quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

CONSUMISMO INFANTIL: 11 empresas anunciam novas diretrizes para publicidade infantil

 
 



As regras padronizam critérios nutricionais dos produtos anunciados e permitem comunicações dirigidas a criança de acordo com essa classificação.

Empresas do setor de alimentos e de bebidas não alcóolicas divulgaram recentemente um novo compromisso de autorregulamentação sobre o direcionamento de publicidade para crianças em diferentes suportes de mídia. Fazem parte do acordo Coca-Cola, Ferrero, General Mills, Grupo Bimbo, Kellogg’s, Mars, McDonald’s, Mondelez, Nestlé, PepsiCo., e Unilever. Das 11 empresas, Mars e Coca-Cola já haviam declarado que não fazem publicidade para o público infantil.

As novas diretrizes estabelecem que as empresas anunciarão para crianças menores de 12 anos de idade somente se o produto atender aos critérios nutricionais estabelecidos pelo grupo. Além disso, definem como audiências infantis aquelas cujo público é composto por 35% ou mais de crianças abaixo de 12 anos. O critério anterior era de 50% ou mais.

O compromisso acompanha um movimento internacional e se baseia na Política Global de Comunicação de Marketing para Crianças da International Food & Beverage Alliance (IFBA), utilizada nos países da União Europeia. O acordo brasileiro entra em vigor em 1º de janeiro de 2017, e as empresas terão até 31 de dezembro de 2017 para se adaptarem. A consultoria KPMG vai monitorar e analisar os anúncios para saber se os critérios definidos estão sendo respeitados.

O acordo brasileiro entra em vigor em 1º de janeiro de 2017, e as empresas terão até 31 de dezembro de 2017 para se adaptarem. A consultoria KPMG vai monitorar e analisar os anúncios para saber se os critérios definidos estão sendo respeitados.



Para o Criança e Consumo, a iniciativa demonstra um avanço, pois indica que o mercado reconhece os impactos à saúde da publicidade direcionada ao público infantil, entendimento que vem sendo defendido por organizações internacionais como ONU, OMS e OPAS, especialistas em saúde pública e entidades da sociedade civil. Mesmo assim, é importante lembrar que a autorregulamentação está longe de sozinha resolver o problema da publicidade infantil. As empresas precisam respeitar também a legislação brasileira vigente, que considera a publicidade direcionada às crianças abusiva e ilegal.

Um ponto crítico do compromisso anunciado diz respeito à publicidade dentro das instituições de ensino. De acordo com o comunicado divulgado pelas empresas, elas estabeleceram que só haverá ações deste tipo, “quando solicitado ou acordado com a administração da escola exclusivamente para fins educacionais específicos”. Apresentar publicidade como uma ação pedagógica revela que o interesse principal não é educativo, mas sim comercial. Além disso, o ambiente escolar é um espaço de desenvolvimento, formação de valores, fortalecimento de vínculos, dentre outros aprendizados importantes e portanto deveria ser completamente isento de mensagens comerciais.

O Criança e Consumo defende o fim do direcionamento de qualquer comunicação mercadológica voltada para o público infantil, por compreender que a criança vivencia uma fase peculiar do seu desenvolvimento biopsicológico e que, portanto, deve ser respeitada frente aos interesses do mercado. As crianças não devem ser utilizadas como promotoras de vendas, e deveriam ser os adultos, verdadeiros detentores do poder de compra, os destinatários das mensagens publicitárias.

Fonte: Criança e Consumo


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A informação faz parte de uma pesquisa encomendada pela ACT Aliança de Promoção da Saúde ao Instituto Datafolha, realizada em agosto.

A maioria dos brasileiros, 60%, é contra “qualquer tipo” de publicidade para o público infantil (até 12 anos), mostrou pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pela ACT Aliança de Promoção da Saúde, organização que atua na promoção da saúde aqui no Brasil. Foram entrevistadas 2.573 pessoas em 160 municípios das cinco regiões do país, em agosto de 2016. Clique aqui para ver a pesquisa completa.

A pesquisa revelou também que 62% dos entrevistados são contra publicidade de produtos à base de leite açucarado; 64% contra a de sucos industrializados; 67% contra a de salgadinhos e 72% contra a de refrigerantes. Com relação a venda de alimentos ultraprocessados em escolas, 64% se declararam contrários também.

Para a diretora de Advocacy do Instituto Alana e coordenadora do projeto Criança e Consumo, Isabella Henriques, “é um consenso na sociedade que a criança precisa ser protegida da publicidade”. “Não me surpreende que mais da metade da população brasileira seja contra qualquer tido de publicidade dirigida a crianças, é um recado para as empresas mudarem suas práticas e para o Poder Público fiscalizar e coibir os abusos” conclui Isabella.
 



