Pátio da Estação Marítima para a construção da Vila Olímpica da Gamboa e da Cidade do Samba; iniciou a elaboração do projeto de ciclovia Bangu-Campo Grande e das novas ciclo-faixas da Zona Sul; negociou as Áreas de Proteção ao Ambiente Cultural do Jardim Botânico, Botafogo e a ampliação da Área de Proteção Ambiental da Lagoa.

Em 2003, criou, na Secretaria Municipal de Urbanismo, a Gerência de Operações Especiais e a Coordenadoria de Regularização Urbanística que dinamizaram, em 61 favelas, o trabalho dos Postos de Orientação Urbanística e Social e coordenou a operação Recreio em Ordem que derrubou quatro prédios erguidos sem licença.

Em 2004, concluiu com sucesso as negociações para a desapropriação do Cassino da Urca para abrigar o Museu do Rio, com um projeto de restauração do prédio original e lançou a rede Autonomia Carioca, que defende a desfusão e a recuperação, pela cidade do Rio de Janeiro, de sua condição de estado brasileiro. Apoiou a reeleição de César Maia em 2004 e continuou como secretário municipal no exercício de governo seguinte.

Em 2005, reassumiu a presidência do Partido Verde no estado do Rio de Janeiro.

Em 2006, por divergências políticas com o prefeito César Maia, exonerou-se do cargo de secretário municipal de urbanismo e passou para a oposição. Concorreu ao Senado Federal do Brasil pelo Partido Verde, obtendo o terceiro lugar, com 500 000 votos, correspondentes a sete por cento dos votos no estado.

Em 2007, coordenou nacionalmente a campanha Brasil no Clima.

Em 2008, candidatou-se novamente a vereador da cidade do Rio de Janeiro, sendo eleito como o quarto mais votado.

Nas eleições de 2010, coordenou a pré-candidatura de Marina Silva à presidência da república e foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro com 73.185 votos (0,91% dos votos válidos), o 26º mais votado.

Em 2011, lançou o livro O efeito Marina, sobre a campanha presidencial de Marina no ano anterior. Entrou em conflito com o grupo dominante do PV que provocou a saída de Marina Silva do partido ao negar-se a promover um processo democrático de convenção. Sirkis permaneceu no partido em situação de isolamento.

Em 2012, participa da mobilização de resistência na Câmara e nas ruas contra o enfraquecimento do Código Florestal brasileiro e organiza como evento paralelo à Conferência Rio + 20 o Rio/Clima – The Rio Climate Challenge com a participação de lideranças ambientais e climáticas de 14 países.

Em 2013, foi um dos articuladores da Rede Sustentabilidade, porém quando o TSE negou o registro do partido Sirkis acompanha Marina Silva e filia-se ao PSB

Em 2014, assume a presidência da Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso Nacional. Ao se aproximar o processo eleitoral, em protesto pela coligação do PSB com o PT, no Rio de Janeiro, abre mão de sua candidatura à reeleição para deputado federal e afirma: “depois de ter feito oposição, ainda que moderada, ao governo durante quatro anos, no Congresso, não posso agora aparecer como candidato em uma coligação com o PT”. Também se afasta discretamente da Rede Sustentabilidade.

Em 2015, volta ao terceiro setor, dedica-se a cursos de formação de gestores de governança local e a criação do “think tank” Centro Brasil no Clima (CBC). No momento não exerce atividade político partidária.

Em 2016 assume o encargo não-remunerado de secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas que é presidido pelos presidentes da República e constituído de Ministros outros membros do poder público e representantes da sociedade civil no setor acadêmico, empresarial e terceiro setor.

Fonte: A Tribuna









segunda-feira, 22 de junho de 2020

NITERÓI CIDADE INTELIGENTE: programa ganha destaque no Viradão 2020





O vídeo acima é o registro da minha participação no evento Circuito Rio Info Viradão 2020, abordando o tema das Cidades Inteligentes, na qual Niterói é considerada uma das mais destacadas no país, ocupando o 1° lugar no estado do Rio de Janeiro e 12º lugar no ranking nacional da Connected Smart Cities, 2019.

