quarta-feira, 27 de julho de 2016

NITERÓI E A RIO 2016 - CARDÁPIO OLÍMPICO: Prata da casa aprova cardápio



No Tenore, em Icaraí, Armando Barcellos foi homenageado com o “Baby Beef Olímpico Armando Barcellos”. Foto: Marcelo Feitosa


Ex-atleta olímpico Armando Barcellos aprovou a iniciativa e o prato que leva seu nome durante os Jogos

Na véspera das Olimpíadas, a Niterói Empresa de Lazer e Turismo (Neltur) inaugurou, com apoio de O FLUMINENSE, o Cardápio Olímpico, que reúne mais de 70 restaurantes em toda cidade de Niterói. Trata-se de uma iniciativa que conta com o apoio de polos gastronômicos do município, onde os chefs dos principais restaurantes da cidade criam pratos diferenciados com nomes de atletas e ex-atletas olímpicos, além de jogadores de diversos esportes. Um arrebatador estímulo para moradores e turistas que prezam pela boa gastronomia. Um dos homenageados é o ex-triatleta profissional Armando Barcellos. O restaurante Tenore Gourmet, na Avenida Jornalista Alberto Francisco Torres, em Icaraí, Zona Sul da cidade, decidiu homenagear o niteroiense, que foi condecorado com um prato em seu nome: “Baby Beef Olímpico Armando Barcellos”.

A lenda o triatlo brasileiro elogiou a iniciativa, alegando que o Cardápio Olímpico trará benefícios para a cidade.

“Achei a iniciativa espetacular e pioneira. Um evento gastronômico de larga escala como esse vai trazer um impacto muito grande na cidade, ainda mais por homenagear atletas daqui de Niterói. Também é uma iniciativa que fortalece o comércio da cidade, ainda mais vindo em um momento complicado como o que estamos passando”, afirmou.

O ex-atleta olímpico também falou um pouco sobre seu prato e afirmou se sentir honrado por ter sido um dos escolhidos, representando a cidade onde nasceu.

“Tive a sorte de poder representar Niterói durante vinte e dois anos no esporte e conseguir ter uma boa projeção nacional. Então eu fiquei bem lisonjeado, nunca imaginei que sentaria em um restaurante e pediria um prato com o meu nome, ainda mais na minha própria cidade. O prato foi escolhido por mim. Gosto muito de carne, então escolhi o bife e acrescentei a farofa panko – uma paixão de infância – com banana-da-terra, para dar um toque especial. O prato tem tudo a ver comigo”.

Já o presidente da Neltur, José Haddad, fez questão de exaltar a importância do ex-atleta para o programa.

“A ideia do Cardápio Olímpico foi sempre prestigiar a prata da casa. Niterói é uma cidade extremamente talentosa, e no esporte também não ficamos para trás. O Armando Barcellos é um dos atletas que carimbaram suas conquistas na nossa cidade, com mais de 350 medalhas e vários campeonatos, além de ter sido o chefe da delegação brasileira nas Olimpíadas de Atenas. Emprestar o nome de um vencedor como esse para um dos nossos pratos contribui muito para o sucesso do nosso programa”.

Haddad também ressaltou que o projeto demonstra a união e a sintonia entre o poder público e o privado.

“A nossa iniciativa demonstra integração total entre o poder público, a iniciativa privada e o esporte. O resultado vem de um esforço de todos nós, principalmente do setor gastronômico que mostrou uma maturidade muito grande, com mais de 70 restaurantes aderindo ao programa. No final, todos ganham: os turistas e também os cidadãos de Niterói”, concluiu.

O Cardápio Olímpico faz parte de um conjunto de ações da Prefeitura de Niterói para atender turistas, constando no roteiro oficial das Olimpíadas.

Confira todos os participantes do projeto no site oficial: cardapioolimpiconiteroi.com.br.

Fonte: O Fluminense



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REGIÃO METROPOLITANA DO RJ: Estado conclui levantamento aerofotogramétrico



Câmara Metropolitana conclui levantamento aerofotogramétrico. Foto: Clarice Castro.
 
Pontal.


Trabalho é feito pela Câmara Metropolitana, que completa dois anos em agosto

Criada para pensar a Região Metropolitana do Rio de Janeiro de maneira integrada entre os 21 municípios e o Governo do Estado, a Câmara Metropolitana de Integração Governamental vai completar dois anos, em agosto. O diretor-executivo da Câmara, arquiteto e urbanista Vicente Loureiro, conversou com o D.O. Notícias sobre o andamento dos projetos desenvolvidos pelo órgão para implantar o arcabouço para a governança e os instrumentos do planejamento estratégico da Região Metropolitana.

D.O. Notícias – Em que etapas estão os projetos propostos?

