sábado, 27 de maio de 2017

PREFEITURA PRESENTE: Obras de revitalização no Holofote entregues neste sábado



Área revitalizada recebeu rede de drenagem, alambrados de proteção e nova iluminação. Foto: Divulgação/Luciana Carneiro/Prefeitura de Niterói



Foram instalados campo de futebol, brinquedos infantis, academia para terceira idade e área de lazer com churrasqueira

Mais uma obra realizada por meio do projeto Prefeitura Presente foi entregue pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, na manhã deste sábado (27). Desta vez, foi o campo de futebol da comunidade do Holofote, no Ponto Cem Réis. A Prefeitura já havia investido cerca de R$ 2 milhões em obra de contenção de encostas no local.

A área revitalizada recebeu rede de drenagem, alambrados de proteção e nova iluminação. Foram instalados brinquedos infantis e área de lazer com churrasqueira e pia, além de uma academia para a terceira idade.

O chefe do Executivo enfatizou as melhorias que vem realizando e que vai continuar fazendo na região Norte.


Obras de revitalização da comunidade do Holofote, no Ponto Cem Réis, foram entregues pelo prefeito da cidade, Rodrigo Neves. Foto: Divulgação/Luciana Carneiro/Prefeitura de Niterói.



"Aqui no Barreto já fizemos o boulevard da General Castrioto, a nova creche num Ciep abandonado no Buraco do Boi, as áreas de lazer na Leopoldina e no Buraco do Boi e uma policlínica de saúde. Ainda temos o Horto do Fonseca para os moradores da Zona Norte. E também teremos o Mercado Municipal", lembrou o prefeito.

Flaviane Oliveira Brito moradora do Holofote há dez anos comemorou a entrega da obra com o filho Kayke Oliveira Brito de Souza, de 6 anos:

"É um benefício para a comunidade, as crianças tendo o campo para jogar bola e nós a churrasqueira para festejar, agora vai todo mundo ficar mais unido, brincar junto".

Manoel Amâncio, Presidente da Federação da Associações de Moradores de Niterói (Famnit), parabenizou a prefeitura por mais uma área de lazer em comunidades:

"O Governo está atendendo a sociedade de uma forma geral, fazendo obras na cidade de grande porte como a TransOceânica, mas também as obras dentro das comunidades, com áreas de lazer, academia da terceira idade. Isso resgata a convivência e a melhoria da qualidade de vida das pessoas".

O presidente da Câmara Paulo Bagueira reiterou os benefícios da obra:

"É importante essa parceria do poder público e a luta das associações de moradores".

O projeto Prefeitura Presente tem como objetivo recuperar áreas degradadas em todas as regiões de Niterói. Com esta iniciativa, já foram beneficiadas localidades como Engenho do Mato (Praça Irênio de Mattos Pereira e Vale Feliz), Nova Brasília e Coronel Leôncio (Engenhoca), Mineirinho (Ponto Cem Réis), Baldeador, Palmeira e Santo Cristo (Fonseca), Serrão (Cubango), Ititioca, Vintém (Bairro de Fátima), Leopoldina (Barreto), Maria Paula (Praça da Saudade), Castro Alves (Fonseca), Horto do Barreto, Figueira (Caramujo), Ilha da Conceição (Morro do Mic), Ingá (Morro do Palácio), Barreto (General Castrioto/Boulevard), Badu (Mato Grosso) e Jurujuba (Salinas).

Estiveram presentes o secretário de Obras, Vicente Temperini, o de Governo, Vitor Junior e a secretária de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa, além do presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Bagueira e do presidente da Famnit, Manoel Amâncio.

Fonte: O Fluminense










ESCALA BRASIL DE TRANSPARÊNCIA: Niterói conquista nota dez em transparência



Classificação foi na Escala Brasil Transparente, uma metodologia da Controladoria Geral da União (CGU)

O Dia

Rio - A cidade de Niterói acaba de conquistar pela segunda vez a nota 10 na Escala Brasil Transparente. A metodologia, realizada pela Controladoria Geral da União (CGU), tem como objetivo medir a transparência pública de estados e municípios brasileiros.

A análise foi realizada entre junho e dezembro de 2016, e avaliou o cumprimento da Lei de Acesso à Informação (LAI) em 26 estados brasileiros, no Distrito Federal e em 2.328 municípios brasileiros. No Estado do Rio somente as cidades de Niterói, Macaé, Angra dos Reis, Resende e Valença conquistaram a nota máxima.


A gestão responsável fez com que município conseguisse organizar as finanças e ainda garantiu uma série de investimentos em infraestrutura. Divulgação

De acordo com a Prefeitura de Niterói, a pontuação foi conquistada depois da implantação de uma série de ações colocadas em prática nos últimos anos. Entre elas, a criação do Portal de Transparência, um espaço destinado à consulta das despesas, receitas e instrumentos públicos de planejamento e relatórios de gestão.

Outra medida que gerou resultado positivo no ranking da Escala Brasil Transparente foi implantação da Lei de Acesso à Informação (LAI), permitindo a qualquer pessoa solicitar e receber dos órgãos e entidades públicos da cidade e de todos os entes e poderes, as informações por eles produzidas ou custodiadas. A instituição do Código de Ética de Servidores e Dirigentes Municipais também foi responsável pelo resultado positivo de Niterói.

