quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Estudos apontam que processos costeiros/oceânicos impactam os municípios litorâneos monitorados pelo Cemaden






Uma equipe de tecnologistas da Sala de Operação do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) realizou pesquisa e análises dos históricos de alertas emitidos para as cidades costeiras, constatando que as marés astronômicas e as marés meteorológicas (ressacas) agravaram as ocorrências hidrológicas nos municípios litorâneos monitorados.

Com base nesses estudos, a equipe elaborou uma proposta de procedimentos operacionais para auxiliar o monitoramento e o envio de alertas de riscos hidrológicos para os municípios costeiros monitorados.

Foram analisadas as informações hidrológicas e o histórico das ocorrências em 100 (cem) municípios litorâneos. Com essas informações e a análise dos processos costeiros ocorridos nos dias dos alertas emitidos, foi possível fazer uma classificação em três grupos de municípios, de acordo com o processo costeiro identificado como dominante em cada região.

Marés e os riscos de inundações

O Cemaden monitora, atualmente, 958 municípios distribuídos por todas as regiões brasileiras. Desse total, 14% desses municípios tem o ciclo hidrológico modulado pelos processos oceânicos, o que corresponde a cerca de 45% de toda extensão litorânea do país. Esses processos oceânicos não estavam sendo levados em consideração durante o monitoramento dos municípios costeiros.

O Cemaden monitora, atualmente, 958 municípios distribuídos por todas as regiões brasileiras. Desse total, 14% desses municípios tem o ciclo hidrológico modulado pelos processos oceânicos, o que corresponde a cerca de 45% de toda extensão litorânea do país.


A equipe classificou os municípios de acordo com a susceptibilidade a eventos oceânicos. Na Região Norte e grande parte da Região Nordeste, o processo dominante é a maré astronômica (MA), enquanto a Região Sul é mais afetada pela maré meteorológica (MM). No restante do litoral, ocorre o efeito do somatório desses processos (MM+MA).

A equipe da Sala de Situação que realizou os estudos é composta pelos tecnologistas: Paula Campos, Regla Somoza, Eliana Vale, Marina Tanaka, Jorge Barbarotto, Felipe Soares e Andreia Bender.

Maré astronômica e maré meteorológica

A maré astronômica é um fenômeno caracterizado pela subida e descida periódicas do nível do mar e de outros corpos de água que tem uma ligação com o mesmo (estuários, lagunas, etc.). A maré astronômica resulta da atração gravitacional exercida pela Lua e pelo Sol sobre a Terra. A tábua de marés fornece a altura da maré astronômica na baixa-mar (maré baixa) e na preamar (maré alta) e a hora em que elas ocorrem em um determinado local. No Brasil, a tábua de marés é elaborada pela Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha (DHN).

A maré meteorológica é a diferença entre a maré observada e aquela prevista pela Tábua de Marés. O fenômeno ocorre, principalmente, pela sobre-elevação do nível do mar causada por efeitos meteorológicos (vento e pressão atmosférica). Ela ocorre com certa frequência e é considerada importante pela sua influência sobre a navegação, pesca, processos de erosão costeira, entre outros fatores.

O efeito conhecido como ressaca, geralmente, está acompanhado de uma maré meteorológica intensa, caracterizada pelo avanço do mar em áreas normalmente não alcançadas, causando danos a propriedades e também provocando inundações.

(Fonte original: Ascom-Cemaden)

Fonte: CEMADEN











quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

DEFAUNAÇÃO: Perda da fauna reduz a capacidade da floresta reter carbono





Loss of big animals reduces forests’ carbon-storing capacity
by Loren Bell on 19 December 2015
  • Over-hunting contributes to forest carbon loss, claims a study published this week in the AAAS journal Science Advances.
  • After looking at data from 31 sites from the Atlantic Forest researchers conclude that the over-hunting of large animals in those forests will eventually result in the widespread loss of the larger tree species responsible for storing the most carbon.
  • The study lends further support for the need for conservation efforts that focus on protecting ecosystem services as a whole, as opposed to focusing on isolated measures such as hectares of forest, or numbers of trees left standing

Howler monkeys are often targeted by hunters. Photo by Rhett A. Butler

Over-hunting contributes to forest carbon loss, claims a study published this week in the AAAS journal Science Advances. After looking at data from 31 sites from the Atlantic Forest — found along the southeast coast of Brazil — the researchers conclude that the over-hunting of large animals in those forests will eventually result in the widespread loss of the larger tree species responsible for storing the most carbon.

The team of Brazilian and European researchers, led by Carolina Bello from Universidade Estadual Paulista, looked at seed dispersal by frugivores as well as the relationship between seed size and a tree’s carbon storage potential, and discovered a disturbing trend.

