domingo, 24 de fevereiro de 2019

Proporção de áreas verdes de Niterói é bem acima dos padrões internacionais



COMENTÁRIO:

A matéria abaixo foi publicada pelo site do World Economic Forum, que reúne as principais lideranças mundiais anualmente em Davos, na Suíça. A matéria mostra um ranking das cidades que possuem o maior percentual de áreas verdes em proporção à sua área urbana.

Sem entrar no mérito do critério de medição das áreas verdes e o número de cidades que foram analisadas para produzir a lista de destaques, o interessante é observar que os índices divulgados são muito abaixo do percentual de áreas verdes de Niterói, que conta com quase a metade do seu território coberto por unidades de conservação. Esse percentual superará a marca de 50% do território com novas áreas protegidas que estão em fase de criação.

Este percentual muito elevado, principalmente para uma cidade em um contexto metropolitano, foi alcançado a partir do Decreto 11.744, assinado pelo prefeito Rodrigo Neves em 2014.

Conforme publicamos em postagem anterior, Niterói possui um índice ainda mais destacado quando se compara à quantidade de área verde per capita:

Niterói aproxima-se da metade do seu território protegido por unidades de conservação (incluindo as áreas cobertas pelo Parque Estadual da Serra da Tiririca) e um índice de 137,9 m2 de área verde por habitante, considerado muito elevado, principalmente para uma cidade num contexto metropolitano. Vale comparar o índice de Niterói com a realidade de outras cidades: Curitiba (64,5 m2), Goiânia (94 m2), São Paulo (14,02 m2), Vitória (91 m2), Recife (0,7 m2), Nova York (23,10 m2), Edmonton (100 m2).

O trabalho de Niterói para proteger e recuperar as suas áreas verdes rendeu à cidade o reconhecimento internacional através da publicação "Forests and Sustainable Cities: Inspiring stories from around the world", na qual Niterói e Lima são as únicas cidade citadas na América Latina.

Veja mais alguns dados sobre as áreas verdes em Niterói:

Niterói Sustentável: cidade tem 123,2 metros quadrados de áreas verdes protegidas para cada niteroiense

O número de áreas protegidas de Niterói continua crescendo:

Parque da Água Escondida é apresentado em Consulta Pública  

O trabalho da Prefeitura não para por aqui. Nos próximos dias, começará mais um trabalho de recuperação de suas florestas e expansão das suas áreas verdes, como pode ser visto na seguinte postagem:

NITERÓI MAIS VERDE: Niterói terá reflorestamento de 2 milhões de m2 abrangendo ilhas e Mata Atlântica

Niterói segue em frente para se tornar uma referência de sustentabilidade urbana e um exemplo de convívio entre a cidade e a Mata Atlântica, com benefício para a qualidade de vida da população.

Axel Grael
Engenheiro Florestal

Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói




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Tampa, Singapore and Oslo are the cities with the most trees. Image: REUTERS/Chris Wattie


These are the 19 cities with the most trees

Leanna Garfield, Reporter, Tech Insider
This article is published in collaboration with Business Insider.


There's a global movement to encourage cities to grow more trees and plan more parks. On Wednesday, this year's International Day of Forests encourages urban areas to invest in green spaces.

To get a clearer picture of which cities have the most tree coverage today, MIT's Senseable Lab partnered with the World Economic Forum (WEF) to create Treepedia, a site with interactive maps that show the density of greenery in major cities around the world.


The density of trees in major cities. Image: Treepedia


The researchers used information from Google Street View to determine what they call the "Green View Index," a rating that quantifies each city's percentage of canopy coverage based on aerial images. When it launched in 2016, Treepedia featured 10 cities, but the team has since added more to its list.

The goal of Treepedia is to make make urban planning more accessible to those outside the field, MIT's Carlo Ratti said in a statement.

Check out which cities boast the highest Green View Indexes below.