“Tenho orgulho dessas conquistas. Desde que assumimos, estamos implantando uma nova forma de gestão. Quando chegamos, encontramos um cenário caótico. Arrumamos a casa, organizamos a máquina, estamos pagando os salários em dia e apostamos na modernização com uma gestão responsável. O resultado é reflexo de comprometimento, esforço e integração das equipes técnicas de trabalho”, valoriza o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

Em busca da transparência

A conquista nota 10 na Escala Brasil Transparente, da Controladoria Geral da União (CGU), se deve ainda por outras frentes de ação. Uma delas foi a implantação do sistema e-Cidade, um software capaz de centralizar as informações sobre os processos municipais, garantindo segurança dos dados, mais transparência e melhoria na gestão fiscal.

O programa, aliás, consegue substituir de uma só vez 46 sistemas de protocolos, 11 de folha de pagamento e 10 sistemas contábeis. E permite acesso facilitado de consulta aos processos administrativos da Prefeitura.

Agora em 2017, o município estreou duas outras medidas para a saúde financeira e a aplicação correta dos recursos — os novos sistemas de Nota Fiscal Eletrônica de Niterói (NitNota) e de Pregão Eletrônico.

Fonte: O Dia








Niterói se torna o segundo município do estado com mais receitas do petróleo



Ascensão. Plataforma de petróleo estacionada em frente à orla da Boa Viagem - Analice Paron / Agência O Globo


por Renan Almeida

Compensação disparou e até maio já rendeu R$ 247 milhões aos cofres municipais

A crise é para todos, mas Niterói tem um bom motivo para fazer jus ao epíteto de Cidade Sorriso. Este ano, a receita dos royalties e de participações especiais do petróleo para o município disparou, fazendo dele o segundo do estado que mais recebe esse tipo de compensação. Até maio já foram transferidos R$ 247,72 milhões, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) — mais do que o dobro do mesmo período do ano passado (R$ 105,65 milhões) ou o triplo de 2015 (78,6 milhões). No ritmo atual, ao fim do ano chegaria aos R$ 540 milhões — o equivalente a um quarto de toda a receita prevista do município para 2017. Como a taxa de câmbio interfere diretamente no valor da produção, os resultados deste mês podem melhorar com a recente alta do dólar, após a divulgação da delação da empresa JBS envolvendo o presidente Michel Temer.

Bem na nossa frente, a aproximadamente 260 quilômetros da costa da cidade, está o Campo de Lula, na Bacia de Santos, o maior produtor de petróleo e gás do país. A proximidade é o que garante a Niterói 43% dos royalties de lá, enquanto Maricá recebe 49% e a cidade do Rio, 8%. A produção no campo começou em 2010 e hoje é responsável por 25% de todo o petróleo nacional, numa média de 638 mil barris por dia.

Os dividendos colocaram este ano, pela primeira vez, Maricá e Niterói no topo dos municípios que mais recebem recursos do petróleo, ultrapassando Campos dos Goytacazes e Macaé. Para se ter uma ideia, no último dia 9 o município recebeu o pagamento de R$ 101 milhões de participação especial pela produção no primeiro trimestre — uma compensação paga a cada três meses pelos concessionários pela exploração em campos de grande volume de produção. Em fevereiro, já havia recebido R$ 61,5 milhões referentes ao quarto trimestre de 2016.

Alfredo Renault, professor de economia na PUC-Rio, especialista em energia, estima que a fatia de royalties para a cidade deve se manter forte por pelo menos uma década. Ele lembra que três fatores interferem no valor dos royalties: câmbio, preço do barril e produção. O câmbio está em alta, o volume de produção no campo de Lula é ascendente e o preço médio do barril este ano está em US$ 53 , enquanto a média para o mesmo período de 2016 era de US$ 39.

— O barril flutua muito, mas tem estado por volta dos US$ 55, e os analistas trabalham com patamar próximo a US$ 60 até o fim do ano — avalia Renault. — De modo geral, a expectativa em relação a royalties e participação especial para Niterói este ano é de confirmar esse crescimento em relação ao ano passado, e ao que tudo indica deve continuar tendo números positivos em 2018.

Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA) de 2017, a prefeitura estimou uma receita de R$ 270 milhões com recursos do petróleo, uma previsão que já se provou conservadora. Dentro do planejamento municipal, o Executivo optou por destinar obrigatoriamente R$ 115,8 milhões (42%) para cobrir gastos da Previdência, R$ 118,1 milhões (41%) com despesas de custeio e R$ 46,1 milhões (17%) para investimentos. O custeio, segundo a prefeitura, é destinado ao pagamento de terceiros que prestam serviços básicos como conservação e limpeza. O investimento é em obras de infraestrutura, urbanização, asfalto, macrodrenagem e contenção de encostas.

Aplicar 83% desse recurso em custeio e em pagamento de dívidas da previdência é um mau uso, avalia José Luis Vianna, professor de planejamento urbano e regional na Universidade Federal Fluminense e na Candido Mendes.

— O bom investimento é em mecanismos que aumentem a arrecadação própria do município com ICMS e ISS, para que num período de baixa (dos royalties) a arrecadação própria compense. Renda petrolífera só gera desenvolvimento se tiver uma aplicação visando ao médio, longo prazo — avalia.