Vicente Loureiro –
Desde o início, temos dois objetivos principais: retomar a governança e o planejamento da Região Metropolitana. No campo da governança, junto com a Procuradoria Geral do Estado (PGE) e as secretarias de Governo e da Casa Civil, começamos a elaborar o Projeto de Lei 10/2015, em tramitação na Assembleia Legislativa, para a criação oficial da Região Metropolitana. No campo do planejamento, recentemente concluímos, com recursos do Banco Mundial, o levantamento aerofotogramétrico em 20 municípios (a capital já dispõe dessas informações), com um alto padrão de dados cartográficos e precisão planimétrica e altimétrica. Além disso, também por meio de financiamento do Banco Mundial, começamos a elaborar o Plano Estratégico Diretor de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana, conforme o Estatuto da Metrópole, que prevê que decisões de interesse comum devem ser tomadas de maneira integrada entre o Estado e os municípios.

D.O. Notícias – Como o levantamento aerofotogramétrico será usado?

Loureiro –
Pela primeira vez temos informações cartográficas da área urbana de todos os municípios. São mais de 3 mil fotografias, na escala de 1/2.000, nas quais identificamos toda a infraestrutura existente, como edificações, ruas, áreas de atenção, elementos ambientais e todos os acidentes geográficos e urbanísticos. Em agosto, vamos apresentar a cartografia para a sociedade e entregá-la aos municípios e às empresas concessionárias estaduais como instrumento para o planejamento urbano. Com esses dados em mãos, o próximo passo é implantar um sistema de informação georreferenciada, onde será possível plotar e gerenciar estas e novas informações, de acordo com as intervenções.



Câmara Metropolitana conclui levantamento aerofotogramétrico. Foto: Marcelo Horn.


D.O. Notícias – Que tipo de informação o plano traz?

Loureiro –
Nesta etapa, ele traz um diagnóstico atual e uma visão de futuro da metrópole. Estamos muito preocupados com o processo de expansão urbana sem controle na região, que cresce 60 quilômetros quadrados por ano. Isso equivale a dez vezes à área de Copacabana. É uma expansão desordenada que vai engolindo sítios recreativos e plantações nas periferias, e se transformando em loteamentos irregulares precários e sem infraestrutura. Precisamos controlar esse processo. Por outro lado, também apresentamos uma visão de como queremos a metrópole até 2040 e as ações de curto, médio e longo prazos para chegarmos nesse ponto. Queremos uma metrópole polinucleada e mais eficiente para os cidadãos. O plano põe no mesmo ambiente União, Estado e municípios trabalhando juntos para que isso se torne realidade. Precisamos pensar em como determinado investimento, se feito de maneira integrada, pode ter resultados sinérgicos.

D.O Notícias – Por que é importante elaborar um plano integrado para a metrópole?

Loureiro –
Temos a oportunidade de oferecer, pela primeira vez na história do estado, um plano integrado. Não é um plano exclusivo de transporte, saneamento, habitação, infraestrutura, ou uso do solo, mas um planejamento conjunto, onde todas essas disciplinas têm que se falar. É um trabalho dificílimo, mas necessário e previsto no Estatuto da Metrópole.

D.O. Notícias – Quais serão as próximas etapas depois da apresentação do plano?

Loureiro –
Neste semestre, vamos intensificar o trabalho, com debates nas cidades, para que o plano integrado, o primeiro da história do Rio de Janeiro, seja concluído no início de 2017 e encaminhado à Alerj para ser transformado em lei.

Fonte: Governo do RJ



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RIO 2016 - JORNAL DA GLOBO: Velejadores são grandes apostas de medalhas para o Brasil na Olimpíada




http://g1.globo.com/jornal-da-globo/videos/t/edicoes/v/velejadores-sao-grandes-apostas-de-medalhas-para-o-brasil-na-olimpiada/5191675/
Torben Grael em entrevista para o Jornal da Globo de 26 de julho de 2016. Clique na imagem para assistir ao vídeo.

A vela já trouxe 17 medalhas olímpicas para o Brasil. Na Olimpíada do Rio os nossos velejadores vão ter uma ajuda a mais para chegar ao pódio: durante os jogos eles estarão hospedados a poucos metros das raias de competição.

Na reportagem, o velejador Torben Grael, dono de 5 medalhas olímpicas e coordenador técnico da Equipe Olímpica de Vela do Brasil, fala das chances do Brasil e considera que lidera a mais bem preparada equipe olímpica de vela já reunida no Brasil.

Além dele, outros velejadores da equipe falam das suas chances e expectativas.

Assista ao vídeo do Jornal da Globo.