19. Los Angeles, California — 15.2%
18. Turin, Italy — 16.2%
17. Tel Aviv, Israel — 17.5%
16. Boston, Massachusetts — 18.2%
15. Miami, Florida — 19.4%
14. Toronto, Canada — 19.5%
13. Seattle, Washington — 20%
12. Amsterdam, Netherlands — 20.6%
11. Geneva, Switzerland — 21.4%
10. Frankfurt, Germany — 21.5%
9. Sacramento, California — 23.6%
8. Johannesburg, South Africa — 23.6%
7. Durban, South Africa — 23.7%
6. Montreal, Canada — 25.5%
5. Sydney, Australia – 25.9%
4. Vancouver, Canada — 25.9%
3. Oslo, Norway — 28.8%
2. Singapore — 29.3%
1. Tampa, Florida — 36.1%

NITERÓI: 50%

Fonte: World Economic Fórum




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A Brief History of Black People and the Chesapeake Bay



Tonging the Chesapeake. Mine Oyster-Dredging-boats in the Chesapeake, 1872, Medium Print Collection. © MdHS


A celebration of Black History Month and the Mid-Atlantic region’s most popular estuary

Why do we write the stories we write? As writers for the ocean and environment, it is important to ask these questions because we are always writing with a purpose. Even more, we should consider what our frame is, who and what is in the frame and who and what is left out of the frame. I write this to celebrate the rarely noted contributions of Black people to maritime industries and ocean conservation. I also write this blog in honor of Roger Arliner Young, the Black woman for whom the RAY Conservation Diversity Fellowship is named after. As a RAY fellow, I welcome any opportunity to celebrate the significant history of Black people working on and around the Chesapeake Bay.

Enslaved Africans brought to the Americas with them many ancient skills they developed from working on the water, including oystering, crabbing, boat-building and net-making. In an interview with the National Aquarium, Helen Yuen, Director of Marketing at the Reginald F. Lewis Museum, noted that work on the water has been a long tradition among Africans and African Americans.

Black people worked on the water long before the passage of the Emancipation Proclamation in 1863. In the 1600s, Virginia merchants and planters who relied on the water for shipping goods and tobacco sought out African boatmen for their knowledge and skills. And in 1796, 67 years before Emancipation, the federal government began issuing Seamen’s Protection Certificates, which defined those who held them as American citizens. This allowed Black men to work alongside White men as equals on the water. Black men were then able to use their highly-esteemed skills as sailors to gain an independence that they did not yet have on the plantation.

After the Civil War ended in 1865, newly freed men flocked to the water for opportunity. Many Black people worked on the water as sailors, boat-builders, crew members, oyster harvesters, seafood processors and boat captains.

For hundreds of years, Black people have been pivotal to the development and continuation of maritime industries in the Chesapeake region. In fact, one enslaved man—Aaron of York County, Virginia—is credited for building the first examples of multiple-log canoes, which became a symbol of the Chesapeake Bay. Another innovator (Frederick S. Jewett) developed the crab grading system still used today.

The Chesapeake Bay became the primary supplier of oysters in the United States by mid- to late 19th century. The industry required a strong workforce and this, along with the availability of jobs and the expansion of railroads and steamships, led many Black men to the region to work in the oyster industry. The number of Black men working in oysters grew significantly after the Civil War. In York County alone, Black oystermen outnumbered White oystermen by four to one, according to Robert J. Mamary’s analysis of an 1880 census. Around this time, oysters offered some of the best paying job opportunities for Black men.

Black people created communities among the Bay’s shores in large part due to the oyster boom and availability of jobs working on the water. The Chesapeake Bay became an economic and cultural hub for Black people in the region. The Chesapeake Bay is an area rich with Black history. Black communities in the Chesapeake retain pieces of maritime Black culture. In this three-part blog series for Black History Month, you can expect to learn about the role of the Chesapeake Bay in the Underground Railroad, shifts in the Bay’s seafood industry, and who is working on the water today.













Planeta tem mais florestas hoje do que há 35 anos. Só América do Sul e África diminuíram



But an important distinction needs to be made between tree cover and forest cover. 

Image: REUTERS/Nacho Doce


Earth has more trees than it did 35 years ago - but there’s a huge catch

News headlines report a world constantly beset by deforestation and desertification, but new research suggests the planet may not be as tree-damaged as once thought.

Although agricultural expansion in the tropics has swallowed vast areas of the rainforest, climate change has allowed a greater number of new trees to grow in areas previously too cold to support them.

Scientists at the University of Maryland analysed satellite pictures showing how the use of land on Planet Earth has altered over a 35-year period. The study, published in Nature journal, is the largest of its kind ever conducted.

