sábado, 26 de julho de 2014

Mapa de Ameaças Naturais, um aliado para evitar novas tragédias


Estudo da Defesa Civil lista principais fragilidades dos 92 municípios do estado

por Fábio Vasconcelos

O Vale do Cuiabá, em Petrópolis: arrasado na enxurrada de 2011 - Pedro Kirilos / O Globo


RIO - A pouco mais de cinco meses para o início do período de chuvas, um estudo feito pela Defesa Civil do estado pode ajudar as prefeituras a evitar novas tragédias, como a ocorrida na Região Serrana, em 2011, quando mais de 900 pessoas morreram em consequências de um forte temporal. O Mapa de Ameaças Naturais, que será lançado na próxima semana, classifica os principais problemas nas 92 cidades do estado, segundo a percepção dos responsáveis pelas unidades de defesas civis locais. Os deslizamentos (18%), seguidos de inundações (17,8%), alagamentos (14%), enxurradas (11,7%) e incêndios florestais (8,3%) foram apontados com as cinco mais importantes ameaças.

Com o estudo foi possível mapear os problemas por região do estado. A Serra lidera com o maior número de citações com relação a deslizamentos e inundações. Esta é a segunda versão do Mapa de Ameaças (o anterior é de 2012), mas essa é considerada a mais completa pois, pela primeira vez, o estudo obteve respostas dos 92 municípios do estado, contra 84 do primeiro levantamento. A partir da análise, a Defesa Civil iniciará, em agosto, o treinamento das equipes de Defesa Civil de todos os municípios. O objetivo é ensinar a preparar planos de contingência levando em conta as ameaças naturais identificadas em cada cidade.

— Chegamos a 460 ameaças naturais citadas pelos 92 municípios. A partir daí, produzimos os percentuais organizando os rankings das principais ameaças. Isso permitiu identificar as diferenças por região. Queremos chegar em novembro com os planos de contingência prontos, ou seja, um mês antes do início das chuvas — diz o tenente-coronel Paulo Renato Vaz, diretor da Escola de Defesa Civil do estado.

Com relação ao estudo de 2012 a nova versão do mapa não apresenta muita diferença na ordem dos principais problemas, apesar da troca de prefeitos e secretários de Defesa Civil. Esse dado, segundo Vaz, demonstra que o método de identificação das ameças é preciso. A única mudança foi a inclusão da ameaça “chuvas intensas” que não aparecia no estudo de 2012 e agora surgiu como o oitavo maior risco. Já a ameça “corrida de massa-solo, lama ou rocha”, que aparecia na 10ª posição, agora ocupa a 9ª maior ameaça.


Fonte: O Globo





Pedestres aprovam o programa Calçada Livre


Frequentadores do Largo da Batalha e do Centro de Niterói comemoram a facilidade de ir e vir nas calçadas. Projeto foi implantado há 1 ano e meio pela Secretaria de Ordem Pública. Foto Marcelo Feitosa

Patrícia Vivas

Projeto realizado pela Secretaria de Ordem Pública para retirar ambulantes das ruas e desimpedir caminho traz bons resultados para os bairros do Centro, Icaraí e Largo da Batalha

Implantado em janeiro de 2013, o projeto Calçada Livre tem demonstrado efeitos de longa duração na cidade de Niterói. Nos três bairros em que o programa foi implantado com a intenção de retirar os ambulantes que atrapalhavam os pedestres, os moradores e comerciantes alegam estar satisfeitos com o trabalho que vem sendo realizado pela Secretaria de Ordem Pública.

Nas Ruas Moreira César, e Gavião Peixoto, em Icaraí, na Zona Sul de Niterói, já não é possível encontrar ambulantes durante o dia. Na Rua Reverendo Armando Ferreira, no Largo da Batalha, e na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, no Centro, os guardas municipais também atuam diariamente. A Secretaria de Ordem Pública destaca que, mesmo à noite, os ambulantes que insistem em ocupar locais proibidos têm o seu material apreendido.

Para o jornaleiro Reginaldo Gomes, de 59 anos, o Calçada Livre no Largo da Batalha foi uma ação necessária e que ajudou o comércio da localidade.

“A operação está funcionando do jeito que foi prometido e os comerciantes e moradores só têm a ganhar com o programa. O movimento de consumidores na minha banca de jornal aumentou muito desde que os ambulantes saíram, já que antes não tinha nem como passar pela rua direito. No entanto, sei que para os ambulantes a situação ficou pior, e se a fiscalização for retirada, eles voltam a ocupar os lugares de antes”, contou Reginaldo.

Para o morador de Icaraí Pedro Henrique de Almeida, a situação também ficou melhor.

“Eu não reparo com muita frequência se há presença de ambulantes, mas sei que passo pela Moreira César diariamente e não preciso ficar desviando de nenhuma barraca, então posso dizer que o resultado é positivo, pois há três anos, quando me mudei pra cá, não era assim”, disse Pedro.

Na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, o efeito não é total, mas segundo pedestres, já melhorou bastante. Ainda é possível esbarrar com barracas de pipoca, vendedores de carteiras, doces, entre outras coisas.