A agenda da tecnologia na administração pública e na gestão da cidade ganhou um grande impulso em Niterói após 2014, quando a Prefeitura implementou o Sistema de Gestão da Geoinformação - SIGEO, que foi a plataforma que deu o alicerce para várias outras iniciativas.


Depois, foram desenvolvidos Centro Integrado de Segurança Pública - CISP, o Centro de Controle Operacional da Mobilidade de Niterói (CCO Mobilidade) - que foi considerado pelo jornal Le Monde como um dos melhores do mundo, o Cercamento Eletrônico e várias outras iniciativas, como o aplicativo COLAB, para facilitar a comunicação com a população, que também permite que a Prefeitura faça consultas públicas, como aconteceu para a implantação dos paraciclos na Região Oceânica da cidade.

Para saber mais sobre a experiência de Niterói na agenda da Cidade Inteligente, acesse aqui.

O nosso agradecimento aos organizadores do Circuito Rio Info Viradão 2020 por mais uma oportunidade para abordar este tema sobre o qual nos dedicamos tanto ao longo dos últimos anos.

Axel Grael




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RIO INFO: NITERÓI É DESTAQUE EM EVENTO SOBRE CIDADES INTELIGENTES  

sábado, 20 de junho de 2020

CORONAVÍRUS: Niterói avança para o estágio Amarelo 2 do plano de transição gradual para o novo normal na segunda-feira (22)



Ponto de teste será no Caminho Niemeyer


Na segunda-feira, Niterói vai ter a transição para o estágio Amarelo, da metodologia do Plano de Retomada Gradual para o Novo Normal, adotado pela Prefeitura para orientar o processo de retorno de atividades econômicas e sociais.

A Prefeitura tem conduzido este processo de forma responsável, com uma metodologia definida transparente e baseado na ciência. Para assessorar e validar as decisões quanto à implementação do Plano, foi constituído um Conselho Científico, com a participação de especialistas da UFF, UFRJ e FIOCRUZ, e presidido pelo reitor da UFF, Dr. Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega.

Toda semana, é divulgado a nota da cidade no site da Prefeitura (vide aqui). A pontuação atual é 7,63, que permite a transição para o estágio Amarelo, que se iniciará no dia 22 de junho.

O importante é que a mudança de estágio não é um relaxamento dos cuidados preventivos para evitar a COVID-19. A Prefeitura acaba de distribuir mais 1 milhão de máscaras, continua controlando as aglomerações e mantém as barreiras sanitárias.

A colaboração de todos é importante pois caso haja um recrudescimento da pandemia, poderá ser necessário retroceder e fechar atividades.

Por isso, é importante que cada um faça a sua parte e só saia de casa se for necessário e, nesse caso, saia de máscara.

Axel Grael



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Ações de fiscalização e medidas de prevenção seguem em diversos pontos da cidade no combate à Covid-19. A Prefeitura está atuando em todas as frentes para vencer essa guerra em favor da vida, fazendo nosso dever de casa tomando medidas concretas, rápidas e eficientes. Uma das medidas adotadas são as barreiras sanitárias com aferição de temperatura e fiscalização quanto à utilização de máscara em operação através da Guarda Municipal. Com diversas ações como essas, mais de 1500 vidas já foram salvas.

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Equipes administrações regionais @NiteroiPref seguem hoje trabalhando na distribuição de máscaras e orientação dos cidadãos em comunidades e bairros de nossa cidade. Faça sua parte: persevere no distanciamento social e use a máscara em caso de necessidade de ir à rua!


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Nessas semanas já foram distribuídas mais de 1 milhão de máscaras para cidadãos em todos bairros e regiões de Niterói. Desde 21/05, o uso é obrigatório e a infração pode resultar em multa de R$180,00 por cada autuação. Faça sua parte: sua máscara protege o próximo e nossa cidade!