The research suggests an area covering 2.24 million square kilometers - roughly the combined land surface of Texas and Alaska, two sizeable US states - has been added to global tree cover since 1982. This equates to 7% of the Earth’s surface covered by new trees.

But what may sound like good news for the planet actually represents mixed news for the environment.

Going against the grain

The findings may appear to contradict the long-established view that forests are being destroyed. A report from the UN’s Food and Agriculture Organization, for example, says there has been a net loss of 1.29 million square kilometers of forest between 1990 and 2015.

The Nature study’s lead scientists Xiao-Peng Song and Matthew Hansen agree the planet has lost large expanses of tree area, largely in the tropics.

They recorded 1.33 million square kilometers of fallen tree cover between 1982 and 2016, mostly through land clearance for agriculture, forestry and urban development. But they also point to tree cover gains that more than compensate for the loss.


Image: Nature via Pacific Standard


As shown in the chart above, large tree losses in Brazil were balanced by canopy gains in Europe, Asia and North America. Russia, for example, added 790,000 square kilometers, while China added 324,000 square kilometers.

Agricultural abandonment in Europe, Asia and North America, together with tree planting programmes in places like China have also driven canopy growth.

And rising temperatures have enabled forested areas to flourish closer to the poles causing canopy cover to expand. Grasses, shrubs and trees can now thrive even in deserts, mountain regions and tundra.

Lost in the woods

However, an important distinction needs to be made between tree cover and forest cover.

The study points out that industrial timber plantations, mature oil palm estates and other specifically planted forests add to global tree cover. On paper these areas compensate for the primary forest that has been cut down; 100-hectare loss of primary forest is perfectly offset by a 100-hectare gain on a man-made plantation, for example.

But while they may be equal in area, they are not equal in biodiversity. Primary tropical forests and savannas harbour a wealth of flora and fauna which is lost when these areas are cleared.

And man-made forests do not compensate for the damage and degradation done to ecosystems through land clearance.

The research attributes 60% of all land-use change throughout the study period directly to human activity, with the remaining 40% caused by indirect factors like climate change.

As the Earth turns increasingly green it could be masking the true extent of environmental harm caused by human activity.

Fonte: World Economic Fórum



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sábado, 23 de fevereiro de 2019

Cidades não sabem não crescer: prosperidade sem crescimento urbano?






O artigo de Pablo Pimentel Pessoa e Rômulo da Costa Ribeiro (Observatório das Metrópoles Núcleo Brasília), “Cidades não sabem não crescer“, aborda o tema do crescimento urbano a partir das vertentes críticas sobre sustentabilidade e pós-desenvolvimento.

Apresentado no 8º CONGRESSO LUSO-BRASILEIRO para o Planeamento Urbano, Regional, Integrado e Sustentável (PLURIS 2018), o trabalho levanta o caso de algumas cidades, como a de Afuá (Pará) e Bolinas (Califórnia), tendo como pano de fundo a seguinte questão: os cidadãos e suas municipalidades, caso desejassem reorientar os sistemas urbanos em que habitam a um sentido de prosperidade sem crescimento, disporiam eles de meios para tanto?

Confira o resumo:

A tendência à expansão da maioria dos sistemas urbanos persiste como questão central ao campo do planejamento nas diferentes escolas do pensamento urbanístico, mesmo que resultem raros os casos em que as soluções adotadas lograram sucesso em contê-lo. Paralelamente, perdura também uma imagem de progresso, frequentemente associada à dinâmica da vida nos centros urbanos e ao ritmo de mudanças observado nesses espaços, que confere um caráter contraditório ao valor da vitalidade urbana, uma vez que apenas parte dos cenários perseguidos ou alcançados pode a rigor ser tida como desejável. Este artigo retoma o tema do crescimento urbano em sentido amplo, revisitando-o a partir das vertentes críticas sobre sustentabilidade e pós-desenvolvimento. Nossas cidades, caso desejassem, disporiam de meios para prosperar sem crescimento? Revisamos diferentes casos e os tratamentos conferidos ao tema na literatura. Os resultados reforçam a compreensão do crescimento contínuo como subproduto do bloqueio à participação social nos processos decisórios.