É importante lembrar há uma movimentação da indústria no sentido de restringir publicidade para crianças, principalmente no setor de bebidas açucaradas e que deveria servir de exemplo para outros segmentos. Em março de 2016, a Abir (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas) anunciou que as empresas que fazem parte da associação deixarão de direcionar publicidade de alguns dos seus produtos para o público infantil.

Para a ACT, a pesquisa mostra que “a população entende a importância de proteger as crianças da publicidade, assim como de garantir que o ambiente escolar seja livre de bebidas açucaradas e salgadinhos. A responsabilidade em reduzir a obesidade infantil é de todos, os pais precisam da colaboração dos ambientes frequentados por crianças”, diz Paula Johns, diretora executiva da ACT.

Estudos internacionais apontam que a publicidade de alimentos ultraprocessados para crianças é um dos fatores que contribui para a obesidade infantil. A OMS (Organização Mundial da Saúde), por exemplo, colocou a redução da exposição de crianças ao marketing de alimentos não saudáveis e bebidas açucaradas como uma das recomendações para erradicar a obesidade.


Fonte: Criança e Consumo


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Secretaria de Defesa do Consumidor de Niterói dá orientação na hora das compras de Natal


Parabéns ao secretário Roberto Teixeira, à subsecretária Maria Ibrahim e a toda equipe da Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor pela iniciativa.

Axel Grael




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Secretaria de Defesa do Consumidor de Niterói dá orientação na hora das compras de Natal


Secretaria de Defesa do Consumidor de Niterói visitou cerca de 1.200 estabelecimentos comerciais. Foto: Divulgação


Objetivo é equilibrar a relação entre consumidor e fornecedor

Os moradores de Niterói que deixaram para a última hora suas compras de Natal podem contar com uma ajuda extra para saber sobre seus direitos e deveres no momento da compra: uma loja de informações montada pela Secretaria de Defesa do Consumidor que funcionará até o dia 23 no 3º Piso do Plaza Shopping. Além de informações sobre códigos de proteção e defesa do consumidor, uma novidade já está agradando a quem passa por lá: a distribuição de uma cartilha de como utilizar o cartão de crédito de maneira segura e consciente.

A Secretaria de Defesa do Consumidor já visitou cerca de 1.200 estabelecimentos comerciais em uma campanha educativa esclarecendo as normas de conduta, especialmente dos fornecedores. A ação explica a forma como o atendimento deve ser feito, como efetuar trocas e em que casos elas podem ser feitas. O objetivo, segundo o secretário Roberto Teixeira, é, de uma forma educativa, procurar equilibrar a relação entre consumidor e fornecedor, para que as pessoas possam fazer suas compras com tranquilidade

“A maior procura por parte do consumidor é para esclarecer dúvidas sobre trocas de mercadorias. Já da parte dos lojistas, é sobre a mudança da legislação do cartão, diferença entre compras à vista e a credito, a diferença de preços. A procura vem aumentando com a proximidade do Natal. A partir de amanhã (sábado), acredito que a demanda pelo nosso espaço vai dar um salto enorme”, disse Roberto Teixeira.

Na loja, também são distribuídos folhetos com telefones úteis, como os do Procon e das secretarias da cidade.

Fonte: O Fluminense




Pesquisadores do Brasil e EUA avaliam efeitos do estresse tóxico em crianças



Projeto é realizado no âmbito do Programa SPRINT, da FAPESP, e visa promover colaborações entre pesquisadores no Estado de São Paulo e do exterior; programa está com chamada de propostas aberta até 31 de janeiro de 2017 (Foto: Wikimedia Commons).


Elton Alisson | Agência FAPESP – As crianças que moram em favelas no Brasil ou em East Lubbock, no Texas, nos Estados Unidos, partilham de uma realidade comum: muitas delas vivem em condições de pobreza extrema, testemunham frequentemente violência e podem ser vítimas de abuso verbal, físico, emocional e até mesmo sexual.

A exposição contínua e por um longo período de tempo a esses eventos traumáticos extremos – denominados estresse tóxico –, sem apoio adequado de um adulto, pode levá-las a desenvolver comportamentos negativos, como agressão, ansiedade e depressão, apontam especialistas na área.

Um grupo de pesquisadores do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em colaboração com colegas da Texas Tech University (TTU), dos Estados Unidos, realizam, com apoio da FAPESP, um estudo com o objetivo de avaliar a incidência e os efeitos do estresse tóxico sobre o desenvolvimento neurológico, cognitivo e socioemocional em crianças e adolescentes no Brasil e nos Estados Unidos.

A pesquisa é realizada no âmbito do programa São Paulo Researchers in International Collaboration (SPRINT), que está com uma chamada para recebimento de novas propostas aberta até o dia 30 de janeiro de 2017.