Hunters in the region tend to harvest larger species of birds and mammals at unsustainable rates. These animals are often the species that eat, carry, and disperse large fruits and seeds. The tree species that produce largest animal-dispersed seeds tend to be taller and have higher wood density. Therefore, as these animals disappear, the trees with the greatest carbon storage capacity are less likely reproduce. Gradually, these tree species are replaced by smaller and less dense trees, and the total carbon storage capacity of the forest is reduced.

“We found a positive correlation between seed diameter and wood density, as well as maximum tree height,” the authors write, and those correlations were especially pronounced in species with animal-dispersed seeds.


Simulation pathway of frugivore defaunation on carbon storage. We generated downgraded communities with altered species composition. Each simulation had two main steps. First, we simulated directed extinctions induced by defaunation (loss of tree species with seed size ≥12.0 mm) or random extinction (that is, tree species removal independent of seed size). Second, we simulated a compensatory replacement of the individuals by the remaining species pool after defaunation by adding the same number of individuals and basal area removed. Dark blue indicates tree individuals of hardwood species with large seeds (≥12.0 mm) and different trunk diameters, light blue represents other tree species. Courtesy of the authors.

After analyzing 5000 fruit-frugivore interactions, the authors found that 12 mm is the maximum seed diameter that is regularly dispersed by non-threatened animals (such as small birds and rodents). In the Atlantic Forest, 21 percent of the trees produce seeds larger than 12 mm, and of those, 70 percent are classified as having high wood density (more than 0.7 grams per cubic centimeter.) The study authors then modeled what will happen if the frugivores disappeared, and found that the larger-seeded, denser trees would see a 10 to 100 percent decrease.

Although the study focused on the Atlantic Forest of Brazil, the authors warn that this decline can happen anywhere the dominant tree species are dispersed by large fruit-eating animals commonly targeted by unregulated hunting.

“Our findings may also translate into the Amazonian forests where most of the tree species that retain 50 percent of the carbon are also dispersed by large frugivores,” the authors write. However, in other forests where the seeds of the dominant carbon-storing trees are dispersed by other means — such as the small wind-dispersed seeds of the dipterocarp trees in Southeast Asia — carbon loss would be less pronounced.

Hunter in Colombia. Photo by Rhett A. Butler

Giant rodents like the agouti are widely hunted in forests across Latin America. Photo by Rhett A. Butler


The study lends further support for the need for conservation efforts that focus on protecting ecosystem services as a whole, as opposed to focusing on isolated measures such as hectares of forest, or numbers of trees left standing.

“Restoration and REDD+ programs should achieve a complete vision of biotic interactions and processes,” the authors write, “to guarantee carbon storage capacity and its co-benefits.”


Parrots, like this macaw, are important seed dispersers in tropical forests. Photo by Rhett A. Butler

Brazil’s Mata Atlantica forest. Photo by Rhett A. Butler


CITATION: Carolina Bello et al. Defaunation affects carbon storage in tropical forests. Science Advances 18 Dec 2015: Vol. 1, no. 11, e1501105. DOI: 10.1126/sciadv.1501105

Article published by Rhett Butler


Fonte: Mongabay












URBAN SKETCHERS promove evento na Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói





Separa o caderno, os lápis, canetas e a aquarela, além de muita criatividade.

O Urban Sketchers reúne apaixonados por desenhos em locais urbanos no mundo todo e a 70ª edição vai acontecer aqui em Niterói, com uma temática especial: as fortalezas da cidade.

Os locais têm importância histórica, defendiam as águas da Guanabara de invasões inimigas no século XVIII e XIX. Já viu que inspiração não vai faltar, né? Vai ser na Fortaleza de Santa Cruz, no Forte do Rio Branco e no Forte do Pico, em Jurujuba, no dia 7 de Janeiro.

Mas corre, porque as inscrições são limitadas e vão até esta quinta-feira, dia 28. Confira mais informações no evento, convide os amigos e aproveite para confirmar a presença: https://goo.gl/7nTQkg 





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Veja mais detalhes a seguir:


70º Encontro USK Rio

Evento fechado - VAGAS LIMITADAS - só poderá participar quem se inscrever até o dia 28/12!

- Dia: 07 de Janeiro de 2018
- Até 50 participantes.

Itinerário:

- Manhã: Fortaleza Santa Cruz da Barra
09h30 > credenciamento / 12:30h > Sorteio - Registro dos Trabalhos - Foto Oficial
- Almoço: praia / aldeia de pescadores de Jurujuba - 13 às 15h (será por conta de cada participante)
- Tarde: Forte Rio Branco e Forte do Pico – 15h às 18h

Ingressos de Visitações Antecipados

- R$6,00 Fortaleza (manhã) + R$10,00 Fortes Rio Branco e Pico (tarde) = R$16,00 total.
- Valores dos ingressos para as visitações deverão ser depositados em conta corrente até o dia 28/12.
- Teremos direito a guia só pra nós por todo tempo e permanecermos desenhando nos circuitos de visitação por até 3 horas em cada turno.