CLIQUE AQUI para visualizar o artigo completo.


Fonte: Observatório das Metrópoles








Grupo Boticário abre inscrições para projetos de conservação



Seis dos trabalhos selecionados serão implantados nos litorais paulista, capixaba e fluminense. Foto: Pixabay.


Por Sabrina Rodrigues

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza continua com a sua tradição em apoiar financeiramente programas de conservação. Dessa vez, as inscrições estão abertas para o 57º Edital da Fundação Grupo Boticário – Novas Ideias para a Conservação da Natureza. Os interessados terão até o dia 31 de março para se inscrever pelo site da instituição. Ao todo, serão cerca de R$ 2 milhões destinados aos projetos selecionados.

Nesta edição, serão selecionados projetos dentro das temáticas: ambientes marinhos; unidades de conservação de proteção integral e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs); inovações e novas tecnologias para a conservação da natureza; e espécies ameaçadas.

Os candidatos deverão ficar atentos, pois diferentemente dos anos anteriores, que tiveram uma chamada em cada semestre, 2019 concentrará as inscrições em uma só oportunidade.

Os projetos inscritos devem estar vinculados a instituições sem fins lucrativos. As dúvidas podem ser encaminhadas por e-mail para edital@fundacaogrupoboticario.org.br.

Fundação apoiará seis projetos da região sudeste com foco em preservação de áreas e espécies litorâneas

Projetos que buscam conservar ambientes costeiros e marinhos, na região litorânea no Sudeste do Brasil, receberão aporte financeiro da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Seis trabalhos serão implantados nos litorais paulista, capixaba e fluminense, somando cerca de R$ 650 mil para preservar áreas naturais e espécies ameaçadas.

Vejas as áreas de atuação e os projetos selecionados:

Praias: Em São Paulo, o Instituto Costa Brasilis visa desenvolver estratégias de identificação de praias prioritárias para a conservação, indicando quais características ambientais devem ser consideradas para garantir a manutenção da sua biodiversidade.

Repovoamento de garoupas: Controlar a pesca, proteger locais de reprodução são ações importantes para a conservação das garoupas (Epinephelus marginatus), mas garantir o crescimento dessas populações marinhas também faz parte do projeto da Associação Ambientalista Terra Viva que pretende avaliar os estoques e a soltura de 20 mil alevinos de garoupa verdadeira no litoral paulista.

Proteção do mico-leão-de-cara-preta (Leontopithecus caissara): O Parque Estadual do Lagamar de Cananéia está localizado no litoral sul do estado de São Paulo entre os municípios de Cananéia e Jacupiranga, a 250 km da capital. A unidade de conservação é o lar do mico-leão-de-cara-preta (Leontopithecus caissara), espécie criticamente ameaçada, com tamanho populacional entre 400 a 900 indivíduos. Pensando em conservar essa população, o Instituto de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) pretende realizar uma estimativa da distribuição atual do mico, monitorar esses grupos, além de elaborar planos de ação integrados.

Novas tecnologias para peixes ameaçados: Com o objetivo de desenvolver e implementar estratégias sustentáveis de manejo dos estoques pesqueiros, pesquisadores do Instituto Comar trabalharão com um projeto inovador que consiste em criar um aplicativo para monitorar espécies de peixes marinhos, levantando informações como tamanho, ocorrência e esforço de pesca em São Paulo.

Biodiversidade marinha em arquipélagos: A costa brasileira possui apenas 1,5% de seus ecossistemas marinhos protegidos de forma integral. Com vista a ampliar essa porcentagem, o Instituto Ambientes em Rede vai atuar nos arquipélagos Trindade e Martim Vaz (ES). A proposta visa fortalecer a pesquisa nesses territórios, com foco nos efeitos da pesca sobre espécies ameaçadas e sistemas recifais. Em um segundo momento, serão estimuladas ações de gestão e políticas públicas para a conservação desses ambientes.

Conservação de lagartos: O Glaucomastix littoralis é uma espécie de lagarto ameaçada de extinção que está presente somente no estado do Rio de Janeiro. Essa espécie vem sofrendo problemas e ameaças sobre o seu habitat como a especulação imobiliária, além das mudanças climáticas que podem alterar os padrões de comportamento e reprodução, interferindo no ciclo natural da espécie. Para mitigar esses efeitos, pesquisadores do Instituto Biomas vão investigar a situação das populações desse lagarto e seus principais fatores de risco para estabelecer ações que assegurem a conservação e proteção da espécie.