PREFEITURA DEFENDE APLICAÇÃO

O especialista alerta para o risco de se tornar dependente de um recurso temporário. É o caso de parte dos municípios do Norte Fluminense beneficiados pela produção na Bacia de Campos, que não diversificaram sua economia e hoje estão em crise com a queda dos royalties.

— O erro lá foi justamente contratar muito através de fundações, inchar a máquina municipal com funcionários e com outros tipos de despesas que geram custeio, em vez de aplicar em despesas que futuramente possam gerar recursos próprios à cidade — frisa Vianna.

A prefeitura considera que a recomendação dos especialistas (quanto à destinação dos royalties) dirige-se a municípios que têm grande dependência desses recursos. Segundo ela, não é o caso de Niterói, cuja arrecadação relacionada ao petróleo corresponde a 13% da Receita Corrente Líquida do Município atualmente.

A Secretaria da Fazenda (SMF) também destacou investimentos em tecnologia para incrementar a arrecadação sem aumento de impostos no âmbito municipal. Nesse sentido, citou a atualização do cadastro imobiliário a partir de novas imagens aéreas que possibilitam lançamento de IPTU mais fidedigno. No caso do ISS, destacou a criação da NitNota. Acrescentou, ainda, que a melhoria na gestão tributária trouxe aumento de quase 25% na arrecadação do ICMS.

— Não à toa Niterói passou da 43ª posição, em 2013, para o 2º lugar, em 2015, entre as cidades do estado no Índice Firjan de Boa Gestão Fiscal — destaca o prefeito Rodrigo Neves.

Fonte: O Globo Niterói



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Outras notícias que ajudam a entender os avanços de Niterói:

Prefeitura de Niterói ganha liminar para receber R$ 56 milhões em royalties de exploração do petróleo
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sexta-feira, 26 de maio de 2017

TRANSOCEÂNICA: Valorização ao fim do túnel



Especialistas vislumbram movimento de retomada do crescimento da Região Oceânica, a partir da inauguração do túnel Charitas-Cafubá, há duas semanas. O destaque fica por conta dos bairros de Piratininga e Cafubá. Foto: Lucas Benevides



Ulisses Dávila

Com dois empreendimentos programados para a Região Oceânica em 2017, acréscimo pode chegar a 30 %

Se a construção da TransOceânica representa o maior avanço em mobilidade já conquistado em Niterói, a recente abertura do túnel que liga os bairros de Charitas e Cafubá marca o início da realização desse feito. Uma infraestrutura que impacta de forma extremamente positiva a vida dos moradores da Região Oceânica, diminuindo o tempo de trajeto até a Zona Sul. A mudança de perfil na localização já movimenta o mercado imobiliário. Ainda em 2017, dois novos empreendimentos serão oferecidos na Região Oceânica no início do segundo semestre. O que poder uma excelente opção para investidores, uma vez que, com as melhorias, os imóveis da localidade contam com um perspectiva de valorização de até 30% em médio prazo.

Uma retomada do mercado imobiliário na cidade, reflexo da revolução na mobilidade provocada pela inauguração da primeira parte da Transoceânica – o túnel que liga os bairros de Charitas e Cafubá –, dando início a um novo momento, com destaque para os bairros de Piratininga e Cafubá. Os novos empreendimentos terão opções entre 2 e 4 quartos, segundo o diretor-geral da Brasil Brokers Niterói, Bruno Serpa Pinto.

Morador do Cafubá, Leandro Merino, de 32 anos, afirma que o túnel representou uma melhora na qualidade de vida. Foto: Douglas Macedo



“Para se ter uma ideia de como o fluxo de negócios está aquecido na região, um empreendimento de luxo recém-lançado em Piratininga vendeu 11 unidades só em janeiro. Mas apesar de o bairro estar essencialmente voltado ao mercado de luxo, é possível encontrar oportunidades para variadas faixas de renda pela região. Um dos empreendimentos em que trabalhamos oferece unidades a partir de R$ 230 mil com dois quartos, e já vendeu 27 unidades só nos últimos 45 dias”, explica o diretor-geral da Brasil Brokers Niterói, que complementa, “no caso de Cafubá, bairro mais diretamente beneficiado com a abertura do túnel, não há previsão de lançamentos, os negócios giram em torno de venda e locação de usados. Mas certamente é um bairro que vai se beneficiar com essas melhorias de mobilidade, e se antes não recebia muita atenção, agora certamente também vai acompanhar o ritmo de interesses e valorização de todo o resto da região”, prevê.

E por falar em Cafubá, dezesseis ruas do bairro já foram beneficiadas com drenagem, pavimentação e urbanização; que deram qualidade de vida e nova perspectiva de desenvolvimento para a localidade, que terá 22 vias atendidas pelo Programa Bairro Melhor. As melhorias ocasionadas por esse e outros programas junto às obras da TransOceânica já transformam positivamente a vida dos moradores do bairro, assim como de toda a região.

Para o supervisor técnico Leandro Merino, de 32 anos, a inauguração do novo túnel representou um expressivo aumento em sua qualidade de vida. Com a rotina dividida entre a Região Oceânica e o Centro, por causa do trabalho, ele conta que ganhou mais uma hora de sono e mais convívio com a família em consequência da melhoria na mobilidade ocasionada pela obra.