“A Amaral Peixoto não é como a das outras ruas do Centro, que tem ambulantes por toda a extensão da via. No entanto, é possível encontrar pessoas vendendo comida e doces, principalmente à noite, mas numa frequência muito menor do que antes. O grande problema da Avenida é nas transversais, mas, se existe a licença para que eles permaneçam naquele local, não há queixas”, disse o consultor Carlos Corrêa, 45 anos.

Em resposta à reportagem, a Seop afirma que a Guarda Municipal está presente durante o dia e com equipes de controle urbano noturno.

“O programa Calçada Livre foi implantado na Avenida Amaral Peixoto e, quando eventualmente ambulantes não licenciados montam suas barracas no local, a mercadoria é de imediato apreendida pela Guarda. O programa Calçada Livre chegará gradativamente às outras ruas do centro da cidade, incluindo rua Visconde de Uruguai, aonde trabalham ambulantes licenciados que passarão por um recadastramento e realocação com o objetivo de garantir o ordenamento”, afirma.


Fonte: O Fluminense




MMA faz consulta sobre estudo de áreas das zonas costeira e marinha




O Ministério do Meio Ambiente (MMA) realiza, até o dia 15 de setembro, consulta para atualizar informações sobre as áreas prioritárias para conservação, uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade das zonas costeira e marinha, reconhecidas pela Portaria MMA nº 9/2007. O trabalho está sob a coordenação da área técnica do Departamento de Biodiversidade Aquática, Mar e Antártica (DMar/MMA) e visa subsidiar o processo de atualização de informações sobre essas áreas.

Para tanto, o órgão está consultando os principais envolvidos no processo “Áreas Prioritárias de 2007”, com avaliação do impacto dessas informações na formulação de políticas para as zonas costeira e marinha e sugestões para o processo de revisão atual. O público-alvo da consulta são os órgãos ambientais dos estados e municípios costeiros de todo o Brasil, gestores de Unidades de Conservação, pesquisadores de universidades e representantes de organizações não governamentais (ONGs) voltados a atividades nas zonas costeira e marinha, além de superintendências e escritórios do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

ATUALIZAÇÃO

Para participar da consulta, a pessoa designada por cada entidade deve preencher o formulário disponível no endereço eletrônico www.mma.gov.br/biodiversidade/biodiversidade-aquatica/zona-costeira-e-marinha/areas-prioritarias-para-conservacao. O formulário é formado por quatro blocos com os seguintes itens: responsável pelo preenchimento; participação no processo anterior; impacto do mapa atual; e sugestões ao processo de atualização. Depois de preencher todos os campos, é só clicar em “Enviar” para concluir o processo.

A avaliação levará em conta o impacto dessas áreas na formulação e implantação de políticas públicas, programas, projetos e atividades voltados à conservação da biodiversidade; uso sustentável de componentes da diversidade biológica; recuperação de áreas degradadas e de espécies sobre-explotadas (aquelas cuja condição de captura de uma ou todas as classes de idade em uma população são tão elevadas que reduz a biomassa, o potencial de desova e as capturas no futuro a níveis inferiores aos de segurança) ou ameaçadas de extinção. As novas informações permitirão verificar a real utilização e eficiência das áreas prioritárias para conservação.

Fonte original: http://www.mma.gov.br/


Fonte: ECOticias Brasil





Com a Copa, turistas estrangeiros gastaram US$ 797 milhões no Brasil em junho


Uma alta de 75,9% na comparação com junho do ano passado. As transações do Brasil com o exterior registraram déficit de US$ 3,34 bilhões

por




BRASÍLIA - Com a Copa do Mundo, o Brasil registrou um recorde histórico de ingressos de recursos de turistas estrangeiros que vieram ao país. Dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira mostram que os viajantes estrangeiros deixaram US$ 797 milhões no país no mês de junho, uma alta de 75,9% na comparação com os US$ 453 milhões registrados em junho do ano passado. Essa foi a maior receita na análise mensal desde o início da série histórica do Banco Central, em 1947.

No acumulado de janeiro a junho, o total gasto pelos estrangeiros no Brasil chega a US$ 3,64 bilhões – uma alta de 4,8% ante os US$ 3,48 bilhões registrados no primeiro semestre de 2013.

As despesas de brasileiros no exterior também bateram recorde e chegaram a US$ 2,0 bilhões em junho, uma alta de 4,9% na comparação com o valor de US$ 1,90 bilhão gasto pelos brasileiros em viagens fora do país no mesmo mês de 2013. No primeiro semestre, o montante deixado lá fora também foi recorde e chegou a US$ 12,48 bilhões – 2,3% a mais que os US$ 12,20 bilhões registrados nos seis primeiros meses do ano passado.

O chefe-adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Fernando Rocha, destacou que a entrada de mais receitas com viagens contribuiu para uma redução de 17,3% nas despesas líquidas com viagens internacionais – com gasto líquido de US$ 1,2 bilhão em junho.