Niterói avança para o estágio Amarelo 2 do plano de transição gradual para o novo normal na segunda-feira (22)

19/06/2020 - Em pronunciamento nas redes sociais da Prefeitura, na noite desta sexta-feira (19), o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, anunciou que a partir de segunda-feira (22), a cidade entra no estágio amarelo nível 2, penúltima fase de transição gradual da cidade, já que a cor verde só será atingida com a vacina contra o coronavírus. Todos os estabelecimentos e espaços públicos autorizados a funcionar nesta fase e os devidos protocolos que deverão ser seguidos serão publicados no Diário Oficial deste sábado (20).

De acordo com as novas regras, poderão funcionar pequenos e médios comércios varejistas de rua com 50% de capacidade do estabelecimento e com horário de funcionamento de 12h às 20 horas. Os centros comerciais de rua da Região Oceânica e de Pendotiba também poderão abrir. Clubes estarão liberados para a prática de atividades físicas individuais e com restaurantes e bares fechados. Os templos religiosos também poderão abrir suas portas para atividade presencial com 25% de ocupação dos assentos e com a regra de distanciamento social.

O Campo de São Bento, em Icaraí, o Parque Palmir Silva (Horto do Barreto) e o Horto do Fonseca poderão abrir das 10h às 20h30, apenas para a prática de atividades individuais e caminhada. Os outros parques e praças da cidade continuam fechados. As praias da cidade e os quiosques da orla também permanecem fechados. O horário para a prática de atividades físicas no calçadão também sofreu alteração: das 10h30 às 12h30 será exclusivo para idosos. Das 6 às 10h30 e das 16 às 22 horas para os demais.

O prefeito enfatizou que Niterói foi a primeira cidade da Região Metropolitana a retomar, de maneira gradual, as suas atividades, no dia 21 de maio, quando saiu do estágio roxo e chegou ao estágio laranja.

“Graças à perseverança e disciplina de toda a população niteroiense, e também às ações da Prefeitura de Niterói, que foram duras, mas no momento certo para conter o avanço da pandemia do coronavírus, hoje atingimos índices que nos permitem avançar para o nível Amarelo 2 no plano de transição gradual para o novo normal. Para tomar essa decisão, levamos em consideração os mais de 20 mil testes realizados, o achatamento da curva de transmissão e de óbitos, além da marca de 75% de recuperados da doença e de 35% de leitos ocupados. Fizemos o que parecia impossível. Achatamos a curva de transmissão da doença e impedimos um colapso na rede pública de saúde, enquanto trabalhávamos na expansão da retaguarda de saúde. Isso salvou centenas de vidas em Niterói", afirmou Rodrigo Neves.

Os shoppings continuarão fechados ao público até uma nova avaliação dos indicadores. Até lá, estes estabelecimentos poderão operar com sistema drive-thru das lojas, no qual os clientes só podem acessar os estabelecimentos de carro para a retirada dos produtos comprados previamente.

Escolas, universidades, academias de ginástica, teatros e cinemas permanecem fechados. Bares e restaurantes também, sendo permitido apenas o sistema delivery. Atividades de excursões e passeios não estão autorizados nesta fase. Profissionais de Educação Física podem desenvolver suas atividades em espaços abertos, como praias, parques e áreas abertas dos clubes. A recomendação é para que pessoas acima de 60 anos continuem trabalhando home office.

"Nós estruturamos um plano com base na ciência, nos indicadores e nas melhores experiências internacionais um plano autêntico, original e transparente, que trabalha com indicadores que podem ser verificados por qualquer cidadão no site da Secretaria de Saúde. Esses indicadores estão relacionados à taxa de letalidade, taxa de recuperação, taxa de transmissão do vírus, capacidade de abertura de novos leitos e taxa de ocupação de leitos”, explicou Rodrigo Neves. “E essa métrica, bem transparente e objetiva, define os estágios que, por uma conveniência de comunicação, são definidos por cores. Estávamos até hoje no estágio laranja, onde a pontuação, a partir dessas métricas, vai de 10 a 15 pontos. A métrica calculada no dia de hoje nos coloca com uma pontuação de 7,63, que é do nível amarelo 2, que vai de 5 a 10. E isso permite que avancemos a partir da segunda-feira para esse novo estágio no plano de transição gradual para o novo normal", disse o prefeito.