Regulamento:
- Inscrições:
Somente pelo email: urbansketchersrio@gmail.com
Assunto: Inscrição 70º Usk Rio.
Colocar nome completo, número de RG e comprovante do depósito.

- Teremos 3 bancos para receber os pagamentos:
Banco do Brasil, Itaú e Bradesco.

BANCO DO BRASIL: Thais Lima Machado Canavezes
Agência 288-7 CC: 219017-6
CPF: 126315717-38

ITAÚ: Thais Lima Machado Canavezes
Agência 9162 CC:31379-6
CPF: 126315717-38

BRADESCO: Flavio Mota de Lacerda Pessoa
Agência 2435,
conta poupança 1392668-9.
CPF: 078474987-66


- Data limite para inscrição: até 28/12.

- Lembrem-se de se protegerem do sol com bonés, chapéus e filtro solar. Não esqueçam as garrafinhas de água (na entrada da Fortaleza tem uma pequena cantina) e calçar tênis para caminhada pois na parte da tarde iremos do Forte Rio Branco até Forte do Pico.

- Caso chova manteremos a visitação da Fortaleza, mas não dos Fortes, que serão transferidas para data posterior, garantidas as inscrições/ingressos realizadas via email.


IMPORTANTE: O USK Rio assinará anterior ao evento contrato de cessão de espaço e imagem tanto com a Fortaleza quanto com o Forte Rio Branco. E é do regulamento que nenhum dos participantes poderá desenhar e fotografar fora do sítio histórico, ou seja nos manteremos apenas no percurso regular da visita guiada. As atividades e dependências do quartel são áreas onde estarão proibidas visitas, circulação e registro de imagens. Na dúvida pergunte a um coordenador USK Rio ou ao guia da visita.

70º USK Rio Edição Especial em:
Fortaleza Santa Cruz da Barra e Fortes Rio Branco e Pico, em Niterói.

Localizado ao norte da barra da Baía de Guanabara - mais precisamente, no bairro de Jurujuba, município de Niterói, no estado brasileiro do Rio de Janeiro - está o antigo conjunto defensivo integrado pela Fortaleza de Santa Cruz, que teve sua construção iniciada em 1555, Forte do Rio Branco, do século XVIII, com sua configuração atual finalizada em 1918, que inclui o Forte do Pico. Apesar de épocas distintas, todos tinham a mesma função, defender as águas da Guanabara de invasões inimigas.

Passado o período de ameaças bélicas, essas construções guardam sua imponência e reservam aos visitantes as vistas estratégicas e deslumbrantes desta bela geografia e ecossistema da nossa baía. Com a diferença que naqueles tempos avistavam muito mais baleias e golfinhos que hoje, considerando a poluição em nossos dias, mas ainda assim, são um belo marco das construções de afirmação territorial preservado. Por isso, e por outras tantas razões, que os prazeres dos desenhos de locação proporcionam, é que o USK Rio pretende inaugurar o ano de 2018 com um belo passeio por estas maravilhas da cidade de Niterói.

Então, é dia 07 de janeiro, com vagas limitadas a 50 participantes!!!


Fonte: 70º Encontro USK Rio - em Niterói










terça-feira, 26 de dezembro de 2017

TRÂNSITO EM NITERÓI: Número de automóveis aumenta, mas número de acidentes é 85% menor



Êxito na melhoria da segurança do trânsito é atribuído também ao eficaz emprego de agentes de trânsito nas ruas. Foto: Divulgação / Prefeitura de Niterói


Mesmo com crescimento exponencial da frota de veículos, Niterói apresenta resultados positivos na segurança viária

A cidade de Niterói alcançou nos últimos quatro anos uma redução de 85% no número de acidentes de trânsito, índice expressivo para a segurança de pedestres, ciclistas, motoristas e motociclistas. Mesmo com o acréscimo de mais de 100 mil veículos em circulação na cidade na última década, os dados positivos apontam para o resultado de uma política de gestão do trânsito em Niterói, planejada e gerenciada pela empresa pública Niterói Transportes e Trânsito (NitTrans), seguindo as políticas públicas adotadas pela Prefeitura de Niterói.

Em 2013 foram registrados 4.971 acidentes de trânsito na cidade, média de 414,2 por mês. O volume foi reduzido para 747 registros em 2017, até setembro, média de 83 por mês. Nos bairros com maior número de acidentes também houve redução no número de ocorrências no mesmo período. No Centro, a queda foi de 1.093 para 115; em Icaraí, de 754 para 87; no Fonseca, de 711 para 84; e em Itaipu, de 401 para 92.

"Em 2013 foram registrados 4.971 acidentes de trânsito na cidade, média de 414,2 por mês. O volume foi reduzido para 747 registros em 2017, até setembro, média de 83 por mês".

"No Centro, a queda foi de 1.093 para 115; em Icaraí, de 754 para 87; no Fonseca, de 711 para 84; e em Itaipu, de 401 para 92".