No caso da pesquisa desenvolvida por pesquisadores da Unifesp e da TTU, o objetivo é identificar inicialmente os fatores crônicos e considerados tóxicos, como pobreza, abuso, conflitos familiares e uso de drogas, que podem ser comuns nos dois países, explica Andrea Parolin Jackowski, professora da Unifesp e coordenadora do projeto do lado brasileiro, à Agência FAPESP.

“Já detectamos que é comum nas duas regiões a alta prevalência de abuso infantil”, adiantou a pesquisadora.

Em outubro, os pesquisadores da TTU passaram uma semana em São Paulo para, junto com colaboradores brasileiros, conhecer os lugares – como a região da cracolândia, no centro da cidade – e verificar in loco a realidade em que vivem as crianças que estão sendo estudadas e avaliar como as suas experiências podem ser aplicadas em todo o mundo, já que não variam muito de um lugar para o outro.

Alguns resultados preliminares do estudo indicam que, apesar das diferenças culturais, não há muita diferença em como uma criança reage ao estresse tóxico em diferentes partes do mundo. Crianças que vivem em extrema pobreza em East Lubbock, no Texas, ou no centro-sul de Los Angeles, por exemplo, apresentam os mesmos efeitos cognitivos e comportamentais das que moram em favelas no Brasil, afirmam os pesquisadores.

“A forma como o corpo responde ao estresse tóxico é semelhante em todos os contextos”, disse Elizabeth Trejos-Castillo, professora da TTU e coordenadora do projeto do lado americano, em uma reportagem publicada no site da universidade americana.

Cooperação internacional

De acordo com Jackowski, a pesquisa só foi possível por meio do programa SPRINT.

As pesquisadoras da TTU participantes do projeto tiveram conhecimento de uma chamada de propostas do programa que incluía a universidade americana e constataram que Jackowski realizava uma pesquisa, também financiada pela FAPESP, com objetivos convergentes com os delas. Procuraram Jackowski e decidiram submeter uma proposta conjunta ao programa.

“O SPRINT possibilitou que as pesquisadoras da Texas Tech University viessem ao Brasil para conhecer outros projetos que temos desenvolvido e detectar oportunidades de futuras colaborações para as quais podemos pedir financiamento internacional”, disse Jackowski.

A consolidação e ampliação de parcerias científicas são justamente alguns dos objetivos do programa. Lançado em 2014, o SPRINT tem como objetivo promover o avanço da pesquisa científica por meio de colaborações entre pesquisadores vinculados a universidades e instituições de pesquisa no Estado de São Paulo e cientistas parceiros no exterior em projetos conjuntos de médio e longo prazo.

O programa oferece financiamento para a fase inicial de colaborações internacionais em pesquisa – chamado de seed funding (financiamento semente, em tradução livre).

A expectativa é que pesquisadores do Estado de São Paulo em colaboração com colegas estrangeiros apresentem propostas de pesquisa conjuntas nas linhas regulares da FAPESP e às agências de fomento à pesquisa acessíveis aos diversos parceiros internacionais da Fundação para dar continuidade à colaboração iniciada no âmbito do SPRINT e consolidar a parceria.

O programa já apoiou 118 projetos de pesquisa realizados por pesquisadores vinculados a 11 universidades públicas e privadas e a seis instituições de pesquisa sediadas no Estado de São Paulo em colaboração com cientistas da Inglaterra, Estados Unidos, Austrália, França, Holanda, Canadá, Irlanda, Argentina, Espanha, África do Sul, País de Gales, Escócia e Bélgica.

O pesquisador do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP Alexandre da Costa Pereira, por exemplo, teve uma proposta de pesquisa aprovada na primeira chamada do programa para realizar, em parceria com colegas da Faculdade de Medicina da Harvard University, dos Estados Unidos, um estudo sobre a genética molecular de cardiomiopatias hereditárias.

O projeto possibilitou intensificar a colaboração que já tinha iniciado com os colegas da universidade americana por meio do intercâmbio de pesquisadores. Uma aluna de doutorado e outra de pós-doutorado do grupo de Pereira no Incor realizaram um estágio no exterior com Bolsa da FAPESP.

“O programa SPRINT possibilita que vínculos de colaboração científica sejam não apenas estabelecidos, mas mantidos por meio de um contato presencial de pesquisadores dos grupos envolvidos nos projetos”, avaliou Pereira.

“Por meio desse tipo de parceria são criadas oportunidades muito mais robustas e com maiores chances de sucesso não apenas na forma de publicações científicas”, afirmou.

A opinião dele é corroborada por Trevor Elliot, professor da Queen’s University Belfast, da Irlanda, que realiza uma pesquisa em colaboração com Daniel Marcos Bonotto, professor do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, no âmbito do SPRINT, sobre traçadores ambientais para a gestão de recursos hídricos.