— Esse aumento de receitas ocorreu por causa do afluxo de turistas estrangeiros ao Brasil, por ocasião da Copa do Mundo — disse o chefe-adjunto.

Ele destacou que o resultado parcial para julho também aponta para um crescimento significativo na entrada de recursos. Até 23 de julho, a entrada de receitas com viagens cresceu cerca de 50% na comparação com o mesmo período do ano passado.

— As receitas de viagens internacionais no semestre, de US$ 3,64 bilhões, também representam o maior valor da série histórica para o período. Essa influência da Copa nas viagens internacionais, embora concentrada no fim do semestre, foi de uma magnitude que permite que o resultado (do semestre) seja o maior para toda a série — afirmou.

Em junho, o Brasil registrou déficit de US$ 3,4 bilhões na conta de serviços, 4,5% acima do valor registrado no mesmo mês de 2013.

TRANSAÇÕES CORRENTES

As transações do Brasil com o exterior registraram déficit de US$ 3,34 bilhões em junho – contra um déficit de US$ 3,88 bilhões apurado no mesmo mês do ano passado. O resultado contribuiu para um déficit de US$ 43,31 bilhões no acumulado dos seis primeiros meses, ante US$ 43,18 bilhões no mesmo período do ano passado. Esses números, que formam a conta de transações correntes, consideram balança comercial, balança de serviços e transferências unilaterais, como doações e remessas de lucro.

— Houve uma menor despesa líquida de viagens em junho, o que ajuda a explicar o resultado das transações correntes. Outro ponto que ajuda a explicar o resultado é uma redução nas despesas com juros e uma redução na conta de lucros e dividendos — afirmou o chefe-adjunto do Departamento Econômico do Banco Central.

— Essa redução de lucros e dividendos está ligada a uma atividade econômica em moderação e a uma taxa de câmbio mais depreciada — acrescentou.

O Banco Central projeta um déficit em transações correntes para julho de US$ 6,7 bilhões de dólares. Em julho do ano passado, o saldo negativo ficou perto de US$ 9 bilhões. Se a projeção se confirmar, o resultado de julho permitirá, segundo o chefe-adjunto do Departamento Econômico do BC, que haja uma redução, pelo seguindo mês seguido, no déficit em transações correntes acumulado em 12 meses.

— Caso a projeção do Banco Central esteja certa, teremos uma nova redução do déficit em transações correntes em 12 meses, para algo perto de US$ 78,9 bilhões — disse Rocha, que observou que o déficit em 12 meses está em US$ 81,1 bilhões.

Os números do Banco Central mostram ainda que o ingresso líquido de Investimento Estrangeiro Direto (IED) atingiu US$ 3,9 bilhões no mês passado. Nos 12 meses encerrados em junho, os ingressos líquidos de IED somaram US$ 63,3 bilhões, o que equivale a 2,79% do PIB.


Fonte: O Globo


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Programa de pavimentação e drenagem vai chegar ao Cafubá e à Fazendinha, na Região Oceânica de Niterói

 
 
Rua recentemente pavimentada na Região Oceânica.



Nova etapa vai beneficiar 24 ruas. Ao todo serão investidos mais R$ 35 milhões nessas áreas da Região Oceânica

A Prefeitura de Niterói vai investir mais R$ 35 milhões em drenagem e pavimentação da Região Oceânica. Iniciado em 2013, o programa, que já entregou 40 ruas e tem como meta, apenas em 2014, concluir 140, terá nova fase iniciada ainda em 2014, beneficiando 24 ruas dos bairros Cafubá e Fazendinha, que deverão ser entregues no primeiro semestre de 2015.

O prefeito da cidade, explicou como será essa nova etapa:

“Em 2013 foi estruturado um programa de drenagem e pavimentação da Região Oceânica, em parceria com o estado, e que é o maior programa de infraestrutura urbana da história da região, com mais de R$ 100 milhões investidos (R$ 20 milhões da prefeitura e R$ 80 milhões do estado) e cujo objetivo é beneficiar, até o fim de 2014 de 140 ruas na região. Até agora, já foram entregues 40 ruas. Até o fim de setembro serão entregues as ruas do Bairro Peixoto e a primeira etapa do programa será concluída até dezembro deste ano.”

Com o término da primeira etapa, uma nova parceria, dessa vez com o governo federal, permitirá ações em 24 ruas de duas importantes áreas da Região Oceânica.

“Vamos anunciar a contratação de novos investimentos para o Cafubá e a Fazendinha. Os recursos serão municipais e federais (R$ 25 milhões do município e R$ 10 milhões da União). O projeto será apresentado aos moradores dessas regiões em agosto e lançaremos o edital de licitação das obras que deverão ser contratadas e iniciadas até o fim deste ano”, antecipa o prefeito.