Fonte: Jornal da Globo



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terça-feira, 26 de julho de 2016

‘A nossa arena foi entregue cheia de lixo’, afirma Torben Grael sobre a Baía de Guanabara



Poluição da Baía de Guanabara, 'arena' da vela na Rio-2016 Foto: Roberto Moreyra / Extra - 17.05.2016


Marjoriê Cristine

Uma das principais preocupações da Rio-2016 era a limpeza da Baía de Guanabara, onde vão acontecer as competições de vela. No entanto, se a promessa era que 80% do local fosse despoluído, só 50% foi cumprido antes do evento, que começa no dia 8 de agosto. Coordenador técnico da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Torben Grael não quer mais comentar sobre a sujeira e a qualidade água, mas foi firme para definir como a “arena” foi entregue.

– A nossa arena foi entregue cheia de lixo – disse o velejador, que ainda completou:

– Vamos ter que tentar evitar (o lixo), mas nem sempre é possível. Tem lixo que fica a meia altura na água e que você não vê direito. Às vezes tem algo na divisa de maré e é difícil passar sem pegar alguma coisa. É esperar que dê tudo certo, como por acaso aconteceu nos dois últimos eventos-teste.

Dono de cinco medalhas olímpicas, Torben, de 56 anos, demonstrou irritação com as insistentes perguntas sobre a Baía de Guanabara. O coordenador foi claro ao dizer que nada poderia ser mais feito agora.

– Não vou mais entrar no tema do lixo. Falamos sobre lixo desde que o Rio foi escolhido como sede, na verdade muito antes. Falamos ostensivamente quando ainda dava para fazer alguma coisa, agora é inútil – afirmou Torben.

As competições de vela começam no dia 8 de agostos com as classes RS:X masculino e feminino, Laser e Laser Radial. E se estendem até o dia 18 de agosto, com as finais das classes 49er e 49erFX.

Fonte: Extra



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By Michael Kepp

July 25 — When Brazil won the right to host the 2016 Summer Olympics in Rio de Janeiro, popular former President Luiz Inacio Lula da Silva, who was overseeing a booming economy, proclaimed at the time: “Now, we are going to show the world we can be a great country.”

Seven years later, Brazil has an acting president (Lula's successor awaits impeachment on corruption charges) and is in a severe recession. It also made its goals for the Games that start Aug. 5 decidedly more modest: avoid a major crisis related to security, the Zika virus or the fetid waters of Rio.

Among athletes and in environmental circles, conditions in Guanabara Bay could be the most problematic.
‘A Latrine.'

Nestled between Sugarloaf Mountain and other granite peaks that create Rio's postcard image, the site of the sailing competitions is so contaminated by fecal matter and floating debris that some athletes are worried that pollution could turn the racing lanes into a health risk and an obstacle course.

“The sewage that rivers spew into Guanabara Bay has turned it into a latrine, contaminated with fecal coliform bacteria and pathogenic micro-organisms that can cause various diseases, from skin rashes and conjunctivitis to gastroenteritis,” Mario Moscatelli, a Rio de Janeiro biologist who also belongs to an environmental nonprofit that advocates for recovering coastal ecosystems, told Bloomberg BNA.





“So those competing in the 2016 Olympic sailing events face health risks,” said Moscatelli, “especially if rains on the eve of the race increase the flow of sewage into the bay and if, at the time of the race, the tide is low and little Atlantic Ocean water enters the bay to dilute the concentration of sewage.”

“The big problem is the floating debris, like a piece of wood or plastic bottle, that could get wedged into a rudder. You want to avoid a scenario where a piece of debris decides a race.” Axel Grael

Axel Grael, a former state environmental official who has sailed in the bay's water since the late 1970s and whose two brothers are Olympic sailing medalists, downplayed those health risks.

“I don't think Olympic sailing athletes face a major health risk because most legs of the race course are close to the less polluted mouth of the bay,” Grael told Bloomberg BNA. “The big problem is the floating debris, like a piece of wood or plastic bottle, that could get wedged into a rudder. You want to avoid a scenario where a piece of debris decides a race.”

How did it come to this, where an Olympic sailing race being decided by chunks of garbage is considered the lesser of two evils?

Better Times

In 2009, when Rio de Janeiro bested Chicago, Tokyo and Madrid to win the rights to host the Olympics, its economy was sailing along. Guanabara Bay was polluted, but money had been earmarked for cleanup.

But a prolonged economic dive has put many of the country's plans on the back burner.

Although Rio de Janeiro state officials pledged to treat 80 percent of the sewage going into the bay when they made their bid to host the 2016 Olympics, “this target was imprecise, overly bold and unrealistic,” Andre Correa, Rio environmental secretary, told Bloomberg BNA.

Efforts to clean up the bay actually began years earlier. In 1994, the Inter-American Development Bank, the Japan Bank for International Cooperation and the Rio de Janeiro state government committed $1.17 billion for what was to be a 13-year cleanup program. But that money allowed only a small percentage of the bay sewage to be treated and a subsequent pledge of $600 million has been slow to be allocated and barely made a dent in the bay's conditions.
‘Poorly Conceived.'