Por meio da pesquisa, Elliot esteve no início deste ano no Brasil para visitar e avaliar potenciais locais para estudo de campo ao longo do rio Corumbataí, na região de Rio Claro, e discutir e planejar possibilidades de projetos futuros com o grupo de Bonotto e outros pesquisadores brasileiros.

“A facilidade proporcionada pelo programa SPRINT para visitar os parceiros é extremamente valiosa não só para promover um diálogo inicial, mas também para consolidar uma colaboração internacional de pesquisa de longo prazo”, avaliou.

Mais informações sobre o Programa SPRINT podem ser obtidas em www.fapesp.br/sprint.

Fonte: Agência FAPESP











SEGURANÇA EM NITERÓI: Horto monitorado a partir de 2017



Espaço na Zona Norte se juntará a outros pontos da cidade como o Campo de São Bento, que já possui as câmeras
Marcio Bulhões

As câmeras de monitoramento do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), em Niterói, chegam no início de 2017 ao Horto do Fonseca, na Alameda São Boaventura, no bairro de mesmo nome. Como o projeto está em fase de estudos dos pontos que serão monitorados, ainda não há o número de equipamentos que serão utilizados no Horto.

Além da Zona Norte, o Jardim São João, no Centro, também receberá os equipamentos de segurança. Nas imediações da Cantareira, os equipamentos que foram instalados também estão funcionando com a ajuda do Cisp Móvel. No Campo do São Bento, em Icaraí, Zona Sul da Cidade, todas as 12 câmeras, sendo duas delas giratórias, já estão em pleno funcionamento desde o início do dezembro. Ao todo já são 384 câmeras que estão em funcionamento na cidade.

O secretário de Ordem Pública, coronel Gilson Chagas, ressaltou que desde outubro, quando os equipamentos começaram a ser instalados, houve uma redução nos índices de roubos na região. Segundo ele, o efetivo da GM em parceria com a Polícia Militar tem evitado também que delitos sejam cometidos no parque.

“Começamos a implantar essas câmeras no final do mês de outubro e algumas delas já estavam operando, porém, todas só efetivamente entraram em operação no início do mês. A partir de outubro, quando elas começaram a ser instaladas, nos já fizemos um levantamento, segundo os dados do instituto de segurança pública, que nos mostrou que houve uma redução de 27% de roubos nas imediações do Campo de São Bento”, disse.


O número de equipamentos não foi definido, uma vez que o projeto está em fase de estudos dos pontos que serão monitorados. Foto: Marcio Bulhões / Colaboração


Segundo Chagas, as câmeras têm como objetivo inibir as ocorrências, mas quando isso não é possível, elas também são utilizadas nas investigações, e possibilitam à polícia a identificação dos autores do crime. O secretaria ainda ressaltou que o local tem um grande fluxo de pessoas, onde as famílias também se reúnem, por isso havia essa demanda de monitorar todos os espaços públicos de Niterói.

“Atualmente, durante a semana 12 agentes, com apoio de policiais militares, e uma viatura fazem a segurança na região. Nos finais de semana, onde o fluxo de famílias aumenta, subimos o numero de agentes para 20”, explicou.

Com relação às parcerias da Seop, com o 12º BPM (Niterói) e a Polícia Civil, Chagas contou que sua intenção é tornar essa integração uma constante. Segundo ele, a integração na parte estratégica sempre existiu e sempre foi muito boa opção para as ações realizadas na cidade.

“Na semana passada fizemos uma operação com todas as forças em Niterói. A GM se fará mais presente na operações policiais e nas abordagens. No entanto, precisamos cada vez mais da população. Qualquer indivíduo que perceba alguma movimentação estranha ou presencie algum crime deve entrar em contato imediatamente com o telefone 153 e realizar a denúncia”, destacou.

O comandante do 12º BPM (Niterói), coronel Marcio Rocha, ressaltou que a Polícia Militar através do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) participa do patrulhamento, em parceria com a GM, praticando a doutrina de polícia de proximidade.

“Deslocamos, em duplas, policiais que aderem ao Proeis. Diariamente e dependendo de número de voluntários, organizamos os militares e os enviamos para a região. Monitoramos e estamos trabalhando para reduzir a curto prazo ainda mais os índices de roubos”, salientou.

Fonte: O Fluminense










terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Polícia Ambiental ultrapassa 2,8 mil ocorrências em 2016



Comando de Policia Ambiental ultrapassa 2,8 mil ocorrencias. Fotógrafo: Marcelo Horn

O Comando de Policia Ambiental (Cpam) do Rio de Janeiro registrou 2.841 ocorrências de janeiro a outubro deste ano, número que representa aumento de 22,8 % em relação ao mesmo período do ano passado. Os crimes ambientais somaram 667 ocorrências. Logo depois, estão os crimes contra a fauna. Em relação a este segmento, foram registradas 2.030 prisões e 144 armas apreendidas ao longo de dez meses.