Nos seus 29 anos de existência, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente, além de proteger 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais.


Fonte: ((O)) Eco








Manual da FAO sobre avaliação de serviços ecossistêmicos





Compartimos Manual de FAO sobre metodologías de evaluación de servicios ecosistémicos de bosques, publicado este 2019.

http://www.fao.org/3/ca2886en/CA2886EN.pdf



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Galícia envolve usuários de trilhas para prevenir e combater focos de incêndios florestais



Brigadista en un incendio en Orense - EFE


Una «app» para que el senderismo combata el fuego

La UVigo y cuatro empresas vigilarán las masas forestales próximas a carreteras con satélites y drones

Natalia Sequeiro

Muchos amantes del senderismo comparten ya sus fotos en aplicaciones como Wikiloc, que informa de rutas a lo largo de todo el mundo. Pero en dos años sus instantáneas podrían ser también de utilidad para prevenir tragedias como la de Chandebrito en Pontevedra o Pedrógão Grande en Portugal. Cuatro empresas gallegas, la Universidad de Vigo y el Centro de Investigación Forestal de Lourizán se han unido para desarrollar un sistema que permita controlar las franjas de vegetación que existen a lo largo de las carreteras y pistas. Además de las aportaciones de los usuarios, se emplearán las imágenes de dos satélites y varios drones.

«Las carreteras son cortafuegos naturales y además vías que usan los vehículos de emergencias para la evacuación de personas, por eso es importante controlar las masas forestales en este entorno», subraya Higinio González, investigador principal del proyecto por parte de la UVigo. En las olas de incendios que en 2017 asolaron el sur de Galicia y Portugal las vías de comunicación se convirtieron en ratoneras. En Pedrógão Grande una treintena de personas falleció en la Nacional 232 cuando escapaban de las llamas que acechaban sus viviendas. Las dos muertas de Chandebrito seguían una caravana organizada por la Policía que intentaba desalojar la zona afectada por el fuego por la vía que baja a Nigrán por Camos. Pero era imposible atravesarla. Los agentes ordenaron dar la vuelta, pero la furgoneta en la que viajaban se quedó descolgada. En Galicia la legislación obliga a que en ambos lados de las carreteras, exista una franja de 10 metros sin pinos ni eucaliptos, una distancia que se reduce a cuatro metros en pistas forestales. Pero no siempre se cumple.

Bautizado como proyecto Topacio, el sistema que se empezó a desarrollar a principios de este año pretende «optimizar cuando se realizan las labores de desbroces», explica Higinio González. Para ello analizarán las imágenes de dos satélites, el Sentinel (gratuito) y el Deimos (de pago), perteneciente a la empresa que dirigió el actual ministro de Ciencia y exastronauta, Pedro Duque. Los satélites permitirán controlar el estado de la vegetación en áreas amplias, por ejemplo, toda una provincia. Para el detalle se usarán los drones, propiedad de una de las empresas que participan en el proyecto, Aeromedia. El programa, que recibirá una subvención por parte de la convocatoria Conecta Peme 2018 de la Consellería de Economía, cuenta con otras tres firmas participantes. Extraco acercará su experiencia como concesionaria de obras en vías públicas; Conexiona, que desarrolla soluciones TIC innovadoras y multiplataforma, y Sans2, con experiencia en sistemas de información geográfica.

Los satélites y los drones les darán información sobre el estado de la maleza y su humedad. Pero para las pistas forestales, el sistema pretende contar con la participación ciudadana. «Se creará una aplicación dentro del sistema, orientada a las personas que hacen rutas de senderismo, para que puedan subir sus fotos desde el teléfono móvil», explica el investigador de la UVigo. González asegura que será la primera vez que se usen estas fotografías georreferenciadas para la prevención de incendios forestales. El proyecto Topacio cuenta con un presupuesto de 799.316,81 euros. Una vez finalizada, la herramienta se dirigirá tanto a administraciones públicas como a empresas con concesiones para el mantenimiento de las vías de comunicación.