Todos os estabelecimentos autorizados a funcionar devem seguir todas as recomendações de funcionamento como a obrigatoriedade do uso de máscara, a medição de temperatura e álcool em gel na entrada, além das regras de distanciamento social dentro e fora dos estabelecimentos. O prefeito lembrou, também, que as barreiras sanitárias com os municípios limítrofes continuam nas entradas da cidade, assim como a medição de temperatura na estação das barcas e a fiscalização em terminais rodoviários. O uso de máscara também continua sendo obrigatório.

“Protocolos continuam sendo orientados e cada vez mais fiscalizados. A cada vez que evoluímos é fundamental que todos façam sua parte. Só teremos o estágio verde depois da vacina. Por isso, vamos precisar nos acostumar com esses hábitos do novo normal por mais alguns meses. A taxa de transmissão do vírus é determinada, sobretudo, pelo comportamento dos cidadãos. É fundamental perseverar nesses protocolos e, sempre que possível, estar em casa para que a gente não precise regredir nestes estágios. Não vou ter dúvidas em voltar ao estágio anterior caso os indicadores apontem um descontrole. Meu compromisso é com a vida e a saúde dos niteroienses”, completou Rodrigo Neves.

Boletim – De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (19), Niterói tem 4.274 casos confirmados de Covid-19, com 769 em isolamento domiciliar sendo acompanhados pela Fundação de Saúde do Município. A cidade registra, até o momento, 175 óbitos e tem 3.203 pacientes recuperados.

Fonte: Prefeitura de Niterói




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Repaginação do Canto Sul da Praia de Itaipu será concluída na próxima quinta


Mais uma importante entrega do Programa Região Oceânica Sustentável (PRO SUSTENTAVEL) acontecerá na próxima quinta-feira: a urbanização do Canto da Praia de Itaipu.

Trata-se de uma das localidades mais apreciadas pela população de Niterói e turistas, que frequentam a região em busca das águas calmas da praia, da gastronomia e da cultura da colônia de pescadores da área, que emprestam ao local um ar bucólico e interessante.

A obra valoriza a paisagem e os acessos à comunidade local, dá uma melhor ambiência ao Museu Arqueológico de Itaipu, oferece um palco para pequenas manifestações culturais, destina um espaço para feira de artesanato, permite a acessibilidade para cadeirantes à praia, ordena o estacionamento, oferece uma infraestrutura de apoio para os pescadores e resolve antigos problemas de saneamento e drenagem.

Parabéns à cidade de Niterói, à comunidade de Itaipu, à equipe da SEPLAG, do PRO Sustentável e ao arquiteto Renato Esteban. A obra ficou muito boa.

Axel Grael



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Repaginação do Canto Sul da Praia de Itaipu será concluída na próxima quinta


Melhorias trazem uma nova perspectiva para moradores, turistas e pescadores da região, que é um dos locais mais visitados de Niterói - Divulgação / Berg Silva


Após sete meses de obras, orla revitalizada ganha deck, praça de eventos, acessibilidade e apoio a pescadores


Por O Dia

Niterói - A segunda etapa das obras de requalificação urbana do Canto Sul da Praia de Itaipu será entregue na próxima quinta-feira (25). Após sete meses de trabalho, esse trecho da orla recebeu uma grande restauração paisagística, com a organização dos estacionamentos que existiam no local, e ganhou praça de eventos, rampa de acessibilidade ao banho de mar para pessoas com dificuldades de locomoção - principalmente cadeirantes - e deck de madeira, além da construção de pequenas edificações de apoio para a atividade pesqueira.

Com a conclusão desta segunda etapa do projeto, serão entregues também pequenas edificações de apoio para a atividade pesqueira, a qual conta com a participação da Coordenação da Economia Solidária. Os novos espaços têm salas de reunião e de administração, além de um depósito de pescado.