Além do policiamento ambiental, o Cpam desenvolve atividades de cunho social, como projetos de educação ambiental, reflorestamento e, mais recentemente, a reinserção de animais aos seus habitats naturais. Só neste ano, foram resgatados 6.165 animais. Além disso, 986 foram soltos após denúncias.

De acordo com o comandante do Cpam, coronel Mario Marcio Pereira Fernandes, o reforço no efetivo este ano possibilitou a intensificação do trabalho no Estado do Rio. Segundo o comandante, a expectativa é ampliar ainda mais o efetivo em 2017.

– Com este aumento, tivemos a chance de distribuir melhor o nosso efetivo e ampliar o atendimento das ocorrências em maior território do estado. A ideia é expandirmos a atuação, levando o Cpam para territórios fluminenses que ainda não possuem esse policiamento, mas que já tem demandas para o nosso atendimento – explicou o coronel.

Conservação

As Upams (Unidades de Polícia Ambiental) dão apoio às operações. O trabalho consiste em policiamento ostensivo em unidades de conservação e incentivam a educação ambiental. Além disso, os agentes procuram interagir com a população do entorno. Atualmente, há sete unidades, sendo uma móvel, que atendem o Estado do Rio.

Fonte: Governo do Estado do RJ









Mulheres em motos e bicicletas orientam motoristas em Niterói



Segurança. As agentes ciclistas rondam as ciclovias e os calçadões - Guilherme Leporace / Agência O Globo


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Grupo de motociclistas da NitTrans era formado por homens até entrada de Ruth de Brito

NITERÓI — No dia 6 deste mês, quando uma retroescavadeira rompeu um cano de gás subterrâneo na Rua Moreira César, em Icaraí, ela foi a primeira agente de trânsito a chegar ao local. Ruth Alves de Brito, de 26 anos, é uma das duas mulheres motociclistas da NitTrans que trabalham na fiscalização do trânsito de Niterói. No acidente de Icaraí, ela mobilizou o plano de emergência, que não evitou a lentidão na Roberto Silveira, na Miguel de Frias e em ruas próximas, mas evitou o caos no trânsito no horário de rush.

"As três mulheres ciclistas percorrem os calçadões de Icaraí, São Francisco e Charitas, orientando pedestres e ciclistas. Sete homens fazem o mesmo trabalho".


Baiana, como é conhecida pelos colegas (ela é natural de Salvador), não tem vida mole no agitado trânsito de Niterói. Seu posto fixo é na esquina da Avenida Visconde do Rio Branco com a Rua Marechal Deodoro, por onde passam os ônibus que saem do Terminal João Goulart. Quando acontece algum problema na cidade, contudo, ela é a primeira a ser acionada por causa da mobilidade da motocicleta nas vias engarrafadas.

— De motocicleta, ela chega rapidamente ao local de acidentes ou de qualquer outro problema que esteja causando impacto na circulação dos veículos. Em caso de acidentes, Ruth e os demais motociclistas (são 14, incluindo Baiana e outra mulher que trabalha no horário da tarde) estão orientados a liberar as pistas o mais rapidamente possível ou, então, solicitar auxílio pelo rádio — explica o coronel Alexandre Cony, diretor de Infraestrutura Viária da NitTrans.

Baiana ingressou na NitTrans há três anos e pediu para integrar o grupo de motociclistas, formado, até então, somente por homens.

A NitTrans também admitiu mulheres (e pretende ampliar o quadro feminino) no trabalho de fiscalização das ciclovias com o emprego de bicicletas. As três mulheres ciclistas percorrem os calçadões de Icaraí, São Francisco e Charitas, orientando pedestres e ciclistas. Sete homens fazem o mesmo trabalho.

— A infração mais comum é o trânsito de pedestres e ciclistas fora das faixas de segurança — conta Maria Eduarda, uma das ciclistas.

Fonte: O Globo




 






PROJETO GRAEL: formatura de mais uma turma de alunos



O Projeto Grael formou mais uma turma de alunos no último dia 16 de dezembro. Foram 360 formandos dos cursos de vela, programas profissionalizantes e outras atividades oferecidas pelo Projeto Grael. A formatura aconteceu na sede da organização, localizada em Jurujuba, Niterói.

Veja, a seguir, fotos da festa de formatura:

Alunos tiram fotos com as medalhiastas de ouro nos Jogos Rio 2016, Martine Grael e Kahena Kunze. Foto Axel Grael

Um dos resultados da Oficina de Fibra de Vidro. Foto Axel Grael.


Barcos diante da sede do Projeto Grael. Fotos Christa Grael.

Martine Grael, Axel Grael, Kahena Kunze, Christa Grael, Andrea Grael. Foto Luciana Carneiro.