O chefe do Executivo municipal revela que a nova administração da prefeitura busca preparar a Região Oceânica para o futuro e vai realizar toda a drenagem e pavimentação da área até 2016:

“A nova gestão da prefeitura tem uma visão mais integrada e holística das políticas públicas e da cidade. Por isso estruturamos um programa robusto de investimentos na Região Oceânica de Niterói, abandonada há décadas. Através das parcerias com os governos federal e estadual, e com recursos próprios, vamos fazer a drenagem e a pavimentação em todos os bairros da Região Oceânica até 2016. Em poucos meses de trabalho superamos décadas de abandono em Piratininga. O que foi feito lá será feito em todos os demais bairros da RO”, disse Neves.

As ruas que serão drenadas e pavimentadas na nova etapa do programa de drenagem e pavimentação são:

No Cafubá: Rua das Garças; 424; Luiz Erthal; Tenente Aviador Carneiro Filho; Francisco Cases; Demócrito da Cunha Silveira; Acácio Erthal; 420; maestro Carlos de Souza; promotor Fernando Fernandes; Dr. Godofredo Garcia Justo; Dr. Salomão Vergueiro da Cruz; vereador Luiz Botelho; Osíris Pitanga; e Valter Madeira.

Na Fazendinha: Maria Falcão; Darwin Martins; Diomar Raimunda; governador Padilha; Mario Barbosa; Luiz Raimundo Tavares de Macedo; Saturno; Valdir Costa; e Aquarius.

Fonte: Prefeitura de Niterói


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sexta-feira, 25 de julho de 2014

PROJETO REGIÃO OCEÂNICA SUSTENTÁVEL: Niterói recebe primeira missão oficial do CAF








Prefeitura negocia com Banco de Desenvolvimento da América Latina o financiamento de US$ 100 milhões para projetos de requalificação da Região Oceânica

Niterói recebeu nesta sexta-feira (25/7) a primeira missão oficial do Banco de Desenvolvimento da América Latina/Cooperação Andida de Fomento).

A Prefeitura negocia com o banco o financiamento de US$ 100 milhões para o Programa Região Oceânica Sustentável (PRO-Sustentável), que contempla ações para a melhoria da infraestrutura urbana, o desenvolvimento sustentável e recuperação ambiental da região.

Executivos do banco se reuniram com o prefeito da cidade e o vice, Axel Grael. A missão oficial do CAF serve para que os dirigentes e técnicos da instituição façam uma avaliação conclusiva dos projetos apresentados pela Prefeitura no primeiro semestre.

Na última quinta-feira, o projeto de lei de autorização para o financiamento foi aprovado em segunda discussão na Câmara Municipal. O texto seguiu para ser sancionado pelo prefeito.

Constam no PRO-Sustentável:
  • a requalificação da área de influência da TransOceânica,
  • a pavimentação e requalificação de vias (complementação do programa Bairro Novo,
  • macrodrenagem,
  • a implantação de 57 km de ciclovias,
  • a implantação do PARNIT (Morro da Viração, Parque Orla da Lagoa de Piratininga e Praia do Sossego
  • a construção de um Centro de Referência em Sustentabilidade Urbana,
  • a renaturalização de rios,
  • projetos de ecoturismo e gestão das praias e
  • um plano de gestão ambiental.

Na quarta feira (23 de julho), Axel e a secretária municipal de Urbanismo e Mobilidade Urbana, Verena Andreatta, foram a Brasília e apresentaram o projeto na Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex).

O prefeito disse já ter conversado com a ministra do Planejamento, Míriam Belchior, sobre o financiamento do CAF e que a aprovação dos projetos na Cofiex está em fase conclusiva. Segundo ele, da mesma forma do que ocorreu com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o CAF ficou impressionado com a qualidade da equipe técnica e dos programas apresentados.

O chefe do Executivo municipal agradeceu o apoio da Câmara dos Vereadores à iniciativa.
"Gostaria, ainda, de expressar meu reconhecimento à Câmara pela aprovação da autorização do financiamento no último dia 24. Isso revela a sensibilidade da Câmara com o desenvolvimento de projetos de investimento em infraestrutura, melhoria da qualidade de vida na Região Oceânica e na cidade. Nossa expectativa é que, neste segundo semestre, mais essa cooperação com uma agência internacional seja efetivada para iniciarmos as obras no primeiro semestre de 2015", declarou.

Para o prefeito, a parceria com o CAF vai qualificar a Região Oceânica que ficou anos abandonada. "A nova gestão da prefeitura resgatou a credibilidade da gestão municipal de Niterói, retirou a cidade do isolamento político administrativo e está assegurando com este projeto, investimentos expressivos na sustentabilidade ambiental e da qualidade de vida de uma das regiões mais bonitas do estado que historicamente ficou esquecida nos governos passados.", disse.

Referência

O vice-prefeito Axel Grael disse que a parceria com o CAF deverá se tornar uma referência.
"É um projeto de porte, de conteúdo sustentável. Com isso, Niterói vai ser uma referência para outras cidades porque o projeto possui muitos componentes inovadores. Não existem outras experiências como essa no país. O programa com o CAF é interessante porque o banco tem a capacidade de repercutir essa experiência de Niterói na América Latina. O projeto vai elevar a Região Oceânica para outro patamar, não só em termos de infraestrutura e sustentabilidade, mas também em qualidade de vida, qualidade urbana. Será uma marca importante", explicou.