O prefeito Rodrigo Neves enfatiza que todas estas melhorias trazem uma nova perspectiva para moradores, turistas e pescadores da região, que é um dos locais mais visitados de Niterói. E ressalta que a requalificação urbana e as edificações contribuirão para fomentar e desenvolver a economia local. 

“Esta obra mudou a chegada à praia de Itaipu, com um melhor ordenamento do espaço público, evidenciando ainda mais o patrimônio local, aumentando as potencialidades turísticas e valorizando a cultura pesqueira tradicional nesta região, além de ser um projeto que priorizou a questão da acessibilidade, com inclusão social. Todo o processo de intervenção teve a participação dos moradores, comerciantes, pescadores e agentes do patrimônio histórico cultural, tendo em vista que o trecho é tombado”, ressalta ele. 

O projeto foi desenvolvido pela Secretaria Municipal de Planejamento e Modernização da Gestão (Seplag), por meio do programa PRO-Sustentável, e contou com investimentos da Cooperação Andina de Fomento (CAF) no valor de R$ 1,9 milhão, com atuações específicas do arquiteto Renato Esteban, idealizador do projeto, e dos engenheiros Jorge Atkins e José Carlos, especialistas em hidrologia e em obras, respectivamente. O Canto de Itaipu, também conhecido como Vila dos Pescadores, é um dos locais de referência em Niterói, sendo um núcleo de atividades voltadas para a pesca, acervo histórico com o museu arqueológico e atividades de esporte e turismo.

“Todo o diferencial desta obra parte do princípio de que os verdadeiros idealizadores são os beneficiários diretos, ou seja, quem vive no local e frequentadores da praia de Itaipu, para melhor referenciar os resultados e abranger as melhores técnicas para a execução das obras”, explica Renato Esteban.

Fonte: O Dia



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quinta-feira, 18 de junho de 2020

Alunos do projeto Niterói Jovem Ecosocial recebem kits pedagógicos que irão auxiliar o trabalho de campo à distância






Um dos programas que eu mais me orgulho de ter desenvolvido nos meus sete anos e meio na Prefeitura foi o Programa Niterói Jovem EcoSocial, iniciativa que eu idealizei e implementei com o meu amigo Anderson Pipico, com a Valéria Braga e uma equipe dedicada e muito competente.

O EcoSocial é uma experiência inovadora pois integra a temática ambiental e da sustentabilidade, da inclusão social e da educação profissionalizante para jovens de comunidades em conflito social. Para atingir este objetivo, a Prefeitura desenvolveu uma parceria com a FIRJAN/SENAI e contratou mediante licitação, o Instituto Moleque Mateiro, organização especializada em educação ambiental, que faz o gerenciamento das atividades de campo do EcoSocial. Também, participam as organizações comunitárias das 11 localidades onde os projetos são desenvolvidos.

Na primeira fase do projeto, 400 jovens já foram selecionados e vêm participando da agenda educativa estabelecida, que mesmo com o isolamento social imposto pela pandemia da COVID-19, estão atuando de forma remota.

O EcoSocial integra o conjunto de programas do Pacto Niterói Contra a Violência , do qual também fui um dos idealizadores e coordenadores.

Niterói avançando para uma cidade referência de sustentabilidade urbana e de justiça social.

Axel Grael




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Alunos do projeto Niterói Jovem Ecosocial recebem kits pedagógicos que irão auxiliar o trabalho de campo à distância

Para ampliar o acesso aos conteúdos disponíveis, os participantes do projeto Niterói Jovem EcoSocial receberão, a partir de quinta-feira (18), um kit pedagógico que irá auxiliar o trabalho de campo à distância, que é conduzido pelo Instituto Moleque Mateiro. Desde o início da pandemia do coronavírus, quando as aulas presenciais foram suspensas, os alunos seguem um cronograma semanal de atividades.