Fonte: ABC Galicia









sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

CIDADES INTELIGENTES: NITERÓI É DESTAQUE EM EVENTO NO PALÁCIO GUANABARA








Fui palestrante no evento "Debate Sobre as Cidades Mais Inteligentes" promovido pela Câmara Metropolitana de Integração Governamental do Rio de Janeiro e a Universidade Federal Fluminense. O evento foi realizado no auditório do Palácio Guanabara e, na ocasião, apresentei a palestra "Niterói Cidade Inteligente, Humana e Sustentável".

A cidade de Niterói tem avançado muito na agenda da Cidade Inteligente, tendo sido reconhecida, em 2017, como a 18ª melhor em ranking divulgado pela revista Exame, que analisa a performance no tema de 500 cidades no país.

Demos destaque para o Sistema de Gestão da Geoinformação - SIGEO-Niterói, considerado a base para toda o programa Niterói Cidade Inteligente.

Veja, a seguir, parte do conteúdo da apresentação:

O Programa Niterói Cidade Inteligente, Humana e Sustentável é coordenado pelo Secretaria Executiva e conta com a participação de várias outras secretarias municipais. 

O SIGEO permite acesso gratuito a dados sobre a cidade de Niterói.

O portal do SIGEO permite acesso gratuito à uma base cartográfica da cidade de Niterói na escala 1:2.000

O SIGEO permite a visualização digital da cidade de Niterói em três dimensões (3D)

A partir do SIGEO, a Prefeitura de Niterói vem desenvolvendo vários aplicativos em benefício da cidade.

PROGRAMA NITERÓI CONTRA QUEIMADAS - Monitoramento do risco de incêndio em vegetação 

PROGRAMA NITERÓI CONTRA QUEIMADAS: recursos para a gestão de riscos de incêndio

INFRAESTRUTURA: Rede de Dados de Fibra Ótica

CISP: tecnologia a serviço da segurança da cidade

CERCAMENTO: Tecnologia para monitoramento da cidade

CCO-MOBILIDADE: O Centro de Controle Operacional da Mobilidade de Niterói foi considerado pelo jornal francês Le Monde como um dos destaques mundiais.

NITERÓI DIGITAL: Formar uma geração de cidadãos participativos e conectados

HACKNIT: estímulo à tecnologia e inovação.

DEFESA CIVIL: Tecnologia para uma Niterói Resiliente

COLAB: o aplicativo é uma ferramenta de cidadania e de diálogo da cidade com a Prefeitura

A organização do evento divulgou o perfil dos participantes da mesa da seguinte forma:

Relação dos debatedores:

Júlio Correia Neto (Mediador do evento e reestruturador de empresas com mais de 25 anos de experiência tendo participado da implementação de startups em empresas como Tim Celular, Intelig, Certisign, Teletrim e Hyundai Heavy. É mentor empresarial e executivo com origem na área financeira e de controladoria)

Paulo Manoel Lenz Cesar Protasio (Advogado e Empresário, Presidente do Conselho de Administração da Fomenta Rio e ex-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro)

André Luis Azevedo Guedes (Pós-doutorando em Administração de Empresas pela UFF na linha de pesquisa de Indústria 4.0 e Smart Cities. Diretor da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas para o Estado do Rio de Janeiro. Executivo com experiência na gestão pública e privada. Pesquisador internacional e empreendedor)

Axel Schmidt Grael (Ex-vice-prefeito e atual Secretário Executivo de Niterói, engenheiro florestal e ambientalista, possui 20 anos de experiência em cargos de primeiro escalão de órgãos da administração pública estadual e municipal do Rio de Janeiro, com experiência na gestão pública, formulação de políticas ambientais, gestão de projetos com financiamento externo e gestão de situações de emergência ambiental)

Pedro Reis Martins (Coordenador de planejamento do Centro de Operações da Prefeitura do Rio - COR. Profissional de comunicação, com especialização em Gestão de Projetos. Em 2015 e 2016, gerenciou a equipe de planejamento do COR para a operação da cidade nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Planejou, implementou e foi um dos coordenadores do Centro Integrado de Mobilidade Urbana - CIMU, central de integração da operação de transportes do Rio durante as Olimpíadas)