Executivo do setor público do CAF no Brasil, Bruno Nadalutti, afirmou que a parceria com Niterói integrará um programa chave do banco.
"A parceria com Niterói tem potencial para ser uma referência não só para o banco e a cidade, como toda a América Latina. O programa se enquadra em um outro que é chave no banco, o Cidade para o Futuro, que prevê intervenções integradas em todo o âmbito da cidade, tanto de caráter ambiental, infraestrutura urbana e mobilidade. Acreditamos que a Prefeitura de Niterói tem capacidade e motivação para executar de maneira exemplar esse programa", observou.

Participaram da reunião os secretários municipais de Urbanismo e Mobilidade Urbana, Verena Andreatta, Obras, Domício Mascarenhas, Meio-Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade, Daniel Marques, e de Fazenda, César Barbiero, o coordenador do programa Niterói de Bicicleta, Argus Caruso, além do executivo principal ambiental do CAF, Octavio Carrasquilla, e do executivo principal da Vice-Presidência de Infraestrutura do CAF, Andres Alcala.


Fonte: Prefeitura de Niterói


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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Famosa na vela, família Grael tem representantes também no rúgbi


Irmãos David, Diogo e Daniel defendem o Niterói no Brasileiro de rúgbi e se inspiram nos primos medalhistas olímpicos Torben e Lars

Irmãos David, Diogo e Daniel Grael defendem o Niterói no rúgbi (Foto: Arquivo pessoal)

Mais três membros da família Grael estão em ação em um campeonato brasileiro. Só que em vez dos movimentos dos ventos e das águas na vela, o trio traça seu caminho entre os grandalhões do rúgbi para marcar um try para o Niterói. Os irmãos David, Diogo e Daniel honram a tradição esportiva do clã, uma história que começou com os primos da mãe, Flávia, os medalhistas olímpicos Torben e Lars.

- A família Grael sempre foi conhecida pela vela, devido ao grande sucesso do Torben e do Lars, e da nova geração, como a Martina (filha de Torben e atual vice-campeã mundial da classe 49erFX, ao lado de Kahena Kunze), porém a família é recheada de atletas de diversas modalidades, como o Pedro e a Isabel Grael, que jogam vôlei de praia. Se depender de mim e de meus irmãos, sempre haverá um Grael em campo carregando a bola ovalada - disse David.


David Grael ensina rúgbi a crianças de Paraisópolis, em SP (Foto: João Neto/Fotojump)


A relação dos irmãos com o rúgbi também é uma tradição de família. O pai Mauro Dias também foi jogador do Niterói, clube fundado em 1974. Os garotos cresceram em Curitiba e não tiveram muito contato com os primos medalhistas olímpicos, mas foram inspirados pelas conquistas de Torben e Lars.

- Fomos criados em Curitiba, mas voltamos ao Rio há 10 anos. Criança não tem direito a escolher (risos). Eu sou carioca. Eu, o Diogo e o Daniel praticamos o rúgbi há 15 anos e aprendemos o jogo ainda em casa, com nosso pai. O esporte está em casa. Nasci jogando rúgbi. Nossa mãe sempre apoiou a prática esportiva e sempre citou os exemplos dos primos medalhistas olímpicos. Por mais que não tenhamos muito convívio, sempre foram exemplos de determinação e sucesso - disse David.

Apesar de praticar rúgbi, David também veleja, mas apenas por lazer. Foi em clubes de vela que ele teve poucos contatos com os primos Torben e Lars.


David Grael também veleja, mas só por lazer (Foto: Arquivo pessoal)

- Eu velejo raramente, mas é diferente deles, é como lazer. Eu fugi da vela como esporte. Não convivemos tanto com o Torben e o Lars. Só o vejo no clube de vela - disse David.

Os irmãos tentam ajudar o Niterói a voltar ao topo do rúgbi nacional. O time não vence um Super 10 - o Campeonato Brasileiro de rúgbi de 15, também conhecido como rúgbi union - desde 1990. No ano passado foram apenas duas vitórias em nove jogos, e a oitava posição entre os dez participantes da competição.


Niterói, dos irmãos Grael, não conseguiram segurar o SPAC, atual campeão do Super 10 (Foto: Dani Mayer/Fotojump)

- Estamos reestruturando o time, que já foi seis vezes campeão brasileiro. Estamos tentando retomar essa história. A equipe é bem antiga, uma das primeiras do Brasil. Tivemos uma fase de desfalques pesados, alguns jogadores estavam lesionados. Agora o Niterói está mais forte.

No entanto, o time dos irmãos Grael não começou bem o Super 10 deste ano. Diante do atual campeão, o SPAC, o Niterói perdeu por 62 a 5 na estreia, no último sábado.