O presidente da empresa pública municipal Niterói Transportes e Trânsito, Paulo Afonso Cunha, explica que os bons resultados aparecem quando o planejamento é colocado em prática com eficiência.

“É inquestionável, ainda mais no atual contexto econômico do país, o esforço empreendido pela Prefeitura de Niterói para proporcionar condições seguras de mobilidade urbana aos niteroienses, frequentadores e visitantes da cidade”.

O êxito na melhoria da segurança do trânsito, segundo ele, está também no eficaz emprego de agentes de trânsito credenciados e treinados.

“Estes profissionais atuam diuturnamente junto ao público, sob sol ou chuva, sempre voltados à eficiência dos deslocamentos urbanos, seja do ônibus ou do táxi, do pedestre ou do ciclista, dos carros ou das motocicletas”, explica o presidente da NitTrans.

Na Região Oceânica, que passa por obras viárias com a construção da Transoceânica, o número de acidentes teve redução de 75%, caindo de 657 em 2013 para 164 até setembro de 2017. Na região, no período analisado, a média de acidentes registrados por mês caiu de 56,2 para 18,2. O levantamento foi feito pela NitTrans a partir de dados de registros de acidentes feitos pela Polícia Militar.

"Na Região Oceânica, que passa por obras viárias com a construção da Transoceânica, o número de acidentes teve redução de 75%, caindo de 657 em 2013 para 164 até setembro de 2017. Na região, no período analisado, a média de acidentes registrados por mês caiu de 56,2 para 18,2".

Segundo Cunha, o zelo com a mobilidade também está expresso nas operações de trânsito diárias e nas obras que trazem melhores condições de tráfego para os motoristas da cidade.

“O cuidado com o trânsito está nas operações reversíveis diárias; nos imediatos desfazimentos de locais de acidentes; na ágil retirada de carros enguiçados e no impedimento de ocupações não autorizadas de vias públicas de muito fluxo; assim como na manutenção do asfaltamento, da pintura e sinalização das vias, na construção do túnel Charitas-Cafubá e dos Mergulhões Ângela Fernandes e José Vicente Filho; e nas obras de infraestrutura da Transoceânica”.

Frota cresceu quatro vezes mais do que a população – Segundo dados do IBGE, na última década houve acréscimo de 103.665 veículos à frota niteroiense. Em 2007 havia 164.069 veículos registrados na cidade, número que chegou a 267.734 em setembro deste ano. Isto significa que há 63,1% mais carros transitando na cidade hoje do que há 10 anos.

"Em 2007 havia 164.069 veículos registrados na cidade, número que chegou a 267.734 em setembro deste ano. Isto significa que há 63,1% mais carros transitando na cidade hoje do que há 10 anos".

No mesmo período, a população de Niterói teve um discreto crescimento, de 474.002 para 499.028 habitantes, apenas 25.026 habitantes a mais na cidade, o que representa 5,2% de crescimento populacional. Em média, para cada novo habitante de Niterói, quatro novos veículos somaram-se ao trânsito nas ruas da cidade, desde 2007.

"Em média, para cada novo habitante de Niterói, quatro novos veículos somaram-se ao trânsito nas ruas da cidade, desde 2007".

Niterói convive com "uma média de um automóvel para cada 1,8 habitantes, enquanto a média nacional é de um automóvel para cada 4,2 habitantes".


Cruzando os dados de crescimento da frota com os de crescimento populacional, é possível observar a opção do niteroiense pelo transporte individual: o boom automobilístico em Niterói resultou na atual média de um automóvel para cada 1,8 habitantes, enquanto a média nacional é de um automóvel para cada 4,2 habitantes.

Fonte: O Fluminense











Guarda Ambiental de Niterói resgatou 800 animais neste ano



Animais silvestres resgatados são reintegrados aos seus habitats. Foto: Divulgação/Prefeitura de Niterói



Animais são reintegrados aos seus habitats de origem

Durante todo o ano de 2017, eles apareceram em praias, lagoas, asfalto, telhados, caixotes e em lugares inimagináveis. De todas as cores, com pelos ou cascos, e de diversas espécies, foram mais de 800 animais, entre silvestres e domésticos resgatados ou salvos pela Coordenadoria Ambiental da Guarda Municipal de Niterói. Esta semana não foi diferente. O grupamento resgatou tartarugas, porco-espinho e um gavião. O procedimento é sempre o mesmo. Se o animal estiver ferido, vai para uma instituição especializada. Do contrário, é reintegrado ao seu habitat pela própria guarda.

Com equipamentos especiais para utilizar em cada tipo de resgate, “esses guardiões” dos bichinhos na cidade estão sempre alertas para atender aos chamados, através do número 153 da Guarda Municipal, que funciona no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp). 