O kit pedagógico é composto de uma ecobag, uma apostila e um pen drive com videoaula, que vem acompanhado de um adaptador para que os jovens consigam conectá-lo ao celular. Nesta quinta-feira, receberão o kit o primeiro grupo de 172 jovens, a fim de evitar aglomerações, com cronograma definido por ordem alfabética. A distribuição acontecerá das 10 às 16 horas, em três pontos da cidade.

Os jovens que integram o projeto e moram no Santo Inácio, Preventório, Cavalão, Vital Brazil e Souza Soares farão a retirada do kit na sede da Federação das Associações de Moradores de Niterói (Famnit). Aqueles que moram no Morro do Estado e Arroz, devem buscar o material na sede da Defesa Civil, no Centro. E os que moram na Vila Ipiranga, Morro do Céu, São José e Holofote podem retirar o kit no Horto do Fonseca.

Atualmente, 400 jovens com idades entre 16 e 24 anos, moradores de 11 territórios de Niterói participam do projeto. O Niterói Jovem EcoSocial acontece em duas etapas: o curso profissionalizante ministrado pelo Sesi/Senai e o trabalho de campo realizado pelo Instituto Moleque Mateiro.

“Mantivemos as atividades de forma virtual durante este período de distanciamento social por conta da pandemia do coronavírus, e os jovens estão executando as aulas e algumas atividades online. Percebemos a limitação do acesso à internet de alguns desses jovens e, por isso, faremos a distribuição dos kits pedagógicos”, explica o diretor do Instituto Moleque Mateiro, Pablo Araújo.

Neste período, os jovens permaneceram recebendo a bolsa no valor de R$ 750, através da Firjan. Em abril, eles também receberam uma cesta básica e uma nova entrega deverá acontecer nas próximas semanas para aqueles que não estão inscritos em outros programas de auxílio emergencial do Município.

“O Niterói Jovem EcoSocial é um projeto que tem como alvo jovens em situação de vulnerabilidade social, e é de extrema importância que eles se sintam acolhidos pelo poder público neste momento tão delicado. Desde o início da pandemia, houve a determinação da gestão municipal para que não se poupasse esforços para garantir a segurança alimentar destes jovens”, enfatizou o assessor técnico da Subsecretaria Executiva da Prefeitura de Niterói, Renato Lutterback. “Os jovens do projeto estão sempre em contato conosco perguntando sobre quando poderão estar de volta às salas de aula. Isso mostra que o objetivo do projeto está sendo alcançado. Eles estão com sede de aprendizado”, ressaltou.

O projeto – O Niterói Jovem EcoSocial foi concebido pela Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão (Seplag), através do Pacto Niterói Contra a Violência, em parceria com a Firjan e o Instituto Moleque Mateiro e é gerenciado pela Secretaria Executiva. A iniciativa tem como objetivo promover a inclusão social e econômica de jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio de educação, profissionalização e práticas em projetos ambientais, valorizando e contribuindo para a sustentabilidade dos territórios onde residem.

O projeto tem dois eixos principais: qualificação profissional e atividade de campo. Para isso, os jovens participam de um curso ministrado pela Firjan no contraturno escolar, recebem a formação de Campo nos territórios ministrada pelo Instituto Moleque Mateiro e atuam em ações da Prefeitura, em áreas como Reflorestamento, Gestão de Recursos Hídricos, Manejo de Parques e Defesa Civil.

Para participar do projeto, o aluno deve estar matriculado e/ou cursando o ensino regular ou EJA (Educação de Jovens e Adultos); ser oriundo da escola pública e/ou bolsista integral de escolas privadas; ter terminado o ensino médio em escola pública ou com bolsa integral em escola privada.

Os cursos profissionalizantes são ministrados e certificados pelo Senai Niterói, em áreas de qualificação como eletricista de automóveis; mecânico de motocicletas; auxiliar de padaria e confeitaria; pizzaiolo; instalador hidráulico residencial; assistente administrativo; montador e reparador de computadores; costureiro industrial de vestuário; entre outros.