Fonte: Globo Esporte






Coordenadoria Ambiental da Guarda Municipal de Niterói apreende caminhão que despejava esgoto em rede pluvial





Agentes da coordenadoria da Coordenadoria de Meio Ambiente da Guarda Municipal de Niterói autuaram em flagrante o proprietário de um caminhão que despejava esgoto ilegalmente numa rede de águas pluviais no bairro de Maceió. Os guardas chegaram até ao local após denúncias de moradores. O proprietário do veículo foi levado para a 79ª DP, em Charitas, e autuado por crime ambiental.

Ao chegarem ao local, os guardas municipais encontraram o proprietário do caminhão vacol (utilizado para desentupir esgotos) com a mangueira colocada diretamente na abertura da rede de águas pluviais (boca do lobo). Ao ser abordado pelos guardas, o homem informou apenas que acabara de recolher o material de um condomínio não identificado.

Ele não apresentou nenhum tipo de documentação e foi autuado na lei 9.605-98, artigo 54, por corrupção ou poluição de águas. A equipe ambiental aplicou o auto de constatação e o proprietário deverá se dirigir à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos para apresentar documentação legal de licenciamento para realização de tal comércio. Para esse tipo de trabalho a lei diz que o despejo do material coletado deve ser feito em local próprio, como estação de tratamento de esgoto.


Fonte: Prefeitura de Niterói




O trabalho permanente para coibir as infrações no trânsito e estacionamento irregular


A NitTrans, órgão gestor do trânsito na cidade de Niterói, tem mantido um esforço permanente para fiscalizar e coibir as infrações à legislação do trânsito. Também têm sido frequentes as ações educativas nas escolas e pelos meios de comunicação.

Não há como os agentes de trânsito estarem em todos os lugares ao mesmo tempo, nem podem eles só se ocuparem da ação coercitiva, pois também têm outras atribuições como ajudar a fluidez no trânsito, principalmente nas horas de rush. Como qualquer ação de controle e fiscalização, o trabalho é feito por amostragem, por campanhas inibidoras ou orientadas para resolver problemas mais críticos ou específicos. Temos dado prioridade para ações de caráter demonstrativo e regionalizadas.

O trabalho tem sido feito. Conforme foi divulgado recentemente, foram rebocados 2.139 veículos e foram emitidas 20.877 multas no primeiro semestre de 2014. No artigo abaixo, a Prefeitura de Niterói presta contas da operação que acaba de ser desenvolvida pela NitTrans no Centro da cidade, com o resultado de 3 veículos rebocados e 72 autuados.

Como bem expressou o Cel. Paulo Afonso Cunha, presidente da NitTrans, "a participação da população é fundamental, nos ajudando e indicando locais onde ocorrem irregularidades".

Neste sentido, o jornal O Fluminense (24/07/2014) publicou a matéria anexada, a seguir, mostrando a importância que o trabalho realizado pela NitTrans seja mantido em todas as regiões da cidade. A má conduta de alguns motoristas gera riscos e transtornos a demais usuários de espaços públicos, como as calçadas.

Na região do Ingá, a Prefeitura de Niterói, através do programa Niterói de Bicicleta, está implantando também o Circuito Universitário, uma rede de ciclorotas que promove o maior uso das bicicletas, como uma opção principalmente para os moradores se deslocarem a pequenas distâncias e para os estudantes que se dirigem aos campi universitários na região.

É verdade que as ciclovias e ciclofaixas diminuem a oferta de vagas e sabemos que isso é um problema para motoristas, mas oferecer uma opção segura e eficiente para ciclistas, além de ser uma obrigação da Prefeitura (usar bicicletas nas ruas é um direito, assegurado pelo Código de Trânsito Brasileiro), é uma providência necessária visando a sustentabilidade da cidade e a melhoria do próprio trânsito.

Mais bicicletas = menos carros nas ruas. Portanto, o crescimento da malha cicloviária e do consequente uso das bicicletas ajuda também aqueles que precisam do automóvel. A redução do número de vagas é um preço a se pagar e vem ocorrendo não só em Niterói, mas na maioria das cidades do mundo que convivem com problemas de trânsito. Este fato é irreversível e requer a adaptação de todos, sejam motoristas, como planejadores urbanos, empreendedores imobiliários, etc.

Sabemos que a ação de fiscalização nem sempre é simpática (principalmente para aqueles de má prática), mas é necessária, é uma obrigação e é reivindicada diariamente pela população.

Uma cidade desenvolvida é aquela cujos habitantes têm o devido senso de coletividade, respeitem as leis e têm um comportamento responsável e solidário com os demais moradores. E isso se constrói dia após dia, com a educação, com o fortalecimento da cidadania e compromisso do poder público com as mudanças. E isso, o Governo Rodrigo Neves tem demonstrado.

Axel Grael
Vice-Prefeito


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NitTrans faz operação para coibir estacionamentos irregulares de veículos no Centro

A Niterói Transportes e Trânsito (NitTrans) realizou na tarde desta quarta (23/7) uma operação de combate à irregularidades nas ruas do Centro. No total, três veículos foram removidos e 72 autuados por diversas irregularidades, como estacionamento em rampa de deficiente, em calçada ou passeio público, com multa de R$ 127,69 e perda de cinco pontos na carteira de motorista.