“Moro nesse bairro há cerca de 6 anos, e agora com o túnel meu deslocamento diário ficou muito melhor. Isso porque os carros não ficam mais atravancados pelo caminho, pois agora existem dois caminhos, serra e túnel. Por causa disso, agora consigo acordar mais tarde e com mais tranquilidade. Posso passear mais vezes em São Francisco sem ter que pegar a Estrada da Cachoeira, que sempre estava congestionada. Também consigo chegar mais rápido em casa para ficar com o meu filho e minha esposa sem estar estressado por causa do trânsito, como também visitar mais vezes meus pais, que moram no Centro”, comemora Merino.

Crescimento – Com um gabarito para construções, que varia entre 2 e 6 pavimentos, a Região Oceânica de Niterói tem sido projetada para que seu crescimento ocorra de forma ordenada. Além da recente inauguração do túnel, a Região Oceânica vem recebendo desde 2013 cerca R$ 1 bilhão em investimentos. Piratininga, Camboinhas, Bairro Peixoto e Maravista estão sendo atendidos pelo Programa Bairro Novo, com aproximadamente 50 ruas concluídas. O Programa Asfalto Liso recapeou importantes vias da região, como a Avenida Central e a Estrada do Engenho do Mato, onde também já foram iniciadas as obras de macrodrenagem e pavimentação da Avenida Professora Romanda Gonçalves, possibilitando a drenagem de outras ruas do bairro e da localidade de Maravista, evitando enchentes. A região também ganhou a ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Itaipu, assim, a vazão média de tratamento passou de 80 litros por segundo para 160. Um grupo executivo para o crescimento ordenado e Preservação das Áreas Verdes (Gecopav) também foi criado, que por sua vez implantou inspeções regulares em áreas verdes protegidas. E ainda, no ano passado, a prefeitura assinou um convênio com o Banco Latino Americano de Desenvolvimento no valor de US$ 100 milhões, para obras de infraestrutura, drenagem, pavimentação e mobilidade, através do Programa Região Oceânica Sustentável (Pró-Sustentável).


Fonte: O Fluminense 



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TRANSOCEÂNICA


PRO-SUSTENTÁVEL


OUTRAS POSTAGENS











PRO-SUSTENTÁVEL: Mais uma apresentação do projeto na Região Oceânica para a comunidade







Reunião Pública sobre o Programa Região Oceânica Sustentável - PRO-SUSTENTÁVEL, organizado em conjunto com a Sociedade PRÓ-Prservação Urbanística e Ecológica de Camboinhas – SOPRECAM.  


Na noite de segunda-feira, 22 de maio, estive em reunião pública promovida pela SOPRECAM e pela Prefeitura de Niterói para apresentação do Programa Região Oceânica Sustentável, iniciativa da Prefeitura para investimentos em projetos de sustentabilidade e infraestrutura na Região.

Dentre as iniciativas, estão as seguintes:


  • Drenagem e pavimentação do Cafubá, Romanda Gonçalves e Santo Antônio.
  • Implantação de equipamentos da TransOceânica, como estações, sinalização semafórica e outros.
  • Implantação de 60 km de ciclovias
  • Implantação do Parque Natural Municipal de Niterói (Morro da Viração, Parque Orla de Piratininga, Praia do Sossego e outras áreas).
  • Renaturalização do Rio Jacaré
  • Iniciativas de despoluição da Lagoa de Piratininga
  • Plano de Gestão Ambiental da Bacia Hidrográfica da Região Oceânica.
  • Ecoturismo e gestão de praias

A reunião realizada em Camboinhas é a primeira de uma série de encontros que serão realizados em vários bairros da Região Oceânica.

A TransOceânica avança rapidamente para ser um marco da mobilidade e de uma nova realidade sustentável da Região Oceânica. Compareça e venha debater as iniciativas ambientais e os planos para o futuro próximo da região.

Até lá.

Axel Grael



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Palestra: Niterói Cidade Inteligente e Humana 








Palestra: Niterói Cidade Inteligente e Humana







Nesta quinta-feira, dia 25 de maio, apresentei o projeto "Niterói Cidade Inteligente e Humana", a convite dos organizadores do seminário "Dilemas Corporativos & Cidades Inteligentes", promovido pelo Laboratório de Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade (LITS), da UFF, e a JCN Gestão Empresarial.

Na ocasião, tivemos a oportunidade de apresentar o planejamento e os avanços da Prefeitura de Niterói para fazer da cidade uma referência de "Cidade Inteligente e Humana", e debater com os participantes os conceitos que estão sendo adotados e os avanços alcançados pela Prefeitura.