Para o grupamento não importa se é um resgate de passarinhos inofensivos, filhotes de gambás, corujas, capivaras, tartarugas ou cobras (venenosas ou não), o conselho dado pela guarda ambiental para a população é o mesmo: ao encontrar um animal, a atitude mais adequada é não tentar fazer a captura por conta própria e entrar em contato com os agentes que providenciarão o socorro. É uma medida de segurança para resguardar os animais e para quem os encontra.

Já no atendimento via telefone, são passadas ao solicitante as orientações específicas sobre como proceder até a chegada de resgate, de acordo com as características do animal e como ele se encontra no momento.

Quando o animal necessita de cuidados específicos é encaminhado para locais como: Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), que fica em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio de Janeiro; Centro de Atendimento de Animais Marinhos; Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas) em Seropédica ou Instituto Vital Brasil quando é o caso de cobra venenosa.

“Mesmo que a pessoa que está ligando não saiba com certeza a espécie, os atendentes dos 153 buscam pelas características do animal e tentam avaliar se ele está debilitado ou não. É muito interessante como a população gosta, apega-se e tem a preocupação de nos chamar para o socorro. O resultado final é muito gratificante”, diz Edson Jorge, coordenador da Guarda Ambiental de Niterói.

Fonte: O Fluminense









segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Antenas no Parque Nacional da Tijuca (Sumaré) terão que pagar





Após mais de 60 anos ocupando terras públicas no Morro do Sumaré, finalmente as empresas de comunicação deverão reduzir as estruturas e compensar financeiramente o Parque Nacional da Tijuca pelos impactos causados à paisagem e à biodiversidade.

Foi publicada hoje no Diário Oficial da União a Portaria ICMBio 828/2017 estabelecendo os valores a serem investidos anualmente em projetos de conservação e melhorias do Parque.

Essa é uma luta de 20 anos, iniciada na gestão da Sonia Peixoto. Nos últimos 4 anos contamos com o apoio decisivo do Ministério Público Federal e de todo o ICMBio.

Fonte: Facebook do ICMBio










NITERÓI RESILIENTE: Tecnologia para prevenir desastres




Pluviômetro é uma das ferramentas de prevenção utilizadas em Niterói. Foto: Prefeitura de Niterói/Divulgação


Plano Verão utiliza ferramentas para monitoramento das chuvas em tempo real

O aprimoramento do uso da tecnologia da informação será o carro-chefe do Plano Verão 2017/2018 da Defesa Civil de Niterói. Até o mês de abril, ferramentas como sistemas de leitura dos índices de chuva em tempo real e dados das estações meteorológicas serão aliados para prevenção a desastres naturais no município. De acordo com o Centro de Monitoramento e Operações da Defesa Civil, a previsão para os dias finais deste ano é de um verão típico, com chuvas intensas, por curtos períodos de tempo.

Ao longo de todo o ano, a Defesa Civil trabalhou em práticas preventivas que culminam, nesta reta final de 2017, no Plano Verão. Entre as iniciativas, estão a capacitação de voluntários, ampliação no número de Núcleos de Defesa Civil nas Comunidades (Nudecs) e antecipação de informações sobre moradores em áreas de risco. As ações preventivas se encerraram no último dia 9, com o 3º Seminário de Educação Continuada, no Caminho Niemeyer.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Walace Medeiros, pontuou que foi promovida, durante todo o ano, uma política preventiva para minimizar impactos das chuvas.

“O Plano Verão é uma consolidação desse trabalho que realizamos ao longo de todos esses meses. Temos maior conhecimento sobre as áreas de risco, para otimizar o trabalho. Contamos também com novos sistemas de leitura dos índices de chuva, podemos trabalhar em tempo real com essas informações”, pontuou.

Nos momentos de chuvas intensas, a orientação é que famílias residentes em regiões de risco, como em áreas passíveis de desabamento, saiam de casa imediatamente. Os motoristas também devem estar atentos. O melhor é esperar e não tentar passar por ruas inundadas. Outro cuidado é nunca caminhar por locais alagados. É preciso procurar abrigo em local fechado. Até mesmo dentro de um automóvel é mais seguro do que tentar abrigar-se em sob marquises, pontos de ônibus e, principalmente, sob árvores. Em nenhuma hipótese se pode ficar em campo de futebol, piscina, lagoas e represas.

SMS e aplicativos – A partir deste verão, o aplicativo Colab.re vai complementar o já existente sistema de SMS, que tem mais de 600 cadastrados recebendo mensagens de texto sobre tomada de atitudes preventivas e emergenciais em casos de iminência de desastres. Quando for emitido alerta por SMS pela Defesa Civil, notificações também serão recebidas por aqueles que tiverem o aplicativo.

Para receber as mensagens de SMS, os moradores devem se cadastrar, acessando o site da Defesa Civil de Niterói (www.defesacivil.niteroi.rj.gov.br). Para baixar o Colab.re, basta acessar sua loja de aplicativos, inserir sua cidade e vincular sua conta do Facebook.