Agentes da NitTrans contaram com um reboque e sete agentes durante a operação. A ação foi desencadeada após diversas denúncias por parte dos moradores da região através de emails e telefonemas para a autarquia.

"Nós procuramos traçar nosso mapeamento, mas a participação da população é fundamental, nos ajudando e indicando locais onde ocorrem irregularidades", relatou o presidente da NitTrans, coronel Paulo Afonso Cunha.

A operação ocorreu nas ruas Barão de Amazonas, Visconde de Sepetiba, São João, São Pedro, Visconde do Uruguai, Coronel Gomes Machado, da Conceição e Eduardo Luiz Gomes, além da Avenida Amaral Peixoto e praça do Rink.

Fonte: Prefeitura de Niterói



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Muitos obstáculos nas ruas do Ingá

Patrícia Vivas

As pessoas que costumam circular pelas ruas do bairro em cadeiras de rodas ou empurrando carrinhos de bebê sofrem com os muitos obstáculos encontrados ao longo do caminho. Foto: Marcelo Feitosa


Buracos, postes no meio das calçadas estreitas e carros indevidamente estacionados são apenas alguns dos contratempos

Moradores e frequentadores do Ingá enfrentam problemas com falta de espaço e danos nas calçadas do bairro, na Zona Sul de Niterói. Segundo denúncia realizada por eles, cadeirantes e mães que precisam passar com carrinhos de bebê mal conseguem subir nas calçadas, pois as rampas estão em péssimas condições, e quando conseguem, precisam desviar de postes, árvores e buracos no meio do caminho, além de veículos estacionados indevidamente.

Na Rua Tiradentes é possível encontrar buracos na calçada por toda a extensão e as rampas também estão danificadas. Segundo a aeroviária Silvia Leal, de 56 anos, que empurrava a mãe de 79 anos na cadeira de rodas, em todo o bairro é possível encontrar trechos com problemas.

“Além da Rua Tiradentes, a Rua Nilo Peçanha também tem bastante buracos. E várias outras. Mas se os problemas que enfrentamos fossem apenas esses, seria menos pior, porque a população também é muito mal-educada e estaciona em frente às rampas, passeia com o cachorro e não limpa as fezes. E também tem os caminhões que realizam carga e descarga em locais proibidos, é um horror. Como se não bastasse o cadeirante ter a dificuldade de ser cadeirante, ainda precisa lidar com esse tipo de situação”, lamenta Silvia.

Na Rua Presidente Pedreira, uma das principais do Ingá, também é possível encontrar obstáculos no meio da calçada, como postes e árvores. Além da calçada ser estreita não é difícil encontrar carros estacionados sobre ela, dificultando ainda mais a passagem. Moradora do bairro e mãe de duas crianças, uma de três e outra de sete meses de idade, Jessica Delfin, de 23 anos, fala sobre a dificuldade encontrada diariamente.

“O problema é no bairro praticamente todo, pois as calçadas do Ingá ou são muito estreitas ou esburacadas, com alguma coisa no meio do caminho. Passear com as minhas filhas tem sido um desafio, pois o carrinho de bebê não passa em alguns trechos, e passear com duas crianças no meio da rua é perigoso demais. Na Rua Visconde de Moraes e na Rua Presidente Pedreira é sempre um dificuldade muito grande pra passar”, reclama Jessica.

Sobre as calçadas esburacadas, a Secretaria de Ordem Pública enviará uma equipe ao local para avaliar a situação e verificar quais medidas devem ser adotadas.

Em relação à rampa de subida danificada, a Secretaria de Conservação e Serviços Públicos informa que está realizando a reforma das rampas de acessibilidade, em parceria com a Secretaria de Acessibilidade, enquadrando-as no novo padrão. No momento a equipe está trabalhando no Centro de Niterói, no Terminal Sul e na Av. Rio Branco. A Rua Tiradentes também está na programação.

Sobre os postes da Presidente Pedreira, a Prefeitura informa que eles estão no alinhamento antigo da calçada. Existem estudos para alargamento de vias da cidade, a exemplo do que está acontecendo com a Benjamin Constant.

Fonte: O Fluminense


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terça-feira, 22 de julho de 2014

CICLOVIAS: OS AVANÇOS DO PROGRAMA NITERÓI DE BICICLETA




A matéria abaixo, publicada no tradicional jornal niteroiense A Tribuna, refere-se ao esforço que a Prefeitura está empreendendo para implantar o programa Niterói de Bicicleta, abordando também a expectativa e a ansiedade da população por ver os seus resultados disponíveis o mais rápido possível.

Propiciar que a bicicleta tenha o seu devido lugar na cidade não é uma tarefa fácil, pois muito mais do que prover uma infraestrutura, representa mudar uma cultura consolidada no cotidiano da cidade: o uso do automóvel. Mas, fazer de Niterói uma referência na mobilidade sustentável é uma decisão estratégica do Governo Rodrigo Neves e estamos avançando com consistência.