Kahena Kunze recebe o carinho dos alunos do Projeto Grael. Foto acervo Projeto Grael.

Artistas circenses fizeram apresentação durante a festa. Foto acervo Projeto Grael.

Kahena Kunze autografa barcos feitos por alunos do curso de Fibra de Vidro. Foto acervo Projeto Grael.

Aproveitando que a Martine está bem pertinho...para tietar.  Foto acervo Projeto Grael.

Kahena Kunze e Martine Grael com a instrutora de Fibra de Vidro Jaqueline Santuchi.Foto acervo Projeto Grael. 

Positivo... Foto acervo Projeto Grael.

Alunos da Oficina de Marcenaria. Foto acervo Projeto Grael.

Aluno da Oficina de Mecânica Diesel. Foto acervo Projeto Grael.

Uma boa conversa... Foto acervo Projeto Grael.

Sorrisos... Foto acervo Projeto Grael.

Kahena Kunze e Martine Grael com alunos de Fibra de Vidro. Foto acervo Projeto Grael.

Vitor, foi convidado pelo maestro da Orquestra de Sopro do Conservatório de Música de Niterói, para reger a apresentação dos músicos. Foto acervo Projeto Grael.

REPERCUSSÃO: Coluna "Informe", de Claudia Cataldi, no jornal O Fluminense (18/12/2016), repercutiu o clima agradável de confraternização da festa de formatura do Projeto Grael.






segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

O Globo: Apenas quatro municípios fecharão o ano no azul - Niterói é um deles





Das 92 prefeituras do estado, 33 ainda não sabem quando poderão pagar o 13º

No meio da crise, apenas 28 cidades (30,4%) já honraram seus compromissos

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RIO — Pela primeira vez, a digitadora Eliane Pereira, de 47 anos, não terá ceia de Natal em casa. A reta final de 2016 tem gosto amargo, não há motivos — nem dinheiro — para festejar. Servidora concursada da prefeitura de Belford Roxo, ela passou o ano recebendo salários atrasados. A situação foi tão dramática, que Eliane precisou até mesmo de doações dos amigos e parentes para sobreviver. Na última sexta-feira, ela foi ao banco conferir se o salário do mês de setembro havia sido depositado. Saiu de lá desesperada mais uma vez.

— Eu já não sei mais o que fazer. Já cortei tudo que tinha que cortar, aguardando a regularização da situação para poder voltar a ter minha vida normalmente. Deixei de comprar até remédios para não sacrificar a escola da minha filha. Estou perdendo a esperança — afirma Eliane, que se mudou do apartamento próprio para morar com a família, pois não tinha recursos para pagar o condomínio.

O desânimo dela não é um caso isolado. Nos municípios fluminenses, a crise econômica que atinge o país e, principalmente, o Estado do Rio provocou um estrago nas contas de várias cidades, prejudicando o pagamento de seus servidores. São atrasos de um, dois e, em alguns lugares, de até quatro meses. Os municípios se defendem, argumentando que não receberam alguns repasses e, portanto, não podem garantir quando depositarão os vencimentos.

O GLOBO procurou prefeituras e sindicatos de trabalhadores de todos os 92 municípios do estado, para saber se os servidores vão receber o 13º em dia. Até a última quinta-feira, em pelo menos 33 cidades (35,8% do total) ainda não havia recursos para o pagamento até o dia 20 — data máxima permitida pela lei trabalhista. Já 23 municípios (25%) também não pagaram, mas garantiram que há verbas e prometeram fazer os depósitos até a próxima terça-feira. No meio da crise, apenas 28 cidades (30,4%) já honraram seus compromissos. Oito prefeituras foram procuradas, mas não se manifestaram sobre o assunto.

Na contramão da crise, há cidades que conseguiram antecipar o pagamento e terminar o ano no azul. É o caso de Rio de Janeiro, Niterói e Três Rios, que anteciparam o depósito do 13º. O mesmo fez a pequena Varre-Sai, de dez mil habitantes, no Noroeste Fluminense.



'VAQUINHA PARA COMPRAR CESTA BÁSICA'

Do Norte ao Sul Fluminense, há exemplos de caos nas administrações. Este ano, Barra Mansa, Itaguaí e Rio Bonito — onde os salários dos servidores estão atrasados — chegaram ao ponto de ter cortada a energia nos prédios das suas prefeituras, por falta de pagamento. Em Sapucaia, a sede do Executivo ficou três dias às escuras, e a qualquer momento pode sofrer novos cortes. Cabo Frio, outro município à beira do caos, não paga aos funcionários desde agosto, de acordo com o sindicato dos servidores municipais.

— Aqui, estamos fazendo vaquinha para comprar cesta básica e ajudar aqueles que estão sem comida — diz Denise Teixeira, professora da rede municipal de Cabo Frio. — A melhor coisa a se fazer é trocar de profissão. A cidade faliu.