Today, only 51 percent of the sewage that ends up in the bay has been treated at all, Jorge Briard, president of the state water company Cedae, told Bloomberg BNA.

“The bay cleanup program was poorly conceived and its financial resources were mismanaged,” Adauri Souza, executive secretary of the Guanabara Bay Institute, an environmental group that advocates for the cleanup of the bay, told Bloomberg BNA.





Most of those resources were spent building five huge sewage treatment plants and sewer systems for some of the 15 cities that ring the bay. But the population of those cities has swelled from 8.5 million people when cleanup began, to 12 million today, escalating the sewage problem.

Most of the fecal contamination comes from shantytowns in cities whose raw sewage is dumped into 35 adjacent rivers that spew it into the estuary, turning it brackish and fetid.

Wrong Choice.'

“Rio state authorities wrongly decided that, because funds were insufficient to treat all the sewage going into the bay, that they would collect more sewage and treat it less thoroughly,” Grael, now deputy mayor of Niteroi, the second-largest city that rings the bay, told Bloomberg BNA.

Grael backed an alternate plan, which was rejected, that would have used the money to collect less sewage but treat it more thoroughly. “That wrong choice is the main reason the bay is still so polluted,” he said.

“Rio state authorities wrongly decided that, because funds were insufficient to treat all the sewage going into the bay, that they would collect more sewage and treat it less thoroughly,” Grael, now deputy mayor of Niteroi


Correa put a different emphasis on the issue.

“The bay cleanup program was replete with planning errors,” he said. “Although the state didn't, given its limited funds, choose the best sewage treatment model, its biggest error was not synchronizing work-completion deadlines in contracts it signed with three types of companies: those building treatment plants, those installing sewer systems and those installing mains,” which are the wide-diameter pipelines that connect the plants to sewer systems.

Correa pointed to the mammoth sewage treatment plant in Sao Goncalo, a city of 1 million people on the bay. The plant was completed in 2001, but sewer mains and a system to carry the sewage were not finished until 2014. On the plus side, its primary sewage treatment can now remove 40 percent of organic matter. A secondary treatment scheduled to be working by the end of the year should remove 98 percent of organic matter.

Phase 2

The second phase of the bay cleanup program began in 2012, when the state government, having partially recovered from an insolvency, resumed the program with $150 million of its money and another $450 million Inter-American Development Bank loan. While slated to be completed by 2022, the second phase, which involves building another treatment plant and connecting existing plants to mains and sewer systems, is only 15 percent finished.

The Rio de Janeiro State Environmental Secretariat has been monitoring the water quality weekly along the Olympic sailing course and said it is adequate for bathing, based on World Health Organization standards. Correa said similar safe levels were found in monthly tests in 2014.

But Rodolfo Paranhos, a marine biology professor at the Federal University of Rio de Janeiro and part of a multi-university group that has been studying the bay for the past 20 years, questioned the tests.

“The monthly tests … in 2014 were too infrequent to tell if the bay water along the sailing course is safe for bathing because tests results can vary depending on conditions,” Paranhos told Bloomberg BNA. “If tests weren't done after heavy rains washed shantytown sewage into the bay, or when the tide was low and leaving it, which would concentrate the pollution along the race course, they would show lower-than-average coliform levels. But such ideal conditions might not be present during Olympic sailing events.”

Floating Debris

The state also has undertaken efforts to remove floating debris from the bay. Beginning in 2008, it contracted for 10 eco-barriers—plastic drums strung together by steel wires—across 10 rivers that account for 85 percent of the floating debris going into the bay. These barriers now catch 200 metric tons of junk a month.

More recently, companies contracted by the state replaced the plastic eco-barriers with stronger steel gratings that can catch far more floating debris, and strung seven more of them across other rivers emptying into the bay, Correa said.

Since 2014, the state also has paid a flotilla of 12 boats to collect 40 metric tons of floating debris a month, much of it garbage that made it past the eco-barriers.

“The combination of more and stronger eco-barriers and eco-boats make collisions between Olympic sailboats and floating debris unlikely, but not impossible,” Correa said.
IOC: ‘Proactive Measures.'

The International Olympic Committee (IOC) told Bloomberg BNA in a statement that “proactive measures—such as closing [illegal] landfills, reducing industrial pollution, increasing water treatment works and reducing floating waste—are being implemented to guarantee the water quality in the field of play areas of the bay and ensure that the athletes will be able to compete safely.”

Tania Braga, head of sustainability for the Organizing Committee of the Rio 2016 Olympic Games, entrusted by the IOC to organize all operational aspects of the competition, also defended the water quality.