Axel Grael


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UFF realiza debate sobre cidades mais inteligentes e seus dilemas atuais

Onde:
UFF
Rua Mário Santos Braga S/N, Campus Valonguinho
Centro
Niterói - RJ

Quando:
qui, 25/05/2017 - 17:30 até 21:00
Descrição:


UFF realiza debate sobre cidades mais inteligentes e seus dilemas atuais

Discutir a importância da integração entre diversos setores da sociedade para se criar uma cidade mais inteligente e produtiva, essa é a proposta da palestra Dilemas Corporativos & Cidades Inteligentes. Aberta ao público e gratuita, a conferência acontece, dia 25, no campus Valonguinho, da Universidade Federal Fluminense. Entre os palestrantes estão Axel Grael, Secretário de Governo de Niterói, e Pedro Martins, do Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Para o reestruturador de empresas Júlio Correia Neto, mediador do evento, a iniciativa visa promover um grande diálogo entre moradores, empresários, instituições de ensino e governos em prol de melhores soluções para a cidade de Niterói, além de instigar o desenvolvimento de mais empreendimentos na região.
Segundo o especialista, para se vencer qualquer crise e alavancar a economia regional, é fundamental criar meios para fomentar redes ativas de negócios.

Segundo o Diretor da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFF, o professor Martius Rodriguez “Niterói tem tudo para crescer em todos os sentidos, pois possui alta renda per capita e inteligência acumulada em seus habitantes”.
O evento ainda irá destacar as novas aplicações tecnológicas e de negócios para a cidade com o advento da Revolução 4.0. Será ainda debatido sobre a alta conectividade proporcionada pelas smarts cities, ou cidades inteligentes. “Isso permite aos empreendedores a expandirem suas plataformas dentro de uma estratégia comercial”.

Sobre o evento

A iniciativa faz parte do projeto Dilemas Corporativos & Cidades Inteligentes, uma iniciativa conjunta do Laboratório de Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade (LITS) da UFF com a JCN Gestão Empresarial.

Confirmados para o evento

Axel Grael, Secretário de Governo de Niterói; Martius Vicente, Diretor das Faculdades de Administração e Ciências Contábeis; Pedro Martins, do Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro; Thiago Renault, diretor da Agência de Inovação da UFF; José Augusto Paixão Gomes, Coordenador do Escritório de Gestão de Projetos da Prefeitura Niterói; Bráulio Lalau de Carvalho, CEO da Orbitall; Miriam Lepsch, vice-diretora da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis; Giovanna Guiotti, Secretária de Planejamento de Niterói; Luciana March Detoie, do Centro Integrado de Mobilidade Urbana; André Luis Guedes, pesquisador científico do LITS/UFF e do CTSMART; Carlos Salles, assessoria em processos.

Serviço

Dilemas Corporativos & Cidades Inteligentes
Endereço: Rua Mário Santos Braga S/N - Centro, Niterói - RJ, 24020-150
Data: 25 de maio
Horário: 17h30
Evento gratuito com vagas limitadas: confirmação no e-mail andre_guedes@id.uff.br


Fonte: UFF



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UFF realiza conferência para debater o futuro das cidades

A Universidade Federal Fluminense (UFF) abre as portas, nesta quinta-feira, para repensar Niterói. A conferência “Dilemas corporativos & cidades inteligentes” terá a participação do ex-vice-prefeito e atual secretário de Governo de Niterói, Axel Grael, e de Pedo Martins, do Centro de Operações da Prefeitura do Rio. O evento é gratuito, mas interessados devem fazer inscrição.

Para o reestruturador de empresas Júlio Correia Neto, mediador do evento, a iniciativa vai promover um grande diálogo entre moradores, empresários, instituições de ensino e governos que deve resultar em melhorias para Niterói. Outra meta é incentivar novos empreendimentos no município.

— Para se vencer qualquer crise e alavancar a economia regional, é fundamental criar meios para fomentar redes ativas de negócios — reforça Júlio.

Segundo o professor Martius Rodriguez, Diretor da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFF, Niterói tem tudo para crescer em todos os sentidos, pois possui alta renda per capita e inteligência acumulada em seus habitantes. O evento ainda irá destacar as novas aplicações tecnológicas e de negócios para a cidade com o advento da Revolução 4.0. Será ainda debatido sobre a alta conectividade proporcionada pelas smarts cities, ou cidades inteligentes. “Isso permite aos empreendedores a expandirem suas plataformas dentro de uma estratégia comercial”.

Confirmados para o evento: Axel Grael, Secretário de Governo de Niterói; Martius Vicente, Diretor das Faculdades de Administração e Ciências Contábeis; Pedro Martins, do Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro; Thiago Renault, diretor da Agência de Inovação da UFF; José Augusto Paixão Gomes, Coordenador do Escritório de Gestão de Projetos da Prefeitura Niterói; Bráulio Lalau de Carvalho, CEO da Orbitall; Miriam Lepsch, vice-diretora da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis; Giovanna Guiotti, Secretária de Planejamento de Niterói; Luciana March Detoie, do Centro Integrado de Mobilidade Urbana; André Luis Guedes, pesquisador científico do LITS/UFF e do CTSMART; Carlos Salles, assessoria em processos.

O evento é gratuito e começa às 17h30 do dia 25. Para participar é preciso demonstrar o interesse pelo e-mail andre_guedes@id.uff.br . A conferência acontecerá na Rua Mário Santos Braga, s/nº, no Centro de Niterói.