Tendas nas comunidades – A interação com a comunidade continua sendo um dos conceitos chave do Plano Verão. Por isso, a Defesa Civil marcará presença em comunidades do município com o Projeto Defesa Civil Itinerante, dando orientações sobre como proceder em situações de risco. A primeira localidade a receber a tenda será Várzea das Moças, a partir do dia 16.

Mobilização de recursos – O Plano Verão também vai contar com o apoio dos 52 Núcleos de Defesa Civil nas Comunidades (Nudecs), formados por voluntários que vivem nos locais onde atuam, agindo em casos de fortes chuvas. Os grupos são formados por cerca de 20 pessoas, cada. As equipes multiplicam os conceitos de prevenção nos locais onde residem, além de apoiarem as ações emergenciais da Defesa Civil em caso de chuvas intensas.

Monitoramento meteorológico – Para que a população tenha mais informações sobre as condições meteorológicas do município e para estar preparada para eventuais adversidades relacionadas a chuvas intensas, é importante consultar os Boletins Meteorológicos disponibilizados no site do órgão. Em caso de emergência, os niteroienses podem ligar para a Defesa Civil pelos telefones 199, 2717-2631 e 2620-0199.

Sirenes – O morador contribui de forma decisiva para sua segurança quando deixa sua casa e vai para o ponto de apoio quando as sirenes instaladas nas comunidades são acionadas. Niterói conta hoje com 30 plataformas do Sistema de Alerta e Alarme por Sirenes em 25 comunidades. Os equipamentos, frutos de parceria com o governo estadual, possibilitaram estabelecer um protocolo de evacuação de residências em função do aumento do risco de deslizamento, com o propósito fundamental de preservar vidas. Em setembro de 2016, a Prefeitura de Niterói assumiu a manutenção do sistema após o governo estadual informar que não poderia mais arcar com os custos do serviço. Em cada comunidade onde há sirene, as rotas de fuga foram sinalizadas para facilitar o acesso dos moradores a locais seguros.


Fonte: O Fluminense



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domingo, 24 de dezembro de 2017

PROJETO GRAEL E UFF: Barco vira sala de aula itinerante



Na embarcação alunos aprendem sobre o meio ambiente. Foto: Evelen Gouvêa



Carolina Ribeiro

Projeto Grael e UFF lançam projeto inovador para estimular o aprendizado de ciências e a preservação do meio ambiente

Em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), o Projeto Grael organiza o Barco Escola. De forma itinerante em sala de aula e na embarcação Fuzzarca, a iniciativa tem o objetivo de dar oportunidade para alunos da rede pública terem uma experiência com a Baía de Guanabara e conhecerem a universidade. O passeio piloto já foi realizado e o início das atividades está marcado para março de 2018.

Segundo o coordenador de Meio Ambiente do Projeto Grael, Thiago Marques, o programa tem duas vertentes. Uma é ministrar aulas para adolescentes e jovens em sala e no mar. E a outra é atracar o barco itinerante em pontos estratégicos de Niterói, São Gonçalo e do Rio de Janeiro - ainda será estudado onde é viável realizar a navegação e atracação - e abrir a visitação do mesmo. Para isso, cerca de 20 alunos de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente da instituição se mobilizam para realizar as aulas.

“Essa ação faz parte de uma das missões do Projeto Grael, que é democratizar, promover e resgatar o acesso e cultura do mar. Também fortalece a cidadania ambiental e a preservação do meio ambiente e inclui os adolescentes e jovens na relação com a Baía, através da itinerância do barco”, adiantou.


Thiago Marques, do Projeto Grael, explica que objetivo é mostrar a potencialidade da Baía de Guanabara, mas também os seus problemas. Foto: Evelen Gouvêa

Na embarcação, os alunos da rede pública aprendem na prática o que ouviram em sala sobre o meio ambiente, a Baía de Guanabara e sua preservação, aulas náuticas, meteorologia e oceanografia. Os instrumentos, de baixo custo e alguns fabricados por eles e por estudantes da UFF, são de pesquisas e monitoramentos de temperatura e qualidade da água, salinidade, sentido e direção do vento, fenômenos meteorológicos, maré, entre outros. A princípio, o projeto é focado no ensino médio, para adolescentes e jovens, já que também tem o objetivo de despertar o interesse deles para as ciências.

“Queremos popularizar, estimular os alunos a entrar na faculdade, chamar a atenção deles para os problemas de poluição por plástico nos oceanos e na Baía. Esse trabalho vai mostrar a potencialidade da Baía, mas também os problemas, estimulando os jovens a pensarem em propostas para transformar essa realidade”, explica, acrescentando que o barco utilizado na ação foi reformado recentemente pelos alunos da Oficina de Fibra de Vidro do Projeto Grael e estudantes e professores da UFF.