“In the days before the Olympic sailing event, as well as during the event, eco-boats will concentrate their collection of floating debris in the area of the bay where the sailing lanes are located to reduce the chance that such debris will interfere with the races,” Braga told Bloomberg BNA. “And we believe that the quality of bay water is adequate for the sailing competitions because they will occur in that part of the bay where there is lots of water exchange with the ocean.”
Rowing, Canoeing, Kayaking

The Rodrigo de Freitas Lagoon in the heart of Rio, where Olympic rowing, canoeing and kayaking competitions will be held, also receives sewage from rivers that flow into it, which scientists warn poses a health risk.

“My studies of the lagoon show that, although its water quality is far better than that of Guanabara Bay because aging and leaking sewage pipelines have been replaced in the last five years, Olympic rowers, canoers and kayakers also face health risks due to the lagoon's level of coliform bacteria,” David Zee, a professor of oceanography at the State University of Rio de Janeiro, told Bloomberg BNA.

In April 2015, after the city removed 53 tons of dead fish from the surface of the lagoon, it blamed the fish deaths on a sudden drop in water temperature, which it said caused fatal thermal shock.

Zee said it is more likely that heavy rains had swept more sewage than usual into a river that empties into the part of the lagoon where the dead fish were found.

Health of Athletes, Fans

Zee warns that both fans and athletes face health threats caused by contaminated lagoons surrounding the Olympic Park, site of 70 percent of the competitions and the nearby Olympic village, where athletes are housed.

Because these lagoons are much smaller and shallower than the bay, they are susceptible to heavily concentrated sewage from a western suburb of Rio, home to more than 500,000 people, where more than 70 percent of homes don't have sewage systems.

“Storm winds, which are strongest July and August, the height of the South American winter season, could churn up the fecal matter at the bottom of the lagoons and release hydrogen sulfide, a toxic gas whose rotten-egg stench could cause fans and athletes to experience nausea, dizziness and headaches,” Zee told Bloomberg BNA.

“Athletes at the Pan-American games, held July of 2007 in the same lagoon-surrounded area, complained of these symptoms, caused by H2S [hydrogen sulfide] intoxication. But state officials have not honored their promise to dredge the lagoons as part of its bid to host the Olympics.”

In April, Brazilian athletes testing out a handball court in the Olympic Park also complained about the putrid odor of hydrogen sulfide gas being released by wind-churned waters.

“I was hit by the stench of the H2S gas while in a helicopter flying high above the lagoons. So you can imagine how it must have of affected athletes on the ground,” biologist Moscatelli told Bloomberg BNA. “The state has known about this for years and simply hoped strong winds wouldn't blow during the Olympics.”

Rain Forest to Golf Course

While water pollution and mosquito-borne Zika virus—which has hit the country hard, and has been linked to birth defects—have dominated health concerns for athletes and onlookers, environmental groups have blasted Brazil for another issue related to the Olympics.

Golf returns to the Olympics for the first time in more than a century, and the Rio de Janeiro municipal government built a new course for the occasion. To do so, it cleared more than 250 acres of Atlantic Rain Forest owned by the city.

Ocupa Golfe, a movement that has staged protests at the site of the now finished course, said the deforested area “was home to more than 300 endangered species” and the golf course was built “even though Rio already has three golf courses, one of which offered the city government its premises for the Olympics.”

“Building this golf course, an area that will later probably be used to build high-priced condominiums, means losing a patch of Atlantic Rain Forest, full of endangered biodiversity, all because of one golf tournament,” Ocupa Golfe activist and biologist Marcello Mello told Bloomberg BNA.

Of course, the focus on environmental issues may not even be the biggest concern of Brazilian officials, in light of recent terror attacks worldwide.

The governor of Rio de Janeiro state issued a decree in June declaring a “state of public calamity” caused by a tax shortfall, that “compromises commitments assumed to host the Olympics.”

Conditions, the decree stated, could lead to “a total collapse [of] public security, health, education, transport and environmental management.”


To contact the reporter on this story: Michael Kepp in Rio de Janeiro at correspondents@bna.com
To contact the editor responsible for this story: Greg Henderson at ghenderson@bna.com


Fonte: Bloomberg BNA




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RIO 2016 - BOM BIA BRASIL: Atletas da vela se preparam para competir na Baía de Guanabara



http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/edicoes/2016/07/26.html#!v/5189499
Para assistir à matéria, clique na imagem ou no link abaixo.


Atletas da Vela, a modalidade olímpica que mais deu medalhas de ouro ao Brasil, se preparam para competir na Baia de Guanabara

Na matéria, do repórter Tino Marcos (que também é velejador), integrantes da Equipe Olímpica de Vela do Brasil falam dos desafios de velejar na Baía de Guanabara.


Assista à matéria do Bom Dia Brasil, da Rede Globo.