Fonte: O Globo




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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Mapa Estratégico do Comércio em pauta



Objetivo do encontro é fazer um balanço do cenário do comércio no município e criar propostas para o crescimento sustentável do setor, no período de 2015 a 2020. Foto: Douglas Macedo



Vinicius Rodrigues

Sistema Fecomércio e sindicatos discutem os desafios para o setor


“Não existe progresso sem ordem”, foram com essas palavras que o ex-secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro José Mariano Beltrame deu a tônica do primeiro dia do Encontro Regional do Mapa Estratégico do Comércio, em Niterói. O objetivo do encontro, que aconteceu nesta quinta-feira (25) e vai até esta sexta (26), no H Niterói, é fazer um balanço do cenário do comércio no município e criar propostas para o crescimento sustentável do setor, no período de 2015 a 2020.

A fala do Beltrame, que hoje é consultor de Segurança Pública, foi ao encontro do tema “Desafios para as Cidades (Inteligentes e Sustentáveis)”. Para o especialista, os gestores executivos costumam errar ao não se planejarem para o desenvolvimento das cidades.

“O Brasil não aprendeu a planejar a curto, médio e longo prazo. Não há sequência de governabilidade porque muda o planejador. Por isso temos visto tanta desordem”, criticou.

Para o urbanista Washington Fajardo, que também abordou o tema, Niterói tem melhorado em dois fatores considerados primordiais na visão dele: amplitude, que versa sobre demografia, e velocidade na resolução dos problemas a respeito do crescimento.

“Patrimônio cultural de uma cidade é agenciar o tempo para que gerações futuras usufruam do que estamos deixando hoje. Temos que ter conexão entre os bairros de uma cidade. Isso melhora o funcionamento do comércio e traz investimento no setor”, analisou.

"Niterói tem melhorado em dois fatores considerados primordiais na visão dele: amplitude, que versa sobre demografia, e velocidade na resolução dos problemas a respeito do crescimento". Washington Fajardo

No encontro desta quinta e sexta, os palestrantes e especialistas farão um grupo de trabalho responsável por elaborar propostas personalizadas de acordo com as vocações regionais fluminenses, identificando similaridades e diferenças entre as economias dos municípios. Esse trabalho será realizado nos dois dias do Mapa e fará parte de uma proposta que será encaminhada ao Poder Público.

Participaram do encontro, idealizado pelo Sistema Fecomércio, os representantes do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Niterói (Sindilojas), Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Niterói (Sindigêneros), Sindicato do Comércio Varejista de Carnes Frescas (Sindicarnes), Sindicato do Comércio Varejista dos Produtos Farmacêuticos (Sincofarma), Sindicato dos Salões de Barbeiros e Cabeleireiros de Niterói (Sindsalões) e Sindicato dos Condomínios Comerciais, Residenciais e Mistos de Niterói e São Gonçalo (Sindcond).

Nesta sexta-feira (25), a partir das 9h30 e até 16h30, as palestras e painéis terão como tema central a desburocratização e incentivo para as empresas.

Fonte: O Fluminense








Em direção a um tratado mundial sobre os resíduos plásticos



Visita à Praia Seca, Ilha do Governador - Ação da Campanha Baía Viva. Creator: Dawid Bartelt. Esta imagem está sobre licença de Creative Commons License.


Artigo originalmente publicado no site: Project Syndicate

Se daqui a milhões de anos houver geólogos, eles serão facilmente capazes de identificar o início do chamado período Antropoceno – a era geológica durante a qual os seres humanos tornaram-se a influência dominante no ambiente do nosso planeta. Para onde quer que olhem, irão encontrar provas inequívocas do seu início, na forma de resíduos plásticos.

O plástico é um material chave na economia mundial. Encontra-se em carros, celulares, brinquedos, roupas, embalagens, dispositivos médicos e muito mais. Em 2015, foram produzidos 322 milhões de toneladas de plástico em todo o mundo. E o número continua a crescer; em 2050, poderá ser quatro vezes maior.

Mas o plástico já está criando enormes problemas globais a nível ambiental, econômico e social. Apesar da necessidade de recursos para ser produzido, o plástico é tão barato que é muitas vezes utilizado para produtos descartáveis – muitas vezes de uma só utilização. Como resultado, uma quantidade enorme de plástico acaba por poluir a terra.

O plástico entope as redes de esgotos das cidades e aumenta o risco de inundações. Pedaços maiores de plástico podem ficar cheios de água da chuva, proporcionando um terreno fértil para os mosquitos propagarem doenças. Até 13 milhões de toneladas de resíduos plásticos acabam parando aos oceanos todos os anos; em 2050, poderá haver mais plástico no mar do que peixe. O plástico que invade o litoral custa ao setor do turismo centenas de milhões de dólares por ano.

Além disso, todo esse plástico representa uma séria ameaça à vida selvagem. Além das focas, dos pinguins e das tartarugas, mortos ou a morrer, que tiveram a má sorte de ficar presos em argolas de plástico ou redes, os biólogos estão a encontrar baleias e aves mortas com os estômagos cheios de detritos de plástico.

Os produtos de plástico podem também não ser muito bons para os seres humanos. Embora os plásticos usados, digamos, para as embalagens dos nossos alimentos não sejam geralmente tóxicos, a maioria dos plásticos está repleta de produtos químicos, desde emolientes (que podem agir como disruptores endócrinos) até retardadores de chamas (que podem ser cancerígenos ou tóxicos em concentrações elevadas). Estes químicos podem viajar através do mar e da sua cadeia alimentar – em direção aos nossos pratos.