Além disso, o objetivo do trabalho de campo é que esses jovens possam contribuir como agentes de transformação de seus territórios no que tange à sustentabilidade ambiental.

Fonte: O Fluminense







segunda-feira, 15 de junho de 2020

Desmatamento pode favorecer novas pandemias



Com o desmatamento das florestas, aumenta a aproximação de humanos com outros primatas, facilitando a transmissão de doenças

Diversas pandemias já foram causadas por vírus transmitidos de animais para humanos, como HIV, Sars-CoV e Sars-CoV-2. Essas e outras patologias podem ser causadas pelo desmatamento contínuo para uso agrícola do solo ou habitação humana, aproximando animais silvestres e seus vírus das pessoas. É o que afirma um novo estudo publicado na revista Landscape Ecology.

A pesquisa buscou entender como os comportamentos humanos podem influenciar o aumento da incidência de doenças, em especial com a prática do desmatamento. Com a fragmentação de habitat, os seres humanos passaram a ter um contato mais frequente com animais silvestres.

Pelo menos 70% das enfermidades registradas desde a década de 1940 tiveram origem em animais, segundo relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Com mudanças causadas pelo ser humano na natureza e o aumento mundial do consumo de carne requisitando mais áreas para criação, outras doenças podem atingir diferentes partes do planeta de forma rápida.

Como o desmatamento favorece pandemias

Desmatamento aproxima humanos e primatas silvestres. (Fonte: Shutterstock)


O desmatamento e a fragmentação da paisagem foram identificados como processos que permitem a transmissão direta de infecções zoonóticas. Certos comportamentos humanos oferecem oportunidades de contato direto entre humanos e primatas não humanos selvagens (NHP).

Para entender o tamanho do perigo dessa aproximação, a pesquisadora Laura Bloomfield analisou famílias de indivíduos que tiveram contato com NHP e comparou com aquelas que não tiveram entre 2011 e 2015. A combinação de dados espacialmente explícitos sobre o uso da terra e os comportamentos humanos é crucial para a compreensão dos fatores sociais e ecológicos do contato humano-NHP, de acordo com a pesquisa.

O estudo ainda conclui que o aumento da densidade em torno das residências, bem como a coleta de alimentos na floresta e pequenas árvores para construção aumentam a probabilidade de contato de humanos com outros primatas. A destruição de ambientes naturais favorece a disseminação de doenças naturais de outros primatas e animais silvestres, e o desmatamento faz que com as espécies selvagens percam seu habitat e passem a viver próximas às pessoas, trazendo vírus que podem acabar causando pandemias.

Pandemia favorece desmatamento

Floresta pode se transformar em grande savana. (Fonte: Shutterstock)


O desmatamento na Amazônia bateu recorde no primeiro trimestre de 2020, quando os olhos do mundo estavam voltados para a pandemia causada pelo novo coronavírus. Sumiram 796 quilômetros quadrados de mata, um aumento de 51% em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Um estudo publicado no Climate News Network afirma que 2020 é crucial para a Floresta Amazônica, que pode atingir um ponto em que não será mais possível recuperá-la. Caso o ecossistema entre em colapso, toda a área da mata pode se tornar uma savana em 50 anos. Nos últimos 12 anos, a Amazônia perdeu 177 mil metros quadrados para o desmatamento, segundo o Inpe; destes, 10 mil quilômetros foram destruídos apenas em 2019, o que representa crescimento de 60% em relação à área perdida em 2012.

Fontes: Medical News Today, Prodes/Inpe e SpringetrLink.

Fonte do texto: Estadão







domingo, 14 de junho de 2020

PRO SUSTENTÁVEL: Assista ao documentário "Piratininga Memórias de uma Lagoa"


O vídeo aqui apresentado, produzido pela BemTV, por solicitação do PRO SUSTENTÁVEL, é o resultado do trabalho de escuta aos moradores mais antigos do entorno da Lagoa de Piratininga, registrando a memória da vida antes do processo de degradação ambiental do Sistema Lagunar de Piratininga-Itaipu, bem como a percepção do crescimento da urbanização o aumento da poluição e a redução da presença da lagoa na vida das pessoas.