Rio afora, a crise econômica que atinge o país é a justificativa de boa parte das cidades quando a pergunta é sobre atrasos nos salários. Em Petrópolis, por exemplo, a prefeitura diz que depende de repasses estaduais para efetuar o pagamento do 13º. Há uma ação no Tribunal de Justiça cobrando R$ 30 milhões que o estado deve ao município. Se a decisão do TJ não sair nos próximos dias, não serão feitos depósitos nas contas dos servidores.

O mesmo argumento é utilizado pela prefeita Soraia Graça (DEM), de Rio das Flores. A cidade se orgulha de ter passado o ano inteiro honrando os compromissos com funcionários e fornecedores. Neste fim de 2016, no entanto, com a queda na arrecadação, as contas do município de pouco mais de oito mil habitantes ainda não fecharam.

— Aqui, nós cortamos 70 cargos comissionados e reduzimos salários de prefeito e vice-prefeito. Mas em 2016 tivemos que cobrir os gastos que eram do estado para manter unidades de saúde que não podem fechar.

Até outubro deste ano, foram repassados, em transferências voluntárias do estado, R$ 100,2 milhões aos municípios. Dificilmente o governo alcançará os R$ 171,5 milhões gastos em 2015 — o valor, até agora, é só 58,8% do destinado ano passado. E, mesmo se conseguisse, o total está muito abaixo do registrado, por exemplo, em 2014, ano da reeleição do governador Luiz Fernando Pezão: R$ 724,8 milhões foram enviados aos cofres das 92 prefeituras.

No âmbito federal, o repasse de verbas às cidades também caiu. Em 2014, todos os municípios do Rio somaram R$ 16,5 bilhões em transferências obrigatórias. Em 2015, foram R$ 14,9 bilhões. Este ano, até este mês, esse montante é de apenas R$ 11 bilhões.

A crise atingiu até os maiores municípios, como os da Baixada Fluminense. Em São João de Meriti, com exceção dos servidores da educação, os funcionários da prefeitura estão sem receber desde junho. Por falta de pagamento, servidores estão faltando ao trabalho, o que já prejudica, por exemplo, o atendimento no Hospital Estadual da Mulher Heloneida Studart: a unidade fazia cerca de 500 partos por mês e agora não passa dos 300.

Já em Mesquita, os vencimentos estão atrasados há um mês, e não há data para receber o 13º. Na última quinta-feira, terceirizados de serviços de limpeza, que também estão sem receber, espalharam lixo pelas principais vias da cidade. Alguns médicos trabalham em escala reduzida. Para piorar, faltam medicamentos e insumos no Hospital Municipal Leonel Brizola.

— O prefeito (Gelsinho Guerreiro, do PRB) sumiu depois que perdeu a eleição. A cidade ficou sem comando, e os pagamentos foram congelados. Vamos entrar no próximo ano sem perspectiva de receber. Não conseguimos marcar reunião com ninguém para saber sobre a nossa situação — conta Larissa Mendes Gomes, arquiteta que trabalha na Secretaria municipal de Obras.

Procurado pelo GLOBO para comentar o assunto, o prefeito não foi localizado.

Na Região dos Lagos, além de Cabo Frio, os salários estão atrasados em Araruama. De acordo com a prefeitura, o 13º foi pago, mas o município ainda deve o mês de novembro.

HOSPITAL SEM INSUMOS E MÉDICOS

Em Angra dos Reis, na última terça-feira, foi depositado o salário referente a outubro, e não há data para novos pagamentos em 2016. No mês passado, o Hospital Municipal da Japuíba entrou em colapso: sem insumos básicos e médicos de plantão por falta de horas adicionais pagas, os funcionários vêm internando pacientes nos corredores. Angra, porém, conseguiu manter em funcionamento, mesmo com a greve de alguns servidores, a UPA da cidade, que é estadual, mas não tem recebido repasses do governo Pezão.

Com a queda generalizada de receitas, São Gonçalo nem consegue dar uma previsão para o pagamento do 13º. Na sexta-feira passada, a Justiça bloqueou as contas da prefeitura para garantir o pagamento dos funcionários, que estavam com salários atrasados desde novembro, mas só havia 20% do necessário para quitar a folha. A vizinha Itaboraí também enfrenta problemas. Os hospitais estão abertos, mas não funcionam totalmente: faltam médicos e remédios.

Segundo o presidente da Associação dos Municípios do Estado do Rio (Aemerj), Anderson Zanon (PSD), prefeito de Sapucaia, os atuais gestores estão tendo de administrar as cidades escolhendo os serviços que deixarão de pagar.

— É um cobertor curto. Tem prefeito que opta por não pagar ao servidor, para honrar os compromissos com fornecedores e não parar determinada atividade. Outros pagam aos servidores, mas deixam uma série de dívidas pelo caminho — afirma Zanon, que não foi reeleito.