NITERÓI NA RIO 2016: Cardápio para cair no gosto de niteroienses e turistas nos Jogos



 
O prato Namorado Olímpico com Risoto de limão-siciliano, acompanhado com legumes, é a opção do Ícaro Gastronomia no Cardápio Olímpico. Foto: Douglas Macedo


Com mais de 70 restaurantes participantes, Cardápio Olímpico será o atrativo gastronômico em Niterói na Rio 2016

Lançado pela Niterói Empresa de Lazer e Turismo (Neltur) e com apoio de O FLUMINENSE, o Cardápio Olímpico - que reúne mais de 70 restaurantes - é mais um atrativo no período da Rio 2016 para os moradores e turistas que apreciam a boa gastronomia. Com apoio dos polos gastronômicos niteroienses, os chefs dos restaurantes criaram pratos diferenciados com nomes de atletas olímpicos nacionais e estrangeiros como o Famiglia Grael Al Mare, servido na Gruta di Capri, que consiste em massa linguine ao molho de mascarpone, limão-siciliano e azeite trufado com camarão.

Entre outros pratos especiais com iguarias e sabores diferenciados temos: “Renata Decnop”, “Penne Zanetti”, “Strogonoff de Frango Yelena Isinbayeva”, “Combo Ipon” e “Risoto Nero Del Mare Alla Martine Grael”.

Para o presidente da Neltur, José Haddad, Niterói é o único município com esta ferramenta diferenciada, demonstrando que esta grande adesão consolida a boa parceria entre o trade gastronômico e o poder público. Haddad afirmou também que a criação do projeto partiu de uma motivação de um trabalho, um envolvimento que está se construindo há algum tempo com os polos gastronômicos da cidade.

“Aproveitando as Olimpíadas, tivemos essa ideia, além de outros projetos que colocamos em prática. Esse tem um sabor especial porque envolve a gastronomia da cidade. Somos o único município do Estado do Rio de Janeiro que está desenvolvendo um projeto dessa magnitude”, ressaltou.

A proposta, segundo o presidente, era de que cada prato fosse em homenagem a algum esportista, mas a criatividade de cada restaurante nos surpreendeu. Criaram até pratos inspirados na Tocha Olímpica.

“Niterói já tem essa tradição da boa gastronomia. Com este evento, vamos aquecer a economia da cidade em diferentes setores”, concluiu Haddad.

De acordo com Bruno Zambrotti, presidente do Polo Orla Gastronomia – que possui diversos restaurantes participantes do Cardápio Olímpico – o clima olímpico dos moradores e turistas já mostra que a iniciativa está dando certo.

“Os jogos ainda não começaram, mas o clima da cidade já é de Olimpíadas. Isso reflete em tudo, inclusive na gastronomia. Neste final de semana (23 e 24), até quem ainda não tinha conhecimento do Cardápio Olímpico procurava saber o que os restaurantes estavam fazendo de especial na Cidade Sorriso. Acredito que com o passar dos dias esse clima fique ainda mais intenso, trazendo benefícios para a cidade, tanto no âmbito turístico quanto no âmbito cultural e gastronômico”, afirmou.

O Cardápio Olímpico faz parte de um conjunto de ações da Prefeitura de Niterói, através da Neltur – Niterói Empresa de Lazer e Turismo, para atender os turistas no período Olímpico na cidade de Niterói, que consta no roteiro oficial das Olimpíadas por conta de sua preparação para receber os motorhomes. Outra novidade é que 20 guardas-municipais serão contemplados com “vouchers” dos restaurantes do Cardápio Olímpico pelos seus bons serviços prestados à comunidade.

Além do Cardápio Olímpico, durante a Rio 2016, Niterói disponibilizará um City Tour, diariamente, das 9h às 17h, para atender os turistas. Outro serviço é o programa Niterói Help Tourist, que objetiva facilitar os motoristas no atendimento aos turistas de Niterói, através do Disque Turismo 0800 282 7755, com atendentes trilíngues.

Os táxis terão um adesivo com o Disque Turismo 0800 282 7755, para informar tanto o motorista quanto o turista. Através do 0800, o motorista ou turista receberá informações sobre os atrativos turísticos, serviços diversos, modos de acesso, e quaisquer orientações sobre Niterói.

Fonte: O Fluminense






segunda-feira, 25 de julho de 2016

"GRAEL - AMOR PELO MAR" - exposição sobre a Família Grael no ESPAÇO CULTURAL CORREIOS, em Niterói



Lars, Torben, Martine e Marco Grael. Foto Lucas Benevides. O Fluminense.


Grael – Amor pelo mar

Exposição interativa no Espaço Cultural Correios de Niterói homenageia família Grael durante as Olimpíadas e Paraolimpíadas

No dia 5 de agosto, mesma data da abertura dos Jogos Olímpicos, estreia a exposição Grael - Amor pelo mar, em homenagem à família Grael, de Lars e Torben Grael, atletas consagrados da vela brasileira. Será no Espaço Cultural Correios - Niterói, cidade onde ambos vivem desde a infância e que será representada pelos irmãos na passagem da tocha olímpica, três dias antes.