Ricardo Hechtman (Especialista em qualidade de serviços pelo Instituto Disney, Matchmaker e Desenvolvedor de novos negócios para a Economia Criativa. Investidor Anjo do AquaRio – Aquário Marinho do Rio de Janeiro e professor universitário. Representa o ecossistema de startups de Israel, realiza missões de negócios e é um dos fundadores do Falafel Valley)

Walter Marinho (Doutor em gestão e inovação pela Laurent University. Presidente do Observatório da China para a America Latina. Consultor Especial de Transparência Pública na Vice-Presidência do Brasil. Consultor de políticas estratégicas entre a comissão europeia e os países de língua portuguesa. Co-fundador do Inteligent Tranport Soluction Latin America)



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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

PLANTAR UM TRILHÃO DE ÁRVORES PARA SALVAR O PLANETA



COMENTÁRIO:

O jornal britânico The Independent publicou o artigo abaixo sobre a ideia de que as mudanças climáticas, geradas pelo chamado efeito estufa, que por sua vez é causado pelo excesso de carbono na atmosfera, tem no reflorestamento em larga escala uma de suas mais viáveis formas de reversão. Em comparação às outras alternativas, o plantio de árvores é que mais eficientemente faria o sequestro de carbono da atmosfera. O crescimento das árvores é feito através da fixação de carbono retirado da atmosfera através do processo de fotossíntese. A biomassa produzida pela floresta se acumula e fica retido por longo tempo, ajudando a normalizar o clima.

O Dr. Thomas Crowther, ecologista da universidade ETH Zürich, apresenta o resultado de estudos que estimam que existam 3 trilhões de árvores no mundo, estimativa sete vezes maior do que a NASA havia divulgado anteriormente. Segundo ele, subestimar o número de árvores no mundo provocou também a subestimativa da capacidade de se capturar carbono com o plantio de árvores. Os três trilhões de árvores retém 400 gigatoneladas de carbono.

As novas estimativas apontam que caso seja feito um plantio de mais 1 trilhão de árvores, a quantidade de carbono fixado equivaleria às emissões antropogênicas (causadas pelo ser humano: queimadas, indústrias, carros etc) ao longo de uma década.

Em 2007, a queniana Wangari Maathai, ativista africana que se dedicou a plantar árvores nas aldeias e foi vencedora do Prêmio Nobel da Paz, lançou a Campanha do Bilhão de Árvores, que foi incorporada pela Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Desde a sua criação, a campanha obteve adesões voluntárias e foram registrados o plantio de 15 bilhões de árvores em 193 países.

Diante do sucesso da adesão à causa e da definição da meta de 1 trilhão de árvores, a ONU redimensionou a iniciativa e a lançou como a Campanha de Um Trilhão de Árvores. Segundo os pesquisadores, as áreas disponíveis em florestas, parques, além de terras degradadas e abandonadas.

Na minha opinião, não há uma "bala de prata" para curar a "febre da terra", ou seja, reverter o aquecimento global. O problema é complexo e a solução também haverá de ser. Só avançaremos para um futuro sustentável se fizermos a conversão para uma nova economia, com uma redução drástica de emissões de gases de efeito estufa e de baixo consumo de recursos naturais.

Como a própria matéria afirma, plantar 1 trilhão de árvores será um feito enorme, mas compensará apenas uma década de emissões atmosféricas.

Portanto, mesmo como engenheiro florestal e um militante da proteção e restauração das florestas, acho que plantar árvores não será suficiente para salvar o nosso futuro, mas não haverá salvação que não inclua um esforço colossal para recompor florestas.

E plantar um trilhão de árvores parece muito? Mas, se for o necessário para salvar o planeta, essa é a nossa obrigação perante as futuras gerações.

Vamos plantar!

Axel Grael
Engenheiro florestal

Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói



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Massive restoration of world’s forests would cancel out a decade of CO2 emissions, analysis suggests


Assista ao vídeo acessando aqui.
Trees already store an enormous amount of carbon, and planting more would suck more CO2 from the atmosphere


New findings suggest trees are 'our most powerful weapon in the fight against climate change', says scientist

Josh Gabbatiss. Washington DC


Replenishing the world’s forests on a grand scale would suck enough carbon dioxide from the atmosphere to cancel out a decade of human emissions, according to an ambitious new study.