Durante as atividades serão quatro aulas, sendo três na escola: uma sobre instrumentação ambiental, outra sobre energias renováveis e uma terceira sobre conceitos náuticos básicos. Na quarta aula, os alunos das instituições selecionadas sobem ao barco. Para o evento-teste já realizado, a escolhida foi a Escola Estadual Dôrval Ferreira da Cunha, de São Gonçalo. As próximas contempladas ainda serão definidas.


Fonte: O Fluminense

 

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Niterói: ciclistas ocupam cada vez mais seu espaço nas ruas




Número de ciclistas trafegando por hora subiu de 183 para 255 na Av. Amaral Peixoto, que serve de base para o estudo do Grupo Mobilidade Niterói. Foto: Marcelo Feitosa


Vinicius Rodrigues

Número de bicicletas cresceu 72% no último trimestre, como alternativa para fugir dos engarrafamentos

Os engarrafamentos em Niterói por causa do excesso de carros ainda estão longe de terminar. No entanto, a cultura de ciclomobilidade vem ganhando espaço no município, que pode se traduzir em números. Segundo o programa Niterói de Bicicleta, da Prefeitura de Niterói, não é possível precisar o número de ciclistas, no entanto, as duas principais ciclovias do município (Avenida Ernani do Amaral Peixoto no Centro e Avenida Roberto Silveira em Icaraí) tiveram aumento considerável. Em 2015 foram contados, respectivamente, 87 ciclos/hora e 86 ciclos/hora nestas vias. Em 2016, foram 129,6 ciclos/hora e 145 ciclos/hora. Assim, verificamos o aumento do volume de ciclistas em 49% na Avenida Amaral Peixoto e em 69% na Avenida Roberto Silveira.

No Centro de Niterói, a Avenida Amaral Peixoto, que serve para a base de estudos do grupo Mobilidade Niterói, os números foram um pouco maiores. De acordo com o coletivo, houve aumento de 72,6% no número de ciclistas no último trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2016. Foram 255 contra 127,5 por hora.

O maior fluxo de usuários é composto daqueles que estão em aparente deslocamento e usando o ciclo como meio de transporte e não para serviço tais como para entrega e/ou carga ou mesmo para a prática esportiva, observa o relatório, ressaltando que a observação foi feita nos horários de maior movimentação na via.

“Ressaltamos que este crescimento poderia ter sido maior. Niterói é uma cidade com curtas distâncias a serem percorridas e com relevo favorável. A melhoria na fluidez do trânsito para todos passa pela melhoria do transporte público ao incentivo dos meios ativos de locomoção como as bicicletas, diminuindo com isto a necessidade do uso do automóvel particular”, analisa o especialista e ciclista Sérgio Franco, responsável pelo relatório.

Os motivos que levaram o morador da cidade a optar pelo modal, segundo especialistas, costuma ter a fuga dos engarrafamentos como o um dos principais fatores.

“O cidadão vai querer sair de bicicleta para poder ganhar tempo. É claro que a sustentabilidade, o exercício físico ou a facilidade de locomoção são fatores importantes, mas o uso da bicicleta é basicamente para esse fim”, indica o engenheiro de trânsito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Patrick Garolla.

Para o também especialista em trânsito urbano, Ricardo Ventura, da Uerj, no entanto não adianta só ter ciclovias, mas a manutenção e fiscalização passa a ser até mais importante no processo de educação.

“Niterói tem um potencial grande para os ciclistas, mas é preciso planejamento. É preciso que haja ciclovias interligadas. O ciclista não vai sair da Zona Sul em uma ciclovia em direção à Zona Norte por vias sem sinalização e com riscos para sua integridade. O mesmo vale para a educação dos motoristas, que precisam entender que existe um código de trânsito a ser respeitado”, alerta o especialista.

Construção do bicicletário Arariboia, no Centro, tem contribuído para que as pessoas tirem a bicicleta de casa. Foto: Marcelo Feitosa


Bicicletário estimula o uso das bicicletas

Mesmo com o aumento de ciclistas pela cidade, muitos ainda temem com o risco de roubos e furtos das magrelas. O Instituto de Segurança Pública do Estado (ISP) informou que, em Niterói, houve queda no número de furtos das bicicletas em outubro deste ano – comparado com o mesmo período do ano anterior. Foram 25 contra 16 (-23%).

Mesmo assim, o site especializado Bicicletas Roubadas (bicicletasroubadas.com.br) informou que, no último trimestre, o município ocupa o 10º lugar entre todas as cidades do país com o maior índice de roubos e furtos (54) de bikes. O número totaliza 1,28% no país. Quem lidera o ranking é a cidade de São Paulo (908), seguida do Rio de Janeiro (578) e Curitiba (330).

Para o especialista em ciclomobilidade, Marcelo Alvarenga, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a construção do bicicletário Arariboia, além da presença de guardas municipais e policiais militares nas ruas, são indicativos de que os roubos e furtos diminuíram. Isso porque, segundo ele, a maior preocupação dos ciclistas é sobre onde deixar as bicicletas.