Enfrentar o problema não será fácil; nenhum país ou empresa, por muito determinado que esteja, poderá fazê-lo por conta própria. Muitos intervenientes – incluindo os maiores produtores de plástico e poluidores, criadores de iniciativas Desperdício Zero, laboratórios de investigação e cooperativas de recolhedores – terão de encarar frontalmente o problema.

O primeiro passo é criar um fórum de alto nível para facilitar a discussão entre essas partes interessadas, com o objetivo de desenvolverem uma estratégia cooperativa para reduzir a poluição plástica. Essa estratégia deve ir além dos planos de ação voluntária e das parcerias, e focar-se no desenvolvimento de um acordo internacional juridicamente vinculativo, sustentado por um compromisso de eliminar a poluição plástica, por parte de todos os governos. As negociações sobre esse tratado poderiam ser lançadas este ano, na Assembleia das Nações Unidas para o Ambiente, em Nairobi, em dezembro.

Os cientistas já avançaram com propostas concretas para um tratado sobre a poluição de plásticos. Um dos autores deste artigo propôs uma convenção baseada no acordo climático de Paris: um objetivo global vinculativo combinado com planos de ação nacionais voluntários e medidas flexíveis para os realizar. Uma equipe de investigação da Universidade de Wollongong, na Austrália, inspirada no Protocolo de Montreal, o tratado que salvaguarda a camada de ozono, sugeriu limites e proibições na produção de novos plásticos.

Alguns podem perguntar se devemos embarcar em mais uma jornada pelo caminho longo, sinuoso e cansativo das negociações de um tratado mundial. Será que não conseguimos criar uma forma de sair do nosso problema com os plásticos?

A resposta imediata é: provavelmente não. Os plásticos biodegradáveis, por exemplo, só fazem sentido se eles se decompuserem rapidamente o suficiente de forma a evitar prejudicar a vida selvagem. Mesmo as descobertas promissoras, tais como bactérias ou larvas que conseguem dissolver ou digerir plásticos, podem apenas providenciar apoio complementar.

A única maneira de realmente resolver o problema é reduzir drasticamente os nossos resíduos plásticos. A tecnologia pode ser capaz de ajudar, oferecendo mais opções para a substituição e reciclagem; mas, tal como muitas comunidades e cidades que aderem ao movimento Desperdício Zero em todo o mundo já mostraram, ela não é necessária.

Por exemplo, Capannori, uma cidade com 46.700 habitantes perto de Lucca, em Toscana, assinou uma estratégia para acabar com os desperdícios, em 2007. Uma década depois, reduziu os seus resíduos em 40%. Com 82% dos resíduos urbanos, agora separados na fonte, apenas 18% das matérias residuais acabam nos aterros sanitários. Tais experiências deveriam informar e orientar os planos de ação nacionais que fariam parte do tratado sobre os plásticos.

O “pacote da economia circular” da Comissão Europeia pode servir como outro exemplo digno de ser seguido. Apesar de ainda não ter sido implementado, os seus objetivos em relação aos resíduos têm potencial para fazer com que a União Europeia poupe 190 milhões de toneladas de emissões de CO2 por ano. Isso é o equivalente às emissões anuais nos Países Baixos.

É claro que a transição para o estilo de vida Desperdício Zero exigirá algum investimento. Qualquer tratado internacional sobre os plásticos deve, portanto, incluir um mecanismo de financiamento e o princípio “quem polui, paga” é o ponto de partida certo para começar. A indústria mundial de plásticos, com faturação anual de aproximadamente 750 bilhões de dólares, certamente poderá arranjar algumas centenas de milhões de dólares para ajudar a limpar a confusão que criou.

Um tratado global relativo aos plásticos que seja abrangente, vinculativo e progressista, não será fácil de alcançar. Demorará tempo e custará dinheiro, e inevitavelmente incluirá falhas e terá defeitos. Não irá, certamente, resolver sozinho o problema da poluição derivada dos plásticos. Mas é um pré-requisito para o sucesso.

A poluição derivada dos plásticos é um problema que define a era Antropoceno. É, afinal, um flagelo mundial que é inteiramente da nossa responsabilidade – e também está inteiramente ao nosso alcance a sua resolução.


Fonte: Heinrich Böll Stiftung












Prefeitura entrega 240 apartamentos em Niterói



O Conjunto Habitacional do Parque Abaré fica no Caramujo, na Zona Norte. Foto: Leonardo Simplício / Prefeitura de Niterói



Novas unidades serão entregues no Morro do Castro e Sapê

Mais 240 famílias do Caramujo, na Zona Norte de Niterói, realizaram o sonho da casa própria. A Prefeitura de Niterói e a Caixa Econômica Federal (através do Programa Minha Casa Minha Vida) entregaram as chaves do Conjunto Habitacional do Parque Abaré. No mesmo bairro já foram inaugurados o Condomínio Parque Araxá, com 220 residências, e o Condomínio Parque Açu, com 140, totalizando 600 novas moradias. A assinatura dos contratos aconteceu nesta quarta-feira no Ciep Antineia Silveira. O investimento é de R$ 48,5 milhões, sendo R$ 45 milhões da Caixa e R$ 3,5 milhões da prefeitura.