Para o economista Bruno Sobral, professor da Uerj, há um desarranjo geral da coordenação federativa, e os municípios pequenos do estado ficam à mercê da crise, porque têm sua atividade econômica dependente de repasses:

— Nos pequenos municípios, é possível entender a crise, pois eles não têm arrecadação. Isso é histórico. A economia da maior parte dos municípios do Rio não é diversificada. Já nas grande cidades do estado, a crise pode ser um indicativo de que houve má gestão dos recursos, mas é preciso avaliar caso a caso.

RIO, NITERÓI, TRÊS RIOS E VARRE-SAI NO AZUL

Na contramão da crise, há cidades que conseguiram antecipar o pagamento e terminar o ano no azul. É o caso de Rio de Janeiro, Niterói e Três Rios, que anteciparam o depósito do 13º. O mesmo fez a pequena Varre-Sai, de dez mil habitantes, no Noroeste Fluminense. Por lá, o prefeito Everardo Ferreira afirma ter previsto a queda na arrecadação e cortado “na carne” de sua administração.

— Extingui mais de cem cargos comissionados e cortei três secretarias, porque sabia que o país ia enfrentar uma recessão. Meu município vive basicamente de repasses, e era preciso enxugar a máquina o quanto antes para economizar e poder pagar aos servidores. Entrego a administração ao próximo prefeito com os salários em dia. Em tempos de crise, são poucos os prefeitos que vão poder passar o bastão sem pendências.

(*) Estagiária sob a supervisão de Leila Youssef

Fonte: O Globo









domingo, 18 de dezembro de 2016

BENEFÍCIOS DA ARBORIZAÇÃO E FLORESTAS URBANAS





Building greener cities: nine benefits of urban trees

Find out why trees in cities matter

30 Nov 2016

For the first time in history, more than 50 percent of the world’s population now lives in towns and cities. By 2050, this number is expected to increase to 66 percent. The shift from rural to urban areas, mainly in Africa and Asia, is due to poverty and related socio-economic factors. 

For the most part, the rapid expansion of cities takes place without any land use planning strategy and the resulting human pressure has highly damaging effects on forests, landscapes, as well as green areas in and around cities. The environmental impacts of urbanization are often intensified by climate change and include increased pollution, decreased availability of food and resources, as well as increased poverty and frequency of extreme climatic events.




Urban trees can help to mitigate some of the negative impacts and social consequences of urbanization, and thus make cities more resilient to these changes. Here are nine ways in which urban trees and forests contribute to making cities socio-economically and environmentally more sustainable:
  1. Trees can contribute to the increase of local food and nutrition security, providing food such as fruits, nuts and leaves for both human consumption and fodder. Their wood, in turn, can be used for cooking and heating.
  2. Trees play an important role in increasing urban biodiversity, providing  plants and animals with a favourable habitat, food and protection.
  3. A mature tree can absorb up to 150 kg of CO2 per year. As a result, trees play an important role in climate change mitigation. Especially in cities with high levels of pollution, trees can improve air quality, making cities healthier places to live in.
  4. Strategic placement of trees in cities can help to cool the air between 2 and 8 degrees Celsius, thus reducing the urban “heat island” effect, and helping urban communities to adapt to the effects of climate change.
  5. Large trees are excellent filters for urban pollutants and fine particulates. They absorb pollutant gases (such as carbon monoxide, nitrogen oxides, ozone and sulfer oxides) and filter fine particulates such as dust, dirt or smoke out of the air by trapping them on leaves and bark.
  6. Research shows that living in close proximity of urban green spaces and having access to them, can improve physical and mental health, for example by decreasing high blood pressure and stress. This, in turn, contributes to the well-being of urban communities.
  7. Mature trees regulate water flow and play a key role in preventing floods and reducing the risk of natural disasters. A mature evergreen tree, for instance, can intercept more than 15 000 liters of water per year.
  8. Trees also help to reduce carbon emissions by helping to conserve energy. For example, the correct placement of trees around buildings can reduce the need for air conditioning by 30 percent, and reduce winter heating bills by 20-50 percent.
  9. Planning urban landscapes with trees can increase property value, by up to 20 percent, and attract tourism and business.
A city with well-planned and well-managed green infrastructure becomes more resilient, sustainable and equitable in terms of nutrition and food security, poverty alleviation, livelihood improvement, climate change mitigation and adaptation, disaster risk reduction and ecosystems conservation. Throughout their lifetime, trees can thus provide a benefit package worth two to three times more than the investment made in planting and caring for them.

Planting trees today is, therefore, essential for future generations! Plant a tree and share your photo with us via Instagram (tag @UNFAO) and Twitter (tag @FAOForestry)!

Fonte: FAO