“Aquela história de que era só prender em uma árvore ou usar uma corrente que não teria problema já não existe mais. O ciclista agora preza por um local onde ele possa ficar tranquilo”, avaliou.
A prefeitura informou que faz parte do escopo do programa Pró-Sustentável a construção de 6 bicicletários fechados (nos moldes do Bicicletário Arariboia) e a instalação de 1.000 vagas de bicicletas até o final de 2020.

Desrespeito preocupa 

O desrespeito aos ciclistas e a precariedade na fiscalização ainda são motivos de preocupação, sobretudo por causa de acidentes. Segundo o Mobilidade Niterói, apenas no ano passado foram mais de 50 acidentes em Niterói, sendo dois com mortes, mas grupos de ciclistas da cidade acreditam que os números são maiores.

“Desde 2014 nós defendemos a realização periódica de campanhas de educação e maior fiscalização no trânsito. Enquanto estas medidas não forem implementadas com seriedade pela Prefeitura de Niterói, pedestres e ciclistas seguirão sendo vítimas na cidade”, analisou Luís Araújo, do coletivo Pedal Sonoro, um dos mais importantes de Niterói.

Uma das vítimas de acidente na cidade contou como sofreu uma lesão. O caso aconteceu em 28 de agosto deste ano: “Quando fui passar pelo cruzamento, o motorista não olhou para a Rua Dr. Carlos Maximiano, no Fonseca, e acelerou, justamente no momento em que eu passei. Tive ferimentos leves, mas precisei ser levada ao Hospital Estadual Azevedo Lima para a realização de curativos e raio-x do meu pé, que estava luxado”, contou a vítima.

Em sua página oficial, a Niterói Transporte e Trânsito, NitTrans, informou que continua com a fiscalização sobre bicicletas. Quatro agentes de manhã e quatro agentes durante a tarde fiscalizam as ciclovias das avenidas Roberto Silveira e Amaral Peixoto. Sendo que os responsáveis pela Amaral Peixoto circulam até o MAC combatendo irregularidades nas vias para ciclistas na Cantareira e na orla.

Ciclovia no Fonseca e bikes compartilhadas

Motivo de reivindicação dos ciclistas ao longo dos últimos anos, o bairro do Fonseca, na Zona Norte de Niterói, vai ganhar uma ciclovia em 2018, segundo a Prefeitura de Niterói.
O Executivo informou que a faixa destinada aos ciclistas vai ser feita em toda a extensão da Avenida Professor João Brasil, passando pelos bairros da Engenhoca e Barreto.

“Já é mais do que necessário esse projeto para a Zona Norte. Além de mim, conheço muitas pessoas que trabalham na Zona Sul e evitam ir de bicicleta porque têm medo de passar na Alameda São Boaventura, principalmente na hora do rush, que tem mais carros”, contou o programador Victor Marinato.

A prefeitura informou ainda que já existe um projeto em andamento para a Avenida Marquês do Paraná, ligando Zona Sul-Centro. Haverá também a inauguração dos trechos 4/5/6/7 da Transoceânica com infraestrutura cicloviária no próprio corredor viário ou em ruas paralelas, e serão desenvolvidos projetos para outros 50km de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas na Região Oceânica, no âmbito do Programa Pró-Sustentável.

Em 2018, o Niterói de Bicicleta vai trabalhar no projeto de bicicletas compartilhadas com previsão de implantação no segundo semestre de 2019, e em projetos de incentivo ao uso da bicicleta e de educação no trânsito.

O sistema de bikes compartilhadas já existe no Rio de Janeiro e em outros estados do Brasil. Em Fortaleza, por exemplo, o ciclista adquire um passe mensal por R$ 10 e durante 30 dias ele tem o direito a usar uma bicicleta que pode ser encontrada através de aplicativo de celular. O projeto é o ‘Bicicletar’.

“É uma forma de você continuar utilizando as bikes, bem como a manutenção das mesmas, ou seja, você paga e cuida para que o próximo tenha condições de usar. É bem comum na Europa, além de ser totalmente sustentável”, contou o ciclista cearense Vladimir Bueno, morador de Niterói há dois anos.

Fonte: O Fluminense








VELAS NA TELA: Daniel Oliveira será Lars Grael no cinema





Sonia Racy
23 Dezembro 2017 | 00h50

Daniel de Oliveira será Lars Grael nos cinemas. A história do velejador começa a ser rodada em 2018 com direção de Marcos Guttaman – fruto de uma parceira entre a Pandora Filmes e a Fraiha Produções.

Nas telas, Daniel terá a companhia de Leandra Leal e Rodrigo Lombardi, nos papeis de Renata Grael e Torben Grael respectivamente.




Fonte: Blog Direto da Fonte, Sonia Racy, O Estado de São Paulo