Aos 75 anos, Maria Efigênia Rosa Souza foi a primeira por sorteio a receber as chaves de seu apartamento. Debruçada na janela, Maria Efigênia agradeceu e falou sobre os anos de espera desde que sua casa desabou na Caixa D’Água, no Fonseca. Cozinheira de mão cheia, já conheceu a vizinha do apartamento ao lado com quem combinou de fazer uma feijoada para comemorar as novas casas.

O prefeito Rodrigo Neves parabenizou os moradores pela conquista e reiterou que até o final do ano novas unidades serão concluídas para moradores vítimas de tragédias: 500 unidades na Estrada Bento Pestana – no Morro do Castro –, na Engenhoca e no Poço Largo – no Sapê –, mais 280. No total cinco mil unidades habitacionais serão entregues pela prefeitura até 2020. 


Fonte: O Fluminense










Delegações de seis países latino-americanos conhecem a gestão pública de Niterói



Axel Grael fala aos dirigentes latino-americanos sobre a experiência de gestão pública de Niterói. Foto: Mariane Thamsten


Ibam recebe delegação da Fundação Líderes Globais para o Fomento dos Governos Locais

Por solicitação da Fundação Líderes Globais, o Ibam, sob a coordenação de Mara Biasi Ferrari Pinto e Andrea Pitanguy de Romani, organizou visita técnica para 40 representantes da organização ao Estado do Rio de Janeiro e preparou uma agenda de atividades que possibilitem ampliar o conhecimento sobre experiências brasileiras no campo do desenvolvimento e turismo e de gestão orçamentária, em especial sobre orçamento participativo.

A delegação, composta por homens e mulheres da Costa Rica, Bolívia, El Salvador, Equador, Panamá e Uruguai, chegou ao Rio de Janeiro no dia 21 de maio. No dia 23, durante a manhã, o Ibam preparou uma oficina técnica onde foi apresentada uma agenda detalhada da visita, e os técnicos Leonardo Mello e William Resende expuseram, respectivamente, o panorama do orçamento participativo no Brasil e, num relato mais prático, o orçamento participativo sob a ótica da administração pública: desafios e oportunidades.

No dia 24 os integrantes do grupo reunido pela Fundação Líderes Globais farão uma visita a Niterói, onde serão recebidos pelo Prefeito Rodrigo Neves, com o objetivo de conhecer de perto as experiências positivas alcançadas pelo Município no campo da gestão orçamentária e financeira. Também participarão de palestras ministradas pelo Secretário-executivo da Prefeitura de Niterói, Axel Grael, pela Secretária Municipal de Planejamento, Modernização da Gestão e Controle (Seplag), Giovanna Victer, e pelo Secretário Municipal de Fazenda, Pablo Villarim.

No dia 25 está prevista a visita a Petrópolis, onde a delegação será recepcionada por representantes da Secretaria de Turismo e de outras secretarias que discorrerão sobre as políticas públicas de turismo no Município.

A Fundação Líderes Globais é uma organização internacional privada de utilidade pública, sem fins lucrativos, com sede em San José, Costa Rica, que tem por finalidade fomentar o papel dos governos locais no desenvolvimento democrático e na participação social em âmbito internacional, reunindo atores diversos. Entre suas atividades destacam-se ações de capacitação, pesquisa e formação de líderes locais a partir de uma visão global.

Fonte: IBAM




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Delegações de seis países latino-americanos conhecem a gestão pública de Niterói


Grupo trocou experiências sobre diferentes realidades econômicas e sociais. Evento aconteceu no Teatro Popular. Foto: Luciana Carneiro/Prefeitura de Niterói


Grupo de 31 prefeitos veio verificar as ações da administração em Niterói

Um grupo de 31 prefeitos e representantes de prefeituras de seis países da América Latina visitou, durante esta quarta-feira (24), o município de Niterói. O objetivo dos integrantes das delegações, que foram recebidos pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, no Caminho Niemeyer, foi o de conhecer melhor o sistema de administração da cidade e os projetos em curso para modernizar, cada vez mais, o modelo de gestão implantado no município a partir de 2013.

No auditório do Caminho Niemeyer, Rodrigo Neves apresentou um panorama histórico de Niterói e de sua gestão à frente da prefeitura. O prefeito revelou as condições que herdou a administração da cidade e enumerou as medidas adotadas para sanear finanças e realizar investimentos.

Representando as delegações estrangeiras, a prefeita de Montevidéu, no Uruguai, Sandra Nedov Rodriguez, ressaltou a importância do encontro e da troca de experiências entre as cidades com diferentes perfis.

“É um desafio para cada um de nós, com diferentes leis e organização, mas sei também que temos coisas em comum e acredito que esse encontro nos permite ver as peculiaridades de cada país e buscar formas de superar as adversidades e aprender novas políticas”.

O encontro em Niterói é uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam) em parceria com a Fundação Líderes Globais visando a troca de informações entre municípios de diversos países, explicou William Resende, do Ibam.

“É uma alegria para todos nós estarmos aqui, debatendo questões que afetam toda a América Latina. Essa iniciativa visa a um intercâmbio, e o estado do Rio de Janeiro, especificamente Niterói, tem um significado especial. Niterói é uma cidade com excelentes indicadores sociais, econômicos, de infraestrutura, finanças, qualidade de vida”, disse.


Fonte: O Fluminense