Veja alguns dos avanços:
  • PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO: a Prefeitura já promoveu duas edições da Semana da Mobilidade e promoverá o IX Encontro de Planejamento Participativo no dia 2 de agosto, no MAC. Participe!
  • PLANO CICLOVIÁRIO: a Prefeitura contratou os serviços técnicos especializados para o planejamento de todo o programa Niterói de Bicicleta.
  • CICLOVIAS: Implantação da ciclovia da Avenida Amaral Peixoto, o início da implantação do Circuito Universitário e da Rua Timbiras, em São Francisco.
  • MALHA CICLOVIÁRIA DA REGIÃO OCEÂNICA: Através do projeto de implantação da TransOceânica e do PRO-Sustentável (Programa Região Oceânica Sustentável, a ser financiado pela CAF), serão implantados;
    • 57 km de ciclovias,
    • seis bicicletários cobertos (200 bicicletas cada) e 100 bicicletários descobertos (capacidade para 10 bicicletas cada).
    • A ciclovia estruturante de todo este sistema será a CICLOVIA TRANSLAGUNAR, que contornará a Lagoa de Itaipu (2 km) e a Lagoa de Piratininga (7 km) e conectará com a malha cicloviária das Praias da Baía através do Túnel Charitas-Cafubá. 
  • BICICLETÁRIOS: Além da implantação gradativa da malha cicloviária, Niterói já adquiriu 350 bicicletários, que já começaram a ser implantados, permitindo o estacionamento de 700 bicicletas. Além destes, foram adquiridos mais 260 unidades pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (SECONSER), através do contrato do novo mobiliário urbano de Niterói. Portanto, no total serão disponibilizados a curto prazo 1.220 vagas para bicicletas.
  • EDUCAÇÃO CICLOVIÁRIA: o programa Niterói de Bicicleta já desenvolve atividades educacionais nas escolas da cidade e já deu início ao programa "Motorista Amigo do Ciclista", em parceria com o SETRERJ.
  • FISCALIZAÇÃO: ainda há muito para se melhorar, mas a NitTrans tem mantido uma rotina de fiscalização, autuação e reboque de veículos estacionados em ciclovias e ciclofaixas. No primeiro semestre de 2014, foram rebocados 2.139 veículos e foram emitidas 20.877 multas.
  • BICICLETAS DE ALUGUEL: a Prefeitura de Niterói prepara-se para lançar o edital para a concessão de serviços de aluguel de bicicletas na cidade. Mais novidades em breve.
Sabemos que estamos apenas começando, mas o importante é que Niterói avança para ser uma cidade amiga da bicicleta e, com isso, alinha-se à tendência das cidades no mundo que buscam o caminho da sustentabilidade.

Axel Grael
Vice-Prefeito de Niterói



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BICICLETAS A MAIS E VAGAS DE MENOS

Texto: Aline Balbino


Nos últimos meses, a Prefeitura de Niterói tem implantado ciclofaixas na cidade, incentivando o uso das bicicletas por parte da população. No entanto, embora a locomoção esteja sendo facilitada, o mesmo não se pode dizer dos estacionamentos. Ciclistas cobram, agora, a instalação de bicicletários. Não há muitas opções na cidade. As vagas são mais comuns na Praça Arariboia e na Avenida Amaral Peixoto, no Centro, e na Rua Gavião Peixoto, em Icaraí, na Zona Sul.

“Vejo que a prefeitura tem trabalhado para nos fornecer áreas específicas para andar de bicicleta, mas ainda não é suficiente. Precisamos de locais para guardá-las. Eu, por exemplo, trabalho no Rio e vou trabalhar de barca, mas tem dia que não tem vaga. Ai eu vou até o trabalho do meu colega e deixo lá. Isso para mim é um pouco constrangedor”, disse o funcionário público, Darlan Couto, de 31 anos.
Além de mais bicicletários, os ciclistas pedem mais segurança. Muitos deles ainda reclamam de furtos, principalmente nas barcas.

“Ando em Niterói há muitos anos e têm vários locais em Niterói que poderiam ter mais bicicletários, como no entorno dos shoppings e nas praias da cidade. Mas é preciso ter segurança também. Já roubaram meu banco nas barcas. Na Amaral Peixoto só tem dez vagas”, lamentou o auxiliar administrativo, Afonso Emerich, 32 anos.

A prefeitura informou que adquiriu 350 bicicletários para instalar em diversos pontos da cidade. São bicicletários do modelo “U” invertido. Cada bicicletário consegue prender duas bicicletas. O início da instalação deverá ocorrer ainda este mês. Segundo a prefeitura, 20 destes equipamentos já foram instalados na Amaral Peixoto durante a II Semana de Mobilidade, que aconteceu em maio. Parte destes bicicletários já possuem destino definido. Outra parte será definida junto com a população nos Encontros do Plano Cicloviário Participativo. O próximo encontro ocorrerá dia 2 de agosto, no Museu de Arte Contemporânea, entre 13h e 15h.

Fonte: A Tribuna


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