A escolha da família Grael como homenageada se dá justamente pela contribuição ao esporte brasileiro, que não começou com os famosos irmãos velejadores que reúnem sete medalhas - sendo cinco para Torben e duas para Lars. Seus tios maternos, Axel e Erik Schmidt, além de terem sido os primeiros brasileiros tricampeões mundiais, também foram atletas olímpicos na Cidade do México (1968) e em Munique (1972) e, este ano, Martine e Marco, filhos de Torben, também estão na disputa pela medalha. Portanto, hoje já são seis membros da família Schmidt Grael a competir em Olimpíadas.

ATRAÇÕES: A história dessa ligação familiar tão estreita com a vela é o panorama da primeira sala da exposição, que, de forma lúdica e interativa, conta ao público a trajetória dos Grael até chegar à sala dedicada às Olimpíadas. Lá, é possível ver as medalhas que Torben e Lars conquistaram. Torben, um dos maiores medalhistas brasileiros, foi ouro em Atlanta (1996) e Atenas (2004), prata em Los Angeles (1984) e bronze em Seul (1988) e Sydney (2000). Já Lars conquistou duas medalhas de bronzes, em Seul e em Atlanta. Além dos depoimentos de grandes atletas como Robert Scheidt, Gustavo Kuerten, o Guga, e o nadador Gustavo Borges, transmitidos em televisores interativos, o público poderá "brincar de ser campeão". Através de um equipamento de realidade aumentada, um holograma é produzido diretamente no peito de quem quiser tirar uma foto usando as medalhas de Torben e Lars. O retrato é enviado automaticamente para o e-mail do visitante.


"... o público poderá "brincar de ser campeão". Através de um equipamento de realidade aumentada, um holograma é produzido diretamente no peito de quem quiser tirar uma foto usando as medalhas de Torben e Lars".


Na sala central, o foco está na relação que os irmãos Grael têm atualmente com a vela. Lars, depois do acidente que o fez amputar parte da perna, hoje compete na categoria Star, tendo vencido o campeonato mundial em 2015. Torben disputa regatas oceânicas e já deu a volta ao mundo duas vezes - em 2005/2006 ficou em terceiro lugar com a equipe brasileira tripulante do barco Brasil 1 e, em 2008/2009, como convidado da equipe sueca Ericsson 4, ficou em primeiro lugar. A sala também mostra o Projeto Grael, que em 2016 completa 18 anos de atividades dedicadas a crianças e jovens da rede pública, que têm aulas de esportes náuticos e acesso a cursos profissionalizantes.

A última sala é dedicada à Baía de Guanabara, considerada berço e potência nacional da vela. Se fosse um país, a Baía de Guanabara teria mais medalhas olímpicas do que muitos outros; na América Latina, por exemplo, ela só perderia para o Brasil, Cuba e México. Como recurso interativo, nesta sala também há um óculos que simula uma velejada em realidade virtual: o visitante vislumbra a baía e a vela sob o olhar de Torben, Lars e Martine, em um vídeo gravado através de uma câmera Go Pro.

Se fosse um país, a Baía de Guanabara teria mais medalhas olímpicas do que muitos outros; na América Latina, por exemplo, ela só perderia para o Brasil, Cuba e México.


Grael - Amor pelo mar possui a chancela oficial do Celebra, fazendo parte do Programa de Cultura Rio 2016. A exposição, que é produzida pela Rapsódia Empreendimentos Culturais e tem patrocínio dos Correios e Águas de Niterói, revela outras surpresas que poderão ser conferidas até o dia 24 de setembro das 11 até às 18 horas, de segunda a sábado (exceto feriados). O Espaço Cultural Correios - Niterói fica na Avenida Visconde do Rio Branco, 481 - Centro. A entrada é gratuita. Mais informações em: (21) 2622-3200.

Fonte: Site do Lars Grael







RIO 2016: Rio de Janeiro já recebe turistas para as Olimpíadas





Thaise Constâncio

Hotéis da capital têm mais de 92% dos quartos reservados

A rede hoteleira da cidade do Rio já tem 92,5% dos quartos reservados para as Olimpíadas, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio (ABIH-RJ). Além disso, cerca de 30 mil pessoas ficarão hospedadas em cinco embarcações que irão atracar no Píer Mauá.

Os hotéis cinco estrelas da Barra da Tijuca, na Zona Oeste; São Conrado, Ipanema e Leblon, na Zona Sul, registram lotação máxima. Em Copacabana e no Leme, também na Zona Sul, há apenas 4% de vagas disponíveis.