Scientists have established there is room for an additional 1.2 trillion trees to grow in parks, woods and abandoned land across the planet.

If such a goal were accomplished, ecologist Dr Thomas Crowther said it would outstrip every other method for tackling climate change – from building wind turbines to vegetarian diets.

Lack of accurate information meant for years experts severely underestimated the number of trees on Earth.

Combining data from ground-based surveys and satellites, Dr Crowther and his colleagues arrived at a figure of three trillion – over seven times more than a previous Nasa estimate.

The same approach, using machine learning and AI to analyse the enormous data set, allowed the researchers to predict the number of trees that could feasibly be planted in empty patches around the world.

Dr Crowther said undervaluing trees means scientists have also been massively underestimating the potential for forests to combat climate change.

Project Drawdown, a group that compares the merits of different emission-cutting techniques, currently places onshore wind power and improved recycling of fridges and air conditioners at the top of its list.

If rolled out on a realistic scale, each of these techniques would cut over 80 gigatons of emissions, while growing forests languishes in 15th place with a saving of just 18 gigatons.

New research undertaken by Dr Crowther has used the 1.2 billion figure to estimate the potential scale of carbon capture that could be achieved by planting trees, and reveal their true potential.

“There’s 400 gigatons now, in the 3 trillion trees, and if you were to scale that up by another trillion trees that’s in the order of hundreds of gigatons captured from the atmosphere – at least 10 years of anthropogenic emissions completely wiped out,” he said.

While the exact figures are yet to be released, he said trees had emerged as “our most powerful weapon in the fight against climate change”. Dr Crowther discussed his findings at the American Association for the Advancement of Science (AAAS) meeting in Washington DC.

Full restoration of all sites identified is clearly unrealistic, but tree planting is increasingly being recognised as a critical activity to preserve life on Earth.

The United Nations initially ran a project known as the Billion Tree Campaign, but in light of Dr Crowther’s findings this has been renamed the Trillion Tree Campaign. It has already seen 17 billion trees planted in suitable locations around the world.

“We are not targeting urban or agricultural area, just degraded or abandoned lands, and it has the potential to tackle the two greatest challenges of our time – climate change and biodiversity loss,” said Dr Crowther.

“It’s a beautiful thing because everyone can get involved. Trees literally just make people happier in urban environments, they improve air quality, water quality, food quality, ecosystem service, it’s such an easy, tangible thing.”


Fonte: The Independent



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

CHINA ENVÍA A MÁS DE 60.000 SOLDADOS A PLANTAR ÁRBOLES





El gobierno chino ha tomado una decisión digna de admirar y digna de relevar. Ha decidido enviar a sesenta mil soldados a plantar árboles para combatir el cambio climático y la contaminación que sufre el país, que recordemos, supera con creces los límites establecidos por la Organización Mundial de la Salud (OMS).

Los soldados que se encuentran en la frontera norte, dejarán sus puestos fronterizos para llevar a cabo este proyecto no militar, pero necesario para la sostenibilidad del país. La zona a forestar tendrá el tamaño de Irlanda y será un hecho a mediados del año que viene. Asia Times afirma que será la provincia de Hebei la privilegiada en ‘criar’ en sus tierras a estos árboles.

Aunque no es casualidad que sea la zona que rodea Pekín la elegida en este primer proyecto forestal a gran escala. Y es que, Pekín, es de las ciudades más contaminadas del planeta. Quieren aumentar la cobertura forestal de China de un 21% a un 23% en el año 2020.

El jefe de la Administración Estatal de Silvicultura de China, Zhang Jianlong, confirmó un 26% de cobertura forestal en China para el año 2035. “Las empresas y organizaciones que se especialicen en trabajos ecológicos serán bienvenidos a nuestra campaña para reverdecer China”, adjuntó.

China se ha tomado en serio la contaminación que envuelve su atmósfera y las consecuencias que ejerce en la naturaleza, pero, sobre todo, en su población. Auguramos un relevo por parte de otras grandes potencias dispuestas a reducir el nivel de CO2 en la atmósfera terrestre y que nuestros hijos y nietos puedan vivir en un planeta mejor.

Fonte: Planeta Magnífico



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