Uma das minhas primeiras campanhas como militante ambientalista, iniciada no final da década de 1970, foi em defesa dos ecossistemas dessas lagoas. 

Em 2012, quando decidi aceitar ser candidato a vice-prefeito de Niterói, acompanhando a chapa do prefeito Rodrigo Neves, a minha grande motivação foi transformar antigos sonhos em realidade. Sair da ação ambientalista reivindicatória, arregaçar as mangas e partir para a execução de projetos sonhados há tanto tempo. 

A forma de instrumentalizar o conjunto de ações ambientais e de infraestrutura foi captar recursos junto ao Banco de Desenvolvimento da América Latina - CAF e desenvolver o PRO SUSTENTÁVEL, programa que inclui o Parque Orla de Piratininga - POP, o Projeto de Renaturalização do Rio Jacaré e outras iniciativas de despoluição das lagoas. Também inclui o Sistema Cicloviário da Região Oceânica, um marco da mobilidade sustentável em Niterói. Estas são algumas das iniciativas de sustentabilidade que eu tive a oportunidade de idealizar quando estive nos últimos sete anos e meio na Prefeitura.

E Niterói vai se consolidando como uma referência de sustentabilidade urbana. Este caminho tem que continuar.

Axel Grael



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Piratininga Memórias de uma Lagoa





Documentário sobre a memória dos moradores que residem no entorno da Lagoa de Piratininga. O documentário aborda desde a chegada dos primeiros moradores, passando pela expansão após a construção da ponte Rio – Niterói, até os dias atuais. 

Histórias como a fartura de peixes, brincadeiras, comércio local e até fantasmas são lembradas pelos moradores através de suas vivências no território. 

O documentário foi realizado no âmbito das ações do programa PRO Sustentável da Prefeitura Municipal de Niterói. 






PARQUE ORLA DE PIRATININGA: início das obras será nos próximos dias. Saiba mais sobre o projeto





O vídeo acima explica como será e a importância do Parque Orla de Piratininga - POP, iniciativa que faz parte do Programa Região Oceânica Sustentável - PRO SUSTENTÁVEL, conduzido pela Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão - SEPLAG, da Prefeitura de Niterói.

Começamos a idealizar o PRO Sustentável em 2014, fizemos as negociações pata a captação dos recursos junto à CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina) e o contrato de empréstimo foi finalmente assinado no final de 2016. Juntamente com os investimentos em saneamento, em mobilidade sustentável (TransOceânica e o Niterói de Bicicleta), o PRO Sustentável é uma das principais alavancas do salto de Niterói para a sustentabilidade urbana.

O Parque Orla de Piratininga - POP é um dos mais importantes componentes do PRO Sustentável e, mesmo antes do início das obras para a sua implantação, o projeto já foi reconhecido e premiado no país e no exterior. Implantação de parques em Niterói, é uma das prioridades de Niterói, conforme foi 

A primeira etapa do Parque Orla de Piratininga - POP, que abrange a infraestrutura verde, está em fase final de licitação, e a segunda etapa, que inclui obras de edificações e infraestrutura física, já está também sendo licitada. Saiba mais sobre a licitação da segunda etapa e o seu escopo de investimentos:

OBJETO: Contratação de empresa especializada para execução das obras de Urbanização e de Edificações do Parque Orla Piratininga, localizado na Região Oceânica de Niterói, no âmbito do Programa Região Oceânica Sustentável (PRO Sustentável), conforme Projetos Executivos aprovados, constantes das especificações técnicas do Termo de Referência, que constitui o Anexo I.

EDITAL PARA A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA CICLOVIÁRIO DA REGIÃO É DESTAQUE NO O GLOBO 

Parabéns a toda equipe do PRO Sustentável e das demais inciativas que permitem que Niterói faça história, mostrando o caminho para a sustentabilidade urbana.

Axel Grael