– A hotelaria carioca está totalmente renovada, com redes internacionais e serviço totalmente alinhado com o comprometimento da cidade com a realização dos Jogos – afirmou o presidente da ABIH-RJ, Alfredo Lopes.

Para atender a demanda crescente, diversos grupos hoteleiros realizaram programas de capacitação e absorveram boa parte dos alunos. De acordo com Lopes, cada quarto ocupado gera, em média, quatro vagas no setor de turismo: uma no hotel e outras três para a área de receptivo.

– Estimamos que pelo menos 120 mil vagas foram geradas pela expansão hoteleira, motivada pelas Olimpíadas. Projetos de formação e qualificação são determinantes para a imagem que o turista leva da nossa cidade – disse o presidente da ABIH-RJ.

Interior fluminense no roteiro de atletas e visitantes

Dos mais de 500 mil turistas que visitarão o Rio no período dos Jogos Olímpicos, muitos estão interessados em conhecer as cidades próximas à capital. Pensando nisso, a Secretaria de Turismo fará um intenso trabalho de divulgação em dois importantes equipamentos montados para o evento.

O Rio Media Center e o Espaço Rio serão bases do turismo fluminense durante os Jogos. No Media Center, que receberá mais de oito mil representantes da imprensa nacional e internacional, os municípios farão exibições culturais e oferecerão viagens e passeios aos destinos do interior. No Espaço Rio, instalado na Zona Portuária, haverá rodadas de negócios e atendimento ao público geral, visando investimentos para diferentes setores da economia do Estado.

O secretário de Turismo, Nilo Sergio Felix, destacou que a movimentação de turistas e atletas já começou pelo interior.

– Turistas chegaram antes para conhecer cidades próximas à capital. Mangaratiba terá atletas hospedados até 14 de agosto. Já passaram por lá representantes do futebol de Portugal e da Suécia, esgrima da Rússia, rugby da Austrália e da Argentina, hóquei da Holanda, entre outros – contou Felix.

Fonte: Governo do RJ







RIO 2016: CICC Regional começa a funcionar integralmente



CICC opera com representantes das forças de Segurança, Inteligência, Defesa Civil e Ordenamento Urbano. Foto: Divulgação / Governo do Estado RJ


Desde domingo (24/7), 85 mil agentes atuam na cidade do Rio de Janeiro

O Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICC-R) começou a operar integralmente ontem, com representantes das forças de Segurança, Inteligência, Defesa Civil e Ordenamento Urbano que atuarão nos Jogos Rio 2016. Instalado no prédio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), o espaço já funcionava desde o dia 5 de julho e agora, começa a operar 24 horas por dia, sete dias por semana, e a coordenar os 85 mil agentes dos três níveis de governo envolvidos nas Olimpíadas e Paralimpíadas.

O período operacional completo teve início no mesmo dia em que os atletas olímpicos começaram a chegar à cidade e a se instalar na Vila dos Atletas. No CICC-R são monitoradas as ações nas quatro regiões olímpicas (Copacabana, Barra da Tijuca, Deodoro e Maracanã), onde são realizadas as competições, além de locais de interesse, como a rodoviária e o Boulevard Olímpico.

O coordenador-adjunto de Operações de Segurança para os Jogos da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos do Ministério da Justiça e Cidadania, Anderson Bichara, afirmou que as forças estão completamente integradas. Além das cerca de 1,2 mil pessoas que já atuam no CICC, mais 400 profissionais, dos 22 órgãos, passam a trabalhar no local, dedicados às ações dos Jogos.

– Há dois anos estamos nos planejando e treinando para o evento e, desde ontem, representantes de todas as forças estão reunidos no CICC-R. Produzimos um Plano Tático Integrado que serviu de base para a criação dos Planos Operacionais de cada órgão que define como, onde e quando atuar em cada situação. O objetivo é que cada força saiba as ações previstas para as demais para não haver lacunas ou sobreposições, mas uma otimização de recursos – explicou Bichara.

Sintonia

Para o subsecretário Extraordinário de Grandes Eventos da Secretaria de Segurança, Roberto Alzir, o período operacional antes do início dos Jogos é mais uma oportunidade para colocar os planejamentos integrados em prática. Ele ressaltou que a Polícia Militar terá um efetivo extraordinário de 21 mil homens e a Polícia Civil contará com mais 5,6 mil agentes.

– Os recursos humanos e materiais e a estrutura de coordenação dedicada às Olimpíadas já funcionam como se estivéssemos efetivamente nos Jogos. Vamos checar se os recursos estão de acordo com o planejado, os sistemas estão funcionando, a comunicação e os planejamentos estão adequados e fazer uma última sintonia final, antes da cerimônia de abertura, em 5 de agosto. Podemos afirmar que nunca estivemos tão bem preparados – disse o subsecretário Extraordinário de Grandes Eventos.

Fonte: Governo do RJ